Quando o sangue Veela se impõe: Primeira Temporada
Disclaimer um: Os personagens dessa estória são propriedades de J.k. Rowling e da Warner Bros. E euzinha não ganho nada com isso.
Disclaimer dois: Esta fic também não é minha, mas sim de uma autora maravilhosa chamada Utena Puchico, que gentilmente me deu autorização para traduzi-la, se alguém quiser ler o original é só procurar pelo nome da autora no Slasheaven, ´lá existem outras fics maravilhosas dessa mesma autora.
Resumo: O grande segredo dos Malfoy, que os leva a ser tão belos, arrogantes, orgulhosos e... que tenham o cabelo tão loiro platinado é que... eles tem sangue Veela e como bons alunos que somos, sabemos que aos dezesseis anos essas criaturas escolhem seu companheiro para a vida toda. E é assim que Lucius Malfoy, muito a seu pesar, em seu sexto ano em Hogwarts se dá conta que é certo castanho de olhos dourados da Grifinória a quem o destino ( e seu sangue Veela) escolheu como parceiro.
N/A 1: Totalmente AU de meu casal favorito Lucius/Remus e sim nosso querido dragão fará sua aparição, porém com o nome de Draco John Lucius Malfoy-Lupin.
N/A 2: Aqui lhes apresento uma estória que há muito tempo rondava minha cabeça, que fala de meu casal favorito. Veelas, risadas e ciúmes garantidos!
N/A 3: Nesta fic Lucius terá a mesma idade dos marotos por razões obvias não creio que as cenas de sexo sejam muito quentes, mas haverá( não se desesperem) é muito provável que os personagens sejam OCC, principalmente Draco, pois como seu pai vai ser Lupin, creio que não será tão insuportável como nos livros. E é claro vai haver gravidez masculina.
Esclarecimentos de leitura:
-Letra normal: leitura normal
-Letra cursiva: pensamentos dos personagens
Beta: O excelente trabalho de betagem desta fic é obra de uma pessoa maravilhosa que conheci atravez da net, seu nome é Gi (Gina Black)
Avisos: Esta fic contém slash (homemxhomem), mpreg( gravidez masculina) e talvez situações de violencia se não gosta do tema, por favor, não se dê ao trabalho de ler você tem outras opções vá procurar!
Capitulo vinte e um: Educando um futuro Sonserino
Lucius e Severus interromperam sua conversa ao verem Draco Malfoy, com uma expressão assustada entrar no estúdio, fechando a porta apressadamente.
- Draco... Que modos são esses de entrar? – resmungou o loiro.
- Eu... sinto pai. É que...
- DRACO LUCIUS JONH MALFOY-LUPIN. ONDE VOCÊ ESTÁ?
O bramido fez com que os três dessem um pulo de susto. O menino loiro empalideceu enquanto seu alarme crescia.
- O que você fez Draco? – questionou Severus.
- Agora não há tempo – exclamou assustado – me esconde pai, por favor!
Lucius olhou nervoso para a porta. Não sabia o que seu filho tinha feito e Remus estando tão aborrecido... não era bom ficar do lado de Draco nessas ocasiões.
- Vem entra debaixo da mesa. Anda logo! – disse Severus dando espaço para o moleque.
No exato momento em que Snape voltava a sua posição, a porta do estúdio se abria. Um muito, mais muito aborrecido licantropo fazia sua aparição.
- Vocês viram Draco? – resmungou.
O pequeno de sete anos de idade gemeu em baixo do móvel inaudívelmente. Pelo tom de seu papi podia-se notar claramente o quanto ele estava chateado. Isso não pressagiava nada de bom...
- Não Remus, ele não está aqui – respondeu o veela impassível.
- Sei – grunhiu o castanho saindo do lugar batendo a porta.
- Sai dai Draco – Lucius falou.
Com lentidão o menino obedeceu a seu pai. Sua atitude era apressada e não se atrevia a olhar seu pai nos olhos.
- Eu... – mordeu o lábio inferior num gesto muito comum de Remus, que demonstrava nervosismo – estava com Lucas e ele comentou que se encontraram com os Weasley no beco Diagonal outro dia – disse olhando seu padrinho que assentiu – Lucas me disse que eles pareciam muito agradáveis. Mas eu lhe disse que ele não deveria se juntar a essa gente, pois eles são traidores do sangue e amam a trouxas e sangue ruim. E não percebi que papi estava na porta e escutou o que eu disse. E enquanto ele dizia a Lucas que não me fizesse caso... eu fugi.
Lucius levantou uma sobrancelha.
- Você está em um grande problema... – comentou como se não fosse nada.
Draco olhou seu pai alarmado. Obrigado pelo apoio! pensou sarcástico.
- É claro que está...
Os três sonserinos (Draco no futuro) deram outro pulo com o tom gelado da voz. Lupin estava parado na porta parecendo imponente. Poderia se dizer que parecia um Malfoy. Draco tremeu de medo, Severus temeu por seu afilhado e Lucius... se excitou.
- Pa-papi... – murmurou.
- Eu sabia que você estava ai Draco. Posso sentir seu cheiro...
Os três fizeram uma careta com a boca. Como não pensamos nisso?
- Você está bravo comigo? – tom inocente e carinha de cachorro abandonado.
Bom truque... Severus pensou.
- Claro que estou – tom cortante – e esperei aqui fora para te dar tempo para explicar-se com seu pai e para pensar em seu castigo.
O menino abaixou a cabeça.
- Se não me engano depois de amanhã é a partida Mundial de Quadribol... – começou o grifinório.
- Você não vai me deixar ir?! – perguntou alarmado.
- Sim você vai. Sei que está esperando por isto há muito tempo, eu não poderia te proibir...
- Então...?
- Quem não vai sou eu.
- Não!! – exclamaram os dois veelas ao mesmo tempo.
- Por que você tomou essa decisão? Foi Draco quem cometeu a falta! – Lucius disse. Seu filho o fulminou com o olhar.
- Eu sei... – disse olhando seu marido friamente – ainda assim vocês vão e eu fico. Vou passar esses três dias solteiro. Vou convidar seus amigos para brincar comigo – disse sorrindo a seu filho que franziu seu cenho – e talvez a senhora Zabini que acaba de ficar viúva novamente. Às vezes ela precisa de "consolo".
- Ou talvez ela queira se reunir com seus maridos defuntos... – Lucius disse estreitando os olhos.
Severus afogou uma risada. Esse Lupin sim sabia como dominar os Malfoy.
- Ah não sei... já verei o que faço... Espero que vocês dois se divirtam.
- Mas...! Você não pode fazer isso com a gente papi! Não é o mesmo se você não está com a gente!
- Draco tem razão, ao ficar você não está castigando só a ele... a mim também e eu não fiz nada.
- Eu já decidi e não há nada que possam fazer para que mude de opinião. Você... está castigado por dizer essas palavras que eu proibi – disse apontando o dedo acusador para seu filho que baixou a cabeça arrependido – e você... por ensiná-las – disse apontado dessa vez o loiro mais velho. E dizendo isso saiu do estúdio.
- Viu o que você fez? Por causa de sua torpeza nós dois fomos castigado – Lucius disse para seu filho.
Draco arregalou os olhos.
- Ma-ma... mas... pois sim, é tudo sua culpa! – gritou ao final – você me ensinou as "palavras proibidas"
Pai e filho se fulminaram uns instantes. Para depois Draco sair do lugar batendo a porta.
Severus não pode agüentar mais e começou a rir como louco, fazendo com que a irritação do veela aumentasse ainda mais.
- Que bom que a minha vida te faz rir – disse irônico.
**Dias depois...**
- Onde a gente vai papi? – tom emocionado.
- Ao mundo trouxa – sussurrou cúmplice.
O cenho de Draco se franziu.
- Tem certeza...? Se o pai descobre...
- Ele só vai chegar da reunião amanhã e eu não vou lhe contar nada. Você vai?
- Se você não quer, eu não conto papi – sorriso malicioso.
- Bom, vai até seu quarto e veste a roupa que te comprei. Te espero lá fora.
Meia hora mais tarde Remus e o pequeno Draco estavam na Londres Trouxa em busca de diversão. O menino olhava tudo com olhos desorbitados. Sempre pensou que os trouxas, ao viverem sem magia, tinham uma vida mais aborrecida, mas a infinidades de coisas que seus prateados olhos viam não parecia nada aborrecido.
- Vamos entrar aqui minha vida.
- O que tem ai?
- Video games... – anunciou o castanho com olhos brilhantes de emoção.
E assim o licantropo e o meio-veela-licantropo, brincavam com tudo o que lhes chamavam a atenção, perdendo suas duas primeiras horas de passeio. Remus teve que usar toda sua persuasão e seu melhor sorriso para convencer Draco de que havia coisas mais emocionantes e divertidas para ver, para poder tirá-lo daquele lugar. Claro... o menino fez birra, seu habitual biquinho e pôs seus olhos de cachorrinho, mas agora caminhava de mãos dadas com seu papi e na outra um enorme sorvete.
- O que é isso papi?
- É uma televisão meu filho.
- Tele... visão?
- Sim... vem cá vou te mostrar como funciona.
Entraram na loja de eletrodomésticos e o veela não só pediu para saber como funcionava a televisão, como também a máquina de lavar roupas, a torradeira, os ventiladores... etc. Por sorte Remus soube manejar muito bem as explicações e saíram dali com um liquidificador para Draco... esse foi o que mais gostou.
- "Pode servir para meu padrinho misturar os ingredientes das poções enquanto me ensina". – tinha argumentado.
A tarde passou rapidamente. Compraram mais roupas de trouxas, o castanho comprou discos de música de suas bandas antigas favoritas (isso lhe fazia lembrar muito de James e Sirius), e comprou para seu filho aquela famosa bebida gasosa de cor negra enquanto comiam hamburguers no McDonalds.
- Gostou do passeio Draco? –perguntou uma vez que aparatam em sua casa.
- Sim, muito!
- Então... viu como os trouxas não são tontos? Eles podem viver perfeitamente sem magia e não é por isso que devemos considerá-los inferiores a nós. A magia não é tudo bebê. Por acaso você me vê a utilizando todo o tempo?
- Não.
- Porque é mais divertido fazer as coisas por si mesmo, pelo menos pra mim. Não vou te negar que às vezes eu dispenso a os trouxas estão adaptados a viver sem magia desde muito tempo. Não devemos desprezá-los por isso, pelo contrário, isso é de se admirar.
- Mmmmhhh... – murmurou com o cenho franzido.
- Entendeu?
- Sim papi.
- Gostaria de repetir o passeio no futuro?
- Sim!!!
- Ok. Mas isso vai ser um segredo nosso. De acordo? – piscou um olho.
Draco sorriu malicioso.
- Olá rapazes.
- Olá senhor Remus!
Lupin sorriu aos amiguinhos de Draco. Eles vinham uma vez na semana para que ele lhes ensinasse a base da magia e assim não entravam em Hogwarts sem saber de nada. Alguns tinham tutores especializados para isso... mas ao que parecia, os meninos gostavam de como ele ensinava. Seu filho só aprendia com ele. Uma vez sugeriu a Lucius enviá-lo a uma escola trouxa... podem imaginar no que terminou aquilo. Esse tinha sido uns dos poucos caprichos que seu veela nunca lhe cumpriu. No entanto, ele não se chateava em ensinar seu filho. Sempre fazia cursos de capacitação e com um par de livros trouxas para crianças, ensinava em segredo a estes meninos também.
- E você quem é pequena?
- Millicent Bulstrone senhor – murmurou envergonhada.
- Bem vinda Millicent – sorriu amavelmente.
- Viu...? Eu não te disse? Pansy cochichou no ouvido de sua amiga.
- Sim... ele é muito amavél... e lindo.
- Sim... – suspirou sonhadora.
Muito perto dali Draco olhava para as meninas de cara fechada.
- O que você tem Draco? – Blaise quis saber.
- Nada – grunhiu.
Theodore sorriu de lado ante a atitude de seu amigo. Ele era uma criança muito observadora e já tinha percebido essa atitude antes, chegou a conclusão de que era por ciúmes de todos eles. Ele o entendia, ele também ficaria assim se tivessse um papi tão amável e carinhoso como o senhor Remus. Embora também achasse que era um pouco de exagero. Até parece que a gente vai roubar ele...
- Oi Marcus(Flint). Já recebeu a carta?
- Sim senhor – assentiu fervoroso – Adrian (Pucey) e eu entramos esse ano.
- Fico muito feliz por vocês. Vou perder dois alunos excelentes – sorriu.
Marcus lhe devolveu o sorriso envergonhado. Não sou tão bom aluno assim, este senhor até passa de tão amável.
- Bom vamos começar a...
- Já chegou por quem choravam! – Lucas Letrange gritou entrando na sala.
- Lucas, olha os modos – Narcisa suspirou cansada – Chegamos a tempo?
- Claro Narcisa, sentem-se. Hoje vamos estudar um pouco de matemática.
- Não... - foi o gemido universal.
- Nenhum nã estudar esta matéria na primeira aula e depois vamos continuar com o livro que deixamos pra terminar na aula passada. Depois vou dar um pequeno presente pra cada um.
Bastou somente isso para que concordassem sem reclamar. Então depois de uns cálculos, bem feitos por alguns, mais ou menos por outros e nada por Crabble e Goyle, foram ler dois capitulos de "O senhor dos anéis: as duas torres" (o primeiro já tinham terminado). Ler este livro os divertia muito, já que Narcisa criava imagens do que iam lendo para fazê-lo mais interativo.
- Isso é tudo por hoje. Vou pedir ao elfo que lhes traga algo para comer e... minha surpresa – sorriu misterioso.
As crianças olharam expectantes como o senhor Remus tirava algo de uma caixa branca e o colocava sobre a mesa. Parecia uma lata de cor vermelha com letras brancas.
- Coca-cola! – Lucas e Draco gritaram emocionados.
- Sim tem uma para cada um.
Tranquilamente foi repartindo uma latinha para cada criança e ensinando como deveriam abrir a lata. Desconfiados deram um gole e por suas expressões parece que gostaram muito. (NA: não é que Lupin já os estava viciando...).
- Isto tem um sabor delicioso senhor Remus – murmurou Vincent lambendo os lábios.
- Tem mesmo não é? Tia Narcisa sempre compra uma quando a gente vai ao mundo trouxa – Lucas comentou.
- Vai ao mundo trouxa? – Adrian Pucey se exaltou.
- Sim não muito. Mas cada vez que minha tia vai eu vou com ela. É muito divertido.
Remus mandou um olhar de advertência a seu filho quando viu que ele ia falar algo. Ah certo... o segredo sorriu cúmplice para seu papi.
- Eu gostaria de conhecer algum dia – Theodore sussurrou.
- Não acho que nossos pais deixem a gente ir – Cassius Warritgon suspirou. Um garoto de dez anos moreno de olhos verdes água, muito forte para sua idade. Era muito bonito e quando sorria formava umas covinhas dos lados de sua boca. Isso o fazia mais adorável ainda, para seu desgosto.
- Talvez a gente possa ir... se tia Narcisa e Remus nos levarem escondido – Lucas propôs com um estranho brilho nos olhos azuis.
- Lucas! – Narcisa se escandalizou.
- Você ficou louco? – disse Terence Higgs – não podemos pedir tal coisa ao senhor Remus... seria muito arriscado.
- Mas seria a única maneira... – Daphe Greengas sussurrou olhando os adultos esperançosamente.
- Eu... não sei crianças – Remus murmurou. De onde esses filhos de sonserinos tiram essa vontade de romper regras e explorar coisas proibidas? Será influência minha? pensou meio encantado meio assustado.
- Ah papi vamos – Draco disse usando aquela expressão que o convencia de tudo – você foi um grifinório. Um valente grifinório. Isso não deve significar nada pra você.
Remus o olhou receoso. Isso era perigoso! Se algo acontecia com as crianças não queria ter algum ex comensal atrás de seu pescoço.
- Eu vou pensar... – gaguejou enfadado, pois sabia que não podia negar essa saída as crianças se o olhavam com essa carinha entusiasmada – vão brincar agora... seus pais virão buscá-los dentro de meia hora.
Em seguida todas as crianças correram para que sabe onde na Mansão.
- Você não está pensando em fazer isso, verdade? – perguntou a loira consternada.
O castanho lhe dirigiu um olhar que dizia tudo.
**Uma semana depois...**
- Deixa eu ver... – suspirou – Cassius (Warrigton), Marcus (Flint), Adrian (Pucey), Terence (Higgs) e Tobias (Montague) vocês que são mais velhos, vão vigiar os menores. E não se separem! – gritou ao ver Malcolm Braddock e Miles Blechely se afastar olhando embelezados a máquina de fazer algodão doce – por favor, meninos, os trouxe com a condição de que façam tudo o que eu mandar. Ok?
- Sim senhor Remus.
Remus voltou a suspirar. Em que momento me ocorreu trazer dezesseis crianças de sangue puro ao Mundo Trouxa? Tudo culpa de Draco... acho que o mimo demais.
O menino o esteve atormentando-o durante toda a semana até que ele concordou. Por sorte Narcisa se ofereceu para acompanhá-lo e decidiram levá-los até um Shopping que tinha tudo o que gostariam de saber de como viviam os trouxas.
- Draco, você e Lucas não se separem. Por mais que conheçam tudo por aqui não é seguro que se afastem. Entenderam? – assentimento – Muito bem, Daphe, Millicent e Pasny vão com Narcisa. Ela vai mostrar coisas que vocês podem gostar.
- Eu quero ficar com você senhor Remus – Pansy disse.
O castanho sorriu e Draco fechou a cara.
- Nós não vamos nos separar pra sempre Pansy. Dentro de duas horas a gente se encontra aqui. De acordo Narcisa?
- Claro Remus... nós vamos fazer coisas de garotas.
E assim a loira partiu com as três meninas e Remus ficou a cargo de: dois garotos de onze anos (Adrian Pucey e Marcus Flint), três de dez anos( Terence Higgs, Cassius Warrintgon e Tobias Montague), cinco de oito anos( Draco, Blaise, Vicente Crabble, Gregory Goyle e Theodore Nott) e outros três de sete anos (Lucas Lestrange, Miles Bletchely e Malcon Braddok). Em que enrascada me meti?
Para sorte de Remus a saída não foi uma catástrofe de tudo. Ninguém saiu ferido e todos ficaram satisfeitos. Adrian, Marcus e Terence ficaram encantados com os patinetes. Theodore comprou vários livros de Freud.
- "Você tem certeza de que quer esses livros?" – tinha perguntado surpreso.
- "Parecem interessantes" – respondeu o menino encolhendo os ombros.
- "Ok..." – teve que concordar um pouco duvidoso.
Teve que frear Vicent e Gregory para que não comprassem quantidades exorbitantes de batatas fritas, "chocolate que não se move" e... chicletes. Algo que encantou a todos. Remus quase entra em pânico quando Miles e Malcon, incitados por Lucas, desapareceram por vários minutos, os achou mais tarde com restos de algodão doce nas mãos.
Passados duas horas foram se encontrar com as "mulheres" que estavam arrumadas para uma festa, com grandes bolsas de roupa trouxa e uma lata de coca-cola em suas mãos.
Comeram no McDonalds e depois passaram o resto da tarde jogando video game. Por sorte isso também encantou a todos, ele e Narcissa puderam descansar enquanto vigiavam as crianças batalhar com as máquinas.
- Repetiremos a experiência? – questionou a loira caçoando.
- Se Deus não quiser me ter muito cedo com ele: Não. Eu sou generoso, mas nem tanto.
Mesmo assim uma vez a cada dois meses Remus e seus "alunos" escapavam para o Mundo Trouxa.
Continuará...
Nota da tradutora: Olá a todos que acompanham essa fic, agradeço aqueles que me honraram com seus comentarios... Só resta mais um capitulo dessa primeira temporada e gostaria de saber se vocês querem que eu continue traduzindo a historia que é composta por três partes...Então me mandem seus comentarios...
A gente se vê dentro de três dias com o último capitulo dessa temporada.
Besitos
