Quando o sangue Veela se impõe: primeira temporada
Disclaimer um: Os personagens dessa estória são propriedades de J.k. Rowling e da Warner Bros. E euzinha não ganho nada com isso.
Disclaimer dois:Esta fic também não é minha, mas sim de uma autora maravilhosa chamada Utena Puchico, que gentilmente me deu autorização para traduzir se alguém quiser ler o original, este se encontra no Slasheaven onde a autora tem outros trabalhos maravilhosos.
Resumo: O grande segredo dos Malfoy, que os leva a ser tão belos, arrogantes, orgulhosos e... que tenham o cabelo tão loiro platinado é que... eles tem sangue Veela e como bons alunos que somos, sabemos que aos dezesseis anos essas criaturas escolhem seu companheiro para a vida toda. E é assim que Lucius Malfoy, muito a seu pesar, em seu sexto ano em Hogwarts se dá conta que é certo castanho de olhos dourados da Grifinória a quem o destino ( e seu sangue Veela) escolheu como parceiro.
N/A 1: Totalmente AU de meu casal favorito Lucius/Remus e sim nosso querido dragão fará sua aparição, porém com o nome de Draco John Lucius Malfoy-Lupin.
N/A 2: Aqui lhes apresento uma estória que há muito tempo rondava minha cabeça, que fala de meu casal favorito. Veelas, risadas e ciúmes garantidos!
N/A 3: Nesta fic Lucius terá a mesma idade dos marotos por razões obvias não creio que as cenas de sexo sejam muito quentes, mas haverá( não se desesperem) é muito provável que os personagens sejam OCC, principalmente Draco, pois como seu pai vai ser Lupin, creio que não será tão insuportável como nos livros. E é claro vai haver gravidez masculina.
Esclarecimentos de leitura:
-Letra normal: leitura normal
-Letra cursiva: pensamentos dos personagens
Beta: A excelente betagem dessa fic ficou a cargo de Gika Black, uma pessoa maravilhosa que conheci na net.
Avisos: Esta fic contém slash (homem/ homem), mpreg (gravidez masculina) e se eu me lembrar de outra coisa coloco depois. Se o tema não te agrada, por favor, não leia você tem outras opções vá procurar!
Capitulo seis: Severus ao resgate!
- Está tudo bem Lucius? Não está com uma cara boa.
- Sim, estou bem e não tenho outra cara, então deixa de me amolar e volta de onde você veio, Narcisa—foi o grunhido como de resposta.
- Eu sinto muito—murmurou envergonhada, baixou sua cabeça e saiu da biblioteca depressa, amaldiçoando mentalmente a sua irmã Bellatrix.
- Não tinha porque tratá-la assim—sussurrou Severus o fulminado com o olhar—Ela só estava tentando ser amável.
- Amável, pois sim—bufou irônico—A verdade é que todos querem saber que merda está acontecendo comigo. Bando de curiosos—murmurou aborrecido.
- Narcisa não é assim.
- Sei que não, mas é a mais estúpida sonserina, por issso que a mandam averiguar.
- Não chame de estúpida minha Cissa!—exclamou Severus indignado.
- Eu chamo como quiser. E não é sua Cissa até onde sei.
- Já tem uma semana que você está assim insuportável. É melhor eu ir embora antes que digamos coisas que com certeza vamos nos arrepender.
Lucius viu seu amigo sair com uma sombra de tristeza em seus olhos. Não era sua culpa estar tão irritado. Mas, já fazia uma semana que não tinha nenhum contato com seu companheiro. Nunca o encontrava sozinho para poder esclarecer as coisas. Pois nessa mesma tarde se deu conta de que SIM havia atuado como uma adolescente histérica. Maldita herança!
O havia procurado todos os dias, mas ele sempre estava acompanhado de seus insuportáveis amigos, e normalmente isso não teria sido problema, ele podia se desfazer facilmente desses idiotas se interferissem em sua aproximação com seu companheiro. Mas eram os olhares de frieza que Remus lhe mandava que o detinham.
E quando já tinha preparado todo um discurso de desculpas ( porque um Malfoy nunca se desculpa, mas esse era um caso extremo) e como ele não sabia se desculpar teve que pedir ajuda a Severus, mesmo assim ele não tinha acesso ao seu objeto de desejo. E isso o estava enlouquecendo devagar o levando a grunhir ou enfeitiçar qualquer que ousasse amolá-lo com bobeiras.
E agora Severus estava aborrecido com ele, isto significava que havia chegado ao seu limite, porque seu amigo sempre lhe agüentava. Suspirou abatido, deveria buscar uma solução, mas agora.
Embora fosse mais fácil dizer do que fazer.
- Lily...? Podemos conversar?—perguntou Remus em tom inseguro.
- Claro Lupin. Sobre o que você quer conversar?
Havia chegado à conclusão que SIM, talvez amasse Malfoy. Sentia saudades dele e não sabia por que, visto que só tinha ficado a sós com ele duas vezes e somente se beijando, embora, pensando bem, na última vez o loiro… Enfim desde daquela briga não deixava de pensar nesse loiro todo o tempo.
Seus beijos, suas caricias, sua voz... de repente, sem pensar, tinha ficado dependente de Lucius Malfoy.E o pior era o lobo dentro dele, que protestava cada vez mais forte pela separação. Não passava um dia sem que sonhasse com coisas indecentes onde Lucius e ele eram os protagonistas, onde todos os cenários conhecidos e por conhecer eram permitidos. Não sabia de onde tinha tirado tanta imaginação pervertida. Deve ser pela convivência com Sirius e James...
Mas, ali estavam esses sonhos, e para sua total consternação seus amigos já tinham percebido, por causa de seus acidentes matinais. E sendo como eram, não deixavam de aborrecê-lo, zombando da situação.
Por isso havia decidido que deveria esclarecer seus sentimentos e necessitadva de um conselho. Mas, não podia falar com qualquer um sobre suas dúvidas, se amava ou não Lucius Malfoy. Não quero ser enfeitiçados nem que me olhem como se eu estivesse louco pensou desolado.
Então pensou na única pessoa que poderia ajudá-lo e conhecia seu segredo. Claro que sabia por pura casualidade, mas tinha ficado calada até agora e isso lhe dava certa tranqüilidade e confiança. A ruiva Lily Evans além de uma afinidade maior com o castanho era experta em problemas do coração. Deve ser por isso que James não consegue conquista-la, pois usa os métodos de sedução que usa com as outras.
- É particular Lily, você se importa de me acompanhar até os jardins do colégio?
Ela o olhou surpresa, no entanto sorriu e aceitou o convite.
- Por que Moony está levando minha Lily para fora da sala comum e com essa atitude tão suspeita?—perguntou James receoso.
- Não sei, Moony tem agido de forma estranha toda semana—respondeu Sirius franzindo o cenho.
Uns segundos mais tarde...
-Vamos segui-los—exclamaram ao mesmo tempo.
Porém ao sair do retrato da senhora gorda uma voz severa os deteuve.
- Aonde pensam que vão jovenzinhos?—disse Minerva McGonagall olhando-os reprovadoramente—Se bem me lembro vocês devem cumprir um castigo dentro de exatamente cinco minutos, então quero vê-los andando para a sala do senhor Filch! Agora!
- Sim professora—disseram engasgados, deixando para trás uma boa oportunidade para os Marotos.
- Então Lupin, sobre o quede quer conversar?
- É sobre Lucius—murmurou envergonhado (N/A: não o faço demasiadamente terno? É que eu gosto assim ).
- Não entendi?
- Eu Quero falar sobre Lucius— disse mais claramente.
- Oh...—foi aà única coisa que pode murmurar depois do choque recebido.Que tenho a ver com esse?
- Sabe Lily… eu acho… que me apaixonei por ele.
- É?—e por que diz isso para mim? —pensou desconcertada. Merlin… isto é o mais estranho que já me aconteceu na vida...
- Pois é...—mordeu o lábio inferior nervoso—Que pensa disso?
- Não sei o que te dizer Lupin. A notícia me deixou tão deslocada que creio que perdi a capacidade de pensar-sorriu com a sua resposta.
Remus lhe devolveu o sorriso.
- Eu sinto muito—murmurou—Acho que devia ter começado de outra maneira. É que bom... você foi testemunha do nosso primeiro encontro. Lembra? Estava junto com Snape.
-Era o primeiro?—ele assentiu—Ora… pois não parecia— disse irônica.
Ambos riram divertidos, Remus um pouco ruborizado.
- Bem acho que nos deixamos levar—admitiu sorridente—Depois desse houve outro encontro onde tivemos mais contato, mas no dia seguinte ele me encontrou falando com uma conhecida e fez uma tremenda cena de ciúmes.
- Espera... Acaba de me dizer que Malfoy fez uma cena de ciúmes?—perguntou certa de que não tinha escutado direito.
- É isso mesmo que você ouviu. Bom o caso é que discutimos e já faz uma semana que não voltamos a nos falar nem muito menos nos aproximamos. E eu sei que ele tentou, mas eu me esquivei, é que estou muito confuso.
- Por que me disse que acha que está apaixonado por ele?
- Por que...—voltou a morder o lábio inferior—Desde desse aquele dia não deixo de pensar nele, de desejá-lo como nunca desejei ninguém.
- Mas, desejo não é amor...
- Eu sei, o que acontece é que sinto algo a mais. Mas nunca me apaixonei e não sei se é realmente amor.
-Vamos ver...—disse pensativa—Sente mariposas no estômago quando está perto dele ou quando pensa nele?—assentimento—Se sente furioso se o ver paquerando com alguém mais?—franzimento de cenho e assentimento furioso—Suspira ou tem sorrisos bobos quando pensa nele - novo assentimento—O imagina como pai de seus filhos?— rubor e assentimento tímido—Muito bem se a isto agregarmos que sente falta da sua companhia tudo parece indicar que você o ama.
- Lupin, temos que conversar —disse Severus irritado aparecendo de quem sabe onde interrompendo a conclusão de Lily.
- Sobre o que?— perguntou o olhando receoso.
- É sobre Lucius—lançando um olhar que dizia que não sairia dali sem que falassem.
Remus deu um olhar cúmplice para Lily e ela entendeu rapidamente. Ela lhe deu um sorriso de animo.
- Tudo bem Lupin, depois nos vemos—deu uma saudação com a cabeça ao sonserino.
- Evans—lhe devolveu a saudação com similar gesto.
- Pois bem Snape?—falou quando Lily se afastou —O que você tem a me dizer sobre Lu… Malfoy—se corrigiu rapidamente.
- Aqui não—crispou seus lábios enquanto olhava para todos os lados—Me siga.
O homem lobo o seguiu duvidoso, mas se isto serviria para ajeitar as coisas com o garoto por quem, segundo Evans, estava apaixonado, o seguiria. Porém com sua varinha em mãos, com os sonserinos não podia estarser desprevenido.
- Oi Lucius.
- Oi Severus—murmurou o outro.
O loiro estava sentado no peitoril da janela vendo como as folhas caiam em uma atitude muito melancólica para o gosto do moreno.
Severus massageou a ponta do nariz claramente irritado. Falou com Lupin por seu amigo, mas contandto que Lucius deixasse este estado de animo que estava deixando os sonserinos pisando em ovos, ao não saber como se comportar estando perto do loiro. Ele não era uma maldita alcoviteira! No entanto isto era necessário pelo bem da saúde física e mental sua e de seus companheiros de casa.
- Temos que conversar Lucius.
- Agora não Severus estou pensando.
Snape grunhiu.
- Agora sim Lucius! É sobre Lupin, falei com ele.
Suas palavras fizeram o efeito desejado, em questão de segundos Lucius estava perto dele com seus olhinhos prateados brilhando de forma estranha. Esse brilho fez com que Severus se irritasse ainda mais. O veela tinha dominado totalmente seu amigo.
- E o que ele te disse?—perguntou nervoso retorcendo as mãos.
O moreno teve que fechar os olhos para se controlar. Seu amigo estava agindo de forma tão grifinória ou pior ainda como um lufa-lufa.
- Me explicou o que realmente estava fazendo com aquela corvinal.
A menção da loira fez com que o Lucius Malfoy que todos nós conhecemos regressasse. Seu rosto se tornou frio e seus olhos entrecerraram pelo enfado. Severus suspirou imperceptivelmente aliviado, ele sabia como tratar com esse Lucius.
- Conte-me—pediu num sussurro enquanto voltava elegantemente para sua cama.
- Pois resultou que eu tinha razão—sorriu irônico—Eles estava somente conversando, a muito estúpida estava pedindo que se lhe fazia o favor de arranjar um encontro com o idiota do Black—grunhiu.
- Oh...—foi ao única coisao que disse seu amigo.
- Oh!?—se alterou—Isso é a úunica coisa que tem para me dizer? Depois que tive de me humilhar e ir falar com Lupin e me fazer de alcoviteira?—disse furioso.
- E porque você se deu ao trabalho de fazer esse tipo de coisa—perguntou tranqüilo.
- Porque se você continuasse assim todos os sonserinos iriam te enfeitiçar! Sua atitude nos últimos dias tem deixado muito a desejar. Não foi você mesmo desde daquela estúpida briga —evitou dizer que estava agindo como um grifinório ou um lufa-lufa senão o enfeitiçado seria ele! Era só o que me faltava —pensou sarcástico.
- Você tem certeza de que ele falou a verdade?
- Eu lhe dei Veritassaetirum- admitiu incomodo pela reação que poderia pudesse ter o Veela.
Lucius o olhou por um minuto, mas não disse nada. Ele estava pensando que era uma boa idéia. Como não pensei nisso antes?
- Então suponho que devo te agradecer Severus... Pois obrigado—se levantou e ajeitou sua túnica como só um Malfoy pode fazer.
-De nada, agora faz alguma coisa- o apressou.
Lucius concordou com um aceno de cabeça para depois sair do quarto. Uma vez sozinho Severus suspirou massageando a cabeça. Espero que tudo dê certo senão eu serei o primeiro a enfeitiçá-lo
- Maldito sonserino - murmurou mal -humorado.
Ele tinha se prometido tomar cuidado, mas aceitou inocentemente a garrafa com suco de maçã e minutos depois encontrava-se encontrava falando coisas intímas com Severus Snape. .É que ele tinha sede!
Embora ainda não entendesse para que o moreno queria saber isso. Ele estava esperançoso em arrumar as coisas com Lucius... agora tinha voltado ao ponto de partida. Sem o loiro platinado e com desejos insatisfeitos.
- Até que enfim te encontro - sussurrou alguém em seu ouvido enquanto era abraçado possessivamente pela cintura.
- Lucius... - disse vermelho e sorridente.
- Temos que conversar. – disse Lucius arrastando Remus para uma sala vazia.
Uma vez lá dentro Lucius fechou a porta com um estratégico pontapé e começou a tomar posse dos lábios do castanho. Remus não se fez de rogado e deixou que o mais velho continuasse, agora podia sentir todas aquelas sensações que Lily lhe havia descrito, sim... estava apaixonado. A pergunta era. O que o sonserino sentia por ele?
- Pensei que íamos falar... - disse divertido.
- Depois – grunhiu o meio veela voltando a beijá-lo.
Necessitava isso; beijá-lo, acariciá-lo, sentir seu aroma... Marcá-lo. Sua parte veela esteve pedindo por isso durante toda a semana e ele a duras penas conseguiu controlar-se, tendo assim ganhado a raiva de todos de sua casa, já que descontava sua frustração em qualquer um que tinha pela frente.
Se não fosse por que, todavia mantinha algum autocontrole (por que era um Malfoy) estaria chorando de felicidade ao ter seu companheiro assim, gemendo embaixo do seu toque.
Com sua língua pediu acesso a boca do castanho e este isso não lhe foi negado. Começaram uma frenética dança que terminou com ambos deitados no chão. Suas roupas começaram a molestar-lhes e se desfizeram delas em um ritmo desesperado.
Lucius não perdeu tempo e começou a beijar e marcar a pele pálida. Buscou aos mamilos e saboreou seu gosto, os gemidos vindos de seu parceiro era uma música para seus ouvidos, lhe faziam sentir-se feliz e realizado.
Seguiu com suas caricias até o abdômen de seu amante e depois de parar uns minutos no umbigo buscou aquela parte que mais desejava beijar e saborear. E sentia que o pênis de Remus necessitava com urgência de alivio.
Retirou as calças juntamente com as cuecas com um movimento rápido. Gemeu roucamente e enfim teve Remus Lupin completamente nu. Sem perder tempo deslizou da base do pênis do castanho até a glande, onde se deteve para morder levemente para logo depois chupar como se de uma guloseima se tratassera.
Desta vez não só gemidos, mas também gritos de puro prazer. Que sorte que insonorizei o quarto, pensou divertido (N/A: Em que momento ele fez isso... nem eu mesma sei). Continuou chupando e mordendo levemente de vez em quando, até que Remus atingiu um orgasmo violento com um grito de êxtase. Lucius não duvidou em engolir a semente de seu amor, mesmo sendo a primeira vez que o fazia, vindo do amor de sua vida podia dar-se esse prazer.
- Isso foi… - ofegou Remus - …incrível.
- Eu sei - sorriu com superioridade buscando os lábios do licantropo - É uma característica dos Malfoy... saber dar prazer a seus companheiros.
Remus sorriu o atraindo par iniciar um novo beijo. Lucius desceu uma mão até apanhar o pênis de Remus que com umas caricias a mais ficara duro novamente. Logo sua mão desceu mais ainda buscando a entrada do castanho Remus imediatamente ficou tenso.
- Lucius…eu nunca… - murmurou baixando o olhar.
- Tudo bem, eu entendo só me deixa te tocar— ofegou - Iremos mais adiante quando se sentir preparado.
O outro sorriu agradecido, dividido entre a ternura e a surpresa que essas palavras lhe causaram. Cruzou os dedos atrás do pescoço de Lucius e o atraiu puxou para um beijo.
- Só se você também me deixar tocá-lo - sorriu safadamente.
- Sou todo seu - —disse o loiro sorridente.
Lupin não necessitou de outro convite. S e lançou sobre seu amante e começou a beijá-lo, embora torpemente, conseguiu acender o meio veela. Notava-se a inexperiência de Remus e isso agradava o sonserino, pois seus instintos o fariam procurar a qualquer um que tivesse recebido esse tipo de caricias de seu companheiro antes dele para lhe matar.
Ele estava consciente que seu lobo teve alguns relacionamentos com outras pessoas, mas nunca chegou a ser nada sério muito menos a ter sexo, estes só lhe deram experiência no campo dos beijos, então quando finalmente completasse o enlace teria certeza, que seria op primeiro e o último disse para si mesmo possessivamente.
Gemeu pondo os olhos em branco quando sentiu sua virilidade ser devorada pela boca ansiosa de seu amor. Ele tinha uma forma própria... Merlin! ...estranha de fazer sexo oral usando a língua e os dentes ao mesmo tempo.
- Eu estou fazendo direito? - perguntou indeciso enquanto o olhava com seus brilhantes olhos dourados e o masturbava com a mão.
- Sim Remus! Não …Não… não para! -– gaguejou -– Genial, agora me tem a sua merce! Não que isso o aborrecesse.
- Não penso em fazê-lo - sorriu safado continuando sua tarefa.
Só precisou de mais uns segundos para que o sonserino se derramasse em sua boca. Ele também não duvidou em tragar a semente de seu amante, queria ter tudo de Lucius Malfoy agora que acabara de descobrir que o amava.
-Vem - murmurou o loiro atraindo Remus até colocá-lo sobre seu peito.
Continuaram a se beijar, até que o castanho quis esclarecer uma duvida.
- O que somos agora? - murmurou ruborizado.
Lucius sorriu malicioso.
- Lembra-se da ultima vez em que ficamos juntos?
- Sim e daí?
- Pois, naquela vez você disse que era meu. Isso é o que você é Remus Lupin, meu—sussurrou possessivamente apertando ainda mais o abraço na cintura do leão.
O garoto levantou uma sobrancelha.
- Ou seja, se sou seu, você Lucius Malfoy... É meu?
- Assim é - assentiu com a cabeça - Agora somos um do outro.
- Bom... Eu gosto como soa isso - murmurou sonolento enquanto escondia seu rosto na base do pescoço do meio veela.
- Eu também - —admitiu o outro pegando sua varinha para realizar um feitiço de limpeza e também procurando algo para transfigurar em colchão ou algo mais cômodo por que... Por Salazar! O chão dessa sala estava triturando suas costas.
Continuará...
Nota da tradutora: Espero que estejam desfrutando até agora, logo teremos mais capitulos postados. E não esqueçam de comentar, lembrando que dedinhos felizem digitam mais rápido (essa eu aprendi lendo uma fic da Dee chan). Besitos.
