O vampiro puxou a Isabella pela cintura, não dando tempo algum para que ela pudesse responder a sua provocação. A boca vermelha e sôfrega foi duramente colocada em cima da garota, que arfou de surpresa. O beijo não era o que se possa chamar de calmo. Os lábios se mexiam com pressa sobre os outros, as línguas se encontrando e se enroscando ao mesmo tempo em que as mãos corriam os dois corpos.
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Edward esfregava seus quadris na altura dos de Isabella, fazendo com que ela sentisse toda a excitação que tomava seu corpo, mesmo por cima das roupas. As mãos geladas de Edward foram ao encontro da barra da blusa de Isabella e a puxou rapidamente e um pedaço da peça foi rasgado e jogado para o lado, no chão. As mãos de Isabella, que a essa altura se encontravam em volta do pescoço do vampiro, desceram por suas costas, afagando por onde passavam e ela desabotoou rapidamente os botos da camisa. Mas, o que era rápido para Isabella, para Edward demorava uma eternidade, então ele simplesmente empurrou as mãos dela e tirou ele mesmo a roupa, aos rasgões.
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As unhas da garota arranharam as costas brancas do homem que, mesmo não sentindo nenhum tipo de dor, urrou na boca de Isabella, deixando-se deleitar do prazer que aquelas duas pequenas mãos lhe proporcionavam, então decidiu fazer o mesmo: puxou seu sutiã - o fecho se rompendo com a força e o elástico deixando a marca vermelha na pele delicada -. Com isso, Isabella não pôde se conter ao soltar um gemido de dor pelo ocorrido, então Edward a virou de costas e passou rapidamente a língua no lugar machucado. Nenhuma outra reação foi imposta a Isabella a não ser fechar os olhos e deixar que a cabeça caísse para trás, desfrutando do prazer dentro da dor.
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Sensação de dor apagada, Edward a virou novamente para frente, deixando seus olhos se deleitarem com a visão dos seios juvenis e arrepiados, tanto pelo frio, pela vergonha, e pelo prazer. Um sorriso safado apareceu no rosto do vampiro, que se inclinou para frente, tomando um dos mamilos da boca e dando voltas no mesmo com a língua gelada. Um gemido singelo saiu de dentro dos lábios de Isabella. Esta já tinha tido experiências desse tipo antes, mas nada, nada se igualava ao que estava sentindo agora.
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- Edward…
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Um empurrão e Isabella estava jogada na poltrona, olhando para Edward. O rosto ligeiramente corado e a respiração ofegante faziam com que o peito de Isabella subisse e abaixasse rapidamente por conta da respiração. Os olhos presos em Edward e a calça sendo arremessada duramente contra a parede. Agora só o que ela vestia era uma fina e pequena calcinha de renda branca e isto fez com que Edward sorrisse.
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- Me escondeu o jogo, Isabella…
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- Hm…
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Sem dar qualquer resposta, Edward se ajoelhou diante da poltrona, analisando o rosto de Isabella.
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A calcinha foi no mesmo rumo da calça, mas esta estava partida em duas partes. As coxas foram separadas por duas mãos fortes e geladas e logo a língua do vampiro trabalhava rapidamente no centro molhado de Isabella, que arfava e suplicava.
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- Oh! Edward!
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Satisfeito, Edward capturou o clitóris de Isabella entre os dentes e sugou fortemente. O ganido que saiu de dentro dos lábios de Isabella foi gutural e fez com que Edward sugasse ainda mais forte. Com isso, a cintura de Isabella agora rebolava em frente ao rosto do vampiro, que absorvia cada gota de excitação que Isabella liberava.
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- EDWARD!
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- Você gosta? – ele disse sem desgrudar os lábios do centro de Isabella, passando a língua rapidamente no clitóris.
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- S-sim.
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Edward, já sentindo o que estava por vir, levantou-se – e Isabella soltou um gemido de reclamação – e tirou o resto das roupas antes mesmo que ela conseguisse piscar.
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- Levante-se.
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Depois de piscar algumas vezes para tentar entender o significado daquelas palavras, Isabella levantou-se e Edward ocupou o lugar que antes ela ocupava, sentando-se na cadeira e esticando um pouco as pernas.
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Nisso Isabella pode olhar um pouco como Edward era sem roupas. E, acredite, conseguia ser ainda mais bonito que antes. Seu corpo parecia cuidadosamente desenhado, seguindo em perfeitos riscos e músculos bem definidos. Nem forte demais, nem magro demais: estava na perfeita estatura.
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- O que está esperando?
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Com isso ela despertou de seus pensamentos, olhando diretamente para os olhos de Edward, que a chamava com o dedo indicador. Ela deu dois passos para chegar até ele, que a puxou pelo braço e virou de costas. Suas mãos pegaram em sua cintura e a guiaram para que ela se sentasse em seu membro ereto.
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Ao senti-lo completamente dentro dela, Isabella arfou de antecipação e começou a rebolar em cima do músculo tenso e pulsante. Os olhos de Edward se reviraram e ele fez com que ela se levantasse um pouco e novamente se baixasse.
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O ritmo inicial era lento e calmo. Isabella precisava se acostumar com seu tamanho e grossura, que, aliás, não eram poucos. A boca da humana estava aberta, ansiando pelo ar e ao mesmo tempo por poder aumentar aquele ritmo torturante.
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Notando que Isabella já começava a rebolar em cima de Edward, além dos movimentos, as mãos geladas seguraram com a inda mais força a cintura de Isabella, a fazendo sentar e levantar de seu colo com rapidez, arrancando lamúrias dos dois. O único som que se podia ouvir naquele quarto eram gemidos e o barulho dos dois corpos se batendo, o que era praticamente torturante.
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De repente os olhos da humana se fecharam com força, e todo o seu corpo se concentrou apenas em seu centro. O arrepio cortou todo seu corpo e então um gemido gutural saiu sem que ela quisesse. Edward, ao sentir que Isabella tinha chegado ao orgasmo, aumentou ainda mais o ritmo, se derramando dentro dela logo em seguida.
