Capitulo XV – Easier to be
We speak in silence, words can't break
(Nós falamos em silêncio, palavras não podem quebrar)
It's feel like we are falling awake
(Parece que estamos sonhando acordados)
In a place and a time for our own
(Em um lugar que é só nosso)
You make it easier to be, easier to be me
(Você torna fácil de ser, fácil de ser eu)
Era como um pesadelo com final feliz. Sabe aqueles pesadelos que te acordam no meio da noite, mas você está tão cansado, que simplesmente volta a dormir para mudar o final dele, fazendo um final feliz? Era essa a sensação que Hermione tinha nos últimos dias. Ao mesmo tempo que era fantástico estar com Draco, as pessoas no colégio não aceitavam o namoro. A única que vez que os dois apareceram juntos em público, a confusão e o falatório foram tão grandes, que eles resolveram manter a descrição.
Na realidade Draco não concordava com a ideia de manter o namoro de forma discreta. Porém, Hermione não queria mais publicidade negativa do que já tivera aquele ano. Quando voltaram das férias de Natal, os dois evitaram ao máximo ficarem juntos na frente de todos. Geralmente se encontravam nas salas vazias nos intervalos das aulas. Ou de noite, quando tinham monitoria no castelo.
Quando se encontravam durante o dia, os dois trocavam olhares cúmplices, mas seguiam caminhos diferentes, Hermione aproveitou para se reaproximar dos amigos. Sua relação com Harry estava de volta ao normal. O garoto parecia finalmente ter se livrado de Voldemort, e de tudo que ele representava. Rony ainda era um assunto delicado, Aléxia (A namorada de Rony) não gostava muito da presença de Hermione e isso em alguns casos causava um desconforto entre os amigos.
A parte excelente para Hermione era que finalmente ela conseguia se dedicar aos estudos, ela dedicava a maior parte do seu tempo livre as tarefas da escola e quando já não tinha mais o que estudar, procurava livros novos, para aprofundar seus conhecimentos sobre diversos assuntos, em uma tarde de sábado, quando estava na biblioteca, fora surpreendida por Draco, que a encontrou em um dos corredores afastados, na sessão de runas antigas.
- Você está pretendendo ler a biblioteca inteira até o fim do ano letivo? – Draco se aproximou, e como estavam sozinhos, beijou a namorada de forma demorada e carinhosa.
- Muito original essa sua piada, se eu já não a tivesse ouvido no mínimo umas vinte vezes antes. – Hermione retribuiu o beijo e aproveitou a proximidade para olhar bem dentro dos olhos cinzas e intensos de Draco. – Estou tentando escolher minha futura profissão. Ainda não sei o que farei depois de Hogwarts.
Hermione notou que o assunto causou incomodo em Draco, uma vez que ele desviou o olhar e pareceu muito interessado nos livros de runas que estavam a sua direita. Tentando ter a atenção do loiro de volta, a castanha segurou as mãos frias e grandes que ele tinha.
- O que você vai fazer quando terminar a escola? – Um grande silêncio se seguiu a pergunta e Hermione notou que tinha atingido um ponto sensível, e que Draco estava escondendo algo dela. – O que está acontecendo? O que você não está me contando?
- Meu pai. – Ele disse simplesmente, sustentando o olhar da namorada de forma tensa. – Me ofereceu um estágio com um amigo dele, para quando eu terminar esse ano.
- Uau, isso é excelente! – A garota demonstrou empolgação e apertou carinhosamente a mão dele, que ainda estava entre as dela.
- Granger, você é tão inocente que isso acaba sendo até engraçado. – Ela nunca admitiria, mas detestava quando ele a chamava de "Granger" era como se todas as ironias, as brigas, as ofensas estivessem de volta. – Como se meu pai fosse fazer qualquer coisa que não lhe causasse um benefício próprio!
- O que você quer dizer com isso? – Ela soltou a mão dele e cruzou os braços, como fazia quando estava insatisfeita com algo.
- O estágio é na Turquia, eu teria que deixar o Reino Unido e provavelmente não voltaria aqui tão cedo. Ele fez isso para me afastar de você, porque ele sabe que esse estágio seria ótimo para o meu futuro. – Ele disse de forma simples, voltando a parecer interessado nos livros de Runas das prateleiras.
Hermione não falou nada por algum tempo, enquanto observava Draco correr os olhos pelas lombadas dos livros empoeirados da estante. Não sabia certamente o que poderia dizer, queria gritar que ele não poderia ir embora, mas ao mesmo tempo o estágio parecia algo importante, decisivo. Algo que ela provavelmente aceitaria.
- E o que você vai fazer? – Sua melhor opção era ter certeza do que ele pensava, quais eram as intenções que ele tinha sobre a mudança.
- Por enquanto nada. Ainda tenho até Junho para decidir o que vou fazer, muitas coisas podem mudar até lá. Isso não está me preocupando agora. – Era mentira. Ele sabia, ela sabia, mas a mentira pareceu a melhor coisa que ele poderia ter feito pelos dois. Hermione ouviu a mentira e aceitou, querendo do fundo do coração acreditar que era verdade.
O tempo estava passando rápido demais e quando a castanha se deu conta, Março já tinha chegado. Os ânimos estavam exaltados pela eminência dos exames finais que aconteceriam em breve e a maratona de estudos de Hermione só tinha se intensificado. Seu namoro com Draco ainda estava firme, uma vez que os dois não tocaram mais no assunto do estágio e as pessoas já estavam acostumadas a verem os dois juntos pelos corredores.
Entre uma aula e outra, Draco esperava por Hermione na porta da sala. Cumprimentou a namorada com um beijo demorado e os dois caminharam de mãos dadas até a próxima aula, que tinham juntos, Poções. As Masmorras só eram agradáveis essa época do ano, quando o frio falava mais alto e o fato do local ser muito abafado era quase um conforto. O casal se sentou ao fundo da sala enquanto o prof. Slughorn começava os preparativos para a aula.
- Como todos sabem os exames estão chegando, e por ser essa uma fase delicada e decisiva da vida de vocês, nós professores iremos fazer testes que irão facilitar na escolha da futura carreira de vocês. – A sala toda estava prestando atenção, Hermione não conseguiu evitar olhar para Draco, que não quis retribuir o olhar. O professor trouxera de volta o assunto que ele vinha evitando há meses.
- Professor, como serão esses testes? – Parvati levantou a mão para questionar.
- Pois bem Srta Patil, cada professor irá apresentar as oportunidades que vocês terão se seguirem cada matéria, assim vocês saberão o quanto precisam se esforçar para ter boa nota em determinada disciplina. – O mestre de poções andou em volta da sala com formulários, dando um a cada aluno. – Ah sim, tem alguém aqui que já se decidiu sobre a profissão?
Meia dúzia de alunos levantou as mãos, Harry e Rony foram partes desse grupo, Hermione já sabia que eles queriam ser Aurores. Que tinham a intenção de fazer da Ordem da Fênix um grupo de elite do ministério. O professor ficou entusiasmado com o número de pessoas decididas e pediu que eles somente colocassem as profissões escolhidas no formulário, para que ele analisasse se poções seria uma disciplina importante para a profissão.
Hermione encarou o pergaminho à sua frente e uma centena de perguntas surgiam a cada opção de carreira que ela poderia seguir depois de conseguir um "O" em poções. Olhou para o lado e Draco parecia tão confuso quanto ela, afinal ele não precisava de notas excelentes, ele já havia garantido um estágio na Turquia, terminar o colégio agora era apenas uma formalidade se ele decidisse aceitar a viagem.
Quanto mais o tempo passava, mais a garota sentia que sua vida não teria um bom rumo caso não fosse decidida agora. Era pressão demais, marcou como opção de carreira todas as disponíveis no formulário e entregou para o professor, fez isso com todas as matérias. Decidiu que iria tirar notas ótimas em todas as disciplinas e assim poderia escolher depois o que gostaria de fazer.
Faltava pouco mais de duas semanas para o início dos exames, então Hermione passava o tempo todo com um livro nas mãos, ou fazendo anotações, até mesmo enquanto dormia ela falava sobre as coisas que ainda tinha que aprender para tirar uma nota boa em certa matéria. Ela evitava passar muito tempo a sós com Draco, já que ainda tinham um assunto pendente que nenhum dos dois queria tratar.
Depois de semanas de silêncio constrangedor entre os dois, Draco finalmente não agüentou mais e no tempo livre da quinta-feira a tarde ele arrastou Hermione para a torre de astronomia, onde poderiam conversar.
- Eu sei que você não quer falar sobre isso, na verdade EU não quero falar sobre isso...
- Então não vamos falar sobre isso.
- Qual é Granger, você não deveria ser corajosa? Não é esse o requisito básico para ser uma Grifinória? – Ele iria usar sua ironia, sua grosseria, porque era assim a única maneira que ele conhecia para lidar com coisas que o incomodavam.
- Já notei que você cumpre o requisito básico para ser da Sonserina: Ser um completo idiota!
- Guarda as garras gatinha, que eu cuido dessa sua gentileza depois.
- O que você quer afinal? – Ela encostou-se ao peitoril da janela, deixando o quadril apoiado e os braços cruzados sobre o peito.
- O estágio, na Turquia.
- Sim.
- Eu vou aceitar.
Silêncio.
- Eu creio que essa seja a melhor opção mesmo. – Ela disse finalmente.
- Sim, talvez seja.
Silêncio.
- Então, o que você vai fazer lá?
- Basicamente alquimia, é o foco deles na Turquia. Pelo menos no começo será isso, depois posso explorar outras áreas. – Ele foi técnico, seus olhos tentando decifrar o que ela sentia.
- Fantástico, acho que você pode se dar bem nisso. – Ela tentou demonstrar alguma alegria, mas a verdade é que o nó em sua garganta ficava cada vez mais apertado, e provavelmente era visível que seus olhos estavam cheios de lágrimas.
- Hermione... – Ele disse em um sussurro, suas sobrancelhas quase invisíveis estavam juntas, deixando seu cenho preocupado, as lágrimas nos olhos dela venceram a barreira do orgulho e rolaram por seu rosto.
No primeiro instante ele não sabia o que fazer, afinal ela estava chorando, e ele era o culpado, não por tê-la ofendido, ou porque tinha sido um idiota como sempre era. Ela chorava pela falta que iria sentir dele, chorava porque não queria deixá-lo ir embora. Quando o choque inicial passou, ele abraçou Hermione com força, deixando que ela chorasse em seu ombro, afagando-lhe os cabelos, e procurando a palavra certa para dizer. Nada lhe veio à cabeça, então ficou em silêncio, rezando para que isso fosse o suficiente para consolá-la.
Depois de um tempo, que ele não soube contabilizar, ela finalmente dava sinais de que estava mais calma, mas não parecia ter intenção de soltar-se do abraço. Draco beijou o topo da cabeça dela, e delicadamente afastou o rosto dela de seu ombro. Os olhos castanhos estavam vermelhos pelo choro, os dois se olharam de forma tensa, querendo dizer tudo e ao mesmo tempo guardar a paz do silêncio.
- Você poderia vir comigo.
Ela ficou em choque com a frase, seus olhos inchados se arregalaram e ela não soube o que falar. Era espanto, medo, vontade, saudade, medo novamente, tudo isso misturado em sua vontade de dizer "Claro que vou" e a realidade que seria "Queria muito, mas não posso".
- Eu... Eu não posso. – Ela disse depois de vários segundos, quando ele a soltou, porque de certa forma já esperava por essa resposta.
- Porque não? – Ele tentou manter o tom suave, mas sua voz saiu muito mais irritada do que ele gostaria.
- Porque eu tenho meus pais, meus amigos... Minha vida é aqui. Meu futuro! – Ela deu as costas pra ele, enquanto descrevia seus argumentos, tentando ao mesmo tempo convencer e ser convencida.
- Seus pais? Aqueles que você apagou a memória e mandou para a Austrália uma vez? Seu futuro? Porque até onde eu sei você ainda não tem futuro nenhum planejado por aqui. – Ele se afastou dela, não suportando as palavras que iria dizer em seguida. – Acho que o que te impede de verdade são seus amigos, eu não sei por que imaginei que você deixaria para trás o Santo Potter e seu querido Weasley. Me enganei quando achei que alguma coisa entre nós dois pudesse ser real.
- Como ousa? Você me chama para ir até outro país com você, sendo que até ontem você estava relutando para assumir comigo um NAMORO! – Ela se virou revoltada, as lágrimas caindo novamente.
- Eu adoraria dizer que você tem razão em duvidar de mim, mas se isso fosse ao contrário, eu não pensaria duas vezes, eu iria com você. Então é essa a hora que finalmente fica claro quem realmente gosta de quem por aqui.
Dizendo isso ele saiu com rapidez da torre, pulando vários degraus de uma vez, tentando ficar o mais longe possível dela, dos olhos vermelhos, das dúvidas, da negação, de tudo que ela tinha terminado aquela tarde.
Hermione procurou por ele em todos os lugares, mas ela sabia que ele estaria no único lugar onde ela não poderia entrar; no salão comunal da Sonserina. Lá ele poderia se esconder, sem ser incomodado. Sabendo que ela não poderia nem mesmo tentar usar uma janela pelo lado de fora. Até nisso as masmorras o protegiam. Porém ela sabia que ele não poderia fugir para sempre. Que ele teria que sair para comer e também as aulas ainda continuavam.
Sexta-feira ela tinha apenas o último período antes do almoço com ele. Aula de Transfiguração, que a professora McGonagall ainda fazia questão de ministrar. Hermione foi correndo para a aula, na esperança de encontrar o namorado. Se é que ela ainda poderia se referir à ele assim. O loiro chegou em cima da hora para a aula e fez questão de sentar-se bem longe de Hermione.
Ela passou o período todo mirando a nuca dele, implorando para que ele virasse e correspondesse seu olhar, mas isso não aconteceu, assim que a professora liberou os alunos, ela correu em direção a ele, parando em sua frente e impedindo sua passagem. Ela sabia que ele não iria querer conversar, mas não estava disposta a desistir sem tentar.
- Eu sei que você não quer conversar, mas eu preciso!
- Eu não quero.
- Por favor. – Ela implorou.
Os dois fizeram o caminho oposto ao salão principal, deixando pra lá o almoço. Caminharam até uma das pontes que dava acesso ao segundo andar. A mesma que Neville tinha explodido durante a última batalha. Os dois caminharam até mais ou menos a metade da ponte que estava coberta de neve. Ela respirou fundo e ao inspirar uma pequena fumaça branca saiu de sua boca.
- Eu só preciso te dizer que sua proposta me pegou de surpresa. Eu não estava preparada para te dizer sim...
- Se você não mudou de opinião essa conversa é totalmente inútil. Em alguns meses eu terei ido embora e qualquer coisa que já tenha existido entre nós dois terá acabado. Então eu acho que seja melhor acabar com isso agora. – Ele estava extremamente seco, frio, distante. Nem a ironia estava lá, a arrogância, nada disso. Ela se assustou.
- Como eu estava dizendo... – Ela ignorou com muito esforço o que ele tinha dito e prosseguiu. – Eu não estava preparada para te dizer sim, como também não estou preparada para te perder.
Silêncio. Ele a encarou, tentando entender exatamente o que ela queria dizer com aquilo. Era um pedido para que ele ficasse?
- Quer dizer, isso tudo é complicado. Até uns dias atrás eu nem gostava de você e de repente eu não consigo dormir só com a possibilidade de não te ter por perto. É injusto! Injusto porque quando finalmente nós podemos ficar juntos, podemos descobrir o que tudo isso significa, você tem que ir embora...
- O que você está tentando falar?
- Que eu não sei se te amo, que se isso realmente for amor eu posso nunca descobrir. E que eu estou morrendo de medo de só descobrir que te amo quando você estiver na Turquia com outra garota mais bonita e interessante. – Ela falou rápido demais, respirando com dificuldade e abanando as mãos e passando a mão pelos cabelos.
Ele a encarou, não conseguindo evitar sorrir. Segurou as mãos inexplicavelmente quentes dela, já que fazia pelo menos 3º negativos lá fora. Os dois ficaram em silêncio por muito tempo, apenas olhando e analisando cada detalhe do rosto um do outro.
- Então vem comigo e descobre. – Ele disse com a voz arrastada, puxando a para perto, fazendo seus narizes se tocarem levemente. – Vem comigo que eu te ajudo a descobrir se isso é amor.
O beijo foi um alivio. Um alivio que os dois compartilharam por longos minutos, como se cada segundo fosse uma solução para cada problema que eles teriam na vida. Cada movimento, cada carinho, era a certeza de que eles não sabiam de mais nada. Que eles não teriam a certeza de que aquilo era amor.
Porque amor de verdade não se explica, só se sente. Amor de verdade é aquele que não faz o menor sentido. Porque não é todo dia que se encontra alguém assim, com tantas feridas abertas e com tanta força para suportá-las. Porque o amor se baseia principalmente no grau de admiração que se sente pela pessoa amada. Também nas cores que o amado trás à sua vida. Baseia-se nas batidas que o coração falha quando se encontram. O amor de verdade é aquele que vai além dos jogos e das armações, é sincero, honesto, íntegro. Amor é muito mais que um beijo gostoso e desejo, amor faz as pernas tremerem, faz o sorriso ser incontrolável. Amor faz do mundo um lugar mais suportável. Amor de verdade não cabe em um "Te amo" cabe muito mais em um olhar que brilha, em um rosto que se ilumina, em um turbilhão de emoções que não cabem no peito.
Era amor, e ela nem precisou ir até a Turquia para descobrir, ela teve certeza no final daquele beijo, quando o encarou e viu em seu rosto o sorriso mais lindo que existia. Porque foi naquele beijo, depois de tantos outros, que ela soube que sua vida nunca mais seria a mesma, e que ela iria até o final para ser feliz, e principalmente fazê-lo feliz também.
N.A.: Oi?! Algum leitor ainda por aqui? Se alguém por ai ainda não desistiu de mim, por favor, não me mate! Faz tipo UM ANO que eu não atualizo e ai quando vem, eu termino a história, sem fim! Sem explicar o que vem depois, sem dizer como isso termina! Calma galera, eu vou explicar, pra isso serve o epílogo né? HAHAHA E eu vou postar em seguida, porque seria muita maldade minha fazer isso daqui a um ano!
Eu não tenho palavras para me desculpar pela demora, muitas coisas mudaram na minha vida, e eu acabei evitando escrever, fiquei com medo de não ser mais capaz, de ter perdido para sempre a capacidade de dar vida para esse casal. Eu me perdi em muitos sentidos, perdi pessoas, perdi motivos, perdi coragem e perdi até parte da minha personalidade. Agora que finalmente estou pondo tudo no lugar, correndo atrás de tudo isso que deixei para trás.
Jamais me esqueci dessa história e ela tem me assombrado por muito tempo, me chamando, me pedindo um final digno. Eu não tinha a menor intenção de terminá-la assim, mas foi o desfecho que eu precisava. A parte boa fica para o epilogo! Prometo! ;D
Quero agradecer a todos que mandaram reviews, que me disseram coisas legais e me deram apoio, agradecer para todos que me cobraram no twitter! Aqueles que nunca desistiram! Vocês são demais e se tem um motivo que me faz amar escrever fics de Harry Potter é que vocês são fieis e incríveis! Valeu de coração, vocês são fodas!
PS: O fato da "Turquia" aparecer na minha história não tem a menor relação com a novela "Salve Jorge" isso aqui está escrito beeem antes da novela existir.
