-Ruki?O ensaio de hoje já acabou, pode ir pra casa!- Sorriu Kai depositando sua mão sobre meu ombro, ultimamente ele andava sendo mais carinhoso comigo, talvez pelo mal humor que já estava virando costumeiro durante os ultimos ensaios.
-Ah sim, obrigado Kai-san.
Ajetei minha franja com a ponta dos dedos e fui até o canto da sala apanhar minha mochila e sair do estúdio, sendo seguido pelo resto da banda. Entramos no espaçoso elevador todos ao mesmo tempo em silêncio, que logo foi cortado por Uruha.
-Hoje já é quinta feira, que acham de sairmos esse final de semana pra compensar esse último? Morri de tédio mofando em casa.
-Quem manda ser um desocupado, Uruha? Não tem mais nada pra fazer além de ensaiar e beber. - Provocou Aoi.
-Como se você fosse O atarefado cheio de coisas para fazer. - Olhou feio. Eles sempre tiveram essa mania de ficarem se bicando, mas no fundo, não passavam de duas bixas apaixonadas.
-Bom, eu aceito o convite, acho interessante sair um pouco para descontrair. - Levantou o braço anunciando sua resposta.
-Ótimo Kai-kun! E você Ruki?
-Eu pretendia descançar de novo, depende de como eu estiver eu acompanharei vocês. - Ok, eu não estava com vontade de ir.
-Descançar de novo? Ok. E quando a você Reita?
-Talvez. - Demorou um pouco a responder. Era natural esse jeito desinteressado dele, mas no fim ele sempre acabava por ir devido á falta do que fazer. Na minha opinião ele deveria era se preocupar em arrumar aquela casa, era impossível se viver lá dentro.
-Tá certo, me deem uma resposta até amanhã que eu vou de carro buscá-los pra pagar só uma entrada.
-Lá a entrada é por carro? - Deu uma risada debochada e arqueou uma sombrancelha. - Que tipo de lugar é esse?
-Fica quieto Aoi, sei muito bem onde irei levá-los, e tenho certeza de que irão gostar.
-Dependendo de você pode ficar a desejar.
-Pare com essa mania de me menosprezar!
A discussão dos dois continuou até o elevador alcançar o térreo,que, por deus, demorava MUITO! O que pra mim não era muito agradável, já que nunca me senti muito confortável em elevadores, mas a questão é que o estúdio ficava no 20º andar, então, sem condições de ir por escada.
Coloquei a mão em meu bolso e dele tirei as chaves de meu carro, mas, antes que pudesse destrancá-lo, fui impedido pelo sentimento de falta de algo. Olhei atrás e vi Reita adentrando seu carro em seguida direcionando seu olhar pra mim, arqueando uma sombrancelha.
-Que foi? Vou pra casa hoje, posso? - Riu.
Ignorei e adentrei meu carro. Soltei uma pequena risada. Era até estranho ver que Reita realmente estava indo para casa. Fiquei parado observando de dentro do carro o de Reita saindo do estacionamento até ele sumir de minha vista.
Suspirei. Fitei o volante, encaixei a chave em seu respectivo local e liguei o veículo, em seguida, minha atenção foi tomada por uma iluminação e uma melodia vinda de um pequeno aparelho dentro do bolso do meu casaco, meu celular. Tirei-o de dentro de minha veste e apenas li em sua tela "1 mensagem recebida"
"Vai dormir bem sem mim? Cuidado pra não passar frio,
Reita."
Arqueei as sombrancelhas e fiz cara de confuso. O que ele quis dizer com dormir bem sem ele? Tá certo que estávamos dormindo juntos apesar de não fazer nada mas... O que será que Reita estava pensando, afinal? Sei lá... se relacionar desse jeito com um homem era estranho, a situação tava confusa. Bom, prefiro evitar pensar nisso, não estou levando nada isso a sério mesmo.
Dirigi pelas insuportavelmente movimentadas ruas até chegar em casa. O ensaio tinha acabado mais cedo que o normal hoje, eram apenas 9 da noite, se eu fosse dormir agora provavelmente acordaria mais bem disposto amanhã. É isso, tomaria um banho e já iria dormir.
Joguei a mochila que estava pendurada por duas alças em minhas costas indelicadamente em cima do sofá e fui descanlçando os sapatos, deixando-os perto da porta do meu quarto. Fui abrindo os botões da blusa no caminho do banheiro, porém fui impedido de chegar ao destino com o som da campainha. Será que era Reita novamente? Calcei um chinelo qualquer para não pisar no piso descalço e fui até a porta atendendo-a.
-Boa noite Sr. Matsumoto, vim aqui somente trazer-lhe a correspondência, desculpe-me por qualquer incômodo causado.
-Ah, boa noite Kazumi, imagine, não está incomodando. - recebi um sorriso pela resposta e, foi entregue em minhas mãos um grande pacote sem remetente. - Hã... quem mandou isso?
-Eu não sei lhe responder, mas é aquele Sr estranho com aquele pano no nariz que esteve por aqui essa semana que passou.
-Entendo, obrigada. - Pano no nariz? Só podia ser o... Reita?
-Passar bem, Sr.
Era estranho o fato de receber algo do Reita sendo que eu havia o visto a não mais que meia hora atrás. Rasguei o embrulho e percebi que o pacote envolvia uma caixa de meu chocolate preferido, e grudado na tampa da embalagem, continha um pequeno bilhete.
"Pra ver se isso te ajuda a melhorar esse seu humor azedo. Ah, acho que vi alguns meninos batendo com canos em seu carro, melhor dar uma olhada. Reita."
Meninos? ... Canos?...MEU CARRO??!?!? Corri até varanda e posicionei minha cabeça para fora da grade olhando para baixo procurando o lugar onde havia estacionado meu carro, mas a única coisa que pude avistar era uma figura loira acenando e em seguida com um dedo, puxando a área abaixo do olho e mostrando a língua.
-Te peguei, pequeno.
-Você não tem jeito mesmo, Reita.
Observei novamente ele adentrar o carro e ir embora. Era estranho, o que havia com ele? Bom, novamente tomei o chuveiro como o meu destino e fui me banhar. Deixei a porta aberta, já que normalmente Sabu-chan começava a latir e chorar quando eu fechava a porta do banheiro para tomar banho.
Me despi e adentrei o chuveiro, ligando-o e ao sentir o impacto da água ainda gelada em meu abdômem senti um forte arrepio, dando um pulo para longe de onde a água estava caindo.
Não costumo demorar no banho, então em poucos minutos já me encontrava em meu quarto selecionando algumas roupas para vestir, até que novamente sou interrompido de meus afazeres com o som de meu celular tocando em cima da cama.
-Oi, Uruha. - Atendi com não muita disposição.
-Credo, voce atendeu de um jeito tão xoxo que parece que eu te acordei com o telefone!
-Oque? Fale logo o que você quer! - Não pude segurar uma pequena risada.
-Primeiro de tudo, preciso que me confirme agora se você vai querer sair no sábado por causa da entrada.
-Ah...- putz, aquilo de novo, eu não estava afim de ir mas...-...tá, eu vou.
-Ótimo, eu passo aí na sua casa pra te buscar ás 9, esteja pronto!
-Tá ok. - estava pronto pra desligar até que ouvi os berros desesperados de Uruha pedindo para que deixasse-lhe concluir.
-Sabe Ruki, vi o Reita mais cedo no supermercado comprando aqueles chocolates que você adora, ele os deu para você?
-Hein?...-será que não tinha problema em contar? Provavelmente Uruha implicaria com ele até a morte-...hã, deu sim, porque?
-Escuta, o Reita por acaso virou seu novo cachorrinho???
-O que quer dizer com isso? - joguei-me para trás caindo na cama ainda com a toalha somente cobrindo minha cintura á baixo.
-Você sabe, a semana inteira ele esteve fazendo o máximo para estar próximo a você, anda mais atencioso e não emplica mais com você. Sem falar nessa história aí dos chocolates, sei lá. Acho que tem coisa por trás disso tudo que você não quer me contar, hein Taka-chan.
-Não fale besteiras Uruha. - Corei levemente e fiz uma cara zangada negando a história inteira, se era para contar algo sobre mim e Reita para alguém,acho que a ultima pessoa capaz de saber seria Uruha!- Reita e eu somos amigos, e ele me fez o favor de comprar já que eu estava cançado demais para passar no supermercado, só isso.
-Seu cachorrinho faz compras é? Daqui a pouco ele vai dormir na sua c--
Uruha conseguia ser insuportável quando queria ser. Cortei a ligação antes de deixá-lo concluir e fiquei encarando o celular por alguns instantes, em seguida, fazendo empulso para me levantar e me vestir, o que não demorou muito. Ao fechar o armário pude observar-me no espelho da porta. Tenho a impressão de que andei emagrecendo.
Tá, não era hora pra pensar nisso, joguei-me encima da cama e em poucos instantes adormeci.
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Chuva. Odiava dirigir em chuva, além de me dar uma enorme indisposição não gostava de me molhar. Acabei me atrasando e entrei no estúdio recebendo vários olhares de insatisfação. Ignorei todos e me posicionei em frente ao microfone.
-Ótimo, agora só falta um. - Disse Kai, suspirando e apoiando os cotovelos nos joelhos, jogando a cabeça para frente.
-Hã? Está faltando alguém? - Olhei em direção a Uruha, que estava encostado na parede fumando.
-É, seu cachorrinho. - Tirou o cigarro da boca e riu alto.
-Cala boca, Uruha!! Não fale besteira.
-Que história é essa de cachorrinho? - Disse Aoi se inserindo na conversa com um sorriso e com cara de curioso. - Conte-me, Uru-chan. - Se aproximou de Uruha quase encostando seus rostos.
-Contarei detalhadamente para você, Yuu-chan, nos nossos momentos de mais intimidade. - Ambos apenas inclinaram-se para trás e riram.
Eles emanavam uma aura cor-de-rosa que chagava a me enojar, como alguem podia ser tão... gay? Se nem publicamente eles se comportavam, imagino como eles eram quando estavam nesses "momentos de mais intimidade".
-Você é pequeno demais pra saber dessas coisas, Ruki. - Olhou Uruha rindo debochadamente como se acabasse de poder ler meus pensamentos, o que me fez ruborizar meu rosto completamente, indo para cima dele sendo segurado por Kai, que agarrava-me pela cintura para impedir que pulasse no pescoço de Uruha, ás gargalhadas.
-Que diabos tá acontecendo aqui? - Disse Reita que tinha acabado de chegar e se deparar com a confusão que ali estava ocorrendo.
-Veja quem acaba de chegar Ruki!!! Seu cach-
Num golpe rápido solte-me de Kai e com ambas as mãos tampei a boca de Uruha, impedindo-o de terminar a frase, fala sério, seria constrangedor demais. Reita arqueou as sombrancelhas mas limitou-se a perguntar novamente o que estava acontecendo, posicionando-se em seu lugar, sendo seguido por todos que também não estavam em suas respectivas posições.
E finalmente o ensaio pode ser iniciado.
Tudo estava completamente normal, tirando o fato de Reita estar cometendo graves erros seguidas vezes. Inúmeras vezes tivemos que parar no meio das músicas devido a seus erros, o que não era costumeiro dele. O que estaria acontecendo?
-Ah não, assim não dá, o que tá acontecendo você, Reita? - Disse Uruha soltando a guitarra deixando-a pendurada em si e olhando feio para Reita.
-Me deixe em paz, Uruha! Eu só to errando um pouco.
-Um pouco??? Você tá pior que o Uruha quand-
-Queito, Aoi. - Lançou ao moreno um olhar ameaçador. - Vamos parar por hoje, vamos. Assim não tá dando pra continuar.
-Bom, pelo visto não vai render muito hoje... Reita, vá pra casa e descance. - Disse Kai saindo de trás de seu instrumento e posicionando sua mochila em suas costas pronto para sair do estúdio.
Todos da banda já haviam saído da sala com a excessão de mim e de Reita. Fui até o sofá e apanhei minha mochila, fui em direção do baixista, que estava com a testa encostada na parede, cabisbaixo.
-Reita? - Aproximei-me. Era preocupante e estranho vê-lo assim.
-Que é?
-...- Curioso não ouvi-lo me chamar de baixinho. Fiquei um instante em silêncio, esse estado de Reita me dava medo de qualquer reação dele. - ...Veio apé?
Adentrei o carro sendo seguido por Reita que se sentou no banco ao lado, prometi levá-lo para casa. O silencio reinou dentro do veículo, já estávamos quase na casa de Reita.
-Aconteceu alguma coisa? - arrisquei perguntar, talvez ele me respondesse.
-...-Apoiou a cabeça no vidro e observou as gotas de chuva escorrerem pelo mesmo, respirou fundo, embaçando o vidro e falou baixo. - Estou meio confuso em certos assuntos. Nada importante.
-Nada importante? Acho que alguma importancia deve ter para fazer você errar tanto no ensaio de hoje. - Segurei um riso, acho que não era hora pra rir, senao eu poderia acabar sem sorriso.
-Chegamos. - Continuou olhando para as gotas de água e anunciou o fim do percurso. Freiei bruscamente o carro para não ultrapassar da casa de Reita e o vi destrancando a porta para então sair.
-Espera aí, Reita! - algo estava contecendo com ele, mas o motivo da minha preocupação era o maior mistério pra mim no momento.
-...- Virou-se pra mim já fora do carro. - Tá, pode deixar o carro aqui, vem logo pra não se molhar.
No fim, meu impulso acabou resultanto num convite para adentrar sua casa, eu tinha que parar com isso. Bom, no fim acabei lucrando, vai que com essa eu arrancava algumas respostar sobre o comportamento estranho de Reita durante o ensaio de hoje.
Adentramos o desorganizado apartamento de Reita, apesar de exagerdamente espaçoso, era muito bagunçado.
-Vem, vou pegar alguma coisa pra gente beber. - Foi arrastando aos pés até a cozinha, e eu, apenas o segui em silêncio, acho que era melhor não entrar diretamente no assunto, isso poderia incomodá-lo.
Reita alcançou dois copos e preencheu-os com suco, o que era estranho, normalmente ele pegava algo alcoolico. O que estava acontecendo com ele? Sentei-me em uma das cadeiras e fiquei observando a bonita mesa feita de mármore, enquanto esperava Reita sentar-se na cadeira de frente pra mim com os copos em mãos.
-Cê tá mesmo curioso hein. - Falou seguido de um longo gole de suco.
-Hã? - Olhei confuso.
-...- me encarou - Cê só quis entrar pra saber porque eu tava de mal humor. Porque? Talvez pelo bem da banda, quem sabe eu esteja atrapalhando o desinvolvimento dos ensaios.
-Do que está falando Reita? - Procurava tentar entender tal palavras, porém, sem sucesso.
-Do motivo pelo qual você me seguiu até aqui, quer se livrar de mim? Tudo bem Ruki, só me fale logo na cara e de uma vez só.
-Reita, não é nada disso!!
- O que é então?? - Aumentou o tom de voz e falou com fúria, levantando-se. Eu estava assustado. Muito assustado. Não era o Reita que eu conhecia.
-Sabe reita.. você me magoa pensando desse jeito. Como um amigo eu não posso me preocupar com seu bem estar? O que deu em você de repente?
-...- Abaixou a cabeça. - Foi mal. Eu não tô muito legal hoje, então... pode me xingar se você sentir vontade.
-É por isso que estou aqui Reita, não pra te xingar, pra tentar te ajuda, somos amigos, esqueceu?? - Levantei-me também e fiquei de frente pra ele, que demorou até dar algum sinal de vida. Levando uma de suas mãos á meu rosto.
-Esse é o motivo, Ruki. - Pude jurar que vi seus olhos lacrimejare,, mas antes que pudesse confirmar, virou o rosto para o lado, me impossibilitando de poder visualizá-lo.
-Hã? Que motivo?
-Somos amigos? Sim, nós somos... Mas só isso. Tá, clichê ficar triste por isso mas... mas... eu não gosto de você como se fosse apenas um amigo Ruki. Eu.. eu te amo, tanto. Não me conformo em ficar longe de você um minuto que seja. - me abraçou forte e afundou seu rosto entre meu pescoço e ombro, encharcando minha roupa com lágrimas. - mas... não consigo desistir por não ser correspondido, fico correndo atrás de você o tempo todo, não te deixo em paz. Mas tudo isso porque... eu te amo. Só por isso.
Nunca imaginei que ouviria algo assim de Reita, alguém que tinha uma natureza tão fria e sem sentimentos. Acho que me precipitei tendo essa visão sobre ele. Mas... sobre ele não ser correspondido... algo dentro de mim estava negando tal fato... estaria eu correspondendo a tais sentimentos?
-E-Eu não sei o que dizer Reita, mas.. mas, eu... - Senti o abraço que Reita depositava em mim levemente se afroxar. Novamente por impulso agarrei seu pescoço e impedi que ele se afastasse. - Eu quero ficar com você, Reita.
Apenas observei a mudança de expressão no rosto de Reita, o que não durou muito, em poucos instantes meus olhos se fexaram com a proximidade que o rosto de Reita ia proporcionando ao meu, seguido de um inocente beijo de início, que com o tempo foi se tornando mais intenso, fazendo-nos respirar mais pesado.
Em passos grandes Reita foi me guiando até a parede mais próxima. Respirações aceleradas, corações batendo rápido, a cintura de Reita pressionando-se contra a minha, suas mãos "massageando" todo meu corpo.
Estaria eu tornando o sentimento de Reita recíproco?
Reita segurou com força minha cintura com um impulso, levantou-me, fazendo minhas pernas se enlaçarem em sua cintura, fazendo-me ficar sem contato algum com o chão, somente minhas costas com a parede.
Com uma das mãos abriu o zíper da minha calça e depositou sua mão por dentro da veste, acariciando meu membro já ereto, fazendo minhas pernas se apertarem mais contra sua cintura. Rompi o beijo dando uma mordida no seu lábio inferior, em seguida descendo minha boca até seu pescoço beijando-o e chupando-o. Sentia uma enorme vontade de marcá-lo.
Soltei as mãos do pescoço de Reita e com elas fui abrindo sua camisa enquanto ainda tinha como alvo seu pescoço. Solicitei contato com o chão e fiquei de joelhos de frente para o membro de Reita, que pus na boca e iniciei lentos movimentos de vai e vem sugando-o ao mesmo tempo.
Reita gemia baixo e agoniado, aquilo pra ele estava sendo torturante, agarrou com as duas mãos meu cabelo e me obrigou a aumentar a velocidade dos movimentos, sentia a ponta de seu membro quase atravessar minha garganta.
Tirei-o de dentro da minha boca e fiquei de pé, Reita não me deu tempo de me ajeitar e logo me segurou novamente pela cintura e me deitando no chão, não iria aguentar esperar chegar até o quarto. Tirou minhas calças já abertas e colocou minhas duas pernas por cima de seus ombros, em seguida introduzindo seu membro lentamente para dentro de mim.
Aquela sensação de dor já estava mais ausente do que da ultima vez, o prazer se apossou de mim. Reita como sempre levou uma das mãos ao meu membro masturbando-o enquanto aumentava a velocidade das estocadas, aumentando também o volume do som que emitia com o contato brusco dos corpos.
-R-Reita... Reitaaaaaa. - cada vez que eu chamava por seu nome a velocidade de seus ambos movimentos aumentavam, até que cheguei ao meu orgasmo, Reita parou um instante para posicionar sua boca aberta em frente ao meu membro fazendo o sêmem que dele saia entrar em sua boca, em seguida lambeu em volta dos lábios e voltou com a estocadas.
Não durou muito até eu sentir seu líquido me preencher por dentro fazendo-o desabar, e deitou-se no chão ao meu lado, ali, no meio da cozinha. Puxou-me para perto e me abraçou apertado.
-Eu sou realmente um cachorrinho do seu lado, pequeno. - Riu.
-Não fale besteiras.
Continua...
