Entre a magia e a espada...

Era um dia frio e chovia muito na cidade satélite de Izlude, mas ainda sim, as fagulhas se espalhavam pelo ar a cada toque das lâminas. Os dois lutadores degladiavam como se suas vidas dependessem disso, mas ainda sim era só um treino. De um lado, o maior espadachim de Izlude, Farior, do outro o aprendiz mais talentoso daquela geração, Dratinor Dragor!

Quem?

Tá certo, ele era mais conhecido como Douglas. E apanhava feio a mais de duas horas. Havia pequenos cortes em seu corpo, mas sua ira era tanta que ele não os sentia. Queria matar seu mestre, não queria trucidá-lo, picá-lo e depois matá-lo. Sua espada estava cheia de "dentes" devido à violência dos golpes, a água da chuva, seu suor e o sangue que escorria da sua testa alimentava ainda mais a sua ira.

Farion: A ira, é o que alimenta a consciência de um espadachim! Mas ela também é seu veneno mortal.

Ele desviou outro golpe do aprendiz, que caiu de boca no chão.

Farion: Você não está canalizando-a! Ande seu fracote! Canalize sua ira! Use-a em sua espada!

Douglas levantou limpando a água do rosto, ele rangia os dentes ponto de trincá-los.

Douglas: Não me chame de fracote! Eu não sou fraco!

Farion: Para mim é! Um fraco, perdedor! Um mané, um zero a esquerda! Sua família deve ter vergonha de você? Você deveria ter vergonha de você!

Douglas deu um grito e partiu com tudo para cima do seu mestre. Este apenas segurou a espada nas mãos, dando um soco na cara do aprendiz logo em seguida. Douglas vôou para traz, caindo numa poça.

Farion: Por hoje chega! Você não agüenta mais... Piff! Fraco, muito fraco!

Douglas sentia cada gota de chuva pingar no seu corpo. O filho da mãe estava certo, ele tinha que aprender a canalizar a raiva de modo construtivo. Levantou-se vagarosamente com a ajuda da surrada espada, e com um esforço sobre humano ficou apoiado sobre as duas pernas. Cuspindo sangue da sua boca rasgada, disse num tom assombroso.

Douglas: Você vai morrer aqui hoje!

Farion: Não diga asnei...(!)

Douglas avançou numa velocidade surpreendente para um aprendiz, ele levantou a espada sobre a cabeça e com toda sua força fez um golpe transversal. Um golpe bem amador segundo Farion, ele somente levantou a espada e defendeu. Devido à melhor qualidade do aço da espada de Farion, a espada de Douglas quebrou no meio, Farion sorriu em triunfo...

Mas...

O aprendiz já contava com isso. Assim que a espada se partiu, Douglas aproveitou de sua maior mobilidade abaixou-se esquivando da espada de Farion, então pegou o pedaço que ainda caia e cravou fundo no ombro do adversário. Este caiu no chão meio desnorteado, mas ainda vivo. Aquela espada poderia ter sido cravada no seu coração.

Douglas, com a mão sangrando, foi até Farion e retirou o colar que este segurava. Era o requisito para o teste de espadachim que iria ocorrer em uma hora e havia sido roubado pelo espadachim valentão. Douglas também pegou a espada de Farion e a embanhiou. Então disse em tom sério...

Douglas: Eu nuca pedi para você me treinar! Eu nunca pediria isso a alguém tão fraco!

E então o espadachim saiu caminhando em direção ao porto, mas caiu no meio do caminho, foi aí que viu o mais belo anjo dos céus...


Ela olhava a cidade inteira do alto. Era a única que tinha descoberto como subir no teto, mesmo sendo extremamente proibido, mas ela não estava nem aí para regras, segui-las nunca foi muito do feitio dela. Estava lá no alto, era uma maga e primeira da classe! Foi muito fácil juntar os ingredientes das poções, misturar tudo e entregar para a professora. Ela era muito boa com medidas e outras delicadezas. Estar no topo é muito bom...mas a queda é maior do topo...

E ela caiu...

Arthemis AaaaaH!

Era só um sonho, um sonho ruim, mas ainda sim era só um sonho. Nada de torre, nem de primeira da classe, e as poções dela haviam falhado três vezes! Ela também não estava nas camas quentes da escola de magia de Gefen, estava nas frias areias do deserto de Sograt. Tinha que fazer o percurso a pé como uma aprendiz, até Morroc. Precisava conseguir solução de Morroc, para tentar pela última vez o teste para mago. Sorte foi ter acordo antes do amanhecer do sol o porquê ao meio dia a areia é escaldante a ponto de derreter os sapatos! Ela então, depois de muito andar, chegou ao velho de turbante que além de arrogante, era tarado o que atrasou a vida dela em muitos minutos. Enfim, com a solução em mão e um velho de dentes quebrados, só faltava voltar...

Eis a questão! Gefen é muuuuito longe de Morroc, ela só havia conseguido chegar devido a uma caravana que se dirigia para Payon, mas que iria para na entrada do deserto de Sograt.

Trump!

Arthemis: Aiii! Ei! Não vê por onde anda?

Hadfir: Na verdade não senhorita, me desculpe!

Arthemis percebeu que o jovem moreno de cabelos escuros e cacheados e olhos cinza carregava uma bengala branca e tateava o caminho com ela.

Arthemis: Ai me desculpe!

Hadfir: Não tem porquê, isso sempre acontece, até mais senhorita.

O ceginho saiu tateando pela ruas amarelas da cidade. Sem mas nada a fazer naquela cidade poeirenta e doida pra tomar um banho, Arthemis procurou a kafra mais próxima na esperança dela fazer um desconto para que ela pudesse voltar para sua cidade mais rápido possível. Foi quando ela retirou a bolsa de dinheiro, e viu que faltava alguma coisa, essa coisa era a bolsa de dinheiro.

Arthemis Maldito ceguinho! Ai droga porque essas coisas só acontecem comigo!

Era assim que Artemis pensava. Ela achava um imã de coisas desagradáveis, e acreditava nisso tão fielmente que elas realmente eram atraídas para ela. Não acreditava em sorte e duvidava muito que algum dia algo realmente bom aconteceria na vida dela. Achou que a vinda para o novo mundo fosse isso, mas deixou de acreditar assim que se separou dos garotos, se pensasse bem ela havia trazido todos eles devido aquele maldito cd dourado.

Arthemis Droga! Maldito seja aquele ceguinho safado! Onde será que ele está?

"Maldito" era uma palavra que repetia constantemente.

Ela estava procurando o ceguinho pela cidade, quando trombou novamente com outra pessoa desta vez nem viu que era porque ele rapidamente seguiu seu caminho, mas Arthemis pode ver de relance que ela tinha o rosto muito machucado. Apalpou o corpo para ver se não estava faltando nada e descobriu que sua sacola de dinheiro tinha voltado e estava ainda mais pesada. Não entendeu nada, nem quando leu o bilhete dentro da sacola:

"Volte para Gefen! Aqui não é um bom lugar para você."

Na sacola tinha a quantia certa para voltar para Geffen, além de uma cola para a fórmula exata da poção de Morroc. Lembrou do sonho que teve e se arrepiou toda.

Será que sua sorte estava mudando?


Triângulo Desastroso

Geffen é a capital da magia em Rune-Midgard. E é na Torre dos Magos que essa magia reina constantemente. A cidade é praticamente voltada para os magos e a magia em si. Todos em Geffen sabem fazer no mínimo um ou dois truques de magia, e todo folclore e cultura da região é voltada para esse tema:

A magia...

Ela é o poder da natureza mais forte, constante, abstrato e maravilhoso que existe, e só os magos a dominam. Arthemis era um desses. Quando fez sua primeira magia, se sentiu tão eufórica, que passou dias a fio estudando novas formas de magia, até que conseguiu aprender todas possíveis para sua classe. Agora só faltava praticá-las! Ela estava fazendo isso no banheiro, porque era proibido fazer magia nos corredores e salas da escola. Tinha aberto todas as torneiras a fim de encharcar o chão, iria treinar a magia Rajada Congelante. A magia criava estacas de gelo que perseguiam o oponente e o congelava. A água não era muito necessária, mas ajudava os iniciantes. O alvo de Arthemis era uma plantinha que havia descolado do corredor.

Ela já havia treinado os gestos e orações uma centena de vezes, viu os professores realizando a magia básica, anotou tudo com detalhes. Agora ela iria praticar a única magia que faltava no seu repertório. Ela tomou distância e concentrou-se e então, como uma bailarina, começou a executar um intricado movimento de mãos, um círculo cheio de runas e inscritos começou a formar ao seu redor, brilhando muito. E então ela citou as palavras mágicas:

Sob o luar, uivas, oh lobo do gelo

Seguir a deusa-lua é o seu mazelo

Se não alcançares a Lua brilhante

Empresta-me seu poder!

RAJADA CONGELANTE!

Cristais límpidos de gelo foram se formando em linha reta até atingirem a plantinha, assim que a tocou, imediatamente se congelou num esquife gelado e ponteagudo.

Arthemis: Yes! Consegui! Dominei a magia!

Mas o gelo não parou de crescer e começou a tomar o banheiro todo.

Arthemis Ai não! Esqueci de finalizar!

Logo, toda ala oeste da torre de Geffen estava coberta por um enorme cristal de gelo e nossa maginha estava na detenção.

Diretor: Já é a quarta vez Licinda! A quarta! Você eletrificou o seu quarto, criou uma caverna na cozinha, botou fogo na dispensa, agora congela a ala oeste inteira!

Arthemis: Desculpa diretor, é que eu esqueci de finalizar a magia...

Diretor: É deu pra perceber, ainda estamos tentando conter o gelo. Mas você não pode ficar treinando magia nos cômodos da escola, é muito perigoso!

Arthemis: Mas como praticar lá fora se você nunca deixa sair?

Diretor: Que bom que pensa assim, pois eu tenho uma missão para você!

Arthemis: Sério! Uma missão?Pra mim!

Diretor: Bem, não era para você exatamente, mas como congelou o rapaz que iria fazer essa missão...

Arthemis: -.-'

Diretor: Por ser uma missão perigosa contratamos um espadachim e uma noviça para te auxiliar.

Arthemis: Posso muito bem me cuidar sozinha!

Diretor: Não, não pode! Você sabe muito bem de que nos magos somos ineficientes na linha de frente.

Arthemis: Tá! Onde estão os estorvos?


Douglas não conseguia se acostumar de jeito nenhum com o teletransporte, mesmo sendo fascinado por magia e tecnologias estranhas. A sensação era como se fosse um milhão de formigas andando pelo seu corpo sem parar, então você fecha os olhos e quando abre a nova paisagem é jogada na sua mente com a mesma força de uma porrada. Ele sempre ficava muito tonto...

Douglas(com voz de bêbado): Fecha a conta e passa a régua!

Ariel: Você está bem Douginha-kun?

Douglas: Tô sim Ariel-chan! Obrigado por perguntar!

Ariel era uma noviça payonesa, linda e loira. Conheceu Douglas num dia chuvoso em Izlude depois de vê-lo cair após uma batalha. Ela tratou os ferimentos dele à tempo dele fazer o teste de espadachim, depois disso os dois não desgrudavam um do outro.

Ariel: Douginha-kun qual é a missão mesmo?

Douglas: Temos que acompanhar um mago, até a antiga e mal assombrada cidade Glast Heim.

Ariel: Ah sim me lembrei agora. Então temos que ir para aquela torre em forma de cone.

Ariel era muito bondosa, mas não era a faca mais "afiada" da gaveta.

Douglas: Não é preciso, pois marcamos de nos encontrarmos aqui mesmo.

Arthemis se arrumou rapidamente, e desceu a torre com um ar de importância jamais sentido! Iria buscar o Selo de GozHolz. Um artefato que ficava na entrada da capela da antiga cidade humana de Glast Heim, e o melhor, se conseguisse completar a missão ganharia uma magia exclusiva! Só esperava piamente, que não fosse estorvada pelos dois que iriam com ela. Então ela os avistou na entrada oeste da cidade por onde pegariam o caminho para Glast Heim. Viu que se tratava de um alto e loiro espadachim e uma menina loirinha com cara de sonsa, provavelmente a noviça.

Arthemis (pensamento): Hum, que rapaz forte! Deve ser bonito! Acho que essa viagem não vai ser tão ruim assim.

Arthemis Olá peoples!

O casal se virou e para surpresa dos dois...

Douglas: Artemis!

Arthemis: Douglas!

Os dois se abraçaram e ficaram dando pulinhos.

Arthemis: Nossa! Você já é espadachim! Nem se passou muito tempo! Olha como você está bonito e forte!

Douglas: E você! Nossa essa roupa de maga caiu muito bem em você! E você até cresceu!

Ariel ficou boiando enquanto os dois conversavam sobre suas aventuras e descobertas, estavam tão empolgados que a noviça teve de tossir para chamar a atenção dos dois.

Douglas: Há Deixa eu te apresentar minha parceira! Esta é Ariel Konoha. Ela é de Payon, e é uma noviça de alto nível!

Arthemis que anteS então não tinha reparado na bela moça, analisou-a dos pés a cabeça antes de cumprimentá-la.

Arthemis: Olá meu nome é Lucinda Lenda, sou a melhor amiga do Dratinor. Mas por ser muito intima dele chamo-o pelo apelido, né Douglas?

Ariel: É um prazer conhecer a melhor amiga do Douginha-kun! Eu também o chamo pelo apelido.

Douglas teve a impressão de ver faíscas cruzem os olhares das duas, mas achou que ainda estava um pouco tonto devido ao transporte.


A viajem ocorreu estranhamente. As duas garotas tentavam intensamente chamar a atenção do rapaz, que devido ao senso de percepção de um Ambernite, não percebia NADA.

Uma hora Arthemis contava para o Douglas sobre seus testes de magia. Então Ariel colocava um ou dois defeitos nas decisões de Arthemis dizendo que esse não era o "caminho divino". Outra hora, Ariel discursava sobre as liturgias divinas, então Artemis se impunha com suas teorias científicas.

Quando começou a chover, Ariel logo se abrigou na capa de Douglas, Arthemis fez o mesmo, as duas ficaram se empurrando tanto, que Douglas resolveu dar a capa para as duas e continuar pela chuva.

Douglas: Achô! Snif...Droga acho que vou gripar com essas roupas molhadas. Mas pelo ao menos chegamos...

Eles estavam em frente as muralhas da antiga capital do humanos. Era totalmente cinza e sombrio, o sol não brilhava em Glast Heim desde que a maldição dos elfos foi lançada na cidade. O clima nublado dava ainda mais terror ao lugar...

Arthemis: Nossa esse lugar é ainda mais tenebroso que nos games!

Ariel: Do que ela está falando Dougiunha-kun?

Douglas: Ah, não é nada! Vamos entrar antes que escureça e piore ainda mais a situação.

Eles entraram na cidade sombria. Nada nela tinha cor, quer dizer, tinha somente uma única cor: o cinza. Tudo na cidade era cinza e monótono, casa abandonadas, lixo por toda parte, tumbas abertas... Até a grama era cinza!

O trio chegou rapidamente a entrada da capela de Glast Heim, local proibido para novatos, bastava ver isso nas manchas de sangue espalhadas pela porta e restos de roupas de guerreiros de outras primeiras classes. O selo procurado se encontrava na abóboda de entrada da capela, do lado de fora, ela era uma pedrinha incrustada no centro.

Douglas: Droga! Como vamos chegar lá em cima?

Arthemis: Quem falou e ir lá em cima, nos vamos é fazer aquilo descer!

Ariel: Como?

Arthemis: Veja e aprenda, pequena gafanhoto!

Arthemis se concentrou...

"Gaia Suprema

Deusa Terrena

Os inimigos faço afundar

A solidez posso fraquejar

Dê-sua força deusa eterna"

COLUNA DE PEDRAS!

O chão começou a tremer violentamente, muita poeira subiu da velha construção gótica. A abóboda tremeu, tremeu e rachou no meio fazendo o selo cair. Arthemis aparou a pedra e olhou triunfante para a noviça. Mas a menina estava olhando para traz da maga e com cara de assustada, quando resolveu fazer o mesmo, Arthemis percebeu o que realmente havia feito.

Arthemis Maldita má sorte!

A maga havia rompido as travas da porta que segurava os monstros dentro da capela. E eles estavam ameaçando sair...

Arthemis: Não se preocupem, monstros não passam de um mapa para outro, não é mesmo?

Doulgas: Arthemis isso aqui não é o jogo!

Arthemis: Então só temos uma coisa a fazer? –disse seriíssima!

Ariel: O que?

Arthemis: Correeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeer!

Ariel e Douglas: Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!


Eles fizeram o caminho de volta tão rápido quanto o de ida, mas tiveram uma surpresa ao chegar ao portão da cidade. E essa não era uma surpresa muito boa...

Arthemis: Mas será que nem os deuses desse mundo gostam de mim?

Ele era grande, feio e Abismal! O Cavaleiro do Abismo, o arauto das trevas e fonte de parte todo mal, estava de guarda no portão da cidade com seu mini exercito com dois raydrics, dois gárgulas e um kalitzsburg!

Douglas: Damas se preparem para a batalha!

Arthemis Cê ta louco! É suicídio, nunca vamos derrotá-lo!

Ariel: Não precisamos derrotá-lo, temos que apenas passar por ele!

Arthemis Tá certo coisa genial! Me mostra como?

Ariel: Veja e Aprenda Pequena Gafanhoto!

Divina Luz, abençoada graça, alterne minhas bênçãos a essas criaturas elevadas.

Benção 10º Nivel!

Arthemis se sentiu mais forte, inteligente, rápida e graciosa, mas não teve muito tempo pra curtir essa sensação, Douglas estava dando as estratégias de batalha.

Douglas: Arthemis! Você provavelmente sabe usar a Bola de Fogo, então a mire na tropa para dispersá-los. Nesse meio tempo eu e Ariel avançamos para o cavaleiro dando tempo para você sair da cidade, ele não pode sair dos limites dela então ficará bem.

Arthemis Mas e vocês?

Ariel: Nós nos viramos! Agora vá!

Arthemis dificilmente se concentrou...

Oh elemento primo, que tudo desintegra!

Faça agora jus a sua fama malévola!

E para queimar-lhes até o miolo

Conjuro...

BOLA DE FOGO!

Uma labareda em forma oval, partiu em direção a trupe do cavaleiro, atingindo-a numa explosão de chamas vermelhas. Sem perder um segundo Douglas e Ariel Partiram para cima do Cavaleiro.

Douglas: Coma meu punho desgraçado!

O cavaleiro se enfureceu com a insolência do espadachim e baixou a guarda. Douglas não deixou escapar a oportunidade.

Douglas: Golpe Fulminante!

O espadachim atingiu com toda força o flanco do cavaleiro que cambaleou para trás, mas isso não o derrotaria, ele manteve postura e começou a cavalgar em direção aos dois, Ariel tentou cegá-lo com Luz Divina mas não teve tempo de conjurar, a investida seria cruel!

Arthemis: BARREIRA DE GELO!

Estacas de gelo enormes se interpuseram entre o inimigo e o casal, não perdendo mais nenhum segundo eles saíram da cidade maldita com a missão cumprida!


Mais tarde nos arredores...

Arthemis: Ufa! Essa foi por pouco!

Douglas: Por que você me desobedeceu Arthemis?

Arthemis: E perder a oportunidade de salvar o seu rabo! Nem pensar!-Disse num sorriso maroto- Nossa to tão exausta, que não tenho nem motivação para voltar pra Geffen.

Ariel: Não será preciso, eu já preparei dois portais direto para nossas cidades.

Arthemis: Ah Douglas? Você não vai ficar mais?

Ariel: Não podemos, temos aula de liturgia essa semana, né Douginha-kun?

Douglas: Temos?

Ariel:Temos sim!

A noviça empurrou Douglas para o portal sem ao menos se despedir de Arthemis. Ariel se virou para a maga, estava com um semblante sério, muito diferente de outrora.

Ariel: Você gosta do Douglas?

Arthemis: Nossa como você é direta!

Ariel: Só responda, sim ou não!

Arthemis: Sim! Como amiga! Mas é só!

Ariel: Certo então. Pegue o portal e volte para sua cidade.

Arthemis: Nossa! Que ciúmes todo é esse? E se eu gostasse? O que você faria?

Ariel: Lembre-se apenas de que os deuses estão do meu lado!

A noviça sorriu sinistramente entrou no portal, que sumiu em seguida. Arthemis olhou o outro portal brilhante a sua frente e hesitou. Talvez fosse melhor ela ir a pé para Geffen, portais de noviços sempre levam a qualquer lugar onde eles tenham estado, e ela não estva nem um pouco afim de, talvez, voltar para Glast Heim.

Continua...


Obs: Demorei pra escrevr esse aqui... E tavez demore mais com os próximos... mas postarei sempre, não se preocupem.

As roupas de espadachim, mago, e noviço poderão ser conferidas no banco de imagens do GOOGLE com os nomes Swordman, Mage e Acolyte respectivamente, acompanhada da palavra Ragnarok.