Capitulo Dois - O jogo Começa

Eu sabia que aquilo era errado.

Eu sabia muito bem disso. Isso era bem o tipo de coisa que alguém como Ele faria. Mas eu estava desesperada. Não conseguiria aparecer nesta forma para os alunos. E essa era a única maneira disponível.

Me aproximei da cova recente, e sem querer apertei levemente os ossos que segurava. Eu sabia como fazer aquilo. E estava me arrependendo desde agora. Minha esperança era que os fins justificassem os meios.

Escute o sussurro
O soprar negro dos ventos
Os astros vão brilhar
A aurora é um inimigo à distância
Venha, levante-se!
Escute esse chamado.
Cave, mova os tendões apodrecidos que envolvem seus ossos
Venha para a superfície, volte ao antigo ar
Que um dia respirou.
Eu ordeno, eu proclamo
Levante-se, morto!

O silêncio da noite desceu ao meu redor. Talvez não deu certo... Mas logo uma mão alva emergiu da tumba, completamente descarnada, com terra entre as falanges. Depois surgiu uma caveira, com as órbitas vazia me encarando, e o morto colocou-se completamente para fora da tumba, flocos de terra caindo do que antes foram articulações, e ficou imóvel.

A invocação do corpo funcionara. Agora estava na hora da parte mais cruel.

Senti o mundo girar ao meu redor, as coisas perderam foco e meus sentidos sumiram. Quando essas sensações pararam, eu olhei para minhas mãos e mexi os dedos para tirar a terra que ainda restava entre os ossos. A segunda parte fora completa. Hora da terceira.

"Uma alma forte, é igual a uma mente forte, que é igual a um corpo forte. A alma faz o corpo"

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"Uauuuu isso é enorme!" o garoto falou em frente aos portões de ferro da escola. Parecia uma perspectiva interessante ir estudar lá. "Lero, tem certeza que está aqui?" ele perguntou enquanto alguma coisa com cabeça de abóbora saía de dentro de sua mochila para olhar do lado de fora. "Sim Kensuke-tama, é aqui" fala a coisa assentindo.

Ele sorriu, e tirou uma mecha da frente dos olhos. "Acho que ela já vem. Dá pra sentir. Quero só ver como ela vai aparecer. Enquanto isso..." Um corvo parou apenas a alguns centímetros dele. "Eu vou deixar um aviso".

"Com licença, você é...?" a voz do loiro parado perto do portão chamou a atenção dele. "Sou Kensuke Miyasawa! Sou o aluno transferido da Shibusen" diz ele com um sorriso enquanto colocava a mão atrás da cabeça. Phi deu um pequeno sorriso e abriu o portão. "Pode entrar".

Quando o garoto passou por ele, o loiro não pôde deixar de sentir um arrepio. Sabia muito bem o que era aquilo, ou melhor, quem ele era. "Então Ele já veio... Você deve estar a caminho, Medéia".

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"O que foi aquilo?"

"Acho que foi um míssel"

"Não era um míssel, era uma cobra"

"O que uma cobra estava fazendo dentro do bebedouro?"

"Isso me lembrou aquela vez num restaurante Indiano clandestino na parte oeste de Aoyama quando um Faquir transsexual tentou me servir cobra a pururuca..."

"Menos Shiho, Menos"

"Será que foi uma dessas que a Lenalee viu?"

"Não. Ela disse que era maior"

"Mas ela matou a cobra?"

"Se matou, não mostrou o pau..."

"MORGANA! Com certeza o Tyki anda te influenciando"

"Fala sério Shiho, eu só jogo pôquer com ele. Isso é possível para influenciar alguém?"

"É sim"

"Não se meta matt"

"Cara, eu acho que a cobra teve um traumatismo craniano"

"Ou está bêbada"

"Aqueles garotos Noés trocaram a água do bebedouro por birita de novo?"

"Sei lá."

"Acho que não. Eles me disseram que tinha algo haver com o banheiro..."

"Aquilo ali voando é uma privada?"

"... Prefiro não saber"

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"Eu vou perguntar pela última vez" a voz da loira saiu baixa e possivelmente perigosa. "VOCÊS EXPLODIRAM UM BANHEIRO?"

"Não. Só uma privada." A voz do garoto a sua frente saiu divertida. Aqueles dois endiabrados realmente pareciam estar se divertindo. Kloud se lembrou imediatamente dos exercícios de respiração que seu médico recomendara. Respirou forte e profundamente.

"Hei, eu quero meu advogado!" o loiro reclamou balançando as pernas. Certo, controle sua vontade homicida. Controle. "Vocês sabem o que aconteceu quando explodiram aquela privada?"

"Claro que sabemos". Disse um deles.

"Ela saiu voando". Completou o outro.

"Exatamente, ela saiu voando. Saiu voando e acabou caindo em cima de professora Celina" disse a coordenadora calmamente. "Nós vimos" falou o loiro entre risadas. "E agora é um dos mais acessados no youtube" disse o moreno rindo. "Ela está no hospital com traumatismo craniano" informou ela com voz entediada.

"O QUÊ? ELA NÃO MORREU?" Jasdero berrou completamente abismado.

"Droga! Por que aqueles idiotas do hospital não desligam logo os aparelhos e matam aquela bruxa?" Falou Devit com raiva. Carregando instinto assassino: 56. Certo, vamos ser razoáveis. Pegar a escopeta que ela guardava debaixo da mesa e fuzilar os dois era duplo homicídio. E menos duas mensalidades para a escola. Tudo bem, eles não eram tão ruins assim.

"Hei quando é que a senhora vai desamarrar a gente hein?" indagou o loiro "Quando vocês me derem uma explicação razoável para o que aconteceu" retrucou Kloud seca.

"A explicação é bem simples. Estávamos entediados" diz o moreno revirando os olhos "E também ela confiscou nossos mp3s aula passada" lembrou o outro. "Sim, e também teve aquela vez em que ela nos botou pra fora só por que a gente tava fazendo aquela brincadeira dos canudinhos" fala Devit "E aquela outra vez em que ela nos mandou pra cá por que estávamos promovendo um Cassino Clandestino ao lado do ginásio né" diz Jasdero "Aquela vez eu perdôo por que o Tyki se lascou também" fala o outro.

"DÁ PRA VOCÊS CALAREM A BOCA??" berra Kloud. Instinto Assassino: 99,99999999997. Ops.

De repente, quando realmente parecia que a Coordenadora demoníaca ia pegar um fuzil AR-15 e fuzilar os dois Noés, tudo ficou repentinamente escuro. Em todo o DGM High, computadores, ar condicionados, ventiladores, luzes, tudo ficou sem funcionar.

"O que diabos vocês dois aprontaram agora?" a voz dela novamente saiu baixa e mortal. Como resposta, a loira quase pode ver os sorrisos maquiavélicos incrivelmente idênticos dos dois. "Ah, você não vai querer saber, coordenadora querida" disseram em coro.

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Morgana estava realmente confusa. Primeiro aquelas cobras no bebedouro, e agora esse bilhete misterioso. Bilhete que fora entregue por uma risonha Road. Mas era um bilhete especial. Certo, era um bilhete do Tyki. Dizendo apenas algo como: Me encontra na sala de música, agora mesmo. Então ela foi.

Os corredores da escola estavam tão desertos, ou essa era só a impressão dela? Parecia até que seus passos ecoavam pelos corredores... A cada passo, seu nervosismo aumentava. Afinal, estamos falando do Tyki! Morgana engoliu em seco, segurando a maçaneta da porta, respirando fundo, uma, duas vezes. Tomou coragem, e abriu.

Só havia uma luz acessa na sala, o que só serviu para deixá-la mais nervosa ainda, e com sérias dúvidas. Será que era uma brincadeira? Se não fosse, onde diabos Tyki estava? Ela não podia ver parte da sala, então ele poderia muito bem estar lá... Ou não.

"T-Ty-ki?" chamou Morgana assustada. Seu coração batia rápido dentro do peito, aquela situação toda estava estranha demais. Antes que ela pudesse ao menos piscar, a lâmpada se apagou repentinamente, dando-lhe um grande susto. Ela arfou, e deu um passo para trás, mas foi exatamente aí que sentiu alguma coisa – ou melhor dizendo, alguém – atrás dela.

"Olá Morgana. Eu estava esperando por você." Ela escutou a voz dele, tão perto de sua orelha que ela conseguiu sentir a respiração. O que no mesmo momento descompassou ainda mais a dela, enquanto sentia seu rosto corar. "Fique calma, você está parecendo um animalzinho assustado... Por acaso você tem medo do escuro?" Ele parecia tão, tão calmo.E ao mesmo tempo muito, muito sensual. Ela sentiu que ia cair no chão, desmaiada, a qualquer momento. Seus joelhos tremiam tanto que ela não conseguia nem andar.

"Deve ter sido coisa do Jasdero e do Devit. É bem típico deles" Tyki prosseguiu, e os passos dele ecoaram pela sala vazia enquanto ele andava, e o som de madeira rangendo indicava que tinha se sentado em algum lugar, provavelmente na mesa do professor, que era a mais próxima. "Venha cá. Sente do meu lado. Nós temos muito o que conversar..."

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Ótimo, perfeito mesmo. Você demora um tempão pra encontrar uma sala reservada pra poder curtir o teu vício, e a luz acaba. Aquele parecia um dos dias em que tudo está contra você, no ponto de vista do Matt. Primeiro ele é posto injustamente para fora de sala. Não tinha sido ele que tinha colocado super cola na cadeira do tal do Mikami. Depois, ele quase quebra o nariz devido à uma bola homicida durante a aula de educação física. Aí vinha o negócio da cobra, e agora isso. Perfeito! Nada pode ficar melhor!

Alguma coisa passou suavemente por entre suas pernas. Uma coisa macia e peluda, com uma cauda longa que se enrolou levemente em um de seus tornozelos antes de soltá-lo. Ao mesmo tempo, ele teve uma sensação esquisita.

O barulho de alguma coisa aterrissando em madeira, como se tivesse pulado. E dois olhos, olhos amarelos, olhos de gato, olhando para ele.

Matt se acalmou. Ainda bem que era um gato. Ele quase levara um tremendo susto! E acabou levando mesmo, quando uma voz firme e fria falou com ele. "O que pensa que está fazendo aqui, garoto?"

Ele olhou ao redor. Tinha que ter alguém ali, pregando uma peça nele. Afinal, gatos não falavam – Certo? "Já chega, Jasdero e Devit, parem com isso!" Matt falou, sabendo que com isso cortaria a diversão dos gêmeos. "Jasdero e Devit? Ah, sim, seria bem típico deles não é? Infelizmente..." a voz prosseguiu, e ele sentiu que o gato pulava para o seu colo. "... Isso não é uma brincadeira"

Agora ele estava ficando realmente assustado. Não quando o gato pulou, a voz pareceu bem mais próxima, como se realmente viesse dele. Além disso, o gato não usava coleira, então não poderia haver nada preso a ele. Mas tinha que ter – O senso comum lhe dizia isso com todas as letras. E a dona da voz parecia divertir-se muitíssimo com sua confusão. "Qual o seu nome?" ele perguntou, por fim. "Lulubell..." foi a resposta. "Nos veremos mais tarde, exorcista"

Nesse momento, as luzes se acenderam. Matt estava sozinho. Não havia sinal do gato, nem de ninguém.

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Aquela bendita caixa estava bem pesada. Afinal, qual era o problema em colocar um gato raivoso na mala do professor? E daí que ele estava no hospital? Algumas pessoas não conseguem entender uma boa brincadeira. E agora ele estava ali, tendo que levar aquelas caixas sabe-se lá de quê para o auditório. O garoto de cabelos verdes suspirou. Da próxima vez, seria mais cuidadoso.

Os passos dele ecoavam pelo corredor vazio e escuro, já que a luz tinha faltado. Estava entardecendo, e a luz que entrava por debaixo da janela era suficiente para que ele não tropeçasse nos próprios pés, pelo menos. Finalmente, chegou à porta do auditório. Colocou as caixas no chão e abriu a porta. Mesmo com a escuridão, ele pôde ver o que estava lá dentro.

O que diabos estava acontecendo naquela escola? Primeiro as cobras, e agora, isso! Envy¹ engoliu em seco e recuou alguns passos para trás. A coisa estava se virando, e cravou os olhos nele. A distância parecia diminuir aos poucos. Estava vindo!

Ele fechou a porta, com o coração martelando as costelas, e bloqueou a porta com as caixas que antes carregava. A coisa urrava, socando a porta, fazendo-a balançar perigosamente nas dobradiças. Envy se virou e saiu correndo – Ele que não era um idiota de mangá pra ficar esperando aquele negócio sair!

Sua única certeza era que estava acontecendo algo muito errado ali. Muito errado mesmo.

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"Oh, que ótimo."

"Deve ter sido coisa dos gêmeos"

"Muito obrigado, capitão óbvio"

"O que é Lavi? Tá de TPM?"

"Você realmente não sabe fazer uma piada, Kid"

"Sério gente, existem coisas muito piores do que ficar numa sala de aula vazia com sem luz. Poderiam nos trancar aqui dentro, por exemplo"

"Isso não foi a lingüeta da porta né?? NÉ??"

"Eu te amo Tanith"

"Não precisa ser cruel!"

"Talvez se a gente gritar..."

"O zelador tá estreando o Ipod novo dele. Não ia escutar"

"Não é bem minha idéia de diversão ficar aqui preso até de manhã cedo. Além disso, é perigoso!"

"Fala sério, quem corre mais perigo aqui sou eu"

"Como?"

"HELLO! Eu estou presa numa sala de aula trancada e escura com dois caras"

"... Quanta consideração"

"Que tipo de gente você acha que nós somos?"

"Depois do que eu já vi você fazendo, não duvido de mais nada vindo de você, Lavi"

"HEI! Eu sou um pervertido, mas sou um pervertido com classe!"

"Sei. O Kid tá tão quieto"

"Isso é mal. Ele deve estar tendo uma crise de simetria de novo"

"Tanith, por que os seus peitos não são simétricos?"

"NAAAANI?"

"E eu que achava que já tinha ouvido tudo na vida. Deixe os peitos da garota em paz, Kid!"

"Olha só quem é que está falando né? O sujo falando do mal-lavado, sacam"

"Digo a mesma coisa, afinal você fala tanto de simetria mas tem duas listras brancas de um lado do cabelo e do outro não"

"... Oh, Lavi, você não devia ter dito isso"

"AHHHHH! MEU DEUS! EU SOU UM PORCO! NÃO VALHO NADA! PARA QUÊ VIVER SE NÃO SOU SIMÉTRICO, SENHOR? POR QUE NÃO POSSO ME APROXIMAR DA PERFEIÇÃO?"

"Kuso"

"Calma Kid, não precisa exagerar..."

"Tani, você tem o telefone do hospício? Algo me diz que vamos precisar"

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Road pegou seu material que estava debaixo da mesa e o colocou dentro da bolsa com uma profunda cara de tédio. Provavelmente teria que voltar sozinha para casa, já que Devit e Jasdero deveriam estar sendo torturados pela Kloud, Tyki devia estar enfiando a língua na boca da Morgana, Mimi voltava tarde da loja e Lulubell... Bem, não era hora de pensar nisso. Ela só não gostava de voltar pra casa sozinha.

"Konbawa" o cumprimento foi dito de um modo estranho, separando sílaba por sílaba. Road levantou os olhos e viu um garoto, que deveria ter o tamanho dela. O que mais lhe chamou a atenção nele foram os olhos. Eram verdes, e tinham um brilho meio esquisito. Não que isso lhe importasse. "Konbawa" ela retribuiu, terminando de guardar suas coisas.

"Sou o aluno novo, Kensuke." Ele falou, sem desgrudar os olhos dela. "Devo dizer que já estava ansioso em conhecer você, Road-chan. E que... Eu tenho uma proposta" Agora ela estava francamente curiosa. "Que tipo de proposta?" levantou uma sobrancelha. Ele sorriu.

"Vou te contar durante o caminho... Quer que eu te acompanhe até em casa?" definitivamente, havia algo de estranho no olhar dele. Mas Road sorriu. Ela tinha gostado. "Claro" aceitou prontamente. Kensuke tirou um guarda-chuva de dentro da bolsa, um guarda-chuva bem esquisito, com uma abóbora na ponta. Ela não se importou, e foi junto com ele.

Ao contrário da maioria das garotas, Road Kamelot gostava de coisas estranhas e esquisitas.

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"Droga, eu realmente odeio física" Allen disse com um suspiro, enquanto olhava para o belíssimo e redondo zero na sua atividade. Aliás, que tipo de maníaco põe notas nas atividades não-avaliativas dos alunos?

Izumi, que estava do lado dele, sorriu. "Não se preocupa, sementinha. Algum dia você consegue tirar um dois igual a mim" disse ela dando uma tapa nas costas dele que o fez cambalear alguns passos para frente. "Ah, desculpa, eu não consigo medir a minha força".

"T-tudo bem" gaguejou ele enquanto inspirava para obter o ar que a força havia expelido de seus pulmões.

Nesse momento, uma coisa verde não identificada parou quase colocando os bofes para fora bem na frente deles. Parecia ter corrido muito, mas muito mesmo, e estava pálido como se tivesse levado um tremendo susto.

"O que é, ô palmeira?" Izumi perguntou enquanto o garoto recuperava o fôlego. "Vocês realmente não vão acreditar no que eu acabei de ver" sussurrou ele entre dois arquejos.

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Ah, eu sabia.

Minha intuição nunca me engana.

O pior é que, dessa vez, eu não saberia de que jeito ele tinha vindo. Meu temor é que ele poderia deduzir quem eu era bem facilmente.

Quando vi aquele corvo parado em cima do portão, eu sabia que aquilo era um aviso, um desafio. Não apenas ele tinha chegado lá primeiro, como eu tinha certeza que ele iria encontrar aliados primeiro.

Era o que eu temia que ele fizesse. Então, só haveria um jeito de derrotá-lo.

Engoli em seco, meu novo corpo tremendo de medo, sabendo que teria que fazer aquilo mais uma vez e colocar a vida de outras pessoas em perigo.

Mas era o que precisava ser feito.

Então, murmurei baixinho as palavras que aprendera vidas e vidas antes.

"Innocence, Hatsudou!"

- Se esconde de pedras, balas, death notes, monitores, cadeiras, bombas atômicas, irmãos mais novos entre outros que são jogados contra ela-

Desculpem pela demora!

Bem, esse cap ficou BEM mais curto do que eu esperava. Mas tudo bem, eu supero.

Siiim, como deu para perceber, muchachos, temos os vencedores! As cenas de Walking On e Srta. Abracadabra já estão nesse cap. Fafi Raposinha tem que me dizer como que a sua oneshot!

A resposta certa eram: Cobras no Encanamento

Agora, bambini, os que não acertaram tem uma nova chance! Afinal, Rina-chan quer saber O que diabos o Envy viu? Quem acertar ganha uma surpresa... E que comecem os palpites!

E vamos responder as reviews! \o/

Lady Murder: Ahhh... Que pena! i.i Desculpa por ter te frustrado... Mas estou tão feliz que você vai acompanhar! Bem, eu sei que você gosta do Tyki, então imagine-se no lugar da Morg XD
Que bom que você amou o cap! São elogios assim que fazer a Rina escrever mais n.n
Você não acertou o desafio da Lenalee, mas que tal tentar o do Envy? Boa Sorte!

Fafi Raposinha: And the Oscar goes to... Fafi Raposinha! Você acertou! Lembre-se de me falar da sua oneshot, viu moça?
Eu até vi a sua ficha, mas o cap já estava pronto, então não deu i.i
Ah que bom que você também vai acompanhar a fic! \o/ Vocês, pessoas, deixam uma Rina feliz!
Tchauzinho... E sim, já que você é tão boa palpiteira, então por que não tenta o desafio do Envy?

Demetria Blackwell: Tudo bem, eu te perdôo por não ler a Hell, deme-chan, mas eu nunca vou te perdoar se você não ler a Velozes e Furiosos! Afinal, a Dandara está lá!
Você me dá permissão de usá-la lá, certo? XD
Não vou te matar... Agora. Kukuku.

Sabaku no Lili-chan: Muito obrigado por matar a gramática na sua review. Edjane ficaria orgulhosa! Que bom que você gostou da fic! Tente adivinhar o desafio do Envy, moçoila! E VOCÊ É CRUEL! Tá aqui a continuação, então você desenha outro Lavi pra mim de presente? Onegai! i.i

Walking On: Opa, estou sentindo o cheiro de outro vencedor! Espero que tenha gostado da sua cena... Afinal não é todo dia que se tem uma Lulubell, mesmo uma Neko Lulubell, no colo, certo?
Ah, eu me derreto toda quando você me chama de Senhorita. Isso é uma maldade! E espero que você tenha rido nesse cap também n.n
AHA! Você é o primeiro que nota a existência dessa pessoa misteriosa... E agora temos mais uma pessoa misteriosa! Hehe... Vou te deixar na expectativa! Tchau!

Srta. Abracadabra: Claro que você sabe o que apareceu Morg. Mas duvido que saiba o que apareceu agora, muahahaha! Gostou mesmo, chega falou um palavrão XD Ah, o Allen tem aquela cara de fofo, mas no pokêr... Tsc. E sim, vai ser KidXTanithXDevit. E eu te mandei Still Doll, friendship! Rina não é uma boa filhinha?
E AGORA SIM é hora do balakobako. Espere só!

YKT: Olha, que elogio XD A Shiho demonstrou seu conhecimento de mundo nesse cap. Ah, sobre o que ela estava pensando eu... Prefiro não comentar XD
Também adorei aquela parte! Aqueles três são fogo... No bom sentido! Excluindo o Lavi, por razões óbvias.
Não, não foi dessa vez. Que tal tentar de novo?
Espero que esteja inspirada dessa vez! Tchau!

Nathy-Chan: Claro que eles jogam uno! Noés jogando Uno rullam! Kissus!

Well people, espero mesmo que tenham gostado... E Já Né!