Disclaimer: Este é um fan work, feito totalmente sem fins lucrativos. Os direitos de Saint Seiya, Saint Seiya Episódio G e de todos os seus personagens pertencem à Toei Animation e Masami Kurumada. A exploração comercial do presente texto por qualquer pessoa não autorizada pelos detentores dos direitos é considerada violação legal.
Informação para o leitor:
Yaoi (contém relacionamento amoroso entre homens).
Avaliação etária: M/NC-17 (situações adultas, sexo, consumo de álcool e substâncias legalmente questionáveis, violência estilizada)
Par citado: Aldebaran & Mu...e algumas outras coisinhas mais, dos mais variados tipos (et pour quoi pas?)
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"12"
Por: Deneb Rhode
12.
Mensagens cifradas
Era um fim de tarde bem normal em Rodorio, quando um austero mensageiro cruzou a rua a toda velocidade. Passou apressado pelos vendedores ambulantes que se reuniam na pracinha central, saltou sobre os canteiros de gerânio, desviou de três cachorros e dois pombos e quase colidiu com uma senhora que comprava um churrasquinho. Tudo no ímpeto de cumprir sua missão: entregar uma mensagem lacrada, urgente.
Enfim achou um aborrecido Jabu de Unicórnio acompanhado de seu colega Ichi de Hydra, tentando pechinchar aos gritos algumas meias na barraquinha de um casal gorducho de azerbaijanos. Que pareciam não entender nada de grego, meias ou pechincha.
—Não, não quero esse walkie-talkie de brinquedo, quero meias, MEIAS! Este pacote aqui!
—Não, não! Este, senhor, bom! Funciona pilha palito e grava som! Dois! Custa dez!
—Mas eu não quero o walkie-talkie!
—Dez!
—Pelas meias é dez?!
—Este senhor pediu, grava som, pilha palito: dez!
—Eu não quero isso!! Que inferno!!
O mensageiro pediu licença, desculpou-se pela interrupção do animado diálogo e entregou, tão solene quanto podia ser numa praça de camelôs, o envelope ao Cavaleiro de Bronze. Em seguida, pulou mais alguns cachorros e barraquinhas e sumiu no aglomerado de povo: missão cumprida. Jabu examinou a missiva: não parecia mensagem oficial do Santuário, mas nem assim perdia o jeito de informação vital e ultra secreta. Enquanto o ambulante continuava sacudindo o walkie-talkie de brinquedo nas mãos, fazendo no meio do vozerio um discurso inflamado na sua língua natal, Jabu abriu o envelope. E deu logo com um conteúdo enigmático. Pra não dizer: até chocante.
Ao Santo Cavaleiro de Bronze da Constelação do Unicórnio: este é um comunicado sobre um assunto de importância máxima, e é sigiloso. Destrua esta mensagem e seus anexos assim que a ler e assimilar as instruções.
Por razões de segurança, não vou por detalhes maiores aqui, mas solicito seu comparecimento urgente no endereço enviado dentro do envelope.
Repetindo: esta é informação de alto segredo e totalmente de seu interesse. Não a torne pública: o resultado disso pode causar algo bastante nocivo, do qual você não vai gostar. Acredite, isso é muito sério. Eu SEI do que estou falando.
Ao chegar no endereço será fácil me contatar: venha sozinho, seja discreto e olhe ao redor. Procure pelo homem mais alto no recinto e peça um "tratamento 12". Devo estar próximo à pia ou em frente ao espelho. Conversaremos mais daí.
Por favor, dê prioridade absoluta a esta solicitação. Vai ser bem melhor para você.
A.
Unicórnio estacou num baque, o olhar intranqüilo, entre o ultraje e a surpresa. Sem dizer palavra entregou o bilhete ao colega.
—Que coisa estranha—Ichi tentava comentar a mensagem, envolto pela barulheira da praça—Isso aparecer do nada logo agora, no meio do pânico e da "caça aos fantasmas" dos graduados. É algum trote?
Jabu encarava o chão, punho cerrado, nervosismo lhe tingindo as palavras.
—Não, não é trote...as coisas é que estão saindo do eixo. Pelo tom desse bilhete...essa coisa de segredo, de "vá sozinho", "não divulgue"...Quem quer falar comigo tem alguma coisa séria a esconder!
Os azerbaijanos, deixados de lado, tentavam chamar a atenção. A mulher revirava algumas sacolas e deu para o marido outro walkie-talkie de brinquedo. O homem continuava falando.
—Precisa algo mais bom:. Muito bom. Pega longe, grava. Pilha palito também. Treze, mas faz onze senhor.
Pregação sem resultados: o cliente havia perdido o interesse no diálogo truncado com o vendedor, não estava mais aberto para negócios. Se encontrava aflito demais para isso. Gesticulava para o amigo enquanto resmungava baixo, tentando se fazer entender no meio do ruído, totalmente preocupado com o que as gentes ao redor pudessem ouvir.
—Isto, Ichi, tem todo o jeito de ameaça! Ou emboscada. Veja só esse final com "dê prioridade absoluta a esta solicitação. Vai ser bem melhor para você", o que isso sugere?
—Eu não tenho idéia—Ichi devolveu o envelope, perplexo—Sugere que quem escreveu tem muita pressa e que é assunto do seu interesse. Agora se é uma ameaça ou não, é difícil afirmar.
—Não seja ingênuo, é claro que isso é uma ameaça! E pior: tenho certeza que é ligada diretamente com aquela coisa que estamos lidando! Aquela...
Ichi, atento, tentou diminuir o tom de voz, a um mínimo audível para os ouvidos do outro:
—Você diz...o 12?
Insuficiente:
—O que?
—Um-dois: 12.
—Fale mais alto, não ouvi!
—DOZE!! DIA 12!
Preço da indiscrição: Jabu lascou um instantâneo chute de bico de bota na canela de Ichi. Enquanto o casal de azerbaijanos fazia uma cara iluminada de quem finalmente entendeu a mensagem, o Cavaleiro de Bronze careca pulava de dor:
—Ficou maluco, Jabu??
—Maluco está você berrando isso em público! Quer que todo mundo descubra??
—Que droga, tem barulho demais, não dá pra conversar! Vamos sair daqui!
Afastaram-se para um canto mais vazio da praça, embaixo de uma luminária apagada, cheia de pombos. Jabu olhou em volta, ainda muito ressabiado, tentando ganhar alguma certeza de que não seria ouvido. Massageando o novo hematoma na canela, Hydra retomou a conversa.
—Explique direito por que você acha que isso tem a ver com o dia 12. Eu não vi nada que sequer indicasse algo do tipo.
—E como você não viu nada? Não viu o trecho que diz para "pedir um tratamento 12"?
—"Tratamento 12": e o que isso tem a ver?
Jabu esmurrou o poste da luminária, assustando alguns pombos.
—Ora, essa: é uma senha! E foi feita assim para nos avisar que o assunto é nossa investigação sobre os conspiradores do dia 12!
E, em tom dramático, pedindo toda a atenção do colega, sentenciou:
—Eu acho...não, eu tenho certeza, Ichi: nós fomos descobertos por alguém!
—Ahá! DOZE!! EU DESCOBRIR!!
Unicórnio e Hydra sentiram o coração parar, dar três pinotes de horror e quase fugir pela boca enquanto o sangue virava gelo nas veias. Atrás deles, o gordo azerbaijano sorridente trazia, além de uma sacola pesada, um par de reloginhos cor-de-rosa nada discretos nas mãos.
—Agora Ibrahim sabe! Quer o doze, moço? Então: doze este, semana passada! Este Hello Kitty, cheirinho de tuto-fruto, walkie-talkie e grava. Mais reloginho, põe pulso, não perde. Muito bom!
Jabu segurou a cabeça, sobressalto virando uma ira em descontrole.
—Mas como esse psicopata seguiu a gente até aqui?!
Ichi, ainda pálido, retomava o equilíbrio:
—Eu sei lá, acho que é desses vendedores que não aceita perder um negócio.
E se dirigindo ao homem:
—Meu amigo, você não tinha que estar na sua barraca?
—Doze semana passada—o homem continuava animado, brandindo os reloginhos com walkie-talkie—Dólar subiu, agora quinze. Bom negócio! Em Atenas custa vinte.
—Não é isso, senhor. Estou falando da sua barraca! Barraca! Venda! Lá-adiante!
—Sim, sim! Cheirinho tuto-fruto! Isso!
—Espera, não é isso!!
O Cavaleiro de Unicórnio, vermelho, parecia que ia explodir. Mordia o punho, espumando de raiva:
—O senhor vai embora! VAI EM-BO-RA!! EU ESTOU OCUPADO!! O-CU-PA-DO!! SOME!!XÔÔÔ!!
—Quinze, agora não doze! Não, não, dólar subiu!! Não faz mais doze, quinze!!
Hydra sacudiu a cabeça, num suspiro de desânimo:
—Esquece, Jabu, ele não entende mesmo uma palavra do que a gente está falando. E no fim das contas a gente nem tem muito o que falar desta vez: tudo isso, acho, é só besteira.
A frase de Hydra tirou Jabu do estado de fúria: por um segundo parecia tão abestalhado quanto se tivesse sido atingido em cheio por um raio, ou por um bofetão da própria Deusa Athena. Gago, arregalou os olhos, qual houvesse escutado a heresia das heresias.
—Mas como, Lacraia?! Mas...você viu o bilhete, viu os termos! Como que isso pode ser "só besteira"??
Ichi tentava acalmar o colega. Tossiu um pigarrinho e se pôs a explicar, com toda a calma do mundo.
—Olha, Jabu, eu até concordaria com você, que isso podia ser alguma ameaça ou algo assim, que alguém podia ter descoberto a gente. Só que desta vez acho que não tem nada para descobrir. Não nos acharam quando roubamos o "soro da verdade" do Shaka, nem a capa, nem quando espiamos os chefes trepando. Duvido muito que vão nos achar agora que não fizemos nada. Você viu, nós até tentamos entrar na Casa de Touro, mas não deu certo: esquecemos de pegar a chave com o Sarnento. E quando fomos procurar por ele não o achamos mais, então...
—O problema é justamente esse!—Unicórnio parecia quase histérico—Não fomos só nós que investigamos: o cérebro de ameba do Sarnento, mais o urso maluco estiveram fazendo as pesquisas deles, e não duvido nada que tenham se descuidado de alguma coisa!
—Boa tentativa: mas se fosse assim eles já estariam em cana e nós já estaríamos sabendo. Que me conste, isso não aconteceu.
Jabu ficou em silêncio por uns instantes. E chiou, de punho cerrado, esmagando o envelope, olhos vermelhos de rancor:
—Então é pior: fomos entregues!
Silêncio dramático. O mascate pensou um pouco, revirou a sacola outra vez: tirou lá de dentro uma câmera fotográfica.
—Este câmera com 12 de zoom. Muito bom, mulher tem um. Custa mais caro: sessenta. Importado Japão. Vai levar quanto?
Hydra, incrédulo, tentava ignorar o novo pregão do vendedor.
—Entregues pelo Sarnento ou pelo Geki? Ah, Jabu, isso é pura doideira!
A opinião de Ichi de Hydra parecia ter se perdido no vácuo: Jabu estava em outro lugar, navegando os pensamentos num mar de amarguices, onde o único farol que parecia aceso era o que mostrava uma bem provável traição. Bem dizer já sentia o punhal enterrado nas costas, cravado por um de seus próprios companheiros. Via sinais claros demais para ignorar:
—É, isso mesmo, ambos estão sumidos até agora...devem ter virado a casaca. E era de se esperar: o Sarnento trabalha com o Mu e com o Aldebaran, os chefes envolvido na conspiração e no plano do dia 12, sempre diz que "são bons chefes, melhores que o Milo"...pode ser que a lealdade aos patrões do vira-latas tenha sido maior que a lealdade à Athena. Ou ele pode ter se apavorado e dado com a língua nos dentes.
E prosseguia, quase em frenesi:
—O Urso...bom, difícil dizer, não temos como ter certeza de nada: parecia meio perturbado hoje. Pode ser que...sei lá, sob alguma pressão, tenha rachado...ou aceitado suborno: devia estar curto de dinheiro, você viu que ele se recusava a pagar a aposta de cinqüenta pratas com o Ban...E, falando nele: sim, tem o Ban! Ele não quis nos ajudar hoje e SABIA de tudo que estávamos fazendo! Sem boa vontade, com o estímulo certo, pode mesmo ter nos traído. Eu aposto nisso!
—Cinqüenta? Ibrahim não tem, sobrou só oito, amanhã arruma mais?? Fica quatrocentos oitenta. Ibrahim põe na sacolinha!
E ambulante atocha um pacote nas mãos de Jabu, estilhaçando sua linha de raciocínio. Dentro da sacolinha de plástico, oito câmeras fotográficas.
—O QUE O SENHOR ACHA QUE ESTÁ FAZENDO!?
—Oito é quatrocentos oitenta!—o homem não se abalava—Não pode fazer barato, dólar subiu. Agora moço paga.
—EU NÃO QUERO ESSA COISA!! SAI DAQUI!!
—Ah, então põe este também?—e o gorducho sem desmanchar o sorriso mostrou de novo o reloginho walkie-talkie cor-de-rosa—Esse é quinze. Faz oito também?
Jabu esticava os braços, na tentativa de estrangular o azerbaijano. Ichi tentava segurá-lo.
—EU NÃO QUERO CÂMERA FOTOGRÁFICA!! EU NÃO QUERO ZOOM!! EU NÃO QUERO WALKIE-TALKIE!! E JÁ TENHO PROBLEMAS DEMAIS PRA PENSAR!! NÃO VOU AGUENTAR MAIS ESSE IMBECIL!!
—Tudo fica quinhentos noventa e nove, Ibrahim dá desconto! Bom negócio senhor!
—JÁ TE MOSTRO O BOM NEGÓCIO!!
Ichi agarrou Unicórnio com força, sacudindo-o pelos ombros:
—Mas componha-se, homem, que não é para tanto! Esse cara quer só vender uns badulaques falsificados, ignore! Você tem coisa mais séria para pensar!
—Então: agora moço paga?
Ichi deu um olhar azedo para o comerciante. E se voltou mais uma vez para o amigo.
—Olha, ainda acho que isso tudo não é sério, me parece um tremendo exagero...Mas seja lá como for, temos esse novo abacaxi nas mãos, então se concentre um pouco. O que você pretende fazer?
Jabu respirou fundo, olhando nervoso para o envelope amassado.
—Eu não posso levar isso ao conhecimento do Santuário, nem pedir ajuda: sabemos que os conspiradores são gente graúda lá dentro, seria o mesmo que entregar nossa investigação numa bandeja para eles e nos mandar direto para a prisão. Assim sendo...
Tomou fôlego, como se fosse proferir a mais assustadora das sentenças. Ichi olhou em silêncio, o vendedor pegou mais alguns walkie-talkies e câmeras. Suspense.
—...Acho que o único jeito de saber o que é isso é fazer o jogo deles: ir até esse endereço mesmo, falar com o tal "A.", ou "Homem Alto" que diz na mensagem. Ver o que exatamente ele está querendo de mim.
—Você mesmo não disse que esse bilhete é uma ameaça ou emboscada?—Ichi ponderava— Se é que é isso mesmo, que é que você pretende indo lá? Ter uma vida mais curta ou algo do tipo?
Unicórnio cruzou os braços, em circunspeccão reflexiva. No silêncio, o Cavaleiro de Bronze parecia maquinar alguma estratégia, de acordo com a urgência do momento e as circunstâncias ameaçadoras. Olhou o colega, olhou para o vendedor, para a sacolinha atulhada de tranqueiras que levava nas mãos.
E lá pelas tantas, finalmente abriu um sorriso astuto, como se tivesse tirado da cartola um plano ideal.
—Nada disso, Lacraia! Eu vou me expor, correr perigo sim. Mas você vai estar lá escondido para me dar cobertura.
Hydra parecia atônito.
—Cobertura?! Isso não tem como: se eu for, ainda que não me vejam, descobrem meu Cosmos. O Geki não devolveu a capa do Mestre...
—Esqueça a capa! Ninguém vai achar você se estiver longe o suficiente para não darem alguma importância a seu Cosmos. Na hora em que nós chegarmos no endereço, você procura imediatamente um bom lugar que dê para ver o tal recinto com pia e espelho que diz na carta. E se posiciona, como franco-atirador.
—Ah, tá. E eu atiro o que? Minha bota?
—Você não vai atirar nada, mas vai garantir que a conspiração do dia 12 não dê resultados. E na maior discrição. Pode acreditar, Lacraia: desta vez estamos na vantagem!
Ichi trocou um olhar perplexo com o vendedor, tão sem entender o que Jabu falava quanto o próprio azerbaijano.
—Mas que espécie de vantagem?
Jabu parecia feliz. Tirava da sacola as câmeras fotográficas e walkie-talkies, olhando-os fascinado, como se remexesse pedras preciosas.
—Uma vantagem decisiva Lacraia: tecnologia. Estamos com muita sorte hoje...
Ms. Rhode Rambled Reports: Vai chover suco de jabuticaba com kiwi hoje: saindo mais um capítulo da "12", coisa que só costuma acontecer quando passa o Cometa de Kohoutek.
Desta vez coisinha simples: ambulantes da ex-URSS (tipos comuns na Grécia já faz tempo), artigos chineses coloridos vendidos por ambulantes da ex-URSS (coisa comum na Grécia já faz tempo) e algumas mensagens de teor estranho. Gente, sei que é pouco, made in Taiwan e vendido sem nota fiscal, mas ainda assim tem seu charme. E, bem, já diz a regra de aprimoramento de escrita que todo texto grande que se preze precisa de uns ou outros capítulos mais simples, para fazer ligação (desculpa amarela de autora que ocupou o tempo indo comer ficazzella na Festa de San Vito)
Aproveito o espacinho para deixar meu mais sincero agradecimento para Áries Sin: não só pela review (que me fez dar um sorriso de orelha a orelha), mas pela força que tem me dado durante todo esse tempo de hiatus (onde as coisas só não estiveram mais enroladas no meu terreiro por pura falta de bobina). Sou beta dessa mulher corajosa já faz um bom tempo—o que prova que Áries Sin é corajosa MESMO—e me enche de orgulho poder colaborar com o trabalho dela. Agora, saber que esta comédia maluca despretensiosa continua agradando uma pessoa de bom gosto e tão boa no que faz, já me dá muito mais ânimo para prosseguir—além, claro, de uma vontade doida de beber champanhe. Valeu MUITO, Aries Sin!
Ok, fim de texto por agora. Na próxima atualização (juro que tem, viu?), vamos ver se consigo fazer chover suco de cranberry.
Isto continua? É claro que continua! Sigam-me os bons!!
