Dimension Hina
Capítulo X: A Necessidade de lutar
Keitarô está no ambulatório da Toudai junto com o seu primo, Kouta Urashima, que está inconsciente, depois de lutar com o presidente do clube de artes marciais, Guilherme Mishima. Keitarô ficou espantado com a habilidade de seu primo e mais ainda ficou espantado com a habilidade do brasileiro. As únicas vezes que ficou assim tão impressionado e um pouco assustado foi quando viu Motoko lutou com o Seta e depois Motoko lutou com sua irmã.
De repente Keitarô sente um sonho vindo dele, como se uma vontade de dormir viesse do nada. Suas palpedas parecem que tem peso que força a fechá-los. Não tem como lutar contra essa vontade, o jeito mesmo é ceder essa vontade, queria saber de onde veio esse sono, mal sabe que estava respirando um gás do sono que praticamente é incolor facilmente disfarçado com o ambiente. Seus olhos se fecham, senta na cadeira ao lado da cama de seu primo e dormi.
Depois disso chega quatro homens com máscaras de gás que pegam Keitarô e Kouta (dois em cada um) e leva sem ninguém ver para um típico fogão totalmente negro. O motorista que está de óculos escuro liga para seu celular.
- Já pegamos as riscas, vamos prosseguir com a parte do plano – diz o motorista.
- Ótimo venham para cá o mais rápido possível – a voz que está no outro lado da linha, uma voz feminina.
E o fogão parte saindo de Toudai seqüestrando dois integrantes da família Urashima.
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Motoko está sentada em uma das mesas da lanchonete de Toudai. Ela tinha intenção de lutar com o brasileiro mesmo encarando a hipótese de perder mais uma vez uma luta, mas para ironia da história ela aprendeu uma das verdadeiras essências de um guerreiro de arte marcial e agora foi convidada, pelo o mesmo homem que queria desafia, para lanchonete.
Sair com um 'inimigo' isso é irônico e o mais incrível ainda é que ela mesma aceitou um convite de um homem sem hesitar. Se fosse a certa época (para ser preciso a época "A.K – Antes-Keitarô") seu comportamento iria ser logo uma recusa imediata, mas Keitarô mostrou para ela que todos têm suas qualidades independentes do sexo. Keitarô mesmo sendo um atrapalhado, tarado e lerdo (tem certas coisas que nunca saem na cabeça de alguém) mostrou determinação, caráter e principal de tudo uma pessoa bastante carinhosa.
Agora ela mesma faz uma certa avaliação do Guilherme Mishima, praticamente foi o mesmo jeito que conheceu Keitarô, praticamente nu (será que o destino não poderia criar uma situação 'normal' naquele momento?) , jeito calmo mesmo em uma situação constrangedora e ainda não perde a cabeça(lembra ainda na parte que o encontrou na fonte ainda e a primeira coisa que ele fez de sensato é vestir sua roupa), ele ainda é bastante forte isso ela provou quando lutou com ele, animado porque ainda consegue manter um sorriso nos lábios (esse jeito lembra Keitarô) e é digamos bonito.
Não é por se interessar nele que está agora com ele na lanchonete já que mesmo ainda suprindo um sentimento no Kanrinrin da Pensão Hina ainda tem alguns receios com ele e imagine de um homem que ela está começando a conhecer. Mas ela quer mudar o seu jeito de durona dando um credito para o brasileiro. Afinal quais são os riscos? No máximo que Mishima pode fazer é dar em cima dela, coisa que Motoko pode responder com um simples não firme.
- Desculpe a demora senhorita, aqui está o sorvete – Guilherme chega com dois sorvetes de chocolate, uma para ele mesmo e outro para Motoko – espero que goste.
- Não sou muito acostumada com essas comidas ocidentais, mas aceitarei com agrado – da um sorriso discreto.
- Então você mantém ainda muitos antigos costumes de um samurai – sorrindo.
- Como descendente do estilo Shinmei-ryu preciso manter um constante treinamento e uma rígida disciplina, você é melhor em saber nisso porque veio de uma família tradicional de guerreiros.
- Sim, existem alguns tabus, mas são tabus que estão mudando, um exemplo bom disso é a minha própria pessoa que tenho um sangue mais ocidental e também finalmente a minha família finalmente entrou no mundo empresarial.
Motoko não entendeu a segunda coisa que Mishima falou.
- Como assim?
- Você já deve ter ouvido falar da família Sohma, correto?
- Hai, essa família é uma daquelas que tem mais influências na economia japonesa.
- Por gerações a gerações a família Mishima tem protegido essa família e em troca os Sohmas davam investimentos financeiros. Os tempos mudaram, não dá para ficar nessa função de guarda-costas para sempre, foi daí que minha família começou a entrar no mundo dos negócios, atualmente é uma família parceira dos Sohmas. Ainda temos a função de proteger aquela família, mas não é mais obrigação e sim opção. Uma coisa que mantemos rigidamente é o nosso estilo de lutar, que é passado de pai para filho.
Interessante escuta a história da família Mishima, saber que existem outras pessoas que seguem o caminho de um guerreiro.
- Eu antigamente também era péssimo nas artes marciais, só conseguir melhorar com muito esforço – diz Mishima, mas Motoko mesmo duvida afinal ele conseguiu derrota-la facilmente.
- Isso é meio duvidoso – desabafa.
- Mas pode acreditar – Mishima sendo sincero – só para ver como eu ainda não sou bom o bastante eu só conseguir derrotar os meus pais em uma luta nesse ano – dizendo na maior naturalidade.
De repente o celular de Mishima toca informando que recebeu uma mensagem. Pela o celular e dar uma olhada nele.
- Ops! Apareceu um imprevisto, preciso me retirar – sorrindo.
- Tudo bem – Motoko concordou sem ter curiosidade desse subido compromisso.
Guilherme se levanta e antes de sair diz:
- Sei que isso é um costume japonês, mas na próxima vez que a gente anda lado a lado gostaria de você ficasse nem à frente nem atrás de mim, mas que ficasse totalmente lado a lado – sorriu, virou as costas e foi embora.
Motoko ficou vermelha e ao mesmo tempo espantada.
Segundo a tradição japonesa quando uma mulher anda lado a lado com homem a mesma precisa está alguns passos a menos deixando o homem na frente. Um sinal inteiramente marxista onde a mulher ainda precisa mostra submissa ao homem. Mesmo ela se submete essa tradição, um exemplo disso é quando estava seguindo o brasileiro para lanchonete mesmo lado a lado estava uns dois passos atrás. É a primeira vez que ouviu um homem desejar que andasse inteiramente lado a lado e ainda é a primeira vez que está ficando tanto envergonhada com um homem alem do Keitarô.
Guilherme pena o que acabou de falar quando disse aquilo para ela. Não sabia onde estava com a cabeça para falar aquilo. Ele nunca falou isso nem para as suas namoradas orientais que ele já teve. Dava a impressão que está apaixonado pela aquela mulher.
Mas não é hora de se preocupar com isso. Tem coisas mais importantes para se preocupar, como aquela mensagem do celular.
"Vá para esse lugar sozinho, se não for seus amigos morrem" dizia a mensagem. E ainda tinha dois arquivos anexados, uma de um mapa e outra do Keitarô e Kouta adormecidos e dentro do fogão.
Disfarçou bem na hora que estava com Motoko, mas agora não pode esconder uma expressão preocupado misturado com raiva. Sabia que era um suicídio ir lá sozinho ou então uma burrice, mas tinha obrigação de ir para salvar os seus dois melhores amigos recentes.
Guilherme vai para o clube de artes marciais e coloca uma calça preta, uma blusa vermelha colado no seu troco e uma jaqueta de colo. Não vai ser o problema em ir ao lugar indicado do arquivo anexado graças a sua moto.
Espero que os dois Urashimas estejam bem, pensa Guilherme.
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Keitarô e Kouta foram levados para um típico galpão de cargas no porto marítimo. Os quatro homens levam-nos para dentro do lugar logo três pessoas esperam os dois corpos, uma mulher de curvas muito bem provocantes principalmente os seios fartos, cabelos longos pintados de vermelho, vestindo uma saia curta (um dois palmo a cima dos joelhos) de coro de cor preta, camisa curta de cor roxa que facilita a exposição da barriga, um suspensório marrom uma coleira no pescoço, luvas e um sapato de salto vermelho, acompanhada de dois elementos já conhecidos: Bunta e Chang.
- Ótimo finalmente trouxe as iscas, logo, logo aquele maldito estrangeiro irá chegar aqui – vira de costas – vocês todos sabem o que fazer cuidem da "recepção" de Mishima – falando praticamente com uma gangue bastante numerosa, aproximadamente tem umas trinta pessoas todos homens aparentemente marginais.
- Mestra Ninfa! Queremos a nossa vingança também – falou Bunta.
- Ótimo! Vocês vão lutar que esses dois aí mesmo. Eu treinei muito bem vocês dois, mas não terão chances com Mishima.
- Hai Mestra Ninfa – disse Chang sem questionar, Bunta não gostou muito da idéia, mas não pode negar a verdade nas palavras de sua mestra marginal.
- Daqui uns 10 minutos o efeito do gás vai acabar, logo vocês podem se vingarem.
- Hai Mestra Ninfa – disse os dois juntos.
A mulher chamada Ninfa ordena para levarem Keitarô e Kouta para um lugar separado cada um para Bunta e Chang terem suas vinganças sozinhos.
Bunta e Chang foram duas pessoas que não são estudantes de Toudai que conseguiram entrar no clube de artes marciais. Com um falso bom comportamento eles conseguiram passarem despercebidos dos olhos do presidente do clube em que na época era um estudante de direito. Eles aprontavam muito puxando briga com muitas pessoas sem serem punidos. Quando Guilherme Mishima assumiu o posto de presidente do clube de artes marciais advertiu os dois que se puxarem briga novamente vão ser imediatamente expulsos do clube de artes marciais. Chang estava andando nas no interior de Toudai quando viu uma pessoa aparentemente fácil de encarar, poderia ameaçá-lo e ainda sair impune se sair com sucesso, mas ele não esperava que essa pessoa soubesse bem se defender (esse episódio foi aquele que Keitarô teve a sua primeira briga, para duvidas leia o capítulo II). Depois do fato flagrado pelo Mishima os dois foram expulsos no clube. Eles entraram em uma gangue para continuarem a terem briga daí eles conheceram a líder de gangue que tem o nink de Ninfa, eles falaram para a líder da gangue chamada de Ninfa sobre o ódio que tiveram do Guilherme Mishima. Ninfa disse que iria ajudar os dois porque já tem um ódio pelo brasileiro. Ela treinou os dois e planejou tudo.
- Você é meu – disse Ninfa para ela mesma – logo o seu fim vai chegar – dando um sorriso perverso e colocando o dedo nos lábios de um jeito sensual.
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Guilherme Mishima chega de frente um galpão como foi mostrado no mapa desce na moto, tira o capacete e fica de frente a porta principal.
"Não precisa ser discreto" pensa. Mishima concentra uma quantidade de Ki na sua mão e soca a porta assim derrubando. Sua primeira visão já é de trinta pessoas já querendo dar as 'boas vindas' sendo que alguns com armas brancas variadas como correntes, cano de metal, taco de beisebol e entre outras coisas (nenhuma é arma de fogo).
Guilherme estala as mãos mostrando que está pronto para briga.
Enquanto isso não muito distante no galpão está um misterioso vulto olhando tudo.
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Kouta Urashima acorda em um lugar estranho para a sua vista. A única coisa que lembra é ter levado uma seção de golpe de Guilherme e desmaiado. Pela lógica de tudo ele tinha que está na enfermaria de Toudai, o que não parece o lugar que está praticamente um deposito.
- Finalmente você acordou – disse uma voz grave meio que rindo.
Kouta olha para a origem da voz e ver aquele brutamonte que encontrou no dia que encontrou com Keitarô na primeira vez: Chang.
- A sua vida termina aqui – estalando o pescoço.
Tudo se encaixa, o motivo de não está na enfermaria é porque foi seqüestrado. Kouta não perde tempo e parte logo para cima do adversário (ele é muito de poupar palavras). Começa com um chute rápido em direção a cara que acerta, mas porem o ataque não tem efeito.
- Nani? – diz Kouta ainda com a perna no rosto de Chang.
- É inútil – o Chang pega e o ergue – treinei muito e agora tenho a habilidade de uma resistência de aço – joga-o no chão.
Kouta cai de costas.
- Você é um inseto mesmo – pisa fortemente na barriga de Kouta – não sei como você me pegou naquele dia, mas agora você terá a menor chance, vou acabar com essa 'cara de mulherzinha' – abaixa, pega na gola e prepara para dar um soco na cara de seu adversário, mas ele recebe um impacto frontal no seu peito, chega que ele mesmo que teve que ir para trás por causa do impacto – o que aconteceu? – espantado, não sabe o que o acertou.
- Foi simples, eu te acertei – disse Kouta se levantando.
- Mas como eu desenvolvi uma defesa no corpo avançadamente, ninguém me bateria facilmente.
- Existem certas técnicas que são capazes de quebrar isso – Kouta mostrando o punho direito e está com os olhos fechando – isso para mim não é problema – os seus cabelos deslizam no ar suavemente de acordo com o movimento realizado pela cabeça – vou mostrar que alguém que 'cara de mulherzinha' consegue fazer – abrindo os olhos com uma vontade enorme de espanca o seu adversário.
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Keitarô acorda assim como Kouta, mas em um lugar diferente. Não sabe o que aconteceu e porque está naquele lugar. Tenta reconhecer o lugar (se já passou nele uma vez
- Enfim o lixo acordou – disse uma voz mal encarada.
Keitarô olha para a fonte da voz e ver Bunta em pé com um longo bastão (três metros de comprimento).
- Quem é você? – Keitarô perguntou simplesmente na maior calma.
Bunta ficou com uma gota atrás na nuca.
- Eu idiota – zangado – graças a você fui expulso do clube de artes marciais, agora você vai me paga com sua própria vida – rodando o bastão.
Keitarô lembra do outro, mas não consegue lembra desse porque ele o atacou de repente naquele dia, já o outro grandalhão Keitarô lembra vagamente.
- E o que você quer de mim? – pergunta Keitarô.
- Quero a sua cabeça – dar um pulo com o bastão girando a cima dele como se fosse uma hélice e depois ataca acertando a ponta do bastão na barriga de Keitarô e ainda para completar quando pousa no chão e gira o bastão em torno de si novamente a acerta Keitarô nas costas.
O impacto é tão grande que consegue arremessar Keitarô a uma distancia de 10 metros. Bunta queria deixa Keitarô incapacitado para espanca-lo, não queria perder tempo com lutas assim como o seu amigo e sua mestra desejam. Gostava de espancar as pessoas, dava prazer, independente do sexo, idade ou força.
Mas para a sua surpresa Keitarô se levanta normalmente. Uma pessoa comum ficaria seriamente machucado com o ataque que acabou de aplicar. Mal sabe ele que Keitarô já passou por coisa muito pior, situação que já passou na Pensão Hinata que levaria uma pessoa em coma.
Bunta não perde tempo admirando a resistência de seu adversário e começa um novo ataque, gira o bastão novamente e ataca com a ponta. Keitarô esquiva (meio que um tanto desengonçado) e corre. Começa uma perseguição de "gato e rato".
Até que poderia revidar em um ataque, mas uma aproximação é arriscado. A única maneira é correr enquanto ao mesmo tempo tenta achar uma brecha.
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Dois homens são impulsionados contra a parede graças a um golpe dado por uma pessoa que agora está lutando com um numero desigual de pessoas. Usando a capoeira Mishima está conseguindo enfrentar todos, mas ainda não está conseguindo derrotar todos de uma vez.
Precisa sair dessa situação, a vida de seus amigos corre perigo, não tem tempo a perder. Então Mishima dar um grande salto para aplicar um dos golpes secreto de sua família.
- Técnica secreta! Código 1: Circulle Virte – vento – uma grande quantidade de pressão se acumula no seu corpo e é liberado em todas as direções em forma de uma poderosa rajada de vento que nocauteia todos de uma vez.
A família Mishima possui lendas que seus lutadores era capaz de enfrentar exércitos sem mesmo possuir uma arma, temidos guerreiros alguns consideravam os mesmos de demônios, sendo que poucos conseguiram enfrentar de igual a igual (mesmo acompanhado de um numero pessoas). Lenda ou não, assim como a família dos Aoyama, sua família possui verdades e lendas que só a mesma tem o conhecimento sobre isso. Os golpes mais fortes são divididos em códigos, assim como o estilo Shinmei que divide os melhores golpes em talhadura.
Primeiro código: Circulle Virte – é um golpe que se baseia na teoria de vital dos antigos elementos da química e alquimia. O golpe possui logicamente quatro tipos: água, terra, vento e fogo. Guilherme usou o vento para acertar todos os indivíduos. Guilherme mesmo ter aprendido e desenvolvido até três códigos, ele nunca conseguiu usar os quatro tipos do Circulle Virte limitando apenas com vento e terra.
O impacto do golpe foi suficiente para deixar todos inconscientes. Mishima prossegue andando devagar e atento pelo galpão. Enquanto anda ele pensa quem organizou tudo isso. Ele pensa de Bunta e Chang, mas ele mesmo não eram bastantes organizados para realizar todo esse esquema. Agora quem foi, claro pensar em um dos seus inimigos, mas ele próprio não possui aqueles que querem a sua morte e sua tragédia. Sua maioria mesmo é mesmo inimigos de briga, que se esforçam para vencer num combate corpo a corpo e muitas vezes viram amigos pessoais, exemplos são a caçadora de demônios Tsuruko ou arqueólogo aventureiro Seta, que são rivais nas artes marciais, mas são excelentes amigos.
Andando atentamente no balcão Guilherme tenta encontrar seus dois amigos.
Quem será que organizou tudo?
- Finalmente você chegou – disse uma voz feminina.
Mishima olha a fonte da voz, que está em cima de uma grande caixa de madeira típica aquelas desses galpões de filmes.
- Estava a sua espera – disse a mulher e pula dando um mortal ficando frente a frente com Mishima (uns seis metros para se mais preciso).
- Quem é você? – perguntou calmamente.
- Me chamam de Ninfa, mestra Ninfa – fazendo posse sexual.
- Então você que organizou tudo isso! Mas para que tudo isso?
- Quero ver o seu fim Mishima, quero que você pague tudo que você fez comigo – entrando em uma base de luta onde o braço direito está quase esticada e esquerda um pouco mais atrás e as pernas estão um pouco distantes das outras.
Mishima entra na sua base de luta da sua família.
- NINFA, ESTILO ANIQUILAÇÃO INTERIOR – fazendo a tradicional apresentação de lutador.
- GUILHERME MISHIMA, ESTILO ELEVAÇÃO DAS SETES DIREÇÕES – entra na sua base de luta.
Fazia um tempo que ele não se apresentava como um lutador Mishima, a tradição japonesa das famílias possuidoras de estilos de lutas próprias é apresentar o nome do estilo com o sinal de honra. Pessoas que não nasceram em uma família tradicional, mas se apegou em um estilo também fazem essa tradição. Independente da sua origem essa tradição significa que a luta vai ser bem séria.
Ambos começam correr no lado direito frente a frente, não deixando de encarar nos olhos - nos olhos do brasileiro emitem chamas de determinação e enquanto de sua adversária emite chamas de vontade de matar – cada um já concentra o seu Ki durante o movimento.
O primeiro movimento ofensivo foi de Ninfa que para de correr e pula em direção do brasileiro aplicando um golpe com a palma da mão esquerda em direção ao coração do oponente. Mishima defende freando a sua corrida e colocando o seu braço direito no meio do golpe.
O contra ataque um gancho de esquerda em direção da barriga da adversária, mas ela coloca a mão esquerda para pegar impulso para dar um mortal para atrás dele para afastar. No meio do mortal numa velocidade bastante aguçada Guilherme consegue virar e dar um chute (que parecia que iria jogar a perna fora de tão flexível) nas costas dela. O impacto é tão forte que impulsiona Ninfa a um metro de distância. Com uma ótima habilidade ela consegue controla o seu corpo durante a queda para sim cair no chão rolando assim evitando uma queda séria.
Guilherme ri vendo a habilidade da misteriosa mulher, já pensa que não vai ser tão fácil.
Olhando direito para a adversária da à impressão que a conhece algum lugar.
Não tem tempo de pensa muito nas suas impressões porque Mishima sente uma dor forte no braço.
- O meu estilo é especializado acertar os órgãos internos do adversário, mesmo que alguém tenha o melhor físico do mundo, ninguém consegue vigorar um ataque nos órgãos internos.
- Interessante – sorri retornando a sua base de luta – acho que terei cuidado – Mishima dizendo confiante.
Mesmo ainda com o bom humor não deixa de reparar que a sua adversária está usando o Negi, a essência avançada de um lutador. Poucos que conseguem e mais poucos também são aqueles que suportam. Se o Ki tem que dedicar o corpo para o usar o Negi – força que aumenta tanto a vontade como a capacidade física – tem que dedicar o corpo em a mente. Poucos agüentam a rústica carga e um grande percentual nem chegam mesmo despertar o Negi que cada pessoa possui. Aqueles que conseguem precisam suportar o esforço mental. Alguns ficam loucos, outros cometam suicídio. Aqueles que conseguem suportar tem dois caminhos: usar Negi como fonte da própria força e vontade ou mesmo se sucumbir ao um desejo de sangue.
Mishima pode perceber a Negi assassina de Ninfa e logo que ela ficou com a segunda opção.
Desta vez Mishima inicia um ataque praticamente jogando inteiramente com os dois punhos na frente. Ninfa se esquiva para direita e vira rapidamente para ver seu adversário ir para o chão e atacar logo em seguida, mas o que ela não esperava quando a mesma estava indo para atacar. Era um pretexto para ficar de cabeça para baixo Ninfa praticamente freia e desvia o rosto do chute que ia em direção na sua cara que chega foi de raspão. Ainda de ponta a cabeça Mishima começa a desferir chutes. Ninfa precisou dar um pulo para trás se distanciando três metros do seu oponente.
Mishima consegue alem de usar a arte da sua família oriental consegue combinar com a arte da sua família ocidental: a capoeira. Ele volta a ficar de pé novamente, Ninfa pula para cair com a perna direita em cima de Mishima. Ele defende colocando o braço esquerdo como escudo que para Ninfa erguida no ar apoiado apenas com o braço de seu oponente.
Ela aproveita para dar mais daquelas "palmadas" para acertar nos órgãos internos. Guilherme usa a mão direita fechada para atacar as mãos de Ninfa usando a tática "atacar para defender".
Um! Dois! Ninfa atacou com a mão esquerda e direita nessa ordem e Mishima defendeu atacando como pode.
Ninfa aproveita a posição que permanece para manobrar o seu corpo para travar as pernas no pescoço de seu oponente. E com uma treinada alongamento ela consegue esticar um pouco o seu corpo para chegar enquanto ainda está segurando o seu oponente para bater nas pernas dele.
Vendo rapidamente a posição que se encontra, parece uma posição erótica entre casais, mas essa posição está decidindo quem vive e quem morre.
Guilherme segura nas coxas dela e sua a sua força tirar ela de seu pescoço. A idéia manipular o corpo para ele ergue ela para uma técnica de arremesso (NOTA DO AUTOR: o fim disso é fazer que ela levantada todo corpo. Ela fica deitada e ele a segura com parte das costas e braços. Isso pode tanto arremessar como girar o oponente). A roupa da oponente permite ver a roupa intima dela.
- Hum...? – Guilherme perde o controle que estava fazendo que praticamente impulsionou Ninfa um pouco a frente dele, mas o jeito que se estava Ninfa caiu de pé, ou melhor, praticamente ela foi arremessada em pé.
Aproveita e vira logo em direção do Guilherme ficando frente a frente, segura a cabeça dele e olha nos olhos.
- Técnica secreta: olhar maligno – seus olhos emitem ondas psíquicas. Mishima tenta sair, mas é em vão.
Habilidade psíquica raramente viu na vida (o único lugar que viu foi quando participou no torneio de artes marciais aos 16 anos), mas nunca viu alguém usa algum tipo de hipnose.
O que será que vai acontecer com Guilherme Mishima agora?
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Um bastão quebra uma caixa de madeira, mas uma vez Keitarô conseguiu evitar um golpe. Bunta está ficando indignado por não conseguir acertar sua vitima.
Pela primeira vez tem que agradecer o que já sofreu na Pensão Hinata. Desenvolveu muito a sua capacidade de esquiva e resistência.
Não se sabe se ri ou se chora com essas memórias, pensa Keitarô.
De repente os dois escuta um grande impacto. A origem disso foi quando Guilherme arrombou a porta com seu soco assim quando chegou no armazém
Bunta olhou para trás já que o som via de onde estava olhando.
- Deve ser aquele infeliz que acabou de chegar, bem não me importa, eu vou acabar com... – com retorna a olhar para frente o Keitarô não está mais onde viu na ultima vez. – CADE VOCÊ, SEU DESGRAÇADO – tenta procurar sua vitima que aparentemente fugiu do nada.
Keitarô está escondido atrás de umas caixas esperando uma oportunidade de uma guarda baixa do seu oponente armado.
Uma idéia vem na sua cabeça. Já que tem um bocado de caixas de pequeno porte mais empilhado e Bunta está poucos metros perto, então vai empurrar as caixas para que elas caiam exatamente onde Bunta está.
Foi o que fez.
Bunta percebendo que as caixas de madeira iriam cair em cima dele rodou o seu grande bastão em cima próprio para fazer uma hélice e se defender das caixas.
Pro incrível que pareça Keitarô planejou isso, então ele coloca a segunda parte do seu plano em pratica. Num golpe aéreo Keitarô ataca com o braço direito parte do bastão. O golpe foi suficiente para tirar perfeitamente um metro do bastão. Rapidamente Keitarô pega o pedaço que foi tirado.
- ORA SEU MALDITO!!!!!!!! – seu adversário fica furioso por ter a sua arma quebrada.
Keitarô ao fala nada, já tem o que precisa, uma arma, agora não vai mais precisar fugir.
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Cena de uma criança com idade de três anos sentado sozinho num cano em uma sala de primário com o livro da mão
- Oi, o que ta lendo? – pergunta uma menininha que aproximou da única criança isolada das demais.
- O pequeno príncipe – diz a criança meio tímida.
- Que lindo! – diz todo sorridente o que deixa a criança que ta lendo meio envergonhada.
Cena quatro crianças espancando uma
- Parem com isso – grita uma menina que aproxima correndo do grupo que sai correndo.
- Kouta-san, você está bem? – levanta o amiguinho.
- Hai, só com alguns arranhões.
Sua amiguinha limpa o rosto dele com um lenço.
Cenas de uma sala de aula comum
- Ver aquele cdf lá no canto, ele é muito estranho – comenta um aluno sussurrando para o outro
- Ele parece uma menina – responde o receptor.
Enquanto isso no canto da sala, quase no fundo está uma linda criança de dez anos com uma expressão neutra, não demonstrando nem tristeza e nem alegria.
Cenas de dois adolescentes de 14 anos, um homem e uma mulher parecida com a Narusegawa
Kouta-san, por que você não se defende quando batem em você?
- Eu não tenho força para me defender.
- Então pratique uma arte marcial, que tal o Kung Fu?
- Um vou pensar.
Cenas de um dojo e uma pedra sendo quebrada ao meio
- UAU – uma multidão – Kouta e demais!
- Muito bem senhor Urashima em pouco tempo você conseguiu dominar a técnica punho da fúria – diz o mestre do dojo.
- Kouta-san, você é demais – diz a amiga do Kouta
Todas essas cenas estavam no fundo da mente de Kouta enquanto luta com Chang.
O adversário grande não consegue nem conseguir ver seu adversário direito por causa do ágil movimento de Kouta. Vira para direita e apanha na esquerda, vira para esquerda e apanha na direita, levanta os braços para defender apanha em baixo, abaixa os braços para se defender apanha em cima. Tenta resistir as pancadas, mas é em vão. O seu árduo treinamento de controlar o Ki para absorver não está funcionando em nada para deter os avanços dos golpes do seu oponente. Cada impacto parece uma fagulha penetrando no seu corpo o que faz lentamente dar passos para trás.
Chang sempre gostou de bater nas pessoas, principalmente aquelas aparentemente fracas, principalmente mulheres. Escolheu Kouta porque pensava que era fraco e ainda tinha traços femininos que faz ele ser parecido com uma mulherzinha. Mas agora ele se enganou e esta pagando o preço por seu erro.
Nasce um grande terror nos olhos misturado com arrependimento.
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Um vulto de uma mulher ver de longe Mishima caído de joelhos a tal chamada Ninfa de frente dele segurando a face do brasileiro com as duas mãos e olhando nos olhos para o golpe do hipnotismo. Sua preocupação é intensa, laços que se aproximam do brasileiro são fortes doe no seu intimo. Essa misteriosa mulher o ama mais que tudo na vida. Só não reage porque tem a certeza que Mishima vai sair daquela situação, porque ela o conhece mais que alguém na vida.
Guilherme está numa situação de transe, pode ver que o seu rosto demonstra um sofrimento. Cada centímetro de angustia do brasileiro é um prazer para Ninfa.
- Finalmente sua invencibilidade acaba por aqui – diz tirando as mãos na face dele e entrando na sua base de luta. Coloca a mão direita bem atrás concentrando um golpe – vou dar o fim do seu sofrimento de uma vez por todas - respira fundo – PALMA DESTRUIDORA DE CORAÇÃO – dar um golpe direto no coração o que faz Guilherme já cair completamente no chão ficando deitado de costas.
Ninfa sai rindo com um triunfo no rosto. Sabia que Mishima estava morto, ninguém seria capaz de sobreviver um impacto no coração, principalmente um impacto capaz estraçalha-lo. Ela pesquisou diversas artes de artes marciais e nunca viu uma capaz de vigorar um ataque nos órgãos internos. Finalmente conseguiu vitória completa, conseguiu aterrorizar o seu oponente e mata-lo.
De repente vem uma grande preocupação, ela não conhece a arte do Mishima. Só sabia que ele lutava Muay Tai já que antigamente praticou junto com Mishima e capoeira por ele ser brasileiro, mas nunca viu a arte da família dele. Mas isso é idiotice, a arte da família dele não pode ter essa capacidade ou pode?
- É apenas isso que você consegue? – diz uma voz que faz Ninfa se espanta pela fonte da voz, pela fonte da única voz que está presente.
- Maldito! Você não morre? – vira virando para ver mais uma vez Guilherme está em pé.
- Morrer eu morro como todo humano comum, mas se referi ao ataque que você me fez, pode esquecer – sorrindo.
- Como conseguiu defender do meu golpe, era para você já tivesse morto.
- A arte da minha família é especializada é manter a capacidade física e pra isso desenvolvemos uma habilidade que mantém um bom funcionamento de todos, principalmente o coração. Em conseqüência disso da uma resistência e a capacidade de defender os órgãos internos. Sua arte é bastante interessante, mas não chega aos pés das verdadeiras 15 modalidades que já vir que são especialistas de atacar órgãos internos.
- SEU INFELIZ – berra Ninfa.
- Sua técnica psíquica foi muito interessante, utilizar cenas do meu passado para me abalar emocionalmente foi uma arma astuta quase eu mesmo cair nas minhas tristezas, porém eu já tinha superado isso há bastante tempo. Com isso você cometeu um grande erro, porque agora sei quem você é realmente – apontando o dedo – agora me diga, quando é que foi que você passou a usar saias Deidara Hajeme.
- Como é que você me descobriu? – Ninfa de olhos espantada.
- Pelo simples fato da sua técnica hipnótica. Para usar o passado da pessoa, o manipulador da técnica tem pelo menos ter convivido no passado com sua vitima – ainda olhando no seu rival – o seu rosto ainda manter bons traços quando te conheci há dez anos atrás, mas não reconheci de cara por causa do você esta "travestindo".
- Maldito, você vai pagar de tudo que você fez comigo?
- E o que eu fiz para você para primeiramente?
- Você me humilhou durantes cinco anos, cinco malditos anos que nunca conseguir derrotar você no Muay Tay, justamente você que era antes o pior lutador.
- Você falou uma coisa importante era. Comecei a praticar artes marciais dês dos meus cincos anos, arte escolhida do meu pai para eu praticar antes de aprender a arte Mishima foi Muay May. Hum dia tive um trauma: um assassino matando meus coleginhas do primeiro do dojo de Muay Tay isso bem na minha frente. Já pensou se você tivesse cinco anos você não ficaria abalado. Eu fiquei e muito. Deu um trauma das artes marciais, não importava se treinava muito, mas aquele trauma me impedia de usar o meu potencial – fecha os olhos – imagine treinando fanaticamente, chegava a esmagar os ossos em minhas mãos e das minhas pernas, mas não tinha resultados. Você foi o contrário, quando eu entrei em um outro dojo eu encontrei você que era o melhor lutador. Naquela época eu perdia uma luta para qualquer um, diferente de você que foi sempre o melhor lutador. Isso foi até os meus dez anos, até que conseguir superar o trauma, conseqüente disso a minha primeira luta que lutei após isso foi com você, você sabe muito bem o resultado – abrindo os olhos e olhando para ele.
- Sei muito bem maldito – berrando – como eu pude perder para alguém na época tão fraco assim.
- Também fiquei surpreso para a minha façanha. Daí que a gente sempre se enfrentava, mas eu sempre ganhava, mas acho que te deixou mais indignado foi quando entrei no torneio de KoF e ganhei.
- Como pude não conseguir isso – lembrando que participou no torneio, mas perdeu na primeira fase – era o melhor lutador, mas diferente de você não tinha uma arte passada da família, o seu segredo é esse, é a seu maldito estilo que o deixa forte.
- Você esqueceu um negocio muito importante.
- E o que é? – perguntando com bastante raiva.
- Uma arte marcial é só um instrumento, assim como uma espada é só uma arma. O que vai fazer a diferença é o desejo e habilidade do manipulador – fala com bastante calma – mas tenho uma duvida, sei que você está fazendo tudo isso por vingança, mas por que diabo se resolveu se travestir?
- Sempre no meu intimo eu me sentia uma mulher.
Guilherme conheceu o seu adversário antes, era um conquistador quando chegou à puberdade, mas nunca esperava que seu antigo arquiinimigo tivesse a tendência do homossexualismo e quanto mais imaginava que o mesmo iria se travestir, mesmo alterando o seu corpo com hormônios.
Mishima pensa mais uma vez no seu rival, que se Deidara quisesse lutar tranqüila, apenas pediria tranquilamente que aceitaria, mas tomou o caminho mais difícil graças ao Negi maligno que dominou a sua cabeça. Deidara não conseguiu dominar a si mesmo.
- Antes do lutar quero fazer uma pergunta? Por que foi justamente meus dois amigos Keitarô e Kouta.
- Primeiro: pelo fato de eles serem seus amigos, segundo: não gostei da cara do seu amigo afeminado e terceiro: achei o seu outro amigo é um gato – Ninfa envergonhada (o).
Uma gota atrás da nuca de Mishima.
Uma coisa é certa, se estava com algum receio de lutar porque pensava que seu adversário era mulher, agora todo esse receio foi se embora. Lutará com garra.
- Podemos começar – diz Guilherme entrando na base de luta.
Ninfa já vai para cima de Guilherme com tudo aproximando. O brasileiro dar um chute alto que rapidamente é esquivado pelo seu adversário que contra-ataca com um gancho, mas o próprio esquiva. Anda um pouco para trás do seu oponente para aplicar um dos seus golpes.
- Técnica secreta! Código 1: Circulle Virte – Terra – uma onde de energia parecida elétrica vai ao chão. Ninfa fica em constante movimento não sabendo que tipo de efeito tem o golpe, mas não demora para saber porque a energia acerta saindo de baixo para cima.
- Que negocio é esse – tentando se mexer, mas a onda de choque ainda a prende.
- É o Ki da terra: isto cientificamente é a energia que existe em qualquer lugar do mundo. Energia elétrica que flui da terra. Com esse golpe posso soltar esse Ki em grandes quantidades, que servem para neutralizar um grande numero de oponentes.
- Ainda não acabou – Deidara força o seu Negi para escapar.
Ela (ou ele) avança correndo e segura o braço dele com a esquerda e pula em cima do brasileiro deixando o braço direito de frente do pescoço. Joga todo peso para ambos caírem, Guilherme em baixo e Ninfa em cima. Ela quer matá-lo de todo o jeito, mesmo se a queda não for suficiente ela vai emendar com seu golpe que ataca os órgãos internos, mas agora bem mirando no pescoço. Ela só espera o momento, mas por incrível que pareça dava demorando para acontecer. Será é a impressão dela, mas ambos pararam do no ar?
Não. O motivo de está parado no ar é pelo fato de Guilherme usado as duas pernas para parar a queda. Uma incrível concentração de Ki por parte do Guilherme, se alguém visse a situação vai ver que ele esta segurando Ninfa com o corpo, sendo que está apoiado apenas com o seus pés. O ângulo das suas pernas está em 90º.
- É só isso que você consegue fazer? – fala Guilherme na maior calma.
Ninfa dar um pulo se afastando rapidamente de Guilherme. Temia de um contra-ataque.
- Não tem como vencer, a sua derrota é inevitável – falou Mishima calmamente.
- Ora seu... está tão confiante assim? Por acaso se acha invencível? – Ninfa falava com todo ódio.
- Você deixou ser levado pelo caminho do ódio, isso te impede emitir a verdadeira essência do Negi.
- Cale a boca, não quero ver sermões, o único objetivo que tenho é acabar com usa vida.
- Vejo que palavras não vão ter efeito. Sendo assim – concentra Negi chegando até levantar poeira mesmo parado – Vou mostrar o que um Negi puro e verdadeido consegue fazer – uma onda de Ki azul começa a ser formar na mão direita dele -Técnica secreta! Código 2...
(CONTINUA)
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EXTRA: A luta do século.
Em uma grande arena moderna típica de vale tudo iria acontecer à luta do século.
GIGANTE Vs PRINCESA – o que ta escrito no telão à cima do ringue.
Um juiz vestindo a caratê está no meio ringue com um microfone na mão esquerda, uma simpática figura cujo nome é Seta Noriyasu.
- Bem vindo a todos para a grande luta do século – Seta começa a falar com apresentador. A platéia que estava lotando o lugar vibra – nesse lado pensando 80 quilos e medindo quase dois metros o campeão mundial e lutador supremo: Guilherme Mishima.
Aponta para a direita onde aparece Mishima uma calça azul que parece que tem uma sunga em cima – típica dos lutadores de luta livre – e estava sem camisa, que esta entrando no ringue pela uma passagem feita apenas para os lutadores que se dirige para o ringue nesse caminho. Um show de luzes e fumaças aparece no caminho enquanto caminha. Sobe no ringue e a platéia vibra mais ainda.
- Nesse outro lado pesando algumas gramas e medindo mais de um metro e meio está à desafiadora: Kaolla Su.
No lado esquerdo, uma outra entrada para os desafiantes começa a ter os mesmo efeitos de luzes e fumaças, mas, porém nada da Su.
Seta mesmo olha com uma gota atrás da luta.
- Repetindo, apresentando Kaolla Su – aponta, mas nada veio.
- Kaolla Su, você esta aí? – pergunta sem agora apresentar.
No lado esquerdo veio uma menininha correndo para o ringue vestindo uma bermuda e camisa sem manga de cor branca, na camisa está escrito treinador.
- Filha o que ta fazendo aqui – se reverindo para a garotinha que chegou, Sara MacDougal.
- Sou treinadora da Su ela ainda está se arrumando.
- Filha digo treinadora da lutadora, ela precisa apresar.
- Yes pai – ta com a cara bastante preocupada. Ela lembra de quando Su teve a louca idéia de desafiar o campeão do mundo de artes marciais para uma luta, sendo que a mesma nunca lutou nada na vida. Sara mesmo preparou a amiga ensinando tudo que sabe de artes marciais. Então ela treinou Kaolla por um bom tempo, se é que dar para chamar de treinamento, porque Kaolla não levava muito a sério.
- Já estou pronta – gritou a simpática princesa do país Moru Moru, mas ainda não entrou nem no caminho que leva para o ringue.
- Deixa de frescura e entra logo.
- Hai – ela entra com o seu sorriso bobo estampado na cara. Sara mesmo se espanta a roupa que Su colocou. Sara falou que era para ela colocar uma roupa que facilitasse para lutar, mas em vez disso parece que Su deu uma de usar um cosplay. Estava usando uma replica da roupa da Sailon Moon.
A platéia tem diversas reações. Alguns riem, outros ficam babando pela Su, outros acham ela Kawaii, outros ficam aborrecidos pelo fato de ter gastado o seu dinheiro a toa para assistir a luta, alguns pensa que ela não vai nenhuma chance com o seu adversário e poucos apostam do milagre de que a garotinha derrota o campeão do mundo.
Enquanto isso na pensão feminina Hinata, estão de frente para a televisão: Naru, Kitsune, Kouta, Mutsumi, Kanako, Keitarô, Motoko e Haruka.
- Legal, vou ganhar uma graninha hoje hehehehehhehehehee – diz Kitsune toda confiante.
- Kitsune –san, você também apostou? – disse a Narusegawa.
- Claro, essa aposta foi mais fácil que já tive na vida, apostei tudo no Mishima – Kitsune dando uma risada.
- Kitsune –san, você não falou que iria apostar na Kaolla – disse Keitarô.
- E acha que sou besta de perder? Só falei isso para você apostar nela, assim quanto mais pessoas apostarem nela, mas será o dinheiro da vitória.
- Não brinquem com a situação da Su-chan – disse Motoko seriamente – vocês deviam dar forças para ela.
- É isso aí Motoko-chan, palavras muito bonitas – disse Mutsumi emocionada.
- A propósito Motoko-chan, lembro-me que você apostou também, quem você apostou? – pergunta Keitarô.
- No Mishima.
Keitarô cai no chão.
- Mas você disse que era para dar forças para Su.
- Bem dar forças é uma coisa e apostar é outra.
- Alguém apostou na Su alem de mim – perguntou Keitarô.
Todas exceto Haruka apostaram no Mishima, o único homem além do Keitarô mesmo, apostou na Kaolla, defendendo a teve que se Kaolla ganhar, o dinheiro ganho será muito maior.
Mesmo Keitarô defendendo a Su, tem que admitir que praticamente foi um suicídio pensar em lutar, principalmente com uma pessoa poderosa demais. Espero que seu amigo brasileiro não machuque a simpática moradora estrangeira com cara de indiana.
Haruka repara que todos estão pensando com certeza que Guilherme vai vencer facilmente Su, mas ela já viu muita coisa na vida e ver alguém aparentemente fraco vencer um parece invencível foi uma delas.
Enquanto isso no estádio de luta Kaolla se aproxima no ringue.
- Agente Kaolla, que diabo é essa de roupa – perguntou Sara com uma cara de surpresa.
- Pois é, essa roupa é l-i-n-d-a! – Kaolla toda sorridente.
- Era para ser uma roupa de luta, como um kimono ou uma coisa guerreira, mas isso não tem nada de guerreiro.
- Tem sim! É a roupa da minha heroína favorita, uma roupa guerreira perfeita para lutar com a força do mau.
Guilherme que está só observando tudo não deixa de dar uma pequena risada.
- Deixa de frescura – Sara dar um cascudo na Kaolla – entra lá no ringue e pelo menos lute a sério.
- Ai! Ta bum, Deixe cumigo! – ela sobe no ringue, mas cai de um jeito muito cômico o que faz Guilherme não segurar uma outra risada.
- Você está bem? – pergunta Seta.
- Hai, hai, a minha roupa não rasgou nem um puquinho – disse sem perder o sorriso do rosto.
Agora Guilherme rir.
- Bem vamos começar a luta, senhores aproximem – disse Seta.
- Ué, senhores? Cadê? – procurando nos lados.
- Apenas aproxime do meu papai – grita Sara no lado de fora do ringue.
Os dois adversários ficam de frente a frente sendo que Seta está no lado deles.
- Bem as regras são as seguintes, nada de hentai, golpes nas genitais ou canta uma musica ou comentar um episodio do RBD, o resto tudo é valido, alguma duvida ou pedido?
- Hai – Kaolla – levanta a mão – quando vai ser a hora de comer?
Guilherme rir novamente.
- Logo após de a luta acabar.
- Isso demora?
- Se você perder ou ganha rápido não.
- Ta bum – ainda mantendo o sorriso no rosto.
- Então começar – disse Seta e depois sai do ringue.
- Kaolla, não esqueça do golpe que te ensinei.
- Qual? O golpe do Iori Emo Kamikaze?
Guilherme rir novamente, ele viu o vídeo do Youtube
Não, esse não sua tonta, o outro, aquele que te ensinei.
- Hum esquecir.
- Sua boba e agora o que você vai fazer?
- Não tem pobrema – ela saca não se sabe a onde, uma arma que ela fez – apresento o novo modelo Hiper Caçador lançador de mísseis semi-nuclear exterminadora de borboletas versão 2 – o retorno.
Guilherme engole seco, ele lembra muito bem que essa arma consegue fazer.
- Isso fogo nele – disse Sara emgolgada.
- Hai, é pra já – aperta o gatinho, mas no lugar do tiro sai a musica Sakura Saku
Guilherme cai na risada.
- Ops, eu ainda só instalei a função mp3.
- Sua tonta – reclama Sara.
- Foi mau – diz Kaolla.
Ela repara que Guilherme está rindo muito e daí ela teve uma idéia.
Kaolla pula em cima de Guilherme e começa a fazer cócegas.
Guilherme entra em um ataque de risos chegando a cair no chão. Kaolla fica em cima dele ainda fazendo cócegas.
- Vai desistir? – Kaolla pergunta para Mishima.
- Hauhauahauhauahaaua n-não.
Kaolla continua ainda.
- Vai desistir.
- Hauahauahauahauahauahauahauahauahauahauhauahauahauahauahauahauahaua não.
Kaolla continua mais ainda.
- Vai desistir?
- Hauahauhauahauaahuahauahauahauahauahauahauahauahauahauhauaahau t-tá bom, você venceu.
- Então peça penico.
- Hauhaiahauahauahaua t-ta bom, p-penico.
Kaolla para de fazer cócegas e sai de cima.
- A nova campeão mundial e por nocaute: Kaolla Su.
(A reação lá na pensão é por conta do leitor)
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Bom finalmente terminei mais um capitulo dessa saga, espero que você não me matem por deixa-los ainda na expectativa.
Fico espantado comigo mesmo pelo tanto que escrevir e fico admirado por todos vocês que lem essa fic.
Coloquei esse extra para descontrair um pouco mais do enredo espero que gostem.
Sobre os erros de ortografia de Kaolla foi proposital, já que era para fazer um sotaque dela que ela tem no manga e anime.
Sobre as características físicas dos meus personagens originais são o seguinte: Guilherme é mais alto que Keitarô, Kouta e Motoko, nuns sete cms mais alto que Motoko, já Kouta é do mesmo tamanho do Keitarô e sua aparência facial é praticamente idêntica Mei Narusegawa.
Então até a próxima, meu e mail é propósito o Tal Iori Kamikaze foi uma apresentação que teve em um festival de anime chamado Kodama que aconteceu no ano passado, digite no procurar do Youtube: Iory Kamikaze.
Até a próxima.
