- PARANÓIA -
PARTE I: TRATOS E TRUQUES
CAPÍTULO 5
Ele correu.
Draco não sabia por que precisava correr, mas queria ficar longe o mais rápido possível. Fugir.
Então, correu.
Mas não precisou de muito tempo para Draco perceber que tinha sido imprudência sair daquela forma, ainda assim estava convencido de que precisava de um tempo para refletir. Poderia pensar que estava ficando maluco após tanto tempo de confinamento e pressão, mas não era o caso: Weasley e Granger o convidaram e a menina-sapinho resolvera brincar com ele mais uma vez. Jamais esqueceria a sorriso de deboche estampado na face de Ronald Weasley...
E naquele momento, Draco pensou que talvez odiasse Weasley mais do que o próprio Harry Potter.
Abaixou-se e se sentou no chão, abraçando os joelhos e olhando o movimento da rua. Tinha se afastado o bastante da loja dos gêmeos, então eles não o encontrariam ali mesmo que estivesse completamente visível. Foi nesse ponto que lembrou que não tinha uma varinha para desfazer o feitiço e cogitou a possibilidade de viver daquela forma para sempre. Não seria tão ruim, afinal. Ao menos não seria tão solitário quanto ficar preso com os Weasley. Por outro lado, não seria nem um pouco seguro. Olhou para o caminho por onde tinha corrido até chegar ali e se sentiu uma criança que foge dos pais, se perde, e senta em algum lugar chorando baixinho enquanto torce para ser encontrado.
Queria ser encontrado?
Não sabia o que desejava, não sabia o que sentia, não havia mais nenhuma certeza em seus dias. E isso era tão perigoso...
Olhou para os lados e se levantou devagar, pois não tinha pressa alguma. Para que pressa se não sabia para onde ir?
E quando você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve.
O beco estava mais vazio do que era normal naquela época do ano: no verão, aquele local transbordava em movimento, mesmo que ainda não tivesse chegado o período de comprar materiais escolares.
Hogwarts.
Pegou-se pensando que aquele seria o seu último ano... Ou deveria ser, pois achava que não era prudente voltar. Potter e os amigos voltariam? Riu sozinho ao perceber que dedicava muito do seu tempo pensando em Harry Potter e nos amigos, quando deveria se preocupar em encontrar algum lugar para passar a noite. Não estava acostumado a dormir em camas ruins, muito menos fora de casa, mas o último mês o havia ensinado que mais valia abrir os olhos na manhã seguinte em uma sarjeta qualquer, do que ir dormir em uma cama luxuosa para nunca mais acordar.
E lembrar que passaria aquela noite na rua e sozinho quase o fez sentir saudade da casa dos Weasley.
Continuou andando, tentando ver através das vitrines empoeiradas. Poderia dar sorte de encontrar alguma varinha largada em algum lugar, precisava ficar atento. Seus olhos e seus ouvidos observavam tudo ao redor, cada movimento, cada som, e tudo transcorria de forma tranqüila até que ouviu o barulho de aparatação em uma esquina próxima. Grudou-se ao muro, quase se sentindo parte da parede. Encolheu-se ainda mais quando percebeu que os dois homens eram Comensais que conhecia perfeitamente. Segurou a respiração quando os homens se aproximaram e passaram a poucos metros dele, sem tomar conhecimento da sua presença. Quando os dois homens estavam a uma distância segura, Draco respirou profundamente, aliviado, sentindo os olhos marejarem tamanho seu medo, quase tropeçando quando começou a correr na direção oposta, olhando para trás vez ou outra.
Caiu.
Esbarrou em algo; em alguém.
Seus olhos se arregalaram quando viu Snape parado, encostado na parede do fundo de uma ruela, se recompondo do impacto. O professor com certeza já sabia que se tratava de alguém desiludido, pois ele não estava completamente invisível – apenas camuflado. O professor o encarou, com a varinha apontada e falou em sua conhecida voz – baixa e imponente:
"Revele-se", ordenou.
Draco tremeu. Não queria voltar a ficar visível, tinha medo que o surpreendessem ali, não podia ser capturado. O que faria o professor? Seria capaz de levá-lo diretamente ao Lord? Ele não poderia fazer isso... Sua mãe havia feito um Voto Perpétuo com ele para segurança de Draco, mas estaria ainda valendo após a morte de Dumbledore? Não sabia, mas precisava arriscar.
"Professor...", sibilou muito baixo, sua voz era trêmula. "Sou eu".
A expressão de Snape era dura, mas de alguma forma Draco percebeu que ele estava surpreso. Não estava feliz ou satisfeito por tê-lo encontrado, ou com a possibilidade de entregá-lo. Estava apenas surpreso.
"Draco".
"Professor, o senhor não vai me levar para eles, vai?", questionou em voz baixa, olhando para os lados.
"Cogitávamos a possibilidade de estar morto", Snape começou, falando lentamente. "Não vejo motivos para modificar tal pensamento".
"O que está acontecendo? Eu não tenho informações sobre nada, eu estou preso, como está minha mãe?"
"Não sei absolutamente nada sobre sua mãe, ela está desaparecida", seu olhar era inquisidor. Draco tinha certeza de que se estivesse visível, Snape estaria usando oclumência, encarando seus olhos profundamente para extrair informações. "Onde você está escondido?"
"Por aí e em lugar nenhum", começou. "Uma aventura solitária, digamos", ironizou.
"Está com a Ordem, não há surpresa nisso", Snape se manteve altivo e desafiador.
"Vai correr agora para o Lord informando?", sua voz tinha um tom de desprezo. "Saiba que mesmo que ele saiba que eu estou vivo, não vai conseguir me encontrar".
"Eu não agiria dessa forma, você sabe. Apenas gostaria de saber o que esta acontecendo e se posso ajudar de alguma forma. Você está bem?"
"Sim, estou. Ainda assim não me sinto seguro, ainda mais após descobrir que eles querem me incluir nos planos deles", pensou alto.
"Que planos não esses?"
"Resgatar Harry", falou sem se sentir exatamente seguro em passar aquela informação. "Eles me querem lá, mas vão me dar a opção de ajudar ou não".
"Claro..."
"Ainda não sei detalhes, mas, professor-"
"Ao resgatar Harry Potter você estará escolhendo um lado, Draco", murmurou lentamente.
"Eu sei, mas se eu tiver que ir, por favor-"
"Não deixarei que nada aconteça a você, Draco", revelou com seriedade. Por trás dessas palavras ele sabia que havia muito mais. "Eu prometi a sua mãe... Agora vá. Não se exponha. Retorne à segurança em que você estava, voltaremos a nos falar em breve".
"Como professor?"
"Eu encontro você".
Ao dizer isso, aparatou e deixou Draco sozinho. O rapaz deu dois passos para frente e se apoiou na parede onde Snape estivera encostado e relembrou cada uma das palavras do professor. Ainda achavam que ele estava morto, mas até quando? Não podia ter certeza, mas tinha a impressão de que, de alguma forma, Snape já sabia daquele plano e ele apenas confirmara. Iriam atacar a brigada que escoltaria Harry Potter e ele estaria junto. Snape disse que não deixaria que nada lhe acontecesse, mas até que ponto poderia confiar na sorte? As dúvidas de corroíam, mas não eram questões imediatas. Haveria tempo para pensar, mas uma coisa já havia decidido: informaria a Ordem sobre uma possível armadilha. Precisava que aquele grupo estivesse inteiro, se quisesse proteção. Era uma troca justa.
Com cautela, seguiu para a rua principal do Beco Diagonal. Seus passos eram apressados, porém silenciosos. Não podia chamar atenção para si e tratou de seguir pelo caminho que levava à loja dos Weasley. O movimento tinha diminuído um pouco, e não viu sinal de Hermione Granger ou de Ronald Weasley, mas avistou Ginny logo na entrada da loja, como se estivesse montando guarda. Aproximou-se apenas o suficiente para chamar sua atenção. Jogou uma pedrinha perto dos pés dela e exclamou, baixinho:
"Hei, estou aqui", ela se assustou e vasculhou ao seu redor, seus olhos muito abertos pelo susto. Notando a presença de Malfoy perto da esquina para onde uma das vitrines da loja ficava virada, ela se aproximou, devagar.
"Onde você esteve? Ron e Mione foram atrás de você! Ficou maluco?", censurou.
"Não importa! Preciso falar com seu pai ou com alguém da Ordem! Tenho informações e-"
BAM!
Os dois foram arremessados contra o vidro com extrema violência. Ginny batera com as costas e fora atirada para frente com força e só não bateu a face no chão porque conseguiu se apoiar nas mãos, caindo de joelhos. Draco batera no vidro de lado e caíra sentado, protegendo-se com os braços quando a vitrine desabou em cima dos dois.
"O que está acontecendo?", ouviu alguém gritar em meio aos berros desesperados das pessoas que saiam correndo da loja e de outras que já corriam pelo beco.
"Ginny!", Draco ouviu Ron gritar. Ele e Hermione se aproximavam correndo, varinhas a postos, rostos lívidos.
"Alguém ajuda o Malfoy", ela lembrou. "Ele ainda está aí, desiludido, não sei se está muito machucado, ai..."
"Vamos, temos que correr!", alertou desesperado.
"O que está havendo?", Draco questionou, em um suspiro.
"Comensais", Hermione anunciou.
E não precisava acrescentar mais nada.
Os quatro se enfiaram em uma rua transversal e deserta. Hermione narrara um plano de fuga rapidamente, enquanto saíam da principal.
"Aparatamos perto d'A Toca. Ron, você leva Malfoy e eu vou com Ginny".
Ronald não ficou satisfeito, mas esticou o braço para que Malfoy se apoiasse e fizesse uma aparatação acompanhada. Seria engraçado, se o momento não fosse tão desesperador, pois Ron parecia uma coruja mal humorada e sem vontade de fazer uma entrega.
"Papai, mamãe, o pessoal-"
"Vamos agora!", Hermione anunciou.
No momento seguinte Draco se viu atirado no meio do mato. O sol estava alto e incomodava, havia muito mato e árvores altas mais à frente. Olhou para os lados e viu Ginny e Hermione de pé, visivelmente nervosas. Ron se levantava emburrado e preocupado. Estava tão vermelho que Draco não duvidava que ele começasse a soltar fogo pelo nariz.
"Onde estamos?", questionou.
"Perto de casa", foi Ginny quem respondeu.
"Oh, meu Deus, Ginny! Suas mãos!", exclamou Hermione, ao notar que a palma das mãos de Ginny sangrava.
"Não foi nada; melhor do que se tivesse sido o meu rosto. Mamãe conserta em um segundo".
"Vocês estão inteiros?", Hermione questionou, estendendo sua preocupação a Draco.
Os dois afirmaram e ela começou a andar de um lado para o outro, atordoada. Ginny se sentou em um tronco de árvore caído, mantendo as mãos afastadas da roupa e tentando esconder a dor que sentia atrás de uma expressão firme.
"Eles não fazem um ataque público há meses!", Hermione exclamou, sem conseguir disfarçar o tremor em sua voz. "Deve haver algum motivo..."
"Será que pensaram que estávamos com Harry?", Ron questionou.
"Isso não justifica o fato deles estarem lá, para início de conversa", Ginny argumentou. "Nem íamos visitar a loja hoje, foi algo inesperado. E não era uma informação pública que estaríamos por ali e, mesmo se fosse, eles não se arriscariam em um plano no escuro para – em um golpe de muita sorte – encontrar Harry conosco. Eles sabem que Harry está escondido com os tios. Snape está com eles".
"De qualquer forma eles fizeram muito barulho por nada", Hermione lembrou. "A intenção não era Harry, era causar pânico. Simples assim", ela se sentou ao lado de Ginny e pegou as mãos da garota. "É melhor irmos andando. Nós estamos perto de casa, mas ainda fora da barreira de proteção".
Os três começaram a andar quando Draco resolveu falar.
"Eles estavam indo em direção à loja de varinhas".
O trio estacou, primeiro em surpresa, pois tinham esquecido que ele estava ali; segundo pela informação fornecida pelo intruso.
"Como é?", Ron foi o primeiro se aproximar, encarando a massa disforme e confusa que era Draco Malfoy naquele momento.
"Como sabe disso, Malfoy?", Ginny questionou, evitando gesticular. Draco notou que além dos cortes ainda havia vidro cravado nas mãos da menina.
"Eu não sei se eles estavam indo para lá. Eu os vi seguindo naquela direção", explicou-se, tentando manter a calma. "Depois fui arremessado contra o vidro e só me lembro de ser arrastado por vocês".
Os três se entreolharam e concordaram silenciosamente que não iriam debater aquela informação naquele momento. Precisavam juntá-la com as que a Ordem provavelmente teria. Em pouco tempo estariam seguros e falariam sobre o ocorrido.
"Vamos logo para casa", Ron se adiantou. "Você precisa dar um jeito nessa mão, Ginny".
E eles andaram. Atravessaram a grama alta e chegaram a uma pequena elevação coberta por árvores. Bastou atravessá-la que Draco pôde visualizar a casa alta e torta dos Weasley. Não precisou chegar tão perto para perceber a movimentação anormal. Viu um vulto na janela e escutou alguém gritar:
"São eles!"
Barulho de muitos passos e logo Molly Weasley estava à porta, com os olhos saltados e a expressão angustiada. Venceu a distância que a separava dos filhos e os apertou em um único abraço.
"O que deu em vocês? Para onde foram? Por que não seguiram o procedimento de emergência, por que-"
"Mamãe, Ginny está sangrando", Fred alertou e a mulher mudou o seu foco de preocupação.
"Minha menina, venha comigo!", ordenou.
"Hermione, minha querida, você está bem?", Arthur Weasley perguntou. "Ron?"
"Estamos todos bem, papai".
"Estamos sim, senhor Weasley", Hermione a encarou, seriamente: "mas precisamos passar algumas informações enquanto nos recompomos".
"Precisamente. Lupin, Tonks e Moody estão aqui. Kingsley chegará em breve".
Eles já estavam entrando na casa quando Draco falou alto:
"Hey, alguém, por favor, poderia tirar esse feitiço?", pediu.
O senhor Weasley fez um sinal para que todos entrassem e pediu que Draco se aproximasse. Sem proferir nenhum feitiço, apenas tocou o topo da cabeça do rapaz com a varinha e ele pôde sentir a estranha sensação novamente. Alguns segundos depois, ele notou que já era completamente visível mais uma vez.
"Obrigado", Draco falou baixo, ao mesmo tempo em que o senhor Weasley saia da frente, pedindo que ele passasse.
Draco entrou na casa e a sala cheia e abafada ficou em silêncio.
O único barulho perceptível fora o ranger da porta recém fechada por Arthur e o borbulhar de alguma coisa que esquentava em um caldeirão na lareira. Draco atravessou a sala em silêncio e se encostou à parede, cruzando os braços e desviando o olhar. Era como se todos esperassem que ele desse as explicações pelo que tinha acontecido, como se fosse o culpado.
Não iria falar sobre Snape, tinha receio do que A Ordem iria pensar, mas – se fosse oportuno – poderia alertá-los sobre a armadilha, sobre os Comensais já terem idéia do plano, sobre a possibilidade de haver um traidor. O silêncio já havia se quebrado e todos falavam ao mesmo tempo e era como se ele tivesse voltado a ser invisível.
"O Ministério está uma loucura. A notícia se espalhou mais rápido do que o esperado", Kingsley anunciou assim que entrou.
"Houve mortes?", Arthur questionou. "Saímos de lá muito rápido, ficar e lutar não era uma opção naquele momento. Seguimos o plano de fuga, havia crianças nas redondezas, fizemos o possível para tirá-las da linha de fogo, mas-"
"Ninguém morreu, mas Olivander está desaparecido. A loja foi destruída", Kingsley fez uma pausa, quando percebeu que Ron, Ginny e Hermione encararam Draco Malfoy ao mesmo tempo. "Tem algo a acrescentar sobre isso, senhor Malfoy?"
"Eu apenas vi dois comensais seguindo na direção da loja de varinhas, mas não sabia das intenções. Estava na frente da loja quando fui atingido pela explosão. Ela estava ao meu lado na hora, fomos arremessados contra o vidro", falou apontando para Ginny, que concordou.
"Uma hora estávamos conversando, na outra só ouvimos a explosão, quando percebi estava no chão, com as mãos cortadas e queimadas, por tentar me proteger", explicou, sem tirar as mãos de uma tigela com o que parecia ser uma poção curativa.
"Podemos deduzir então que o ataque foi apenas para instigar o terror?", Fred questionou, enquanto enfaixava o próprio braço, depois e limpar e fechar o corte com magia, deixando apenas superficial para cicatrizar naturalmente.
"Eles não foram lá por nós ou por Harry", Hermione iniciou a exposição da sua teoria, nervosa. "Mas com certeza nos mantém sob forte vigilância na esperança de conseguir-"
"Eles sabem que Cicatriz não está aqui ainda", Draco falou em tom de desdém, interrompendo Hermione. "E, de alguma forma, eles sabem do plano de vocês para resgatar Potter".
Silêncio.
Draco já estava começando a ficar habituado a essas pausas quase infinitas, que mesclavam surpresa e preocupação.
"E como você sabe?", Lupin questionou.
Draco olhou para Ginny, mas decidiu que não iria entregá-la.
"As paredes aqui são finas e eu não faço nada o dia todo que não seja ficar trancado no quarto ouvindo o silêncio. Acabo escutando até mesmo aquilo que não desejo, se vocês querem saber", falou encarando Ron e Hermione. "É impossível ignorar quando certas conversas chegam até mim", acrescentou.
"Excelente tocar nesse assunto, Malfoy", Arthur puxou o assunto, mas foi Lupin quem continuou...
"Precisamos de você para que o plano dê certo".
Draco olhou rapidamente para Ginny, mas ela parecia disposta a evitar o seu olhar. Deveria seguir o conselho dela? Deveria acreditar em Snape quando o professor dizia que não deixaria que nada acontecesse a ele? "Ao resgatar Harry Potter você estará escolhendo um lado, Draco", disse Snape, pouco tempo antes de toda a confusão.
Sim, estaria escolhendo um lado. O seu lado.
N/A.: REVIEWS?
Nota (fora de hora) da Autora
Povo, eu nunca fui de fazer chantagem e blábláblá por reviews, mas em Marcas e Paranóia os hits estão lá em cima, muita gente favoritando ou colocando alert e pouca gente comenta qualquer coisa, critica ou dá toques, ou até mesmo para estimular para que eu continue escrevendo as duas. São duas longs que preciso atualizar constantemente, mas que chega bate uma tristeza por não receber nenhum feedback. Eu sei que tem gente lendo (ou pelo menos clicando, né?). Se começou e desistiu, diga por que; se continua lendo, me diz o que acha de cada capítulo (se tá bom, ruim, se foi acelerado, curto demais, longo demais, lendo, chato, se teve algo que chamou atenção, se achou erro de digitação ou ortografico e gramatical)... Isso ajuda horrores e estimula bastante a não deixar as coisas atrasarem.
Por favor, comentem. Não apenas nessa fic, mas quando lerem alguma coisa, de qualquer autor, comentem. Seja aqui no ffnet, em blogs, fórum, etc.
Beijão.
