Mau Romance

Você sabe que quero você
(Porque eu sou louca, querido!)
E sabe que preciso de você
Eu quero o seu mau, mau romance

Bad Romance – Lady Gaga

O Brooklyn era quase que uma cidade proibida de entrar para Lily. Ela não sabia o porquê, e nem queria saber também o motivo. A mãe sempre falava que o Brooklyn era infestado de ladrões que roubavam o pneu do seu carro quando você parava no sinal. Lily não compreendia o ódio que Renée tinha pelo Brooklyn já que a mesma tinha nascido e sido criada lá até que conseguiu um emprego de camareira nos hotéis Swan. Acabou engravidando de Charlie e se casaram. A loira também sabia que esse ódio por pessoas pobres tinha passado para sua irmã Bella, e confessava que até um pouco para ela. Não se importava de conversar com os empregados, desde que eles ficassem no seu lugar. A maça não ia cair longe do pé!

Quando Maria a chamou para ficar com ela em sua casa porque estaria sozinha, Lily não pensou duas vezes. Ela tinha gostado de transar com Maria o tanto que gostava de fazer sexo com qualquer outro homem. Mesmo não ocorrendo penetração, Lily tinha gostado de ser beijada e tocada por sua amiga.

Sua amiga.

Ela não sabia se poderia denominar Maria assim. Ela sabia que não estava apaixonada por Maria, mas seus sentimentos eram tão confusos. Boa parte sentia um carinho imenso que agora estava dando espaço para um desejo incontrolável pela garota de cabelos ruivos.

— Eu fiz panquecas! — disse Maria entrando no seu quarto carregando panquecas na mão direita e mel na mão esquerda.

Lily virou surpresa por ter sido interrompida em seus pensamentos pela voz da amiga. Sentou-se na cama com as pernas dobradas de frente para a TV. Passava uma comédia bastante engraçada que fez as duas pararem de estudar para ver. Não queriam passar o Patriot Day como qualquer outro. Tinham ficado bastante chateadas ao saber que o feriado caíra no domingo e não em um dia de semana, e por isso resolveram estudar.

Mas não era qualquer coisa que elas estudavam. Matemática, inglês, física? Lógico que não! As duas estudavam nada mais e nada menos que posições para uma transa melhor.

Quem diria que Lily ia conseguir uma amiga tão ninfomaníaca quanto ela?

— Lily, eu quero te perguntar uma coisa. — Maria mexia as mãos nervosamente deixando Lily preocupada.

— Entorne logo, piranha! — Lily e seus apelidos carinhosos...

— Eu quero saber o porquê desse ódio seu todo contra Jacob! Eu sei que ele traiu sua irmã, mas eu sinto que tem mais coisa aí. Por favor, me diga! — Maria implorou. Ela precisava saber da verdade para avançar em seu "relacionamento" com Jacob.

Ela olhou para a amiga com seus olhos castanhos procurando alguma resposta em sua reação. Lily se encontrava incomodada sentada na cama enquanto seus olhos paravam na janela que dava para a vista da ponte do Brooklyn. Uma vista tão linda que inspirava diversas vezes o jovem pintor Jasper.

— Eu vi Jacob traindo minha irmã com uma garota. Não contei para Bella porquê de certo modo ela merecia isso. Pareciam que eles não se amavam... Sei lá! Não sei direito. E eu acho que por causa desse segredo eu e Bella nos afastamos. — Lily deu de ombros. — Eu tenho raiva dele disso, ter feito esse precipício entre eu e Bella.

Maria encolheu seus ombros diante da confissão de Lily. Ela realmente nunca entendeu esse vazio entre as duas irmãs Swan. De certo modo essa confissão deu uma aliviada ao saber que Jacob traiu Bella por que eles não se amavam.

— Mas, o porquê da pergunta? — os olhos azuis de Lily pareciam que vasculhavam a alma dela como um detetive procurando algum DNA em um crime. Sentiu um leve arrepio na espinha.

— Não queria te contar porque você não gosta de Jacob, mas somos amigas, contamos tudo uma para outra. — Maria sentiu um pouco de peso saindo dos seus ombros cada vez que as palavras saíam da sua boca. — Na festa da Stanley, Jacob e eu ficamos em beijos e eu dei o meu telefone para ele. Agora estamos trocando mensagens. Lily, eu realmente gosto dele, e mesmo que você o odeie e faça de tudo para mudar minha cabeça, você não vai conseguir. Se você não nos quer juntas, podemos não nos falar nunca mais!

Lily ofegou surpresa quando Maria falava. Ela não queria perder a amizade colorida que ambas tinham, mas também ficava incomodada só de pensar Maria e Jacob juntos. Meio que sem jeito, Lily levantou os olhos e encarou a amiga que quase entrava a beira das lágrimas.

— Odeio Jacob com todas as minhas forças. Mas amo demais você Maria, e eu a quero feliz. — Lily a puxou para um abraço onde a garota pode chorar a vontade.

Quando parou de chorar, Maria pegou os pratos de panquecas e foi para cozinha. Lily choraminga ao sentir o celular vibrar pensando que era sua mãe, mas se surpreende ao ver um torpedo de uma pessoa nem tão amigável. Uma foto de um buquê de margaridas jogado ao chão vinha anexada.

Reconhece isso? Passou tanto tempo, não é? Eu lembro como se fosse ontem. Segredos já são um fardo em sua vida, não se faça de tola e crie mais. E quando todos estourarem eu estarei na primeira fila. Você e Maria vão ser uma das primeiras. Quem diria! Matar duas lésbicas numa cajadada só! – I.

~x~

Quando a porta se abriu, Rose pulou do sofá pequeno de couro. Emmett apareceu bastante cansado com sua mochila nos ombros largos e definido e quando ele olhou para a loira em pé em sua frente soltou um muxoxo bem alto.

— O que você tá fazendo aqui Rose? — perguntou Emmett olhando a hora. Era nove da noite, tinha aula no outro dia.

— Eu tenho que te mostrar uma coisa... É rapidinho! — disse ao ver a careta do namorado.

— Não pode ser amanhã? Hoje eu estou cansado, Rosie. — gemeu Emmett caminhando para seu quarto. Quando passou na cozinha, viu Sara bebendo um chá de camomila. Ela sorriu para frente mostrando suas covinhas, as mesmas que Emm tinha.

— Eu tentei mandar ela para cara, mas pelo jeito Rose é igual sua irmã.

— Igual a quem? Eu? — Alice entrou em casa mexendo em sua bolsa.

Sara ao ver sua filha sorriu fazendo seu rosto se iluminar. Ela tinha notado como a filha parecia muito mais feliz esses dias. Algumas vezes pegava Alice chorando abraçada a um porta-retratos, mas não fazia nada. Conhecia a filha muito bem para saber que no momento certo ela iria contar.

— Onde você estava Mary Alice? — perguntou Sara.

— Mãe, acho que estou apaixonada! — riu Alice beijando a bochecha rosada da mãe.

— Por quem? — perguntou Rose e Emm ao mesmo tempo curiosos.

— Jasper Whitlock! — os olhos azuis de Alice chegaram a brilhar.

— Bolas roxas! — gargalhou Emm. As três mulheres olharam para ele como se tivesse criado um chifre rosa no meio de sua testa.

— Bolas o quê? — perguntou Alice.

— Ele acertou as bolas de Mike na primeira aula de Ed. Física — gargalhou Emmett lembrando o fato. — Coitado do Newton, teve que correr para enfermaria com as bolhas quase pretas. Apostei 10 dólares se ele podia fazer isso de novo! O cara é uma comédia!

— Vocês são amigos? — Alice pulava de um lado para cima incrivelmente feliz.

— Amigos? Pode ser, talvez. Ele tem um chute de esquerda muito bom para um magrelo. Se ele te magoar, me lembre de ficar bem longe das suas pernas. — riu Emmett.

— Ok, pernas a parte... Emm, trouxe aqui uma amostra de terno para você ver. Vai ficar tão lindo em você! — Rose sorriu pegando dentro de sua bolsa uma revista masculina.

— E porque diabos eu preciso de um terno novo? — murmurou Emmett.

— Para o nosso casamento! — Olhou para ele como se fosse à coisa mais óbvia.

— Nosso... o quê? — gritou Emmett. Sara viu o rosto horrorizado das três pessoas na sala e teve que se meter no meio antes que se tornasse algo mais grave.

— Rosalie, já está tarde e você tem que ir para casa. — disse Sara puxando de leve a garota pelos ombros.

— Mas... — Rose balbuciava enquanto sacudia a revista de ternos na mão.

— Não se preocupe que eu vejo com Emmett o terno direitinho, ok? Agora vá para casa. Vou pedir para o porteiro chamar um táxi para você. — Sara abriu a porta e se despediu de Rose que tinha um bico enorme nos lábios rosa.

— Não precisa, eu to com meu motorista. — Rose colocou a cabeça na porta mandando um beijo para Emmett. — Até amanhã meu amor! Sonhe comigo!

Quando a porta foi fechada, Emmett soltou um suspiro de alívio tão alto que Sara pensou que Rose poderia escutar. Coitada da pobre moça, tão apaixonada pelo seu filho. Alice olhava aquilo com um sorriso de deboche no rosto que Emmett não deixou passar.

— O que é agora? — grunhiu. — A culpa é sua! Você que trouxe essa louca para dentro de casa.

— Não tenho culpa que ela se apaixonou por você! — bufou Alice.

— Rose era mais legal. Antes ela falava de carros e sobre... outras coisas. — corou escondendo o rosto da sua mãe.

— Era verdade! Hoje em dia ela só pensa em você. Que merda Emm, acabou com a nossa amizade!

— Você pediu a pobre moça em casamento, filho? — perguntou Sara.

— É claro que não! Eu só comprei um anel e ela inventou isso tudo! — bufou Emmett.

Alice grunhiu alto e correu para dar um tapa atrás na cabeça do irmão. Como ele era tapado! Por um momento perguntou se era assim apaixonada e tola como Rose quando conheceu seu pior pesadelo.

— Rose já sofreu com Royce King, Emm. Lembra? — disse Alice.

— Royce King, CEO das empresas Kings? — perguntou Sara surpresa. O velho tinha uns bons 50 anos! Como uma moça tão bonita como Rose sofreria por um papa-anjo daquele?

— Não, Royce King II. Neto desse velho aí — bufou Emmett.

— O que ele fez para ela? — perguntou Sara realmente curiosa na história da nora.

— Royce era namorado de Rose, e por fim ela descobriu que ele só queria era tirar a virgindade dela em uma aposta. E depois vem Emmett com seu sorriso e desvirtua a garota! Rose é a garota para casar, Emm. Ela não merece que você não queira nada com ela. — Alice olhou mortalmente para o irmão que parecia indiferente aquela conversa.

— Você desvirtuou a garota, Emmett McCarty Brandon? — perguntou Sara em choque. Pobre garota! Sofrera uma vez, não podia sofrer de novo. — Você irá casar com ela sim, Emmett!

— O quê? — gritou o rapaz realmente em choque com as palavras da mãe. Ele não pensava que a mãe seria tão "quadrada". Ela não foi assim com Alice! — Eu não vou me casar com ela! Eu só tirei uma barreira na garota, pelo amor de Deus! Eu não vou me casar por causa disso, Alice tinha mais motivos para se casar e não se casou.

— Deixe meu passado fora disso! — gritou ela em beira das lágrimas.

— Por que maninha? Que eu saiba foi muito mais que uma barreira rompida com... — antes que Emmett pudesse terminar a frase, Alice deu um tapa em seu rosto. O barulho do tapa fez Sara pular de susto. Emmett abaixou a cabeça concordando que tinha falado de mais e Alice correu para seu quarto em beira das suas lágrimas.

Quando se deixou deitar na sua cama com a porta trancada, Alice deixou mais lágrimas rolarem pelo seu rosto fino de porcelana. Sem perceber, pegou a fotografia que tinha - que dormia ao seu lado na cabeceira da cama – e puxou contra o peito. Era uma foto dela, Rose e Bella por volta dos seus 10 anos de idade. Ambas sorriam com os rostos vermelhos por causa do frio que fazia a cidade no inverno. Um tempo onde não existia mentiras, traições, sexo e muito menos dinheiro envolvido. Naquela época a única preocupação de Alice era fazer Bella parar de brigar com Edward e fazer Emmett notar Rose. Ela nunca ia pensar que Rose ia se tornar uma louca que vivia correndo atrás do irmão e Bella uma traidora. E talvez, que nem ela mentisse tanto. Seria tão mais fácil um mundo sem segredos.

O seu blackberry tocou na bolsa ao seu lado esparramada no chão. Pensou que talvez fosse Jasper. O dia tinha sido tão perfeito ao lado dele. Como prometido para ela, Jasper a levou por um passeio no Brooklyn como ela nunca teve. Passou seu um minuto de silêncio em um café local junto com pessoas calorosas que não se importaram ao saber que ela era filha de quem era. Ela não sabia se estava mais apaixonada por Jasper ou pelo Jazz.

Sim, ela sabia.

Poderia até chamá-lo de Jazzy! Duas coisas favoritas que vieram do Brooklyn e já ocupavam um espaço em seu coração.

Com um sorriso no rosto cheio de lágrimas, Alice pegou o telefone e abriu a mensagem. Só aquilo bastou para seu rosto se contorcer em uma expressão assustada e cheia de medo.

Pequena Claire. Um nome muito bonito, não? Que pena que Bella tirou isso de você, não é mesmo? Preciso te mandar outra foto deles se beijando? É, eu acho que não. Você não vai perder a chance de esfregar na cara dela. Sinta-se livre para namorar o garoto pobre se fizer isso. Prometo que não interromperei sua melodia de Jazz. – I.

~x~

— Você gosta disso? — perguntou Edward, enquanto suas mãos massageavam o ombro magro de Bella.

Ela sorriu como não sorria a tempo e relaxou nos braços daquele homem. Tudo estava tão maravilhoso naquele momento; as massagens, o sexo, o carinho entre elas. Bella se esqueceu de Adam e sua traição por completo. Na verdade, ela estava no mundo da lua e foi à voz masculina e rouca carregada de sexo do homem atrás dela que a fez acordar.

— Uhum... — balbuciou algo incoerente que o fez rir.

Ela se pegou imaginando como a risada de Edward era gostosa e fazia-a sorrir. Um sentindo involuntário que a deixou aterrorizada. Não poderia gostar de nada que vem de Edward! Claro, tirando a parte do sexo. Ele tinha sido seu primeiro homem e até naquele estante o único, então ela não sabia como era o sexo com outros caras. Com Adam ela não tinha chegado ainda. Mas ela não precisava comparar para saber que Edward realmente tinha vocação para a coisa.

— Você ainda sabe que eu te odeio, não é? — lembrou Bella quando Edward colocava beijos pelo seu ombro.

— Aonde você quer chegar com isso? — Edward logo foi ao ponto realmente irritado com Bella. Ele não sabia o que tinha feito para ela o odiá-lo. Inferno! Ele tinha lhe proporcionado prazer, não podia receber um sentimento mais afetuoso em troca?

— Bem... é o seguinte: eu preciso relaxar esse ano. E relaxar muito! Tem a escola, a faculdade para o ano que vem, olhar para a cara de Jacob e Maria na escola, aguentar minha irmã com a mesma e essa merda todinha de Adam. E como você é ótimo no que faz — Bella mordeu a língua logo que falou isso tirando uma gargalhada orgulhosa do homem a sua atrás. Agora que já era tarde, ela tinha que continuar como se nada tivesse acontecido. — eu quero que você me ajude a tirar esse acumulo de cima de mim.

— Espera aí — Edward escondeu o sorriso de comer de merda e virou Bella para sua frente na banheira. A garota olhava para ele irritadíssima. Já bastava ela pagar esse mico, pedir sexo para Edward! — Você Isabella Swan, a perfeitinha de Manhattan, quer sexo casual? Comigo ainda por cima?

— Se você não quer, eu escolho outro. — bufou saindo da banheira e se enrolando no roupão azul.

— Não, eu quero! — Edward se apressou a dizer. Saiu da banheira correndo e pegou uma toalha qualquer enrolando em sua cintura. — Quero dizer, eu tenho que ver na minha agenda...

Bella sorriu vitoriosa e olhou para trás. Edward sorria bobo enquanto sua mão passava pelo cabelo em um gesto de nervosismo. Seus olhos foram para as gotas de água que desciam pelo peito másculo e batiam na toalha. Não resistindo mais a tentação, Bella puxou Edward pelo braço selando seus lábios.

Ela foi jogada na cama já com o roupão aberto. Edward jogou a toalha em qualquer lugar e olhou para Bella que tinha um sorriso malicioso nos lábios. Adorando aquele sorriso, Edward levou um susto quando a mão pequena e magra dela agarrou seu membro e começou a acariciar a extensão.

— Puta que pariu... — grunhiu Edward.

Bella sorriu enquanto passava a cabeça do pênis dele em seus lábios internos. Já estava toda molhada ajudando bastante o membro deslizar. Edward tocou os seios dela com a mão os acariciando como nenéns ou algo parecido. Realmente, já eram seus bebês. Médios montes brancos com a ponta rosinha. Cabiam perfeitamente em suas mãos.

Não aguentando mais a tortura, Bella posicionou a cabeça do membro em sua entrada enquanto abria mais suas pernas para melhor penetração. Quando Edward deu a primeira estoca a porta foi batida levemente e Bella quase não escutou se não fosse pela voz enjoada e fina que sussurrou:

— Senhorita Bella, a senhora Renée está te chamando lá embaixo! — Heidi ficou hesitante em falar, mas tinha muita gente importante lá embaixo esperando Bella.

— Fala para ela que você não vai! — grunhiu Edward sem fazer movimento nenhum dentro de sua Bella. Era bom. Se fosse por ele morava ali.

— E-eu... — gaguejou Bella meio desnorteada do prazer.

— Aquele seu namorado está aqui! Ele quer falar com a senhorita urgente. — Heidi se apressou a dizer enquanto colava o ouvido na porta. Quem estava com Bella ali? — Acho que os pais estão com ele!

Edward grunhiu quando a palavra namorado saiu da boca da asiática. Ele estava tão ciumento que Adam estava no andar de baixo que por um momento queria que o bastardo entrasse por aquela porta e pegasse ele enfiando em sua Bella. Estava tão entretido em seus pensamentos que não percebeu o debate interno que Bella tinha embaixo dos seus braços.

A garota ficou realmente confusa com o que Heidi falou. Se Adam estava ali com seus pais, então tudo que Edward falou era mentira? Se Adam realmente estava ali, então ele não estava mentindo! Ele não seria tão ruim assim?

Talvez ele fosse um espião e seus pais eram na verdade espiões também.

Só poderia chegar a uma conclusão coerente lá embaixo. De preferência bem longe de Edward e seu pênis.

— Eu preciso... — sussurrou Bella batendo no ombro de Edward. Ele estava tão concentrado que nem se mexia dentro dela.

— Não, você não vai sair daqui! — grunhiu. Bella ia abrir a boca para argumentar quando Edward se mexeu dentro dela. Ao invés de soltar um xingamento, Bella deixou escapar um gemido.

— Heidi, estou tomando banho. Daqui a 20 minutos! — gritou Bella antes de Edward tomar seus lábios nos dela.

Dez minutos atrasada depois, Bella desceu as escadas usando uma calça preta de couro com uma blusa azul marinho por cima que cobria seu pescoço e seus braços. Nos pés como sempre um salto alto que tinha comprado há dois dias. Encontrou Adam em pé ao lado da escada enquanto batia nervosamente os dedos finos no mármore. Quando a viu descendo, sorriu abertamente estendendo sua mão que foi facilmente ignorada. Tentou não sorrir para Edward que se encontrava encostado á pilastra e prestava atenção em casa movimento de sua Isabella.

— Bella, desculpe a demora, mas eu tive que fazer um voo urgente! — Adam se explicou enquanto suas mãos massageavam delicadamente os dedos dela.

Bella quase acreditou no que Adam dizia. Ele parecia tão confiante usando seu terno cinza em frente a duas pessoas. Desviando seu olhar de Adam, Bella tombou o pescoço para ver através do seu corpo magnífico. Atrás de Adam se encontravam um casal usando roupas elegantes e caras. O homem tinha por volta dos 50 anos, usava um terno bastante elegante mesmo com a exótica gravata marrom, seus olhos eram de um castanho bem claro (quase mel), e mentinha uma carranca no rosto como se estivesse chupado um limão. Batendo no seu queixo, uma mulher olhava para Bella com a cara de nojo, os mesmos olhos que Bella tinha para seus empregados. Ela não tinha gostado disso. Quem era aquela mulher para olhá-la assim? Com certeza não era mãe dele, aquela mulher ali não passava dos 30 com seus cabelos castanhos compridos caindo em cascada pelo ombro esquerdo deixando o outro ombro nu. Seus enormes olhos azuis eram cobertos por uma camada negra da maquiagem e pareciam que sugavam sua alma. Ela usava um vestido marrom que tinha um decote acentuando os seios de silicone e o pescoço descoberto. Usava um batom rosa claro símbolo da pureza. Claro, como se ela fosse pura.

— Para onde você foi? — perguntou Bella ainda de frente para o casal misterioso a sua frente.

— Ela realmente disse "você"? — A mulher sussurrou para o homem a sua trás que revirou os olhos para ela. Bella fechou a cara realmente não ligando para a resposta de Adam, desde que ele saia por aquela porta e leve essa bruxa junto.

— Carmen, por favor, Bella é minha namorada! — Adam disse com uma voz tão forte que fez a mulher se calar. Virando para Bella, ele voltou ao seu estado normal. — Eu tive que voar para Washington DC, um convite do presidente para celebrarmos o Patriot Day com ele. Eu não sabia até hoje quando meu pai falou, por isso que tive que desmarcar com você.

Presidente? O bastardo foi se encontrar com o presidente dos Estados Unidos? Que ultraje! Bella ferveu enquanto tudo se processava em sua cabeça. Então era verdade o que Edward falara, Adam era um espião do FBI! Como ele ousa voltar depois de tudo? Como ele ousa ainda jogar na sua cara que realmente trabalhava para o FBI. Não bem com essas palavras, mas se ele se encontrou com o presidente dos Estados Unidos da América então ele só podia ser do governo secreto ou o diabo a quatro!

— Eu sabia! — Bella aponta um dedo furiosamente para Adam fazendo o casal atrás dele ofegarem surpresos. — Você é um maldito espião!

— Um... O quê? — Adam pergunta confuso.

— Espião. Sabe, igual o James Bond e... Por que eu estou explicando isso para você? É óbvio que você sabe o que é, já que você é um! Como você tem coragem de atacar meu pai por mim?

A tagarelice de Bella só teve fim quando Adam segurou seus ombros.

— Eu. Não. Sou. Porra. Nenhuma. De. Espião.

— Não minta, Adam. Eu tentei descobrir sobre você na internet e está tudo trancado pelo governo da Itália! Mas, por que a Itália está nessa também? Você é um espião com dupla nacionalidade? — Claro que a Swan escondeu o fato que Edward que fez isso tudo.

— Adam, vamos embora! — grunhiu Carmen enquanto seus olhos pararam de encarar Edward no fundo do salão só observando a cena. Adam virou para ela realmente furioso.

— Escute Isabella, mas escute bem. Eu sou não sou um maldito espião, ok? — Adam gritou furioso e algumas pessoas viraram para ver aquela pequena confusão.

— Então, por que você estava se encontrando com o presidente dos Estados Unidos? — cuspiu Bella.

— Porque meu verdadeiro nome é Adam III Bourbon de Albret, príncipe da Escócia.

Nada era comparada a cara de espanto que Bella tinha em seu rosto. Os lábios abertos em um perfeito O e os olhos parecendo duas bolinhas de gude. O que Adam tinha acabado de falar mesmo? Príncipe?

Edward estava tão surpreso quando Bella, mas ele foi o primeiro a se recuperar do choque. Não porque tinha ficado menos surpreso, mas sim foi seu celular que tremeu em seu bolso. O choque foi tão grande que pegou o celular como robô sem demonstrar nenhuma emoção enquanto lia a mensagem de I.

Um príncipe, era tudo que faltava para completar a vida de Bella. Agora ela pode realizar seu sonho e não ser apenas rainha da UES, mas sim também da Escócia! Como deve ser mandar em um país? Pode apostar que é muito mais divertido do que ter sexo com você. – I


Gente, desculpe a demora! Isso só tem um motivo: vida! Tenho tanta coisa para fazer que fica difívil vim aqui postar, e quanto mais escrever. O tempinho que estou tendo eu to escrevendo uma pequena song e lendo. Eu não ia escrever outra fanfic até terminar essa, mas a outra não saia da cabeça e enfim quando passou pro papel (ou Word) que eu consegui escrever aqui.

Edward gostosinho e ciumento nesse capítulo, uiii...

Muita gente não gosta da Maria/Lily, ótimo pq tudo que tem de ruim eu estou jogando nelas UASHUASHAS

O que acharam dessa bomba no final de Adam? Vocês realmente acharam que ele era um espião ou outra coisa? Comente!

Quem mandar review eu dou um spoiler, quem não quiser é só falar! E quem não tiver conta mande o email assim: SEU(underline)EMAIL(arroba)EXEMPLO(ponto)com

E a resposta de um anônimo: Não posso te mandar um spoiler sem o seu email flor! Deixa ele na review assim como o exemplo de cima ^

Não sei quando vai sair o próximo capítulo, e fico chateada quando vocês ficam cobrando. Poxa gente, eu estou morta quando chego em casa. Estou fazendo cursinho para vestibular e concursos e por causa de vocês que eu não desisto :(

Também estou chateada que ninguém está comentando. MENOS DA METADE ESTÁ MANDANDO REVIEW! HEY, VOCÊ QUE NÃO COMENTA, DEIXE UMA REVIEW (ATÉ EM ANÔNIMO) FALANDO SOBRE O CAPÍTULO. EU JURO QUE EU NÃO VOU XINGÁ-LOS NEM NADA! PERGUNTEM COISAS QUE EU RESPONDO! MAS NÃO LEIAM E PASSEM O OLHO NA TABELINHA AQUI EMBAIXO COMO SE NÃO VISSEM :(

E desculpe quem ta sempre comentando e mandando reviews fofas e está lendo isso. Eu amo CADA review *-*

Até o próximo capítulo ;*