Capítulo VI: Um jeitinho Brasileiro – parte um

Keitarô abri seus olhos acordando aos poucos vencendo aos pouco a preguiça que seus olhos tem parecendo que tem alguns pesos que tentam fazer os próprios permaneçam fechados. Aos poucos a sua visão mostra a visão do teto do seu quarto onde tem antigo buraco que liga o seu quarto com a Narusegawa.

Vendo aquele buraco ele lembra do que aconteceu ontem perto do Karaokê. Bate uma tristeza dentro dele, mas logo passa com a insistência do Keitarô de não ficar triste. Sabe que foi sincero com ela e consigo mesmo, então pra que se preocupar muito.

Ele lembra das palavras de Guilherme "Muitas pessoas não iriam ter a coragem que você teve". Lembrando dessas palavras o faz ter ânimos, então não é hora de ficar triste, tem que seguir pra frente.

Keitarô se levanta de seu futor revelando que estava dormindo com a roupa que saiu de noite que estar toda amarrotada. Depois tira a sua roupa amarrotada e veste uma roupa (uma camisa lisa como se fosse ceda de abotoar que é um pouco justa e de cor branca e uma social de cor preta).

Ontem chegou um pouco tarde (umas 11:30 da noite), depois de ser encontrado por Guilherme e Kouta; os três ficaram jogando papo e tomando sorvete até num certo tempo e depois Guilherme pagou um táxi para Kouta e Keitarô voltarem para cidade de Hinata, daí os dois se dirigiram para as suas moradias (Keitarô para pensão e Kouta para casa de chá da Haruka).

Keitarô vai para o banheiro a fim de terminar se arrumar.

Shinobu esta arrumando o café da manhã. Ela esta pensativa lembrando um sonho que teve na noite passada. Ela sonhou que estava em um lugar escuro praticamente sem espaço ou imagem. Na frente dela tinha algum ser que lembrava um samurai que estava lutando com uns seis monstros com aparências assustadoras. Parecia ser um filme de samurai ou algum anime porque o ser estava enfrentando os seis monstros sem dificuldade. Quando derrotou os três o ser limpava a sua espada e ficava parado enquanto assoprava um vento que mexia o seu longo cabelo liso. Olhando no ser pode jura que é parecida com Motoko, mas tem alguma coisa diferente, uma coisa nos olhos...

- Bom dia Shinobu –san – Keitarô chega por trás de Shinobu de surpresa.

- Ah bom dia Urashima –sempai – disse Shinobu já corando – acordou cedo?

- Estava sem sonho e queria ver me arrumar logo para faculdade.

- Anó... Urashima –sempai hoje é domingo – respondeu timidamente.

- Hã? – fica sem jeito com o seu esquecimento de noção de tempo – pensava que hoje era sábado, bem acho que vou mudar alguns planos.

- Como assim?

- Vou aproveitar para resolver alguns problemas da pensão como pagamentos de contas e negociações de dividas da pensão, vou cedo, portanto Shinobu –san não vou tomar o café da manha hoje.

- Urashima –sempai, pelo menos me deixa preparar um lanchinho para você comer.

- Tudo bem Shinobu –san – sorri – você é sempre meiga.

Deixa a Shinobu vermelha.


- É aqui o lugar – disse um motoqueiro parando de frente das escadarias da pensão Hinata – Um lugar muito bonito típico para um romance japonês.

O motoqueiro desce de sua moto (uma Harley toda preta) e tira o seu capacete besouro (no estilo dos capacetes de pilotos de caças) revelando o Brasileiro Guilherme Mishima. Ele resolveu passar para saber como estar o seu novo amigo.

- As flores de cerejeiras dão um toque exótico nesse caminho – disse subindo as escadarias – cheguei – de frente da entrada – Keitarô – chamando, mas não teve resposta – alguém – batendo palmas – ué não tem ninguém não? – disse entrando sem ver a placa que mostra claramente 'pensão feminina Hinata, proibida entrada de homens'.

Ele caminha na pensão vendo o simples local de moradia das moradoras e do Keitarô.

- Um lugar legal, a decoração estar bastante caseira – vendo a sala onde normalmente todos se reúne – Keitarô – chama mais uma vez – onde estar você?

Pensa em subir nos degraus, mas ele próprio acha um ato muito ousado explorar um território que pertence dos outros. Guilherme ver o quarto do Kanrinrin (gerente).

- Keitarô – bate na porta – Keitarô – abri a porta, mas não encontra ninguém – acho melhor voltar em uma outra hora.

Estava saindo de repente Guilherme para de frente do banheiro das fontes termais.

- Poxa que massa, uma fonte de águas termais – disse entrando – que regalia, Keitarô tem muita sorte – já tirando a roupa revelando o seu corpo bem cuidado e treinado.

- Legal tem até uma toalha aqui – disse pegando e entrando na fonte – oh que maravilha, oh aguinha boa – já relaxando.

Desliza a mão no seu corpo para massagear. Sua mão desliza em seu peito bem definido, depois de sua barriga travada e definida e de suas coxas grossas e bem treinadas. A auto caricia faz o seu pênis começar a ter ereção.

- Ops, fique calmo, não precisa disso tudo – fala como estivesse falando com o seu próprio pênis.

Enquanto isso Motoko esta em mais uns dos seus treinamentos excessivos, por incrível que pode parecer ela esta estudando ao mesmo tempo. Graças os conselhos da Kitsune, Motoko esta treinando com muita mais precisão assim como os seus rendimentos nos estudos estão rendendo mais. Quatros horas de exercícios são cansativos pra ela (ela começou dês da seis na manha foi até as novesque esforçada hehehehehe), o seu corpo esta todo suado. Nada com um banho para relaxar num treinamento, né?

Motoko chega nas fontes termais nem repara as roupas que Guilherme deixou no chão, também não conseguiu ver Guilherme porque ele esta meio submerso (ele ta coxilando um pouco e deixou num cantou) assim Motoko não consegue vê –lo. Ela começa a se despir relevando o seu corpo suave, branco e muito bem doado tento umas curvas que fazer Motoko ser uma mulher bastante atraente. Pega uma toalha e entra na fonte relaxando aos poucos e desfrutando do calor natural da fonte.

Mas sem perceber Motoko esta no lado do Guilherme e enquanto ele esta cochilando. Motoko se acomoda um pouco mais na fonte, mas sem perceber a sua mão pegou no corpo do Guilherme e justamente no órgão dele.

- Hum que negocio quente e macio é esse? – diz não entendo o que acidentalmente pegou. Tenta apalpar para saber que estranho objeto.

Conscientemente Guilherme nem sabe que Motoko esta perto dele, mas o seu corpo reage muito bem... tendo uma ereção.

Motoko olha para a direção o que estar pegando e toma um susto que ver. Um homem nu cochilando e o que mais espanta ela que sua mão esta bem no órgão dele que esta começando a ter uma ereção.

Motoko grita que faz o Guilherme acorda meio assustado. Por instinto Motoko utiliza a sua mão para dar um soco em cheio no rosto da vitima, porem por instintos também Guilherme percebe o golpe vindo e defende segurando a mão de Motoko, o impacto é tão grande o golpe que levanta um pouco a água. Detalhe a outra mão esta ainda segurando o pênis do rapaz.

- Que diabo é você? – pergunta Guilherme olhando Motoko.

- Eu que quero saber disso de você, como ousa entrar numa pensão feminina e ainda por cima fica assim nu? – pode ver que ela esta puto de raiva.

- Primeiramente estou aqui para visitar um amigo e segundo eu chamei muitas vezes alguém na entrada para saber se tinha alguém.

- Mentira seu pervertido de uma figa e como isso dar o direito de entrar aqui assim no nada.

- Pervertida é você que esta segurando o meu sexo – mesmo na frustração pode ver claramente que o corpo de Guilherme esta excitação.

Motoko arregala os olhos e fica sai rapidamente de perto, pode perceber que ela corou que nem um pimentão. Guilherme se levanta e pega uma toalha se secando, ele se controla diminuir a ereção já que esse não é o momento para ter isso.

Motoko por sua vez esta assustada, encontrar alguém desconhecido na banheira e ainda é um ato imperdoável, sem contar que ela ainda pegou na genital dele. De um certo modo pode despertar uns certos instintos, estar parecendo uma das historia que ela escreve... ei, não é hora para ficar ai pensando na vida, tem que tomar uma ação, como punir o invasor.

- Mate (palavra japonesa que significa 'espera'), não pense que vai escapar assim – disse já num tom de ameaça.

- Você não intimida sem roupa – disse já colocando cueca dele.

- Pela honra dos meus ancestrais vou oferecer a sua cabeça ao meu clã.

- Por acaso é uma samurai? – colocando a calça.

- Sou, vou te punir para manter a minha honra.

- Uma luta? Tudo bem - colocando a camisa - mas antes vista uma roupa pelo menos.

Motoko ficar vermelha.

- Esperarei no lado de fora dessa fonte – disse saindo.

- Esse é um invasor cavalheiro – disse pegando a sua roupa (que é o seu tradicional quimono) e pegando a sua espada. Depois sai do banheiro encontra Guilherme escorado na parede esperando calmamente – venha comigo.

- Tudo bem – sorri e acompanha Motoko.

- Que barulho é esse? – diz Kitsune saindo do seu quarto – não se pode... – ver Motoko acompanhada com Guilherme – quem é o cavalheiro? – diz já olhando para Guilherme com um olhar de segundas intenções.

- É um invasor, vou puni-lo – diz seria.

Guilherme olha para Kitsune e percebe que ela esta usando os tradicionais chinelos de madeiras.

- Senhorita, será que poderia me emprestar os seus chinelos?

- Claro – já tirando eles e entregando os chinelos – só tenha cuidados com eles que eles são caros – mentindo afinal eles são baratinhos.

- Pode deixar – sorri e volta acompanhar Motoko.

- Hum, um invasor – olhando para os dois enquanto eles caminham – esse é um pedaço de mal caminho. Ai se fosse eu... eu puniria ele da minha forma – diz no jeito de Kitsune.

Os dois vãos para frente da entrada.

Motoko já entra em base de luta.

Enquanto isso Kaolla Su estar em cima do Terraço da pensão junto com Sara.

- Quem é aquele? – perguntou Sara.

- Não sei, deve ser um agente secreto que veio espiar aqui – disse na maior simplicidade.

Sara tem aquelas famosas gotas de animes e mangas.

- O que um espião queria fazer aqui?

- Hum... – Kaolla pensa dos dados que ela hackeou nos computadores do pentágono dos E.U.A para ter idéia de novas inversões - ... eu não faço idéia.

- Acho que não vai sobrar muito dele afinal a samurai pegou ele.

- Oba legal, Motoko –san vai lutar – disse com uma mesma animação vendo os dois a embaixo preste a lutar

- Hum interessante, um estilo de kendo bastante exótico – sorri – deixa advinhar, esse estilo é o estilo Shimei, correto?

- Hã? Como você sabe disso? Esse estilo é secreto para as demais pessoas.

- Digamos que você não é a única a nascer numa família de antigos guerreiros – colocando os chinelos – bem vamos a luta.

Motoko avança desbaiando a espada Hina começando com um ataque que acerta o tronco. Guilherme por sua vez levanta a perna esquerda e faz a espada bater no chinelo de madeira anulando o golpe. Motoko fica espantada, pensava que aquele ser só perdeu tempo ao perdi chinelos emprestados de sua amiga a toa mesmo, parece que ele esconde muitos segredos.

Guilherme joga a sua perna direita para acertar a sua adversária, já ela sua a espada para defender o chute. Guilherme usa as mãos para pousar no chão e dar um mortal para afastar do oponente. Começa a gingar para os lados.

Motoko já viu muitos estilos de artes marciais, mas o estilo que esta vendo agora, só viu em um vídeo de um comentário de artes marciais que sua irmã passou há muito tempo. O estilo que aquele individuo esta utilizando é uma artes no ocidente criada e aperfeiçoada no Brasil, a capoeira.

Guilherme dar uma estrela de lado frontalmente para acertar Motoko. Ela dar um pulo para trás e ataca num ataque com a espada começando de baixo para cima, chega que forma um uma circunferência de noventa graus, porem ele abaixa se jogando para o chão e aterrizando com o seu braço direito assim evitando o golpe. Para contra-atacar abri a suas pernas e gira o seu corpo assim atacando um golpe giratório assim como uma elise de um helicóptero. Esse golpe quase pega Motoko de desprevenida, se não tivesse se jogado para um lado rolando com certeza iria receber o golpe.

Esta na hora de pegar pesado com esses estrangeiro.

- Espada destruidora de rochas – ataca no seu ataque de liberação de Ki em direção de sua vitima.

Para ele defender utiliza os jogar as duas pernas para defender o Ki, porem os chinelos se quebram o com o impacto, Guilherme teve que utilizar os braços para pousar no chão sem danos.

- Desista, não tem escapatória – colocando a espada da bainha para preparar um ataque mais forte caso a luta continua.

- Hum, interessante – sorri – você consegue manipular muito bem o Ki, por isso que você estava com a espada, já que ela é o principal instrumento de controle de Ki.

Motoko apenas escuta, por parte Guilherme esta certo, afinal a espada é um principal instrumento de liberação de Ki. Ela pode fazer com qualquer material chegando até só utilizar as mãos limpas, mas isso reguem um pouco mais de esforço.

- Porem você só consegue liberar o Ki, isso não vai ser suficiente – levanta o braço direito mostrando a palma da mão em direção de Motoko.

Motoko estranha esse tipo de ato, que será que ele estar planejando?

De repente alguma coisa acerta na barriga, tão forte como um soco.

- O que foi isso? – Motoko não entendeu o que acertou.

Não demorou muito para Motoko descobrir o que acertou, já que uma onda de Ki estava vindo na direção dela. Esquiva e olha para o seu adversário para saber como ele esta lançando. Teve uma grande surpresa ao descobrir que ele esta soltando apenas com o braço levantado aparentemente sem fazer nenhum movimento. Como que ele consegue soltar o Ki, sem a menos fazer um movimento de pelo menos canalizar?

A não ser... não... não pode ser... esse ser sua o Ki avançado. Diferente do Ki normal que se utiliza canalizando o Ki com algum movimento, o Ki avançado concentra o Ki internamente do próprio corpo e utiliza na maneira que quiser, como aumentando a capacidade dos golpes físicos, ter mais resistência e até mesmo soltar o Ki sem precisa canalizá-lo.

A única pessoa que ela sabe que consegue usar essa técnica é sua irmã.

Guilherme não estar com a mão parada totalmente, ele libera um pouco de Ki na palma da mão e depois empurra com a palma da mão para lançá-lo.

Motoko não ver outra opção senão usar a sua técnica mais forte.

- Estilo secreto Shimei – segunda Tarradura – espada purificadora de mal – lança o seu golpe.

- Bako Bako punch - Guilherme dar um soco que aparece uma onda de Ki do formato de uma bola com uma boca (no estilo de Pacman) que vai em direção do golpe da Motoko e comi literalmente o golpe e logo depois se some junto com o golpe.

- Não pode ser – Motoko não acredita por que aconteceu com o seu golpe, principalmente o seu golpe mais forte.

- Ee então é o melhor que sabe fazer – Guilherme olha nos fundos dos olhos de Motoko que a mesma estar de olhos arregalados.

- Eu não vou desistir assim – diz pra ela mesma apertando o cabo da espada.

- Esse é o espírito – sorri empolgados – todos os samurais do estilo do Shimei–ryu tem mesmo um espírito forte, qual é o seu nome, samurai?

Enquanto isso na terraço da pensão as duas garotas loiras estão vendo a luta.

- Parece que a samurai estar em desvantagem – diz a Sara.

- Ué a Motoko –chan, já era para acabar com ele, Motoko –chan é invencível – diz Kaolla.

- Não se esqueça que ela sempre perde da irmã

- Motoko Aoyama

- Guilherme Mishima.

Então era isso, o estrangeiro tinha descendência japonesa do clã dos Mishima. Esse clã, segundo que Motoko já escutou, é um clã de antigos nobres guerreiros assim como a sua família. Ninguém sabe a origem de lutas deles, a única coisa que sabe que eles estudavam através de Eras diversas artes marciais. Dizem a lendas que só um Mishima era capaz de derrotar um exército.

- Eu não irei perder – diz Motoko pegando com mais firmeza a sua espada, a maldiçoada espada Hina.

- Pois bem descendente do estilo Shimei quero ver até onde vai sua vontade – diz entrando em uma base de luta que lembra um pouco o caráter.

Motoko corre em direção de Guilherme e dar um pulo para um golpe no ar. Já ele pula também para contra-atacar com algum golpe físico.

- Não vou deixar que Motoko seja derrotada – disse Kaolla ainda no terraço – o meu 'Hiper Caçador lançador de mísseis semi-nuclear exterminadora de borboletas' – pegando a sua inversão.

- Hiper Caçador o que? – disse Sara não entendendo o nome gigante que sua amiga inventou.

- Alvo localizado – focando no Mishima – disparar! – disparando o míssil.

- Ei Kaolla, o missel vai afetar a samurai também? – perguntou Sara.

- Ops acho que não calculei isso – disse fazendo o seu sorriso meio bobo e inocente de sempre.

- E você fica assim? – disse tendo uma gota atrás de nuca.

Guilherme e Motoko estão chegando perto num golpe aéreo quando os iam se aproximar quando o míssil que acerta os dois que ainda causa uma grande fumaça. Quando a fumaça acabar revela Guilherme com sem a camisa (porque a camisa se rasgou na explosão) e Motoko desmaiada com o quimono todo surrado e rasgada.

- Estar tudo bem agora – diz vendo a face da Motoko parecendo que estar dormindo tranqüilamente.

- MOTOKO-CHAN! – disse Kaolla correndo junto com Sara para socorrer a amiga.

CONTINUA


Ola galera, beleza? Tou fazendo mais uma fic de Love Hina, espero que vocês gostem. Fico contente que o meu personagem Brasileiro esteja bem elogiado. E respondendo a pergunta: tem uma grande possibilidade heheheheheheheheheh

Até a próxima!