Estava na cozinha preparando o jantar tranquilamente, eu tinha deixado Itachi no quarto lendo um livro, enquanto Sasuke estava provavelmente no seu fazendo-se sabe-se lá o que, então quando ouvi a risada escandalosa de Naruto antes mesmo que este entrasse no apartamento eu me pus a ri também.
-Tadaima. -ele abriu a porta gritando
-Okaery Naruto-nichan. -eu sai da cozinha limpando as mãos no pano a tempo de vê-lo ser empurrado com tudo para dentro por uma Sakura revoltada.
-Não bloquei a porta baka, há olá Lya-chan.
-Saky-chan, Hina-chan sejam bem vindas. -elas me sorriram amáveis e adentraram o local. -O jantar está quase pronto, então tomem um banho e venham comer. -Naruto deu um sorriso de orelha a orelha e saiu correndo para o quarto.
-Dobe maldito bata na porta. -ouvimos Sasuke gritar.
-Teme tarado pare de andar sem roupa pelo quarto. -acho que todas nós ficamos vermelhas.
-Não tinha toalha no banheiro maldito. -Sasuke gritou de volta.
-Ai baka... Sakura-chan me salve aqui. -Sakura parecia que e a desmaiar.
-Não chame uma mulher para o quarto... -só escutamos os barulhos de algo se quebrando.
-Bom... é... -fiquei sem saber o que dizer.
-Vou tomar... banho... -Sakura foi a primeira a fujir e Hinata ficou ali me olhando.
-Vou... vou te ajudar no jantar. -eu fiz que sim.
-Já que estamos sozinhas, porque não me conta sobre o pedido de namoro? -sorri maldosa e a pobre da minha amiga paralisou. -Estou brincando, não precisa me contar.
-Não, não Lya-chan, na verdade eu realmente queria contar a alguém e você... bom você é minha amiga desde sempre. -sorri e apontei para a mesa, e ouvimos mais um estrondo no quarto dos meninos.
-Depois do que o Itachi te tirou de lá, o Naruto-kun tentou seguir vocês, ele estava preocupado que o Itachi te fizesse algo, mas o Sasuke-san disse que o Itachi não machucaria você, bem como não deixaria nenhum homem se aproximar, e se ele tentasse o Itachi poderia enlouquecer de novo. -ela respirou fundo. -Então ele ficou revoltado e saiu de lá, e a Sakura-chan me pediu pra ir falar com ele. -ela começou a brincar com os dedos nervosa. -Porém foi meio que o contrario, eu não quis impor minha presença a ele, ele provavelmente queria ficar sozinho, então apenas me sentei num balanço de um parquinho que encontrei e fiquei lá preocupada se você estaria realmente bem.
-Me desculpe por te causar tantos problemas Hina. -ela negou com a cabeça e me sorriu amável.
-Eu não percebi as horas se passando e fiquei ali me balançando. "Então foi aqui que você se escondeu todo esse tempo?" -ele se sentou no balanço ao lado. - "Sim, aqui é tranquilo." -eu respondi, e fiquei feliz por não gaguejar.
- "Eu fiquei preocupado quando você não voltou." -lhe sorri envergonhada e me desculpei. - "Na verdade Hina, hoje eu percebi... ou melhor a dias eu venho percebendo..." -ele parou como se procurasse as palavras. - "Desde que chegamos temos trabalhado juntos, e durante todo esse tipo eu te observei Hinata, vi você brincar e cuidar com tanto carinho daquelas crianças, cuidar de tudo com tanto amor." -ele fixou aquelas safiras em mim e eu me obriguei a respirar para não desmaiar. - "No começo eu não entendi o que estava acontecendo comigo, mas quando o Susanoo mirou você... Quando eu percebi que podia te perder para sempre... Eu quero proteger você Hinata!" -ele ficou sério. - "Quero proteger você não só agora, mas pelo resto de minha vida, por que hoje eu percebi, percebi que não posso perder você." -ele se levantou e veio até mim se abaixando em minha frente. - "Hyuuga Hinata, você aceita namorar comigo?"
-E aí? -eu perguntei eufórica quando ela parou de contar.
-Eu desmaiei. -eu pisquei algumas vezes e depois cai na risada. -Mas ele me ajudou e esperou eu me acalmar e no fim quando estava me deixando na porta do quarto eu disse "Sim, eu aceito Naruto-kun". -e ele veio até mim e beijou meu rosto animado.
-Fico feliz por vocês. -fui sincera e ela sorriu.
Hinata depois de me ajudar a terminar o jantar foi para o quarto, e Sasuke quando cansou de brigar com Naruto foi para o meu ajudar Itachi a se arrumar, então quando eu terminei de por as coisa na mesa todos já estavam sentados ao redor dela. Comemos enquanto eles contavam como tinha sido o dia deles e Sasuke contou sobre o nosso, espantando alguns ali.
-Será que é por isso que Gaara-sama deseja te ver? -Sakura se pronunciou e a olhei curiosa. -Ele pediu para que você fosse vê-lo amanhã. -Itachi e Sasuke se olharam discretamente, mas apenas o mais novo estreitou o olhar para mim.
-Ele está bem? -eu fiquei preocupada que ele tivesse piorado.
-Ele começou a tomar o remédio apenas hoje, mas não apresentou nenhuma piora, provavelmente começará a melhor logo. -suspirei aliviada.
-Por favor Sakura-chan, diga-lhe que eu estou descansando e que assim que estiver bem eu irei vê-lo. -todos me olharam curiosos. -Eu não pretendo sair desse apartamento enquanto Itachi não estiver bem, e como ninguém pode saber de sua condição, essa é a melhor opção que temos.
-Concordo, se descobrirem que o Itachi não está bem as coisas podem ficar feias, o Kankuro-san não parece flor que se cheire. -Naruto-ni se pronunciou.
-Também não devemos comentar para ninguém sobre o bebê, não estamos em nossa vila, e já percebemos como esse lugar é perigoso. -Sasuke se pronunciou e todos concordaram.
-Devo desculpas a todos vocês, eu coloquei a vida de vocês em risco quando me descontrolei, sinto muito. -Itachi se levantou e se curvou assustando a todos. -Obrigado por protegerem minha família. -não dá pra dizer qual de nós ficou mais assustado com aquilo.
-Nisan. -Sasuke disse chocado.
-Esqueça isso Itachi-san, todos entendemos o que aconteceu. -as meninas concordaram. -O importante é que a Lya-chan está bem, e eu logo vou ser tio. -Naruto abriu um lindo sorriso e eu fiquei envergonhada.
-Não vou deixar você andar por aí com meu sobrinho Dobe, vai passar sua idiotice para ele. -Sasuke disse calmo.
-O QUE? -Naruto gritou e eles começaram a trocar farpas na mesa enquanto eu me acabava de rir.
Depois de jantar eu tomei um longo banho, e coloquei uma camisola leve para dormir, aquele clima quente de Suna não me permitia usar muitas roupas.
-O Sasuke parece feliz em ter um sobrinho. -comentei tranquila indo para cama e ele abriu os braços e eu me aninhei ali.
-Imagino que esteja, não tem muitas crianças no clã Uchiha, e meu pai e Madara foram a exceção com dois filhos.
-Não se pode ter mais de um filho no seu clã? -nunca tinha pensado sobre isso.
-Não é que não pode Lya, mas entenda... -ele pareceu pensar. -Quantas mulheres Uchiha você já viu utilizando o colar?
-Duas, três eu acho. -fiquei confusa tentando me lembrar do dia do meu casamento.
-Com você são cinco, e quatro delas são idosas. -o olhei surpresa entendendo sua linha de raciocínio. -Todo o resto foi, é ou será infeliz, por isso apenas um filho, apenas um herdeiro para continuar a linhagem. Isso só muda quando o primeiro filho é uma menina, aí geralmente se tem dois.
-Por isso há tão poucos Uchihas? -alguns morriam em missão, e a maioria que nascia era geralmente homens.
-Sim, e por isso que a maioria das mulheres em nosso clã são criadas desde cedo para serem donas de casa, não é algo obrigatório, mas é o que geralmente acontece. -eu me remexi desconfortável. -Se tivermos uma filha, ela será o que quiser. Assim como a mãe.
-Sei que pensa assim, nunca duvidei disso, mas seu pai será contra não é? -ele me apertou contra si.
-Não devo satisfação a meu pai desde os 11 anos, então é melhor que ele tenha aprendido com nossa ultima conversa, eu não vou admitir que ele fale algo contra vocês, não uma pessoa que não tem moral alguma. -apertei sua mão.
Ficamos um tempo em silencio, cada um perdido em seus próprios pensamentos.
-Lya, eu sei que você quer ir ver o Gaara-san, mas...
-Eu te prometi que só sairei daqui com você Itachi. -eu me virei sorrindo para ele. -E um Uchiha sempre cumpre suas promessas. -ele me sorriu e me abraçou. -Eu não vou fugir Tachii, nem fazer nada que coloque nossas vidas em risco novamente, uma vez já foi suficiente para toda uma vida.
-Obrigado. -ele suspirou mais tranquilo.
-Agora trate de ir deitar e dormir, você tem de descansar. -ele revirou os olhos e eu ri de sua infantilidade.
Não foi difícil manter Itachi quieto durante aqueles três dias, ele era extremante calmo e centrado, o maior problema era eu, sim eu, eu sempre odiei me sentir presa e não sair daquele apartamento estava me enlouquecendo completamente. Então bom, naquela noite eu tinha de fazer algo, algo que não tinha feito ainda para me "distrair", e como meu marido parecia estar bem melhor eu não exitei.
-Né Tachii. -eu subi na cama engatinhando e ele tirou os olhos do livro que lia e se concentrou em mim. -Eu estou meio entediada. -ele levantou a sobrancelha curioso e eu me sentei entre suas pernas e enlacei seu pescoço. -Eu sei que você precisa descansar, mas eu quero fazer algo.
-Pelo jeito eu vou gostar muito desse "algo". -ele deu um meio sorriso e eu ri antes de o beijar.
-Só me deixe fazer o que quiser ok? -eu fiquei envergonhada, mas eu realmente queria fazer aquilo.
-O que quiser. -meu coração foi a mil com aquele seu sorriso cafajeste e aquela voz rouca.
Tracei uma linha de beijo até sua orelha e mordi de leve ali. E puxei vagarosamente sua camiseta e ele me ajudou a retirá-la. Ele tentou me puxar para si mas eu afastei suas mãos de mim.
-Não... -disse olhando diretamente nos seus olhos e fui até ele mordendo seu lábio inferior.
Desci a trilha de beijos por seu tronco e me afastei para retirar minha camisola, mas ao perceber que esse me olhava o fiz vagarosamente para que ele aproveitasse cada momento, e retirei o restante de suas roupas, e sorri ao ver como ele já estava duro de desejo.
Ele travou por completo quando me inclinei para morder a parte de dentro de sua coxa, mas só quando eu dei uma leve lambida na base de seu pênis que eu o ouvi gemer, e quando levantei o olhar esse me espreitava de olhos semicerrados, então fiz a maior loucura da minha vida. Levantei os dois dedos e os lambi vagarosamente e os levei para dentro da minha calcinha me tocando e suspirando, mas quando meu marido se inclinou e usei a outra mão para segurar seu pênis e levei minha boca até ali, e o provei pela primeira vez. Foi complicado acertar o ritmo no começo, e eu fiquei com um certo receio de o machucar, ou me engasgar. Itachi gemeu meu nome, e eu o olhei. Mal seus olhos se fixaram no meu quando o sharingan foi ativado, e eu soube que a brincadeira tinha acabado. Então me afastei dele e retirei a mão de dentro de mim. Tirei meu sutiã e a calcinha e em momento algum ele desviava o olhar como se esperando o melhor momento para me atacar, e quando ele fez menção de vir até mim eu fiz que não, então ele novamente ficou quieto observando o que eu faria. Fui para cima dele e claro tive um pouco de dificuldade para me encaixar ali, mas ao conseguir, sentei o mais lentamente que pude para que ambos pudéssemos aproveitar o momento, e só depois comecei a cavalgar vagarosamente nos fazendo gemer. Itachi levou as mãos aos meus seios e inclinou o quadril me ajudando com a penetração, e deuses como aquilo era delicioso.
Eu sugava o ar com dificuldade e meu corpo já estava suado, porém mesmo assim eu tentei aumentar o ritmo, mas pelo jeito meu marido necessitava de mais, já que esse largou meus seios e segurou minha cintura ditando a velocidade dos movimentos, e consequentemente me levando ao êxtase mais rápido.
Deixe-me cair sobre seu tronco satisfeita enquanto ambos tentávamos controlar a respiração.
-Machuquei você? -ele perguntou rouco, eu apenas neguei.
Tentei sair de cima dele, mas ele me segurou ali.
-Acho que vou te trancar em casa. -eu levantei a cabeça curiosa. -Você entediada...
-Não diga. -escondi a cabeça em seu peito e ele riu alto.
-Hormônios da gravidez Lya, é normal que sinta mais desejo, não precisa se envergonhar por isso. -o olhei curiosa.
-Como sabe disso? -ele apontou para o livro.
-Pedi a Sakura-san para pegar uns livros na biblioteca emprestado, preciso entender exatamente o que você pode sentir durante esse período, quero te ajudar no que puder. -meus olhos se enxeram de água.
Ele me puxou e me beijou carinhoso, e antes que eu percebesse eu já estava em seus braços.
-Que tal um banho antes de dormir? -eu fiz que sim e já e a me levantar quando ele me colocou no colo e começou a sair da cama comigo.
-Tachii você...
-Estou ótimo, na verdade estou 100%.
-Mas Saki...
-Estou bem o suficiente para voltarmos amanhã mesmo para Konoha. -travei e o olhei de esgueira.
Itachi tinha colocado na cabeça que assim que melhorasse voltaríamos para Konoha, mas eu ainda precisava ver Gaara e Temari, eu não o tinha visto desde que tínhamos chegado ali, e não tinha visto nem uma vez Temari, eu sabia deles por Sakura, que me contou que ele estava melhorando rápido, assim como sua irmã.
-Tachii eu preciso conversar com o Kazekage antes de irmos, e também quero ver o Gaara-kun e Temari-chan, preciso ver se eles estão bem.
-Resolvemos isso e depois vamos embora. -ele disse calmo e eu apenas afirmei.
Tomamos um banho e depois voltamos para cama.
Acordei enjoada e suada, o calor de Suna com toda certeza não me fazia bem, então me afastei de Itachi que abriu apenas um olho ainda sonolento.
-Banho, calor. -ele apenas afirmou e voltou a dormir.
Fiquei tanto tempo debaixo do chuveiro que quando dei por mim até o enjoo tinha passado, então depois de escovar os dentes me enrolei e sai do banheiro.
-Se sente melhor?
-Sim. -sorri e ele se levantou indo para o banheiro.
Depois de me arrumar sai do quarto e já e a para a cozinha fazer o café quando escutei batidas na porta. Travei no lugar sem saber o que fazer, eu estava sozinha, mas bem, nenhum sequestrador bateria na porta não é? E foi com esse pensamento que eu abri a porta dando de cara com o ruivo ali.
-GAARA-NICHAN. -pulei nele que me segurou sorrindo e me apertou forte contra si.
-Lya-chan, achei que estivesse morrendo. -gracejou ele e me colocou no chão, mas ainda continuamos abraçados.
-Eu só estava indisposta, mas já e a visitá-lo hoje, que bom que esta bem. -eu estava tão feliz que ele estava bem. -Como está a Temari-chan?
-Bem o suficiente para reclamar de tudo. -ambos rimos.
-Venha entre, eu estava indo fazer o café. -me afastei dele e dei passagem, e este entrou sorridente. -Por aqui Gaara-ni.
Me pus a cortar algumas frutas enquanto conversávamos alegremente sobre várias coisas, e quando começamos a nos relembrar de algumas travessuras de criança Gaara se levantou e veio até mim me ajudando com o café.
-Seu pai quase teve um infarto quando não te encontrou.
-A culpa foi sua por ter me dito que eu não conseguia passar um dia sem ser encontrada. -eu ri com a lembrança.
-Até eu fiquei preocupado quando você demorou a aparecer.
-No fim quem me encontrou foi o Sui-kun, eu nunca o tinha visto tão bravo. -sorri triste com a lembrança.
-Você ainda sente muita falta dele não é? -fiz que sim e ele me abraçou novamente.
-Lyandra. -todos os pelos do meu corpo se arrepiaram com aquela voz, e ele já estava do nosso lado.
-Bom dia Uchiha-san. -Gaara me soltou e sorriu para meu marido.
-Bom dia Subaku-san. -ele estava calmo, mas porque todos os meus sentidos estavam em alerta como se algo de ruim estivesse para acontecer.
Dei dois passos para longe de Gaara e sorri-lhe amarelo, meu coração estava batendo loucamente. Olhei para Itachi e vi que este mantinha os olhos em Gaara, e este nele, e só aí percebi que algo entre eles estava errado.
-Itachi. -ele não me olhou, então segurei sua mão apertando-a firme, mas ele nada fez, e o medo já aumentava.
-Nichan vocês precisam comer, a Lya-chan ainda não se recuperou totalmente, então tem que comer na hora. -a voz de Sasuke se fez presente.
-Nós acompanha no café Subaku-san? -Itachi perguntou educado, e Gaara sorriu.
-Será um prazer. -Itachi me puxou para si me abraçando e deu espaço para Gaara passar e ir para a mesa.
-Bom dia Gaara-san. -Sasuke disse entrando de vez na cozinha.
-GAARA. -Naruto gritou.
-Pare de gritar baka. -Sakura bateu nele.
-Dattebayo Sakura-chan. -disse ele alisando a cabeça, e Hinata entrou na cozinha rindo também.
Todos cumprimentaram Gaara, e este os cumprimentou de volta, mas em momento algum Itachi me soltou, e mesmo quando nos sentamos a mesa ele manteve uma mão no meu joelho.
-Bom, eu vim aqui não só para ver a Lya-chan, e o Naruto, mas principalmente para me desculpar com vocês pelo comportamento de meu irmão. -ninguém comentou nada, apenas escutamos. -Não há necessidade de vocês pagarem pelos danos, na verdade nós é que deveríamos pagar a vocês, não só pela ajuda com os enfermos e a produção dos remédios, mas por nós livrar dos membros da Akatsuki. -Itachi largou meu joelho e procurou minha mão apertando-a como que me passando conforto.
-Não há necessidade disso Subaku-san. -Itachi falou chamando atenção. -Vinhemos para auxiliar sua vila.
-Quando voltará para o cargo de Kazekage? -perguntei, não vendo há hora de me livrar de Kankuro.
-Na verdade Lya-chan, eu já estou de volta. Kankurou-nisan não sabe lidar com os conselheiros, e tenho certeza que o que ouve com vocês foi tudo por causa de pressão destes, por isso novamente peço que me perdoem. -eu afirmei feliz. -Meu irmão tem de aprender que o conselho existe para trabalhar em prol do povo ajudando o Kazekage a tomar decisões, não o contrario.
-Nunca pensei que Kankurou-san fosse esse tipo de pessoa. -Naruto falou emburrado. -Lembro que ele nunca brincava com agente porque estava ocupado demais se preparando para assumir a vila, e no fim acabou que você que assumiu Gaara.
-Lembro de Temari-chan dizendo que ele mal se divertia, e que seu sonho era tomar o lugar do pai como Kazekage. -Gaara suspirou.
-Esse foi o problema, meu irmão não conviveu com as pessoas, ele não entende suas necessidades, por isso eu fui escolhido em seu lugar. -Gaara explicou e todos concordamos. -Uchiha-san, será que podemos conversar a sós. -ele disse olhando direto para Itachi que beijou minha mão antes de levantar e sair com Gaara.
Sasuke me olhou e deu um leve aceno, e eu lhe sorri amarelo, e assim como os outros eu me obriguei a comer, mas não consegui participar das conversas a mesa.
-Lya! -eu sorri aliviada quando eles entraram novamente para a cozinha. -Poderia arrumar nossas coisas? -eu fiz que sim. -Iremos para Konoha assim que eu voltar. -olhei para ele meio perdida, e ele se virou para os outros. -Estejam prontos quando eu voltar. -ele olhou demoradamente para o irmão e os outros afirmaram levantando.
-Temari virá te ver enquanto resolvemos as coisas para a partida de vocês. -ele veio em minha direção e eu levantei para abraçá-lo. -Vou sentir sua falta, venha me visitar quando puder.
-Virei sim. -nos afastamos, e ele beijou meu rosto.
Gaara se afastou e foi se despedir dos outros e Itachi se aproximou e me puxou para um beijo, um beijo de tirar o folego.
-Não saia daqui até eu voltar, Sasuke protegerá você entendeu. -deuses eu fiquei tão perdida que apenas afirmei. Não tive coragem de olhar diretamente para ninguém depois disso.
Gaara se despediu e eu me vi indo para o quarto arrumar as coisas e Sasuke me seguiu.
-Deveria tomar mais cuidado, o nisan é extremamente possessivo. -ele me disse enquanto se encostava calmamente na parede e cruzava os braços.
-Qual Uchiha não é! -ele deu um meio sorriso.
-As vezes acho que se tivéssemos nos casado as coisas seriam mais fáceis. -travei o que estava fazendo e o olhei perdida. -Você não sente nada por mim, nem eu por você, então só precisaríamos aprender a conviver juntos. -pisquei algumas vezes e me obriguei a raciocinar.
-Você está preocupado que o Itachi se descontrole de novo Sasuke-kun. -ele nada disse. -Ou sua preocupação vai além disso. -ele fixou os olhos em mim. -Por isso que tenta o máximo possível se afastar da Saki-chan? -ele bufou. -Pelo menos a Sakura-chan tem força para se proteger. -dei de ombros e voltei a arrumar as coisas.
-Mas eu não sou tão forte como meu nisan. -ele retesou as mãos.
-A diferença é que Itachi tem mais pessoas para proteger, ele não se limita a não formar laços, ele apenas os faz e lida como pode com suas escolhas.
-Você entende realmente o quão é horrível para nós perder alguém, simplesmente pelo fato...
-Eu também perdi o Sui, eu também tive de lidar com a ideia de perder o Itachi, e tenho que viver cada dia com o pensamento de que alguém ao meu redor vai morrer, mas Sasuke-kun, eu prefiro aproveitar cada momento que tenho ao lado de quem amo mesmo que seja por pouco tempo, do que viver uma vida inteira sem ter provado isso. -ele nada disse, apenas ficou ali me encarando. -Essa foi a maior lição que o Sui-kun me deixou. Ele morreu por quem ama, mas morreu feliz por ter aproveitado cada momento com minha irmã.
-O problema não é morrer, o problema é suportar a dor enquanto se vive. -ouvimos uma batida na porta e ele se desencostou da parede indo abri-la. -Vou deixar vocês sozinhas.
Ele deu espaço para Temari-chan passar e saiu sem mais nenhuma palavra me deixando ali perdida em pensamentos.
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Arfei me deleitando-me com as ultimas estocadas que dava naquele corpo, e mais uma vez dei uma tapa forte naquelas nádegas já marcadas por mim.
-Megumiii. -suspirei me deixando cair ao lado daquela mulher, que apenas se levantou e foi lamber meu pênis.
Jovem não deveria ter mais que 17 anos, uma pele alva que pedia para ser marcada,longos cabelos loiros e olhos tão verdes quanto os dela, sempre que e casa de diversão escolhia mulheres parecidas com ela, mas aquela tinha sido um presente especial, algo pego só para mim.
-Espero que ela esteja do seu agrado. -a voz sibilou e logo o dono desta adentrou o cômodo.
-Será uma boa diversão por alguns dias. -segurei sua cabeça com força fazendo meu pênis ir mais fundo, indo até a garganta e sorri ao vê-la se engasgar, então dei-lhe um tapa na face. -Faça direito vadia.
-Que bom. -ele se limitou a dizer. -Soube que seu filho se descontrolou em Suna. -ele deu um sorriso ardiloso.
-Imagino que ele não morreu não é? -puxei a menina pelos cabelos e a joguei no futon deitando-a de costas, e enfiando me sem dó no seu anus a fazendo gritar. -Calada, você tem que gemer, não gritar. -bati com mais força dessa vez e comecei a estocá-la com tudo, maldito Itachi que não morria.
-Não, ainda não... -seu sorriso se alargou tanto que eu acabei por segui-lo. Ele tinha um plano!
-Lembre-se, Megumi...
-Será toda sua. -enrolei a mão nos cabelos loiros e puxei com tudo dando as ultimas estocadas sorrindo com o prazer, ela enfim seria minha, toda minha.
