Disclaimer: Naruto, como seus personagens infelizmente não me pertencem! São uma grande obra de arte genial do Tio Kishimoto! Apenas o enredo criado aqui é de minha autoria! Espero que gostem! Passa-se no Universo Naruto, um pouco antes de Sasuke sair em sua rendição, após a quarta guerra ninja.

Essa fanfic também será postada nos sites do Social Spirit, Wattpad e Nyah, através do login NaniSenpai.

N/A: ~*Yo, Minna!

Esse capítulo demorou, mas chegou e Kami! Que calor! kkkkkkk

Olha... Devo dizer que estou orgulhosíssima desse capítulo feito para safadinhas! Espero que vocês o julguem da forma que o julgo: o mais próximo de perfeito para nosso casal favorito! '-'

Chega de bla bla bla, vai! Vem aí cerca de 5.300 palavras só de safadeza para vocês, taradas de plantão!

Boa leitura!

Van, querida, essa é para você!*~

oOo

Capítulo 3 - Apenas minha

Ele levantou, a deixando deitada sobre o sofá. Com uma frieza e naturalidade digna de um psicopata, observou a mulher dos fios róseos adormecida. Os braços ainda no alto de sua cabeça, os pulsos, machucados pela corda, ainda amarrados. O peito subia e descia tranquilamente, provando o sono constrito pesado. Os lábios inchados e avermelhados por seus beijos, levemente entreabertos. As lindas e macias pernas, graciosamente dobradas uma sobre a outra. Sem dúvidas o pecado em forma humana.

"Linda. Simplesmente linda.", refletiu ainda velando seu sono.

Levou uma das grandes mãos à nuca, a apertando para aliviar a tensão e desviou o olhar para o fim do corredor, direto ao quarto, já planejando seus próximos passos. Sentou-se na poltrona e tirou os sapatos. Descalço e usando apenas a calça moletom larga e escura, levantou-se e seguiu para lá.

Olhou minuciosamente a sua volta, capturando detalhes desagradáveis como um porta retrato, que continha uma foto dela com Sasuke, em cima da escrivaninha, em frente a janela que estava aberta com cortinas brancas esvoaçantes. Aproximou-se inconsciente da expressão de desgosto que a face adotou e o pegou. O ônix e o Sharingan seriam capazes de queimar a foto apenas com o olhar se não fosse seu ótimo auto controle. Sakura tinha um leve sorriso nos lábios, as esmeraldas focadas na câmera, mas claramente com os pensamentos longe. As mãos delicadas fechadas sobre o peito, enquanto Sasuke mantinha uma das mãos em seu ombro, tão perceptivelmente distante dela, quanto a terra do céu. O foco, na mão bruta demais para estar sobre o ombro aveludado dela, esteve perto de sofrer um atentado. Era muito desgosto e talvez, só talvez ciúmes, mas negaria a si mesmo sentir esse tipo de coisa de um casal que estava fadado a concretizar uma união desastrosa e completamente condenada a infelicidade eterna. Dará muito mais que a possibilidade de um futuro diferente à Sakura, bastava apenas ser paciente o suficiente para encontrar o momento mais propício para isso.

Pousou o porta retrato em seu lugar, entretanto o deixou virado para baixo. Deu alguns passos para seu lado direito e encontrou ao lado da janela, pendurado, um quadro com diversas fotos. Naruto com Hinata sorrindo, enquanto Sakura e Sai, um de cada lado do casal, apontavam para eles. Tsunade abraçada à um grande jarro de porcelana, provavelmente de saquê, e Shizune ao seu lado. Sasuke e Naruto em mais uma de suas disputas visuais.

A sobrancelha grisalha arqueou levemente quando vira uma foto sua, sentado sobre uma pedra, com um cotovelo apoiado no joelho e a outra mão segurando seu fiel companheiro Icha Icha Paradise. Não lembrava de ter permitido que tirassem foto sua, na verdade, tinha certeza de que Sakura a tirou escondida, mas não estava irritado, nem nada do gênero. Na verdade ficara algo próximo de satisfeito ao ver que tinha lugar reservado para si, que não dividira com ninguém como os outros, em seu quadro pessoal de fotos.

Com um meio sorriso nos lábios, se aproximou um pouco mais do quadro, quando viu ao lado de sua foto, uma foto dela sozinha. Cheirava uma flor, o olhar perdido no horizonte, longe da câmera, num ângulo perfeito. Perguntou-se se era coisa de Ino, esta, adorava guardar esses momentos da amiga, sendo ou não, decidira que essa foto seria sua. Pegou-a e enfiou no bolso da calça e resolveu deixar seu lado stalker de lado por enquanto.

Voltou a sala, cuidadosamente desamarrou Sakura e a pegou no colo. A levou para o quarto, deixando a mulher nua adormecida sobre a cama. Deitou-se ao seu lado e com a mão esquerda, afastou alguns fios jogados sobre sua tez, balanceando se não pegou pesado demais com sua ex-aluna, para um primeiro orgasmo. A mão não conseguiu evitar percorrer o pescoço, descendo para o ombro nu, descendo ainda mais para o monte sinuoso, rodeando seio por seio. A admiração emanando de seu olhar. A própria área baixa se precipitou e se contorceu, como se o corpo dela hipnotizasse e controlasse o seu.

Ele se aproximou mais, a mão passeando pelo corpo esbelto sem pudor algum. Os lábios secos sedentos por mais dela. Quando percebeu, estava sobre ela, explorando o pequeno corpo dotado de belas curvas com sua boca e língua.

Sakura estava numa plenitude total. O corpo parecia flutuar. Os sentidos a enganavam, vez ou outra despertavam e adormeciam novamente, mas as sensações, oh elas ainda estavam lá. Desde um vento frio acariciando seu corpo, até a leve dormência, consequência da sua alta perda de chakra anteriormente.

"É mesmo... O que foi aquilo?", vestígios de sua consciência se manifestaram, porém questionar era o máximo que poderia fazer. Estava tão cansada que não conseguia se mover, mal podia raciocinar, mas apesar tudo, ainda estava sensível, e sentindo o fogo se alastrar rapidamente por seu corpo com os toques da mão quente que incitava suas necessidades primitivas a despertarem.

As orbes rolaram escondidas sob as pálpebras tão pesadas quanto chumbo bruto, quando sentiu uma sucção mais forte entre as pernas, onde estava mais do que úmida internamente. Estava excitada, muito excitada, mesmo que tivesse acabado de despertar.

Mordeu o lábio inferior e arqueou as costas, arreganhando inconscientemente ainda mais as pernas. Quem quer que estivesse fazendo isso, fazia com maestria. Parecia beijar seu centro de perdição, como se beijasse sua boca, de forma bruta, intensa, forte, dura. Chupava, lambia, introduzia a língua úmida na gruta apertada e nesse ponto, completamente violada e não era uma reclamação, não, era uma dádiva, que aquilo se arrastasse pelo resto de sua vida.

- Ah... - os lábios inchados se entreabriram levemente e um gemido rouco escapou.

Os dedos dos pés se contorceram quando sentiu algo longe de ter a textura e umidade da língua, ser introduzido em sua boceta. Era incômodo, talvez doloroso, mas estranhamente era algo que estimulava a querer mais. Entrava e saía em movimentos lentos e calorosamente sensuais, porque no mesmo ritmo, a boca chupava o seio direito.

Estava suando, podia sentir as gotas escorrerem por todo o seu corpo e essa imagem de si, lhe parecia completamente erótica.

- Abra-se para mim, Sakura. - o sussurro veio ao pé do ouvido, lhe eriçando os pelos em uma cadeia viciosa. Primeiro da nuca, espalhando-se pelos braços e depois pelas pernas, e sabe o que mais tinha peso sobre essa reação? O fato do timbre de voz ser carregado de luxúria e de uma proximidade e familiaridade que despertava seu lado pecaminoso. Era a voz de seu ex-Sensei, com direito a rouquidão sexy e compasso preguiçoso, porém voluptuoso. Kami, o que estava acontecendo com sua sanidade? Independente da resposta, cederia, obedeceria. Se viu abrindo as pernas em seu limite, para recebê-lo de bom grado e não satisfeita com isso, elevou o quadril de encontro com o que a penetrava.

Sentiu o roçar do nariz dele em seu pescoço e logo os lábios se abrindo contra sua pele, alfinetando sua imaginação, a fazendo imaginar que estaria sorrindo aquele sorriso perverso. "Céus, não aguentaria mais tanta tortura."

E se estava em seu limite, descobriu que logo isso acabaria. Estava há um passo do seu fim, principalmente depois que ouviu aquele delicioso riso curto gutural. A ideia de diverti-lo sofrendo sexualmente, fazia seu ventre latejar, se contorcer, chutando qualquer intervenção de sua sanidade para longe.

- Isso... - sussurrou, mordendo o lóbulo de sua orelha - Continue sendo obediente e deixe vir... - a hipnotizou completamente - Goze para mim, Sakura. - a ordenou com tanta imponência, que foi inevitável se curvar diante de sua superioridade oferecendo-lhe total submissão, o obedecendo de prontidão.

- Ah... - gemeu, quase num grito sôfrego diante do devastador ápice do orgasmo. A explosão de prazer, como a primeira vez, a elevou ao céu e depois a devolveu ao inferno em um curto espaço de tempo. Se contorcer não era mais suficiente para seu pequeno corpo pilhado em tensão. Precisava de mais, e mais, e por Kami, mais!

As lágrimas escorreram por suas bochechas delicadamente rubras, era muito para si, ao mesmo tempo que parecia que não era nada, que precisava elevar tudo aquilo ao auge. O peito subia e descia afobadamente, o pulmão lhe pressionava a resolver o ofego com urgência.

Ouviu o som semelhante de alguém chupando algo e esforçou-se para abrir os olhos, mesmo que minimamente. Queria conferir o que estava acontecendo. Apertou os olhos com força, como se lhes ordenasse a obedecê-la e com todas as suas forças, o fez. Lentamente, os abriu. As esmeraldas sem foco, ganhando nitidez pouco a pouco, encontraram um homem com o torso nu lambendo os dedos lentamente, sensualmente. Após alguns segundos, a visão em perfeito estado o reconheceu. Era Sasuke, deitado ao seu lado, com os olhos fechados como se apreciasse o sabor do que umedecia os dedos. Seu gozo. O gozo dedicado a fantasia que construiu a favor de seu prazer.

A culpa voltou a tona, quando se deu conta do que acabou de acontecer. Em um momento íntimo com seu futuro esposo, desejou e mais do que isso, imaginou que era outro homem que estava a tocando. Torrencialmente, os olhos desfaziam-se em lágrimas encharcadas por culpa. Traiu seu futuro esposo mais uma vez, em sua mente, mas traiu. Inferno, o quanto estava se perdendo nesses desejos insanos?

- Não chore, não chore. - ele repetira algumas vezes, tão calmo quanto sempre aparentava estar. Era tão dominante de seu interior, que a fazia se questionar como algo assim era possível.

Ganhou um afago entre os fios róseos, beijos castos sobre a tez e uma mão espalmada percorrendo de sua cintura para suas costas. Habilmente, ele estava sobre ela, a queimando com o calor que seu corpo emanava e os lábios causavam, cada vez que lhe tocavam a pele. E se os lábios despertavam sua libido, o que aconteceria se ele envolvesse a língua? Aquela que lhe arrancou suspiros e gemidos e gri-...

- Ah! - gritou, num pulo, sentindo a língua trabalhar em conjunto com os dentes, cravados no pescoço.

- Relaxa... - murmurou contra a pele, afundando o rosto na clavícula alva mais uma vez. Fungou seu cheiro, embriagado com a perfeita mistura do cheiro natural com um hidratante qualquer e claro, não poderia faltar o cheiro de sexo. Suor e mistura do próprio cheiro com o dela. O animal primitivo dentro de si, movido por instintos, ronronava, rosnava, uivava, como um canino. O canino branco solitário que era, mas que estava prestes a marcar sua fêmea para sempre. Inicialmente, se satisfez a mordendo no pescoço. Uma bela mordida que lhe deixou o gosto de ferro na boca. Não pôde reprimir a vontade de cravar os dentes naquela pele alva e macia e extremamente convidativa para que fossem deixadas suas marcas. Começou a chupar, como se pudesse sugar todo o sangue dela. Era doentio, mas precisava sentir e mais do que isso, ter, ter algo que nenhum outro homem jamais teria dela, o próprio sangue, retirado de sua marca.

Ela sentia a sucção, doía, como doía e mesmo assim estava enojada por como a umidade entre as pernas aumentou com o ato. Estava ficando cada vez mais excitada e não conseguia se conter. Os gemidos saíam de sua boca, antes mesmo de perceber. Levou a pequena mão aos fios dele, agarrando fortemente, puxando, ora para afastá-lo, ora para puxá-lo contra si, o incentivando a continuar o que estava fazendo. O corpo perdido nas contradições incoerentes do pouco que conseguia distinguir de seus desejos. Como era possível isso acontecer com tanta intensidade? Ela o queria, mas não "o" queria, queria que tudo aquilo continuasse, queria que fosse "ele", mas não conseguia se dar o luxo de parar o que o homem ao seu lado estava fazendo, porque precisava. Oh Kami, como precisava acabar com tudo aquilo! O pulsar do interior do ventre ordenava isso com todas as suas forças.

O roçar do membro duro dele em sua perna sensível, a faz pressionar uma coxa contra a outra, ansiando algum toque. Mordeu o lábio inferior e arqueou as costas, aumentando o contato entre o peito dele e seus seios medianos.

Ele elevou uma das mãos à sua nuca e a puxou de encontro a própria boca, ainda mais, chupando com ferocidade o pescoço. A língua sempre ali, acariciando a pele carente. O som emitido pelo ato, chegando direto aos seus ouvidos, lhe causando mais arrepios e aquele frio na barriga e céus, por que causava deliciosos choques por sua espinha?

Gozaria mais uma vez apenas com aquilo, oh gozaria.

- Sasuke-kun... - proferiu, perdida nas diversas sensações intensas que estava sentindo.

Bruscamente, o homem parou o que estava fazendo, levantou o tronco e lhe fulminou com o olhar.

- Eu já disse para não dizer este nome! - gritou furiosamente, num descuido incalculado de sua verdadeira ira.

Imediatamente abriu os cansados olhos e os arregalou ao encontrá-lo sobre si completamente irado - O que..? - balbuciou, confusa - Por-Por que? - o medo fez com que sua voz saísse em um fio decrescente, até que sumisse totalmente.

- Não me questione! - saiu de cima dela, mais uma vez bruscamente, e se sentou lhe dando as costas. As mãos grandes cercaram a cabeça em total frustração.

- Mas... - tentou se defender, porém se calou diante da mão erguida dele, a ordenando que se calasse.

- Vou fazê-la entender de uma vez por todas. - disse ríspido e se levantou, sumindo de sua vista por segundos.

O coração da rosada acelerava cada vez mais, uma fusão de medo e ansiedade, com uma pitada de confusão e a tormenta só estava começando. Ouvia ao longe o som de algo caindo no chão e se quebrando, parecia ser seu abajur, que ficava em cima da mesa de canto onde estava amarra-...

O raciocínio se perdeu quando o viu aparecer do nada no pé de sua cama, em pé, com aquela maldita corda nas mãos. Os olhos arregalaram ainda mais e o coração palpitou. Começou a ofegar e desta vez conseguia identificar que era por medo. O que ele pretendia?!

Tentou se levantar, ao menos se virar de bruços para engatinhar até o fim da cama. Precisava sair dali de alguma forma. O corpo bambo mal aguentava seu peso para se erguer minimamente, imagine para conseguir fugir? A tontura veio com tudo quando conseguiu levantar pelo menos a cabeça.

Ouviu aquele riso gutural e levantou seu olhar. Parecia se divertir com seu desespero. Estalou a língua três vezes, numa clara advertência repreensiva e para reforçar, meneou a cabeça zombeteiramente. Os olhos estreitos, o sorriso perverso nos lábios. Se aproximava da cama a passos lentos, a obrigando a recuar como podia. A corda arrastava pelo chão, lhe dando calafrios por todo o corpo.

- Sabe, Sakura... - começou, com a voz carregada de rouquidão, as palavras saindo de sua boca arrastadas, calmas, completamente contrárias à sua explosão anterior - Você tem sido tão desobediente as vezes... - apoiou um dos joelhos sobre a cama e alargou o sorriso perverso, a olhando com pura malícia - Mas vou fazê-la entender de que nunca mais deverá dizer este nome. - ameaçou em um tom dominante, erguendo levemente o queixo, a olhando de cima para baixo com superioridade, frieza e aborrecimento - Vou fazê-la esquecer ele. - pausou a frase, extinguindo o sorriso. Os lábios desenharam uma linha reta perfeita, o olhar transbordando desgosto - A qualquer custo. - o outro joelho se apoiou na cama, e logo estava se aproximando dela - E então vai entender de uma vez por todas que você é minha. - engatinhou sobre seu corpo, como se estivesse em câmera lenta. As esmeraldas o seguindo, como uma boa presa aguardando o bote - Minha.

Em um único movimento, ele grudou nos pulsos finos e os elevou acima da cabeça dela. Os abriu, um para cada lado e num piscar de olhos, ela estava amarrada à cabeceira da cama, nua, desprotegida e completamente exposta. Quando achou que ele já tinha feito de tudo, ele a provou de que podia ir ainda mais longe. Desapareceu em segundos e reapareceu com outra corda nas mãos e rapidamente estava com os tornozelos amarrados, cada um alinhado às pernas da cama, a deixando arreganhada para ele.

- Minha. - repetiu, num tom levemente perturbado. O olhar totalmente predador e insano.

- O que... - ofegava, indefesa - O que pretende fazer? - questionou, porém se arrependeu de imediato quando ele lhe lançou aquele sorriso completamente doentio e perverso - Ah! - gritou com todas as forças, quando sentiu uma pontada no interior de sua coxa. Fechou os olhos com força para expulsar as lágrimas acumuladas. Cerrou o maxilar, prendendo o grito agoniado. Acumulou forças para levantar a cabeça e o encontrou curvado sobre sua perna esquerda, mordendo o interior de sua coxa. Ele mordeu até seus dentes perfurarem a pele cálida e chupou a medida que sangue vazava dali. A respiração tornou-se curta e pesada, o corpo fraco tentando fugir daquilo - Ah! - gritou outra vez, quando sentiu a mesma dor vindo de sua panturrilha direita e ele não parou aí, depois de morder e chupar seu sangue, encontrava um novo lugar para recomeçar. Interior do antebraço, lateral da cintura, próximo das costelas, parte frontal da coxa, seios, virilha. Havia marcas por todo o seu corpo e já estava rouca de tanto gritar, mesmo que ele fizesse questão de ignorá-la.

Estava deixando sua marca do lado direito da clavícula feminina, quando pareceu sofrer uma epifania. Começou a rir, guturalmente, lhe deixando beijos castos onde acabara de morder - Como pude me esquecer disso? - levantou o tronco, a cercando com seus braços, se ajeitando entre as pernas dela, roçando seu membro extremamente rígido contra o ventre dela - Talvez eu tenha sido um pouco rígido com você... - ronronou, arrastando o nariz pela bochecha dela, a voz perigosamente aveludada, serena.

Sakura estava paralisada. Tantos eram os motivos. Medo, dor, falta de chakra, cansaço, excitação. Kami, sua vagina estava encharcada, porque tudo que ela sentiu enquanto ele lhe mordia o pescoço, lhe dominou enquanto ele fazia o mesmo com todo o seu corpo. Fechou os olhos, apreciando o roçar das intimidades baixas.

Desfez-se do henge que o deixava com a aparência e voz de Sasuke e permitiu-se ser ele mesmo - Abra os olhos, Sakura.

A ordem veio da voz dele, de seu ex-Sensei, sua perdição e seu fim. Rapidamente os abriu e mais, os arregalou vendo Kakashi sobre si. O rosto sem a máscara, expondo seu rosto lindo num todo. Os olhos, um negro, outro carmesim, a cicatriz sobre esta até metade da bochecha esquerda, o nariz, os lábios, a barba sutilmente por fazer sobre o queixo na medida perfeita. Tudo extremamente lindo às esmeraldas, que congelaram o analisando. O choque se espalhando pela mente, parando o tempo ao redor de si. Boquiaberta, engasgou com a própria saliva, o fazendo rir mais uma vez - Por que está tão surpresa?

Como se um balde de água fria tivesse sido jogado em si, acordou para os fatos. Engoliu a seco e apesar de ter consciência de que era Kakashi a sua frente, a mente não conseguira processar o que isso envolvia e todas as consequências.

- O-O que..? - gaguejou e se perdeu no que deveria questionar, completamente inerte.

- Deixa pra lá. - arrastou o nariz pela pele macia, na lateral do rosto, até o ouvido - Vamos nos concentrar no agora. Acho que agora é a minha vez de me satisfazer, não acha? - sussurrou roucamente, pegando a pequena mão e a levando de encontro com seu membro rígido, o apertando com sua mão sobre a dela - Veja como estou duro. - com a língua, brincou com o lóbulo da orelha dela, lhe causando indesejáveis arrepios.

Ela fechou os olhos com força, caçando a sanidade em seu interior. Era seu ex-Sensei. O tempo todo era ele. Por que isso estava acontecendo? A gravidade da situação a tirou do entorpecimento que as sensações lhe causavam. Se debateu, repulsando as carícias do copynin. Puxou sua mão com força do domínio dele e de cima daquele membro que seu corpo traidor desejava arduamente e virou o rosto para o lado oposto em que ele estava, mantendo os olhos fortemente fechados - Eu... Não! O que está fazendo, Kakashi-sensei?! - questionou e praguejou internamente por sua voz ter saído tão indecisa. Tudo muito mais difícil graças a carência de seu corpo.

Mais daquele riso gutural soou - Estou realizando as suas fantasias... - sussurrou e num piscar de olhos, estava por cima do corpo feminino, reforçando as cordas, segurando com as mãos os pequenos pulsos acima da cabeça. Levou a boca ao ouvido dela - E as minhas. - quando ela parou de reagir contra seu domínio, começou a distribuir beijos por seu pescoço - Eu quero te foder, Sakura, de todas as maneiras possíveis, imagináveis e inimagináveis. - rastejou sobre o pequeno corpo, descendo na altura de seu peito e capturou o seio, o chupando avidamente. Levantou o olhar e num estalo, liberou o seio avermelhado para levantar a cabeça e sorrir perversamente - Entretanto hoje... - disse com seu trejeito habitual, de forma arrastada e preguiçosa - Me contenho em apenas tomar o que é meu. - percebeu a sobrancelha rosada arquear, confusa, e sorriu - Seu corpo... - beijou o peito, entre o vale dos seios, subiu para lhe deixar um beijo no queixo e cessou o movimento, com sua cabeça ao lado da dela, a boca novamente colada no ouvido - E sua virgindade.

Ele a ouviu soltar um suspiro pesado, quase trêmulo em seu final e triunfante, sorriu, afundando o rosto entre os fios róseos e pescoço alvo. Lambeu de cima para baixo e esfregou o membro na abertura tão úmida, que sentia mesmo sob a calça.

Ela se esforçou para manter-se sã, mas estava difícil, muito difícil. Ouvir aquelas palavras completamente dedicadas a si a deixou nas nuvens, mesmo que não fossem palavras bonitas e românticas. Sasuke nunca diria nada nem remotamente perto disso. A necessidade que ele tinha de tê-la por perto, era apenas para que ela o trouxesse para o presente, sempre que ele se perdesse no passado, mas não envolvia nada físico, muito menos sentimental. Qualquer uma poderia fazer isso, todavia ele a escolheu, porque ela era a mais próxima de alguém confiável, graças ao relacionamento que construíram enquanto ainda eram o Time 7. Sasuke nunca a tocou, mal foi capaz de retribuir o beijo que um dia ela ousou lhe dar. Ele era distante demais para isso e Kakashi, bom, ele a estava tomando para si. Estava lhe dando calor humano, cuidados peculiares, prazerosos e mais do que isso, um laço sentimental. Uma possessividade obsessiva que a faz se sentir importante para ele e isso não é de agora. O ex-Sensei sempre fora atencioso consigo, paciente. Sempre zelou pelo seu bem e sempre esteve ao seu lado, para qualquer coisa, desde um consolo por algo infantil, até horas conversando consigo, para que não se sentisse sozinha. Sabia que todo esse cuidado, não era vazio, mas aceitar isso agora, traria consequências irremediáveis.

- Por favor... Pare. Eu não posso, eu não quero... - tentou afastá-lo, mas os braços não conseguiam. Porque não queria, não podia. Precisava do que ele tinha para lhe oferecer.

Ele afastou-se minimamente, apenas para olhá-la nos olhos. Os fios prateados e bagunçados caindo sobre o carmesim - Não quer? - levantou uma das sobrancelhas, o tom tornando-se zombador - Então me explique o por quê de estar tão encharcada. - levou uma das mãos direto a boceta molhada, enfiando os dedos indicador e médio em sua fissura inchada. Ela gemeu, arqueando as costas, enquanto os olhos fechavam e a cabeça se forçava para trás. Retirou até a altura das unhas os dedos e os enfiou novamente, escorregando facilmente - Até quando vai mentir para si mesma, Sakura? - o tom saiu repreensivo, porém o sorriso estava expondo convencimento puro. Sempre fora um homem acima de tudo observador, não daria um passo arriscado desses sem ter certeza de que o que sentia por ela era recíproco. Outro gemido e os lábios se divertiram alargando o sorriso. Repetiu o movimento, até tê-la gemendo sem parar, prestes a ter outro orgasmo - Vê? Você quer, como eu quero. - reduziu a velocidade dos movimentos, a torturando - Mas fiquei realmente chateado com sua pequena resistência. - cinicamente, pesou mágoa na voz. Fez um estalo com a língua - Terá de pedir, se quiser mais. - desceu a outra mão grande do pulso fino para o braço, sentindo cada músculo dela trêmulo - Peça. - sussurrou ao pé do ouvido lentamente - Peça por mais, Sakura. - lhe mordeu o lóbulo, como gostava de fazer isso. Retirou os dedos e apenas os passou pela fissura escorregadia, espalhando o pré-gozo pelos lábios inchados.

- Kakashi-Sensei... - o nome saiu com um ofego sôfrego. Os espasmos pelo que ele estava fazendo a ordenando a obedecer ele, a necessidade silenciando e mais, ignorando as advertências das reais consequências do que está prestes a acontecer - Por favor... - sussurrou em meio a um gemido, entregando-se a essa loucura.

- Mais alto. - ordenou, arrastando a língua pelo pescoço dela. A faria pedir, com certeza faria e para fazer isso acontecer, resolveu incentivá-la. Cercou a cabeça dela com um braço contra o colchão, abandonando o braço dela e levou a outra mão no próprio membro duro. Ia torturar a si mesmo, mas mais ainda a ela com isso. Esfregou a cabeça de seu pênis na fissura encharcada dela. Grunhiu, aprovando o ato e respirou fundo, exigindo auto controle - Mais alto, Sakura. - exigiu entre dentes, cerrando o maxilar com a ânsia de meter nela de uma só vez.

Gemeu quase ronronando e elevou o quadril, de encontro ao membro pulsante. Ela conseguia senti-lo duro, pulsante e quente e o desejava dentro de si, como desejava. A sanidade já não tinha mais espaço. A luxúria vindo com força total - Por favor, mais... - elevou o quadril mais uma vez e pôde sentir a cabeça entrando em sua vagina - Mais, Sensei... Mais... - implorou, tentando se soltar da corda para agarrar-se a ele.

Sorriu maliciosamente contra o pescoço dela e finalmente a penetrou por inteiro. Foi num único impulso. Estava tão escorregadio, que mesmo apertado, conseguiu entrar facilmente. O pênis latejava pelo modo que a boceta dela o acolhia. Ignorou o grito doloroso dela e lentamente, começou a se movimentar. Cuidadosamente, entrava e saía, excitando-se cada vez mais pelo modo como ela gemia, a dor misturado ao prazer, mesmo que esse último, nesse momento seja mínimo.

Começou a distribuir beijos pela parte superior dela, mordendo e lambendo por onde passava, queria lhe dar o máximo de prazer possível, assim como ela estava lhe dando. Levou uma das mãos a bunda macia e firme dela e a apalpou, lhe arrancando um suspiro alto.

Estava eufórico por finalmente tê-la, como sempre desejou ter, por inteira. O corpo dela agora é completamente seu e nada mais mudaria isso.

Levou a outra mão para o outro lado da bunda dela e como fez anteriormente a apalpou fortemente. Ouviu um gemido mais arrastado dela, provando que a dor estava dando espaço ao prazer e resolveu melhorar ainda mais aquilo. Com as duas mãos nas nádegas firmes, elevou a quadril feminino ao mesmo tempo que estocou para dentro dela. Com esse movimento, pôde aprofundar a penetração, lhes dando um prazer imensurável.

- Kakashi-Sensei! - exclamou, quando o sentiu ir mais fundo. O ventre se contorceu em torno do pênis e ameaçou ter espasmos. Aquilo fora maravilhoso. Mesmo que doesse como o inferno aquelas estocadas, tinha sido maravilhoso. Estava tão molhada e escorregadio, que sentia seus fluídos misturados aos dele, entrar e sair e escorrer pelo vão de sua bunda e Kami, era surrealmente sensual.

Ele repetiu mais algumas vezes aquele movimento, levando os dois ao limite. O quanto poderiam aguentar mais? O som dos corpos se batendo, e mais, o pau contra a boceta, o som dos grunhidos dele e gemidos dela, o cheiro de puro sexo, o suor dos dois se misturando, tudo os deixando insanos de prazer.

- Você é minha, Sakura. - estocou bruscamente mais uma vez - Seu corpo é meu... - outra intensa estocada, sem cuidado algum - Seus pensamentos serão meus... - e outra - Seu coração será meu... - e outra, mais forte e mais intensa - Tudo que te envolve será meu e não há nada que você possa fazer para mudar isso. - as estocadas cada vez mais selvagens reviravam o pequeno e frágil corpo do avesso.

- Sensei... - saiu como um gemido. A mente se questionando como ficou a mercê dele ao ponto de ouvir aquelas palavras doentias e ficar cada vez mais excitada.

- Diga, Sakura. Diga o meu nome. - ordenou, mergulhado no desespero de encontrar a própria satisfação.

- Ka-Kakashi... - o timbre trêmulo vacilou ao sentir as mãos grandes dele apertarem fortemente sua bunda, cravando os dedos com unhas curtas nela, a erguendo de encontro com o membro rígido e mais uma forte estocada.

- Repita. - ofegou, enterrando o rosto na curvatura do pescoço e ombro dela, quando o corpo respondeu avidamente ao ouvir seu nome no tom preenchido de luxúria.

- Kakashi... - o nome saiu com um gemido que mexeu com sua própria excitação. Era absurdo como dizer o nome dele em meio ao sexo, tornava tudo tão erótico e prazeroso.

- Mais uma vez... - impôs duramente, o tom sombrio carregado de luxúria exigindo mais dela.

- Kakashi... - sentira o corpo chegar próximo daquela onda de sensações que o orgasmo lhe trazia e logo forçou os braços e pernas para se livrar da corda. Precisava abraçá-lo, agarrá-lo com todas as forças para provar ao seu corpo que estavam mesmo fazendo aquilo.

- Repita. - ordenou.

- Kakashi! - gritou, sentindo seu corpo ansiar pelo fim daquela tortura. Acumulou o pouco de chakra restante que tinha e puxou, sentindo a corda drená-lo rapidamente. Inferno, o corpo perdera a força por segundos. Ficou dormente e completamente abobado, mas não desistiria. A cabeça completamente vazia de razão e cheia de determinação.

- Repita, até meu nome ser a única palavra proferida por sua boca. - estocou com tanta força, que ela gritou de dor, misturado ao prazer - Repita, até meu nome ser o único a estar presente em seus pensamentos... - a necessidade era tanta, que rodeou a cintura fina e a impulsionou contra seu corpo, no mesmo ritmo que se afundava nela - Repita, até meu nome ser o único presente em seu coração.

- Kakashi! - movida por pura excitação pelo que ele lhe dissera, acumulou todo o chakra que tinha e puxou braços e pernas, quebrando a cabeceira e parte superior das pernas da cama, onde as cordas estavam presas. Como desejava o abraçou, com braços ao redor de seu pescoço e pernas em sua cintura, tão forte que poderia jurar que o quebraria, mas isso não importava, estava chegando ao fim daquela tortura.

- Repita até não te restar mais nada, porque você é minha, Sakura. Apenas minha. - estocou forte o suficiente para o impacto lhe doer e fazer ela gritar, mas isso também não importava, porque ambos estavam alcançando o limite da insensatez e o auge do prazer.

Levou uma das grandes mãos à cabeceira da cama, agora quebrada, pegando um último impulso para a estocada que o levaria ao céu. Sentiu as pequenas mãos dela o arranharem profundamente de cima para baixo e gozou, gozou grunhindo guturalmente pela dor e prazer proporcionado por ela, que desejou tão insanamente por tanto tempo.

- Ah! - ela gritou, sentindo o impacto do orgasmo, junto ao seu corpo convulsionando pela alta drenagem do pouco chakra que tinha, junto de todas as sensações que gozar lhe proporcionou. Nunca, nunca em sua vida pacata imaginou que seria possível ter aquela avalanche de sensações. Era doloroso e prazeroso. Contraditório, muito mais que as razões que a perturbariam mais tarde.

Ofegantes, calmos, saciados, eles se mantiveram em silêncio, dedicando-se apenas a regularizar as respirações.

- Apenas minha. - o ouviu repetir, antes de desmaiar novamente.

oOo

N/A:~*Ora! Finalmente saiu esse hentaizinho, hein?

Vamos lá, desembuchem aqui pra Senpai! Esse é o segundo (decente, quer dizer, indecente, mas aceitável) hentai que escrevi! Me digam se me saí bem?

Tentei pesar em emoções e sensações, porque sou péssima de descrever esse tipo de cena, mas torço para que não tenha influenciado negativamente a tão esperada perda da virgindade da Sakura com o Kakashi! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Ahhh e falando nisso, perceberam, né? Desde o começo era nosso Sensei delicioso brincando de confundir a Sakura kkkkkk

Ai ai, gostaram? E você, Van? Gostou? Era isso que você esperava do nosso Kaka Bad?

Espero que tenham ficado molhadinhas, meninas! E aguardo comentários!

Até a próxima!*~