Então gente, esse eh o final da história. É um final aberto pois quero muito continuar com outras ideias agora, e retomar depois. Como um Doce Barbara - segunda temporada. E acreditem, eu tenho ideias bombásticas para ela!
Então tenham paciência que vou escrever tudo para poder postar sem as interrupções pelas quais sou conhecida.
Eu observava novamente pela janela, pensando nas semanas que se passaram desde que fui trazia a este quarto. Desde que ela me disse seu nome. Quinn. Bonito e forte, como ela. Não podia acreditar que fui arrastada sem piedade da minha casa por reinos inteiros para chegar aqui e me apaixonar. Era ingênuo, era absurdo, era verdade. Eu ainda era uma simples escrava, mas via beleza e amor nos olhos dela. Por mais que eu resistisse, eu nunca havia sido tão bem tratada em minha vida. Obviamente antes eu tinha luxo e roupas lindas e tudo de material que uma mulher poderia ter, mas ninguém realmente olhava pra mim. Agora sempre que passava podia sentir os olhos lindos de Q sobre meu corpo, querendo-me, desejando-me...
Eu ainda tinha tarefas a fazer. Ainda tinha que lavar roupas no lago gelado, cortar batatas e eventualmente ajudar na cozinha... Mas pelo visto, todos tinham uma função aqui e a de Quinn era de liderar essas invasões por ouro e riquezas. Em breve ela teria que sair em mais uma, já que todos os dias carregavam os barcos com suprimentos e armas. Kurt tem me ajudado com as palavras da língua Viking. E sim, descobri que eles são Vikings. Eu não mudei de ideia quanto à sua brutalidade, ou ao absurdo em destruir lugares e matar pessoas, mas me sinto feliz. Durmo contente e satisfeita, grande parte das noites com minhas pernas entrelaçadas às dela.
A viagem de Quinn me preocupa. Eu tenho medo dos outros brutamontes e sentirei falta dela... Suas habilidades com a espada são impressionantes, mas como eu sempre fui dada à má sorte, provavelmente divertiria ao destino me pregar mais uma peça. Mais tarde, aquela noite me perfumei e esperei por Quinn temendo que fosse nossa última juntas.
A bebida e a comida estavam no quarto sobre a mesa principal de madeira rústica e eu já havia me despido de quase toda a minha roupa, sentando nas peles e sentindo o cheiro dela até que ela chegasse. Como sempre chegou com fome e sem cerimônias me tomou nos braços em um beijo profundo e sentou-se a mesa, devorando a comida. Sentei ao seu lado e comi um pouco, apesar do meu nervosismo. Os olhos dela corriam da carne que comia com as mãos para mim e demoravam nos meus seios. Acho que não precisávamos de palavras.
Levantando-se, lavou as mãos e o rosto na água da jarra em uma mesa à sua esquerda e quando vi, suas mãos estavam em minhas costas, me segurando junto a seu peito quente. Ergui minha cabeça e esperava um beijo arrebatador como todos, mas recebi um beijo gentil e calmo como nunca antes... Sua língua passava sobre a minha com carinho enquanto uma de suas mãos acariciava meu pescoço, guiando meus movimentos. Eu estava nas pontas dos pés me segurando para não derreter. Me suspendendo e me segurando em seu colo, ela me colocou com cuidado sobre a cama de peles e distribuiu beijos sobre a pele do meu pescoço. Minhas mãos seguravam seus cabelos louros trançados com força, contrastando com a delicadeza dela. Meus instintos estavam certos, algo estava diferente. Parecia uma despedida.
Quinn tomou seu tempo em meu corpo, retirando a camisa larga que eu usava e me observando demoradamente. Se fosse outra pessoa, eu teria tentado me cobrir, mas não com ela. Retribuí o olhar e tentei memorizar ao máximo suas feições. Satisfeita, avançou novamente sobre meu rosto e roçou seu nariz no meu, beijando meus lábios logo em seguida. De olhos fechados, comecei a trabalhar nas fivelas que prendiam suas roupas, procurando sua pele alva. Erguendo-se, ela me permitiu deixá-la tão nua quanto eu. Meu coração corria apressado e meu centro pulsava me fazendo sentir uma dor pungente de desejo. Não aguentei e subi sobre ela, uma coxa de cada lado de seu corpo, roçando minha umidade em seu baixo ventre. Minhas mãos foram para seus seios e fui beijando da base da sua garganta até um dos mamilos rosados. A cada leve mordida eu ganhava um gemido e chupei com vontade os dois biquinhos. Quando terminei, a pele de Quinn estava vermelha e seus seios cobertos de chupões. Fui abaixando pelo vale de seus seios até sua barriga, cheirando, mordendo, beijando até chegar onde queria. Suas coxas tremiam em antecipação e tirei suas calças. Olhei em seus olhos sorrindo e me abaixei até ela.
Senti seu cheiro e abrindo seus lábios com as mãos passei minha língua pela carne rosa e macia. A cada vez eu gostava mais disso. Levantei as pernas da minha bárbara sobre meus ombros e me empenhei a fazer ela gritar de prazer.
Comecei a chupar seu clitóris lentamente com gosto, mamando gentilmente ouvindo os suspiros de Quinn. Serpenteei uma das minhas mãos e a penetrei com dois dedos. Ela gemeu satisfeita e comecei os movimentos lentamente, aumentando a velocidade até que eu metia meus dedos com uma violência controlada que parecia agradá-la bastante. Suas mãos foram agarraram meus cabelos castanhos. Minha entrada se contraia involuntariamente, pedindo para que algo me completasse. Meus dedos já se enrugavam com a umidade abundante vindo de dentro de Quinn. Eu praticamente escorregava para dentro dela, e meu rosto estava coberto por seu gozo gostoso. Suponho que eu estava fazendo um bom trabalho.
As paredes de dentro dela começaram a me apertar, seu corpo se curvando e o aperto me meus cabelos ficou mais forte. Com um grito rouco ela veio, suas pernas me trazendo para mais perto dela. Esperei que os espasmos acabassem e fui mordendo carinhosamente meu caminho de volta, deitando de lado para observar seu rosto.
Sua pele arrepiada brilhava de suor à luz da lareira. Lentamente ela se virou para mim e me beijou, começando tudo de novo.
Mais alguns beijos cálidos e gostosos e ela estava em cima de mim, aquelas mãos pesadas apertando minha carne: a lateral de meus seios, minhas costelas, minha cintura e foram lentamente para minhas coxas. Nossas línguas se acariciavam com fervor e meus quadris já se moviam sozinhos em direção aos dela, e ficamos roçando nossos centros. Eu fechei meus olhos com força e mordi meu lábio inferior quando seus beijos molhados seguiram para meu pescoço e uma de suas pernas escorregou pra o meio das minhas. Fiz o mesmo e minha bárbara me cavalgou até eu achar que eu estava bem próxima do fim. Fora de mim eu gemia e dava gritinhos quando seu joelho acertava meu clitóris em cheio. Quando ela parou eu queria bater nela.
Quinn deu um sorriso maroto e saiu da cama, buscando meu novo objeto favorito. Ela acertou a posição do pênis falso e puxou as correias diante do meu olhar faminto. Tomando a frente, empurrei ela na cama e montei sua cintura, e suas mãos automaticamente vieram para meus peitos cujos mamilos intumescidos apontavam para ela. Eu rebolava em seu colo sentindo aquele volume abrir meus lábios inferiores e esfregar gostoso na minha entrada.
Seus lábios envolveram meu mamilo esquerdo e ela nos trouxe para a cabeceira da cama, feita em uma madeira escura e cheirosa. Quinn passou a dar atenção a meu mamilo direito e eu já não aguentava mais. Percebendo meu desespero ela me ergueu e segurou o falo na minha direção, e fui afundando devagar, sentindo cada canto se acomodar ao sentimento. As mãos calejadas se plantaram firmemente em cada lado da minha cintura, as mãos brancas contrastando com minha pele morena e fomos estabelecendo o ritmo. A cada vez que eu subia e descia em seu membro falso meu corpo se friccionava no dela. Senti os pelos de seu corpo arrepiados por minha causa. Eu podia sentir meu orgasmo se aproximando e de repente eu fui tomada pelo prazer, enfiando as unhas nos ombros dela.
Quando meus gritos cessaram e minha respiração não era mais tão arfante, os beijos já eram calmos novamente e Quinn me tirou de cima dela. Achei estranho quando ela tirou a cinta, mas não a pôs de lado. Ao contrário, me puxou e fez com que eu a vestisse. Fiquei alarmada por não ter ideia do que fazer. Eu não esperava que ela, tão poderosa lá fora quisesse ser tomada por uma escrava... Mas se era isso que ela queria, eu faria meu melhor. Eu não tinha mais o medo que tinha antes. Não era apenas sexo agora.
Quinn se deitou novamente na cama e abriu levemente as pernas. Seu corpo brilhava à luz da lareira. Me deitei sobre ela, tentando manter meu peso nos braços que me erguiam da cama. Ela ainda estava vermelha e aproveitei estar no comando para deixar chupões em seu colo, para que se lembrasse de mim em sua viagem.
Olhei entre nossos corpos e segurei o pênis de couro a penetrando devagar, procurando ver as reações de seu rosto. Puxei meus quadris e empurrei novamente. Um suspiro. Era estranho não ser capaz de sentir o que eu empurrava para dentro de seu centro, mas não era exatamente ruim. O poder era divertido naquele momento. Fui experimentando os movimentos até que consegui estabelecer metidas lentas e sensuais, bem o mais sensual que eu poderia ser naquele momento. Contudo, o que mais me maravilhou fora a confiança depositada em mim. Em todo o tempo que passei aqui, nunca vi Quinn confiar em ninguém. Me senti especial... Meu coração batia rápido e feliz e não pude segurar o sorriso que brotou em meu rosto.
Consegui me equilibrar em um dos braços e com o outro passeava por entre as curvas e músculos da minha doce bárbara. Queria que fosse especial para ela tanto quanto era para mim... Mas as coisas ficaram aquecidas muito rápido. As mãos de Quinn começaram a me puxar mais profundo dentro dela e um de seus pés escavava minha nádega, procurando mais contato. Eu entendi a mensagem e aumentei o ritmo das estocadas, investindo quase ferozmente contra ela. Aquilo sim era divertido. Agora entendi os grunhidos e gemidos toda a vez que ela fazia aquilo comigo e me peguei fazendo os mesmos sons na orelha dela. Ela era minha, e eu ia tomar tudo o que ela tinha pra mim.
Abaixei a mão livre que amassava seus seios agora vermelhos e marcados até seu clitóris e brinquei com ele tanto quanto meus movimentos me permitiam. Havia algo dentro do falo que esfregava em meu próprio enquanto eu entrava e saia de uma Quinn que gemia como uma mulher à beira de seu orgasmo. Quando seus olhos se abriram e encontraram os meus pude ver que ela havia chegado lá e fui diminuindo a velocidade, sentindo seus músculos apertando o membro que entrava com um pouco menos de facilidade.
Cai sobre ela exausta, e seus braços quentes me rodearam. Achei que fosse chorar, mas me controlei apensar das lágrimas escaparem silenciosas de meus olhos. Agora que a queria tanto, como poderia deixa-la partir?
Dormimos abraçadas como estávamos, após eu tirar a cinta. Nosso cheiro estava em todo o lugar do quarto. De manhã cedo vesti suas peles e sai para pegar comida. Ela dormia tão pacífica... Quando voltei, ela já estava banhada e vestida com couro. Seu cabelo trançado e suas armas embainhadas. As lágrimas começaram a brotar dos meus olhos e não me contive. Botei os pratos na mesa e a abracei forte, fungando. Ficamos ali, próximas, sentindo o calor uma da outra.
Ela me soltou e tirou de seu pescoço um colar com um símbolo de pedra na ponta e pôs em meu pescoço. Pegou um machado muito bonito em cima da cama e me entregou. Olhei em seus olhos sem entender bem, mas vi no fundo deles carinho e... Amor? Ela me beijou como da primeira vez, profundamente. E saiu.
Eu Chorei durante os primeiros dias após a partida da expedição, mas as provas que Quinn havia me dado me enchiam de coragem para continuar meu trabalho com fé de que ela voltaria para mim.
Gostaria de agradecer profundamente a todos que comentaram e me fizeram sentir culpada por nao atualizar. rs
Muito amor pra vcs! E nos vemos nas outras fics, que sim, terão fim!
