Dimension Hina

Capítulo VIII: Respostas e Amores

- Oh muito interessante, parece que a civilização tartaruga era mais desenvolvida do que pensava – diz o Seta sozinho na sua sala particular onde ele analisa os artefatos que conseguiu achar em uma escavação.

O arqueólogo estar analisando o artefato que conseguiu, aquela espécie de tabua que fala das dimensões (veja capitulo II), decifrando os estranhos caracteres, tentando encontrar o seu significados e suas semânticas.

"Dimensões irmãs, dimensões gemias, damas da razão e do caos, cada uma com sua particularidade. Todos somos filhos dessas irmãs, fruto de seus seios. Cada irmã é idêntica na pele, mas diferentes de seu intimo, os seus filhos não são diferente disso. Somos filhos da irmã do Norte – a mais harmônica entre as damas. Ao leste tem os filhos da dama cujo seus filhos vivem com contaste conflitos a um povo da destruição. Do oeste vivem os filhos cuja imagem é oposto dos filhos do Norte. Do Sul vivem os filhos que são idênticos no corpo, mas diferentes na alma. Todos os irmãos são idênticos uns aos outros como se fosse uma só carne, uma só mente sendo que cada um com sua particularidade".

- Uau – Seta falando consigo mesmo - a isso é um fato inédito descoberto da humanidade, é a primeira civilização que retrata esse conjunto de espaço, será que esse povo conseguia se locomover nas dimensões? – pensa nessa louca possibilidade.

Seta alongasse na sua cadeira acendendo um cigarro para relaxar um pouco, a arqueologia é o ar que ele respira e seu principal escudo que usa para esconder os seus receios e medos da vida.

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Motoko estar em Kyoto na sua terra natal se dirigindo para um cato quase remoto meio longe de uma cidade moderna sendo praticamente rural perto da magnífica natureza onde fica a tradicional Dojo do Kendo do Estilo Shimei-ryu. Perto da entrada desse antigo Dojo se encontra uma aluna vestindo um quimono idêntico que Motoko usa para treinar com idade aparentemente uns 19 anos varrendo a fachada.

- Sempai há quanto tempo – diz a jovem colocando os olhos a samurai sorrindo.

- Ola – responde com um sorriso – a minha irmã se encontra?

- Hai, ela estar dentro do Dojo descansando.

- Esta bem – sorri agradecendo - vou falar com ela, com licença – disse tirando o seu tênis e entrando no Dojo onde encontra a samurai dos tempos moderno mais forte do estilo Shimei, sua própria irmã, em estado de meditação.

- Minha querida irmãzinha – disse ainda de olhos fechados e sorrindo – fico honrado pela sua visita, finalmente decidiu assumir o dojo.

- Ainda não, vim te perguntar uma coisa – meia receosa na sua voz, afinal a sua irmã ainda mete medo nela.

- Ora, ora – disse se levantando, alongando e ajeitando o seu quimono – qual é a sua duvida?

- Você conhece a família Mishima?

De repente fica meio séria e um tanto pensativa.

- Hai eu conheço essa família – diz simplesmente.

- Sabe a origem dessa família?

- Sei.

- Então essa família é outra família de samurais?

- Não...

- Hum...?

- É uma família tradicional nas artes marciais assim como a nossa, a especialidade da técnica daquela família é lutar com múltiplos oponentes, dizem algumas lendas que um guerreiro sozinho dessa família era capaz de dizimar exércitos. Era uma família secretamente que trabalhava para o Antigo Xongun que praticamente realizava as mais importantes missões. Uma família enriqueceu muito graças a trabalhar direto com o Xongun e uma aliança forte com a família Sohma, uma das principais tradicionais famílias ricas do Japão, umas que segura a economia japonesa.

Motoko escuta toda espantada pela origem daquele Brasileiro.

- Que tipo de técnica que aquela família utiliza?

- Hum... não sei ao certo, o estilo de luta daquela família sempre estar em mudanças, tanto teve um período na historia que os samurais dessa família deixaram de usar armas brancas e passaram a lutar especificamente sem armas. E quando o Japão entrou na Era Mejin essa família começou a ir para os países estrangeiros para aprimorar a sua arte, não é a toa que tem uma porcentagem dessa família que tem o sangue misto.

Explica muito a fisionomia de Guilherme por puxar uma aparência totalmente ocidental.

- Atualmente a família é bastante sucedida vivendo tranqüilamente tendo uma grande influencia no mercado multi –nacional japonês.

- Tem mais alguma informação irmã? – Motoko ainda com duvidas das origens daquele estrangeiro.

- Bem eu conheço o patriarca da família que é casado com uma Brasileira e seu único filho, hum... só esqueci o nome dele – pensativa – ... vejamos, é um excelente jovem, bem educado e um excelente especialista em lutas marciais. Irmãzinha lembra daquele torneio de artes marciais que participei há muito tempo.

- Estar falando daquele torneio de equipes chamado "The King of Fighters"?

- Esse mesmo.

- O que quer tem? Lembro –me que a sua equipe perdeu nas terceira fase – Motoko recorda de sua infância (quando ela tinha uns setes anos) onde a sua irmã participou com mais dos conhecedores de artes marciais especializados e exorcismo e eliminação de demônios. Ela imaginava que na época que sua irmã iria ganhar aquele torneio facilmente, mas para a sua surpresa a irmã perdeu e que parece foi para o jovem de 16 anos.

- A pessoa que me eliminou no torneio foi àquele jovem da família dos Mishima.

- NANI?!?!? (expressão usada para dizer "O que?" usado em duvidas, ou espanto ou em ambos) – expressa com um grande espanto.

- Por acaso você conhece aquele jovem? – perguntou curiosa.

- Mais ou menos... lutei com ele e perdi – falando de cabeça baixa.

- Qual foi o motivo da luta?

- Foi... – Motoko fica vermelha por lembrar daquele estrangeiro nu dentro da fonte termal da pensão e que sua mão acidentalmente pegou no sexo esse homem – nada muito de importante.

A sua irmã só olha sem entender o motivo, mas acha graça de sua querida irmãzinha esteja envergonhada por causa de um homem.

"Minha irmãzinha estar crescendo" pensa ela.

- Mais alguma informação que eu precise saber – pergunta Motoko determinada.

- Não que eu sabia, mas mudando de assunto como estão os estudos?

Motoko espanta pela pergunta repentina.

- Estar tranqüilo – mente.

- Que bom! Quando conseguirá entrar na faculdade?

- Breve.

- Então ok! Esforça-se.

- Sim irmã – disse já se despedindo e saindo, deixando a sua irmã sozinha no dojo.

- Hum, ela estar evoluindo – a irmã de Motoko dizendo pra ela mesma – procurar informações de um adversário já é uma prova que terá um futuro promissor como uma grande samurai do nosso clã, mas espero que ela se desenvolva como mulher.

Um tempo depois da saída de Motoko (meia hora depois), entra um ser na porta.

- Ora, ora, ah quanto tempo... – diz ela revendo um antigo conhecido.

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Narusegawa estar em um dos intervalos da faculdade Toudai sentado em um banco com um olhar meio aéreo. Ela ainda estar arrasada por dentro pelo fora que recebeu do Keitarô, mas já tem forças ainda manter a sua rotina.

Esse fato faz ela pensar toda a sua experiência que teve com homens. A crise começou com a rejeição de seu antigo professor particular. O que resultou um afastamento de algum contado com o sexo masculino. Quantas vezes ela já deu fora em rapazes? Praticamente era uma média de seis a setes foras por dia que ela dava no colegial o que fazia a sua amiga Kitsune ficar de cara. Até mesmo quando Keitarô chegou na pensão, ele teve uma grande rejeição por parte dela. Keitarô foi um o único que correu atrás dela, mesmo com tantos ataques físicos (que deixaria um ser humano comum em coma) como nas suas afiadas palavras. Por mais que uma pessoa seja persistente por alguém, ele acaba desistindo afinal uma pessoa quando ama alguém quer ser amada. Agora a situação se inverteu, agora é ela que vai correr atrás do Keitarô.

Mas primeiro tem que fazer uma coisa: fazer amizades masculinas. Não só com Keitarô, mas também com outras pessoas, afinal precisa entender a mentalidade masculina que é muito complexa (muito mais que uma mulher consegue imaginar). Entender a mente masculina é um dos grandes desafios do universo feminino assim como o universo masculino tem o desafio de entender a mente feminina.

Agora como fazer uma amizade masculina? Aonde conseguir um homem que só tenha interesses em amizades?

Isso é um grande desafio que Narusegawa afinal falta-lhe experiência, mas como diz uma famosa frase: "Nunca é tarde para uma raposa velha aprender novos truques".

Naru se levanta e vai à direção na lanchonete meio que "no mundo da Lua" com essa falta de atenção ela esbarra em uma pessoa chegando a dar alguns passos para trás.

- Desculpe a minha imprudência – diz a pessoa com uma voz meio conhecida, alias praticamente essa é uma pessoa nova por enquanto que conhece superficialmente.

- Urashima –san, não precisa se desculpar o erro foi meu – Naru se desculpa para o primo do Keitarô, o jovem Kouta Urashima – estava pensando na vida e acabei me distraindo – dar um sorriso meio tímido.

- H-hum, qualquer jeito espero que esteja bem – diz dando um sorriso mais tímido ainda que estar parecendo o sorriso da Shinobu – vou te deixar sossegada – diz meio se despedindo.

Uma oportunidade apareceu para Narusegawa, uma chance perfeita para fazer o que ela estar querendo. Uma pessoa perfeita para fazer amizades: sério, inteligente, amigo e primo do Keitarô, tímido e bonito, alias uma beleza muito exótica para um homem a ponto de ser confundido com uma mulher.

- Ano... K-Kouta se você não tiver estiver muito ocupado... você quer almoçar um pouco comigo?

- Bem... – fica meio vermelho - ...hum se não for muito incomodo.

- Bem então vamos?

- Hai.

Os dois vão para a lanchonete junto a fim de almoçarem.

- Então Urashima... digo... senhor... digo... – Narusegawa toda atrapalhada, não sabe como se dirigir para Kouta.

- Pode me chamar pelo meu nome mesmo, afinal se me chamar de Urashima pode confundir com o meu primo – brinca um pouco.

- Hai – rir um pouco – Keitarô não fala muito da sua família, sempre foi uma surpresa quando apareceu a sua irmã adotiva de repente e agora um primo e uma tia de uma hora para outra.

- Pois é – começa a rir junto com Naru – mais parte da culpa é minha afinal eu estava morando na Alemanha.

- Oh isso me lembro que você falou quando teve aquele almoço com Mutsumi, você, Keitarô, eu e aquele estrangeiro.

- Estar falando do Guilherme –san?

- Ah então aquele estrangeiro se chama Guilherme, parece que ele veio dos E.U.A.

- Não ele veio do Brasil.

- Ah é mesmo.

- E você senhorita Narusegawa você...

- Me chame de Naru, ok? – interrompe.

- Entendo – sorrindo – então Naru, você já foi alguma vez para o exterior?

- Hum... acho que sim, mas não tenho certeza. Teve algumas loucuras que aconteceram e fui parar em uma ilha no meio do oceano, foi uma confusão tremenda – brinca um pouco com suas memórias.

- Mas parece que também foi divertido – rir junto.

- É verdade – rir também.

É a primeira vez que Narusegawa se diverte tão espontaneamente com um homem e ela que pensava que era difícil, onde pensava que um homem e uma mulher só podiam ter um relacionamento amoroso, mas ela comprovou que isso era uma grande besteira de sua cabeça.

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Keitarô volta da faculdade já meio de noite na pensão praticamente deserta. Kitsune saiu misteriosamente para noite (ninguém sabe o que ela faz), Kaolla e Shinobu estão na casa de uma amiga de colégio fazendo um trabalho escolar, Naru saiu de noite para trabalhar como professora de reforço, Kouta estar na casa de chá, Motoko ainda não voltou de Kyoto e sua irmã estar na casa de seus pais.

Um grande sossego rodeia a sua volta, uma chance perfeita para ir para as fontes de águas termais sem ser incomodado e sem ter algum perigo de acidente (onde ele entra na fonte e ver alguma moradora nua).

Keitarô vai para o seu quarto a fim de pega uma toalha e depois se dirige para a fonte. Chegando lá, tira a sua roupa, começa encher um balde de água fria (tradição japonesa: banhasse primeiro para depois entrar na fonte) para derramar no seu corpo. Após isso nada é melhor que mergulha na fonte para aliviar o corpo, afinal não é todo japonês que tem o privilegio de entra numa fonte termal (é praticamente um ato de luxo) e mais raro ainda é quando um japonês vai quando quer.

Aos poucos Keitarô relaxa na fonte sentindo a massagem térmica no seu corpo e uma tranqüilidade brota na sua mente, oh paz, tanto que faz sentir falta das meninas da pensão. Como uma presença feminina faz diferença no ambiente dando um toque bastante agradável em todos os sentidos. Keitarô sabe disso porque praticamente é um felizardo por ficar rodeado por tantas mulheres cada uma com as suas qualidades físicas e personalidades atrativas.

Quantos sonhos eróticos Keitarô teve quando chegou na pensão. É claro que ele já tinha diversos sonhos como um homem jovem norma. Isso também se intensifica pela grande falha que teve com as mulheres durante a sua infância e adolescência. Quantas revistinhas pornôs Keitarô comprou para satisfazer os seus hormônios? Quantas vezes já se masturbou intensivamente para aliviar um pouco os seus desejos? Quantos sonhos eróticos que já teve? Quando Keitarô foi intensamente oprimido lá quando ele começou pouco a pouco o desejo de antes foi digamos um pouco reprimido. Praticamente os momentos onde ele pode cuidar de sua sexualidade são quando tem certeza que todas estão em lugares mais distante possível ou quando ele estar sozinho na pensão.

Bem esse é um momento perfeito, só falta alguma coisa: imaginação. Não será difícil é só lembrar de suas amigas do Hinata que vai ter logo uma base de suas fantasias, lembrando das curvas provocantes e tentadoras de cada moradora, que alias tem de diversos tamanhos e gostos, alias a única que não tem jeito de imaginar o corpo atual é a Sara, por causa de seu corpo mal desenvolvido (não se pode exigir muito de uma criança de 10 a 11 anos, né?).

Lembrando de tantas tentações já é suficiente para erguer o desejo de seu ventre. Keitarô pega no seu órgão e começa a estimulá-lo. Fazia um tempinho que Keitarô não se masturbava. Sentindo o sangue daquele pedaço de carne a pulsar e os primeiros gemidos emitirem na sua boca. Os primeiros movimentos são lentos e suáveis tanto para não perder nenhum momento de prazer como para prolongá-lo. Tudo parece quieto até que:

- Kei –kun? – disse Mutsumi entrando de repente na fonte.

- M...Mutsumi – Keitarô se assusta, para sua sorte Keitarô estava de costas da porta de entrada assim impedindo de Mutsumi ver Keitarô se masturbando.

- Não sabia que estaria aqui – diz a garota melancia na maior alegria.

- Pois é... – Keitarô enrolando na toalha para tampa o seu sexo, porem ele precisa ficar um pouco encolhido para esconder a sua ereção (ser confundido como um tarado é demais para Keitarô) – aproveitei a ausência de todas para entrar aqui, não imaginava que você iria aparecer.

- Hum eu adoro tomar banho aqui – os olhos brilhando como se fosse uma criança empolgada – parece que lavo a alma quando eu entro aqui.

- Eu também sinto assim – diz sorrindo, mas ainda estar encolhido para não revelar a sua ereção.

- Não sei o porque as nossas amigas não deixam você entrar também na fonte.

- Bem quando eu cheguei pela primeira vez aqui foi uma tremenda confusão e também pelos alguns acidentes que acontecem de vez em quando, ai elas me proíbem de entrar aqui exeto para fazer a limpeza. Pelo menos o lugar que todo banho tem uma banheira térmica.

- Poxa Kei –kun é meio triste isso.

- Mais ou menos – suspira.

- As vezes acho que as garotas pegam pesado demais com você, mesmo ela sendo boas pessoas, veja a Naru...

- Mutsumi – interrompe Keitarô – sei que as garotas tem o seu receio, mas não vou me estressar com isso muito com isso – Keitarô dar um longo respirada – Mutsumi –san, a minha vida ta mudando muito, aconteceram tanta coisas – Keitarô se desabafa – muita coisa mudou dentro de mim.

Mutsumi ouve atentamente cada palavra que seu amigo – um amigo muito especial – desabafa.

Levava uma vida bastante frustrada, a minha alta estima era muito baixa, a única coisa que tinha acontecido de bom na minha vida antes de vir para cá foi à promessa que fiz com você e Narusegawa, esforcei muito para realizar aquela promessa, para que aquela felicidade retornasse. Quando eu vir para cá, um novo universo nasceu na minha vida, conheci a amizade feminina, nunca tive qualquer relacionamento com uma mulher na amizade a não ser com a minha irmã. Tive varias lembranças tantas agradáveis como desagradáveis. Conseguir encontrar as minhas amigas de infância e fico feliz que a gente conseguiu realizar a promessa juntos, mas agora coisa estava faltando.

Mutsumi escuta atentamente como se estivesse escutando a revelação universal.

- Eu ainda não tinha sonhos próprios – fecha os próprios olhos para refletir melhor - fiquei chocado pela essa grande revelação de meu intimo, comecei a buscar novas coisas para me completar, fiz aquela bolsa no exterior, comecei a praticar artes marciais, mudei a minha aparência, deixei de usar os óculos e recentemente fiz amigos com homens que praticamente já não tinha.

- Enquanto a Naru-chan?

- Bem a Narusegawa é uma excelente mulher e amiga, ela me ajudou muito para entrar na Toudai assim como você tanto que me apaixonei por ela. Estava disposto a largar tudo por ela, para conseguir a confiança daquela mulher. Esforçava ao Maximo para a agradar mesmo sabendo que ela é perfeita demais e eu praticamente era um zero a esquerda. Conseguia alguns carinhos e respeito dela, mas ao mesmo tempo conseguia também a raiva e a rejeição dela. O tempo foi passando o sentimento permanecia no meu peito, mas a minha razão foi se desenvolvendo ate chegar num ponto de um pensamento nascer na minha cabeça: "E se esse sentimento pela Narusegawa for só admiração? E se tudo não passou de uma má interpretação na minha cabeça?". Foi daí que comecei a refletir profundamente e descobrir que esse sentimento que sinto da Narusegawa é puro carinho e admiração, mas não é o sentimento de amar intensivamente como imaginava. Naquela noite falei com a Naru que não amava mais ela, mas gostava ela como amiga, queria que ela me perdoasse pelo esse engano, mas parece que ela não vai mais querer ver a minha cara – Keitarô fica meio culpado pela sensação de culpa.

- Kei –kun, não se preocupe, Naru-chan entendeu os seus sentimentos, ela não estar com raiva de você, ela só quer um tempo para refletir com você. A ultima coisa que ela vai querer é perder a sua preciosa amizade, não se preocupe Kei –kun – sorri.

- Que bom! – Keitarô sorrir e abri os olhos, mas para a sua surpresa, Mutsumi já estava no seu lado, já enrolada em uma toalha, para a sua sorte o seu pênis já estar em estado de repouso – Mutsumi-san, quando você entrou na fonte?

- Ora, ora quando você estava de olhos fechados eu já estava me preparando para entrar na fonte, Kei –kun, precisa ficar mais atento – brinca um pouco.

- É verdade – rir.

De repente Mutsumi tem uma queda de pressão e desmaia. Antes de Mutsumi cair Keitarô a segura, mas escorrega e faz que cai fazendo que Mutsumi fique em cima dele. Aquilo era uma tentação: uma mulher extremamente atraente em cima dele e ainda por cima ambos a milímetros a estarem nus.

(AVISO: DAQUI TERÁ PARTE LEMON (HENTAI))

Mutsumi abre os olhos já se recuperando.

- O que aconteceu? – diz ela meio sonsa.

- Você teve um desmaio – diz extremamente vermelho.

- Fazia um tempo que não desmaiava, mas...

- Mas...

Mutsumi olha para os olhos do Keitarô com um certo brilho, um brilho muito diferente que Keitarô já viu. Keitarô olha para Mutsumi sem saber o que fazer, parte dele quer agarrar aquela mulher, mas o lado racional o impede dessa tal ousadia.

Keitarô começa a emitir o mesmo brilho nos olhos que Mutsumi estar emitindo com os delas, o brilho faminto onde a carne grita para estar com o contado com a outra.

Onde estar à razão disso tudo?

Ninguém sabe, se ainda tinha razão naquele momento, ela acabou indo embora porque o jovem casal se entrega a um beijo faminto e voraz. Os corpos literalmente colam sendo que a única coisa que impede o contado. Os seios de Mutsumi se pressionam no peito de Keitarô enquanto o pênis fica ereto assim tocando as coxas fartas daquela femia.

Acontece uma guerra de línguas entre as bocas dos dois. As mãos dele exploram o corpo dela enquanto ela arranha as costas dele assim aumento o estase daquele momento.

Os dois se afastam para retirarem a única barreira que estar impedindo de ambos se tornarem uma só carne. Keitarô tira a toalha que tampa o seu ventre revelando a sua ereção. O seu físico melhorou demais graças o trabalho de arqueólogo e treinos constantes de artes marciais.

Mutsumi tira a toalha que estava em volta no seu corpo relevando o seu maravilhoso corpo, com as curvas bastante fartas. É a primeira vez que Keitarô ver uma mulher nua sem apanhar logo seguida.

Mas ta faltando alguma coisa para prossegui, uma coisa que garanta que a diversão não vire um problema depois.

- Mutsumi...

- Não se preocupe eu trouxe...

Uma admiração que Keitarô teve que precisa ser comentada: ela tem guardado a camisinha, coisa que boa partes das mulheres não fazem. A nossa sociedade ainda é muita cruel em relação à mulher ter camisinha em mãos. Incrível que muitos ignorantes são contra a mulher se cuidar e ter uma vida sexual saudável e agradável, infelizmente alguns desses ignorantes são algumas mulheres. A camisinha é um símbolo de segurança que um casal pode ter em uma relação. Muitas pessoas pensam que se distribuir camisinhas para mulheres significar estar incentivando a elas terem relações sexuais, imagine se isso fosse verdade, então quer dizer que se colocasse um extintor no prédio isso incentivaria a tacar fogo do mesmo.

Mutsumi é uma garota habituada ao mundo moderno. Ela nunca se reprimiu sobre temas sexuais. Fazia questão de carregar camisinha em sua bolsa. Quantas vezes ela foi discriminada pelo esse ato até mesmo por algumas colegas dela. Ela mesma nunca teve nenhuma relação sexual com alguém, mas as camisinhas foram muito úteis a dar para aqueles que precisam, o que faz Mutsumi ter uma variedade de amigas graças esse apoio sexual educacional. Ela carregava para um dia quando encontrar um homem que ela ama e chegar o clímax ela mesma esteja prevenida. Agora é o momento certo para suar o que está carregando.

Ela pega na sua bolsa um filete de camisa contendo uns quatros e retira um. Vai sexualmente em direção do Keitarô chegando bem próximo. Ela sussurra no ouvido dele:

- Agora não teremos mais problemas – termina passando a língua no ouvido dele.

Keitarô retribuí com algumas mordidas do pescoço da Mutsumi, suas mãos percorre o tronco frontal Mutsumi principalmente os seios onde começa a palpar, apertar e 'brincar' um pouco com uma parte que Keitarô é doido de uma mulher.

Os dois se entregam ao um beijo molhado e intenso começando mais uma vez a guerra de lábios e línguas.

O casal se senta ficando frente a frente. A primeira vez tem que ser especial, os dois sabem muito bem isso começam a acariciar as mãos apreciando também o momento de carinho um outro.

Intensificando mais o ato Keitarô começa explorar os seios de Mutsumi com a sua língua começando nos mamilos. Ela revida com cariciais na coxa dele e também estima o órgão genital do mesmo.

- Kei –kun, deixa eu colocar a camisinha em você – meia vermelha com a própria proposta.

- H-hai... – mais vermelho ainda.

Mutsumi agacha ficando de quatro próximo ao pênis do Keitarô. Antes de colocar a camisinha ela começa a estimulá-lo com a boca o que o deixa praticamente doido, é uma das taras que boa parte dos homens adoram.

- Mutsumi –chan, deixa te dar prazer também.

- Hai.

Os dois se acomodam para ambos praticarem o sexo oral, o famoso 69. Um sabor bem diferente na boca de ambos, sentindo o desejo um do outro e deliciando cada momento expressando em suáveis gemidos.

Chegou à hora de consumação máxima e também de colocar a camisinha. Curioso como a criatividade também é muito boa nessas horas. Mutsumi rasga o pacote desenrola mais ou menos um centímetro da camisinha e coloca na boca, sua os dentes para dar apoio para o anel da camisinha e usa a língua para prender expulsar o ar da ponta da camisinha, depois simplesmente coloca oralmente, foi tão perfeito que Keitarô nem sentiu a camisinha sendo vestida nele.

- Já coloquei a camisinha – diz ela para surpresa dele, nossa que mulher perfeita, pensa o estudando de Toudai.

Não dar mais para resistir o momento, pensa Keitarô, o seu órgão, estar ao ponto de explodir de tanto sangue que circula e a de Mutsumi estar praticamente ensopada implorando para começar logo. Os dois se afastam um pouco, Mutsumi deita abrindo a suas pernas já se preparando para a penetração.

Logo se realiza, a entrada é devagar e delicada para causa menos dor possível, a sorte que Mutsumi estar bastante exitada o que diminui o atrito, mas assim ainda tem um pouco de dor.

- Mutsumi –chan, você está bem? – Keitarô fica um pouco preocupado.

- Sim estou, pode continuar.

Keitarô beija Mutsumi na boca e lentamente faz os movimentos. Beijos, caricias, gemidos, mordidas e lambidas estão presentes junto com a penetração, a dor se torna prazerosa e logo os movimentos se tornam mais rápidos junto com os gemidos. Ambos tentam trazer mais para si se ainda é possível.

O orgasmo chega junto. Keitarô tem as costas arranhadas pela Mutsumi enquanto ela tem o pescoço mordido pelo o mesmo.

Enquanto isso pouco longe dali tinha alguém que tava vendo tudo. Mesmo que esse alguém não terá nenhum perigo de fazer alguma coisa perigosa. Mesmo que se pudesse não faria, a pequena tartaruga não gosta de coisas ver os seus donos tristes e frustrados.

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- Faz um tempinho que não aparecia aqui – diz o ser que acabou de aparecer. É uma mulher alta com altura mais ou mesmo um metro e oitenta, com um corpo bastante sexual (88 de busto, 58 de cintura, 87 de quadril), pele morena clara, olhos azuis, cabelos longos e lisos e uma fisionomia totalmente ocidental.

- Também não posso falar nada também não tenho muito tempo pra te visitar também – brinca a irmã de Motoko.

- Queria conversar um pouco com você – diz a misteriosa mulher.

- Qual seria esse assunto?

- O assunto é...

(CONTINUA)

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Ola a todos, desculpem a demora para postar esse capitulo, é porque estou sem computador em casa (o meu estragou), agora só tenho escrevo as fics no pc do meu serviço.

Essa é a primeira fic minha que tem lemon e a primeira vez que escrevo também.

A minha fic tem referencia na parte onde Keitarô chega de volta da pensão, mais precisamente é aquele capitulo que todas pensam que ele ficou com uma loira nos E.U.As.

Sobre os casais que terão parte lemon isso será bem diverso, isso vai decorrer na historia, também terá parte onde apenas os personagens tem sonhos eróticos ou estão simplesmente se masturbando. O que não vai ter de lemon, será relacionamentos yaois e yuris (homossexuais), sexo com animais e principalmente abusos sexuais.

Bem até a próximo capitulo.