Dimension Hina

De: Fox Vamp

Capítulo II: Novas sensações e novos sentimentos

- Ha quanto tempo Haruka –san – a dona da casa de chá se engasga de escutar a voz tão conhecida e tão familiar que pertence a sua irmã mais velha, Aya Urashima.

- Irmã, quando tempo. O que esta fazendo aqui? – perguntou sem muito alterar a sua expressão.

A mulher de aparentemente com trinta e sete anos, cabelos castanhos, igual de sua irmã mais nova só que mais lisos, eram de altura idênticas, seu corpo era semelhante à de um modelo apresentando sem muitas curvas em relação às moradoras da pensão e seu rosto era bem mais expressivo que sua irmã. Aya se aproximou de Haruka.

- Vim ver a minha querida irmãzinha... – disse sorridente demonstrando uma aura angelical -... e ainda mais... – de repente sua face mudou para uma cara infernal – QUANTAS VEZES JÁ FALEI PRA PARAR DE FUMAR! – de um cascudo na cabeça de Haruka no estilo Naru (parece que bater nos mais novos é uma tradição na família Urashima).

- Já entendir, já entendir... – Haruka coloca as mãos na cabeça para maxagear o caro na cabeça e cospe o cigarro que acerta em cheio o cinzeiro – parece que não mudou nada durante estes anos.

- É, você também não mudou nada – disse já no seu 'estado bondoso' – vejo que ainda não arranjou um marido se continuar assim vai ficar encalhada.

- Pare de me encher disto na minha vida eu cuido eu – disse sem alterar a sua voz.

- Me lembro que você tinha um namorado arqueólogo o que aconteceu com ele? Ou melhor, me conta o que esta acontecendo por aqui?

- É uma longa historia – Haruka dar um suspiro e por instinto resolve pegar um cigarro, mas desiste na ultima hora já que se fizer isto vai correr sérios risco de vida – tudo começou quando a vovó Hina resolveu viajar o mundo novamente deixando a atual pensão feminina sem Kanrinrin, daí...

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Ajoelhado chorando sem saber o porque, apenas derramava lágrimas parecia que alguma coisa havia sido destruído em seu coração, mas ao mesmo tempo... Parece que algum peso em seu peito foi liberado. Isto faz parar um pouco o seu choro, mas porque? Lá estava ele no palco de sua obsessão a qual fez a promessa de 15 anos atrás com uma garotinha que nem sabe o nome dela e agora que se encontra... por momento estava chorando, mas por que agora se sente tão...

- Keitarô! – seus pensamentos foram interrompidos por uma voz bem conhecida.

- Ah Seta –san!

- Por que esta ajoelhado? Será que caiu?

- Hããããã? – Keitarô rapidamente se levanta.

- Isto me lembra na primeira vez que freqüentei a universidade. Fiquei tão emocionado que tive uma queda acidental que me deixou inconsciente. Fui acordar depois de uma semana.

- Bem cai no chão não é tão mortal assim para deixar inconsciente.

- Mas cair de um terceiro andar é mais que suficiente? Keitarô ficou meio sem jeito com o que acabou de ouvir. Pensava que o seu tutor era tão desastrado quanto ele, mas pela primeira vez teve a impressão que o Seta é mais desastrado do que ele.

- Seta –san o que é isto que você esta segurando? – reparou na tabua de pedra que estava debaixo do braço direito de seu tutor.

- Ah, isto aqui é – mostrou a taboa de pedra que era uma espécie de quadro. Tinha uma figura no centro da tela de uma tartaruga de onen (da espécie da Tamago) que estava dentro de um circulo. Existia numas quatro linhas retas principais nas quatro direções cardeais da figura de tartaruga que ligavam a quatro espirais sendo a do norte com um 'X'. Existiam mais linhas tanto retais como curvas que ligavam ate as bordas da tela nenhuma se encontravam. As bordas da taboa tinham alguns caracteres que lembrava muito o aramaico – é uma das mais recentes e misteriosas antiguidades encontradas da ilha no pacifico.

- O que significa isto? –ficou intrigado.

- Ainda não tenho certeza, mas primeiramente pensava que alguma representação dos pontos de orientação da civilização tartaruga, porem estas linhas tortas não seguem o padrão. Recentemente traduzir uma palavra neste artefato.

- E o que diz?

- Dimensão.

- E o que será que significa?

- Talvez na minha opinião só pode significar que esta taboa é a primeira representação de vários universos alternativos encontrada na humanidade.

- Isto que disser que...

- A civilização tartaruga foi a primeira a retratar um conjunto de mundo alternativo. Por enquanto as outras culturas só retratavam um outro mundo no alem da morte, mas pela primeira vez talvez seja a primeira representação de varias dimensões.

- Mas isto é possível?

- Não sei. É como se tentasse responder que como os egípcios construíram as suas pirâmides, mas tudo que parece que eles tinham o conhecimento de três dimensões sendo representados por estas espirais e a nossa dimensão é representada por esta espiral com 'X', já as outras linhas podem ser estradas para dimensões desconhecidas.

- Isto deve ser muito confuso – Keitarô imaginou que em cada dimensão tivesse o Hinata que fosse hospedada por diversas moradoras com personalidades mais explosivas e com o coitado Kanrinrin... opa! Esta situação já existe rapidamente apagou esta idéia, uma já é mais que suficiente.

- Imagine que podemos encontrar – Seta ficou empolgado – que alem da civilização tartaruga ser antiga e misteriosa ainda tinham a capacidade de viajar sobre universos paralelos, imagine quantas descobertas.

Keitarô gostou da idéia de descobrir novas coisas, de pesquisas novos artefatos e ter novas aventuras... mais uma vez Keitarô sente prazer de esta fazendo arqueologia.

- Ah! – Keitarô saiu no seu estado de meio trazer – preciso pegar os horários das minhas aulas.

- Não precisa esta aqui – Seta tira um papel dobrado – qraças a bolsa de estudos que fez você estará adiantado e começara no segundo semestre.

- Quando começo – disse já empolgado.

- Nesta segunda-feira, a sua primeira aula vai ser de historia e artefatos com o professor Kinomoto.

- E hoje?

- Hoje não tem nenhuma aula. Se quiser pode aproveitar pra dar uma volta para habitua com o lugar e se tiver tempo que tal nós almoçamos juntos?

- Hai.

- Ok, então ate as 12. E por falar nisto mudou o visual?

- Hai – respondeu meio tímido.

- Por um momento pensava que estava treinando para um concurso de cosplay – disse Seta ao se despedir deixando Keitarô com a cara de tacho.

Keitarô resolveu dar volta na faculdade para conhecer melhor. Anos atrás parecia um sonho impossível, mas agora este sonho virou realidade. Lembrava no tempo que estudava o colegial como era vaiado pelos seus colegas de classes de tentar entra na faculdade e como os seus pais reclamavam de sua teimosia, mesmo com tudo isto enfim conseguiu entra na Toudai. Uma coisa que Keitarô desmistificou foi em relação aos Toudaidês. Pensava que todo universitário da faculdade era seres perfeitos, mas agora reparando nas pessoas tem grande variedade de estilos, jeitos e atitudes, ou seja, a faculdade esta de portas abertas para todos.

"Ah se pensasse deste jeito antigamente, talvez passaria de primeira" pensava despejando um rio de auto-estima, coisa que é novo pra ele.

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Enquanto isto um dos prédios da Toudai num espaço de ginásio que onde se pratica artes marciais encontrasse um jovem com quimono preto sem magas. Na camisa tinha uns caracteres escritos de vermelho dizendo "Mishima" e sua calça é amarrada com uma corda branca. Ele tem uma aparência totalmente ocidental, alto (dois centímetros mais alto que a Motoko que tem 176cm para ter como referencia), cabelos brancos espetados para trás (no estilo de Kazuya de Tekken Tag Tournament) e um físico bastante desenvolvido (sarado pode ser melhor), mas não no nível dos 'bombados' de academia. Se encontrava no estado de meditação.

- Sempai – disse um jovem com aparência de trezes anos.

- Yu –san – disse o jovem estrangeiro abrindo os olhos revelando seus olhos verdes – como vai o treinamento?

- Não muito bem sempai. Não consigo lutar direito?

- Isto não é problema Yu –san apenas treine direito e tenha fé em si mesmo que vai conseguir.

- Mas é tão difícil! Acho que nunca poderei ser forte.

- Só precisa mais de pratica garanto a você que você guarda uma grande força dentro de você – disse se levantando e se alongando.

- Mas nunca vou chegar aos seus pés, sempai. Você é muito forte praticamente é invencível – disse o garoto com animo de fã.

- Obrigado – o jovem agradeceu – pode fazer um favor?

- Hai.

- Poderia informar os responsáveis que vou da uma saidinha rapidinho para a lanchonete.

- Hai sempai.

- Ah Yu –san que alguma coisa na lanchonete? É por minha conta.

- Posso mesmo?

- Dinheiro não é problema para mim.

- Então quero um sorvete de flocos.

O estrangeiro apenas confirmou com um sinal com polegar.

- Sempai, você é meu herói – completou o garoto chamado de Yu.

- Acho que sou mesmo.

O estrangeiro sorriu para o pequeno Yu e saiu com o tradicional chinelo japonês (aqueles de madeira).

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Keitarô resolveu passar na lanchonete para comprar um café expresso quando estava saindo uma garota estava passando por direção deu uma piscada para ele. Keitarô reparou isto ficou meio cabulado, uma coisa não esta acostumado ser paquerado, porem Keitarô não prestou atenção e esbarrou uma pessoa derramando o café nela.

- Me desculpe, eu sinto muito, não tive a intenção – Keitarô se desculpou com a tradicional curvatura.

- Vai sentir muito quando acabar com você – falou a pessoa (se pode chama de pessoa) o ser alto, cheio de músculos e quase dois metros, que pegou o Keitarô pelo gora da camisa e o jogou na parede – qual é fracote? Isto foi demais? Você derrama café na minha roupa e que ficar por isto.

Novamente o brutamonte pega na gora da camisa e da um soco na cara de sua vitima.

- Não responde – deu mais outro soco – o gato mordeu a sua língua?

Keitarô fica em silencio. Apesar de os socos não serem nada em relação de uma certa ruiva esta o machucando. É sempre assim, sempre leva a culpa antes de poder explicar e fazem dele de gato e sapato.

- Qual é? Reaja. Seu frouxo. Não tem coragem – troglodita tanto o tortura tanto nos socos e nas palavras – eu vou acaba c...

O brutamonte não teve tempo de terminar de falar porque o Keitarô desferiu um soco bem na cara do gigante que o fez dar uns cinco passos para trás.

- Ora seu... – brutamonte ficou mais nervoso ainda.

Enquanto Keitarô... encontra –se pela primeira vez de sua vida o ódio refletia nos seus olhos. Sendo por anos e anos explorado, judiado e espancado uma raiva via sendo acumulado e hoje chegou no seu estase. Sua mente no consegue mais raciocinar e não se intimida pelo tamanho do seu oponente.

Rapidamente Keitarô assumi a base de luta do estilo de Kung Fu que aprendeu nos E.U.A com o Seta, o Jeet Kune Do, hora de sabe na pratica o que aprendeu. O rústico o oponente pensa que a posse de luta é só intimatória e parte para cima subestimando o oponente a fim de agarrar sua vitima. Só que não contava que o Keitarô esquivasse facilmente passando para o lado direito. Keitarô deu um chute que acertou que fez o brutamonte ajoelha e depois pegou no seu braço para imobilizar (o trabalho da pensão e as aulas de escavações desenvolveram muito a sua força).

- Eu não quero brigar – disse o Keitarô firmemente – sugiro que...

Keitarô não teve tempo de falar porque foi atingido pelas costa por uma espada de bambu fazendo lagar o seu oponente.

- Chang, esta apanhando por este fracote – falou um individuo alto com cara de 'mau encarado'.

- Só me descuidei.

- Sei eu tou sabendo – falou num tom sarcástico – ei troço vou da uma surra em você.

- O que eu fiz para o senhor?

- Isto não importa. Se alguém derruba o Chang ou é alguém muito habilidoso ou muito sortudo. Mas nem pense que vou ter piedade por isso.

"Era só que me faltava outro querendo brigar" pensava o Keitarô.

- Vou acaba com sua raça – o espadachim assumiu a base de luta do Kendo – estilo Bato: chuva de espadas assassinas.

O golpe consistia em avançar com a ponta da espada fazendo uma serie de golpes repetidos a fim de acertar oponente, mas não estava fazendo efeito já que Keitarô estava desviando de toda a seqüência, comparado aos movimentos da Motoko isto não era nada. Keitarô se aproximou um pouco e deu uma cotovelada no nariz do seu adversário que o fez recuar um pouco.

- Eu não quero brigar – repetiu para o espadachim que estava limpando o nariz do sangue – isto não leva a lu...

Novamente Keitarô não teve tempo de falar porque o Chang levantou e o segurou por trás.

- Agora você vai ver – disse o espadachim mais zangado ainda – Chuva de espadas assassinas.

Desta vez o golpe acertou o Keitarô.

- O que? Ainda continua de pé? – o espadachim se assustou um pouco da resistência do Keitarô, se soubesse de que ele esta acostumado a passar – vamos ver se vai agüentar outra doce.

Keitarô tentava de tudo sair, mas não tinha força para combater o forte oponente o segurando. Finalmente de toda a sua vida conseguiu reagir, de não mais aceitar que os outros façam o que quiser com ele. Mesmo sabendo que vai apanhar muito dos dois Keitarô tem algum orgulho si mesmo de liberar um pouco a sua raiva, que pena que não resta mais nada a fazer.

O espadachim se prepara a aplicar o golpe quando de repente um vulto aparece na frente dele e nocauteia o espadachim.

- Quem fez isto? – pergunta se levantando.

- Dois contra um não é justo – disse o rapaz que apareceu de repente. O jovem esta vestindo uma calça azul com uma corrente ligada na cintura do lado direito, tênis preto, camisa negra com uma cruz de linhas brancas espantada no tronco frontal e jaqueta branca. Sua altura era a mesma de Keitarô só com físico mais suave. Seu cabelo era liso chegavam ate os ombros com duas mechas frontais que iam ate altura dos olhos, seu rosto era suave parecendo de primeira vista com uma garota e seus olhos eram castanhos – ainda mais com arma da mão.

- Quem você pensa que é, seu 'veadinho' – falou o espadachim já de pé.

- Alguém que ira de dar uma lição.

- Vou arrebentar a sua cara – indo para cima com tudo com a espada de bambu.

- Não me deixe entediado – disse o jovem que desviou do golpe de seu adversário e aplicou um soco na barriga fazendo perder o fôlego – eu te disse para não me deixar entediado.

- Bunta! – exclamou Chang ao ver seu colega sendo derrotado facilmente com isto Keitarô aproveitou a distração do Chang pisou no pé que o fez lagar e aproveitou para dar um chute que o nocauteou.

- Você esta bem? – perguntou o jovem para o Keitarô.

- Só um pouco dolorido, mas estou – disse Keitarô ainda sentindo o golpe que recebeu na barriga.

- Parece que não acabou – disse o jovem ao perceber que o brutamonte Chang e o espadachim Bunta estavam se levantando.

- Agora os dois vão morrer – disse o Chang.

- Vão pagar por tudo – disse o Bunta.

- Parem com isto!

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- Então o filho de nosso querido manozão passou por tudo isto? – perguntou a Aya.

- Hai.

- Ele bem determinado parece um pouco com meu filhote.

- Bem irmã sei que você não veio aqui para saber como vai as coisas, então desembuce.

- Ora minha querida irmãzinha de todos estes anos ainda não conseguiu saber o meu jeito.

- Você é simplesmente imprevisível...

- Faz parte do meu charme.

- Então o que seriam as suas metas?

- Poucos, simples e inegociáveis.

- Então o que seria exatamente?

- É...

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- Parem com isto! – Bunta e Chang logo reconheceram a voz familiar que pertencia a o estrangeiro de kimono negro.

O jovem se aproximou dos dois e disse:

- Vocês passaram no limite quebraram a regra fundamental da equipe, a partir de hoje considerem expulsos do clube de artes marcias.

- Mas sempai não fizemos nada – disse o Bunta.

- Só estávamos tirando satisfações com aqueles fracotes – disse o Chang referindo do Keitarô e o outro.

- Fracotes que estavam dando uma surra em vocês dois.

- O QUE... – disse os dois em sincronia.

- Isto é a prova de suas incompetência tanto nas lutas quanto e tanto na disciplina. Isto já são motivos mais que suficientes para expulsa vocês dois.

- Mas sempai, não pode fazer isto com nós – protestou o Chang.

- Isto não vai ficar assim.

- E vai fazer o que para isto? – o estrangeiro encarou os dois que ficaram assustados – e nunca mais briguem por aí, porque senão terei que utilizar outros métodos persuasivos.

Os dois saíram correndo rapidamente do local. Depois disto o estrangeiro se dirigiu para o Keitarô e o outro.

- Tenho que desculpar com todos estes transtornos que ocorreu.

- Isto acontece, o importante que ninguém se machucou seriamente – disse o jovem de jaqueta branco.

- Espero que não tenham uma má impressão do clube de artes marciais, como representante dos caloros tenho orgulho de falar que boa parte dos participantes são excelentes pessoas.

- Sem problemas – falou o Keitarô.

- Se não for muito incomodo poderíamos conversar em outro lugar? Aqui chama muita atenção – estava se referindo a multidão que não parava de se forma para ver a confusão que aconteceu na lanchonete.

Os três se distanciaram um pouco na lanchonete enquanto o silencio ainda predomina, Keitarô pensa o que acabou de acontecer. Uma experiência nova de liberar a raiva coisa que ficava muito tempo acumulado do seu eu. Poderia esta com arrependimentos. Poderia. Mas não. No final de contas foi excelente, nunca se sentiu tão leve na sua vida. Outra coisa que não esta acostumado é ser ajudado. Nunca pensou que na sua vida que um que nunca viu na vida pudesse entrar em perigo para o ajudar. Coisa que raramente aconteceu. Olha para o jovem que o salvou com certa admiração, mas... não sabe explicar, mas parece que o já viu em algum lugar?

- O que foi – perguntou o jovem ao reparar que estava sendo observado.

- Ah, nada não. Me parecia que já vir você em algum lugar.

- Falando nisto. Estou com a mesma impressão. Será que não já...

- Aqui esta bom – disse estrangeiro parando o seu percurso – tenho uma proposta para vocês dois.

- E qual seria? – perguntou o jovem.

- Bem estamos precisamos de novos candidatos saudáveis, bem dispostos e de boa introme a serem membros do clube de artes marciais. E como vocês revelaram não só estes requisitos, mas também revelaram que são excelentes lutadores. Então o que me diz a serem integrantes?

- Bem eu não sei e ainda não sei lutar muito bem – disse Keitarô sem jeito e sem conta que percebeu mesmo o estanho sendo estrangeiro ele possuir um excelente japonês.

- Deixa de ser modesto, você tem um bom potencia. Veja como foi aquela luta. Você se deu bem enfrentando aqueles dois e você só não venceu sozinho que o seguraram.

Keitarô ficou meio sem jeito com o elogio.

- E você – o estrangeiro se dirigiu ao jovem – também demonstrou ter grande potencial. Você tem um bom domínio da técnica 'fundomei' e ainda demonstra um grande senso de proteger os outros.

- Só uma pergunta como são os encontros dos sócios – perguntou o jovem.

- Bem para a população em geral acontece em todos os fins de semanas e para os estudantes pode ser matéria opcional. Também nós pagamos uma gratificação para os melhores lutadores. O me dizem?

- Para mim ta mais que bom – respondeu o jovem.

- Uuumnnnn... – Keitarô pensa um pouco da proposta. Participar deve ser uma boa e sem contar que pode fazer amizades por lá – vou querer sim.

- Que bom! Vai ser divertido. Me chamo Guilherme Mishima, muito prazer.

- Sou Keitarô Urashima, muito prazer – fez a tradicional curvatura.

- Desculpe pode repetir o seu nome? – perguntou o jovem intrigado.

- Keitarô Urashima – respondeu sem ao menos saber porque a preocupação.

- Por acaso você conhece uma hospedaria chamada Hinata na cidade de Nagawara.

- Bem você esta referindo a atual pensão feminina Hinata que é pertencente à família Urashima.

- Por acaso isto é perto da casa de chá que é gerenciado por Haruka Urashima.

- Como sabe? Ela é a minha tia.

- Porque ela também é a minha tia.

- Como assim? – ainda não ficou claro para o Keitarô.

- Por eu sou seu primo, Kouta Urashima.

- O que!

Continua...

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Este é o meu segundo fanfic de minha saga. Fico muito empolgado de criar os meus próprios personagens: a Aya Urashima uma tia do Keitarô e seu filho Kouta Urashima e é claro não posso esquecer do Guilherme Mishima que nasceu no nosso país, um filho de uma brasileira com um japonês. Ele foi baseado do personagem Heihachi Mishima de o jogo Tekken 3. Toda vez que tive " " ao redor de certas palavras é sinal de uma expressão portuguesa.

Neste fanfic foi mais retratado mais ação e integração de novos personagens deixando um pouco de lado as meninas da pensão. E como não queria criar muitos personagem (pelo menos não ainda) terá a participação Fujisawa Kinomoto, o pai de Sakura Kinomoto de Card Caption Sakura.

OBS: a roupa de Kouta é a mesma de Kyo de The King of Fighters 99, 2000, 2001 e 2002 e a participação da própria Sakura esta fora de cogitação (ao menos se eu criar uma espécie altenativa de enredo independente no fanfic Dimension Hina).