Dimension Hina
Capitulo VII – Um jeitinho Brasileiro – parte 2
- Estar tudo bem agora – diz Guilherme vendo e admirando a face de Motoko, se tivesse em outra ocasião quem sabem que...
Parecendo que estar dormindo tranqüilamente já que ela desmaiou com o impacto inusitado do míssil de Kaolla Su, um momento perfeito para um filme romântico mesmo que a ocasião seja inusitada.
– Ainda bem que não foi nada sério – fica aliviado e sorrindo – sei que parece uma loucura... – faz um minuto de silencio – QUE DIABO FOI AQUILO! DES QUE UM MÍSSIL VEM ASSIM DO NADA.
Nenhuma resposta.
-Poxa vida, a luta estava massa – ficando mais calmo e suspirando - fazia tempo que não lutava assim e principalmente com uma mulher. Como admiro uma mulher que pratica uma arte marcial – sorrindo a toa.
Guilherme repara a face suave da Motoko reparando a sua beleza. Não deixa de apreciar essa linda face branca e com os lábios bastante tentadores. Isso tudo soma com a inusitada posição que ele estar com ela, tendo ela totalmente nos seus braços. Por instintos a sua face aproxima um pouco. A sua olfação chega que aguça sentindo a doce e tentador flagrância da aquela jovem mulher. O seu próprio sangue circula mais intensamente na sua face deixando a sua face vermelha. De repente Guilherme afasta a sua face da face da Motoko (sendo que ele mesmo estava aproximando).
- Mas o que estou pensando? –diz balançando a sua cabeça para acordar do leve sono dos seus desejos.
Enquanto isso no terraço.
- Agente Sara o ataca de longa distancia foi fracassado, vamos atacar o inimigo diretamente– disse pulando do terraço.
- Yes, agora você falou a minha língua – disse Sara indo atrás já preparando um dos artefatos que ela carrega para usar como arma.
- Vamos então – disse Kaolla indo à frente descendo praticamente pulando do terraço.
- Rock Roll – disse Sara acompanhando a sua amiga meia maluca (meio porque tou querendo ser modesto hehehehehehehehehe).
As duas descem e vão para diretamente.
Guilherme percebe a aproximação das duas meninas.
- Oh que Kawaii (bonitinhas) que criancinhas adoráveis... – vendo as duas correndo na sua direção, mas percebe que as duas estão com objetos perigosos (artefatos bastante duros e uma arma de destruição em massa) – vendo agora até que elas não são tão kawaii quando elas estão com caras de assassinas – uma gota atrás da cabeça.
- Agente Su precisamos fazer o inimigo soltar a samurai – disse na ficando no lado Guilherme.
- Já vai ser feito - ficando no outro lado.
Guilherme olha meio assim de cara pensando onde foi se meter.
- Você vai pagar pelo todo mau que você fez – dizendo Kaolla num tom como se tudo isso fosse uma brincadeira.
- Isso mesmo, pode se reder. Tem o direito de ficar calado. Tudo que você será usando será usado contra no tribunal – dizendo Sara entrando no espírito da brincadeira de Kaolla.
Guilherme olha meio sem noção o que fazer, até que acharia legal entrar na brincadeira, mas o fato de ver que elas estão com objetos perigosos faz ele mudar de idéia.
- Ei como vocês sabem que eu sou inimigo? – perguntou Guilherme.
- Você tem uma cara suspeita – disse Kaolla sem perder o seu sorriso.
- E ainda tem uma cara de latino como se estivesse saindo num paizinho de terceiro Mundo.
Guilherme fica com uma gota atrás da cabeça.
- Já pensaram na possibilidade de que eu seja um amigo? – Guilherme tenta argumentar para as duas loiras que estão com objetos perigosos e demonstram bastante disposição a usá-los.
- Hum... essa eu não pensei, será que ele é amigo ou inimigo? – disse Kaolla sem perder o sorriso inocente.
- Se liga agente Su, se ele fosse amigo acha que ele brigaria com a samurai? – disse Sara para a sua amiga que estar sempre no mundo da Lua.
- Tem razão e ainda ele ta com Motoko –chan no colo, deve ser um tarado como o Keitarô.
"Onde essa menina tira essas idéias – gota – eu só queria encontrar Keitarô de boa. Primeiro foi essa mulher, que alias é bastante atraente a me atacar no nada, bem ta certo que aquela cena da fonte foi um bom o motivo, mas existiam métodos bem mais pacíficos para resolver aquele problema. E agora estou de frente com duas que parece que saíram da 'Alcaida'" pensa Guilherme.
- Então só existe uma coisa a fazer – disse Guilherme de repente fazendo que Kaolla e Sara ficarem de prontidão – fugir – coloca Motoko, que estava no seus braços, nas suas costas para se mais fácil a carregá-la e sai correndo para dentro da pensão com intuito para dispitar as duas sem que em volta não acha dando de míssil.
- O inimigo estar fugindo, atrás dele – disse Sara indo atrás de Guilherme.
- Hai – acompanhando Kaolla – vamos acaba com todo mau – disse animada.
Guilherme entra novamente para a pensão e sobe as escadas correndo no corredor.
- Ué o que estar acontecendo – Shinobu que estar na cozinha ouvir os passos apresados subindo as escadas.
- Aqui elas não vão atir.. – Guilherme é interrompido ao ver um míssil de Kaolla passar –EITA, essas garotas querem pegar pesados – correndo e subindo para o terraço – EITA sem saída – para.
- Agente Su o inimigo estar cercado – disse Sara parando e preparando os vasos para atacar.
- Ok, vamos começar a operação extermínio do latino– disse Kaolla preparando a sua arma, o Hiper Caçador Lançador de mísseis Semi - Nuclear Exterminadora de Borboletas – apontado disparar – dispara míssil.
- Bem agora só resta revidar – dizendo já entrando em posse de combate esperando o míssil vir na sua direção – chute especial: roundhouse kick – acerta o míssil e vai-o mudar de rumo.
- Carakas o que o cara fez – disse Sara de boca aberta – pensava que só a samurai que fazia isso.
- Ele até usou o golpe do Chuck Nossis – disse animada – ele deve ser o próprio Chuck Nossis.
Enquanto isso em um outro lugar perto das aproximidades da pensão.
- Nossa que demora na fila do Banco – disse Keitarô indo para pensão – ainda bem que deu pra colocar todas as contas em dias – dando um sorriso – ué que barulho esse – Keitarô olhando para cima e ver justamente o míssil que Guilherme desviou – ai meu Deus, já cedo – o míssil o acerta e manda ele por ares como sempre.
- Ataque do festival dos objetos arqueólogos – disse Sara tacando um bocado de objetos arqueólogos que seu pai adotivo, Seta, acha com freqüência, ela joga tantos que parece uma chuva.
Guilherme desvia dos objetos jogados.
- Vocês desistem? – pergunta Guilherme.
- Ora de usar o modo A.Q - Arrasa Quarteirões – ativa um botão onde faz a arma que Kaolla fez ficar no tripo do seu tamanho – preparar – uma energia acumula.
- Espera, não podemos conversar?
- Apontar – apontando.
- EITA, lascou – vendo de boca aberta.
- Ora ora que dia lindo – Mutsumi chegando no terraço – Ora Guilherme –kun boa dia – disse animada cumprimentando o recente amigo.
- Amigo? – Kaolla faz com que a arma se desative assim evitando o disparo destruidor – legal Mutsumi é amigo do Chuck Nossis.
----------------------------------------------------------------------------------------------------
- Então você é amigo do Keitarô, dessa não sabia – disse Kitsune.
Com a vinda de Mutsumi tudo foi resolvido e agora Guilherme e agora ele estar na sala explicando tudo que aconteceu. Motoko que estar desmaiada foi levada para o seu quarto onde repousa tranqüilamente.
- É ele é o presidente do clube de luta de Toudai – informou Mutsumi.
- Legal alguém que luta que nem a Motoko -chan – comentou Kaolla alegremente.
- Não se esqueça que ele deu uma pisa na samurai – comentou Sara.
- É mesmo, então ele é mais forte, desviou até um míssil.
- Míssil! Isso explica o estado da Motoko –sempai – Shinobu desesperada – Kaolla –san e Sara –san onde vocês estão com a cabeça em atirar na sempai?
"De certa forma é concordo" - pensa o Guilherme - "Que lugar louco, mas não posso negar que a parte feminina aqui é bem interessante" – fica sorrindo a toa.
- O que foi? – perguntou Kitsune olhando para Guilherme.
- Não nada apenas tava pensando umas coisas – diz saindo do mundo da Lua.
- A propósito onde estar o meu chinelo?
- Ops, acho que infelizmente eles viraram pedaços – rindo.
- Meus chinelos, oh não, eles custaram caros, o que vou fazer? – Kitsune fazendo trama só para simplesmente ganhar uma grana extra (nem precisa dizer que os chinelos são bem baratos hehehehehehehe).
- Se esse é o problema – pega a sua carteira abrindo – hum... pegando algumas notas – aqui, isso deve ser suficiente – passando um valor em dinheiro para Kitsune que em reais chega a 1000 – esse aqui é suficiente?
- Nossa e como! – Kitsune pegando, estar tão espantada com o valor recebido que os seus olhos estão bem aberto chegando a quase sair de sua própria face.
- Alguém tem uma camisa para me emprestar... sabe que a minha foi rasgada pelo um míssil – perguntou Guilherme.
- Tudo bem – diz Kitsune levantando – vou pegar alguma coisa no quarto do Keitarô, mas se bem que eu prefiro você sem camisa.
- Como?
- Nada não esquece.
- Senhor aceita um chá? – Shinobu trazendo uma xícara de chá em uma bandeja.
- Com prazer, só peço que me chame pelo o meu nome: Guilherme – sorrindo e pegando a xícara.
- H- hai – toda atrapalhada.
- Gui –kun, sem querer incomodar mais o que você quer com Keitarô.
- Hum... pois é – tomando um gole de chá – eu queria saber se estar tudo bem com ele depois que aconteceu ontem a noite.
- Ué aconteceu uma coisa com o sempai – Shinobu ficando preocupada.
- Não Shinobu –chan não aconteceu nada com o Kei –kun – Mutsumi acalmando Shinobu – e Gui –kun o Keitarô estar muito bem graças a sua ajuda e a do Ko –kun.
- Que bom – dando outro gole do chá – e Narusegawa, ela estar bem?
- Ela estar no seu quarto agora descansando agora, mas ela estar bem, Naru –chan é forte.
Guilherme sorrir.
----------------------------------------------------------------------------------------------------
Deitado de lado no seu futor e meio que encolhida mesmo acordada espera um tempo passar. Seus longos cabelos se espalham da maciez de seu confortável e pratico futor. O seu bichinho de pelúcia, o Linnpo, estar perto dela como um companheiro fiel para ajudar a consolar a suas angustias.
Uma onda de um sentimento forte que mistura tristeza, amor, esperança, duvidas e ambições. Demorou muito para ela perceber que ama Keitarô, precisou de perde –lo para descobrir esse sentimento.
Chorando ela esta?
Não.
Sem animo que ela esta?
Não.
Ela estar cansada. Sempre é bom descansar logo depois de uma derrota.
"Eu posso ter perdido agora, mas não perderei mais" – esse pensamento é repetido muita vezes na mente de Narusegawa.
---------------------------------------------------------------------------------------------------
Uma vontade leva uma ambição e uma ambição leva a uma obsessão.
Motoko estar inconsciente depois da luta com o brasileiro Guilherme. Ela foi trazida aqui pelo próprio brasileiro e pelas suas amigas. Às vezes as inversões de Kaolla causa grandes transtornos levando alguém se machucar (sendo que a maioria sendo Keitarô).
É incrível perder para alguém assim que mal conhece e pior é saber que essa pessoa também o salvou.
Na hora que Motoko e Guilherme pulou um contra um outro para um golpe frontal aéreo os mísseis (um total de quatro) de Kaolla vieram para a direção dos dois, o primeiro míssil acertou a Motoko que fez perder totalmente as suas forças. Os restantes dos mísseis estavam aproximando da samurai e como ela estar sem forças graças o primeiro ataque, um ferimento sério ter acontecido. Guilherme viu isso e por instinto, ainda no ar, abraça Motoko no ar para ser um escudo humano.
Mesmo dessa cena subrreal não pode passa despercebido o abraço que foi dado. Firme e acolhedor, são duas palavras que podem descrever aquele abraço aéreo, uma ação que praticamente estava dando a sua vida foi a ultima coisa que Motoko viu com os seus olhos porque a sua consciência a deixou.
Graças a um rigoroso treinamento Guilherme é capaz de suar o Ki dentro do seu próprio corpo assim neutralizando os ferimentos pelo completo. É claro que isso não permite que faça isso com as roupas e os três restantes mísseis acertou diretamente nas suas costas a sua camisa foi totalmente desintregado. Próximo ao pouso Guilherme pegou Motoko no colo e usou as pernas para pousar.
Mesmo inconsciente um desejo no intimo da Motoko é despertado. Um desejo como uma samurai. Perdeu aquela luta mais não vai perder a guerra.
----------------------------------------------------------------------------------------------------
- Aqui estar – Kitsune entregando uma camisa verde sem cola e sem mangas típico para um militar para Guilherme.
- "Obrigado" – agradece em português e veste a camisa, fica justa para o corpo de Guilherme ainda estacando o seu físico, mas pelo menos não estar sem camisa.
- Hum que país você é? – pergunta Kitsune.
- Pelo jeito dele deve ter saindo de um país latino, acho que ele deve ser argentino – comentou Kaolla.
- Não – super gota – sou brasileiro, tenho dupla nacionalidade, meu pai é japonês e minha mãe é brasileira.
- Interessante – comentou Kitsune.
Na entrada aparece Keitarô, ele não tem nenhum ferimento graças a sua incrível imortalidade.
- Keitarô finalmente como vai? – cumprimentou Guilherme.
- Guilherme –san, oi, o que te trás aqui.
- Coisas banais apenas queria falar um pouco com sua pessoa. Durante a sua ausência fui muito bem recepcionado.
- Que bom - sorrindo.
- Guilherme é demais, ele é o Chuck Norris – comentou Kaolla.
- Hum? – Keitarô não entendendo.
- Ele derrotou até a samurai – disse Sara.
- Eita, Guilherme –san e Motoko –san brigaram?
- Parece que foi uma rotineira confusão típica o que acontece com você e Motoko-san – Kitsune disse para Keitarô – mas diferente quem se deu mau foi a Motoko.
- Eita, Guilherme –san você é tão forte assim? As únicas pessoas que conheço que venceram Motoko em uma luta foi a irmã dela e o Seta –san.
- Hum isso me lembra que já lutei com o Seta também – comentando – foi uma luta até que deu trabalho.
- UAU! Não me diga que você venceu o Seta?
- Hai hai – sorrindo.
Keitarô engasga pela simplicidade que seu amigo responde. Sabe que Seta é uma das pessoas mais fortes que já viu. Ele mesmo tem dificuldade de lutar como igual como o seu tutor. Guilherme já aparenta forte graças a sua aparência ocidental que desenvolve tanto na altura como na robustez, mas não imaginava que ele tinha tanta força e habilidade assim. Isso faz lembrar daqueles dois indivíduos que enfrentou na faculdade e que eles pararam imediatamente assim quando Guilherme apareceu.
- Ops já estar na hora, preciso resolver alguns compromissos – disse Guilherme vendo as horas no relógio de parece da pensão – bem todas tenham uma boa tarde – disse Guilherme e se levantando.
Todas se despendem do estrangeiro. Keitarô acompanha Guilherme.
- Espero que você esteja bem depois daquela noite – Guilherme puxa assunto.
- Estou bem graças a você, não precisava se incomodar.
- Que isso amigo é pra essas coisas.
Mais uma vez Keitarô foi chamado de amigo, ele nunca imaginava ter amigos fora da pensão.
- Arigato – agradece Keitarô.
- Até que foi divertido hoje, conheci o local de trabalho seu, um homem trabalha no meio daquela mulherada toda é bem tentador e também é ao mesmo tempo perigoso.
- Isso é verdade – rindo.
- Não é a toa que você é forte.
- Que isso você podia sair bem melhor do que eu, afinal você não estar machucado.
- Falando nisso nem sei como sobrevivi, tendo atacado pelo um míssil não é brincadeira.
- Míssil?
- Hai, parece que aquela menina que tem fisionomia indiana tem objetos bastantes exótico.
- É ela gosta de inventar coisas.
- Tou vendo, já eu gosto de lutar.
- Guilherme –san, sem querer incomodar: por que você gosta de lutar?
- Isso é uma boa pergunta – sorrindo – acho que é por causa de uma promessa que fiz quando era pequeno.
- Hum, que promessa?
- Isso foi há muito tempo quando ela moleque. Eu tinha dois amigos que fazíamos diversas aventuras, coisa de crianças. Na época eu era um fã de super heróis e lutadores de artes marciais. Aquilo me tocava profundamente, sonhava ser o melhor o mais forte. Jurei a esses amigos de infância que iria ser mais forte do mundo. Pode parecer meio idiota, mas aquilo foi muito forte no meu intimo que a partir dessa promessa eu treino para aperfeiçoar o estilo de luta de minha família personalizando o meu próprio estilo – Keitarô ver uma determinação nos olhos de Guilherme, não sabia que alem como ele existem pessoas que realizam as promessas de infância assim como ele – ate mais Keitarô, te vejo amanha – subindo na moto.
- Até mais.
CONTINUA
-------------------------------------------------------------------------------------------------
Mais um capitulo terminado, espero que aproveitem. Sobre Guilherme terá uma fic especial que falará tudo que ele sente, mas isso só para frente. Sobre os romances prometo capricha bastante não só do Guilherme e da Motoko, mas como também nos romances de outros personagens e ainda daqueles que estão por vir.
Quero fazer uma perguntinha, como eu faço um reviem? Mande-me o e mail para mim: elogios, ameaças de mortes procure- me hehehehehehehehehehehehe.
