Eu resmungo baixinho todas as noites, na hora de dormir. E essa não foi a primeira noite em que passava o tempo pensando em Corazon e onde ele estaria . Já se passou um longo tempo e eu já estava quase tendo o nosso filho. Estou demasiadamente ansiosa. Ao mesmo tempo preocupada com que meu pai poderia fazer.

Em vez de ficar ali no escuro do quarto e não fazendo nada mais que esperar vir o sono, eu me levanto e vou pelo corredor até a janela do quarto. Meu corpo parecia não lidar com pressa e a ansiedade, mas respirando fundo, afirmo para mim mesma que tudo daria certo e que a sorte estava comigo. No momento, vi apenas que estou com problemas para dormir. E meu filho parecia estar acordado junto comigo, pois se mexia bastante dentro de mim.

Ao pensar que ele vinha até a mim e puxava-me para um abraço, eu conseguia sorrir espontaneamente um pouco e isso me faz acalmar por dentro. Ficaria assim com ele durante todo tempo, sem falar alguma palavra. Não me sinto e nunca me senti pecaminosa por pensar nele como um homem leigo, afinal de contas meu amor não era pecado. Nem meu filho era fruto de pecado algum. Era fruto de um amor proibido pelas normas da sociedade e da igreja. Às vezes, eu acho essas duas mais pecadoras por destruir a chance de formamos uma família sossegada que eu por amar um servo de Deus. Mais pecaminoso ainda meu pai, que queria se desfazer do próprio neto como se fosse um fardo. Mas não consigo sentir ódio algum. Sinto é pena, por tudo e todos perderem a chance de uma vida feliz por causa de suas ambições e sacrifícios. Até mesmo do meu amado, que não poderá assumir seu filho como pai. Isso sim é uma coisa vinda do pecado. A ambição, o sacrifício, a reputação, a vaidade. Não o meu inocente amor. O nosso, na verdade... não é mesmo, "padre"?

...

– Mas... isso é ruim!

– É o jeito... por mais que seja meu neto... mas temos uma posição que custei a manter. Vim de um passado glorioso e bandido... mas abandonei tudo para ter meu maior e melhor privilégio: Uma família e uma posição considerável na sociedade. Tenho um amigo que quer casar o filho dele... e tenho certeza que ele desistiria de casar o jovem com uma moça que tenha se envolvido com um padre e ainda por cima com um filho!

– Mas não tem como deixar a criança no internato, para que |seu apelido| pudesse sempre visita-la?

– ...e se |seu nome| não aceitar? E se aquele padre intrometido se meter?

– ...você pensa também em "silenciar" o padre?

– Não... não até uma hora em que seja necessário.

– ...tudo está complicado se o senhor quiser força-la a um casamento combinado.

– Ace... – Roger coçou a cabeça.

– ...e se ela quiser viver para sempre com o filho dela lá?

– Nem me fala isso! Cadê meu licor? – o homem procurava no licoreiro sua bebida favorita.

– Eu já pensei nisso... e provavelmente o padre vai apoiá-la. Por mim, ele abandonava essa vida e casava com ela. Caso resolvido!

– Nem que ele fosse solteirão em busca de casamento... tudo se tornou pessoal, meu filho... ele se aproveitar da hospitalidade e seduzir minha filha! Ace! Deveria odiá-lo também, viu o que ele fez com sua irmã?

– Acredito que... ela também gosta dele pois...

Roger puxou o jovem homem pela gola da blusa e o encarou com fúria. O filho ficou tranquilo, olhando para o pai como se nada estivesse acontecendo.

– ...posso confessar algo? Eu ouvi a conversa naquele dia em que ele jurou defender o filho dele... e mais, ele gosta dela... um homem que só teve que lidar com o celibato, é normal que tenha...

– Isso é problema dele, DELE! Sua irmã nada tem com a escolha dele!

– Mas ela não o ama? – Ace curvou uma das sobrancelhas grossas – já esqueceu? Ela mesma confessou que o amava...

Roger olhava como que incrédulo para o filho.

– ...ela foi seduzida, de fato!

– Ela não é bastante crescidinha para saber quem ela pode amar ou não?

O pai jogou o filho contra a parede. Ace olhou para o homem zangado, dessa vez.

– Já vi que... não posso contar com ninguém! – ele saiu nervoso da sala.

...

Corazon havia voltado a viver em Dressrosa, de favor na igreja onde ficava perto a universidade onde ainda dava aulas. Vivia sua vida normalmente como o mesmo padre de sempre. Passava distante da grande casa onde morava |Seu nome|, sempre olhando distante a janela do |seu| quarto. No fundo, sabia que sua amada estava bem, longe daquele pai – pelo menos durante a gestação. Prometeu visita-la no internato quando estivesse perto de nascer, mesmo que tivesse que se encontrar com Roger novamente. Melhor ainda, pois ali mesmo evitaria que o homem fizesse qualquer besteira.

Numa certa noite, quando voltava para a igreja, foi surpreendido por um homem encapuzado, que começou a disparar com uma garrucha contra ele. Rapidamente, ele se desviou, mas um dos tiros acertou em direção a barriga. Caindo no chão, com as mãos na barriga, ele tentou se tranquilizar. Foi se levantando aos poucos, conseguindo chegar à porta da igreja, caindo quase inconsciente. Fechou os olhos. Será que?...

Caindo inconsciente, só veio recuperar a consciência em sua cama, com Dra. Kureha ao sei lado, preparando utensílios para remover a bala.

– Ah, você acordou!

– Graças aos céus! – disse um dos padres que estavam com ele.

– Mas terei que anestesia-lo... – a velha médica deu uma injeção no padre ferido, que foi perdendo a consciência aos poucos. Ainda sentia uma dor profunda em direção ao estômago.

No dia seguinte, toda a Universidade de Dressrosa estava preocupada e em alvoroço por causa de Corazon, debilitado por causa do atentado sofrido.

– Isso foi coisa da família dela... – comentou Kid, entre os colegas, todos sentados na escada.

– Você acha que isso pode ter vindo do pai dela? – perguntou Killer.

– ...certeza. Queria ver como está |Seu nome|.

– É esse o nome dela? – perguntou Drake.

– Sim. – disse o ruivo olhando para o pedaço de grama que brincava entre os dedos.

– ...Eu posso saber onde ela está. – manifestou-se o mais calado dos quatro, um rapaz alto e de longos cabelos loiros e ondulados.

– Você e essa suas previsões... – comentou Drake.

– Nunca erram. Confiam em mim?

Kid olhou sério para o loiro que fazia adivinhações através de suas cartas específicas.

– Só se for agora! – disse o ruivo, mostrando um pequeno sorriso no rosto.

Ambos saíram dali e foram até um beco fora da universidade, aproveitando a folga que pegaram todos os alunos que foram para as aulas de surpresa. Também não haveria outras aulas com outros professores. Hawkins viu pelas cartas o que o destino reservava para |você|.

– Ela está naquele internato da Marinha.

– É? – perguntou os outros.

– Sim... mas tudo parece tão...embaçado...

– Não dá para ver mais nada? – perguntou Killer.

– E como ela está? – Kid.

– Ela está esperando um filho...

– FILHO?! – perguntou os outros juntos novamente. Kid ficou em pé – estavam todos sentados no chão da rua -, incrédulo.

– Grávida?... – foi as palavras que o ruivo conseguiu pronunciar.

– ...seria dele? – perguntou Drake.

– Do padre?! – Killer.

– ...aqui mostra uma mulher grávida e nuvens escuras em volta dela.

– Isso é perigo, não é? – perguntou Drake.

– ...péssimos acontecimentos...

Kid engoliu seco.

– Não... tem como visitarmos |Seu nome|?

– Para quê?! – perguntou Drake, aconselhando depois – não me diga que ainda tem alguma coisa por ela?... melhor desistir, Kid.

– Não disse nada em relação a isso. Apenas quero saber se ela está bem! – respondeu Kid, friamente.

Hawkins olhou Kid sem desviar o rosto em direção às cartas.

– Então... não dá para ver mais nada além disso. Mas posso traduzir que há muitas coisas ruins em volta dela. E que ela está grávida.

– Conheço aquele internato... – comentou Killer.

– Já esteve lá alguma vez?

– ...estudei lá por uns anos, mas saí antes de concluir o Fundamental.

– ...então tem como irmos lá.

– Não devem permitir nossa entrada no internato sem alguma razão. – disse Hawkins.

– Vamos como alunos do nosso mestre. – explicou Kid.

– ...mas e a permissão de vê-la? – Drake.

– ...droga – Kid socou a palma da mão – ...precisávamos da autorização do Pe. Corazon, então... mas agora?

– Vamos deixa-lo recuperar em paz. – Hawkins recolheu as cartas.

– ...quando ele se recuperar, vamos até ele comentar se podemos ver |Seu nome|...

– Espera, Kid! Mas e se ele não quiser que saibamos sobre ela?

– Bem... ele sabe que |Seu nome| e eu já nos conhecemos...

– Mas ela está presa ali, longe de todos aqui... e deve ser por causa da gravidez. Talvez o mestre não nos permita a visita.

– Vou sozinho, então... sem vocês.

Drake, Killer e Hawkins se olharam quietos.

...

Corazon se recuperava lentamente do tiro durante os meses, mas estava fora do risco de morte. Já estava perto do filho nascer e ele ainda não poderia ver sua amada, que o esperava, já de grande barriga.

– Doutora... sei que ainda não devo fazer muito esforço... mas permita-me minha saída por uns dias?

– Para onde quer ir?

– ...ver uma pessoa que está prestes à dar a luz.

Kureha se lembrou de |você|, mas ainda não tinha dado conta que ele era o pai.

– Ah... mas é longe daqui?

– No Colégio da Marinha.

– Naquele internato?

– Sim. Queria estar perto dessa pessoa.

– Quem estaria dando a luz naquele internato, cheio de freiras e de alunas virgens?

– ...uma ex-aluna, que está morando lá temporariamente.

– Ah... mas... para isso, requer todos os cuidados, a não ser que eu fosse com contigo. Ainda está com órgãos internos se recuperando... muito esforço não dá para você, padre!

Rocinante pegou na mão da médica, como quem estivesse implorando.

– Eu lhe peço... como se estivesse de joelhos... que me leve até lá!

Kureha fez uma careta, pensativa.

– Quando você quer partir?

– Semana que vem.

– Vamos ver... se não tiver um compromisso antes... eu te levarei.

A doutora combinou com ele antes de ir embora para sua casa. Mal chegou em casa, recebeu uma ligação de Roger.

– Já está perto de nascer o filho da minha filha... eu a levarei até onde ela está para que faça a última revisão antes dela dar a luz.

– Ah, sim, claro! E onde ela está?

– No outro lado da cidade, na Escola da Marinha... está lá temporariamente até que dê a luz... e lá menos vamos resolver o destino de minha filha.

Ela associou os fatos. Havia ouvido falar dos boatos do Pe. Corazon que havia se envolvido com a filha de um nobre homem em Dressrosa. E Corazon queria ver essa ex-aluna. Será que... não era possível para Kureha acreditar. Mas aquietou suas suspeitas, fingindo não saber de nada.

– Lógico, tudo será resolvido.

Ao terminar a conversa com Roger, Kureha pôs a mão na boca, como quem quisesse segurar uma boa gargalhada. Mas continuaria a fingir que nada suspeitava.

E |você| estava linda. Uma bonita e saudável gestante que guardava a ansiedade em ver o filho nos braços e entrega-lo para Corazon. Decidiu que, se não pudesse ficar com o filho, daria para ele criar no convento dele. Também estava decidida a tomar outros rumos em sua vida, e estava apenas esperando o dia em que o pai lhe forçaria a casar. Lutaria pelo seu amor que jamais poderia ser correspondido na sociedade, mas que era livremente correspondido dentro do seu coração.

Em uma tarde linda de Domingo, Corazon retornava aquele internato em cadeira de rodas, junto com Kureha e um assistente dela. Big Mom e as outras irmãs foram receber a visita ilustre, e estranharam vê-lo numa cadeira de rodas.

– Estou bem... foi apenas um pequeno acidente que sofri, mas nada... – e ele piscou rapidamente para a velha médica, para que não falasse nada.

– Veio ver como está |Seu nome|? – perguntou Big Mom.

– Sim, como prometido. Está bem perto de nascer a criança.

– Sim, ela está de barriga grande!

– Foi bem cuidada por nós, Pe. Corazon. – comentou Irmã Monet.

– Bem, terei que deixar o padre sob os cuidados de vocês, posso? – pediu Kureha.

– Mas é lógico! Permita-me... – Violet assumiu o comando da cadeira de rodas, ajudando Corazon a subir a pequena rampa na entrada do internato.

– Bom, vou indo agora. Até mais, Pe. Corazon... e não faça muito esforço, hã?!

Ele apenas acenou com a mão, concordando.

Em particular, Corazon teve que comentar a verdade para Big Mom, que ficou espantada.

– Deveria ter denunciado as autoridades!

– Já fizeram relatório, fui salvo por uns guardas que me viram jogado às portas da igreja onde estou hospedado.

– E não há suspeitas?

– ...lembro que era um homem encapuzado... não deu para reconhecer... mas sinto que foi algo mandando. Não quero fazer acusações... porém tenho suspeitas envolvendo o pai dela... quase brigamos de verdade quando fui alertá-lo que ficaria de olho nele.

– Entendo... mas descansa um pouco... para depois vê-la!

– Tudo bem.

E ele ficou em um sofisticado quarto de hóspedes. |Você| estava dormindo em seu quarto. Já a noitinha, Violet bateu à porta do |seu| quarto e você, já acordada, abriu.

– Temos uma surpresa para você, venha! – ela pegou gentilmente em sua mão para guia-la até Corazon.

– Espera, Violet... estou de longa camisola!

– Essa pessoa não vai se importar.

|Você| imaginou que fosse seu pai e irmão. Mas se alegrou até o fundo da alma ao ver Corazon, já de pé – pois podia andar só um pouco – esperando-a com um sorriso. Ele estava te esperando em uma das salas de escritório.

– Só venha abraçá-lo devagar porque ele está machucado. – disse Monet, que estava com ele.

E você pode mais uma vez se aconchegar nele.

– Mas... o que houve, padre?

– Depois eu te conto... mas senta aqui... – ele a levou para o sofá do escritório, e depois lhe tocou a barriga. Sentiu seus olhos umedecerem, mas não deixou rolar nenhuma lágrima.

– Padre... que bom que veio. Eu... precisava falar com você uma coisa...

E ele olhou para as duas freiras presentes, pedindo privacidade. Após saírem as duas, |você| saiu de onde estava sentada e o abraçou novamente, mas se sentando no colo dele, que acolheu como se fosse uma criança.

– Corazon... preciso te pedir uma coisa.

– Peça.

– Se eu não poder ficar com meu filho... por favor... faça-o crescer naquele monastério onde você se formou padre... tenho certeza que, ali, poderá sempre vê-lo e eu terei notícias dele.

– Sim, eu quero fazer isso...

– E... eu tomei uma decisão sobre mim.

– Que decisão?

– ...quero seguir o mesmo caminho que você.

– ...mesmo caminho? Como assim?

– Também quero me converter em uma serva de Deus!

Corazon piscou os olhos mais de três vezes seguidas, sem entender o porquê daquilo. E |você| explicou.

– Não quero me casar com outro homem... se eu não posso ser sua esposa, então serei uma serva que nem você, e juntos estaremos.

– E seu pai?...

– Uma freira não vai manchar a reputação da família, pelo contrário!

– Humm... não sei. Seu pai está bem alterado com esses recentes acontecimentos.

– Não me importo com o que meu pai vai pensar! ...mesmo se eu não puder assumir meu filho depois de me converter, ao menos poderei sempre vê-lo nesse monastério! – |você| falava esperançosamente, até que uma mudança repentina de humor a fez mudar o semblante. Os pesadelos foram aparecendo na cabeça de |Seu nome|; e o sorriso se tornou em um choro. Corazon notou isso e sabia que algo tinha de ser feito. Seus olhos |cor dos seus| lacrimosos eram muito para o homem, que pôs |sua| cabeça no peito dele, apertando-a em um abraço.

– Não... eu não queria que nada disso estivesse acontecendo! Eu... queria muito poder assumir meu filho... vê-lo somente de longe é horrível só de imaginar! Mas... eu não tenho saída... será pior se eu ficar longe de você nos braços de outro homem!

– ...você sabe que eu te amo, e você tem meu coração, certo?

|Você| olhou para ele. Sem tirar a cabeça do peito dele.

– Então... quero que você seja aberta sobre tudo o que está sentindo. Não importa o que o destino nos reservar... eu prometo estar dentro de si onde estiver, seja noite ou dia... não importa a distância. Vamos estar sempre unidos pelo coração. Teremos um laço que crescerá e nos dará uma grande descendência – a não ser que queira ser como eu.

– Não... não quero que ele tenha o mesmo destino que nós!

– ...por isso que devemos ter fé... vamos confiar em Deus... a ele nada acontecerá de mal, juro por nós dois... que darei a minha vida por ele. – disse Corazon, e em seguida enxugou com os dedos as lágrimas que desciam quente pela sua bochecha.

Em questão de segundos, |você| sentiu pequenas contrações desconfortáveis em seu ventre. |Você| não pode evitar uma careta de dor e ele observou?

– O que houve?

– Nada não...

– Como nada?

– ...Sinto umas contrações... parece que alguém se mexe aqui dentro.

– E não tem alguém se mexendo ai dentro, não? – perguntou o padre, dando leves tapinhas no ventre roliço. Ele pode sentir algo como se tivesse tremendo dentro da barriga – É melhor que vá para o quarto. Venha, senta nessa cadeira de rodas. – ele a guiou para a tal cadeira – vou chamar uma das irmãs.

Ao abrir a porta, deu de cara com uma jovem noviça que ainda não tinha visto ali e pediu ajuda.

– Ei, jovem... poderia me fazer um favor?

– Tenho que ser breve, pois me mandaram ir até o escritório onde está a visita.

– Bem... é aqui mesmo. – o loiro comentou rindo.

– Desculpa... sou nova por aqui, sou Purin.

– Sou o Padre Corazon.

– Encantada. – fez uma pequena reverência apenas com a cabeça.

– Será que poderia leva-la até o quarto dela? – o loiro mostrou |você|, que deu um aceno de mão como se já a conhecesse. Purin também fez o mesmo.

– Sim, senhor.

E Purin a levou para |seu| quarto. |Você| estranhou aquelas contrações, mas não fez nenhum escândalo, apenas pedindo para que a noviça chamasse a Irmã Monet ou a Violet. Enquanto isso, Corazon foi até Big Mom, que estava em seu próprio escritório.

– Ué, mas você veio andando?

– Cedi a cadeira para |Seu nome|. A Srta. Purin já a levou para o quarto dela. Acho que ela vai precisar de um médico nesse momento.

– Ela entrou em trabalho de parto?!

– Desconfio que sim...