Pra vcs que comentaram e ficaram tristes pq demoro a atualizar. Me desculpem mesmo, mas eu nao consigo escrever rapido por mais q eu tente...

Na manhã seguinte acordei sozinha e nua. Meus peitos à mostra e uma pele de urso me cobrindo da cintura para baixo. Olhei para os lados e constatei que não havia mais ninguém ali. Em cima da mesa havia um prato vazio e um cheio de carne e frutas. Enrolei-me na pele do urso e caminhei até lá, me sentando na cadeira. Apesar de nunca ter muito apreço pela carne, muito menos pelo processo que a levou até minha mesa, sentei-me e comi vorazmente tudo. Nossa, nunca tinha feito tanto exercício assim. Meus músculos ardiam um pouco. Definitivamente havia uma ardência entre minhas pernas.

Estranhamente me senti vingada por passar minha vida subjugada a meu marido, com sexo ruim e sendo traída com todas as servas de casa. Apesar do meu orgulho estar tão ferido por ser uma escrava quanto era por ser corna, eu tive uma noite muito boa para o que imaginei a princípio, e o todo poderoso Duque de Castlebrier está morto. Mas eu também poderia estar se fizesse um movimento errado... Suspirei em derrota. O que fizemos ontem a noite não foi amor, mas ela não me matou, ou me jogou para fora do quarto... Nem ao menos me bateu de verdade mesmo quando perdi o controle. Levei um pedaço de maçã à boca e mastiguei lentamente. Ela parece ser um tipo de chefe por aqui, será que teria que cumprir tarefas hoje?

A porta se abre e eu levo um susto segurando a pele com força contra meu peito. Animei-me um pouco ao pensar que fosse minha selvagem, mas era um menino rosado com olhos azuis. Veio buscar os pratos. Olhou pra mim e deve ter notado o susto em minha face.

- Oi.

Oh céus! Ele fala minha língua! Mal podia acreditar!

- Oi! Você fala a minha língua! Isso é ótimo! Quem é você? Imagino que tenha vindo da Bretanha como eu. E que lugar é esse? Me lembro de viajar muito tempo em um navio muito sujo para chegar aqui! – sem perceber, eu levantara da cadeira e começara a andar de um lado para o outro do quarto - Acredita que esses bárbaros nos transformaram em escravos? Um absurdo! Nunca tive que servir a ninguém em toda a minha vida! Bem, servi meu marido, mas foi o único! O único...

-Eii! – chamou com um movimento de mão – Não fala com ninguém a tempos, não é? Nossa, mulher, que fôlego você tem. – levou uma das mãos ao peito num gesto afetado. –Sim, somos escravos, e isso é um absurdo, blá, blá, blá... Agora aceite, pois estamos na Germânia, ou algo assim. Não sairemos daqui, e ninguém vem nos buscar. Se vierem, matam. E querida, por mais que você diga que não está acostumada a servir, parece ter servido esta senhora aqui muito bem essa noite, a julgar por suas vestes...

Olhei para baixo e lembrei que vestia apenas as peles que me cobriam. O rubor cobriu meu rosto e olhei para baixo com vergonha. Fui tão fácil! Mas eu não tinha tido escolha... Tinha?

- Ora, não se envergonhe! Eu mesmo já me deitei com um desses que chamam de vikings, e por mais grosseirões que sejam, aproveitei bastante, assim como você parece ter aproveitado. Meu nome é Kurt. – fez um gesto galante com mão.

Observei-o por uns instantes. Parecia ser confiável e educado. Será que eu poderia confiar nele? Quem mais havia me sobrado?

Praticamente me joguei de volta a mesa para lhe confidenciar meus sentimentos.

- Eu... E-Eu não sei como vim parar aqui, nem porquê, e agora estou presa com essa gente que sequer fala minha língua, com medo e frio o tempo todo, e então veio essa mulher loira e me tomou como quis, e eu gostei tanto... tanto que não sei o que fazer, se me sinto suja e culpada, e jamais verei minha família novamente... e sou obrigada a lavar e cozinhar... – As lágrimas começaram a brotar de meus olhos e eu parecia mais e mais desesperada, até que não me contive e o abracei, molhando seu casaco.

- Acalme-se, tudo bem? Eles não nos matam se fazermos o que mandam. Mas você está certa por talvez nunca mais ver sua família... de que parte da Bretanha é você?

Respirei fundo e disse:

- Sou de Castlebrier. Era esposa do Duque. – Seu rosto se iluminou. Eu me sentia mais refeita e afastei um pouco dele, deixando-o respirar.

- Aiii! Uma duquesa! Não é à toa que se recusa a servir... – deu uma risada leve e continuou – Preciso ir, nós, meros mortais, temos que continuar com o trabalho. Aproveite, sua mestra parece ter lhe dado um dia de folga. – terminou com uma piscada e saiu pela porta.

Minha mestra...

Procurei o que vestir. Não sabia quem mais poderia aparecer e não queria que me vissem seminua novamente. Achei uma grande camisa de lã crua e vesti. Havia brasas na lareira e reacendi o fogo. A luz entrava suavemente pela janela e ao olhar por ela vi minha loira... Minha loira? Devo estar louca. De qualquer forma, ela estava entre homens, vestida com peles e couro, o que a deixava ainda maior em mais bruta do que antes, e estavam todos no que parecia uma disputa de quem era mais hábil com uma espada.

Ela lutava com um homem a sua frente, e enquanto lhe desferia um golpe, um segundo se aproximava por trás com uma espada em punho. Prendi minha respiração quando ele ergueu a espada acima de sua cabeça pronto para acertá-la! Com exímia habilidade, ela chutou o homem atrás de si enquanto aparava o golpe do primeiro com sua própria espada. Estava suada apesar do frio, sua respiração era ofegante e eu poderia ver os músculos de seus braços retesados, prontos para qualquer golpe.

Depois de mais algumas sessões dessa brincadeira entre eles, apareceu um homem que possuía quase o dobro de seu tamanho. Ele cuspiu no chão e tinha um sorriso de escárnio emoldurado por cabelos vermelhos. Apesar de ver aquela mulher derrubar homem após homem no chão, me senti nervosa por ela. Esse parecia ter raiva, ao contrário dos outros, que riam e se divertiam.

Ao longe o líder deles observava, sentado com um copo na mão. Seus olhos se concentravam na luta a sua frente.

O homem gigante desferiu o primeiro golpe, e a viking desviou com facilidade. Suas espadas batiam uma contra a outra muito mais rápido do que eu podia acompanhar, e logo vi minha loira no chão. Meu coração foi a boca! Não!

O ruivo riu e levantou sua espada na direção de seu rosto e meu coração finalmente parou. Tive a impressão de que o tempo havia parado, e quando o homem parecia ter absoluta certeza de sua vitória, a loira virou seu corpo para trás e chutou com toda a sua força as bolas dele. Urrando de dor, ele caiu no chão se encolhendo. Os outros homens gritavam e festejavam. Humilhado, o ruivo se levantou e tentou atravessá-la com a espada. Sei que eu não deveria ficar feliz com o fim de uma vida, mas senti uma pontada de calma e felicidade quando sangrando ele tombou com a lâmina cravada em seu peito. Após lutar por ar ele cuspiu o sangue vermelho e morreu.

Após alguns segundos de silêncio a gritaria voltara com força total, e batiam no ombro da mulher a congratulando. Eu não sabia o que pensar. Por um lado sua vida estava em perigo, mas ela acabara de matar um dos seus sem remorso... O líder atrás deles sorriu e apertou o punho dela como que para felicitá-la por ganhar o que poderia se tratar de um torneio.

Ela ainda estava tensa, eu podia ver por seus músculos e seu rosto. Seus dentes estavam apertados pela mandíbula e as veias de seu pescoço estavam saltadas.

Perdi a noção do tempo e quando dei por mim, ela estava se aproximando da construção novamente. Dei um pulo em meus calcanhares e de súbito não soube o que fazer, onde ficar ou onde me esconder. Eu ainda tinha na mente a visão do sangue escorrendo em plena praça. E se ela ficasse com raiva de mim e resolvesse me fazer o mesmo?

A porta abriu em um estrondo e fechando-a com a mesma força, a mulher me viu ali, encolhida contra a parede, totalmente indefesa e quase nua. Como que voando ela veio até mim e segurou quase gentilmente meu pescoço, levantando meu queixo me beijou. Nossas respirações se cruzavam enquanto nossos lábios se moviam e ela me guiava com paixão. Parti meus lábios a fim de me abrir mais para ela e entendendo o recado sua língua invadiu a minha e me senti derreter entre a parede e o corpo que me pressionava. Uma de suas mãos ainda apertava sutilmente meu pescoço enquanto a outra subia em direção a meus seios. Sua mão calejada agora estava sob a camisa, e o toque dos seus dedos deixava um rastro de fogo em minha pele. Eu precisava de ar, então tirei minha boca da dela, e ela desceu beijando meus ombros, à mostra pelo tamanho da camisa. Ela parecia em um frenesi louco, querendo provar tanto de minha pele quanto podia.

Suas mãos me pegaram pela cintura e me levantaram sem aviso. Passei minhas pernas por sua cintura, ficando ainda mais imprensada entre ela e a parede. Nossos corpos se tocavam totalmente agora. Definitivamente tinha algo dentro de suas calças. Seria o falo da noite passada? Teria ela planejado esse encontro pós luta? A camisa já havia saído do meu corpo e eu podia sentir meus mamilos roçarem no couro curtido de sua armadura. Os gemidos enchiam a sala e apesar de ter uma cama perfeitamente confortável atrás de nós, a urgência tomava à frente. Em outra demonstração desnecessária mas ainda assim muito sexy de força ela me sustentou com uma mão enquanto com a outra abria suas calças, deixando-as cair no chão. Meus pés passavam por sua bunda quente e redonda e eu desejei ter mais braços para alcançar ali.

Olhando entre nós duas pude ver o falo preso a ela, e estando eu já nua contra a parede ela me meteu um dedo quente para se certificar de que eu estava molhada. Claro que eu estava. Mais que molhada, eu estava inundada. Pós então o dedo na boca e chupou o que tinha meu de lá num zumbido de aprovação. Com uma mão então segurou o falo em posição enquanto ia me abaixando lentamente nele. Eu nem consigo descrever o que foi aquilo entrando em mim pouco a pouco. Eu soltei um gemido longo e rouco, e apesar daquele pau me esticar até quase o limite, meu corpo amolecia no colo dela. Ficamos segundos paradas apenas olhando uma para a outra, até que cansada da brincadeira, minha loira começou os movimentos para dentro e para fora de mim. Gemíamos juntas e nosso calor somado ao calor da lareira faziam nossos corpos suarem no frio da Germania. A cada metida dentro, o falo batia em algo dentro de mim que me deixava louca. Sentia meu ápice chegar cada vez mais perto e eu rebolava em seu colo tanto quando a parede atrás de mim me permitia.

Perto do fim, ela retirou-se de mim e me virou de costas, sem nem ao menos me dar tempo para protestar e já me entrava de novo por trás. Eu tinha que ficar bem nas pontas dos pés para poder compensar nossas alturas e ela parece ter tido que se agachar um pouco. Mas valeu a pena, pois agora ela batia em lugares ainda mais deliciosos... Sua boca me chupava as costas e o pescoço, e sua mão direita me apertava a cintura, e eu sentia suas unhas em minha carne. Sua outra mão fez o impensável: foi ao encontro de uma das minhas que estavam espalmadas na parede e entrelaçou nossos dedos enquanto eu ouvia sua respiração ofegante diretamente em meu ouvido. Eu nem tentei resistir ao sentimento que me tomou, fechei meus olhos e deixei todo o som que queria fazer sair. Foi quase um grito, mas no calor do momento nem prestei a atenção. Ela pareceu gozar atrás de mim estremecendo e colou seu corpo no meu, me cobrindo com ele. No tempo que ficamos ali paradas ela mordiscou minha orelha e disse uma única palavra.

- Quinn.

O Próximo eh o ultimo capitulo. Penso em Futuramente comecar uma segunda parte com Santana chegando pra tentar roubar a barbara de Rachel. O que acham?