Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar. - Carlos Drummond de Andrade.


Sinopse: Não há ninguém Pansy Parkinson em Hogwarts.


Diferente

Jess Aguiar

Eu a observava, calado. A via fumando escondida nas dependências do castelo, se agarrando com um ou outro sonserino em alguma sala abandonada, debochando de quem quer que fosse, sorrindo com desdém, balançando os quadris naquela saia incrivelmente curta – ainda mais se comparada com a das grifinórias – e principalmente, não ligando para nada. Ela era dona de seu próprio nariz e isso me deixava curioso.

Talvez fosse alguma paranóia da minha cabeça, essa que eu tentava expulsar de todo modo, afinal, que estranho fascínio é esse que eu desenvolvi por Pansy Parkinson? Que estranha obsessão era essa de querer tanto tocar aquela pele branca?

Então ela percebeu meus olhares e piscou pra mim. Aquilo me instigou, ainda mais.

Definitivamente, não há ninguém como Pansy Parkinson em Hogwarts.


N/A: Até eu estou impressionada de ter escrito uma fic (ok, drabble) em Hogwarts. Pois é.