AVISO:

Sou uma pessoa movida a REVIEWS, logo se eu não recebo desanimo e NÃO POSTO MAIS!

O número de visualizações é muito grande, e espero que os comentários aumentem nesse capítulo. Já posto em outro site em que recebo mais de 10 comentários por capítulo. O que eu quero dizer é que, infelizmente, se o número de comentários aqui não aumentar vou parar de postar a fic aqui! Achava muito ruim quando os autores faziam isso, mas agora entendo perfeitamente o lado deles!

Boa leitura, e um muito obrigada as meninas que comentaram!

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Não era surpresa para Isabella que ela e o Agente Masen iriam se encontrar novamente. Após refletir muito sobre porque diabos o deixara vivo, concluiu que foi pelo prazer de ver a sua cara de novo. E é claro, uma expressão de vergonha estampada nela.

Entretanto o homem estava sorrindo desafiadoramente em sua porta. Como se não recordasse que tinha sido rendido por ela não mais de doze horas atrás. E ainda possuía a audácia de sugerir coisas... Fixou o olhar no Agente Masen tentando mantê-lo frio como sempre, mesmo que a sensação estranha no baixo ventre houvesse retornado e seu sangue borbulhasse de ira por isso.

– Posso entrar? – Edward perguntou, arqueando as sobrancelhas grossas. Tal gesto fez Isabella refletir se aquele não era um bom momento para colocar uma bala entre elas. Mas ela simplesmente encostou-se à parede dando espaço para o corpo másculo de Edward atravessar a porta.

O Agente Masen adentrou lentamente o recinto dando tempo para que Isabella passasse a sua frente. Olhou para os pés delicados que se encontravam descalços, notou que mesmo vestida como qualquer cidadã de bem, aquela mulher ainda possuía uma certa superioridade dentre as demais.

Isabella virou-se para ele e ia começar dizer alguma coisa quando ambos ouviram uma nova voz vinda de algum outro cômodo da casa.

– ISABELLA, eu ainda estou com raiva de você! Mas tenho que te dizer... Ontem eu fiz sexo, DEPOIS DO PRIMEIRO ENCONTRO! – ao gritar para quem quisesse ouvir o que tinha aprontado na madrugada, o rosto radiante de Alice, que estava com uma pequena toalha secando os cabelos, apareceu por uma porta.

Ao ver o homem desconhecido no recinto seu sorriso murchou, percebendo o que acabara de falar. Deu um passo vacilante para trás e reparou na figura masculina, deixando que seu queixo caísse levemente no processo. Isabella amaldiçoou a mais nova. A ultima coisa que precisava era que Edward possuísse mais um motivo para sorrir presunçosamente.

Esse é o Agente Masen, Alice. – Isabella quase sorriu quando a expressão da baixinha mudou e ela começou a encarar o homem com os olhos estreitados.

– Prazer, Agente Edward Masen. – Edward sorriu brevemente e estendeu a mão. Alice caminhou duramente até ele, aceitou a mão máscula a apertando com força, ou com toda a força que alguém como ela poderia exercer.

– Desprazer, Alice Brandon. – Edward arregalou os olhos e vislumbrou Isabella, ela jamais admitiria, mas estava se divertindo imensamente – Me explique senhor Masen, porque eu deveria ficar feliz em conhecer a pessoa que não pensou duas vezes antes de destruir o meu caro?

Edward riu um pouco recordando-se que o porshe vermelho pertencia a Alice Brandon, mas voltou a ficar sério quando a baixinha a sua frente cruzou os braços e estreitou ainda mais os olhos.

– Não vejo graça nenhuma, Agente Masen. A única coisa que penso é no estado do meu carrinho enquanto conversamos. – Ela olhou para Isabella e depois para Edward novamente – Vocês dois são culpados disso e eu estou com muita, muita raiva, mesmo!

Isabella revirou os olhos e foi para a cozinha que era separada da sala por uma bancada. Precisava urgentemente fazer o seu café.

– Você não tem seguro? – Arriscou Edward mesmo que soubesse que aquilo não representava um problema. Uma mulher com o dinheiro que aquela certamente possuía poderia arcar com os reparos do carro sem precisar de um plano de seguros.

– O que há com vocês dois? Não é sobre seguro! Ele nunca tinha sido arranhado antes! Vocês dois não enxergam o valor sentimental das coisas? – Ela perguntou com um tom quase choroso. Edward não pode deixar de notar o quanto Alice e Isabella eram diferentes. Perguntou-se como elas se suportavam.

– Alice – Isabella falou encostando-se na bancada de granito. Está na hora de você voltar para o seu apartamento, não acha?

A baixinha olhou furiosa e soltou um suspiro longo dando meia volta.

– Ah – Ela virou a cabeça na direção dos dois – Vocês dois, tentem não se matar, okay? O que foi Isabella? Qualquer um sentiria essa atmosfera de tensão!

E finalmente foi embora.

Edward se virou para olhar Isabella que aguardava sua cafeteira fazer o trabalho.

– Café. Um bom jeito de começar o dia. – comentou e Isabella andou a passos largos em sua direção, parando com uma boa distância de Edward.

– O que deseja, Agente Masen? Tenho muito o que fazer. Seja direto.

– Onde está a maleta, Isabella? – Edward inquiriu, se ela queria que ele fosse direto, assim o faria.

– Não sei do que o Agente Masen está falando. - Ela disse falsamente e Edward pode perceber que quase sorria.

Como um predador que se aproxima de sua presa, o rosto de Edward rapidamente estava a centímetros do de Isabella. A boca dele quase roçando na bochecha bem esculpida de seu rosto. Edward riu deliberadamente quando a mulher engoliu em seco.

– Você sabe muito bem, mas se não quer dizer por bem não vejo problema. – Edward levou o dedo indicador e polegar até a face de Isabella, seus dedos queimaram com o contado e sabia que com a mulher não tinha sido diferente. Afastou uma mecha dos cabelos negros a colocando atrás do ouvido lentamente, sentindo aquele cheiro dela invadir o seu sistema. Colocando a sua mão no pescoço fino, levou seus lábios ao ouvido da mulher.

– Eu adoraria arrancar de você. – sussurrou, e por um momento o corpo inteiro de Isabella tremeu em suas mãos.

Satisfeito com o seu feito ele levemente acariciou a nuca da mulher. Deliciou-se com a sensação de seus dedos em contato com aquela pele. Mas ela já não estava entregue aos seus toques. Em um movimento rápido Isabella afastou-se de Edward encarando-o com fúria.

– Nunca – ela parou e respirou fundo, balançou a cabeça tentando clarear a mente. Edward não pode evitar sorrir, ele exercia um efeito sobre a mulher. Não tanto quanto ela própria sobre ele, mas era bom saber que não estava em completa desvantagem – Não me toque.

Edward arqueou as grossas sobrancelhas e Isabella se afastou ainda mais para pegar o seu café. Ele sentou-se no sofá branco e confortável duvidando que a mulher fosse capaz de lhe oferecer alguma coisa, mas para sua surpresa Isabella trouxe uma pequena bandeja para a mesa de centro com duas xícaras, e sentou-se no sofá que estava de frente ao dele.

Edward percebeu que cada xícara estava em um extremo da bandeja, deliberadamente uma mais próxima dela e a outra dele. Isabella mostrou as xícaras com a mão enquanto levantava uma sobrancelha, logo Edward percebeu que aquilo se tratava de um desafio. Se Isabella houvesse posto veneno em alguma das xícaras, qual delas seria?

Se Edward fosse uma pessoa comum seria obviamente a que estivesse mais próxima dele. Mas ele não era e Isabella sabia disso. Deduziu, então, que ela colocaria o possível veneno na xícara mais afastada por pensar que ele desconfiaria da mais próxima. Levantando levemente a sobrancelha Edward estendeu o braço e pegou a xícara que estava mais perto dele, tomando um gole do café.

– Escolha interessante – Isabella também ergueu as sobrancelhas bem feitas, e tomou um gole do seu próprio café. Edward levou sua xícara de volta para a bandeja.

– Então, teria tomado a com veneno?

Isabella quase sorriu.

– Não pretendo revelar minha linha de pensamento, Agente Masen. Talvez algum dia eu realmente precise utilizar desse artifício com você. – Ela disse tirando uma faca de dentro do bolso do short e a colocando em cima da mesa de centro.

– Nada sutil, senhorita Swan. – Edward disse levemente rouco.

– Não pretendia utilizar de sutileza, Federal – Isabella pareceu pensar por um instante – Mas desse assunto você deve conhecer muito não? Afinal uma das coisas que ouvi de Esme Masen Cullen é como ela é sutil em conseguir o quer.

Isabella decidira que aquele era o momento de mostrar para o Agente Masen que ele poderia saber uma ou duas coisinhas a seu respeito, a casa onde mora e o grupo do qual faz parte, mas ela sabia muito mais sobre ele.

– Não posso dizer o mesmo sobre seu pai, Carliste. A fama de durão dele na polícia, precede até os dias atuais.

Edward engoliu em seco.

– Vejo que fez o seu dever de casa.

Isabella sorriu sem humor.

– O que eu não entendi é como um garotinho criado pela mãe socialite cresceu e foi se embrenhar no governo – a mulher disse a ultima palavra quase com nojo, o que fez Edward sorrir.

– Certamente entrar para a máfia, em sua opinião, seria uma melhor escolha.

Certamente – ela imitou seu tom de voz - seria um emprego mais estiloso. Uma melhor escolha, nem tanto.

Edward percebeu que a mulher era sincera sobre o que dizia. Se perguntou quais os segredos ela guardava em seu passado... Duvidava que até mesmo Jasper pudesse descobrir algo sobre o assunto.

– Mas então eu pensei, essa sua pose de bom federal... Tudo isso é pelo seu pai não é, Agente Cullen? – ela continuou referindo-se ao sobrenome de Carlisle – Você tinha que provar para ele que poderia fazer melhor que ele... Mas, porque então você refere-se a si próprio como Agente Masen? O sobrenome da sua mãe, que deve ter ficado horrorizada com isso, certamente.

– Vejo que gastou um bom tempo pensando sobre mim essa noite, Isabella. Agora entendo o porque das olheiras. – Ele a pegou desprevenida, como aquele homem conseguia fazer com que tudo resaltasse a importância dele?

– Com você também não foi diferente, foi Federal? – Ele engoliu em seco e Isabella sorriu recorrendo a sua ultima cartada – Mas, voltando ao assunto, queria que você me respondesse uma pergunta que eu não consegui entender bem... Quando foi que você decidiu ser o que é? Foi quando o seu pai abandonou você, mamãe e irmãzinha, ou foi quando ele morreu em circunstâncias suspeitas?

– Pare – Edward avisou com a voz imperiosa, e afastou um pouco o casaco para que Isabella pudesse ver sua arma – Eu não gosto de falar sobre esse assunto.

– Eu não gosto que um agente federal esteja sentado no meu sofá, mas ai está você! – ela ironizou.

– O que vocês querem com a máfia russa? – Edward falou subitamente, agora com a mão perto da arma.

– De que merda você está falando? – Isabella perguntou. Há anos não se metiam com aquela laia. Eles ficavam longe de seus assuntos e eles faziam o mesmo. Odiava os russos.

– Não sabe que o conteúdo da maleta era um chip com todos os nomes e respectivos endereços de membros da máfia russa? – Instigou Edward, se inclinando um pouco para frente.

Isabella congelou. Não acreditava que Charles tinha feito isso com ela. Ele estava se envolvendo com a merda dos russos novamente, e ela ficava sabendo sobre isso pela porra do Agente Masen.

– Você não sabia não é, Isabella? – Edward provocou, agora com os dedos firmes em sua arma no cós da calça.

– Não é da sua conta – Ela sibilou entre os dentes.

– E eu que cheguei a pensar que você era o segundo homem da máfia italiana.

Edward mal pode descrever o que aconteceu a seguir. Só viu quando a faca que antes habitava a mesa de centro estava cravada a centímetros do seu braço no sofá branco, de fato chegara a rasgar levemente o tecido de seu casaco.

Isabella se encontrava enfurecida em seu próprio sofá. Geralmente não era dada a movimentos impulsivos, mas aquele homem a tirava completamente do sério. Notou quando ele olhou um pouco pasmo para ela.

– Você ladra, Agente Masen – ela sorriu falsamente olhando para a mão dele que ainda se encontrava encostada na arma e voltou os olhos frios para os verdes acalorados – Eu mordo.

– Você morde? – Edward riu tirando a faca do estofado – Isso seria uma "mordida" se tivesse me ferido, Isabella. O que não foi o caso.

Bella por um momento quis desesperadamente espancar alguma coisa.

– Farei questão de me recordar disso na próxima vez – Isabella ralhou – Agora, retire-se da minha casa, por favor.

Não era um pedido e Edward Masen estava ciente disso. Mas não poderia deixar de provocar um pouco mais a mulher. Olhou teatralmente para o relógio.

– Olhe só, já está na minha hora. Foi um prazer conversar com você, senhorita Swan. – Ele sorriu – Me acompanha?

Isabella levantou bruscamente e caminhou até a porta. Quando ia girar a maçaneta sentiu uma mão máscula a interromper, arrepiando toda a extensão de seu braço.

– Nos veremos novamente, Isabella. – Ele disse ao pé do ouvido dela, e já se preparava para abrir a porta por ele mesmo quando Isabella o parou dessa vez. Não deixaria aquele gesto por menos.

Dando um passo na direção de Edward, Isabella fez com que ele se encostasse à parede. Agarrou a garganta masculina com uma mão e sentiu o pomo de adão se mexer por baixo de seu toque. Mesmo com seus um metro e setenta e poucos teve que ficar na ponta dos dedos para que sua boca alcançasse o ouvido de Edward Masen.

– Pode apostar, Federal. – Ela sussurrou e subiu sua mão para a mandíbula larga do homem, arranhando o local levemente com suas unhas. Apreciou a textura da barba por fazer em suas mãos. – E aproveite até lá... Não garanto que saia inteiro da próxima vez.

Ainda demorou-se um pouco naquela posição sentindo o cheiro de homem que Edward emanava. Então se afastou e encarou os olhos da figura alta, os verdes estavam completamente escurecidos. Isabella vangloriou-se internamente, pois tinha conseguido o que queria.

Ela abriu a porta e Edward passou por ela, não sem antes lançar um longo olhar para Isabella, que estremeceu levemente ao perceber toda aquela intensidade sobre ela. Fechou a porta rapidamente e voltou-se para dentro da casa, encostando a testa na parede fria do corredor.

Não poderia permitir que aquele homem a tirasse do sério como vinha fazendo. Tinha que se manter firme. Bateu a cabeça contra a parede e desejou, com toda a sua força, que tivesse dado um fim a vida de Edward Masen doze horas atrás.

Edward permaneceu alguns segundos entorpecido em frente à porta, graças ao ultimo gesto da mulher. Não poderia mentir para si mesmo, alguns instantes atrás, teve uma imensa vontade de beijar os lábios de Isabella. Sentir o seu maldito gosto.

Balançou a cabeça e percebeu uma figura pequena virando-se para ele. Era Alice. E estranhamente a sua feição furiosa tinha passado.

– Agente Masen! – Alice saudou caminhando a passos pequenos para onde ele estava.

Ele a encarou confuso.

– Isabella está lá dentro. – Ele apontou para a porta logo atrás de si, afinal de contas não poderia pensar em qualquer assunto que Alice possuísse para tratar com ele.

– Eu não quero falar com a Bella. – Ela disse e Edward riu.

– Bella? Isabella não me parece do tipo que tenha um apelido.

Alice também sorriu para ele e inclinou a cabeça em confidência.

– Não é como se ela pudesse escapar disso. Além de ser um diminutivo para o seu nome, representa algo que ela é.

– E isso seria? – Edward perguntou com um fundo de curiosidade.

– Bella significa bonita em italiano, Agente Masen. E é uma coisa que Isabella certamente é. Mas desconfio que já tenha reparado nisso, não é mesmo?

Edward pigarreou, jamais admitiria aquilo em voz alta. Alice pareceu, no entanto, aceitar sua resposta como satisfatória, já que sorriu mostrando todos os dentes.

– Eu não sou obrigada a ser legal com quem não apresenta o mínimo de respeito pelo meu carro – Ela falou, seu tom um pouco resentido – Mas, acho que eu poderia lhe ser útil em uma coisa.

– E o que seria? – Edward perguntou.

– Eu não sei o que você quer com a Bella, e sinceramente espero que isso não acabe em cadeia. – Ela pareceu lembrar-se de alguma coisa – Mas se eventualmente acabar, espero que o senhor tenha a consideração de não me chamar para prestar depoimento, eu odeio esse tipo de lugares.

– Alice, continue. – Edward quase não conteve seu sorriso.

– Isabella tem o que ela costuma chamar de missão essa noite. Não sei sobre o que se trata, mas ela estará presente em um evento da alta sociedade, um baile promovido por um tal de George Barclay.

Edward sorriu. Como bom filho de Esme Masen sabia muito bem quem era George. Descobrir onde seria sua festa seria fácil.

– Por que está fazendo isso Alice? – Perguntou desconfiado.

– Você faz soar como se eu fosse uma traidora – ela disse colocando as mãos na cintura – Eu tenho os meus motivos, os quais não pretendo dizer para o senhor. Aceitaria um obrigado, no entanto!

– Obrigado, Alice.

Ela sorriu. E olhou por cima do seu ombro apontando para a moto de Edward estacionada no passeio.

– Bonita moto, é sua?

– Sim... – Edward respondeu um pouco desconfiado. Alice não parecia ser o tipo de mulher que era fascinada por modelos de motos.

– Que bom! – Ela exclamou, e sorrindo como uma criança travessa subiu até a metade do vão de escadas do seu apartamento – Espero que ela tenha algum valor sentimental.

Edward só entendeu o que a baixinha quis dizer quando caminhou até o outro lado do seu veículo. A pintura preta tinha ganhado um imenso arranhão que ia do começo da moto até perto do cano de descarga. Edward olhou descrente para a figura feminina que havia subido mais dois degraus de escada.

– Não me olhe desse modo, Edward. – ela pensou por um momento – Posso te chamar de Edward, não posso? Odeio essas formalidades, de Agente Masen e senhor. Não sou nenhuma criminosa para lhe dirigir a palavra com tanto respeito.

Alice riu alto com a sua ultima frase.

– Enfim, não me olhe assim, a meu ver estamos quites. Ou melhor, você está me devendo, eu te falei onde Isabella vai estar essa noite!

Dizendo isso Alice simplesmente deu meia volta e terminou de subir a escada para o seu apartamento. Com um suspiro desacreditado Edward subiu na moto danificada e pensou como aquela mulher tão pequena não se engasgava com as próprias palavras. Deu a partida e constatou tristemente que necessitaria da ajuda de Esme. Mas para ver e conhecer mais sobre que tipo de serviços Isabella fazia, ele enfrentaria até um almoço junto ao seio familiar.

Edward nunca havia desejado tanto uma festa em sua vida.

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