-Não precisa... eu... eu acredito em você. -gaguejou -Mas você não pode chegar em minha vila e destruí-la assim como bem entender. -disse mais controlado.
-Primeiro, meu único pedido foi que seu ninja protegesse minha esposa, coisa que ele claramente falhou miseravelmente, segundo, eu não destruí sua vila deliberadamente, eu a livrei do dois ninjas Rank-S procurados em vários países por diversos crimes, que andavam livres em seu território. -o ouvi rir com escarnio. -Me diga como acha que Hashirama-sama reagirá ao descobrir que você permitiu que sua filha fosse sequestrada enquanto ajudava sua vila? Pensando bem, o que as outras vilas pensarão quando descobrirem que você permitiu que os membros da Akatsuki circulassem livremente por sua vila Kazekage-sama?
-Não... bem...
-Façamos assim! Eu vou fingir quer isso nunca aconteceu, que você nunca gritou minha esposa, ou veio até aqui nos ameaçar. -sua voz estava calma agora, e apesar de parecer, eu sabia que ele não estava dando escolhas a Kankuro. -E quando eu achar aquele desgraçado sofreu o mínimo que merecia pelo que fez, eu irei até seu hospital e o libertarei do genjutso para que possam interrogá-lo, mas vejam bem, isso não os impede de tentar libertá-lo. -Sasuke olhou divertido para o irmão. -O que eu não posso é libertar tão facilmente o homem que ousou tocar minha esposa. Não concorda Kasekage?
-Sim, claro, com toda certeza. -Kankuro respirou fundo e tentou sorrir, falhando miseravelmente, e eu quase me vi rindo deste. -Vou aceitar sua proposta, e espero-o para resolvermos tudo o mais rápido possível.
Me soltei de Itachi e fiz uma breve reverencia como mandava os costumes, mesmo assim ouvi meu marido chiar com raiva. Kankuro também nos reverenciou e com apenas um olhar seus ninjas saíram do apartamento, e ele os seguiu meio apressado.
Mal me virei para Itachi quando Sasuke já estava ao seu lado o ajudando a se firmar em pé.
-Você é louco? Deveria estar descansando. -ele me deu um meio sorriso.
-Nisan eu poderia cuidar deles. -Sasuke disse calmo, mas eu tinha certeza que este estava tão revoltado quanto eu.
-Me ajude a chegar na cozinha sim. O cheiro da comida está me deixando louco. -bufei saindo em direção a cozinha, e comecei a arrumar tudo na mesa para almoçarmos, ou melhor jogar as coisas nessa com raiva.
-Lya não assassine as panelas... -o olhei feio e ele que estava sentando na cadeira com a ajuda de Sasuke apenas levantou as mãos em sinal de rendição. -Vem aqui! -me puxou pelo braço me fazendo encostar em si e descansou a cabeça em minha barriga. -Se eles tivesse avançado, o Sasuke teria os parados, sim eu confio totalmente nas habilidades do meu otouto, mas uma luta dessas só pioraria as coisas entende. -ele levantou os olhos e eu toquei sua cabeça fazendo um leve carinho ali, mas ainda assim o olhando séria, todos sabíamos que não era bem assim. Então ele respirou fundo. -Eu não consegui ficar parado quando o ouvi você falar e ele gritar com você. -rosnou e eu acabei rindo e Sasuke também não se segurou, mas disfarçou com um tossida quando Itachi o olhou feio.
-Todos sabemos disso. -me inclinei beijando sua testa. -Obrigado. -ele sorriu. -Mas se ousar levantar de novo sem necessidade, eu darei um jeito para que não levante mais. -o olhei séria. -Aprendi muitas coisas com minha onesama Itachi, e você não gostaria que testasse em você não é?
-Está me ameaçando Lya-hime? -ele sorriu de lado.
-Lhe avisando Uchiha Itachi, apenas avisando. -ele abriu e fechou a boca, mas no fim nada disse, se limitando a olhar para o irmão mais novo que parecia também não acreditar no que ouvira. -Sasuke-kun poderia me ajudar a terminar de arrumar a mesa. -pedi doce.
-Hai.
Coloquei o Yakisoba na mesa e os servi, e Itachi assim como Sasuke me esperaram comer primeiro antes de provarem a comida me fazendo sorrir. Tadinho deles se acham que eu seria tão obvia assim. No fim comemos em silencio e o Sasuke se ofereceu para lavar a louça, mas não antes de deixar o irmão no quarto novamente.
-Posso? -mostrei a escova e Itachi concordou me deixando alegre.
Então comecei a pentear seus cabelos fazendo uma trança ali, o que não deu muito certo já que seus cabelos era lisos demais e sempre ficava escorregando.
-Tachi por que nunca te vi com o cabelo preso num rabo de cavalo alto? -aquilo era coisa uma na qual eu sempre tive curiosidade.
-Por que me atrapalharia, com ele assim eu posso encostar em qualquer lugar que não incomoda. -ele deu de ombros e começou a se deitar, e eu me ajeitei para que ele encostasse a cabeça em meu colo.
Quando nos ajeitamos na cama eu fiquei sentada de lado fazendo-lhe cafuné, e ele pareceu tão tranquilo, que acabei me inclinando para beijá-lo, o que o fez sorrir de olhos fechados.
-Você disse que passaríamos a tarde conversando, era só isso que queria saber sobre mim. -ele abriu os olhos fitando-me com aqueles ônix me fazendo ficar envergonhada, mas mesmo assim não parei com o carinho.
-Não, na verdade há tanta coisa que eu gostaria de saber sobre você. -falei sincera e sorri para ele. -Contudo, não é certo que eu pergunte, não quero sentir que estou compelindo-o a me responder algo. -ele já se preparava para me responder, por isso tratei logo de emendar. -Me sentiria bem mais confortável de ouvi-lo me contar sobre você, como sua personalidade foi moldada, e coisas assim. -eu ri. -quero que me conte o que acha que deve me contar, qualquer coisa me deixaria feliz.
-Minha história então. -ele levantou a mão tocando meu rosto e eu fechei os olhos para apreciar seu carinho. -Você sabe com quantos anos eu despertei o sharingan? -fiz que não -Meu tio Madara?
-Lembro de papai ter me dito 7 anos eu acho. -tentei lembrar daquela conversa que tivemos, onde meu pai me dizia que Madara tinha sido um dos mais jovens Uchihas a despertar o sharingan.
-Eu despertei o meu com 4. -o olhei incrédula, e por um momento até parei de tocar-lhe, e ele me sorriu leve levando a mão até meu ventre. -Foi num dia frio, pouco antes da neve cair, lembro bem disso porque eu estava espirrando muito e minha mãe tinha me levado a cozinha para me fazer um chá. Até aquele momento eu achava que meus pais eram felizes, achava que mesmo meu pai sendo meio arrogante, que era apenas o seu jeito, já que nunca o havia visto gritar minha mãe ou lhe falar nada ignorante. Mas naquele dia, tudo mudou na minha cabeça, na forma que eu via minha família, na minha forma de ver o mundo. -ele alisou carinhoso ali e deu um sorriso triste. -Faziam quase dois meses que não tínhamos notícias de meu tio Madara, muitos o davam como morto e Hashirama foi enfático há não entregar Shisui a ninguém, dizendo que meu tio o deixou a seus cuidados, e que este era seu padrinho. Foi por esse motivo que o meu pai entrou tão furioso em nossa casa.
- "Aquele maldito Hashirama, como ele ousa?" -ele gritou batendo no balcão próximo a mim, me fazendo-o olhar com medo, eu era apenas uma criança e nunca o tinha visto agir assim.
- "O que ouve querido?" -minha mãe perguntou carinhosa e preocupada.
- "Como assim o que ouve?" -ele gritou ainda mais revoltado me fazendo encolher de medo e minha mãe veio para o meu lado, mas ele a puxou com força pelo braço. - "Aquele maldito Hashirama não que me entregar meu sobrinho. Aquela criança pertence ao nosso clã, é um Uchiha e deve ser criado por seus iguais!" -eu espirrei e meu pai me olhou feio. - "O garoto está doente, um Uchiha doente?" -ele gritou e sacudiu minha mãe. - "Por isso Hashirama não quer me entregar o pirralho, se minha mulher não pode cuidar de meu próprio filho, como eu vou ter direito de..."
- "Pai eu estou bem..." -nem cheguei a terminar a frase quando senti o tapa no meu rosto, me fazendo cair do balcão, lembro de ter batido a cabeça na porta do armário e ficar zonzo.
- "Eu não lhe dei essa educação pirralho, ..." -não prestei muito mais atenção no que ele dizia, minha cabeça girava e meu rosto doía tanto.
Quando as coisas entraram em foco novamente eu vi minha mãe em minha frente tentando me proteger, mas meu pai deu-lhe também um tapa a fazendo virar o rosto, mas mesmo assim essa não saiu dp lugar, não parou de me proteger, e ele continuou avançando sobre ela, gritando coisas que criança alguma deveria ouvir, e em momento algum ela saiu, não o deixou tocar novamente em mim. Mas eu vi, eu há vi segurar a barriga e chorar, vi sua mão tremer, e apertar o chão como se está estivesse em agonia, e mesmo quando meu pai preparou o punho para lhe socar, está não saiu de minha frente, e quando este direcionou o punho para ela eu não pensei, toda a minha mente estava focada em apenas uma coisa, parar o monstro que atacava minha mãe. E eu vi, em câmera lenta seu punho se aproximando desta, então eu a puxei para trás e meu pai caiu para frente sem entender. E eu me levantei me pondo a frente desta.
- "Não vai mais machucar a mamãe!"
- "Itachi maldit..." -ele parou de falar e ficou me encarando de boca aberta. - "O sharingan, você despertou o sharingan filho!" -ele sorriu feliz se levantando.
Ouvi minha mãe gemer e me virei para ela ignorando completamente a felicidade de meu pai, Mikoto não estava tão visivelmente machucada, mas a forma como se contorcia e dor me deixou extremamente preocupado. Entenda Lya, eu etinha apenas 4 anos, eu não sabia o que estava acontecendo, e mesmo assim durante muito tempo eu me culpei por ter deixado minha mãe passar por aquilo.
-Aquilo o quê? -perguntei depois de um longo silencio, e ele se virou dando impulso para beijar minha barriga.
-Minha mãe estava grávida Lya, naquele dia, a proteção que ela me deu, custou a vida de minha irmã. -seu tom era o mesmo tom calmo de sempre, e mesmo assim eu estremeci, mesmo assim eu agarrei sua mão e o olhei preocupada, e ele suspirou levantando e se sentando ficando frente a frente comigo.
Eu encostei nossos lábios, mas ele me puxou para si aprofundando o beijo, como se comprovando que eu estava ali, que estava com ele, e que acima de tudo, estava bem.
-Minha vida não foi bonita Lya, mas prometo te contar coisas mais tranquilas agora, eu não quero... -eu me inclinei mais uma vez selando nossos lábios.
-Não quero que me conte coisas bonitas, quero que se abra comigo, que me mostre quem é! -encostei nossas testas. -Eu amo você Tachii! -ele fechou os olhos, e sua franja caiu como uma cortina pela lateral de seu rosto.
-Minha mãe levou muito tempo para se recuperar, e mesmo hoje eu me pergunto se algum dia ela realmente se recuperou. Porém, quando ficou grávida de Sasuke anos depois eu ha vi dá pequenos sorrisos e prometi a mim mesmo que a protegeria e protegeria meu irmão. -ele abriu os olhos e mais um vez me sorriu triste . -Meu pai nunca foi punido, minha mãe me fez prometer que nunca contaria a ninguém, e na época tudo que eu queria era fazê-la parar de chorar, então acabei aceitando, mas assim como não me perdoei, também não perdoei meu pai. -Itachi desencostou nossas testas e bateu na cama, então como ele eu me deitei ali, e ficamos frente a frente.
-Seu pai sempre batia na sua mãe? -perguntei antes de pensar. -Desculpe Tachii eu não queria, não precisa responder. -mordi o lábio e ele negou.
-Não, se há algo que a perturba pergunte, não há porque eu lhe esconder nada. -ele respirou fundo. -Naquela época eu achei que sim, mas quando meu tio Madara voltou, eu passei a perceber o medo de meu pai sobre ele, e a notar que este mudava de postura com minha mãe quando meu tio estava por perto. Então entendi que meu pai antes não batia em minha mãe por causa da presença de meu tio, e só a machucou daquela vez e daquela forma, por este não estar por perto.
-Então depois que o Sasuke nasceu as coisas melhoraram? -ele me puxou para si e beijou o topo de minha cabeça.
-Entre meus pais eu não sei, mas quando o Sasuke começou a crescer, meu pai tentou impor-lhe a obrigação de despertar o sharingan logo, e sempre o comparava comigo, fazendo meu otouto ficar sempre infeliz, por isso que eu podia eu o tirava de casa, e o levava para brincar e ser uma criança normal. Sasuke vivia cheio de queimaduras pelo rosto, e calos nas mãos, fazia de tudo para impressionar nosso pai, e tudo que ele fazia era sempre lhe dizer que eu fizera melhor, então eu passei a levá-lo para treinar quando não estava em missão, evitando que ele se machucasse mais. -eu sorri, Itachi era realmente fora um maravilhoso irão, e agora eu entendia perfeitamente o porque de Sasuke o adora-ló. Eu agia da mesma forma sobre minha nechan. -Quando o Sasuke completou 5 anos, as coisas pioraram e meu pai tentou avançar em cima do meu irmão, e foi aí a primeira vez que medimos força. Não foi muito bonito devo dizer, e lembro de meu pai ter queimado o dojo de casa quando usou uma bola de fogo contra mim, no fim, meu tio Madara teve de interferir, e bom, você o conhece, ele não e lá muito paciente, e depois de descobrir o motivo da briga, meu pai acabou no hospital. E daquele dia em diante, ele parou de infernizar a vida do Sasuke, principalmente quando eu sem querer lhe disse que se meu tio o tinha deixado assim só por causa daquela briga, como será que Madara reagiria quando soubesse que minha mãe tinha perdido uma filha por ele tê-la machucado. -eu o abracei e me aconcheguei em seu peito. -Não foi certo ameaçar meu pai, sei disso. Mas não encontrei outra maneira de proteger meu irmão quando eu não estivesse em casa, quando estivesse em missão. Eu tinha medo do que meu pai poderei fazer com ele quando eu ou meu tio não estivéssemos por perto. Naquele dia meu pai me pediu perdão, e disse que nunca tinha se perdoado pelo que tinha acontecido com minha mãe, que ele não sabia que ela estava grávida e que jamais levantou a mão para ela depois daquilo. Tudo que ele queria era que fossemos fortes, para que ele não tivesse que se preocupar com nossa segurança quando saíssemos em missão.
Quando ele ficou quieto fiquei tentada a perguntar se ele tinha acreditado no pai, se ele agora confiava neste e se meu sogro agia de forma melhor agora. Mas ao me lembrar do ultimo encontro destes em nossas casa, da forma como Itachi ameaçara o pai, eu entendi, entendi que estes nunca se deram bem, e que Itachi jamais acreditaria no pai.
-Ha algo em específico que gostaria de saber sobre mim? -eu sorri, mas ainda queria me manter naquela ideologia de esperar que ele me contasse as coisas, não queria ser invasiva. -Estou curioso para saber o que sua mente mirabolante quer saber, e se for algo que eu não me sentir bem para fala, eu lhe direi. -sorri assentindo.
Me dei um momento para pensar, o que eu queria saber sobre ele, o que na vida de meu marido podia ser mais intrigante a mim? Sua primeira missão? A primeira pessoa que matou e como se sentiu? Seu primeiro beijo? Não isso com toda certeza eu não queria saber! Então me vi pensando sobre a história que este me contou, e me perguntei o que mais eu poderia tirar dali, e foi com esse pensamente que a pergunta se formou em minha mente, e levantei o rosto o olhando curiosa.
-Tachii como conseguiu o Mangenkyo Sharingan? -ele me fitou por um momento.
-De todas você sempre escolhe a pior. -sorriu de lado e eu me lembre do episodio com a cenoura meses atrás, e sorri também. -Você poderia me perguntar sobre minha primeira namorada. -fez graça.
-Não quero saber sobre isso. -fiz bico e ele riu, mas logo ficou sério novamente.
-Tem certeza que quer saber sobre isso? -fiz que sim, e me ajeitei melhor para ouvi-lo. -O que você lembra de Uchiha Shisui? -aquela pergunta realmente tirou meu chão...
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-Se eu estivesse aqui eu jamais aceitaria esse casamento Hashirama! -meu otouto bateu com força na mesa de meu escritório, e eu revirei os olhos. -Sabe o que penso sobre isso.
-Foi uma escolha dela Tobirama, ela o ama o que queria que eu fizesse?
-Você já permitiu Tsunade de se casar com um sem linhagem, e agora permite Lyandra de se casar com um maldito Uchiha por capricho? -ele cuspias as palavras e eu me perguntava em como meu irmão tinha se transformado naquele homem, no tipo de homem que nós mais odiavamos quando criança, em nosso pai. -Que a obrigasse a casar com qualquer um menos um Uchiha, você sabe que eles são amaldiçoados com...
Quando meu irmão bateu com tudo abrindo um buraco parede de meu escritório, meu olhar foi para onde Madara estava antes tranquilamente encostado, mas apesar de mudar de posição indiferente para surpreza, este continuava no mesmo lugar, e eu fiquei sem entender o que estava acontecendo, todavia quando eu o vi dar um mínimo sorriso segui seu olhar encontrando minha mulher em pé com o punho erguido e na outra mão elegantemente segurava uma bandeja de chá. Megumi seguiu até onde meu irmão estava pisando duro.
-Escute bem Tobirama por que eu só direi uma vez, não insulte a família de meu amigo em minha casa. E não ouse se meter na vida de minhas filhas. -ela brandiu raivosa e eu sorri orgulhoso de minha mulher. -Não me olhe assim, ela é minha filha sim. Eu a criei como tal. Fui eu que a vi chorar e durantes várias noites e dividi uma cama com está, para que ela não tivesse mais pesadelos, fui eu que cuidei de cada machucado desta quando você fez questão que ela fosse uma ninja, fui eu que a vi chorar desesperada depois de tentar fugir de nós por não pertencer a essa família. -ela respirou fundo, e elegantemente se abaixou ainda com a bandeja na mão ficado de cocoras na altura de meu irmão que tentava se sentar no chão e limpar o sangue da boca. -Mas acima de tudo, fui eu que a vi sorrir de modo apaixonado e dizer, "Eu o amo mamãe!". Então, mesmo sendo você quem é, eu não permitirei que estrague a felicidade dela por preconceitos idiotas de um povo sem cultura, na verdade, eu sempre achei que fosse melhor que isso, mas pelo jeito me enganei.
-Você sabe o que acontece quando um Uchiha se apaixona. -eu suspirei cansado quando minha mulher socou o chão o destruindo, e dei graças por não estarmos no primeiro andar.
-Somos a família dela, e vamos protegê-la! -ela foi enfática.
-Itachi é mais forte do que eu era em sua idade, e diferente de mim, ele sabe os riscos que ela corre, sabe porque Orochimaru a quer. -Madara disse calmo. -De qualquer forma, não a mais nada a fazer, ela já espera um filho dele. -Tobirama olhou-nos perdido, e eu sorri mais tranquilo.
-Alguém quer chá? -Megumi perguntou alegre e tanto eu como Madara sorrimos negando, minha mulher realmente era perfeita.
