Faith and Love
Disclaimer: Saint Seiya não me pertence...Quem sabe um dia eu não supere esse fato? Assim espero u.ú
Resumo: "Dois corações, um amor e o desejo de paz serão capazes de acabar com um conflito de séculos entre dois povos, com crenças e religiões distintas? Dois jovens guerreiros apostaram a vida tentando por fim a essa guerra Santa!".
Marin X Aiolia.
Capítulo-02: Lembranças-Parte I.
Acordei assustada. "Onde será que estou?..." Minha mente estava em branco e todo o meu corpo doía.Tentei levantar, mas não consegui, pois minha cabeça girava e meu corpo não respondia, me sentia muito fraca.
Meus olhos não ficavam abertos por muito tempo, captavam apenas imagens difusas, sem nexo, eu estava completamente desnorteada. Ouvia vozes exaltadas ao longe, mas toda vez que eu tentava me levantar uma das vozes se tornava doce e, ainda assim, firme enquanto falava, uma mão suave acariciava meus cabelos e ao mesmo tempo em que me mantinha deitada:
-Descanse... É o melhor que pode fazer agora.
-Quem...Quem é você? – Sussurrei em resposta e mais uma vez nada vi.
OoOoOoOoOoO
-Marin! Corra minha filha, senão a carruagem chega e você vai acabar perdendo-a por não estar pronta! - Gritava a mãe desesperada, pois temia que a filha perdesse o transporte que estava para chegar a qualquer momento.
-Estou indo mãe, estou indo! "Que falta de paciência, até parece que quer se ver livre de mim!". Pensava Marin enquanto descia correndo as escadas da casa carregando um monte de malas e mochilas, ao passar pela mesa da cozinha pegou um pedaço de bolacha e enfiou todo na boca o engolindo quase sem mastigar e parando em frente à mãe, jogando tudo o que carregava no chão.
-T-To pronta.-Falou Marin com a bolacha ainda entalada, batendo no peito pra tentar desentalar.
-Ate que fim hein?- Exclamou a mãe em tom de reclamação.
-Não precisa se preocupar, afinal eu vou passar muito tempo fora...Não terá mais que aturar os meus atrasos por um longo tempo.-Falou Marin ressentida.
-Credo Marin! Isso lá é coisa que se diga minha filha! Você sabe que eu nunca que iria pensar assim.Eu só não quero que você perca a oportunidade de continuar sendo a prodígio da família, além de se tornar cada vez mais parecida com o seu pai, que orgulho! Pena que isso eu já não posso esperar do Tohma.-Defendeu-se a mãe, proferindo as ultimas palavras em tom sonhador.
-Se eu estou indo servir o Exército de Atenas mãe, é por que quero lutar para defender o lugar que nos permitiu sermos felizes de novo e não pra me tornar igual àquele cara que você diz ser meu pai.-Retrucou Marin impaciente.
-Mas Marin ele é seu...
-Não, ele não é! Porque se fosse teria cuidado de mim e do Tohma, e não teria abandonado a senhora quando mais precisava dele! Agora chega mãe, eu não sei por quanto tempo vou passar fora e não quero ir brigada com a senhora.- Falou Marin pondo um ponto final no assunto.
-Esta bem. Também não quero discutir com você.-Respondeu a mãe derrotada. Em questão de argumentação ninguém ganhava de Marin.
-Então, tem certeza de que pegou tudo? Escova de dente, calcinhas, meias...-A cada item que a mãe perguntava Marin respondia um "Afirmativo" de um jeito brincalhãoem resposta, fazendo a mãe rir-se do jeito da filha.-AH! Mais uma coisa. Cadê aquele desalmado do seu irmão, que nem pra vir se despedir de você! Deve estar com aquela sirigaita da Ártemis, ele não muda nunca!
-Mãe não fale assim dela, já faz três anos que eles estão namorando e até agora a senhora não se conformou? Além do que, não precisa se preocupar, eu me despedi dele ontem. Você sabe como ele é, não gosta de despedidas melosas como ele mesmo diz. Fora que já está sendo difícil só com a senhora aqui imagina se ele estivesse junto. Acho que eu desistiria de ir. Foi melhor assim.-Falou Marin num tom melancólico.
-É, acho que você tem razão.-Respondeu a mãe esquecendo-se por um momento da namorada do filho mais velho.
Vindo de fora da casa, ouvem o relinchar de cavalos e o barulho de uma carruagem se aproximando. Estava na hora de partir. As duas se olharam por um longo tempo e em seguida Marin pegou suas coisas enquanto sua mãe abria a porta. Lá fora parou uma carruagem de um modelo antigo, bem simples pintado de preto e escrito "Exército de Atenas" na lateral, puxada apenas por dois cavalos, o cocheiro desceu proferindo um "Bom dia" enquanto pegava as coisas de Marin e as foi prendendo junto à carruagem. Enquanto isso a mesma voltou-se pra sua mãe e a abraçou de forma apertada, pois sabia que talvez essa seria a última vez que o faria.
-Eu te amo muito minha princesinha. Se cuide viu! E se torne uma ótima amazona, minha querida.-Falou a mãe com a filha ainda nos braços, deixando algumas lágrimas caírem.
-Também te amo muito, muito, muito! E pode deixar...Eu vou ser a melhor!- Falou Marin se afastando um pouco de sua mãe, a olhando nos olhos e limpando suas lágrimas.-Vou te escrever sempre que eu puder, ta?
-Ta bem meu anjinho, vou esperar ansiosa por suas cartas. Por favor, tome muito cuidado lá.-Disse a mãe dando um beijo no topo da cabeça da filha e acariciando seus cabelos cor de fogo.
-Sinto muito mais temos que ir senhora.-Falou o homem tocado pela cena que se desenrolara.
-Sim... Vá querida.-Disse à filha, ajudando-a a subir na carruagem.
-Até logo mãe.- falou Marin pela janelinha na porta do veículo, sentindo um aperto no peito e controlando a vontade que tinha de descer da carruagem e desistir de tudo. A mãe apenas lhe sorriu de forma afável. Então com um comando, o cocheiro pôs a carruagem a andar e rapidamente se afastaram.
-Adeus minha princesinha...Adeus.- Falou a mãe num sussurro e duas lágrimas escorreram por sua face.
OoOoOoOoOoO
-Mãe!!!Mãe!!!! não...você... não quero... deixar...
-Meu Zeus! A febre está aumentando assustadoramente! Ela está delirando... Mu, faça algo!- falou exaltado o comandante que segurava a mão de Marin.
-Acalme-se Aioria, se isso aqui não ajudar, nada mais ajudará.-Respondeu um rapaz de aparência jovem, pele alva e cabelos cor de lavanda, que aplicou uma injeção no braço da Amazona ferida.
-Espero que você tenha razão. Por que se ela continuar desse jeito...
-Aioria, não se esqueça que eu sou o médico da história.-Falou Mu lembrando ao comandante quem era que estava tomando conta da situação e tinha todo o conhecimento para tal.
-Sim, tem razão Mu, me perdoe, mais é que estou muito aflito.-Falou demonstrando sua agonia.
-Sim eu sei meu caro amigo, mas tente entender que ela está muito debilitada pelo esforço físico e machucada também, alem é claro, de ter perdido muito sangue. Por isso é mais do que normal que demore um pouco para se recuperar, tenha paciência sim? E não se preocupe, pois se depender de mim, ninguém saberá que ela esta aqui até que você resolva contar.-Disse o médico pousando uma de suas mãos no ombro do amigo.
-Obrigado Mu. Sabia que podia contar com você.-Falou Aioria, lançando um olhar de gratidão a Mu.
-Faça o que eu te falei e logo, logo, ela estará melhor. Qualquer coisa peça para uma das criadas me chamar está bem?
-Está bem, e mais uma vez obrigado, por tudo.
-Precisando disponha.-Falou Mu dando uma piscadela e saindo da tenda.
-Resista Marin. Eu sei que você pode.-Disse um comandante com ar preocupado e energias esgotadas.
OooOoOoOoOo
Viajaram durante dois dias sem nenhum descanso, quando finalmente chegaram. Aquele lugar era completamente diferente de tudo o que ela poderia imaginar. A carruagem havia parado num jardim, em frente a uma mansão gigantesca, a arquitetura era esplendida, na entrada principal se erguiam dois enormes e luxuosos pilares de mármore, e abaixo do teto de gesso uma grande porta de madeira se erguia majestosa. Ao adentrar a morada, Marin se deparou com uma enorme e suntuosa ante-sala, o piso todo em mármore e granito, e lá imponente no meio da sala, encontrava-se uma estatua, em tamanho real da deusa Athena.
Depois do fascino inicial, Marin foi guiada, pelo próprio cocheiro, a uma sala, no final de um imenso corredor, onde se deparou com um homem alto, de porte atlético e feições angelicais, porém firmes, dignos de um Cavaleiro do exército de Atenas.
-B-Bom dia senhor, Marin apresentando-se para treinamento.-Apressou-se em dizer.
-Bom dia para a senhorita também. Eu me chamo Shion, Tenente-coronel Shion.- E ao contrário do que Marin esperava, o homem a sua frente lhe abriu um terno sorriso. –Seja bem vinda Futura Amazona, espero que dê o melhor de si para aprender coisas novas e que se supere na hora de vencer os desafios e os limites de seu corpo e mente.-Falou Shion ainda sorrindo para a ruiva.
-Obrigada, senhor. Esse é o meu principal objetivo.- Respondeu Marin estufando o peito cheio de orgulho.
-Bem, imagino que deve estar um pouco cansada da viagem, não?
-Ah! Sim, um pouco.-Respondeu Marin com um aceno de cabeça.
-Afinal é uma viagem um pouco longa. Ah! Sim, já ia me esquecendo.Tome.-Disse entregando a Marin uma máscara de prata.-A partir de hoje, você terá de usar essa máscara em tempo integral. Quando seu treinamento começar seu treinador lhe dirá o por que, ok?
-Sim, está bem. Obrigada Senhor.-Disse Marin fitando a máscara em sua mão.
-Tatsume, faça o favor de levar a nossa futura Amazona ao alojamento.E entregue-lhe a cartilha de regras do quartel.-Disse o General ao cocheiro que até então se mantivera calado ao lado da aporta.
-Sim Sr. Shion. Srta.Marin, por favor, me acompanhe.-Dizendo isso Tatsume abriu a porta e saíram.
Seguiram por mais um gigantesco corredor, cheio de portas até chegar ao fundo da mansão. Pararam no topo de uma escada feita em pedra, que dava de frente para um campo que se estendia até o horizonte, onde se enxergavam altas montanhas. Ao pé das montanhas havia uma enorme e misteriosa floresta.Cerca de uns 500m da mansão se encontrava um alojamento, no qual parecia ser exageradamente grande. Não havia mais nada ali, além disso. Tatsume a conduziu até ele.
-Bem Marin, fique a vontade, por que a partir de hoje, essa será a sua nova casa. Tome. Nesse manual se encontram todas as regras a serem seguidas por você, as estude bem se não quiser ter problemas aqui. Isto é tudo. Em breve a sua nova mestra, virá aqui, para digamos...Orientá-la.-Dito isso se retirou.
Marin entrou no alojamento. Este se encontrava completamente vazio e assim como lhe pareceu de fora ele realmente era grande, haviam camas espalhadas em toda a dimensão do lugar, tudo era simples, nada de luxo, porém aconchegante.
Foi andando até parar em frente uma cama que lhe parecia vazia e começou a ajeitar suas coisas perto dela. Depois de tudo colocado em seu devido lugar, sentou-se na cama a fim de ler o tal manual que Tatsume lhe havia dado.
Marin abriu o manual e se surpreendeu. Todas as folhas estavam em branco. "Mas... Que brincadeira é essa?" Pensou e como resposta pra sua pergunta ouviu um barulho vindo da porta, ela levantou com o susto e se virou pra a mesma exasperada. Estranhou ao ver a mesma caída no chão e em cima dela parada uma mulher usando um estranho traje o qual Marin não fazia idéia do que se tratava e no rosto uma familiar máscara de prata, no entanto a dela tinha uma pintura completamente diferente da que lhe foi dada. Atrás dela pode ver várias outras mulheres que também usavam máscaras, porém estas pareciam ser mais ou menos de sua idade.
-Er...Bom dia?-Arriscou Marin um pouco envergonhada ainda se recuperando do susto.
-Onde está a máscara que lhe foi dada?-Perguntou, secamente a mulher mais velha.
Marin se sentiu ofendida por sua resposta não ter sido respondida, mais não se deixou abalar.-Ela está bem guardada. Por que quer saber?-Perguntou Marin num tom desafiador.
Todas riram com deboche ao ouvir a resposta de Marin. Foi ai que ela passou a entender menos ainda o que estava acontecendo.
- Garotinha enfezadinha não? Muito bem, já gostei de você.-disse novamente a mais velha.-Você tem coragem, pra falar assim com alguém que você nem ao menos conhece.
-Olha só quem fala, você também não me conhece e já acha que pode falar como bem quiser? Não é assim que as coisas funcionam minha cara.-Falou Marin agora num tom muito impertinente. Nesse momento todas paparam de rir e olharam sérias para mais velha, que parecia não esboçar nenhuma reação diante da frase.
-Primeira lição do dia. "Ter coragem e confiança é sempre bom. Porém ter os dois em excesso em certas situações pode significar problemas". –Disse a mais velha cruzando os braços na frente do corpo.- Meninas. Peguem-na.
Marin se assustou ao ver um bando de garotas correndo na direção dela.- O que pretendem fazer comigo? – Gritou surpresa quando a agarraram e amarraram seus pés e mãos e começaram a arrasta-la para fora do alojamento.
-Não se preocupe. Você logo, logo vai descobri.-Falou a amazona mais velha que havia ordenado o "ataque".
Marin foi arrastada durante algum tempo por um caminho feito de barro, floresta adentro. Ao chegarem perto de um riacho as outras Amazonas a largaram no chão com um baque surdo e abriram espaço para a amazona "veterana" que caminhou calmamente na direção da "novata".
-E então, projeto de Amazona, pronta para aprender o que se chama humildade, minha cara? – Perguntou encarando a garota caída a sua frente e frisando bem as duas ultimas palavras.
-E você, pronta pra aprender o que se chama educação?-Perguntou Marin mais arrogante que antes a Amazona veterana.
-É parece que você realmente não é de se render tão facilmente não é mesmo?
-Eu NUNCA me rendo!
-Você sabia que nunca, é uma palavra muito forte para estar na boca de uma menina tão nova como você? Realmente você é uma garota muito imprudente. Então vamos começar. Soltem-na.-Ordenou, e assim que Marin foi liberta das cordas a mulher a agarrou pelos compridos e sedosos cabelos e a arrastou até o riacho afundando de uma única vez a cabeça da ruiva na água gelada do riacho.
-E então, vai ou não pedir desculpas pela sua audácia? Ou prefere que eu continue a te, digamos, afogar?
Todas que assistiam a cena caíram na risada. Marin apenas tentava se soltar enquanto nos poucos momentos que estava com a cabeça fora d'água, se esforçava para respirar. Até que a outra a deixou um pouco mais de tempo fora d'água, era tudo o que precisava. Aproveitou a oportunidade e se desvencilhou das mãos dela, invertendo a situação.
-E agora quem é que tem que pedir desculpas hein?-Falou Marin vitoriosa no ouvido da outra quando a trouxe para a superfície mais uma vez, depois de ter mergulhado e trazido à tona a cabeça dela algumas vezes. As outras amazonas que estavam rindo pararam boquiabertas.
Mais a situação para Marin não continuou favorável por muito tempo, logo a outra a derrubou e as duas começaram a rolar na água, trocando chutes, socos e puxões de cabelo, até que finalmente a Amazona mais velha imobilizou Marin no chão.
-Caramba! Você realmente é dura na queda não?-Falou ofegante, se esforçando para não deixar Marin se soltar.
-Ah! Me larga e lute como uma mulher!- Provocou mais uma vez Marin. Mais ao contrário do que tinha pensado, a Amazona a soltou. Cada uma caiu sentada uma de frente pra outra ofegantes.
-Muito bem, você foi a primeira novata que nós não conseguimos dar um trote decente! Como eu disse antes... Gostei de você!-Falou a Amazona, agora com a respiração um pouco mais calma.
-O quê? Como assim trote, do que você esta falando?- Perguntou Marin completamente zonza.
A outra tirou a máscara que cobria o rosto.-Muito prazer... O meu nome é Lunion, seja bem vinda ao exército de Atenas. A partir de hoje serei a sua mais nova treinadora.-Falou abrindo um terno sorriso.
Marin estava zonza."Essa mulher será minha treinadora? E que forma mais estranha de se dar boas vindas não?" Pensava Marin enquanto as outras, que só tinham assistido a cena, vinham ajudar as duas a se levantarem e se apresentavam a recém chegada.
-Olá! Muito prazer, meu nome é June.-Disse uma de cabelos loiros apertando uma das mãos de Marin.
-Eu me Chamo Marin.-Respondeu meio hesitante.
-Seja bem vinda, eu sou Geist.-Falou outra ao lado de June. Sua máscara tinha uma pintura diferente de todas as outras, e seus cabelos eram azuis escuros.
Várias outras foram se apresentando, porém uma em especial, ficou de fora. Ela tinha longas madeixas esverdeadas e um jeito arrogante e parecia não ter a menor intenção de ir falar com Marin.
-Hei! Shina, ao menos finja que é gentil e venha se apresentar você também, sim!-Falou Lunion em alto e bom tom, ato que foi seguido de risadinhas abafadas por parte das outras.Shina pareceu fuzilar Lunion com os olhos por baixo da máscara.
-Não adianta me olhar assim. Você sabe que eu não tenho medo de cara feia. Se esta com fome então vai comer, ora essa.-Debochou mais uma vez Lunion, que era uma mulher alta e passava uma certa imponência ao falar, seus cabelos, que vinha mais ou menos até a região da cintura, eram de um lilás reluzente.
-Não sou obrigada a falar com pessoas das quais não gosto.-Disse mirando Marin. Depois virou as costas e sumiu por entre a densa mata.
-Simpática ela não?-Perguntou Marin a June, que sorriu com o comentário.
-Liga não, ela é assim mesmo. Com o tempo você se acostuma.
-Oh June, Geist, por que vocês não mostram o santuário pra Marin? Afinal ela também vai morar aqui a partir de hoje. Em quanto isso, as outras venham comigo, a brincadeira acabou, vamos voltar para o treino.-Disse Lunion, frase que foi seguido por murmúrios e protestos enquanto rumavam para outro lugar.
-Vem Marin, a gente te apresenta o santuário.-Falou June.
-Vai demorar um pouco, mais com o tempo você aprende a não se perder por aqui...E mais, ainda pode espiar o treino dos rapazes sem que ninguém te descubra.-Falou Geist em tom de euforia.-Agente te mostra, né June?
-Com certeza! – Afirmou batendo sua mão com a de Geist.-Só tem uma coisa Marin. Você tem que prometer que não vai falar nada pra ninguém, viu? Isso é segredo de estado.Promete?-Perguntou June num tom sério.
-Podem contar comigo!-Falou Marin animada por fazer amigas tão rápido.
-Então vamos lá!-Disse Geist levantando os braços.
Passaram o resto da tarde conhecendo o lugar e a si mesmas. Marin ficou impressionada com o tamanho e a beleza do santuário, como elas mesmas o chamavam. Sentia que ali, seria o começo de algo importante e especial.
-Ok. Marin, agora vem a melhor parte, está pronta?-Perguntou Geist sentindo a emoção da expectativa.
-Pronta para o que?-Perguntou Marin na maior inocência.
-Para ver os gatinhos ora essa!-Falou June, tão eufórica quanto ela.
-Ah tá, ver o treinamento dos rapazes. Mais o que o treino deles tem de tão melhor que o nosso?
-Marin, você é tão bobinha. A questão não é o treino em si, e sim quem o põe em prática, sacou?-Perguntou Geist, rindo-se da ingenuidade da ruiva.
-Ah ta, agora entendi. Então vamos né...-Disse meio sem jeito.
E Assim elas foram rumo ao que June chamava de: Campos Elíseos do Santuário.
Continua...
N/A:Yo!Gomenasai pela demora!!!!!! Juro que não foi intencional, o problema foi a total e completa falta de inspiração u.u'...Mais agora isso é passado (assim espero ¬¬'), vou tentar postar um pouco mais rápido...Bem é isso, espero que tenham gostado e até o próximo capitulo!
Esse capítulo é dedicado a minha melhor amiga Layla Hamilton,t adoro!!!! XD
Agradecimentos especiais para: Layla Hamilton Kikumaru (que betou a fic, muito abrigada!!!), Dana007, Lany Niwa, Lithos de Lion (pode deixar que eu vou fazer o que me aconselhou ), Flor de Gelo, Nicky e Yamanaka Ino.
Muuuuuuuuuiiiiiiiiiiiiiito obrigada por terem lido e comentado!!!! Obrigada as outras pessoas que também leram, mais que por algum motivo não comentaram.
Para sugestões, xingamentos, ameaças de morte e elogios... Reviews please!!!!!XD
Ja ne!
