1º Capítulo. – Esporro na Mansão Malfoy.
Já passava da seis da manhã quando os jovens, e inconseqüentes, diga-se de passagem, acordavam na praia com os primeiros raios de sol batendo em seus rostos. O primeiro a acordar foi David que mal abriu os olhos de tanto que sua cabeça latejava de dor. Com muita dificuldade o garoto se sentou olhando todos em volta com a mão em frente aos olhos tentando evitar a claridade, e reparando que o feitiço da lareira havia dado certo, pois esta ainda estava acesa.
Olhou no Rolex e constatou serem 6:15 da manhã. Sem conseguir se focar em nada continuou sentado quando um dos amigos levantou-se resmungando.
- Putz, minha cabeça... – falou Orion colocando uma das mãos na cabeça e reparando no amigo a sua frente. – Bom dia cara.
- Bom dia brother. Aproveitando a primeira ressaca do ano? – perguntou com um leve sorriso no rosto, mas logo o desfez já que a dor deu sinais.
- Acho que nunca tive uma ressaca tão ruim cara. Talvez...Talvez seja melhor a gente levantar o pessoal e ir para casa... – pensou ele em voz alta.
- Concordo. Vamos chamar os outros. – e começaram a tacar latinhas de leve nos amigos para evitar se levantar.
E quando todos já estavam levantados, ou pelo menos tentavam.
- O que a gente faz com os carros? Porque eu não estou em condições de dirigir. – constatou Lílian. Era engraçado como todos falavam baixo e pausadamente. É galerinha, quem mandou beber?
- Mas ninguém vai dirigir. – respondeu Orion. – Eu vou no lugar do motorista de um deles, e a Aury no do outro carro, a gente coloca um feitiço neles e finge dirigir só por precaução, afinal algum trouxa pode ver, herr a gente. E vocês eu acho melhor irem para casa aparatando, os menos bêbados é claro. – falou olhando Ralph.
- Eu acho uma ótima idéia. Porque se os nossos pais nos pegam chegando a essa hora em casa e fazendo barulho a gente está ferrado. – falou Aurora.
- Então okk. – falou Frederich segurando seu irmão que eles só conseguiram acordar por meio de magia. – A gente se vê mais tarde pessoal. Fui. – e assim todos desaparataram enquanto Orion e Aurora se dirigiam para os carros.
- Você deveria se sentir culpado Orion. – falou Aurora séria.
- Eu culpado pelo o que? – respondeu ele em um tom mais alto, e logo depois se arrependendo colocando a mão na cabeça.
- Por não ser um irmão mais velho responsável e ter me corrompido para esse caminho. – falou ela brincando – e por ter me deixado ficar com essa puta dor de cabeça. – completou a loira.
- Mas me diz se isso não te faz feliz ?! – perguntou ele dessa vez baixo e com um sorriso no rosto. – te vejo em casa irmãzinha. – e colocando o feitiço nos dois carros, com certa dificuldade para dizer a verdade, entraram nos carros.
- Mansão Zabine –
Os irmãos Zabine não deram a sorte de chegar a casa com os pais dormindo. Apesar de serem por volta de 7 da manhã, Luna e Blaise ainda estavam acordados e com as roupas da festa do dia anterior quando o Profeta foi entregue de manhã e o casal teve o deslumbre da manchete "Herdeiros do mundo bruxo, falta de limites até no primeiro dia do ano" e de várias fotos dos oito amigos em várias fotos digamos, confidencias.
- Me diz de onde vocês tiraram esse dom de fazer besteira?! – Gritava Blaise Zabine de frente para os filhos, que estavam sentados em um sofá, e de cabeça baixa apenas acatando a bronca merecida. – Eu tenho um nome a zelar sabiam?! Se querem fazer merda, que façam direito droga! – falava ainda exaltado o homem.
- O pai de vocês tem razão meninos.- se pronunciou Luna do canto da sala, sempre em seu tom calmo e fazendo os filhos olharem para ela – Inconseqüência tem limites, e vocês passaram de todos eles desta vez.
- Mas a gente não tinha noção... – tentou falar Frederich.
- Esse é o problema de vocês dois! – se exaltou Blaise. – Mais de 20 anos na cara e nenhuma noção!
- Mas pai...- começou Ralph antes de ser interrompido pelos gritos do pai.
- Nada de "mas" Raphael! Vocês têm idéia do tamanho dos problemas que essa manchete vai me causar?!
- Blaise, já chega de discussão. – Falou Luna mansamente, contudo com uma expressão séria. – Eu cansei de ouvir brigas pela falta de maturidade de vocês meninos. Não me importa a idade que vocês tenham, eu quero os dois nos quartos até a gente pensar no que fazer com vocês.
- Casa dos Potter –
Quando Lílian e David chegaram em casa na manhã do primeiro dia do ano, seus pais ainda estavam dormindo. De modo que os progenitores da família Potter, só acordaram depois do meio dia.
Foi preparando o café da manhã que Harry Potter ouviu da cozinha o grito de sua mulher vindo da sala.
- LÍLIAN E DAVID PARKINSON POTTER!! – berrou ela exaltada, largando o jornal em cima da mesa e saindo em direção as escadas que dariam acesso aos quartos dos dois, que eram um do lado do outro e se ligavam por uma porta.
- Amor o que houve?! – perguntou Harry que tinha entrado na sala correndo. Mas foi ignorado pela mulher que subia as escadas. Ele então foi em direção a mesa e pegaou o jornal, arregalando os olhos logo em seguida. – Que Merlim proteja meus filhos. – pensou ele alto enquanto ia atrás da mulher. Quando chegou ao quarto encontrou Pansy puxando o filho pela orelha enquanto ele andava curvado por ser maior que a mãe que o arrastava até a cama onde sua irmã estava sentada e com as mãos na cabeça. Epa! Alguém de ressaca?!
Quando os dois já estavam sentados na cama da morena, Pansy começou a gritar descontroladamente.
- Vocês podem me explicar o que isso quer dizer!? – ela gritava olhando para os filhos fixamente.
- Isso o que mãe? – perguntou David meio sonolento.
- Você tem razão eu ainda não mostrei. – falou Pansy por um segundo mais calma antes de falar (leia-se gritar) de novo – Harry cadê o jornal que eu deixei na mesa da sala?!
O marido já sabendo que não era bom contrariar a mulher nervosa sacou a varinha fazendo o jornal voar até ela.
- Isso! – berrou Pansy. – Será que algum de vocês dois pode me explicar o que significa isso na capa do Profeta?! – terminou ela tacando o jornal em cima dos filhos.
Quando os irmãos olharam para a primeira página do jornal ficaram brancos. Afinal como eles tinham ido parar ali?!
- Me diz como que nós vamos ficar perante a sociedade bruxa! - continuou ela. – EU NÃO CRIEI VOCÊS DOIS PARA ISSO!
- Mãe...- falou David de novo, pois a irmã continuava incapaz de falar pela dor de cabeça que piorava conforme os gritos da mãe aumentavam. – Você não acha que está exagerando um pouco?
- Exagerando?! – falou ela um pouco mais calma por três segundos até levantar a voz de novo. – VOCÊ SABE QUANTOS ANOS LEVOU PARA FAZER A REPUTAÇÃO QUE VOCÊS DOIS SE ESMERAM EM DESTRUIR?!
- Então tudo se resume a reputação?! – falou David se levantando.
- David Parkinson Potter. – falou Pansy num tom perigosamente pausado. Mau sinal querido David...mau sinal. – Senta nessa cama agora. – continuou ela firme e olhando fundo nos olhos do filho, mas tão fundo que ele foi capaz de sentir a raiva contida da mãe. – E se você tem algum amor a sua vida, não ouse me responder de novo.
O garoto sentou na cama imediatamente, sabia que estava errado e que tinha ido longe demais. A mãe deu as costas para eles e saiu do quarto batendo o pé.
- Vocês extrapolaram qualquer limite dessa vez. Vocês sabem o quanto a mãe de vocês liga para a reputação dessa família. Eu não vou permitir que vocês deixem ela nesse estado, e muito menos desaforos fui claro?! – falou Harry olhando principalmente para o filho nessa última parte. – E vocês estão proibidos de saírem desse quarto até segunda ordem. – falando isso saiu do quarto batendo a porta atrás de si.
- Casa dos Weasley -
Britany será que você poderia fazer o favor de não fazer barulho e ficar em pé sozinha? Assim eu não consigo abrir a porta de casa, idiota! – falava Lauren enquanto tentava encaixar a chave na fechadura e segurar a irmã trêbada ao mesmo tempo.
Olha Lauren! – gritou a irmã – Um passarinho! Vem cá passarinho! – continuou gritando enquanto saiu correndo, ou pelo menos ela dava alguns passos sem cair, atrás do pássaro que fugia dela.
Consegui! – murmurou Lauren abrindo a porta de casa e descobrindo que a irmã estava no meio da rua atrás do pássaro. Sorte que a rua não tinha quase movimento. – Britany Weasley volta aqui! – falou ela em um berro sussurrado (entenderam a do berro sussurrado?)para não acordar os pais e indo atrás da irmã logo em seguida. – é a última vez que eu te socorro depois de você beber tanto garota, que merda. – falou ela entrando em casa e fechando a porta enquanto a irmã esbarrava num porta- retrato e o deixava cair fazendo estrondo, e como se não bastasse, soltou altas e sonoras gargalhadas após isso. –Britany pára! Assim você vai acordar a mamãe, ou pior o papai! Pelo amor de Merlim!
Infelizmente nem Merlim vai salvar vocês duas dessa vez meninas. – elas ouviram a voz rouca da mãe que tinha acabado de acordar e se viraram para dar de cara com sua mãe nem um pouco feliz.
Lauren, eu acho que dessa vez a gente se fu-deu! – valou a outra ruiva rindo logo em seguida.
Britany Weasley, será que eu consegui passar alguma educação para você? – falou a morena com olhar severo.
Exatamente Britany, já te disse para calar a boca. – falou a ruiva para a gêmea.
E você também trate de calar a boca Lauren.
Mãe, eu juro que a gente pode explicar. – continuou a ruiva não bêbada.
É mãe, explicar. – repetiu Brit.
Então a explicação do porque vocês estão na capa do profeta do primeiro dia do ano, dormindo numa praia seria um ótimo começo. – completou a mãe de duas gêmeas bem encrencadas se me permitem a observação.
O que ta acontecendo aqui? – e todos olharam para a entrada do corredor de onde surgia um Ronald Weasley com bastante sono.
Hermione estendeu o jornal para o marido que demorou alguns segundos até conseguir focar a manchete.
MAS QUE POUCA VERGONHA É ESSA LAUREN E BRITANY WEASLEY! – bradou o patriarca furioso.
Paizinho relaxa aíí. – falou Britany se sentando no sofá e sendo ignorada perante os berros do pai.
Isso com certeza é influência daqueles Malfoys infernais! Aquelas crianças são umas pestes.
Ronald controle-se! Eles são seus sobrinhos e não são crianças há muito tempo. – falou a mulher.
Merlim colocou sobre mim a maldição dos gêmeos! Primeiro a minha vida toda tendo que agüentar o Fred e o Jorge! E agora as minhas filhas parecem que não tem nada na cabeça! – continuou ele enquanto Hermione levava as mãos à cabeça antes de se descontrolar.
RONALD CALE-SE! – o que o homem fez imediatamente. – E vocês duas eu vou ser bem clara. Nada de salão por todo esse mês!
Mãe não! – gritaram as duas ruivas juntas, porém Britany caiu no sofá após ter usado sua pouca sobriedade para gritar. – Mãezinha – continuou Lauren – por Merlim como as minhas unhas vão sobreviver um mês sem salão?!
Pensasse nisso antes de fazer besteira. E quarto as duas!
Lauren saiu andando e percebendo que não estava sendo seguida voltou rapidamente e passou o braço pelos ombros da irmã carregando-a até o quarto, enquanto os pais reviravam os olhos espantados com o estado de uma das filhas.
Quando as duas já estavam no quarto e Rony e Hermione na cozinha, Ron comentou:
Um mês sem manicure? Que tipo de castigo é esse?
Eu também não entendo de onde elas tiraram essa fissura por moda e beleza.
Da mãe é que não foi. – comentou Ron recebendo um pão francês na cabeça segundos após o comentário.
Mansão Malfoy -
Aurora Malfoy, estava encostada em uma das paredes do hall mexendo na bolsa a procura das suas cigarrilhas enquanto esperava o irmão trancar os carros e fechar a garagem de modo que o pai não percebesse que eles mexeram em nada.
O ambiente dentro de casa ainda estava numa densa penumbra, pois todas as grossas cortinas e persianas, que impediam a entrada massiva do frio, ainda estavam fechadas bloqueando também a passagem de luz.
Quando ela finalmente encontrou os cigarros de menta o irmão entrou e fechou a porta terminando com a fresta de luz que vinha da porta entreaberta.
Boa Orion como eu vou enxergar o cigarro para acender agora? – falou ela meio cega já que as pupilas ainda não haviam se acomodado com a falta de luminosidade. – Acende para mim. – disse ela esticando a mão com o cigarro no ar, sentiu a droga sendo tirada de suas mãos. E logo que as luzes se acenderam ela pode ouvir.
Ótimo, alem de dormirem bêbados em uma praia vocês também se drogam agora? Mais um feito para o currículo de vocês. – falou a mãe numa voz arrastada e nada contente com a cigarrilha em mãos, é a convivência influencia as pessoas. – Escritório do pai de vocês agora. – e ao dizer isso, deu as costas aos filhos e saiu andando, enquanto os dois se encaram totalmente conscientes do quão encrencados estavam.
Forem andando há uma distância segura da mãe até que a viram passar pelas portas duplas de mogno de um dos cômodos do segundo andar da casa. Estacaram um pouco antes de entrarem no escritório do pai. Desde pequenos, sempre que eram chamados ou levados até aquela sala podiam ter certeza de uma coisa: estavam em maus lençóis.
Eles se olharam mais uma vez com caras de quem iam para a forca e Orion abriu uma das portas para que a irmã passasse.
O escritório do pai continuava exatamente do mesmo jeito de que se lembravam do último esporro que levaram. Uma estante tomava conta de uma das paredes inteira, a escrivaninha em posição transversal a da estante era impecavelmente arrumada. E a decoração do recinto era algo clássico e sofisticado, com um toque mais pessoal que o escritório da empresa, havia algumas fotos em elegantes porta-retratos em cima da estante, nada muito excessivo, uma foto do casamento com Gina, outras duas que mostravam seus filhos sérios e com ar arrogante nos trajes da Sonserina, Aurora com o emblema de monitora chefe (só ela sabe o quanto se aproveitou de seu posto na época) e Orion com o emblema de capitão do time de quadribol (foi a primeira vez desde Harry Potter que os sonserinos conseguiram ganhar o campeonato), havia ainda mais dois porta-retratos mostrando férias da família em Paris e na Itália (muito tempo atrás, quando Draco ainda tirava férias).
Draco percebeu que os filhos olhavam os porta-retratos e se aproveitou para começar a falar.
É, eu também tenho saudades da época em que vocês não me davam problemas. – falou ele sério e estendeu o jornal em cima da mesa. – Primeira página do primeiro Profeta diário do ano, a necessidade de vocês de grandiosidade está começando a me causar sérios problemas que eu não estou nada disposto a resolver. – continuou ele enquanto a mulher estava em pé ao seu lado com a mão em seu ombro em sinal de apoio.
Pai, nós não sabi... – tentou Orion mas foi interrompido pelo pai.
Não sabiam? Mas em momento algum eu pensei que vocês soubessem, afinal não criei filhos idiotas. – continuou ele. Ás vezes os filhos preferiam que ele gritasse, pois seria menos pior do que o tom de desprezo que ele utilizava. – Vocês estão ultrapassando todos os limites!
E a sua filha ainda anda fumando Draco. – completou Gina jogando o cigarro de menta sobre a mesa. – Fumando! Até onde vocês vão antes de parar?! Dormem bêbados e drogados em uma praia deserta na primeira noite do ano! – se alterou a ruiva – Eu não carreguei vocês nove meses na minha barriga para vê-los crescerem assim entenderam? EU NÃO TENHO QUE PASSAR POR ISSO!
Mãe desculpa, a gente só queria se divertir – tentou Aurora. Frase errada menina.
Se divertir? – foi a vez de Draco se exaltar. – Olhem para esta foto! Vocês são MALFOYS fui claro, MALFOYS! Eu já tive a idade de vocês! Já fiz tudo isso, bebi, fumei...
Draco Malfoy! – repreendeu Gina.
Ern... digo – continuou Draco depois de perceber que tinha falado um pouco demais. – O caso é que eu nunca deixei o nome dessa família ser manchado e espero o mesmo nível de inteligência e competência de vocês para tanto. Essa foto – falou ele apontando para o jornal –é o cúmulo!
Pela primeira vez Orion tinha parado para observar a foto, e notou que sua irmã estava deitada um pouco atrás dos outros, mas não estava sozinha, era um homem ao seu lado.
Só um minuto pai. – falou ele olhando para o pai e ficando vermelho de raiva – AURORA QUEM É ESSE DO SEU LADO!
A garota olhou assustada para o irmão, não acreditando no que ele tava fazendo.
Orion pelo amor de Merlim!
Como assim quem é esse ? – se exaltou Draco tirando o jornal as mãos do filho e arregalando os olhos. – Aurora Malfoy! O que significa isso?
Eu que vou saber?! – falou ela com um rostinho que qualquer um que não a conhecesse julgaria inocente – Papai, por favor volte a bronca.
Voltar para briga é o caralh... – ia falar Orion quando a mãe o interrompeu.
Orion Malfoy mais respeito dentro dessa casa, mocinho! – se manifestou Gina
Mas mãe é um homem! – gritou o loiro
E você queria que fosse uma mulher? – falou Aurora, sem perceber o rosto espantado da mãe – E você fica bem calado Orion, porque você vive se comen...agarrando com a Britany e eu não me meto na sua vida, portanto mantenha-se fora da minha!
Que Britany? – indagou Draco com um quê de orgulho
A sua prima?! ORION MALFOY! – gritou Gina mais uma vez.
Boa Aurora! – falou ele irritado olhando para a irmã.
Foi você que começou seu idiota. – retrucou a loira.
VOCÊS QUEREM PARAR!? – explodiu Draco
É bom mesmo porque eu estou cada vez mais assustada com os filhos que eu tenho! Imagina se os avós de vocês sabem disso? Imagina se o Ronald e a Hermione descobrem? – falou a ruiva com as mãos na cabeça.
Vírginia chega, ninguém liga para o seu irmão idiota e para sua amiga sangue-ruim. – falou Draco por extinto. Era sempre assim, as brigas começavam nos filhos e caminhavam para os pais.
Draco Edward Malfoy você quer começar o ano dormindo no sofá? – indagou Gina numa voz perigosamente calma.
Amor não é isso. E o alvo aqui são eles. – disse ele olhando para os filhos, e tentando mudar de assunto. – Aurora você está proibida de fazer qualquer tipo de compras que não sejam material de faculdade e comida por três semanas.
Pai não! – fez Aurora em um tom extremamente dramático – A nova coleção da Chanel e da Miu Miu saem essa semana! Você não pode fazer isso comigo!
E não tente me enganar, pois todas as lojas serão avisadas e ameaçadas. – Ele olhou para o filho - E você Orion, está proibido de jogar pólo pelo mesmo período.
Pai, você ta de sacanagem! Eu sou o capitão do time!
Não me interessa, eu vou ligar para o treinador ainda hoje e acho bom vocês pararem de reclamar e tirarem as caras da minha frente para eu tentar consertar a merda que vocês fizeram.
Os irmãos então abaixaram a cabeça e se retiraram da sala indo em direção aos quartos no terceiro andar.
Imbecil – disse a garota
Idiota – retrucou o garoto e sendo assim os dois bateram as portas dos respectivos quartos.
N/T: Hey everyone! Esse capítulo foi bem divertido de escrever, tem umas partes que eu achei beem engraçadas e espero que vocês também tenham gostado. XD Desculpem a demora pelo novo capítulo! E só para avisar que esse capítulo ta sem betagem então qualquer errinho não foi por querer. Hehe.
Deixem rewiews por favor! Quem lê e não deixa, please não custa nada e quem deixou a resposta está logo ali em baixo.
Beeijos Tuty Frutty ;
N/G : Oiiiiii gente ! Gostaram dos esporros ? hauhauauah. E Queria muito que todos que estivessem acompanhando nossa fic deixassem uma review, incentivaria muito nós duas (eu e tuty) ! Espero que tenha dado pra entender melhor quem é filho de quem nessa bagunça ! Aguardem o próximo cap !
Beijosss Gaabii
Bruna: Obrigada pelo rewiew! Esperamos que tenha gostado desse capítulo! Beijos!
Jane LeloupBlanc: Então gostou do novo capítulo?! Esperamos que sim! Realmente esses ainda vão aprontar muuuito, isso nós podemos garantir, continue lendo para saber!
Beiijos.
Rebeca Maria: Para tentar deixar as coisas mais claras é o seguinte: Draco e Gina tiveram Orion e Aury; Blaise e Luna tiveram Frederich e Raphael; Harry e Pansy tiveram Lílian e David e Rony e Hermione tiveram as gêmeas Lauren e Britany! Meio confuso eu sei, mas aos poucos você vai se simpatizar mais com todos, espero. E sim a tal erva era maconha. Hauihauihauiua. Esperamos que tenha gostado desse capítulo também! E aguardo pelo próximo capítulo de SSM! - (nós duas na verdade) Beijoos.
É isso gente até a próxima beeijinhhoss.
