Quando o sangue Veela se impõe primeira temporada

Disclaimer um: Os personagens dessa estória são propriedades de J.k. Rowling e da Warner Bros. E euzinha não ganho nada com isso.

Disclaimer dois:Esta fic também não é minha, mas sim de uma autora maravilhosa chamada Utena Puchico, que gentilmente me deu autorização para traduzir se alguém quiser ler o original, este se encontra no Slashevaven onde a autora tem outros trabalhos maravilhosos.

Resumo: O grande segredo dos Malfoy, que os leva a ser tão belos, arrogantes, orgulhosos e... que tenham o cabelo tão loiro platinado é que... eles tem sangue Veela e como bons alunos que somos, sabemos que aos dezesseis anos essas criaturas escolhem seu companheiro para a vida toda. E é assim que Lucius Malfoy, muito a seu pesar, em seu sexto ano em Hogwarts se dá conta que é certo castanho de olhos dourados da Grifinória a quem o destino ( e seu sangue Veela) escolheu como parceiro.

N/A 1: Totalmente AU de meu casal favorito Lucius/Remus e sim nosso querido dragão fará sua aparição, porém com o nome de Draco John Lucius Malfoy-Lupin.

N/A 2: Aqui lhes apresento uma estória que há muito tempo rondava minha cabeça, que fala de meu casal favorito. Veelas, risadas e ciúmes garantidos!

N/A 3: Nesta fic Lucius terá a mesma idade dos marotos por razões obvias não creio que as cenas de sexo sejam muito quentes, mas haverá( não se desesperem) é muito provável que os personagens sejam OCC, principalmente Draco, pois como seu pai vai ser Lupin, creio que não será tão insuportável como nos livros. E é claro vai haver gravidez masculina.

Esclarecimentos de leitura:

-Letra normal: leitura normal

-Letra cursiva: pensamentos dos personagens

Beta: A excelente betagem dessa fic ficou a cargo de Gika Black, uma pessoa maravilhosa que conheci na net.

Avisos: Esta fic contém slash (homemx homem), mpreg (gravidez masculina) e se eu me lembrar de outra coisa coloco depois. Se o tema não te agrada, por favor, não leia você tem outras opções vá procurar!


Capitulo dezoito: Hallowen 1981

Remus encontrava-se no quarto do bebê já com dois meses de nascido. O pequeno Draco acabara de tomar seu leite e estava começando a adormecer nos cálidos braços de seu papi. Já se notava seu abundante cabelo loiro platinado e seus olhos eram definitivamente cinzas. Era a viva imagem de seu pai, para satisfação do castanho. E não que ele se considerasse feio, mas Luciu era lindo...

Uns fortes ruídos vindo de seu quarto o fizeram franzir seu cenho. Deixando a pequena criatura em seu berço caminhou até abrir as portas de comunicação dos quartos. Ali pode distinguir a figura de seu marido.

- Luc?

O loiro se voltou espantado ao ver que tinha sido descoberto e fez uma careta de dor e andou cambaleante até o sofá perto da lareira. Assustado Remus correu para perto de seu marido.

- Lucius o que...?

Calou-se subitamente. Durante estes anos, logo depois de deixar Hogwarts, ele se dedicou em especializar-se em Defesa Contra as Artes das Trevas, pois seu sonho sempre foi ser professor, com sua infinita paciência e amabilidade seria um ótimo professor, seus antigos mestres o haviam alertado para isso. E sendo expert nisso, podia facilmente reconhecer alguém que tinha sido vítima da maldição "Cruciatus".

Mordendo a língua (depois haveria tempo para explicações) se aproximou de um móvel junto da janela e dali extraiu uma poção que deu ao veela para beber. Enquanto Lucius se recuperava, com mãos trêmulas pegou o braço esquerdo de seu marido e levantou a manga de sua semi destroçada túnica. Seus olhos se fecharam com pesar e um suspiro saiu de seus lábios, quando pode ver com clareza a tatuagem nessa pele pálida "A marca tenebrosa". Em momento algum Malfoy resistiu ao exame, seu cansaço era demasiado e além do mais seu marido era inteligente e já tinha chegado a uma conclusão quando o viu assim.

Remus se ajoelhou em frente ao sonserino, inclinou sua cabeça até apoiá-la no colo do homem recém torturado.

- Por quê? – sussurrou.

Com sua mão ainda tremendo pela dor Lucius começou a acariciar os cabelos do castanho.

- Por quê? – devolveu quase com ironia – Por que a meu pai não bastou saber que eu estava grávido. Essa foi a condição para permitir que eu me casasse com você. Era isso ou minha sanidade. Ah sim... o muito bastardo de meu pai me ameaçou em te matar se eu não fizesse isso. E eu enlouqueceria sem você.

- Ele poderia chegar a isso...?

- Ele é um Malfoy – Lucius murmurou como resposta.

Ficaram vários minutos em silêncio. Com Remus se repondo do choque depois dessa notícia e Lucius se recuperando de suas feridas.

- Você matou?

- Sim – foi sua resposta sem rodeios e o castanho fechou os olhos com força deixando lágrimas de tristeza cair – Trouxas... preservando as mulheres e crianças. Rápido sem tortura. Os veelas são meio empáticos, não suportam torturar ninguém.

- Isso não te tira a culpa... – disse entre soluços.

- Mas a diminui... além do mais ou são eles ou somos nós Remus. Sabe por que fui castigado e torturado hoje? – o sentiu negar com a cabeça – ele descobriu que você é um homem lobo e me sugeriu te levar para que ele te conhecesse. Eu neguei – disse com os olhos semi fechados claramente aborrecido – ninguém mais nessa família vai servi-lo.

- Lucius, ele poderia ter te matado – o grifinório gemeu abraçando com força seu marido.

- Não lhe era conveniente. Meu pai está muito doente, quase posso assegurar que lhe resta pouco tempo de vida. Sem meu pai eu passo a ser o único herdeiro da fortuna Malfoy. O senhor obscuro sabe disso e por mais que queira não pode me matar.

- Isso não assegura nada. Esse homem é insano Lucius, em um arrebato de loucura pode te matar.

O meio veela suspirou com cansaço.

- Não pensa nisto Remus. Você pode me trazer Draco? Preciso vê-lo.

Lupin levantou os olhos e concordou, minutos depois chegava com o infante profundamente adormecido em seus braços. Com delicadeza o colocou nos braços de seu pai que o olhou com adoração.

- Tudo isto é por você pequenino.

O castanho sentou-se perto de seu marido apoiando a cabeça em seu ombro e deixou que as lágrimas caíssem de seus olhos enquanto via como seu pequeno dormia tranquilamente nos braços de seu amor.


- Claro que não – resmungou aborrecido.

- Lucius faz dois meses que não vejo meus amigos. Hoje é o aniversário de Harry e você querendo ou não eu vou. E mais, levo Draco comigo.

- Não! Isso é que não!

- Ah sim. É um aniversário de crianças. Ele está convidado. Nós vamos, se você não quiser vir fique em casa.

- Não posso permitir que você leve MEU filho a esse lugar cheio de grifinórios!

- Por favor, Luc! Draco é uma criança e tem que conviver um pouco com outros de sua idade! E ali ninguém vai fazer mal a ele!

-Não me interessa... –resmungou.

- Eles estiveram na aborrecidíssima festa de aniversário de nosso bebê. E não é justo a gente não ir à deles.

- Não foi aborrecida... – disse ofendido.

- Ah é claro – Remus disse – foi uma festa de "etiqueta" em que não deixavam as pobres crianças se divertirem por medo que sujassem suas caras túnicas. O pobre menino Flint tinha uma cara de aborrecimento que me deu pena.

- Mesmo assim eu não quero que vocês vão.

- Eu estou pouco ligando que você não queira. Meu filho e eu vamos à festa de aniversário de Harry Potter e não há nada que você possa fazer para me impedir. E lembre-se que ainda ficaram "resquícios" da primavera passada e se você tentar algo o maior perdedor será você mesmo.

Aquilo deixou o meio veela sem argumentos e então engolindo seu orgulho viu partir aos seus dois amores. .Malditos grifinórios!


--
Mansão Potter

- Parece que eles estão se dando bem... – Lily comentou vendo como Draco e Harry se olhavam sem despregar seus olhos um do outro.

Ambos estavam num pequeno cercadinho rodeados de brinquedos. Ronald Weasley e Neville Longbotton os acompanhavam.

- É verdade... – Remus sorriu.

- Onde está o veela Remus? – Regulus zombou palmeando as costas do castanho.

- Em casa... – suspirou – Quando voltar seguramente me espera uma grande bronca. Você sabe como ele é com os "grifinórios" e muito mais com meus amigos...

- Ah vamos... – disse divertido – sei que embora a primavera já passou há um mês ele ainda deve estar enlouquecido, então o mais certo é que com uma boa transa ele esquece de tudo.

Remus ficou vermelho na hora e o fulminou com o olhar. Pode escutar as gargalhadas estrondosas de Sirius e James que tinham escutado tudo. Definitivamente viver tanto tempo com Sirius e James estava mudando o caçula dos Black. Não sei se me alegro por isso...

- Eu vou mudar a fralda do meu filho... – resmungou.


Remus estava brincando com seu filhinho, mas desde uma hora que uma sensação horrível estava apertando seu peito. Lucius devia ter chegado em casa há duas horas para o jantar de Hallowen e não só não apareceu como não mandou nenhum aviso de se atrasaria.

- Pa!

O castanho sorriu olhando com adoração seu pequeno anjinho. Já fazia três meses que o pequenino o chamava assim, mas não disse nada pra Lucius para que ele não sentisse ciúme. Porque desde os quatro meses de vida era evidente que Draco preferia estar com Remus do que com o loiro. Isso talvez fosse porque o grifinório estava mais tempo com ele, já que seu marido se encarregava dos assuntos da família agora que seu pai tinha morrido. Por essa razão, eles estavam morando permanentemente na tétrica Mansão Malfoy, cujo aspecto Remus esperava mudar rapidamente. Sua sogra, por outro lado, decidiu que o melhor para ela era fazer uma longa viagem ao redor do mundo para se "recuperar" da perda e depois iria comprar uma casa para ela. Ninguém disse nada contra...

- O que foi minha vida?

O loirinho levantou seus braços fazendo com que seu papi suspirasse. Draco ficava encantado em estar no colo. Ele não se importava, com sua força de licantropo podia levantá-lo até os dez anos se quisesse, mas Lucius dizia que ele estava estragando o menino.

Assim que o levantou o fez beber seu leite e meia hora mais tarde o bebê já estava dormindo e deitado. E Lucius ainda não tinha chegado fazendo com que o pressentimento de algo estava acontecendo aumentasse no coração do castanho.

Demorou dez minutos mais até que seu marido finalmente chegasse. Pela expressão de seu rosto Lupin supôs que trazia más notícias.

- O que foi? – perguntou se aproximando de seu esposo.

Lucius o olhou com uma profunda dor e esquivou-se de seu olhar. Não podia enfrentar esses orbes dourados com as trágicas notícias que estava para lhe dar.

- Lucius me diz... Aconteceu algo ruim?

- Sim Remus. Merlin... – suspirou abatido.

- Você está me assustando Luc. Me diz de uma vez. Tenho tido um maldito pressentimento durante toda a noite.

- São os Potter Remus. O Lord os encontrou... Está noite ele foi até a casa deles...

O licantropo ofegou e começou a chorar. Impotente, Lucius o abraçou com força.

-Não, não, não... – repetia sem parar – eles estavam protegidos.

- Mas algo falhou – sussurrou tenso. Ele sabia o "que" era isso que tinha falhado. E seria horrível contar para seu marido – Foi rápido amor, não houve tortura – tentou consolar.

Remus soluçou mais forte e caiu de joelhos no chão. Lucius o seguiu em sua dor sem deixar de abraçá-lo. Deixou sair um pouco de seu poder veela para ajudar a reconfortá-lo e ficou surpreso ao sentir a rejeição. Parecia que o lobo estava muito ferido pela perda de alguém de sua manada e queria vingança.

- Como aconteceu? Por que você não o deteve!?

- Eu não sabia... você sabe muito bem que apesar de pertencer ao circulo interno, há coisas que ele não revela a mim nem a ninguém. Muito menos a mim, pois sabe quem é meu marido. Ele nós distraiu, nos mandando a uma cidade trouxa enquanto ele ia sozinho para lá.

- E como você descobriu? – soluçou.

- Estávamos por atacar os trouxas quando Sirius Black apareceu na nossa frente.

- Sirius? – perguntou estranhando e levantou seu olhar empapado pelas lágrimas para olhar seu marido. Lucius sorriu ternamente ao vê-lo assim e passou uma mão pela bochecha para soltar algumas gotas.

- Quando você me disse que iam esconder os Potter com o feitiço "Fidelio" não me preocupei com a sua segurança. Pois pensei que Dumbledore seria o guardião do segredo. Mas assim como vocês eu também me enganei.

- Colocaram Sirius, não queriam arriscar que fosse eu por causa da minha relação com você. Eu lhes disse que você era um Comensal – o veela fez uma careta. De repente os olhos de Remus abriram como pratos – você me disse que Sirius apareceu onde vocês estavam... Quer dizer que ele nos traiu? Ele é um Comensal? – perguntou horrorizado.

- Não. Há uma coisa que eu nunca te disse, pois não queria te fazer sofrer – respirou fundo aquilo não seria nada fácil – Peter Pettigrew era um Comensal. Ele foi inclusive antes de mim.

- Não! Isso não pode ser verdade!

- Remus se acalme – rogou o loiro pegando o rosto de seu amor entre suas mãos e o obrigando a olhá-lo. Deixou sair mais de seu poder veela para ajudar a estabilizar as emoções do licantropo.

- Como você quer que eu fique calmo?! Está me dizendo que um dos nossos melhores amigos é um comensal! Que dois deles estão mortos! – respirou várias vezes – e o que Sirius tem a ver com tudo isso?

- Quando Black apareceu naquela vila trouxa seu rosto estava transfigurado pela fúria e dor, acusou Pettigrew de traição. Cheguei à conclusão de que, por azar do destino, seus amigos mudaram de guardião na última hora. E sendo Pettigrew servo do Lord, já imagina o que ocorreu...

- Maldito filho de uma puta! Eu vou matá-lo!

Remus levantou do chão com a intenção de cumprir suas palavras. No entanto Lucius o abraçou pelas costas para detê-lo. Algo que sem dúvidas lhe estava custando conseguir. O lobo era muito forte e estava fora de controle, sua sede de vingança lhe dava uma força extraordinária. Então o loiro não teve outra solução, deixou sair todo seu poder veela.

Passaram vários minutos de resistência até que Remus foi cedendo pouco a pouco até se acalmar por completo.

- Calma, por favor... pensa em nosso bebê Remus. Além do mais Black já fez isso.

- O que quer dizer? – perguntou respirando rapidamente.

- Quando ele chegou onde estávamos se lançou sobre Pettigrew com intenção de matá-lo. Tiveram um duelo mágico na frente de todos esses trouxas e Black venceu, matou Peter e treze trouxas mais.

- Merlin...

- Os aurores o têm agora. Depois averiguarei como ficou tudo isso. Agora tenho que te contar o mais importante.

- Há mais? – soluçou.

- Sim... e esta é uma boa notícia no meio de toda essa desgraça.

- Não entendo – disse o homem lobo girando para encarar seu marido.

- Harry não morreu Remus. Por causa de uma estranha magia, quando o Lord quis matá-lo com o avada kedrava, a maldição ricocheteou no menino e atingiu o Lord, o destruindo. O filho de seus amigos, com um ano de idade, derrotou o mago mais poderoso destes tempos. Agora o chamam de o menino-que-viveu.


Na manhã seguinte

- O que te disseram no Ministério? – perguntou nervoso quando seu marido chegou.

- Não vão fazer um julgamento. Ele será levado diretamente a Azkaban.

- Mas eles não podem fazer isso! É injusto! Você sabe que ele tinha razão de sobra para fazer o que fez!

- Crouch não vai escutar nenhum argumento. Porque apesar de tudo, ninguém lhe tira o fato de que matou treze trouxas junto com Pettigrew, Remus.

- Mas ele estava fora de si! Podem alegar insanidade! Depois de tudo, esse maldito acabara de condenar seus amigos quando os traiu!

- E como você vai fazer para lhes contar o que sabe? Vai contar que seu marido Comensal te confirmou a troca de guardião? Que sabia que Pettigrew era servo do Lord igual a mim?

- Eu...

- Foi muito difícil conseguir que não me relacionassem com Voldemort Remus. Se você fizer isso pode chegar a salvar Sirius, mas me condenaria.

Lupin começou a chorar desconsoladamente e Lucius se adiantou para abraçá-lo e o consolar.

- Não é justo – soluçou – Sirius não merece isso... maldito Peter. O queríamos como a um irmão e olha o que desencadeou com a sua traição.

- Eu nunca gostei desse sujeito. Não entendo como ele foi para Grifinória.

- O vai acontecer agora? Você não pode fazer nada por Sirius sem se comprometer?

- Narcisa e Régulus já estão se encarregando disso... embora ache que não vão conseguir muita coisa. Você sabe como é o ministro. E sendo eles dois Black também devem se preocupar com a sua reputação. Bellatrix, Rodolphus e outros Comensais também caíram.

- Como...?

- Os Lestrange atacaram ontem os Longbotton enquanto o Lord fazia o mesmo com os Potter. Torturaram o casal até deixá-los loucos. Agora eles estão em Saint Mungo.

Remus fechou seus olhos dourados. Isso era demais.

- Eles estão bem?

- Não sei... foram vitimas do cruciatus. Imagino que você sabe o que pode acontecer.

- Merlin...

- E quanto ao menino Potter, o velho Dumbledore se encarregou dele. O levou para os parentes trouxas da ruiva.

- Espero que o tratem bem. Lily sempre nos dizia que sua irmã a odiava.

- Com quem estaria melhor senão com sua própria família?

Estiveram vários minutos abraçados neste sofá, em silêncio, enquanto cada um pensava nos últimos acontecimentos.

- Você vai comigo ao velório?

- Claro...

- Me abraça mais forte Luc. Eu preciso te sentir.

O loiro obedeceu e deixou sair um pouco de seu poder para confortar seu destroçado marido. Nesse momento entendeu a dor que Remus sentia. Prometeu a si mesmo que jamais voltaria a participar de algo que causasse tanta dor em seu marido. Pois ele sabia muito bem que não foi o final de Lord Voldemort, mas até a sua volta ele procuraria curar as feridas de seu amor e ser feliz com sua família. Agora viriam épocas de paz e ele iria aproveitar e muito.

Continuará...


No próximo capitulo: veremos como cresce um Draco Malfoy sendo criado por Remus Lupin e é claro nosso loiro se mete em problemas com o seu lobinho vocês sabem " a primavera se aproxima". Besitos e até lá...