"Entre as quatro irmãs a mais curiosa é a irmã do oeste cujo seus filhos mostram na pele que essa diferença é bem nítida. Onde homem são mulheres, onde mulheres são homens, uma terra tão parecida, mas cujos filhos são diferentes dos filhos das outras irmãs. Comportamentos são acrescentados e outros são tirados".
"Oh mães do caos! Oh mães da luz! Oh mães das trevas! Oh mães da criação! Como são diferentes entre si e ao mesmo tempo tão idênticas entre si".
Capítulo XII: Confusões no Dimension West
Ps: Capítulo escrito na perspectiva do Keitarô.
- Isso é absurdo, onde já se viu tamanha mentira? – diz um jovem de 19 anos, cabelos curtos e olhos castanhos, uma blusa amarela, uma calça vermelha. Esse jovem lembra muito bem Narusegawa.
- Naru-chan, fique calmo! Não foi nada demais. – disse um jovem de 21 anos, de cabelos castanhos bastante claros, cara de raposa, blusa roxa, calça preta. Esse jovem lembra muito Kitsune.
- Kitsune, você se é muito desleixado. Não ta vendo que é um tarado pervertido na seca que não consegue agarra nenhuma cretino.
- Não sei não, mas parece que a historia é bastante convincente.
- Verifiquei os documentos dele e confirma que tem o mesmo sobrenome da minha família – diz um outro jovem de 17 anos, com uma roupa exótica destacando o sobretudo negro, uma expressão fria. Poderia jurar que aquele jovem é a copia de minha irmã – e ainda mais esse jovem é a cara de minha irmã.
- Concordo Ka-chan, é igualzinho a Kei-chan – um jovem 23, cabelos curtos bem penteado, vestindo uma blusa verde e um macacão de cor marrom claro, fico com duvida se esse jovem se parece mais com Mutsumi ou comigo com cabelo castanhos.
- Até o cheirinho é igual – diz um jovem com aparência estrangeira estilo indiano, cabelos loiros, olhos verdes claros, vestindo uma roupa típica colegial masculina. Pela aparência é uma versão feminina da Kaolla.
- Independente da historia, invadir uma propriedade privada é crime e isso merece punição – diz um jovem 18 anos, vestindo uma tradicional roupa de samurai em pé com uma cara bastante seria e firme. Esse jovem praticamente é do jeito que imaginei Motoko como homem. Disse já sacando a espada.
- Isso mesmo! Fatia esse Zé roela – disse um garoto de 10 anos aparência totalmente ocidental cabelos longos, vestindo apenas um macacão jeans e um boné vermelho praticamente uma Sara masculino.
- Motoko –sempai, Sariel –san, isso é muita maldade – disse um jovem meio timidamente aparentemente com 15 anos, vestindo uma camisa de manga longa rosa claro com uma camisa sem manga de cor verde por cima, uma calça jeans, estava usando um avental branco presumindo que estava na cozinha. Nunca imaginei ver um garoto de adolescente parecer com a Shinobu.
- Ei por acaso a minha opinião conta? – disse uma jovem que mais me impressionou. Estava vestindo uma roupa parecida com a roupa habitual da Mutsumi, mas com a camisa de cor rosa. Seu corpo praticamente era igual da Mutsumi. Estava usando os mesmos óculos que usava quando tinha problemas de visão. Cabelos pretos e bastante longos. Mesmo na forma feminina parecia que me estava vendo.
- NÃO!!!!!!!!! – disseram todos exceto Shinobu.
Enquanto eu fico praticamente amarrado como se fosse sido pego pelas meninas, bem acontece que fui pelo pelos habitantes de Hinata-sou, mas na suas versões masculinas.
Imagino que vocês leitores não estão entendendo nada o que está acontecendo. Eu mesmo também praticamente quase não tou acreditando o que ta acontecendo nos meus olhos.
Bem vou conta tudo o que aconteceu desse louco dia, de minha vida, Keitarô Urashima.
Flashback
Estava eu em uma grande sala da faculdade Toudai junto com os dois maiores professores de arqueologia, Seta Noriyasu e Fujitaka Kinomoto, pesquisando sobre os recentes artefatos da misteriosa civilização tartaruga.
- Estamos fazendo progresso – diz Seta animado em cada passo da pesquisa.
- Esses progressos estão nos levando a um novo rumo – diz na maior tranqüilidade o senhor Kinomoto – com certeza essa ta sendo uma grande descoberta.
Fico olhando os meus dois tutores de sua eficiência que cada um com seu estilo próprio.
Seta é uma pessoa que se entrega de corpo e alma no trabalho chegando até desligar do mundo completamente. Fazendo uma sátira: o perigo é quando ele está pensando no trabalho quando está dirigindo. Quando isso acontece, sai de perto. Excelente tutor de artes marciais. Ensinou tudo que eu sei de luta. O único defeito que não gosto dele é vê-lo toda vez fumando.
O Fujitaka é um profissional bastante organizado, um pai de família exemplar. Ouvi dizer que ele tem dois filhos, um homem com idade adulta e uma mulher já na minha idade.
- Senseis. Eu encontrei uma coisa – eu digo para os meus dois professores de arqueologia mostrando um tipo exótico de chave dourada – parece que os cidadãos da civilização tartaruga consideravam esse objeto que se assemelha com uma chave sagrado.
- Isso é um bom sinal – diz Seta – parece que essa tábua explica a utilidade da chave. Vejamos – tentando decifrar os caracteres – um ainda não consigo saber o que está escrito, só consigo ver a primeira palavra que é chave.
- Professor Noriyasu me permite? – perguntou Kinomoto.
- Hai, Professor Kinomoto – passou a tábua para o seu colega de trabalho.
Ele olhou o objeto passado, vendo cada caractere exótico. Depois pegou um papel e um lápis e começou a fazer diversos rabiscos.
- Pronto - repassou a tábua para Seta – eu fiz cópia de todos os caracteres e desenhos especiais. Também fiz a tradução de onde você não conseguiu traduzir. Diz assim:
"Chave e o cadeado são as ferramentas necessárias para navega das linhas da realidade de acordo de como você vira você estará no seio das mães da ordem e do caos".
- Incrível! – expresso com uma profunda admiração e surpresa.
- Onde será que está esse cadeado? – meu primeiro tutor pergunta como uma empolgação de criança.
- Ele está em suas mãos agora, ou melhor, está escondido dentro dessa tábua que você está segurando – apontou para a tábua que Seta está segurando (descrição dessa tábua está no capitulo dois dessa saga) – vamos ver a maneira mais segura de tira...
Fujitaka nem termina de falar que Seta quebra a tabua de pedra na mesa que revela um pequeno objeto dourado que cabe na palma da mão que tem uma fenda para uma chave. Tanto eu como o Kinomoto, ficamos com uma gota atrás da nuca. Se prever o que se passa na mente do Kinomoto agora acho diria assim: "ainda bem fiz a cópia da parte frontal da tabua no papel".
- Bem tudo pelo amor para ciência – disse o Seta.
- Não seria pela arqueologia? – eu pergunto.
- Arqueologia não deixa de ser uma maravilhosa ciência seguindo cada passo da ciência tradicional. Tem as teses elaboradas pela gente faz para tenta saber o comportamento dos antigos, tem os experimentos para saber como os artefatos eram utilizados e principalmente tem resultados.
Espanto-me pelo jeito poético de meu tutor Seta, não conhecia esse lado dele.
- Keitarô -san, faça a honra de ver como esse dispositivo funciona – Seta passou o cadeado para mim.
Fico meio receoso por tamanha honra que meu professor me concedeu. Pelo a chave e coloco na fenda do cadeado. Tentando da uma virada de leve percebo que não tem uma direção fixa que possa vira, pode vira tanto no sentido horário como no sentido anti-horário. Percebo que tem uma agulha que centra a posição de doze horas. Então viro a chave no sentido anti-horário deixando a agulha na posição de 9 horas. Isso me lembra os velhos ângulos retos que estudava para o vestibular.
Mas por minha surpresa e pela surpresa dos meus tutores o objeto brilha de uma cor prateado que se intensificava a cada instante. Em um movimento rápido do flash do objeto cria um portal que me suga para dentro. Não consigo ver a reação dos meus dois professores porque agora estou vagando num mundo abstrato cujas palavras não tenho para descrevê-lo. Foi ai que teve uma luz do fim do túnel da conhecida luz do Sol.
Quando sai foi então que estava nas propriedades de Hinata-sou, ou melhor, estava trinta metros em cima da velha pensão. Oh Kami –sama, tinha que acontece isso comigo? Ta certo que eu já cair de alturas bem mais elevadas - se bem que o problema não era cai dessas alturas, mas como era 'colocado' ou 'erguido' nessas alturas – mas isso cansa e principalmente machuca, não sei como o meu corpo consegue suporta o choque das quedas e pancadas e raios.
Como manda a lei da gravidade fui obrigado seguir suas regras caindo da altura que estava. Só espero que lá em baixo pelo menos uma vez na vida tenha alguma coisa macia para amortecer a minha queda e de preferência que não seja um seio ou uma nádega feminina – por segundos pode parecer bom está com a cara no meio dessas partes, mas logo vira um inferno de mil dores. Para o meu desejo cai justamente em um local macio, para ser mais claro em uma banheira de água morna a qual usava antes para tomar banho na pensão (antes de Sara ter destruído a banheira e o local). Mal sabia que aquele problema estava começando a vir.
Quando eu sai de dentro da banheira e vi uma garota nua. Que novidade! Porem essa garota eu nunca vi na vida, tinha um corpo semelhante da Mutsumi e um rosto bastante família. Ela me lembra... eu?
Ficamos nos olhando nos olhos por um prévio tempo até que ela se manifesta.
- TARADO!!!!!!!!!! – grita, não sei porque, mas já estava esperando esse tipo de reação.
A resposta não demorou a ser imediata, já ouvia passos apresados do corredor aproximando do local onde estávamos. Foi quando a porta se abriu revelando um rapaz, que parece a versão masculina de Naru.
- Quem foi o engraçadinho que desrespeitou as regras? – disse dando uma encarada justamente para a minha pessoa – UM INTRUSO – sai correndo para a minha direção já para da um murro.
Tento sai do lugar que estou, mas difícil de sair da banheira quando principalmente está cheia d'agua. Como era de se esperar levo um Naru punch bem no meio das fusas e sou arremessado no ar. É claro que não é como os socos normais que ela me da, mas dói do mesmo jeito. Quando um soco é mais fraco que os outros com certeza vira socos mais poderosos. Posso compara isso como uma gota anunciando uma tempestade.
Não perco tempo em esperar o sofrimento, quando eu caio praticamente no lugar das fontes termais. Encontro à versão masculina de Kitsune que está na fonte, ou melhor, dentro da fonte desfrutando de um banho sendo no lado uma garrafa de Saké.
- Hum? Kei –chan, cortou o cabelo? – disse num tom meio malicioso, acho que ele está me confundindo com aquela garota que é a minha versão feminina.
- Ei Kitsune – disse uma à voz da "Naru man" já pulando do anda que estava – pegue esse intruso, estava espionando a Kei no banho.
- O que?!?! – engasga ao percebe que a minha pessoa é homem.
Porem não vou fica para a confusão aumenta. Abro a porta e saio correndo dos corredores famílias, mas não deixo de pergunta "que merda esta aconteceu afinal aqui?", viro para o corredor e quase me esbarro em uma outra pessoa, mais uma vez encontrei uma versão masculina de uma outra moradora da pensão, desta vez da Shinobu. Parece que não mudou muito, os meus traços e o corte de cabelo, porem com o corpo masculino, se olhar um pouco no rosto dele pode ver alguns fios de barbas quase a nascendo.
Ele já teve uma reação que eu esperava: medo clássico da tradicional da Shinobu, mas parou de repente e me olhou meio confuso.
- Urashima –sempai! O que aconteceu com você? – disse olhando de pé a cabeça.
Não tenho tempo para responde porque já escuto passos de Naru se aproximando, então saio correndo e subo as escadas. No caminho já vejo dois jovens que também são versões masculinas das moradoras da pensão, desta vez são Sara e Kaolla. Já passo entre os dois já sentindo que os meus problemas estão prestes ao aumentar.
- Soldado Kaolla quem era aquele? – disse a versão masculina de Sara.
- Nyah! Não faço a mínima idéia Soldado Sariel – respondeu com tradicional sorriso bobo no rosto.
- Kaolla, Sariel, me ajudem a pegar o intruso – disse Naru logo chegando perto dos dois.
- Beleza – disse Sariel estalando as mãos.
'-Vamos eliminar o anti-cristo – aperta um botão que estava usando no anel e automaticamente o objeto se transforma em uma bazuca laser.
Enquanto corro subindo as escadas tento imaginar 'que diabo' está acontecendo afinal! Ai lembra de que o Seta falou uns dias atrás:
"Dimensões irmãs, dimensões gemias, damas da razão e do caos, cada uma com sua particularidade. Todos somos filhos dessas irmãs, fruto de seus seios. Cada irmã é idêntica na pele, mas diferentes de seu intimo, os seus filhos não são diferente disso. Somos filhos da irmã do Norte – a mais harmônica entre as damas. Ao leste tem os filhos da dama cujo seus filhos vivem com contaste conflitos a um povo da destruição. Do oeste vivem os filhos cuja imagem é oposto dos filhos do Norte. Do Sul vivem os filhos que são idênticos no corpo, mas diferentes na alma. Todos os irmãos são idênticos uns aos outros como se fosse uma só carne, uma só mente sendo que cada um com sua particularidade".
Se eu pegar pelo lado pratico sabendo que estava mexendo de um artefato misterioso da civilização tartaruga então posso concluir que... ESTOU EM UMA OUTRA DIMENSÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Agora vendo que girei um pouco no sentido anti-horário posso presumir que estou na dimensão que fica a oeste segundo as informações da tabua de pedra da civilização tartaruga. Segundo aquele trecho "Do oeste vivem os filhos cuja imagem é oposto dos filhos do Norte" então significa que essa dimensão se diferencia das demais por justamente os seres daqui terem o sexo trocado, ou seja, quem conheço como homem vou encontrar como mulher e quem conheço como mulher vou encontrar como homem. Isso ta me dando uma dor de cabeça.
Agora vejo que tou correndo para um beco sem saída. Ai meu Deus! Tou morto! Só falta encontrar a ameaça mais perigosa da pensão, incluindo a Narusegawa, em cima do telhado da pensão junto.
Engulo seco por ter acabado de ver a minha morte parada ali. De uma forma de um samurai que é a versão masculina da sucessora do estilo Shimmei usando o seu tradicional roupa de treinamento, provavelmente treinando como sempre.
Paro de frente dele totalmente paralisado. Vejo-o guardando a espada e olhando para mim.
- Quem é você? – perguntou firme como a Motoko feminina fala.
Estranhei um pouco, afinal Motoko é de reagi primeiro antes de pergunta. Parece quando é para as pessoas do mesmo sexo ela inverte as ordens de suas ações. Mas parece que a segunda ação, reação, já vai logo aparecer porque atrás de mim aparece as pessoas que estão me perseguindo.
- Motoko –san, essa coisa é um invasor. Ele entrou no banheiro da Kei – respondeu Narusegawa.
- Estava pensando que era um invasor, mas não imaginava que seria nesse ponto – disse já concentrando o Ki na sua espada.
- Faça o seu ultimo pedido – disse Naru já estalando as mãos.
- Bem eu quero... – tento falar, mas já sou impedido de um ataque vindo em mim.
O primeiro ataque é de Sara (ou Sariel como tão chamando), que arremessa um vaso, achado pelo Seta, na minha cabeça. Claro que senti o ataque, não sei se quem quebrou primeiro foi o vaso ou a minha cabeça. Segundo é um raio de Kaolla que já me levanta para os ares (dois metros acima do chão). O terceiro ataque é de Motoko que acerta mais um golpe em mim que me leva quatro metros acima que eu já estava. E para finalizar Naru espera eu cai e antes de pousar no chão ele me da um famoso Naru punch que me leva a 16 metros acima do chão.
Posso tira uma conclusão com esses ataques: não importa se forem mulheres ou homens, mas os moradores de Hinata-sou são extremamente mortais e perigosos.
Quando estava em uma altura máxima um vulto negro me pega no ar e como uma incrível habilidade me amarra no ar e me impulsiona para chegar mais rápido para o chão.
Caio logicamente e o vulto cai no meu lado, posso ver um jovem negro que veste uma roupa exótica parecendo uma versão masculina das vestes pertencentes guarda roupa de minha irmã. E para a minha surpresa é a versão masculina de minha irmã.
- Na próxima vez que aparecer um intruso tente captura-lo antes de mata-lo – disse com uma voz desprovida de emoções antes de eu perde a consciência.
Fim do Flashback
Foi assim que parei nesse lugar estranho e mais uma vez estou nas mãos dos habitantes da pensão Hinata, mas agora estou em uma outra dimensão com versões masculinas das garotas que eu conheço. Quando acordei parece que Mutsumi vejo me ver para mata a curiosidade de ser a versão masculina da Kanrinrin dessa pensão.
Mesmo estando mais uma vez em perigo não deixo de fazer uma analise das pessoas que está me cercando. Motoko, Kaolla, Kitsune e Shinobu tiveram poucas alterações como um corpo masculino proporcional para suas idades e o mesmo corte de cabelo. Só Shinobu que apresenta alguns fios minúsculos de barbas, talvez que está começando a nascer e ainda possui o rosto virgem de um 'presto barba'. Motoko apresenta um corpo bastante definido masculinamente, só perdendo pelo meu amigo brasileiro (claro que isso é apenas diferença de idade, afinal ambos tem o mesmo duro treinamento físico). Kaolla é dos típicos meninos que as mulheres consideram fofos querendo abraçar e apertar. Kitsune mantém a mesma cara de raposa que como costumam comparar praticamente se resumi tendo a mesma vida que a original, mas agora como homem.
Naru, Kanako, Mutsumi e Sara foram que tiveram mais mudanças. Naru teve o seu cabelo curto meio bagunçado e mantém uma imponência de homem intelectual. Kanako apenas teve diferença do corte de cabelo, todas outras características semelhantes (tanto físicas como personalidade) se mantêm. Sara que nessa dimensão foi chamado de Sariel (não entendo muito os nomes ocidentais), lembra-me aquele desenho e filme 'Dennis, o pimentinha'. O que mais teve alteração foi a Mutsumi que é meio robusto e alto, apresentando uma cara amigável e um corte de cabelo parecido da Naru.
Agora o mais incrível é me ver como mulher. Sempre me via como feio e pensava que mesmo como mulher não seria diferente, mas vendo-a é a prova que estava errado o tempo todo. Suas curvas são bastante provocantes lembrando as curvas de Mutsumi e sua face da um pingo puro, como se fosse uma menininha, da idade quase adulta. Parece que ela se chama Kei, a versão feminina ou diminutiva do meu nome. O que inibi a beleza daquela mulher é justamente as vestes que fazem parecer feia.
- O DNA é idêntico – disse Kaolla com uma das suas inversões – literalmente é a única diferença esta no par 23 do cromossomo.
- Que dizer que esse rapaz esta mentindo? – perguntou Kitsune.
- Kitsune deixa de ser bobo! – respondeu Naru – se você estivesse estudado melhor saberia que o par cromossomo 23 é responsável para caracterizar geneticamente um homem e uma mulher, sendo o par XY e XX respectivamente.
- Então isso significa o que? – ainda sem entende, com sua cara de duvida de raposa.
- SIGNIFICA QUE ESSE ELEMENTO É O CLONE MASCULINO DA URASHIMA – disse num só fôlego.
- Mas então como isso é possível ter dois seres com o mesmo código de DNA? – perguntou Motoko.
- Agora eu posso falar – perguntou a Kei sendo que há muito tempo já queria falar, mas não tinha um espaço para isso.
- Fale Urashima –sempai – diz Shinobu timidamente.
- Eu e minha professora estávamos catalogando uns artefatos encontrados da civilização tartaruga e tem um que é uma tábua de pedra que tem um desenho central e uma mensagem: "Dimensões irmãs, dimensões gemias, damas da razão e do caos, cada uma com sua particularidade. Todos somos filhos dessas irmãs, fruto de seus seios. Cada irmã é idêntica na pele, mas diferentes de seu intimo, os seus filhos não são diferente disso. Somos filhos da irmã do Norte – a mais harmônica entre as damas. Ao sul tem os filhos da dama cujo seus filhos vivem com contaste conflitos a um povo da destruição. Do oeste vivem os filhos cuja imagem é oposto dos filhos do Norte. Do Leste vivem os filhos que são idênticos no corpo, mas diferentes na alma. Todos os irmãos são idênticos uns aos outros como se fosse uma só carne, uma só mente sendo que cada um com sua particularidade".
- E o que isso quer dizer? – perguntou o Naru.
- Significa que ele é uma outra dimensão.
- Isso é possível? – perguntou Kitsune.
- Isso é bastante lógico e inexato ao mesmo tempo – disse Motoko, dentro de mim concordo com ele.
- Mas o que explica o fato dele ir do banheiro da Kei? – argumenta Naru referindo a minha pessoa.
- Se me permite – digo – momentos antes de vim para essa dimensão eu estava em Toudai quando utilizei do artefato estranho eu parei nessa dimensão em um local aleatório e foi justamente o local incomodo.
Olho para todos numa maior expectativa, demorou um período curto para ter uma resposta, perigo que tava decidindo a minha vida ou minha morte.
- Bem você se safou dessa – disse Naru me desamarrando – mas volte logo para a sua dimensão.
- Tudo bem – verifico nos meus bolsos molhados (as minhas roupas estão molhadas por causa da banheira) se acho os dois objetos que me levaram para essa dimensão – ops?!?!
- O que foi? – pergunta Mutsumi.
- Bem eu não tou com os dois artefatos – digo tentando manter a calma.
- E o que isso tem haver? – pergunta Mutsumi sem entender nada.
- Seu bobo! Significa que ele não vai conseguir volta para dimensão dele.
Fico congelado, paralisado, estatuado e mais outros adjetivos que qualificam a ação que eu tou, puro choque, e agora como vou volta para casa?
Poxa a vida! Sou o personagem principal da historia e nem mesmo nas fics eu me dou bem. O que fiz para merecer esse tal destino? Será que todos adoram a minha desgraça? Ou será que é pura sacanagem do autor?
- Olha... – de repente diz a minha pessoa feminina. Parece que ela está atrapalhada por tenta me chama por um homem - ... eu masculino – todos exceto eu ficam com uma gota atrás da nuca -... acho que Seta pode te ajuda, talvez ela tenha os mesmos materiais que você e sua professora tem na outra dimensão.
- OH que ótimo! – o animo retorna para a minha pessoa – agora vamos imediatamente para universidade de Tóquio – já estava recuperando o espírito de otimismo.
- Ano – disse Shinobu timidamente – eu posso arrumar roupas secas e limpas para você... aproveita até relaxe com um banho das fontes de águas termais para esquece os transtornos ocorridos.
Gostei da idéia, afinal não posso ir na universidade todo molhado.
- Hai! Muito obrigado – digo dando um sorriso e pela primeira vez não vejo Shinobu envergonhada com uma ação minha (afinal se isso acontecesse na versão masculina teria duvida da tendência sexual dele).
Daí eu me dirijo para as conhecidas fontes termais, pelo menos o cenário dessa dimensão continua o mesmo de onde eu vim. Que loucura que aconteceu, ou melhor, que está acontecendo, nunca pensei que cairia em uma situação dessa. Bem nada melhor que o calor das fontes para anima as coisas. E por incrível que pareça tem uma toalha seca reservado para mim, então faço o ritual de preparação para entrar na fonte (tirar roupa e tomar um pequeno banho de balde) e logo depois entro na fonte.
As águas quentes termais fazem o seu efeito fazendo o meu corpo relaxar e aliviar pela dor que tive momentos atrás – dor que fazeria até um soldado bem preparado morrer.
Então a porta se abre revelando Motoko, Kanako, Naru e Mutsumi, já com toalhas em volta na cintura. Provavelmente por coincidência estou no horário dos moradores tomarem o banho.
Cada um faz o mesmo ritual de preparação que eu fiz. Enquanto isso é realizado não deixo de reparar meio discretamente as versões masculinas das meninas. Ambos apresenta um corpo bastante definido que agrada qualquer mulher, tendo as famosas 'barriga de tanquinho', peitoral definido e outros requisitos de homem perfeito - requisitos que não sei, afinal não sou uma mulher para falar de todos – pelo menos descobrir que estava na média.
Sempre tinha sonhos maliciosos que um dia eu tomasse banho junto com Naru e as outras sem apanhar, bem desta vez o meu sonho se realizou, porem não como queria.
- Então você é de outra dimensão? – pergunta Mutsumi puxando assunto.
- Hai – olho em volta e todos estavam me olhando.
- Então como é de onde você vejo?
- Praticamente boas partes são iguais. Cenário. Mundo. Pessoas só de sexo trocado.
- Nossa é difícil pensa Naru-san e os outros como mulheres.
- Acredite em mim, não é tão difícil assim. Tem certas coisas que são muito parecidas – penso ainda dos poderosos golpes que recebi a momentos atrás.
Agora fico com duvida. Será que é o mesmo comportamento das pessoas aqui é o mesmo de onde eu vim? Ficaria estranha tendo um bocado de homens batendo em uma mulher por ser pervertida. Será que existe uma diferença?
Não tenho muito tempo para pensa nisso quando vejo o Mutsumi desmaiando. Rapidamente me levanto e seguro nos dois braços dele para evitar a queda (não sei porque, mas se fosse a Mutsumi verdadeira teria segurado na cintura). Não demora muito para recuperar sendo que aos poucos já retorna a consciência.
- Você está bem? – pergunto ajudando a ficar de pé.
- Hai. Só foi uma queda de pressão – disse já se ajeitando, ficando de frente a frente comigo – quando olho mais em você, mais acho que você é a própria Kei.
Não entendi muito o que ele falou, fico meio confuso com essa tal afirmação. Estranho a aproximação do rosto dele sobre a minha direção. Um pensamento rápido vem na minha cabeça, um pensamento que me alertou do perigo que estou passando. Lembro-me da Mutsumi que ela gosta de beijar as pessoas e parece que a versão masculina também tem a mesma gafe.
Então tomo uma atitude que é incomum para mim, laço os meus braços na cintura do Mutsumi e jogo todo o meu peso e minha força para trás aplicando um popular golpe de luta livre. A queda é amortecida pelas águas termais. Pronto consegui escapar de uma experiência que... digamos nunca quero experimentar. Sei que estamos num mundo moderno, mas tem certas coisas que sempre serei antiquado.
- Oo que ta acontecendo? – pergunta o Naru não entendendo a minha ação.
- E ainda pergunta. Não sabe o que ele queria fazer – pergunto um pouco alterado, mais surpreso da reação da Naru do que raiva que tive no momento. Vejo até os olhares curiosos de Motoko e Kanako
- Ei Mutsumi – Narusegawa ajuda a levanta o amigo – você está bem.
- Hai. Não foi nada – diz ainda mantendo sorrindo.
- O que você iria fazer com o cara? – perguntou Naru meio suspeito.
- Isso! – responde simplesmente logo seguida fazendo o que temia, beijando.
As reações são bem diversas: eu fico horrorizado pela cena que eu vi, Motoko fica com os olhos arregalados e Kanako sai de fininho fingindo que é nem com ele.
- Que é isso? – Naru empurra o amigo Mutsumi. Pode ver que está bastante vermelho.
Mutsumi apenas rir.
Parece que de todos que viram a cena o que mais entrou em choque foi Motoko que não se sabe aonde saca a sua espada.
- Naru –sempai – disse falando bastante sério.
- Sim...? – pode ver o medo a presenciar o estado de fúria a ação de seu colega de pensão.
– Cconheço a sua integridade até agora – uma onda de Ki manifestando em volta que chega que cria pequenas ondas em volta de onde esta na fonte o que faz Naru da alguns passos para trás – mas nunca imaginava que pecaria com o garoto tartaruga. Chego a conclusão – fecha os olhos e eu saio logo de fininho porque sinto confusão.
- Motoko... – tenta argumentar.
- DE QUE VOCÊ PRECISA DE UM DESCARREGO – abre os olhos de uma vez – TECNICA SECRETA: PURIFICAÇÃO DE 1000 ANOS DE TORMENTO – dispara mais um golpe que sai como trovão que acerta Naru e Mutsumi.
O impacto é tão forte que faz até a água subir. Acho que acabei de ver uma diferença entre a versão masculina e versão feminina, que a primeira não é muito tolerante a atos homossexuais.
Momentos mais tardes depois de trocar de roupa (roupas emprestado pelo Kitsune) me dirijo para a casa de chá com a minha versão feminina. O Naru e Mutsumi eram estarem juntos conosco para acompanha nós dois afinal irei para Toudai e a minha versão feminina se ofereceu para ir junto comigo, mas eles... digamos ficaram cansados (leia inconscientes). Vejo mais uma versão masculina de uma pessoa que conheço muito bem, minha tia Haruka.
É um homem maduro bem elegante com uma expressão calma e pacifica como a minha tia na minha dimensão e como não deixava de falta um cigarro na boca.
- Tio Haruka você viu... – Kei iria fala, mas Haruka belisca a bochecha dela.
- Haruka –san – disse calmamente (como queria que Haruka feminina me desse um beliscão em fez de um 'cascudão').
- Ta bom – disse esfregando a bochecha – Haruka –san!
- Quem é esse? – perguntou referindo a minha pessoa.
- Bem ele... é... como posso disser... que... talvez – posso ver que Kei ta toda embaralhada.
- Hum... deixa ver – dando uma olhada em mim – é a sua versão masculina que veio de uma outra dimensão.
- O QUE!!!!!!!!!!!!! – disse eu e Kei em sintonia.
- Como é que você adivinhou? – eu que pergunto.
- Digamos que já tive experiências com esses tipos de coisas – disse calmamente – mas não importa agora. Você quer volta para a sua dimensão isso?
- Hai – respondo.
- Então a única que pode ajudar é a Seta.
- Correto. Estamos indo para Toudai para encontra-lo ou encontra-la... a tanto faz – agora confundo as coisas.
- Bem vou chamar a Kouta – disse entrando na casa de chá.
Estranhei em saber que meu recente primo vou encontrar como mulher também nessa dimensão louca? Bem até que não é difícil de imaginar. Para se fraco não vai mudar muita coisa.
Quando sai da casa de chá vejo o que estava esperando, a versão feminina de Kouta. Praticamente o mesmo rosto mantendo os mesmo traços o que fazeria até eu mesmo não consegui diferenciar os dois Koutas se estivessem juntos. O corpo feminino posso não é tão de curtas como as meninas na pensão, assumindo o modelo de corpo feminino tradicional japonesa. Suas vestes é um bonito vestido que lembra de um vestido da minha irmã, porem de cores claras (azul claro) e botas marrons. Só um detalhe que agora percebo do meu primo, ele tem uma presença de príncipe e sua versão feminina tem uma presença de princesa. Com um tom leve de maquiagem para realçar a beleza natural.
- Ola Kei –chan – disse se aproximando e abraçando.
- Ola Kou –chan – retribuí o abraço.
- Um quem é ele? – perguntou saindo do abraço e me observando.
- Ele é... – Kei é interrompida com a chegada de Haruka.
- É mais outro sobrinho meu. Seu nome é Keitarô – disse Haruka.
- Não sabia que tinha outro sobrinho – disse Kouta com um certo espanto.
Entendi porque Haruka man ocultou a minha verdadeira origem. Para ao mesmo tempo evitar que a louca historia de dimensão espalhasse e também para poupar tempo de explicações.
- Então vamos? – perguntei para as duas.
- Hai – responderam juntas ambas pegando no braço da outra.
Vai se uma pacifica viagem para Toudai.
Chegando à Toudai sem nenhum problema. Posso percebe que durante a viagem muitos homens e algumas mulheres olharam com interesse para Kei e para Kouta. Caminhamos em direção para os prédios quando três maus encarados vieram para a nossa direção.
- Iae gatinhas, vamos sair conosco? – disse um.
- Não obrigada – disse Kei.
- Qual é gata? Vai me fazer uma desfeita dessas – disse outro pegando no ombro de Kei.
- Só queremos conversar – disse outro pegando no ombro de Kouta.
Fico muito incomodado já pronto para reagi contra esses caras. Até Kouta e Kei fica muito incomodada com aqueles. Mas antes de eu fazer alguma coisa vêm duas pequenas ondas de Ki que acerta no peito dos dois que estavam com as mãos nos ombros de Kei e de Kouta os fazendo caírem de costas no chão.
- O que aconteceu – o único que ficou de pé disse sem entender.
Ele olhou para a frente e viu alguém alto vestindo uma calça jeans, jaqueta de coro preta, luvas negras aquela sem dedos, um capacete parecidos com os aqueles pilotos de avião de guerra todo preto e botas negras. Pode ver duas luzes vermelhas saindo do visor do capacete. Eu até dou alguns passos para trás de medo e os três saem correndo de puro pavor.
- Keitarô, não se preocupe eu a conheço – disse Kei calmamente.
Ela a conhece? Quem podia ter uma presença muito forte que consegue impor qualquer vontade e ainda que eu conheça. Shirai ou Haitani? Não, eles são como eu, totalmente despercebidos na sociedade. Seta também não pode ser afinal ele não dirige moto. Então será que é o Mishima?
- Você consegue me reconhecer mesmo com capacete Kei-chan – disse o ser misterioso posso escuta uma voz feminina saindo do ser.
Foi ai que o ser tira o capacete revelando uma linda mulher com feições totalmente ocidentais de pele meio morena, cabelos curtos de cor branca (parecendo o corte da Kitsune girl só que meio bagunçado), olhos verdes como esmeraldas e um batom vermelho claro nos lábios. Cara não consigo saber que é não. Essa mulher tem umas feições totalmente diferente de alguém que eu conheço. Posso ver que a calça que ela usa (só agora reparando) que é um pouco apertada o que destacava as suas coxas perfeitas e o seu quadril bastante tentador (o que igualaria das moradoras mais dotadas da pensão Hinata).
- Muito obrigado por defende daqueles bandidos – agradeceu Kei.
- De nada – abri a jaqueta revelando uma camisa branca que tem um discreto decote de um par de seios formidável (medidas completas daquela mulher: busto 87, cintura 57 e quadril 87) - mas que é o seu amigo?
- Ah esse é o meu primo Keitarô Urashima – disse Kei apontando para mim.
- Prazer senhor Urashima, sou Verônica Mishima – então estava certo era o Mishima, mais muito diferente.
Junto com Mutsumi ele teve a mudança mais radical na aparência e para começar para o nome – de Guilherme para Verônica – e a aparência feminina. A única coisa que matem do brasileiro que conheço é a presença que emana nele, se na minha dimensão ele demonstra uma aparência de um homem firme, determinado e forte, nesta dimensão a sua versão feminina se impõem como uma mulher firme, determinada, independente e até digamos um com um olhar selvagem (o que pode fazer qualquer homem se apaixonar facilmente).
Ela estende a mão para aperta (famoso cumprimento ocidental). Eu aperto as mãos firmes e lisas daquela mulher. Era para ser só um aperto de mão, mas aconteceu uma coisa exótica e perigosa.
Verônica ainda segurando a minha mão direita com a outra mão soca a minha barriga, mas com uma incrível habilidade consigo me defender. Aí ficamos essa de atacar e defender. Não sei se vou pode segura-la por muito tempo, afinal as habilidades dela superam as minhas facilmente.
Foi aí que o ataque cessou assim como começou.
- Você luta como Kei, tem reflexos bastante admiráveis – rir – quando tiver tempo passe no clube de artes marciais quando tiver tempo – disse se afastando.
Assim como Guilherme a sua versão feminina é tarada por artes marciais e lutas.
- Vamos Kou –chan, hoje você vai me ajudar a treinar alguns novatos – disse Verônica para Kouta.
- Hai – disse e depois vira para Kei – mais tarde a gente se ver – disse dando um rápido abraço.
- Então ta... – responde Kei despedindo da amiga.
- Thau senhor Keitarô – disse fazendo a tradicional curvatura japonesa.
Eu me despido de Kouta e Verônica, aonde vou para as salas de arqueologia. Finalmente os meus momentos nessa dimensão maluca já esta chegando ao fim.
Kei abri a porta de uma sala que tinha as janelas fechadas revelando um local todo escuro.
- Ué? O que tem dentro aí? – pergunto curioso.
- Essa é a sala que Seta-san guarda os artefatos encontrados, mas era pra ela ta ai dentro – disse também bastante curiosa.
Nós entramos, ela acende a luz e a gente vê um tipo de mulher zumbir no meio da sala. Ambos a gente leva um maior susto a ponto de gritar. Eu e ela da um pulo pra trás, porem ela sai do lugar bagunçado e eu não. Em vez disso eu bato com as costas na parede e com impacto faz alguns vasos que estavam pendurados em uma cômoda caírem na minha cabeça.
Poxa é a segunda vez que perco a consciência.
Acordo pela segunda vez no dia depois de um segundo desmaio (espero que não vire mania). Vejo-me dentro da sala deitado em um sofá. Aos poucos me levanto meio desnorteado pela pancada na cabeça (não sei como a minha cabeça até hoje não quebrou pelas pancadas que ela é obrigada a submeter).
- Vejo que acordou! – disse uma voz feminina.
Logo vejo quem é. É a versão feminina de Seta que estava no lado de Kei. O que mudou nessa versão foi a feição mais afeminada no rosto, cabelos longos e bagunçados, tem a mesma medida corporal de Haruka (busto 85, cintura 58 e quadril 83), estava usando uma saia da tradicional roupa (camisa, gravata, jaleco branco ).
Agora sei o que aconteceu. Seta girl ficou muito tempo na sala catalogando os objetos encontrados e o resultado do trabalho excessivo foi uma aparência nos olhos como zumbir. Isso me lembra às vezes quando encontro Seta na minha dimensão normal desse mesmo estagio.
- Hai – digo calmamente.
- Kei –chan me contou todo sobre você. É realmente fascinante! – disse com empolgação.
- Isso é muito estranho. Tou meio que ficando maluco de ver todos que eu conheço como sexo trocados – digo.
- Isso é muito paranóico- concorda Kei.
- Aqui está o objeto – disse Seta entregando.
- Finalmente de volta para casa – digo com os olhos brilhando- tenho que agradecer a hospitalidade de todos aqui – digo sorrindo para as duas.
- Nós que agradecemos – disse Kei – e fico surpresa que em uma outra dimensão sou um homem bonito – isso me deixa envergonhado.
- Digo mesmo daqui, de saber que aqui sou uma mulher bonita – foi agora da vez de Kei ficar envergonhada.
Despido também de Seta girl e pego o mesmo objeto que eu peguei e faço o mesmo procedimento que fiz para entrar dessa dimensão louca (desta vez viro para a direção oeste). Um portal mais uma vez me traga para um destino que peço a Deus que me leve de volta para casa.
Saio do portal mais uma vez em cima de Hinata-sou e caio desta vez nas fontes de águas termais. Saindo da água vejo uma cena que enche de alegria (e até um pouco de perversão) os meus olhos. Eu vejo as verdadeiras moradoras da pensão todas nuas. Finalmente do jeito que eu gosto.
Claro que a reação não demora para acontecer. Preste de alguns segundos vou sentir a dor que muitos morreriam de sentir.
Golpes de samurais! Garrafas! Raios mortais! Vasadas! E até o Naru punch misturado com Shoryuken eu recebo.
Não importa com a dor, o importante é que estou de volta a minha casa! A minha dimensão.
[CONTINUA
EXTRA:
Está à versão do Shinobu boy se dirigindo para o quarto e abre a porta.
- Urashima –sempai, você pode tirar uma duvida dessa questão de mat... – ele para de falar quando ver a cena de Kei Girl sem camisa justamente com os peitos a mostra tendo só o sutiã porque estava colocando a camisa. Quando ele viu isso desmaiou soltando sangue pelo nariz.
Finalmente termino mais um capítulo e cumpro a promessa que fiz na fic passada ("O próximo capitulo vai ser muito diferente, vai mostrar LH hum jeito muito diferente. Aguardem.").
Essa foi uma antiga idéia de fic que tinha a bastante tempo e como não queria criar uma fic separada então fiz como capitulo mesmo. Dimension Hina é um conjunto de quatro idéias diferentes como falei no capitulo passado.
O que foi difícil é fazer as adaptações dos papeis (isso foi um grande desafio). Os nomes orientais permaneceram os mesmo (não faço a minina idéia como seria a escrita se fosse masculino os nomes das garotas), só os nomes ocidentais que fiz a adaptação.
A fic: A espada da coragem e espada da esperança, é uma fic que cuja idéia não conseguir colocar dentro da Dimension Hina, mas ele vai ter pontos incomuns, aguardem.
Próximo capitulo vai ser lite dando uma destacada nos personagens Kouta, Naru, Shinobu, Kanako e Kitsune.
Até a próxima!!!!!!!!!!!!!!
