Capitulo Três: Inocência
Vidas e Vidas depois... Eu nunca imaginava que minha estadia nesse mundo fosse ser tão longa.
Vidas e Vidas depois, daquilo.
Vidas e Vidas depois da traição, da primeira guerra.
Vidas e Vidas depois dele ter matado nosso mestre.
A única coisa que nos separava e nos unia?
O Coração.
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"Meu Deus, o que é aquilo..." Allen arregalou os olhos e engoliu em seco. "Quimera..." falou Envy em voz baixa. "O que? Uma quimera?" Izumi perguntou. "Como assim uma quimera?" "Foi o que você disse, planta!" "Eu não disse nada!"
A quimera ergueu o focinho para cima e farejou o ar. Os três se calaram no mesmo momento, os corações martelando as costelas.
A coisa arreganhou os dentes, que estavam melados de sangue. Sangue dela própria, enquanto sua consciência humana e seu instinto animal batalhavam pelo controle.
Então se virou, pata após pata, com a certeza de que o alimento estava a um salto dali. Parece que os instintos ganharam a batalha.
Com rapidez impressionante, os 350 quilos da Quimera pularam no ar e esmagaram a porta. Pedaços de madeira enormes voaram, mas não havia sinal do alimento... A não ser uma trilha de cheiro.
Calmamente, ele foi atrás do jantar.
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"Corre! Tá vindo aí!" os gritos de Allen eram abafados por um rugido semelhante ao de um leão. Os pulmões deles queimavam em brasa, mas não ousavam parar.
Com uma baque surdo, o som de alguma coisa se chocando contra uma parede, os três escorregaram até o chão com os narizes vermelhos. Beco sem saída.
"Nós vamos morrer" Envy sussurrou, e eles engoliram em seco. Allen discretamente segurou a mão de Izumi.
Enquanto isso, o chão reboava com o peso da fera, a madeira rangia. Se tem algo pior de ter a certeza de que se irá morrer, é escutar a própria morte vindo. Não havia pra onde escapar. Nenhuma porta. Nenhuma janela. E a criaturas já tapava a entrada do corredor, lambendo os lábios febrilmente, pingos de saliva grossa escorrendo até o chão.
Ela abriu a boca, mostrando os dentes enormes e pontiagudos. Os três se encolheram contra a parede, aterrorizados demais para dizer um pio. Mas foi aí que escutaram algo que nem imaginavam.
"É hora do Julgamento. Judgement!"
Tiros, sangue, urros, e a coisa caiu derrotada no chão, arfante, agonizando. O ruivo se aproximou, e atirou mais algumas vezes no peito da criatura deitada de borco, até ela parar de respirar.
Ele levantou a aba do chapéu, viu Izumi encolhida junto a Allen, e sorriu.
"Então você finalmente desabrochou, sementinha"
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"Vamos, abram logo isso, abram! Os clientes logo começarão a chegar!" ele andava pelo estabelecimento batendo palmas, enquanto os outros três corriam de um lado para o outro "Urahara-San... Você realmente acha alguém vai vir? Afinal nós abrimos hoje..." a voz da garota saiu timidamente. "Celas-chan, você ainda tem muito o que aprender!" disse Urahara batendo na cabeça dela com o leque.
"Vamos ver que tipo de louco vem aqui hoje..." sussurrou o loiro enquanto levava algumas caixas pra fora. "Disse alguma coisa, Ed-kun?" a voz do chefe na orelha de Ed o fez pular uns dois metros no ar. "Claro que não chefe! Eu não disse nada!" ele deu um sorriso falso, e quando Urahara se afastou ele deu um suspiro de alívio.
"Eu não acho que viemos aqui apenas por alguns clientes... Quem você está tramando?" disse o terceiro com uma voz fria, o que lhe era característico. Urahara sorriu, e segurou o leque perto dos lábios. "Não estou tramando nada, Tsuki-kun! A única coisa fora do normal que espero é a visita de alguns velhos amigos!" o outro revirou os olhos ao escutar o apelido, mas parou repentinamente ao fim da frase. "...Você não acha que... Sennen Ko... Medéia..." ele falou em voz baixa para os outros não ouvirem, e o olhar de Urahara ficou um pouco mais sério, apesar de seu sorriso não diminuir. Mas antes que ele falasse, outra pessoa falou.
"Olha, um gato!" Celas chamou atenção para um gato preto com uma estrela na testa, que balançava sua cauda, fazendo desenhos no ar. Urahara pulou por sobre a bancada do caixa. "Lulubell-san! A que devo a visita?" num piscar de olhos, o gato transformou-se numa mulher séria, de óculos escuros de terno cinzento, com os cabelos loiros presos num rabo de cavalo. "Olá. Eu preciso de algumas mercadorias Urahara" disse ela fria.
O outro se tornou sério de vez. "Que tipo de mercadorias?" "mercadorias especiais" ela respondeu. "Então vamos lá pra dentro, você pode dar uma olhada no estoque e ver se tem o que você quer..." Lulubell assentiu e os dois foram para o fundo da loja.
"Afinal, quem é ela?" disse Celas meio confusa enquanto os dois sumiam nas sombras. "Ela vem aqui de vez em quando... É bem esquisita, mesmo para o tipo de gente que vem aqui" falou Ed curioso. "Ela é uma Noé." Disse Tsuki enquanto os dois se viravam pra ele. "Uma o que?" falaram em coro. Ele suspirou. "Nada que vocês devam saber... Eu vou dar uma volta"
"Hei! Você sabe que não deve sair da loja durante o expediente!" falou Ed enquanto o outro respondia com um sinal de pouco caso. "Grr... Vem Celas, vamos abrir a loja!" disse o baixinho com raiva. "Hn... Hai" murmura ela antes de olhar pro céu. Ela tinha acabado de ter um pressentimento de que algo grande estava para acontecer. E ela sempre confiava em seus pressentimentos
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Ela teve que presumir que não havia entendido. Quer dizer, ela realmente não devia ter entendido bem. Afinal, que cliente iria pedir...
"Ossos frescos?" ela repetiu, olhando firme nos olhos dele. "Precisamente" respondeu aquele garoto pálido de olhos azuis. Mimi teve que dar uma risadinha nervosa. "Desculpe, eu não tenho isso" falou enquanto começava a arrumar suas coisas para ir embora. Sua intuição formigava na base do crânio. O garoto pareceu não gostar da resposta e segurou o pulso dela com força, fazendo-a reclamar em voz baixa. "Que eu saiba, o que você não tem você arranja, se encomendarem" o tom de voz dele não mudou, muito menos o ferro em seu pulso. "Tá bem, que tipo de ossos você quer?" ela gaguejou devido a dor, piscando para afastar algumas lágrimas dos olhos. Ele deu um sorriso digno de um vampiro, e a garota se arrepiou.
"Quero ossos frescos de um gato preto" as palavras foram ditas pausadamente, e os olhos dela se arregalaram. "Gato preto?" ela ecoou. Mimi não era de ecoar frases como os Cavaleiros do Zodíaco, mas não conseguiu se controlar. Sua boca ficou seca. Gatos pretos... Lulubell. "Sim, de preferência o de um com uma estrela na testa" Ela pôde ver o sorriso maligno no rosto dela, e puxou o braço com força, a respiração em arquejos devido ao medo. "Me larga! O que diabos você é?" O sorriso dele se estendeu mais alguns molares, e quando piscou, seus olhos azuis haviam mudado. O ar saiu dos pulmões de Mimi rapidamente. Artemis Fowl II olhou longamente para ela. "Eu sou um cliente"
Ela gritou alto, mas não havia ninguém para ouvi-la.
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"Matt, eu quero falar com você depois da aula"
Ele bagunçou um pouco o cabelo, dando uma bela tragada em seu cigarro. Ele tinha se comportado bem durante a aula, não tinha dormido nem nada. Então o que aquela mulher queria com ele? Não importa, desde que eu possa voltar pra casa logo, pensou consigo mesmo. Aquele colégio ficava realmente esquisito depois da aula.
Bateu três vezes na porta da sala, e uma voz infantil lhe mandou entrar. A professora Tsubasa, em pessoa. "Obrigada por ter vindo" ela deu um sorriso fraco. Incrível como aquela mulher parecia um zumbi. "A senhora disse que queria falar comigo" respondeu contra a vontade. "Realmente" Mizuki Tsubasa falou, colocando uma mexa de cabelo loiro-acinzentado para trás da orelha.
"Você é um exorcista" Essa palavras ecoaram em sua mente e o fizeram lembrar daquele gato. Balançou a cabeça disfarçadamente, tentando afastar a lembrança.
"Um exor... Exor o quê?" perguntou sem entender. "Um exorcista" ela disse pacientemente "Uma pessoa compatível com uma inocência, que luta contra a Família Noé e o Conde do Milênio" continuou a professora, com os olhos levemente doentios. "Eu não entendo o que você está dizendo" teve que admitir. A mulher à sua frente sorriu debilmente.
"Você deve entender Matt, que existe uma coisa chamada Coração. É uma grande fonte de energia mágica, e o que dá poder às inocências usadas pelos exorcistas. Se ele fosse destruído, elas simplesmente morreriam" ela explicou, enquanto tirava alguma coisa da bolsa e a colocava sobre a mesa. "Isso é uma inocência".
"Pra mim é só um leque" ele disse com uma gota, enquanto Mizuki suspirava. "Enquanto eu não ativar a inocência, é sim só um leque. Mas se eu a ativasse, poderia destruir essa escola com apenas alguns ataques. Bem, depois falaremos nisso. Voltando ao que eu estava dizendo, O Coração foi criado há muitos e muitos séculos atrás, quando as pessoas achavam que os planetas eram deuses malvados zanzando pelo céu" ela fez uma pausa para tossir um pouco. "Um ser auto-intitulado Conde do Milênio resolveu tomar o Coração para si mesmo, e isso causou muitas mortes e uma maldição que perdura até hoje. O problema é que com o passar dos séculos o Coração se perdeu, e tanto o Conde do Milênio quanto os exorcistas, entre outras pessoas, o procuram até hoje"
Ele levantou uma sobrancelha. "Você quer que eu ache esse tal de Coração?". Ela balançou a cabeça negativamente. "Não Matt. O Coração está aqui, na escola. A sua missão, junto com os outros exorcistas, é protegê-lo do Conde. Está escrito de que uma Feiticeira desse século o derrotará. Você e os outros devem proteger o Coração até que a predestinada destrua o Conde do Milênio". Matt se levantou, e suspirou. "Desculpe professora, mas você está ficando maluca. Você está pedindo que eu acredite nisso tudo?"
"De que outra maneira você explica as coisas que estão acontecendo hoje em dia aqui na escola?" ela falou com um pequeno sorriso. Antes que ele pudesse respondeu, um grito cortou o silêncio dos corredores. Mizuki se levantou xingando. "Droga, venha comigo!" Ela agarrou o braço do garoto e o puxou porta afora.
"Eu já escutei essa voz antes... Tanith Low?" pensou ele enquanto corria.
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Acordou com alguma coisa pegajosa e gelada escorrendo pelo seu rosto, e piscou os olhos tentando afastar a sonolência. Sua cabeça doía, e suas mãos e pés pareciam estar firmemente presos, tanto que não podia mexê-los. Afinal, o que tinha acontecido? Ela se lembrava de te entrado na sala da professora de matemática para discutir uma questão da prova, e então tudo ficava escuro. Agora estava ali, presa em algum lugar que ela não sabia onde era e estava muito escuro para tentar adivinhar.
Um par de olhos brilhava na escuridão, e seja lá o que fosse, foi se aproximando até que uma réstia da luz da lua revelou o que era. Era uma mulher extremamente alta, de um jeito que não existe. Tanith só podia ver de sua cintura para cima, o resto ainda estava na escuridão. A mulher sorriu delicadamente, seus olhos azul-marinho brilhando na escuridão. "Olá querida" ela disse com uma voz gentil. "Então você acordou"
A garota resolveu não responder. Ela nunca tinha visto aquela mulher esquisita antes, e provavelmente era ela que a havia trazido para sei lá o que aquele lugar fosse. Só sabia que estava com medo. Aquela mulher estranha era encrenca.
A mulher pegou alguma coisa da escuridão. Era um pequeno violino. "Não quer me ouvir tocar?" ela perguntou, gentilmente. "Quem é você? Por que me trouxe aqui?" Tanith perguntou com voz fraca. Seus braços começavam a ficar dormentes. A mulher sorriu novamente. "Você está aqui por que o Conde do Milênio quer que esteja" ela explicou, enquanto andava de um lado para o outro do cômodo e Tanith escutava um som esquisito. Pareciam patas de inseto. "Ele acha que os outros exorcistas virão te buscar" disse a mulher como se mostrasse algo simples. "Claro que antes eu tive que me livrar da sua professora... Mas não acho que vão sentir muita falta né?" ela acrescentou com uma risadinha enquanto a garota finalmente percebeu alguma coisa muito parecida com um casulo que estava preso na parede atrás da mulher. De dentro dele só saíam dois pés calçados com sapatos vermelhos.
Tanith engoliu em seco. Ela sabia o que aquela mulher era. Lembrara de ter lido sobre isso num velho livro de Lendas Japonesas na biblioteca. Ela podia não saber o que eram exorcistas ou quem era o Conde do Milênio, mas sabia que estava definitivamente com problemas.
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"Deixe me ver se entendi" disse Tyki dando um profundo suspiro. "Você disse que existe um tal de coração, de que ele é poderoso, e etc." "Certo" falou Kensuke fazendo um bolha com o chiclete. "Que sua missão, como Conde do Milênio, é destruí-lo e acabar com a maldição ou dominá-lo". "Certo de novo, campeão". "E quer que nós sejamos seus aliados". "Bravo Sr. Mikk! Você acabou de ganhar um Oscar" disse ele com uma piscada, para receber como resposta um olhar realmente assustador. "Por que acreditaríamos em você?" perguntou Devit apoiando a cabeça numa das mãos. Kensuke sorriu largamente. "Simples. Eu posso dar poderes a vocês. Poderes que nunca imaginaram. Logo aqui. Logo agora. E não é só isso." Ele falou em voz baixa, enquanto todos se curvavam para tentar ouvir melhor, com a curiosidade atiçada. "É tudo simples... Vocês acabam com os exorcistas e quem mais ficar no meu caminho. Em troca, vocês vão ter tudo o que quiserem. Comida, serviçais, poder, riqueza, e acima de tudo... Diversão. E aí, topam?"
A resposta nem precisou ser dita. O sorriso que todos deram já respondia por eles. Kensuke sorriu também. Ele já imaginava isso. Olhou com satisfação, enquanto os sinais da Família apareciam. "Bem vinda, Família Noé"
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Shiho estava se esforçando para tentar entender o que acontecera. Fora tudo tão rápido! Simplesmente aquela... Coisa... Pulara das sombras do beco em direção à ela e Lavi, que estavam voltando da escola. Aí chegara aquele garoto esquisito, cortara ao meio a coisa usando uma espada que devia ter o tamanho dela, e agora reclamava em voz baixa coisas como "Cada vez mais desses bichos" e "Vou pedir um aumento ao Urahara", que obviamente, não faziam o menor sentido. Nada daquilo fazia o menor sentido, em suma.
"Você ta bem, Shiho?" a voz de Lavi a tirou repentinamente de seus pensamentos, somente para ela corar ao perceber o quanto estavam... Próximos. Ela balançou a cabeça para dizer que sim. Agora, talvez fosse a hora de perguntar o que ele queira lhe dizer antes que a Coisa chegasse...
"Hei, vocês dois, o casalzinho. Estão inteiros?" a voz fria do garoto misterioso fez os dois levantarem os olhos pra ele, para responder em voz baixa que sim. Ele se agachou e deu uma olhada no ferimento no tornozelo de Shiho. "Hm. Aqui temos um problema." O garoto tirou alguma coisa de um dos bolsos e colocou na mão dela. "Vá, coma isso, vai servir de antídoto pro veneno da Quimera"disse ele se afastando um pouco. Shiho cutucou o seja lá que aquilo fosse, meio apreensiva. E aquilo se mexeu. "T-tá se mexendo" gaguejou ela enquanto o negócio começava a se retorcer. "Claro que está se mexendo, está vivo. Recomendo você engolir isso logo" disse o garoto enquanto ela o fazia com a maior cara de nojo.
"Afinal, quem é você?" perguntou Lavi quebrando o silêncio que retornara. O menino não respondeu. Uma mão pegajosa se ergueu das sombras na direção dele, que a cortou com habilidade e se enfiou na escuridão deixando os dois chocados para trás. Alguns ruídos realmente assustadores depois e ele saiu, coberto de sangue da cabeça aos pés. "Aprendam isso: Sapos andam em dupla" disse enquanto limpava um pouco de sangue que estava em sua bochecha "E você pode me chamar de Tsukiyonomi, exorcista"
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Eu cuspi um pouco de sangue quando a flecha perfurou meu coração. Eu sentia o líquido vermelho subir pela minha garganta, impulsionado pelo meu próprio coração. Engasguei, e de repente chamas começaram a dançar bem perto de mim, os urros, e gritos, e silvos...
Mas espere, estamos indo rápido demais. Antes de contar o que aconteceu quando eu e Matt Fowl entramos no armazém onde a enviada do Conde do Milênio prendia Tanith Low, e onde pela primeira vez veríamos a Família Noé como ela agora era, temos que voltar no tempo, alguns séculos e talvez alguns milênios, na época em que eu e o auto-proclamado Sennen Ko vivíamos nossas primeiras vidas, e quando foi criada a lenda que seria conhecida como O Coração.
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Yoi gente! Dessa vez a Rina foi a primeira, então vocês nem podem me ameaçar, haha. Como deu pra perceber, esse cap foi bem menos engraçado e bem mais ação e mistério que os anteriores. Agora sim é que vocês vão ver por que essa fic se chama Hell.
Mais que isso, a autora que vos fala voltou com algumas novidades para vocês! Teremos não um, não dois, mas três desafios para meus queridos Hellhounds (Como a partir de agora chamarei os leitores) decifrarem. O primeiro, claro, é O Monstro do Cap: Quem adivinhar que criatura é a mulher misteriosa que seqüestrou a Tani-chan ganha os prêmios tradicionais, cena ou oneshot. O segundo é mais complicado! Eu quero que vocês, dears, respondam Quantas vezes o Envy será perseguido por criaturas nessa fic? Eu já sei o número certo, e só posso dizer que é menos de 20! Chutem, bravos leitores. O ganhador terá um prêmio diferente: A posse de um personagem, de sua livre escolha. E o que você fará com ele ou ela não é problema meu!
O nosso terceiro desafio vai ser um desafio de verdade! Acontece que estamos chegando na época de Natal, e Papai Noé L e seus bravos ajudantes, o game addicted Matt Jeevas, o estagiário Soul Eater Evans e a escritora sem juízo Kuchiki Rina estão numa verdadeira missão impossível para terminar à tempo os presentes para o Natal dos personagens da Hell... Mas isso é uma história que será mais bem contada no Especial de Natal. Agora vamos falar da Promoção de Nata!
Temos abaixo a lista de presentes que o Santa L e os outros devem entregar. Vocês devem dizer quem é dono de qual presente. O ganhador irá ganhar uma Twoshot com o tema Natal, novamente do casal e fandom que escolher. O que acertar tudo ou a maior quantidade is the winner! Fight, Hellhounds!
Pernas de Pau –
Um pedido de casamento –
Uma echarpe colorida –
Box da 3° temporada de Arquivo X –
Uma coleira com um Sino –
Máquina de Café Instantâneo –
Passe livre para a Casa de Madame Sofia –
Uma passagem para um lugar despovoado e tranqüilo –
Um canhão tamanho GG –
Uma bengala –
Uma camiseta de coelhinho –
A coleção de CDs da Shania Twain –
Um prêmio Nobel roubado emprestado –
A Samaheda –
Uma palmeira –
O livro "Como Fazer Amigos" –
Um Panda de Pelúcia –
Uma bola –
Um seguro de vida de valor alto –
Coleção de Bonequinhos Faz-Tudo –
Um baralho de Uno –
Um trevo de quatro folhas –
Um prendedor de cabelo prateado –
Sombrero e passe livre para um restaurante mexicano –
Um Habeas Corpus –
Um AR-15 –
Uma bolsa com estampas de gatinhos –
Um chapéu de Cowboy –
Uma camiseta "No Stress" –
Então é isso, queridos Hellhounds! São 30 pessoas e 30 presentes. Nenhum dos monstros conta, e se vocês quiserem podem me mandar a lista por MP para não lotar a review.
Falando em review, eis aqui as respostas delas:
Srta. Abracadabra: Pois é, Rina is full of surprises, hum? XD Para variar, você acertou. Mas vamos ver esse trio maravilha de desafios, hein? Ah, obrigada por se comprometer a fazer a ceninha UraharaXMorg. Vou te dar uma TykiXMorg de recompensa, dear friend. Kensuke/Road é mágico, eles vão aparecer melhor no próximo cap, onde teremos uma briga de caras vestidos de vermelho com pistolas poderosas...
YKT:
Não tem problema nenhum nessas limitações de teclados de Lan
House. E você já voltou da viagem moça, tanto que eu falei com
você n.n
Ah, eu adoro colocar coisas óbvias. É muito engraçado
ver a reação das pessoas quando elas descobrem que estava na cara.
O Envy apareceu, sobreviveu e essa não será a última em que nosso
pobre palmeira é vítima de criaturas malvadas. Pode ser um pedido
de triângulo, se você quiser, friendiship. Eu e o Lula não sabemos
de nada!
Mesmo? O.o Lero! XD
Obrigada e volte sempre n.n
Fafi Raposinha: Ah,
meu pai também é maníaco por HP... Coisas da vida!
E... o.o
Bem, acho que eu não tenho capacidade tosquética pra fazer uma
"Noés no Supermercado". Tá, vou abrir o jogo, eu só não
consigo imaginar eles assim. Mas não se preocupe, você ainda vai
receber o seu presente. Que ainda será humor com os Noés. Rina está
tendo idéias...
Não era um lobitcho, era uma Quimera,
infelizmente. Mas aprovei a sugestão. Irei utilizá-la.
Os gêmeos
nunca nos deixam muito tempo na mão XD Logo eles irão explodir
outra coisa... Espere só! E Rina ama colocar coisas impactantes no
final. É muito cool -
Esse capitulo demorou mais, mas com a
bênção das férias escolares talvez o outro chegue muito mais cedo
do que você pensa!
Obrigada por tudo!
Eu senti a falta de alguns outros leitores dessa vez. Anyway. Irei postar o especial de Natal separadamente, então fiquem ligados! Mas não se espantem se ele sair só em Janeiro... A minha imaginação é uma coisa volátil.
Bem, é só isso Hellhounds. Fiquem com o cap.
Assinado, Kuchiki Rina.
