Dimension Hina
De: Fox Vamp
Capítulo III: Equipe Ragnarok
A jovem ruiva Naru se encontra na sala de aula assistindo uma aula prestando atenção fazendo as preciosas anotações. Como no segundo grau Narusegawa tem bastante fama. Conhecida por sua competência e por sua beleza Narusegawa é bastante famosa na faculdade tendo diversos admiradores em maioria homens que fazem o possível para conquista –la dizem que existe um fã clube secreto da Narusegawa. Isto sempre foi um problema na escola chegando até no ponto incomodo.
- Ei Narusegawa, você não sabe aconteceu agora a pouco. Tem que sabe desta – disse uma colega de classe do lado.
Como a professora só esta passando um conteúdo no quadro a Naru resolveu escutar.
- O que foi de interessante? – perguntou a Narusegawa.
- Fala logo – exclamou uma segunda colega.
Colega um: Bem estava indo na lanchonete quando encontrei um gato lindo.
Colega três: Nossa como que era.
Colega um: Bem era de estatura media, cabelos negros lisos e olhos castanhos. Estava vestindo uma calça jeans meio transada e camisa preta apertada.
Colega dois: E ai?.
Colega um: Bem pisquei para ele...
Colega dois: Nossa!
Colega um: Tinham que ver o rapaz ficou com vergonha e tropeçou uma pessoa.
Colega três: Rararara, ainda existe homem assim.
Por um momento Narusegawa teve a impressão que elas estavam falando do Keitarô.
Colega um: Só que justo esbarrou aquele bruto que fica puxando briga com todo mundo.
Colega três: Qual? O patola ou o alto?
Colega um: O patola. Daí ele não perdoou começou a bater no rapaz.
Naru ficou um pouco preocupada o que acabou de ouvir.
Colega dois: Coitado! Acho que apanhou feio.
Colega um: Mas daí que vem o barato de uma hora para outra o patola começou a apanha.
Colega três: Não brinca...
Colega dois: Serio?
Colega um: Tinham que ver o troglodita já estava de joelhos...
Colega dois: Que legal!
Colega um: Mas ai veio àquele colega dele, o alto, e atacou o por trás.
Colega três: Nossa!
Colega dois: Isto não foi justo!
Colega um: Mas mesmo assim o gato deu conta no recado enfrentando o outro.
Colega dois: Isto devia ser uma cena em tanta.
Colega um: Mas só que o grande o segurou.
Colega dois: Isto é uma covardia.
Colega três: É mesmo...
Colega um: Os dois estavam batendo quando de repente chega um mais gato ainda e o salva.
Colega dois e três estavam dando aquela histeria de empolgação quando o professor exigiu silencio.
Colega dois falando mais baixo: O que aconteceu depois?
Colega um: Para cessar a briga chega aquele tudodebom do clube de artes marciais o Gaijin que deu uma dura nos dois briguentos e o expulsou os dois do clube.
Colega três: Isto tudo parece um filme.
Colega um: É. Quem sabe que eu posso encontrar aquele gato de novo.
Colega dois: Qual?
Colega um: O tímido.
A professora exigiu silencio na sala de aula.
Narusegawa já enjoou de escutar a fofoca de suas colegas. Pensava de inicio que elas estavam falando do Keitarô, mas tudo que parece que não. Mas por que tem a sensação que esta enganada?
- Droga – falou baixo quebrando o seu lápis com as mãos.
Nota Gaijin significa estrageiro
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- O que! – Keitarô ficou meio espantado com a revelação –nunca me falaram que eu tinha um primo.
- Isto é uma longa historia – Kouta suspirou – acho que minha mãe deve estar com Haruka, agora.
- Com tia Haruka?
- Hai. A minha mãe é a irmã mais velha de Haruka.
- Não sabia que a tia tinha uma irmã. Ou melhor, quase não fala nada de si.
- Então nada foi por acaso – disse o Guilherme – Às vezes o destino prega algumas peças. Isto precisar ser comemorado que tal um almoço na lanchonete? É por minha conta.
- Mas isto não é muito incomodo? – perguntou o Keitarô.
- Relaxa, dinheiro não é problema para mim. Importa só a diversão. E ainda mais vocês já são membros do clube. Então o que me dizem?
- Para mim esta tudo bem já que vou esta aqui na faculdade ate meio dia – respondeu o Kouta.
- Se não for incomodo vou querer sim – respondeu o Keitarô timidamente.
- Então daqui meio dia – disse o Guilherme ao se despedir voltando de volta ao clube– agora preciso comprar o sorvete para Yu –san senão ele vai me matar – disse para si mesmo dando meia volta em direção a lanchonete.
Ficaram apenas naquele canto o Keitarô e o Kouta.
- Keitarô –san, o que vai fazer agora?
- Bem... o que vim aqui mesmo? Ai... eu esqueci. Agora nada de importante.
- Bem porque não me acompanha ate a diretoria. Preciso resolver umas coisas lá. E daí você me ajuda e conversamos um pouco. O que me diz?
- Hai – respondeu para o seu recente primo.
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- Ahhhhhh, não consigo estudar – a jovem samurai se encontra no seu quarto sentada num futor (que é uma mesa baixa de estudos onde tem uma coberta em torno da mesa) debruçada das mais variadas matérias – não sabia que era tão difícil assim entrar na Toudai não conseguir passa no asno passado e virei uma ronin e justo a pensar que condenava o Urashima por ele ter falhado por 3 anos. Se continuar neste ritmo vou levar o dobro do tempo só para passar na primeira fase.
Mais uma vez Motoko retorna para o seu caderno tentando voltar a concentração dos estudos. A matemática para ele ainda é um 'bicho de sete cabeças' assim como a língua estrangeira. Resolver todas aquelas equações, cálculos. Frações e formulas é mais difícil que qualquer treinamento do estilo Shimei. Primeiro tenta resolver os problemas mais fáceis para poder pegar a teoria depois...
- Motoko –san!
A samurai interrompe a sua concentração escutando a voz do seu Kanrinrin que estava de frente da porta, sem óculos e segurando uma espada apoiada nos seus ombros.
- É você – Motoko diz com um certo desprezo.
- Motoko –san parece que esta nervosinha?
- É melhor não me atrapalhar senão virara picadinho – falou num tom inteiramente ameaçador.
- Pelo contrario quero diversão.
- O que você qu...
Motoko não terminou de falar porque rapidamente Keitarô fez um movimento que jogou uma shuriken (estrelas ninjas) em sua direção. Com seu incrível reflexo Motoko utilizou um dos livros que estava utilizando para estudar para defender do ataque e pegou a espada que estava do lado para contra ataque, porem quando se deu conta o seu adversário já estava bem próximo desbaiando para um ataque frontal e o que deve tempo de defender o ataque perfeitamente embora esteja um pouco intrigada pela habilidade desconhecida de seu adversário.
- Onde aprendeu esses movimentos – perguntou a Motoko.
- Digamos que andei treinando – disse na maior tranqüilidade – você fica bem sex quando estar nervosa.
- ORA SEU... – disse ranquendo os dentes.
Foi uma disputa de muito atrito onde ambos trocavam e defendiam golpes onde para quem tivesse por perto poderia ver pequenas faíscas sendo no choque das espadas e o som de metal se encontrando.
- Cansei desta brincadeira – rapidamente o Keitarô fez um movimento que tirou a espada das mãos de Motoko jogando para o ar e ainda pegou a espada de sua adversária no ar. Depois aproximou as duas lâminas em sua vitima que fez a recuar e tropeçar – quero brinca de outra coisa – Keitarô cravou as duas espadas no chão e ficou em cima da Motoko com uma mão segurando o queixo e outra acariciando os cabelos – como é o sabor de seus lábios.
Keitarô aproximava os seus lábios nos da Motoko.
- Não... – sussurrava num tom que dizia o contrario - ... Keitarô... eu... eu... O QUE ESTOU PENSANDO – disse quitando saindo do seu sonho acordado – assim não vou conseguir estuda – esfrega a cabeça de frustração para tentar adquirir a sua concentração.
Com o animo recuperado ela respira fundo para ganhar forças e retorna aos estudos. Olha no seu caderno para saber onde foi que ela parou, porem ela tem uma surpresa: que a sonho esta escrito nas folhas do caderno.
- Estou no fundo do poço – disse abaixando a sua cabeça num tom de decepção consigo mesma.
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Numa clínica oftalmologista na sala de espera estava Kouta Urashima lendo uma revista qualquer esperando o seu recente primo. Depois dos acontecimentos frustrantes e reveladores, os dois primeiro foram para a diretoria para resolver a rematricula do Kouta. Agora foram para oftalmologista para resolver o problema do Keitarô (aquele de vista), durante este tempo eles conversaram diversos assuntos relacionados as suas vidas.
Keitarô falou um pouco de suas tentativas frustrantes de conseguir entrar na Toudai, um pouco de sua tia Haruka (até que sabe), contou um pouco dos seus pais, de sua irmã adotiva (isto lembrou que ainda não contou este detalhe para as moradoras), um pouco do atual Hinata e seus moradores.
Kouta contou o motivo de os pais de Keitarô não terem falado de sua segunda tia paterna (LEIAM O CAPÍTULO Nº 1 DESTA SAGA!), de como é um pouco a Alemanha (pais onde a sua mãe foi trabalhar), de que passou na Toudai sem problema e um pouco de sua infância que foi um pouco problemático.
Tudo por descobrir que era diferente de todos: era um super dotado – que foi uma grande surpresa ter conhecido pela primeira vez um com capacidade muito alta – como foram os problemas de relacionamento com os outros meninos da época já que tinham alguns que pegavam muito no seu pé por apresentar feições femininas que podia fazer alguém se confundir em relação a seu sexo (o que rendia muito apelidos como 'mulherzinha') e tinham vezes que era até agredido fisicamente por outros moleques.
No bairro que morava era um bairro alemão exclusivamente de orientais e seus descendentes. Lá teve um monge chinês que lhe ensinou Kung Fu de mais variados estilos entre que mais se destaca é o Fundomei que significa o 'punho da fúria'. Basicamente é desferir um soco para anular as reações de Físicas, toda ação provoca uma reação se você bate num objeto ao mesmo tempo este objeto bate em você (Veja o assunto Inércia de Física sobre a leis de Newton Principio da Inércia, Fundamental e da Ação e Reação de Isaac Newton). Depois com um preciso movimento e ainda com mesmo punho se aplica um golpe com o descarregando o Shi (no caso da Motoko era chama de Ki o mesmo principio de sua habilidade) no objeto assim literalmente destruído o seu alvo. Normalmente este golpe é ofensivo, mas aquele que consegue dominar pode controlar a força para utilizar para defensiva e lutar sem precisar ferir alguém, um grande exemplo é ter uma pinha de tijolo e bater na ponta para só quebrar um dos meios (imagine a potencia que ira se aumentada para o golpe Naru-punch de Narusegawa).
Aos seus 12 anos sua mãe, a Aya Urashima, teve um contrato para o cargo mais alto de executivo de uma das maiores empresas do Japão: a Mishima Corporation, mas ele ficou na Alemanha ganhando a vida programando.
Seu curso na faculdade é de tecnologia avançada (o mesmo que Kaolla pretende fazer futuramente). Mesmo sendo um super dotado Kouta decidiu seguir o ritmo normal das outras pessoas sem querer avançar para series mais avançados. Keitarô perguntou o porque preferiu seguir o ritmo normal de escolaridade...
Bem Kouta teve um certo receio com a pergunta. Percebendo isso Keitarô mudou de assunto para não constranger o recente primo mudou de assunto, parece que o Kouta guarda alguma coisa. Pelo menos por enquanto.
A porta da sala de consulta se abriu, saindo o Keitarô.
- Como foi?
- Tudo normal. Finalmente a minha vista foi curada. Mas tenho a impressão que fui curado por magia.
- Talvez seja o costume de estar acostumado por usar os óculos que sem eles dar uma impressão estranha.
- É pode ser isto. Então vamos para a lanchonete já esta quase para meio dia.
- Hai. Espero que não tenha mais nenhum valentão querendo brigar novamente.
- É verdade – disse rindo.
Os dois foram para a lanchonete e sentaram numa mesa com capacidade para quatro pessoas.
- Ei Keitarô você disse que passou uma parte de sua infância morando no Hinata –son segundo que você falou virou uma pensão feminina, não foi?
- Hai. Por que a pergunta?
- Por acaso você se lembra desta foto – Kouta tirou da carteira uma foto que deixou o Keitarô meio cismado.
A foto era de três crianças: A criança do lado esquerdo de estatura media tinha um short verde com uma listra branca, camisa amarela (esta criança é o Keitarô), também tinha um caractere escrito em Kanji que dizia 'tigre' e tinha outro dizendo 'Kei'; a criança da esquerda era de estatura baixa, magra, cabelos longos, calça negra, camisa listrado com vermelho e branco, seu físico podia muito bem fazer alguém confundir se é menino ou menina (esta criança é o Kouta) tinha um caractere dizendo 'serpente' e outro dizendo 'Ko' e a terceira criança era mais alta e mais cheia, só tinha um macacão jeans, estava descalço, cabeça raspada, sua aparência para quem olhar era de uma criança feia, tinha um caractere escrito 'dragão' e uma letra do alfabeto romano 'M'. O fundo do cenário a antiga hospedaria Hinata.
- Esta foto – Keitarô aos poucos lembra um pouco dos fatos daquela época – como poderia esquecer da grande equipe e seu lema. "Nos cantos mais remotos e nos tempos mais chatos...".
- "... onde falta a diversão..." – Kouta entrou no espírito.
- "... e reinam os vilões...".
- "..., equipe que carrega a coragem, a aventura e a bondade".
- "... veiam e tragam a diversão...".
- "... A EQUIPE RAGNAROK!" – desta vez falaram em sincronia.
- "Eu tigre, prometo destruir os inimigos e suas armas" – disse o Keitarô.
- "Eu serpente, prometo planejar as mais legais idéias e desvendar os mistérios" – disse o Kouta.
Os dois ficaram tão empolgados com a brincadeira que se levantaram e não mediram a tom de suas vozes. Perceberam isto quando se deram conta de que as pessoas estavam olhando os dois. Keitarô colocou a mão na nuca meio envergonhado e o Kouta colocou o punho fechado em frente na boca e limpou a garganta.
- Então você lembra? – perguntou o Kouta.
- Posso não lembrar perfeitamente, mas como poderia esquecer da velha turma, das brincadeiras de antigamente e das encrencas. Mais falando nisto onde esta o 'dragão'?
- Quando eu sair do Hinata nunca encontrei nenhum da galera, até hoje.
- Hoje foi uma coincidência danada.
- Ou nada acontece por acaso como o Mishima como falou.
- Keitarô! – atenção do Kanrinrin foi desviada por escuta a voz familiar.
- Ah Seta –san, como vai?
- Estou bem. Falando nisto quem é a sua amiga.
Keitarô engasgou por ouvir a confusão de seu tutor enquanto o Kouta esta com uma cara indignada.
- Este é meu primo.
- Prazer eu sou Kouta Urashima – disse estendendo a mão.
- Prazer sou Seta Noriyasu – disse apertando a mão de Kouta – foi mal, não queria ofender, mas pode soltar a minha mão... sabe esta doendo.
Keitarô chega que escutou os estalos dos ossos da mão do Seta, mas como pode defender o seu tutor sendo que acabou de ouvir de seu primo que detesta ser confundido com uma garota.
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- Uuuaaahhhh! Hoje foi um dia cansativo – boquejou a Narusegawa – muito trabalho e minhas colegas só fofocando, ainda bem que não tem mais aula e não tenho mais nenhuma atividade.
- Hoje aula foi boa e divertida – disse a Mutsumi com o mesmo animo de sempre.
- Será que dar tempo de volta para a pensão para pegar o almoço?
- Acho que não, já que são quiser para meio dia. Que tal não almoçar aqui mesmo?
- Bem que gostaria, mas estou sem dinheiro.
- Deixa comigo.
- Pêra aí Mutsumi -san. Por acaso trousse algum dinheiro? – perguntou a Naru meio desconfiada, não por causa de não confiar na Otohime, mas como sabe que ela é distraída é bem capaz de esquecer o dinheiro em casa como aconteceu da ultima vez que ela convidou para almoçar.
- Deixo ver – disse abrindo a sua bolsa – ta difícil... – tenta vasculhar mais certeza na sua bolsa o que provoca umas gotas saindo d'trás da cabeça da Naru – achei... este cartão vai servir – disse mostrando um cartão de ouro.
- O QUE! Mutsumi como conseguiu este cartão de credito? –perguntou para saber a origem do cartão dourado (já que só as pessoas de classe alta que tem acesso a este cartão).
- Minha mãe sempre me dar um cartão desse para situações de emergência – disse na maior tranqüilidade.
"Serviria se ela não esquecesse sempre" pensou.
- Então vamos – foi para frente – a lanchonete é para cá, vamos Nar...
Não teve tempo de terminar já que teve uma queda de pensão e estava caindo no chão.
- MUTSUMI –SAN! - gritou correndo para a direção de sua amiga que estava desmaiando, porem não tava tempo de segurar –lá.
Porem apareceu um vulto que pegou o corpo da Mutsumi.
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No vestiário masculino do clube de artes marciais se encontra o brasileiro trocando de roupa. Colocou uma calça preta, camisa apertada sem mangas que tem alguns pequenos caracteres chineses em vermelho que estavam começo do ombro direito e descia até o abdome, luvas de coro sem os dedos e tênis branco. Estava se decidindo se colocava uma jaqueta de coro negra por fim decidiu não coloca –lá pelo menos por enquanto. Olhou não espelho para dar uma conferida.
- Perfeito! – disse Mishima rindo – E pensar que alguns anos atrás eu me olhava diferente.
- Sempai!
- Ah Yu –san, ainda esta aqui?
- Hai. Meus pais daqui a pouco vão me busca.
- Legal.
- O que disse sempai.
- Disse legal em português.
- Deve se difícil falar dois idiomas.
- Que isso. Não é nada.
- Obrigado, mas pode me fazer um favor?
- Hai.
- Pode me chama pelo primeiro nome que é Guilherme.
- Hai Guilherme –sempai.
- Então tchau Yu –san.
- Tchau Guilherme –sempai.
Ambos saíram de lá. Guilherme resolveu ir à lanchonete para encontrar o Kouta e o Keitarô, mas no caminho viu uma garota que estava desmaiando e com seus rápidos movimentos Mishima segurou a garota.
- Mutsumi –San! Você esta bem?
- Ora, ora. Fazia algum tempo que não desmaiava. Estou bem graças ao moço que me pegou.
- Sem problema. Tem certeza que esta bem?
- Hai. Já passou a tontura.
- Por que não come um pouquinho para recuperar as energias. Estou indo para lanchonete.
- Que coincidência, eu a Naru –san estamos indo também lá.
- Interessante.
- Não quero incomodar – se expressou a Narusegawa – mas até quando vão fica esse jeito?
Mishima estava ainda segurando a Mutsumi no colo. Rapidamente o Mishima a colocou no chão ajeitando a se levantar, Mutsumi ficou um pouco vermelha e o Guilherme ficou um pouco sem jeito.
- Você é bem forte! – exclamou a Mutsumi – pratica musculação?
- Bem, eu dez de pequeno pratico artes marciais, tanto a arte do meu pai como a arte da minha mãe.
- E quais são essas artes? – perguntou a Naru.
- Diversas modalidades entre elas a capoeira.
- Naru –san, você também pratica artes marciais.
- Mutsumi-san, Seta me ensinou um pouco de Jeet Kune Do, mas não pratico muito.
- Vocês conhecem o Seta-sensei, não é Naru-san e Mutsumi-san, essses não são seus nomes?
- Hai – respondeu a Mutsumi.
- Como são seus sobrenomes?
- Ela é a Naru Narusegawa e eu sou a Mutsumi Otohime.
- Otohime da família que tem uma empresa com seu nome e moram numa ilha localizada em alguma parte em Okinauwa.
- Hai. Como você sabe disto? – perguntou curiosa.
- Minha família tem diversos negócios com a família Otohime.
- Então você é da família Mishima.
- Sim, eu sou.
- Mas essa família não tem origem japonesa? – questionou a Naru.
- Meu pai é japonês e minha mãe é brasileira. Minha genética puxou mais o meu lado ocidental.
- Guilherme deu uma observada nas duas, já que vai encontrar com o Keitarô e Kouta porque não apresenta as duas para eles. Já imagina a combinação Keitarô & Mutsumi porque são extremamente idênticos e Kouta e Narusegawa já que apresentam ser reservados.
- Mutsumi e Naru por que não almoçam junto comigo e alguns colegas meus, eles são de confianças.
- Será um prazer.
- Como? Mutsumi!
- Naru –san relaxa e aproveita para conhecer novas pessoas.
Quando finalmente chegaram na lanchonete Guilherme viu o Seta em pé apertando a mão do Kouta.
- Ora eles conhecem o Seta –san.
Naru deu uma olhada para ver quem conhece o seu ex-turtor. Viu alguém que nunca viu na vida e a pessoa que não se que imaginava, Keitarô Urashima.
- KEITARÔ, VOCÊ AINDA AQUI?
- Narusegawa – Keitarô se espantou de ver a Narusegawa.
- Ora é a Naru-san – Seta expressou de felicidade.
Kouta que não sabia o que tava acontecendo olhou para os lados para saber o que estava acontecendo. Localizou o Guilherme Mishima que estava acompanhado com uma garota sorridente que nunca viu na vida e outra ruiva que o deixou com cara frios por causa da Naru parecer com alguém que conheceu há muito tempo.
Guilherme começou a rir.
- Rerererere, que dia louco!
- Guilherme-san você conhece a Narusegawa e a Mutsumi-san? - perguntou o Keitarô.
- Bem eu sei que todo mundo esta contente de ver um e outro, mas acho melhor nós comemos logo. Então podem pedir o que quiser que eu pago – disse o Guilherme.
Todos, exceto Seta que já tinha comprado a sua comida, pediram.
- Então ta. Kouta poderia me ajudar com as coisas?
- Hai – disse se levantando.
- E Keitarô poderia ajuntar mais uma mesa?
- Hai.
Guilherme e Kouta foram buscar as coisas.
- Quem é aquele de cabelo longo? – perguntou a Mutsumi.
- É o meu primo, Kouta Urashima.
- PRIMO? – expressou a Narusegawa – dez de quando você tem primos? Você nunca falou que tinha?
- Reencontre –me por acaso nem me lembrava direito dele.
Enquanto isso Guilherme e Kouta estavam fazendo os pedidos e esperavam ate-os saírem prontos.
- Por bela coincidência eu justamente conhecer as duas que vocês conhecem – disse o Guilherme.
- Eu nunca vir a duas.
- Ué, pensava que conhecia já que olhou com olhos que já viu em algum lugar a de ruiva.
Kouta arregalou os olhos.
- Parece que eu acertei, não foi? Se quiser não precisa contar.
- Não é isso, é porque... a de ruiva se parece tanto com... uma pessoa que deixou esse mundo.
- Sito muito, mas tente manter o humor e aproveite para conhecer novas pessoas que garanto são pessoas excelentes.
- Vou tenta, desculpe se estou sendo um pouco pessimista.
- Se quiser pode me procurar para desabafar.
- Arigato.
- Opa, já saiu os pedidos então vamos?
- Hai.
Continua
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Esse só foi um capitulo lite para relaxar os personagem do capitulo 2. aproveitei e acrescentei mais no passado do Keitarô destacando mais a sua infância. Tambem acrencetei uma parte extra na Motoko-san. Esta sendo um grande divertimento escrever esse fic (e ola que nem ta sendo jogar principalmente The King of Fighters). No próximo capitulo as coisas vão começa pega fogo aguardem.
