Disclaimer: Naruto, como seus personagens infelizmente não me pertencem! São uma grande obra de arte genial do Tio Kishimoto! Apenas o enredo criado aqui é de minha autoria! Espero que gostem! Passa-se no Universo Naruto, um pouco antes de Sasuke sair em sua rendição, após a quarta guerra ninja.

Essa fanfic também será postada nos sites do Social Spirit, Wattpad e Nyah, através do login NaniSenpai.

N/A: ~*Yo Minna!

Trago mais um capítulo para vocês e duas surpresinhas! A primeira é que nesse tem o tão desejado hentai que todos pediram e que fiquei devendo no capítulo anterior kkkkkk E a segunda é que decidi estender um pouco esses momentos KakaSaku antes de ir para o final da fanfic, porque teoricamente no próximo capítulo ia rolar... Ah deixa pra lá! Quase solto spoiler kkkkkkk

Enfim... Então no próximo capítulo ainda trago momentos KakaSaku e a introdução para o fim da fanfic! Sim! Fecharemos em até 9 capítulos (10 no máximo já que eu sempre tenho ideias pra tentar agradar vocês) kkkkkkkkkkkkkkkk

Ahhh e preparem corações para este capítulo. Há muitos sentimentos envolvidos aqui além do hentai. Não se esqueçam que Sakura está relutante em se entregar para Kakashi porque está comprometida à um casamento indesejado, porém importante com o Uchiha, graças a #malditapromessa !

Vannnn! Espero que curta! Tem hentai, açúcar e selvageria! kkkkkkkkk

Bom, é isso! Boa leitura!*~

oOo

Capítulo 6 - O coração decide o que quer

O beijo durou alguns minutos, o suficiente para acalmar com aquela proximidade os dois corações dos sentimentos que de alguma forma, os separavam e os dividiam entre o certo e o errado. Afastaram-se minimamente e abriram os olhos, se encontrando em seus interiores mais uma vez. Kakashi via nas esmeraldas o quão confusa estava, não só em relação ao casamento com o Uchiha, mas também em relação a ele e Sakura via nos olhos bicolores o quão decidido ele estava de convencê-la a desistir do casamento, mesmo que tivesse que fazer coisas erradas, como fez até ali, a sequestrando e a mantendo refém.

Os fios prateados caíram sobre os bicolores, escondendo a intensidade de seus sentimentos. Meneava a cabeça negativamente, enquanto as mãos grandes apertavam o pequeno rosto angelical - Eu não posso deixar que se case, Sakura... Eu não posso. - encostou a testa contra a dela e fechou fortemente os olhos - Eu não posso te perder...

Ela fechou os olhos, expulsando as lágrimas vindas direto de seu coração. Tinha uma obrigação a cumprir, independente do quanto aquilo a machucaria, mas machucar uma segunda pessoa, fazia daquele sacrifício algo impossível de ser feito. Ela não contava que sua relação com Kakashi se transformasse naquilo, assim como não contava que ele iria tão longe por ela.

Dedos longos acariciavam cautelosamente o rosto feminino, rodeando os traços da expressão tensa da face delicada. As esmeraldas se esconderam por trás das pálpebras e se entregou as carícias, sentindo as lágrimas ainda escorrerem pelas bochechas. Amaldiçoava o destino por ter sido tão cruel com eles. Ela sabia que Kakashi perdeu todas as pessoas que amou para a morte, mas ironicamente, o destino lhe tirará mais uma pessoa que ama, porém com vida, para esfregar-lhe o quão duro ainda podia ser com ele; E quanto a ela? Bom, ela ficou presa à um amor não correspondido por anos, mais do que o coração pudesse suportar. Amor que a ligava de forma até doentia à uma pessoa que apenas lhe fez mal, de todas as maneiras possíveis. Ele a repudiava, a tratava com indiferença, a feria e a usava sem hesitar e quando finalmente se livrou desse amor, ele lhe propôs em casamento, como se ela fosse apenas um objetivo, como o que tinha pelo próprio irmão. Era egoísta, calculista, frio e era por ele que sacrificaria a própria felicidade, junto da felicidade de outra pessoa. Valeria a pena? Algum dia se perdoaria por fazer isso?

Recebeu um beijo casto nos lábios - Precisa descansar. - a voz firme e grave soou, enquanto os braços fortes rodearam seu corpo e o levantaram como se não pesasse nada. Ele vacilou por segundos no movimento. Sentiu certa dor no ferimento que ela lhe causou, mas não fraquejou. Respirou fundo e andou até uma cama improvisada no canto da caverna, próximo a cascata. A pousou gentilmente sobre o macio das almofadas e acolchoado improvisado. A ajeitou para que ficasse mais confortável e depositou um beijo em sua testa, antes de se levantar e lhe dar as costas. A deixou só para que descansasse, pois o nível de chakra dela estava perigosamente baixo, além de o estado físico e psicológico estar fortemente abalado. Ela precisaria de tempo para digerir tudo aquilo, ele sabia.

Andou até o canto extremo contrário da caverna e escorou-se contra um rochedo alto. Ainda de costas para ela, cruzou os braços e ficou estático, como uma estátua pertencente àquele lugar.

Cansada, a kunoichi suspirou pesadamente e fechou os olhos, enquanto encharcava silenciosamente as almofadas com suas lágrimas contínuas. Entregou-se ao cansaço e à dor, perdendo-se em sonhos e pesadelos que inundavam seu interior.

Os dias passaram lentamente. Já faziam quatro dias que Sakura dormia sem acordar e ele a esperava pacientemente.

- Kakashi...? - chamou, hesitante.

Ele deixou no chão os troncos que havia pego na floresta próximo dali, para sustentar o fogo que os aquecia a noite e calmamente, andou até onde Sakura lhe esperava sentada. A cor voltou a colorir seu rosto, deixando a palidez para trás. As bochechas levemente rubras, lhe dando um aspecto mais saudável. As olheiras profundas ausentes.

Agachou-se, sem deixar que os joelhos encostassem no chão e apoiou os cotovelos nas coxas - Como se sente? - questionou, em seu tom pacífico.

- Acho que bem... - respondeu timidamente, desviando do peso do olhar dele sobre si. Encolheu-se inconscientemente e abraçou-se, evitando olhá-lo. Sentia o clima estranho, distante para duas pessoas que já trocaram beijos afetuosos e momentos intensos de amor como os que viveram e não sabia como reagir. Inevitavelmente, levou seu olhar a ele. Usava a calça jounnin escura, sandálias ninja, regata gola alta azul marinho, luvas com dedos cortados e por incrível que pareça, estava sem máscara. Era tão estranho vê-lo sem aquele adereço, mas era a prova nata de que ele confiava em si para expor o que nunca expunha a ninguém. Sorriu tristemente e deixou o olhar cair ao chão - E você? Como se sente?

- Acho que bem... - repetiu a resposta dela de prontidão, roubando seu olhar para si.

Abaixou a cabeça e desviou de seu olhar intenso mais uma vez - Eu sinto muito, Kakashi... - disse em tom claramente derrotado. Ela tinha as respostas para aquelas perguntas que rondavam seus pensamentos até enquanto dormia na ponta da língua. Não valeria a pena e ela nunca se perdoará por fazer isso, mas fará. Prometeu e cumprirá. Mordeu o lábio inferior e meneou negativamente a cabeça - Eu não posso... - parou sua frase antes de concluí-la, ao vê-lo enrijecer por completo.

Eles se olharam mais uma vez, até ele se levantar e começar a andar para o lado oposto em que ela estava.

- Kakashi-sensei... - sussurrou, sentindo seu coração apertar conforme ele se afastava. Levou uma das mãos no rosto e afastou os fios que entravam em seu campo de visão, antes de frustradamente deslizar a mão pela lateral até o pescoço. Ela tinha responsabilidades e ser uma noiva prestes a se casar era uma delas. Independente do que houve até ali, precisava fazer o que se comprometeu a fazer - Eu... - balbuciou, o vendo cessar os passos e olhá-la por cima do ombro - Eu preciso volt-... - hesitou em continuar, quando o cenho prateado franziu em desgosto. O olhar pesou o semblante de forma quase torturante e ela se viu pedindo desculpas por ter dito aquilo ao sentir a dor que causou com aquelas palavras.

- Vou trazer algo para comermos.

Foi a única coisa que disse, antes de fechar os punhos e se retirar pelo corredor estreito no fundo da caverna.

Os olhos reagiram, inundando suas esmeraldas mais uma vez. Fechou os olhos e abaixou a cabeça. O coração doía tanto, porque sua decisão ainda a machucava e agora, machucava a ele, ela sentiu. A culpa pesava sobre a lógica e os sentimentos passaram a dominá-la. Se deitou em posição fetal e se abraçou como pôde. Não poderia sentir tanta dor para sempre, não é? Uma hora ela não seria tão latente. Oh, desejava com todas as forças que não.

Não se deu conta de que voltara a dormir, apenas caiu em si quando fora acordada gentilmente pelo homem que estava presente em seu sonho. Abriu os olhos, deixando os ouvidos apreciarem a voz calma dele, lhe dizendo que estava preocupado por ela dormir tanto.

Levantou-se desajeitadamente, se sentando com as pernas dobradas. Fechou os olhos e de repente, estava no sonho novamente.

oOo

- Sakura?

Virou-se sorrindo e mordeu o lábio inferior, enquanto ainda andava de costas, observando Kakashi lhe seguir pelas ruas vazias no bairro um pouco afastado do centro e também pouco habitado devido as consequências de seu passado - Venha, estamos chegando! - riu baixinho, pensando que logo esse fato seria mudado. Eles reviveriam aquele bairro, tinha certeza de que sim. Se virou, apertando os passos. Vire e mexe o olhava por cima do ombro, o encontrando em toda sua imponência, a seguindo curiosamente.

- Para onde estamos indo? - ouviu na voz grave.

- Você vai ver! - riu mais uma vez e se virou apenas para piscar, tirando um sorriso aberto do homem mascarado que não usava mais a máscara, não quando só estavam os dois presentes.

Ela estava feliz, transbordava felicidade de seus olhares e sorrisos e ele, parecia se influenciar por sua felicidade, cada vez que soltava alguns risos curtos guturais ou sorrisos involuntários charmosos.

Passaram por um grande portão de madeira e ela cessou os passos, o aguardando alcançá-la. O coração batia forte no peito e tão rápido, que sentia que estava a beira de um ataque cardíaco. As mãos suavam frio e estavam trêmulas, até ele tocá-la. A kunoichi olhou para seu lado direito e prendeu um sorriso nos dentes, ao senti-lo entrelaçar a mão na dela.

- O que está aprontando? - perguntou em tom preguiçoso, porém com um toque de diversão e lhe presenteou com um sorriso de canto.

- Te trouxe aqui para mostrar meu novo lar. - o viu arregalar os olhos e olhar rapidamente para o complexo residencial a frente - Quero dizer... - sussurrou, abraçando o braço esquerdo dele e ficando na ponta dos pés para sua boca chegar ao ouvido dele - Nosso novo lar.

Eles estavam no complexo Hatake. Distrito da família de Kakashi, onde infelizmente estava abandonado. Logo depois de perder o Pai, Kakashi se mudou para um bairro qualquer na vila, abandonando o que por direito era seu, mas há alguns dias atrás, ele a pediu em casamento e propôs morarem lá. Ela estava insegura demais para aceitar naquela vez. Recusou o pedido de casamento e acabou o chateando por isso, entretanto, decidiu se entregar aquela enxurrada de sentimentos que ele despertava em si e decidiu fazer aquela surpresa.

Ele se virou para olhá-la e com uma mão, capturou o pequeno rosto, aproximando-a de si para depositar um breve beijo em seus lábios - Então quer dizer...? - iniciou a questão quase num sussurro incrédulo, porém cheio de esperanças.

- Sim! Eu aceito! - sorriu e o beijou, depositando tudo de bom que sentia ao estar ao lado dele.

oOo

- Precisa se alimentar. - sua voz rígida a trouxe de volta para o presente, dispersando lentamente aquele doce sonho - Trouxe ensopado de peixe. - complementou e lhe entregou ohashi e um pequeno owan com a sopa anunciada - Espero que goste.

Sorriu minimamente, apenas para retribuir a gentileza e recebeu de bom grado. De fato estava com fome - Obrigada.

Os lábios finos desenharam um pequeno sorriso e ele se levantou e a deixou novamente.

Sozinha, começou e terminou a refeição. Era desolador. Como se seus maiores medos e anseios se materializassem e ela já havia se preparado para aquilo, porque ao se casar com Sasuke se condenaria àquela realidade, mas não havia se preparado para passar aquilo com Kakashi. Na verdade, nunca nem sequer imaginou que alguma vez ele a trataria com tanta distância e superficialidade como estava a tratando.

Soltou um pequeno riso cheio de escárnio. O que estava vivendo agora era totalmente o oposto do que vivia no sonho. Enxugou as lágrimas, que teimosamente escapavam de seus olhos e olhou para a mão, que ainda segurava ohashi e o owan.

Decidiu ignorar seu coração estúpido e se concentrar em seu corpo. Seu nível de chakra estava quase normalizado. Deixou os itens que estavam em sua mão no chão ao seu lado, sem se alimentar e deixou o indicador correr pelo braço nu, pois havia vestido uma regata dele. Ainda estava com hematomas de mordidas e chupões pela pele, mas bem menos que antes. Os pulsos ainda estavam cortados também, apesar de o ferimento estar completamente seco. Pensou em se curar, mas aquilo lhe parecia que de alguma forma estava fugindo das consequências de seus erros.

- Acho que você quer um banho. - ele se aproximou, lhe entregando uma toalha com algumas roupas e itens de higiene pessoal, que não perguntara, mas percebeu que eram suas. Provavelmente ele os pegou em sua casa em algum momento em que a deixou sozinha - Estarei lá fora. Me chame se precisar de alguma coisa.

- Obrigada. - pegou as coisas e o viu deixá-la mais uma vez.

A semana passou-se assim. A indiferença dele ou mágoa, já estava a sufocando e para piorar, sempre que dormia, tinha aquele mesmo sonho. O contraste dos fatos estava a deixando em um ponto insuportável. Precisava conversar com ele, precisava pedir perdão pelo que estava o fazendo passar. Ela estava o machucando, isso era óbvio. Nessa uma semana, não se sentiu no direito nem de olhá-lo por isso. Sequer lembrava do motivo pelo qual estava presa, porque a única coisa que lhe passava na cabeça era ele.

- Trouxe algumas frutas. Me avise se quiser algo mais. - lhe entregou uma pequena sacola com algumas frutas e enfiou as mãos nos bolsos, pronto para deixá-la sozinha mais uma vez.

- Kakashi. - avançou um passo na direção dele, mas paralisou ao vê-lo encarando-a.

- Sim? - respondeu prontamente, com sua calma habitual e expressão nula no rosto.

- Eu... - mordeu o lábio inferior e desviou de seu olhar. As palavras simplesmente ficaram presas em sua garganta, mesmo que as tivesse ensaiado inúmeras vezes para este momento. Levou a mão livre ao pescoço e o pressionou, para aliviar a tensão. A perna começou o tique nervoso e o coração começou a acelerar - Eu-...

- Vou deixá-la comer em paz. - a interrompeu duramente e se retirou.

Silenciosamente, voltou a chorar. Caiu sobre os joelhos e deixou a sacola cair, fazendo com que as frutas rolassem pelo chão.

- É tudo culpa minha... - sussurrou para si mesma. As pequenas mãos apertavam os joelhos. Se sentia impotente o machucando daquela forma, mas não conseguia parar a si mesma. Parecia que havia uma muralha entre eles, tão alta e forte, que nada a aproximaria dele - O que eu fiz? - levou as costas da mão à boca, tentando inutilmente enxugar as lágrimas que rolavam incessantemente pelas bochechas - O que eu fiz...?

Deitou-se, no chão mesmo e se deixou cair no sono. Se entregou ao sonho que sabia que encontraria em seu inconsciente, porque era exatamente o que desejava de todo o seu coração.

- Sakura? - ouviu ao fundo de seu sonho - Sakura! Céus, o que está fazendo deitada no chão? - sentiu braços a rodearem e sabia que era dele, do homem que a amava e que estava sofrendo porque ela não podia aceitar seu amor. Se encolheu em seus braços, sentindo ele levantá-la e levá-la para algum lugar.

Agarrou-se ao tecido da camiseta dele, sabendo que ele estava cuidando dela, como sempre cuidou, mas que a deixaria sozinha novamente, com têm feito desde aquele beijo e de suas palavras insensíveis contra ele. Como pôde cogitar voltar para a mentira que viveria com Sasuke depois de ouvir sua declaração? Involuntariamente voltou a chorar, a ponto de soluçar e ofegar. A dor em seu peito era dilacerante. Ela não queria mais ficar sozinha, não queria mais ficar longe dele e não queria mais magoá-lo. Precisava dele e de tudo que ele poderia lhe oferecer. Precisava.

Ele a sentou cuidadosamente sobre a cama improvisada e pegou as mãos que agarravam sua camisa, tentando se soltar - Ei... Se acalme, Sakura.

Finalmente abriu os olhos. As lágrimas transbordavam de sua alma e se intensificaram ao ver a expressão de dor dele. Ela estava o machucando ainda mais ficando naquele estado. Chegava a ser irônico o modo como ela sempre o machucava, da mesma forma como Sasuke sempre a machucava. Por que o destino estava fazendo isso com eles?

Soltou um suspiro pesado e cansado, apertando levemente as pequenas mãos para tirá-la de si - Você precisa de um banho e um bom descanso. - ameaçou se levantar, mas parou ao vê-la agarrá-lo ainda com mais urgência.

- Não! Não me deixe sozinha de novo, Kakashi! - implorou, se ajoelhando para se aproximar dele - Por favor! Não me deixe sozinha... - as lágrimas escaparam em peso para fora de seus olhos inchados e avermelhados. Não havia mais força para fazer o que era certo, porque o certo doía, a matava aos poucos e fazia o mesmo com ele. Ela não era mais capaz de ser o motivo pelo qual eles não eram felizes. Não suportava mais - Por favor... - encostou a cabeça no peito dele, agarrando ainda mais forte a camisa - Por favor... Por favor... Não me deixe... - repetia em estado de choque, sem ao menos perceber a forma como se perdeu naquela solidão e naqueles sentimentos que potencializaram sua culpa.

Ele a abraçou fortemente contra si. Não era capaz de vê-la naquele estado e se afastar como fez até aquele momento. Ele estava tentando se blindar contra as palavras duras dela, aquelas que ele sabia que eram a coisa certa a se fazer, mas não queria ouvi-las, não podia. Ele não a perderia, mesmo que isso custasse sofrer daquela forma cada vez que ela pedisse para deixá-la voltar.

Cuidadosamente, a pegou no colo. Se levantou e foi até a cascata. As mãos femininas deslizaram por seu peito, até engancharem seu pescoço fortemente, como se o prendesse contra si para que não a abandonasse, mas ele não tentaria de qualquer forma, era tarde demais para os dois.

Com ambos vestidos, ele entrou no pequeno lago e caminhou até seu centro, onde um pouco mais que a metade do próprio corpo ficava imerso. Abaixou-se até que a água a cobrisse também e se afastou o quanto ela permitiu, para olhá-la nos olhos. Bicolores conectados as esmeraldas, numa intensidade de tirar o fôlego. Os olhos transbordavam sentimentos e palavras que não podiam ser proferidas, mas que eles compreendiam, cada uma delas. As testas apoiaram-se uma contra a outra, sem desfazer o vínculo visual.

A pequena mão pousou na lateral do rosto viril e o acariciou levemente. A expressão facial estava rígida, apesar de no olhar demonstrar que estava mais magoado do que irritado.

- Eu sinto muito, Kakashi... Sinto muito...

- Sh... - a silenciou e encostou o nariz no dela, o roçando levemente. Umedeceu o lábio inferior e capturou o dela com os dentes, numa breve mordida, que a arrepiou dos pés à cabeça.

Ela sabia o que estava prestes a acontecer e sinceramente ela não era capaz de pará-lo. Porque o coração decide o que quer e naquele momento, parecia tão certo e inquestionável que queria ele, que não havia outra verdade que a faria hesitar, como fez até ali.

Entregue ao momento, capturou um punhado dos fios prateados e o puxou para si, dando início ao beijo que tanto desejou por todos aqueles dias. Ele não perdeu tempo, retribuiu e o intensificou, simultaneamente, soltava as pernas dela e a incentivava a entrelaçar à sua cintura. A mão grande se enfiou entre os fios róseos, agora molhados nas pontas e os puxou para baixo, obrigando-a a levantar a cabeça para que pudesse aprofundar o beijo da forma como necessitava, a sentindo inteiramente. Explorou a boca, enquanto a outra mão passeava pelo pequeno corpo.

Se afastaram, apenas para que ele pudesse tirar a camiseta que ela usava, a deixando sobre a água. Com as duas mãos, passeava pela pele nua dela, eriçando os pequenos pelos por onde passava. Encontrou o vale dos seios, cobertos pelo sutiã branco e rodeou a borda, alcançando a fina alça. Subiu os dedos com o contorno, sempre roçando a pele macia. Ergueu o olhar, encontrando o dela e sorriu minimamente, quando ela lhe ofereceu um pequeno sorriso incentivador. Ela estava pronta para se entregar para ele. Finalmente ela estava pronta.

Ele brincou roçando os dedos pela pele, até encontrar o fecho do sutiã e sem pressa alguma, o abriu. Umedeceu o lábio inferior, no vício que só ela conhecia e sabia que ele tinha e direcionou a boca sedenta ao pescoço, trilhando beijos até o ombro, onde deixou uma leve mordida.

Por instinto, ela se encolheu do lado que ele mordeu e soltou um riso curto. Aquele momento estava tão leve e confortável, transbordando intimidade, sentimentos, amor, que rapidamente se esqueceu da dor que sentia até aquele momento. Era como se existisse apenas Kakashi e Sakura, sem suas histórias, responsabilidades e restrições.

Braços e pernas se desvencilharam dele e com os pés no fundo do pequeno lago, se aproximou. Lentamente, levou as duas mãos à cintura dele e segurando a barra da regata dele, levantou o tecido, da mesma forma que ele fez com ela, lento e sem desfazer o contato com a pele. Sentiu cada músculo se contrair ao seu toque, assim como sentiu a bandagem improvisada e mal colocada no ferimento que ela mesma causou. Mordeu o lábio inferior com o que viu, gostaria de continuar aquela tortura, mas decidiu terminar de tirar a regata, com a ajuda dele. Mais uma peça boiava pelo lago.

Ela decidiu que o curaria, de todas as formas que pudesse e começou pelo estrago que fez em sua costela. Lentamente, desenrolava a faixa de seu abdômen. Assustou-se vendo a pele arroxeada no centro e meio amarelada num degrade esverdeado, além de algo espetando para cima, marcando a pele.

A respiração ficou irregular, estava pronta para ficar em prantos mais uma vez, mas dessa vez por culpa. Ergueu o olhar e por ele, suplicou por perdão mudamente. Voltou a atenção ao ferimento e uma luz verde começou a iluminar sua mão. Gastaria todo o seu chakra se fosse preciso, mas o curaria.

- Não é preciso, Sak-...

- Quieto. - o interrompeu firmemente - Preciso me concentrar. - complementou e o tom se tornou trêmulo e pesado. As lágrimas já escorriam por seu rosto.

Ele a observou com admiração. Já havia sido curado antes, não por ela e aquela experiência se mostrava completamente diferente do que já sentira. Ela o curava com extrema sutileza. Um processo que geralmente era doloroso, mal lhe fazia cócegas, apenas o aquecia. "Seria o dom de Sakura?", se questionava percebendo o quão bonita ela ficava centrada em algo, ou no quão hipnotizante era a pele alva sendo iluminada por um verde vivo do chakra, ou até mesmo no quão sortudo era por ter conseguido a atenção dela tão dedicada como agora.

Ouvia-se apenas as respirações de ambos e o som da cascata, até que depois de algum tempo, ela causou um estalo com a língua. Parecia insatisfeita.

- Terminei... - disse, ainda encarando onde curou. Ele abaixou o olhar para si mesmo e não compreendeu a expressão de desgosto ou algo que justificasse o tom derrotado dela. Sua pele estava perfeitamente nula de qualquer hematoma e o que parecia ser seu osso virado para fora, parecia no lugar, além das dores, que não sentia nenhuma mais ao respirar. Voltou a olhá-la, pedindo por explicações. Ela bufou - Eu sei que demorei, me desculpe... - a viu tirar os fios que entraram em seu campo de visão - Não conseguia controlar direito meu chakr-...

- Está perfeito. - a interrompeu, hipnotizado pelo rosto confuso e olhos arregalados - Você é perfeita.

Ela sorriu e ele não pôde deixar de notar o quão desejável ela ficava quando seu rosto enrubescia e ela evitava olhá-lo por estar com vergonha. Era maravilhoso para ele vê-la numa batalha interna, provavelmente pesando se sairia correndo ou ficaria para encarar de frente o constrangimento e então, como sempre, decidir pela segunda opção, levantando o olhar para encarar o que quer que a deixou naquele estado.

Como duas pessoas que estavam se conhecendo, eles se observaram há uma distância de um palmo. Quando os olhares se encontraram, sorriram. Estavam nervosos como dois adolescentes e ansiosos como se nunca tivessem tido esse tipo de contato e de certa forma não tiveram. Era a primeira vez deles com ambos cientes da situação e de acordo com todas as consequências.

Os corações de ambos batiam fortes e rápidos nos peitos e de repente, os olhares cúmplices que transpareciam amor, se transformaram em luxúria. Se aproximaram simultaneamente, como se tivessem ensaiado e nesse espelho de reações, ele tocou o rosto dela, acariciando a bochecha e ela pousou as mãos no peito dele, em movimentos lentos.

Kakashi a aproximou e a abraçou, passando os braços pela cintura, até alcançar suas costas. A fez se curvar para trás e a sustentou para que boiasse inteiramente sobre a água, que agora parecia estar em temperatura ideal para aliviar o calor que o contato entre os dois causava.

Ela esticou os braços e fechou os olhos, se permitindo relaxar com o movimento da água, que era causado por Kakashi, enquanto vagava pelo lago com ela em seus braços. Sentiu ele retirar os braços e abriu os olhos, o vendo se afastar alguns passos, a observando como se ela fosse a melhor e mais bela paisagem. Riu e ameaçou parar de flutuar para colocar os pés no chão, mas foi impedida por um aceno.

- Continue daquela forma. - ordenou.

Entranhando o pedido, ela obedeceu. Voltou a boiar e a fechar os olhos. Segundos depois, sentiu os dedos quentes a tocarem na coxa, escorregando por sua extensão, até alcançar sua cintura, onde rodeou entre a barriga e o shorts. Soltou um pequeno riso ao perceber a intenção dele. Mordeu o lábio inferior ao senti-lo abrir o botão do shorts e abrir o zíper, tão lento que estava a deixando cada vez mais ansiosa. O roçar do tecido em suas coxas, denunciava que finalmente começou a tirá-lo, no entanto se sentiu um pouco desapontada quando constatou que a calcinha ainda estava em seu lugar.

- Kakas-... - ofegou e arregalou os olhos, assustada com o movimento brusco que até a interrompeu. Ele havia rasgado sua calcinha.

- Quieta. - ordenou, acariciando a coxa torneada para relaxá-la.

O coração de Sakura já estava na garganta, tanta era a ansiedade pelo modo como as coisas estavam indo. Fechou os olhos e tentou regularizar a respiração, enquanto esperava os próximos movimentos dele, mas nada aconteceu. Ele apenas continuou acariciando suas coxas - O que pretende fa-...?

A questão morreu na boca, quando o sentiu se enfiar entre suas pernas num único movimento e começar a beijá-la em seu centro de perdição. Ele a lambia, chupava, mordiscava, como se fosse sua boca. Tão selvagemente que lhe deixava a beira da loucura em pouco tempo.

- Oh, céus... - gemeu, grudando em seus fios prateados, enquanto fechava fortemente os olhos.

Ele apertou fortemente as coxas que estavam uma de cada lado de seus ombros. As mãos se arrastaram até a cintura fina e ao encontrar as nádegas firmes, apertou e a ergueu para que pudesse aprofundar a oral que estava fazendo. Penetrou a língua com avidez, arrancando suspiros da kunoichi. Com o lábio superior, pressionava o clitóris inchado e o roçava em movimentos repetitivos, porém prazerosos, simultaneamente enquanto a língua pressionava as camadas internas lubrificadas, conforme entrava e saía.

Havia tanta experiência naquela boca, que Sakura sentiu-se envergonhada por não poder lhe oferecer o mesmo. Mal ela sabia que o que mais o excitava era o fato de ela se entregar daquela forma, tão genuinamente e de forma quase inocente pela inexperiência. Ele jamais encontrou nenhuma outra mulher que despertava em si o desafio de sempre superar as expectativas sexuais de sua parceira, assim como nunca se sentiu na obrigação de ser o melhor no que estava fazendo, como quando estava com ela.

- Kakashi... - gemeu e um ofego sôfrego escapou. Ele chupava e mordiscava levemente o clitóris, enquanto a penetrava com dois dedos. Entrando e saindo, ora ou outra fazendo movimentos circulares, a incitando a desejar mais e ela desejava. Sem se controlar, arreganhou as pernas para que tivesse espaço suficiente para ele ir mais fundo e ele compreendeu isso. Rapidamente ele aprofundou os movimentos e intensificou o que a boca fazia no clitóris e para excitá-la ainda mais, levou uma das mãos no seio eriçado e começou a apalpá-lo, da forma que sabia que deixava Sakura louca.

Em ondas devastadoras e calorosas, ela sentia o ápice chegar, mas não queria, não sem ele.

Reunindo toda sua força de vontade, abriu os olhos e puxou o punhado de fios prateados que estavam em sua mão, o obrigando a se afastar daquilo que a deixava insana. O surpreendendo, retirou as coxas dos ombros dele e rodeou a cintura masculina. Sem lhe dar tempo de entender o que estava fazendo, o beijou e quando foi correspondida, desvencilhou os braços do pescoço dele, afrouxou o aperto das pernas de sua cintura e começou a abrir o botão e o zíper da calça masculina.

No beijo, o sentiu sorrir com a urgência dela, mas não se importou. Ela estava impaciente mesmo para senti-lo.

Entendendo o que ela queria, ele pegou cuidadosamente os braços dela e rodeou o próprio pescoço. Quando a sentiu apertá-lo no abraço incitado por ele, baixou os braços e terminou o que ela começou. Em instantes se livrou da calça, que era a única peça que faltava, já que prefere não usar cueca, a fazendo se juntar as outras peças de roupas flutuando.

Ambos estavam nus, tão próximos, mas ainda não o suficiente. Kakashi estava duro como aço, pronto para ela e ela estava lubrificada naturalmente, pronta para ele. Apenas precisavam conectar seus corpos, do modo como cada um ansiava desde a primeira vez que ocorreu.

Kakashi posicionou-se na entrada dela e lentamente, a penetrou até o fim de seu membro. Ele não esperou que ela se acostumasse, não conseguia. O corpo automaticamente se movia em movimentos lentos, porém intensos e precisos, num vai e vem ritmado. Era bruto e selvagem, porque havia empenho e força bruta para os sexos se envolverem em seus limites, assim como também era delicado e carinhoso, pois havia sentimento, entrega e acima de tudo, reciprocidade.

Era diferente da primeira vez deles. Ele não queria provar nada a ela e não precisava deixar sua marca. Ele queria apenas aproveitar e ser aproveitado, mostrar a marca que ele havia deixado e não a física, mas a que os ligaria para sempre, a de que ela era dele, assim como ele era dela.

Dois pares de mãos passeavam pelos corpos necessitados, tentando encontrar alguma satisfação, porém era difícil, de repente nem aquilo era mais suficiente, porque eles precisavam de mais, muito mais.

Com o fôlego descompassado e sem parar de se movimentar, Kakashi a abraçou fortemente. Ouvia diretamente em seu ouvido a respiração igualmente descompassada de Sakura, pois a boca dela estava em frente à orelha. Apesar de molhados até o peito pela água do lago, estavam suados desde a cabeça.

Ele umedeceu o lábio inferior, em seu vício inconsciente e observou a cascata. Era perfeito para o que ele tinha em mente. Ainda dentro dela, andou até lá, atravessando a enxurrada da cascata. Tateou o rochedo procurando por uma superfície macia e ao encontrar a sentou. Por coincidência, ela ficou na altura de seu membro, que saiu apenas alguns centímetros quando ele a sentou. Com certeza essa seria uma das melhores fodas deles.

A rosada pareceu entender o que ele queria e ajeitou-se rapidamente sobre a rocha e com os pés, tateou algum apoio. Sentiu-se satisfeita ao ficar completamente e pervertidamente arreganhada para ele, com dois apoios para ajudá-la a sustentar aquela posição. Para impressioná-lo ainda mais com sua ousadia, ela se jogou para trás, ficando em um ângulo trinta graus, deixando a cabeça se apoiar em outra pequena rocha saliente, expondo seu mediano par de seios firmes rosados.

O viu umedecer o lábio inferior, amando aquele vício sexy e sentiu a luxúria crescer e ficar maravilhosamente transparecido em seu olhar. O sentiu pulsar dentro de si e olhando para baixo, o encontrou ainda maior e mais rijo. Ela havia o deixado extremamente excitado daquela forma.

Sem perder tempo, Hatake a atacou com a boca. Pescoço, ombro, boca. As mãos, uma a excitava massageando o seio e a outra, a mantinha firme em suas estocadas fortes e duras.

A paixão estarrecedora os dominando, a ponto de ele não conseguir mais controlar os grunhidos e nem ela aos gemidos. As idas e vindas do pênis pulsante em sua boceta encharcada, faziam com que ambos se movessem loucamente a procura do tão esperado e desejado ápice. Ele deixou o seio para grudar em algo que mantivesse a própria sanidade presa a si. Um pequeno arbusto foi sua vítima. Grudou nela e a puxava cada vez que buscava impulso para fodê-la tão profundo e fortemente que ela mal conseguiria se recuperar, mesmo que o ritmo fosse deliciosamente e torturosamente lento, no compasso de seus ofegos. Ela o sentia ir tão fundo, que jurava que as próprias entranhas sofriam o impacto. Era insano, porque a rasgava, ao mesmo tempo que lhe dava um prazer que jamais imaginou que pudesse sentir.

Ambos estavam chegando em seus limites. Sentiam o estado alucinante que alcançaram e o sincronismo de seus ápices. Kakashi se esforçou muito para não se perder no prazer naquele momento mesmo. Ele tinha que fazer ela se perder primeiro.

- Goze, Sakura. - ordenou em seu ouvido, enviando choques por sua espinha - Goze para mim.

De imediato o pequeno corpo reagiu, praticamente gritando de prazer, lhe causando deliciosos apertos em seu membro com a convulsão de suas paredes internas. Ele sentiu a explosão de lubrificação dela encharcar e de certa forma, melhorar a entrada e saída dele e em reação, explodiu dentro dela, grunhindo pelo prazer que lhe foi dado.

A kunoichi desmoronou sobre ele e carinhosamente ele a acolheu, apesar de quase não ter mais forças. A abraçou, sentindo-a aninhar a cabeça em seu ombro e a desceu dali. Ficaram embaixo da cascata, deixando a água relaxá-los ainda mais do que ficaram depois daquele momento de amor. Bons minutos passaram, com ele ainda dentro dela, mesmo que não fizessem movimento algum para se excitarem.

- Eu te amo, Sakura. - Kakashi quebrou o silêncio, mas ao não receber nenhuma resposta, ou qualquer reação, constatou de que falou um pouco tarde demais. Ela já estava dormindo em seus braços.

Permitiu-se aproveitar aquele momento, apesar de ter certeza de que teria muitos outros daquela forma, até que resolveu sair de dentro dela e tirá-la do lago. A deitou delicadamente sobre a cama improvisada, a cobriu e a deixou, mas só para que pudesse vestir uma calça e acender o fogo que os aqueceria, pois esta noite, ele dormiria com ela.

oOo

N/A:~*É! Para quem estava em dúvida ainda se o que rolava entre o Kakashi e Sakura era apenas carnal, deu para esclarecer com esse capítulo?

Não sei se consegui transparecer direito, mas o intuito era mostrar que há sim sentimento envolvido, o tão #maldito e raro amor! E como mostrei em inúmeros trechos da fanfic, não surgiu do nada. Foi algo que cresceu e amadureceu com intensidade, porém as coisas só começaram a andar agora, porque Kakashi se viu na obrigação de agir, já que Sasuke forçou o casamento. Imaginem vocês, amar uma pessoa e planejar ganhá-la aos poucos, até vir alguém e roubá-la de vocês da noite para o dia (porque esse casamento sim surgiu do nada kkkkkk) Aí que trocadilho imbecil kkkk

Eu tinha prometido flashbacks do período anterior ao casamento de como a relação KakaSaku nasceu, mas deixei para o próximo, para não ficar só hentai no capítulo inteiro kkkkkkkkkkk Não consigo ser pervertida assim ainda x_x

Ahh outra coisa que preciso destacar e saber de vocês se gostaram, foi a parte do sonho dela! Gostaram? Gente... Imagine você estar toda pilhada porque ferrou com a sua felicidade e a da outra pessoa, vocês ficarem distantes e no polo norte praticamente, de tanto que a relação esfriou e ter um sonho maravilhoso de que você tem uma relação estável com ela e no sonho ela lhe pediu em casamento e você aceitou?! Aii caramba! Eu não sei de onde tiro essas ideias, mas eu simplesmente acabei com o psicológico da Sakura! Ela precisava de um empurrãozinho para desistir de resistir ao nosso Kaka-Gostoso, né? kkkkkkkkkkk

Bom gente, comentem ou me mandem mensagens! É apenas dessas formas que sei se estão gostando ou não!

Aos que favoritaram e comentaram os capítulos anteriores, poxa vida, muito obrigada gente! Sei que KakaSaku não tem um público muito forte, mas o pouco que tem, ou melhor que tenho, é suficiente para me deixar feliz! Muito obrigada mesmo por me darem esse apoio!

E van, gostou, mulher? Aguardo detalhes do que você achou desse capítulo!

É isso, Minna! Até a próxima!*~