Mais uma vez Haruka se prepara mais um dia de trabalho na casa do chá acordando cedo. Ela já esta de pé e arrumada para o dia, já preparou o café da manha tanto para a mesma como para os seus dois hospedes de sua casa. Mutsumi e Kouta.

Como ainda os dois não apresentaram sinal de vida então pessoalmente vai acordá-los (coisa rara de fazer). Primeiro vai para o quarto de Mutsumi. Encontra a porta aberta dando uma total visão da ocupante do quarto só com roupas intimas já se vestindo.

- Bom dia Mutsumi – disse Haruka com um tom de gentileza.

- Bom dia Haruka -chan – disse dando um sorriso e colocando o seu vestido.

- Vim para chamá-la para o café da manha.

- Oh já vou indo só vou pentear o meu cabelo.

- Ok. Mutsumi tenha cuidado na próxima vez quando trocar de roupa mantenha o quarto fechado. Afinal já temos um homem agora nessa casa.

- Tudo bem. Assim o Ko-chan não vai ficar tentado em me agarra – falou na maior tranqüilidade deixando a dona da casa do chá com uma gota atrás da cabeça.

Haruka sai se dirigindo para o quarto de Kouta. Encontra a porta quase fechada com uma abertura o suficiente para ver o que ou quem está dentro. Por alguns momentos Haruka fica em duvida se espiona ou não, temendo flagra o seu sobrinho em uma situação comprometedora. Resolvendo arrisca Haruka a olhar na fenda.

Para a felicidade dela (talvez pela infelicidade daqueles que estavam esperando uma cena comprometedora) Kouta estava usando uma calça branca e uma camisa regata preta. Estava passando creme no seu cabelo e penteando.

Era uma cena bastante agradável de ver. Um homem cuja beleza é bastante exótica penteando o seu cabelo de uma certa graciosidade. Parece um anjo penteando o seu cabelo.

Haruka bate na porta.

- Kouta, você está ai? – disse já fora do campo de visão para fingir que chegou recentemente naquele lugar.

- Hai, Haruka, pode entrar – disse sem perde o foco o que estava fazendo.

- Bom dia – disse entrando.

- Bom dia – vira para Haruka e da um discreto sorriso, após isso retorna o que estava fazendo.

- Já preparei o café da manha.

- Tudo bem. Obrigado. Eu já vou. Já tou terminando com o meu cabelo.

- Ok – disse se retirando.

Haruka lembra de uma coisa quando ver Kouta. Ela precisa de um namorado. Sua carne e sua mente estão a perturbando ultimamente. Ela associou esse pensamento porque dias atrás teve um sonho desagradável com o seu sobrinho. Para ser preciso um sonho erótico.

Não que Haruka sinta um desejo pelo seu sobrinho ou tenha um sentimento secreto por ele, mas esse sonho é o cumulo de sua mente. Já teve muitos sonhos desse tipo, boa parte deles é com o seu antigo namorado (ou quem sabe atual) Seta. Então ela deduziu que o cumulo da sua mente é pela falta de alimentar a carne na sua vida real com um namorado, afinal o subconsciente gosta de pregar persinhas com sua dona como criar diversos sonhos estranhos.

Claro que os eróticos não são constantes, afinal o ramo de sonhos é bastante amplo. Mas certas coisas incomodam bastante, mesmo que não seja pesadelo.

É melhor arrumar um namorado logo, porque ela não quer ter um sonho erótico com o seu outro sobrinho, ou pior, um sonho Yuri.

Maldito Seta, você não toma uma atitude de homem, pensa Haruka.

Capitulo XIII: Doces, Violão e Ninjas

Kanako saboreia um gostoso chá na casa de chá lendo um jornal. Entre no meio das noticias ela encontra uma bastante interessante, que diz assim:

"Um simples fotografo, estudante e vindo de uma tradicional família está dando o que falar. Sua capacidade de se infiltrar de qualquer lugar está afrontando todo tipo de tecnologia de segurança ou uma segurança viva. Não tem tipo de lugar impenetrável que esse jovem não consiga entrar. Poderia ser o maior ladrão de todos os tempos, porem seus fins são nada mais nada menos como um tipo de lazer, segundo ele. Muitos museus, bancos e loja de jóias já o contrataram para testar a segurança de um lugar. Até hoje nunca existiu um esquema de segurança de 100. Ele próprio paga se encontra um esquema de segurança perfeito".

Um sorriso forma em seus lábios. Não como um sorriso quando alguém expressa alguma alegria, felicidade ou malicia, não é o sorriso que ela planejou algo, o sorriso típico de Kanako, a garota praticamente inexpressiva e misteriosa.

Haruka apenas ver calmamente a filha adotiva de seu irmão a planejar alguma coisa que é melhor ficar na ignorância para não colher as conseqüências desses planos.

- Nyah-rah que divertido – disse Kaolla em cima do poste.

- Kaolla-san, desce daí, por favor – disse Kitsune que estava a baixo esperando a sua amiga estranha a descer – não sei onde estava com a cabeça para te convidar para me acompanhar para vim para Tóquio – disse tentando imaginar onde estava com a cabeça.

Tudo começou quando Kitsune estava no sofá meio bêbada do seu quarto encontrando literalmente jogada. Estava meio que consciente para prestar a atenção em volta, mas não o suficiente para raciocinar em tudo. Kaolla Su encontrou a sua amiga e colega de pensão e pediu para leva-la para Tóquio para se divertir um pouco. Como a raposa não estava nos seus melhores dias concordou só com uma condição: assim que estivesse boa da ressaca, ela levaria. Daí Kaolla usou uma invenção dela (pela primeira vez uma inversão que não seja uma arma mortífera, que milagre) para curar Kitsune.

Deu o que deu. Kaolla e Kitsune saíram para Tóquio. Konno está passando por uma situação que supera todas as ressacas que já teve na vida, acompanhar Kaolla Su. Daí vem o dilema da Kitsune como domar a princesa do reino de Mori Moru? Logo uma idéia vem como rajada na sua mente.

- Kaolla, vamos comprar doces – disse a raposa.

- Yes! – disse pulando e ficando na frente da Kitsune – doce, doce, doce, doce, doce, doce, doce. Mas aonde vamos comprar?

Kitsune olha para os lados e ver uma loja de doces chamada "Kimiak doces Otako". Perfeito era justamente o que encontrava.

- Ali – disse apontando para a loja que viu agora a pouco.

- Legal – disse andando saltitando para a loja. Kitsune só acompanha com uma gota na cabeça.

Entrando na loja de doces pode verificar que merece o nome de otaku afinal a mesma se encontra toda enfeitada por características de um fã de anime. Posteis colados na parede de diferentes animes/mangas, musicas famosas de temas de anime, alguns bonecos feito a mão esculturas exatas de personagens famosas de personagens de animes como Shinji, Rei e Asuka de Evangelion, personagens de Digi Charad, Ruffy de One Piece, Naruto de Naruto e muitos outros. A clientela que se encontrava da loja sentadas nas organizadas mesas eram boa partes okatos, de diferentes sexos, alguns conversavam uns com os outros enquanto outros liam mangas ou até alguns jogavam jogos de carts como Magic ou Yu-Gi-Oh.

No balcão de amostra encontrava os mais variados tipos de doces. Fazia Kaolla fica babando e com os olhos brilhando.

- Vejo quem apareceu – disse o atendente – há quanto tempo Kitsune -san, Kaolla –san.

Kitsune olha por atendente que é um homem de estatura baixa meio gordo e com óculos.

- Hum... – olhando fixamente para o atendente – quem é você?

O atendente tem aquela famosa queda dos mundos dos animes.

- Eu sou Shirai Kimiak, andava junto com Keitarô e Haitani.

- Ah agora me lembro. Desistiu de tenta a Toudai.

- Hai, o trio rounin cada um seguiu o seu caminho.

- Ou melhor, o trio rounin primeira versão.

- Hã?

- Após a terceira reprovação do Keitarô, ele próprio formou trio com Narusegawa e a garota tartaruga.

- Que safado – disse Shirai resmungando, mas também desejando que estivesse no lugar do Keitarô – não sei como ele consegue ser tão sortudo.

- Se você acha que ele já passou foi sorte todos os socos, golpes mortais, armas de destruição de massas e entre outras coisas, então vejo que seu gosto é bastante exótico.

Shirai fica com uma gota na cabeça.

- Fora a questão das pancadas físicas ainda Keitarô passou pelas pancadas sentimentais.

- Ué, como assim?

- Ele passou ou ainda passa por uma situação sentimental bastante complicada, muitas mulheres gostando dele e ele a única que gostava realmente era daquela que sempre rejeitou. Agora as situações se inverteram e ambos estão pagando por esse alto preço.

Shirai ver o tom de Kitsune não muito de brincadeira como a sua habitual voz tendo muita sinceridade, mas também não está falando de um tom tipo falando de um enterro, digamos é um lado sério da Kitsune tanto que seus olhos ficam abertos. Vendo esse lado sério Shirai fica em silencio já que as palavras faltam em sua mente.

- Se apaixonar causa muito problemas, não concorda? – disse agora retornando a sua habitual tom de voz e cara de raposa – é melhor da à volta por cima assim como você fez.

- Também nem é tanto, apenas abri essa loja para ter o pão de cada dia.

- Nossa! Que dizer que a loja é sua?

- Hai. Abri já faz um ano essa loja. Como não tinha tanta disposição como Keitarô para entrar na Toudai depois de múltiplos vestibulares então resolvi cuida da minha vida.

- Legal, pelo menos sei agora de onde pedir dinheiro – disse Kitsune rindo.

Uma gota atrás do Shirai.

As atenções dos dois se voltam para uma pequena agitação que está se formando dentro da loja. Os otakus viram Kaolla ficaram admirados pela beleza e jeito exótico da garota e começaram a tirar fotos dela. Su entrando no espírito possa em diferentes poses.

- Parece que a indiana está fazendo sucesso – comenta Shirai.

- Pois é, vai tomar alguma atitude afinal isso está bagunçando a loja.

- Hai. Vou tomar alguma atitude – disse com uma posse que demonstra que vai tomar uma atitude seria

- Oh! – Kitsune fica admirada pelo jeito firme de Shirai, apesar de não saber que tipo de ação que o amigo cheio de Shirai vai tomar.

Então acontece Shirai sai do balcão com passos lentos e com olhar fixo onde estão a Kaolla e os otakus. Parece uma cena de filme onde o mundo em volta para assumindo uma movimentação de câmera lenta típica do filme Matrix, fica de frente da Kaolla e com sua mão vai no bolso frontal de sua calça para tirar um objeto meio prateado que por enquanto é identificável.

- Kaolla –chan! Diga 'xi' – disse Shirai na maior alegria do mundo para tirar a foto com sua maquina de fotografia de cor prata.

Claro que Kitsune cai de costa com uma cena dessa.

- Nyah, quero tira uma foto de vocês também – disse Kaolla com o seu sorriso de sempre puxando praticamente do nada uma maquina de fotografia pequena com cores amarelos e verdes. Todos os otakus, inclusive Shirai se amontoaram em um canto para saírem na foto, todos fazendo diversas posses.

Kitsune teve uma sensação de pressentimento que a câmera não é uma comum. Seus pressentimentos estão certos quando ver que um grande raio se acumula na lente da câmera que se não for controlado vai atirar a queima roupas dos otakus. Então Kitsune literalmente se joga para impedir a tragédia. Sua mão acerta a maquina que faz Kaolla o deixa solta fazendo ir voar até a porta de vidro. Iria quebra se não fosse à entrada de um cliente, que entrou por acaso, ao ver o estranho objeto esquiva fazendo a câmera e direto na rua. Assim quando cai no chão, justamente com a lente virada pra cima, dispara um poderoso raio para cima meio que diagonal que parece que um personagem de anime com poder lançou com todo poder.

Todos os otakus, Kaolla e Kitsune viram o potencial da arma da Su.

- Ops, foi mal usei a minha arma secreta – disse colocando a mão direita atrás da nuca, mas sem perder o sorriso no rosto.

- Poxa que demais – disse um otaku todo empolgado – quero o seu autografo – disse já pegando a sua caderneta assim juntos como todos os outros Otakus inclusive Shirai e fazem um amontoado em cima da Kaolla.

- Será que eles perderam a noção do perigo que passaram – disse Kitsune para si mesma com uma super gota atrás da cabeça.


Em um lugar no porto do Japão o exercito, aeronáutica e a marinha japonesa se preparam na maior invasão no seu território. Todos estão com a artilharia pesada prontos para o ser que daqui a pouco vai aparecer.

Em um dos acampamentos militares que está jeito de monitores, cada um fazendo uma função diferente, se encontra um general e um cientista.

- Poxa mais uma vez a nossa nação passa por essa dificuldade – disse o general.

- Concordo com isso senhor – disse o cientista – parece que esse ser sempre aparece no Japão de tempos em tempos. Espero que a nossa tecnologia bélica seja suficiente para dete-lo.

- Precisa funcionar ou com certeza a nossa nação vai está arruinada.

De repente houve um pintar nos apanhemos que estava na tenda.

- A criatura se aproxima – disse o cientista.

- Não a duvidas. Ele voltou Godzilla.

Enquanto isso lá de fora nas águas saem a gigante criatura que toda a força japonesa se prepara para deter-lo. Só que para coincidência um raio veio do nada e mata a criatura. Todos vêm isso e comemoram sem saber de onde veio aquela ajuda inusitada.


Shinobu está fazendo uma pequena limpeza no quarto da Motoko fazendo um favor que a samurai pediu afinal tinha que fazer uma certa pesquisa na biblioteca de uma questão de matemática avançada e como ela fazia um tempo que não organizava direito pediu para a melhor pessoa de confiança, sua amiga Shinobu. Então antes de sair para escola (ela vai entrar na escola no segundo horário) começa dês de certo a tarefa que foi passado.

Do quarto da samurai tudo no seu devido lugar, praticamente tudo arrumado do jeito praticamente rígido e severo que não é muito comum para uma jovem na flor da idade da Motoko. Praticamente só é só passar o pano em alguns moveis e no chão, recolher algumas roupas espalhadas às presas da Motoko como blusas, calças e roupas intimas.

Shinobu é dos poucos seres do planeta terra que tem o acesso de ver as roupas intimas da samurai. Antigamente não usava sutiãs era só mesmo usava as faixas que escondia os seios e as calcinhas eram praticamente a repetição de um mesmo modelo padrão sem graça. Agora ela mesma viu a revolução de todas as vestes de Motoko como o aumento do numero tipo de roupas como calças jeans, sortis, camisa baby Look, até vestidos e saia. Das roupas intimas agora tem uma variedade de sutiãs de mais tipos de formas e cores e até as calcinhas também ganharam mais variações de cores de formatos sendo que muitos poucos são meio ousados. Isso comprova que a vinda do Keitarô na pensão mudou a vida de todas principalmente a vida de Shinobu.

Então Shinobu começa a arrumar o quarto dela como ajeitando as roupas espalhadas separando as limpas das sujas, dando uma passada no pano nos moveis e do chão sem mexer em nada que ela deva bisbilhotar. Ela ficou curiosa quando viu um pacote estranho meio retangular como se guardasse um grande livro, mas não é da conta dela saber o que Motoko guarda ou deixa de guarda, também viu folhas escritas jogadas no lixo, mas manteve o controle também nessa situação. Mal sabe ela que isso guarda os secretos romances que ela escreve sendo que alguns deles tendo um leve toque de lemon.

Agora teve um único objeto que falta passar o pano em um único objeto que está exposto que ela não se atreveu a tocar, um presente dado pelo Keitarô, a espada Hina. Shinobu pega a mística arma maligna meio com receio afinal já contaram que a espada fez com Naru e depois do Keitarô (ela só não sabe como que Motoko conseguiu tirar a espada nas mãos do Keitarô possuído. Para aqueles que não lembram foi com um beijo antes de aplicar a segunda talhadura no manga de Love Hina) e com o máximo de cuidado limpa a espada sem tira ela da bainha. Com um pouco de descuido a lamina sai meio de centímetro da bainha já liberando um pouco das ondas e a nevoa negras da maldição, mas não foi suficiente para controlar mentalmente Shinobu. Então rapidamente ela guarda totalmente na bainha, coloca onde achou (no lugar especial da base onde Motoko criou especialmente para guarda a espada Hina) e sai rapidamente do quarto como se tivesse visto um fantasma.

Longe do quarto Shinobu se dirige para o seu quarto para se preparar para sua ida no colégio, uma desculpa para esquecer o que aconteceu no quarto de sua sempai samurai. Ela não ver para onde está andando que faz ela se esbarra na única pessoa que se encontra na hospedaria Hinata, Kanako Urashima.

- Kanako –san – leva um susto fazendo ficar com pernas tremendo.

- Não é tão pudente anda distraída por aí – disse Kanako no seu habitual jeito frio e inexpressível.

- Desculpa – faz tradicional curvatura japonesa um pouco mais inclinada que o normal com as mãos juntas.

- Parece que você viu um fantasma ou parece que estava mexendo em que não devia.

Shinobu engole seco pelo palpite da irmã adotiva do Urashima. Parece que o olhar frio de Urashima é capaz de ver no fundo de sua alma. De certa forma Shinobu estava fazendo duas possibilidades ditas, estava mexendo na espada Hina, coisa que não devia, e viu uma situação fantasmagórica emitida pela espada.

- Mas julgado você não deve ser um grande problema. Afinal você não é de aprontar por aí – disse Kanako.

Shinobu ver Kanako tentando achar alguma expressão que metida algum sentimento, mas tudo em vão. Ela esperava que fosse acusada pela Kanako, mas o contrário que imaginava simplesmente deixou o fator passar batido.

- Var logo se arrumar para ir para escola – disse Kanako se distanciando.

Shinobu não tem tempo a perder, assim como a secundária Kanrinrin falou precisa se arrumar para escola vai parte direto para o seu quarto sem antes de dizer um arigato para Kanako.

Kanako ver a pequena Shinobu sumindo de vista e volta a caminha nos corredores da pensão Hinata refletindo seus acontecimentos de sua vida.

Finalmente depois de muito tempo está junto novamente de seu irmão mais velho. Isso alegra. Mas ele não ver como uma mulher do jeito que ela queria. Isso aborrece. E as pensionistas são muitos... estranhas. Cada uma com uma personalidade diferente tendo características distintas, umas lhe agrada e outras às vezes lhe assusta. Não era do seu plano ter intimidade com elas, mas praticamente foi inevitável a aproximação. Ela nunca teve amizade em outros lugares, nunca sequer se interessou com isso. Será que uma pessoa pode mudar mesmo se ela não planeja isso?

Bem não importa, tem coisas mais importantes para planejar. Primeiro: uma carta da vovó Hina dizendo que iria preparar uma surpresa. Como ela conhece muito a sua avó então é melhor se prepara pra tudo, porque afinal a mestra ninja é capaz de tudo. Segundo: prepara para o seu plano secreto que envolve a reportagem no jornal. Praticamente não vai ter muito que fazer afinal as meninas da pensão já oferece um grande risco a um viajante desavisado que ouça entrar sem permissão, mas ela quer 'aguçar' os perigos da pensão e vai recorrer a uma ajuda externa já sabendo como vai conseguir essa ajuda.

Não é para fazer a pensão ficar famosa ou para testar as defesas da pensão ou medir o perigo das meninas. Apenas ela teve uma curiosidade. Uma curiosidade de saber que essa misteriosa pensão, cuja suas habilidades chegaram até de um jornal a publicar, se é bom suficiente para se safar da pensão. Isso vai ser muito interessante. Sorri Kanako malignamente fazendo até a sua gata que estava no seu lado a ficar com medo.


A universidade de Toudai, o sonho de todo universitário japonês, é um lugar bastante agradável para conhecer jovens responsáveis que almejam um grande futuro na vida. Fora a responsabilidade dos estudos Toudai é um ponto de encontro de jovens universitários que desejam conhecer novas amizades ou até conhecer uma alma gemia já que a faculdade tem a sua famosa lenda de casamenteira. É nesse lugar, no horário de intervalo, que se encontra Kouta, Keitarô, Naru e Mutsumi sendo que cada um em um lugar diferente.

Keitarô está na sala de arqueologia adiantando o trabalho na ausência de seu professor. Mutsumi deve um desmaio e foi para na enfermaria para repouso. Naru está andando no território da Toudai tentando descontrair depois de uma cansativa aula de direito (se eu tiver errado do curso dela, por favor, alguém me mande um e mail) respirando um ar fresco (ou ar da Toudai como alguns gostam de comentar). Aproximando em uma lanchonete (uma de muitas da Toudai) ela encontra um bando de voz em coro falando o nome "Kouta –kun".

Pois é, estão falando o nome do recente integrante da família Urashima que se encontra caminhando para uma mesa com um copo plástico de caputino. Ele está usando uma calça jeans, botas marrons, uma camisa azul claro chegando quase branca, e uma jaqueta de colo marrom que tem um desenho de uma roda de carro pegando fogo tipo um cometa. Mesmo usando uma roupa masculina ainda pode confundir muito ele com uma mulher, em especial com uma linda mulher, mas isso não impede de ser um dos homens mais desejados pela mulherada sendo até tendo um fã clube mesmo de diferentes cursos e de diferentes mulheres. Chega também nesse clube até algumas professoras e alguns homens que não estão confundindo o sexo de Kouta.

Kouta senta na cadeira e suspira enquanto descansa das perseguições que passou.

- É meio cansativo, né Kouta –san – disse Naru ao se aproxima nele.

- Ola senhorita Narusegawa, digo, Naru –san – consertando o erro que falou já que Naru mesmo disse para lhe chamar de "Naru –san" – é realmente cansativo.

- Na Alemanha não tinha isso não?

- Na de onde eu vim não tinha muito isso, já que o povo de lá não gosta muito dos orientais.

- Então você não gostava de lá? – pergunta e também se senta à mesa.

- Tinha alguém que fazia a minha estada de lá ser agradável, mas infelizmente aconteceram algumas coisas desagradáveis com ela – disse num tom de tristeza.

- Eu sinto muito – disse Narusegawa.

- Ai minha mãe conseguiu um cargo de executiva chefa aqui no Japão e por isso que retornamos. Daí não tive muito trabalho de fazer os testes de integração para faculdade de Tóquio, isso foi muito simples.

- Também você tem um Q.I bastante alto – disse Naru com uma animação de criança.

- Você também me parece muito inteligente, com certeza não teve muita dificuldade para passar.

- Que isso. Eu precisei de duas tentativas para passar finalmente. Não foi fácil.

- E o que te motivou a tentar de novo? – perguntou interessando.

- Bem – Naru fica sem jeito – foi primeiramente foi para um ex tutor meu a qual me apaixonei, mas tive força mesmo por causa de um amigo meu que me amava, mas me deixou de me amar por estupidez minha – tem um tom triste em sua voz.

- Sinto muito por tocar nessa ferida.

- Não, que isso! Às vezes a gente precisa perder para aprender a dar valor nessas coisas. Espero que meu caso eu consiga recuperar o que perdir – recupera um sorriso no rosto.

- Com certeza vai recupera – disse com intenção de animá-la.

- Espero que também se eu chegar me apaixonar por alguém que eu veja isso a tempo.

Essas palavras espantam um pouco Kouta. Se apaixonar por alguém é uma lógica bastante compreensiva afinal segundo o testemunho de Naru de sua vida amorosa com Seta e depois com Keitarô. Mas por que essas palavras o tocaram muito? Por que justamente está pensando nessas simples palavras? Não houve resposta, apenas um palpitar mais forte no coração ao ouvir aquelas simples palavras.

Antes de Kouta comentar, falar ou responde Narusegawa veio dois caras tentando se inturma com o casal. Claro que os dois pensaram que Kouta era uma mulher. A cena que partiu daí foi muito cômica. O cara que tava tentando conquistar Naru foi muito ousado ao ponto de laçar o ombro dela, não deu outra e o cara recebeu um Naru punch fazendo voar para longe. O cara que tentou conquistar o Kouta foi mais discreto, mas não teve um destino melhor que seu amigo, porque chamou Kouta de princesa e ele destesta isso. Não deu outra do outra e Kouta aplicou um punho da fúria bem nas fusas do cara fazendo manda para longe.

- Eu detesto que tirem grassinhas comigo – disse Naru.

- E eu detesto se confundido com uma garota – disse Kouta ainda com uma parte da irritação.

Uma suave risada mesmo sendo baixa. Kouta vê a fonte dessa risada meio discreta encontrando um jovem sentando sozinho em uma mesa. Ele estava vestido todo de preto com calça, sapato e um tipo de sobre tudo que fecha na parte da cintura para cima (funcionando como blusa) e é aberto da cintura para baixo até onde chega ao fim (dez centímetros a cima do chão), suas mangas são um pouco folgada tendo detalhes brancos, os botões que abotoa na frente são de cor dourada. As características físicas que chamam mais atenção, sua pele é branca suavemente, sua feição facial é bastante suave assim como de Kouta, mas nem tanto para ser ao ponto de ser confundido com uma garota, seu cabelo é liso curto penteado para frente deixando uma franja até que grande no lado do olho direito e a cor dos seus cabelos é uma cor bastante diferente dos naturais já que é uma parte ruiva bem suave e outra prata, parece uma calda de raposa. Os olhos não da para ver porque a luz cria uma sombra que o oculta parecendo que tem uma mascara que cobre os olhos. Julgando pela aparência do jovem pode-se dizer que tem uns 17 anos.

O jovem está sentado tranquilamente lendo um manga e tomando Coca Cola (para ser preciso está tomando a latinha). Riu sem mesmo tirar os olhos do manga.

- Qual é a graça – Kouta se virou para jovem olhando fixamente. Em situações normais não faria isso, mas a presença daquele garoto é bastante chamativa.

- Achei interessante aqueles duplo soco desferido naqueles dois e mais interessante é da sua indignação de sua aparência.

- Você tem o passatempo de ri com a situação dos outros? – perguntou Kouta sem demonstrar raiva ou qualquer sentimento agressivo.

- Não – disse sem tira os olhos do manga – apenas sou bastante interessado dos comportamentos humanos. Peço desculpas se a minha demonstração de risos demonstrou algum tipo de gozação com sua cara, mas pergunto: como sobre que minha risada para você e não para o manga que estou lendo?

- Se a sua risada fosse realmente para o manga o seu subconsciente não iria se preocupar em escondê-lo. Afinal conheço que o conteúdo desse manga é bastante hilário.

- Muito interessante sua observação. Realmente se fosse a minha risada fosse diretamente para o manga mesmo não iria esconder as risadas. É só agora que percebo isso.

Narusegawa ver os dois homens falando um com outro. É totalmente interessante como os dois agem. Enquanto Kouta mantém uma postura segura e intelectual o jovem misterioso agi de uma forma ousada que mantém o jeito de ler o manga e ainda consegue utilizar uma boa persuasão para conversar, ousado porque uma pessoa que esquenta com muita facilidade iria explodir de raiva.

- Agora faço outra pergunta – pergunta o jovem – por que se irrita de ser chamado de mulher?

- Porque com essa afirmação que fazem de mim é mesma coisa que dizer que não sou homem.

- E você se considera homem?

- Claro – Kouta fica meio incomodado com a pergunta do jovem, não entendo quais são as verdadeiras intensões daquele fã de manga.

- Isso já é suficiente. Não importa o que falam de você, mas enquanto ter a certeza de acreditar em você mesmo, então já basta.

Kouta fica espanto pelas palavras do jovem. Por um momento pensava que ele estava tirando onda da sua cara, mas mal esperava que tivesse uma lição de vida.

Narusegawa ver aquele homem que ensinou para o seu amigo a existência da fé em si mesmo. Ela mesma aprendeu com isso.

O jovem olha para o relógio, se levanta pegando a latinha de Coca e fechando o manga.

- Mais uma vez me desculpa e aceita esse presente como desculpa – joga o manga nas mãos de Kouta.

Kouta pega o pequeno volume de papel e ver o titulo da capa "As aventuras de Mogeta".

- Qual é o seu nome? – pergunta Kouta quando o receptor vira de costas e começa anda.

- Se a gente se ver pela segunda vez eu te falarei o meu nome – o jovem começa anda tomando distancia.

Kouta e Naru o olham sumir de suas vistas. Kouta ver que foi o primeiro desconhecido que respeitou a sua aparência e ainda ensina a ter força no caráter. Naru é a primeira vez que conhece tantos homens diferentes que demonstram que tem as suas qualidades em tão pouco tempo. Ela estava engana de uma coisa: que o homem era só um ser cujo único interesse é acasalamento.


Mutsumi acorda na enfermaria. Mais uma vez ela desmaia e é socorrida pelas pessoas em voltas. Isso é meio incomodo sempre pelo fato de depender das pessoas, muitas vezes passa uma revolta dentro dela de ter esses ataques de desmaios repentinos. Revolta que é ocultado com sua simplicidade e alegria. Por isso que pega tanto em uma figura de um amor intenso, de um homem da sua vida vai tirá-la da prisão da sua alma para viveres felizes para sempre.

Sem nada o que fazer Mutsumi sai da enfermaria e começa a vagar a fim de aproveitar o restante do intervalo. Em sua jornada ela encontra uma pequena prateia sentado na grama próximo em uma árvore que encostado na planta está a principal atração cuja presença faz manter o grupo lá. Essa atração consegue atrair as pessoas com um simples violão na mão para solta uma suave melodia e um canto de sua voz.

Mutsumi atraído pela musica senta em um lugar na grama para apreciar o espetáculo. O cantor canta um J-pop meio meloso muito popular no Japão. Com a canção da musica pode ver que o musico tem uma boa habilidade no instrumento e um bom domínio na voz. Quando termina logicamente ele é bastante aplaudido.

- Por hoje é só pessoal – disse o musico de cabelos castanhos, com uma cara meio que sedutor e com os óculos arredondados que praticamente é bastante discreto no rosto – amanhã tem mais – disse fazendo a multidão pegar os seus rumos ficando só ele e Mutsumi.

- O que achou Mutsumi? – pergunta o musico.

- Ué? Você me conhece? De onde – disse fazendo o musico ficar com uma enorme gota atrás da cabeça.

- Sou Haitani Masayuki amigo de Keitarô, lembra?

- Acho que sim – disse fazendo outra gota atrás da cabeça de Haitani – então ganha vida tocando violão.

- Hai, toco em boates e algumas festas. Toco aqui na universidade para dá uma previa do meu talento.

- Isso é legal.

- É preciso ganhar o pão de cada dia. O bom disso que faço o que gosto e ganho por isso.

- Isso é mais legal ainda.

- E como está a saúde – lembrando dos ataques de desmaio da garota tartaruga.

- Vai indo. De vez em quando alguns desmaios.

- E como ta o Keitarô?

- Ele está muito bem. Finalmente deixou de usar óculos.

- Ele é sortudo. Trabalha em um lugar que é cheio de mulheres e ainda tem a sua amizade.

- Queria está cercado de mulheres?

- Não exatamente, eu já me contentaria se tivesse uma mulher tão bonita como você para ir atrás – fala deixando Mutsumi vermelha.

O sinal da universidade toca anunciando o começo de mais uma aula.

- Tenho que ir – disse Mutsumi se levantando.

- Eu também. Preciso preparar o meu trabalho daqui a pouco.

- Thau Hai –kun.

- Thau Mutsumi –san.

E ambos pegam o seu caminho. Haitani fica contente de mudar o seu jeito de toda vez cantar uma menina. Agora só faz isso em momentos certos assim aproveitando os outros momentos, como uma boa conversa com a Mutsumi. Mutsumi pela primeira vez ver a gentileza de Haitani.


Kitsune e Kaolla estão de táxi voltando para a pensão Hinata e de sacola cheia, afinal compraram um bocado de doces praticamente duas sacolas grandes e cheias. Tem doces suficientes para um ano inteiro. Claro que isso foi comprado com o dinheiro da Kaolla, dês que aprendeu a trocar o dinheiro do país para o dinheiro nacional, ela tem dinheiro pra usar e abusar, como essa quantidade de doces que foi comprado e a utilização de um táxi.

- Kaolla –san, pra que tanto doce? – pergunta Kitsune.

- Ora pra mim, pra você, pra Shinobu, pra Motoko, pra garota tartaruga, pra Tamago – essa vai ser uma isca perfeita, pensa Kaolla – pra – pra agente Sara, pra Naru, pro Keitarô e pra Haruka. Também comprei para Kouta e até para o Chuck Norris.

- Quem? – Kitsune não entendeu o nome da ultima pessoa que Su falou.

- O amigo de Keitarô, aquele que derrotou Motoko –san e é Argentino.

- Ah sei – lembrando do brasileiro Guilherme Mishima – bem ele derrotou Motoko, mas ele não se chama Chuck Norris, mas sim... é... qual era mesmo nome dele? Poxa é difícil de falar, só sei que o sobre nome é Mishima e ele não é Argentino, mas sim um Brasileiro.

- Agente Sara disse que ele é Argentino.

- Isso porque ela é americana.

Kaolla e Kitsune ficam quietas nos seus lugares (na verdade Kaolla fazendo algumas anotações para as suas invenções por isso que está quieta). Kitsune se limita em olhar a janela do veiculo com olhar distante. Muitas coisas estão acontecendo na sua vida como a chegada do Keitarô, as mudanças do comportamentos de suas amigas, as ofertas dos seus trabalhos de curto períodos e seu coração. Claro que ela tem um sentimento especial para Keitarô, mas não aquele sentimento de paixão como a sua amiga Naru ou as outras. Digamos é só atração mesmo. Por ter uma vida de múltiplos relacionamentos ela ficou digamos fria para a vida sentimental e até desconfiada dos homens. Os melhores homens não gostam de um histórico de uma mulher que teve diversos relacionamentos assim como as melhores mulheres não gostam dos homens galinhas. Esse foi o fruto do seu erro fruto que prejudicou ela viver um romance verdadeiro atualmente. Pelo menos ela também teve muitas mudanças como as suas amigas. Como por exemplo, era não ver agora um homem só por interesse. Se fosse a antiga Kitsune ela já daria em cima do Shirai por o único intuito pra usufruir do dinheiro dele.

Kaolla para de pensar de seus planos de inversões e olha para um dos sacos que ela comprou de doces. Dentro dele, meio que escondido tem um presente muito especial que ela quer dar para alguém.


A noite na cidade Hinata costuma ser um recanto de paz, sendo que boa parte dos moradores dessa pequena cidade, mas justamente essa vai ser uma exceção principalmente na pensão Hinata. Seres que se camufla nas sombras das trevas se dirigem para a pensão. Todos eles são setes, todos com o mesmo objetivo. Seus passos são tão silenciosos que se oculta na calada da noite. Suas velocidades tão rápidas como soprar de um vento. São merecedores do titulo de ninja.

Dentro na pensão boa parte está em um sono tranqüilo. Shinobu está tranquilamente deitado no seu futor como se tivesse deixado um anjo daquele quarto. Kaolla está dormindo pendurado em um galho do seu esquisito quarto ou jardim. Kitsune está literalmente jogada com umas roupas vestida só com a calcinha e coberta com um coberto do seu futor. Motoko está no seu quarto estudando. Naru está na mesma situação de Shinobu. Sara dormi tranquilamente. Keitarô está lendo um livro há tempos atrás mais caiu no sono e dormi deitado no chão. Kouta e Mutsumi ambos estão nos seus devidos quartos na casa de chá.

Mas de todos os quartos que os ninjas tinham a possibilidade de ir foram direto para o quarto da Kanako Urashima aparentemente ela ta totalmente coberta. Um dos ninjas entra no quarto e joga um bocado de kunais e shurikens onde Kanako está e todos acertam. Quando ninja descobre o corpo coberto para ter a certeza que acertou mesmo acha uma incrível surpresa. No lugar do corpo da Kanako está um tronco de madeira. O ninja se assusta com e mais com a súbita presença que apareceu atrás dele, de Kanako Urashima.

- Não é muito prudente invadir o território da minha família – disse Kanako e usa uma agulha para acerta um ponto do pescoço que faz o ninja desmaia.

Usando as habilidades de Shinobis adquiridas, Kanako vai para fora da pensão ficando em cima do telhado. Os seis restantes ninjas ficam em volta da mulher em prontidão já pronto para qualquer movimento brusco que ela fazer.

- É muito atrevimento vocês aparecem aqui na calada de noite para me pegarem – disse Kanako com duas Tantô (espada curtas) ambas na bainha.

- Viemos cumprir o nosso objetivo. Não iremos embora sem cumpri-lo – disse o ninja da frente que parece que é o líder, afinal ele tem uma faixa vermelha na cintura.

- Nem precisa dizer quem mandou vocês, sei que é a minha avó Hina Urashima.

- Então não precisamos de cerimônia.

- Não sei o porquê você se refere nós, afinal você – apontando para o ninja da sua frente de faixa vermelha – afinal você está sozinho e está usando a técnica Kage Bushin no Jutsu.

- Incrível só a pupila direta da Hina –sama que consegueria ter essa observação.

- Chega dessa enrolasão, vamos para o combate – Kanako saca as duas espadas.

- Concordo – acena com a mão direita e dois ninjas que estava atrás avança para um ataque físico.

Kanako fica parada sem fazer nada porque sabe de uma coisa que vai eliminar esse dois ninjas, coisa que praticamente está chegando. Na aproximação os ninjas foram acertados por duas ondas de Ki que derrubam eles e os eliminam fazendo eles virarem fumaças na queda.

O que aconteceu foi simples, Motoko apareceu para dar uma força.

- Kanako é melhor não baixar a guarda – disse a samurai com a sua espada, a espada Hina, nos seus ombros.

- Não se preocupe, isso pra mim é muito fácil, mas que disse que eu preciso de ajuda – disse fazendo um tom de brincadeira e desafio.

- E quem disse que estou aqui para te ajudar – revidando com o mesmo tom e jeito de voz – apenas quero me divertir um pouco.

Os ninjas se olham entre si, não esperava a intromissão da samurai. Com apenas com olhares fizeram um plano. As copias iriam enfrentar Motoko enquanto o original e o líder iria enfrentar Kanako.

E assim que aconteceu o líder parte em direção da Kanako com sua espada na mão enquanto o restante parte para cima da Motoko.

Motoko não tem muitos problemas para enfrentar os ninjas. Dois ficam de lado para arremessar shurikens que Motoko esquiva facilmente. O terceiro ninja pula e utiliza uma técnica em que lança uma rajada de fogo. A samurai gira a espada em cima como uma hélice para neutralizar o golpe. Quando a rajada acaba Motoko joga no chão o fogo que concentrou na sua espada no chão assim criando um clarão que dificulta a visão dos ninjas.

O primeiro ninja é derrotado por um corte que Motoko deu o fazendo virar fumaça. Os outros dois lançam Kurais.

- Técnica Shimmei: espada destruidora de rocha –lança o Ki que alem de impedir que seja acertada e elimina todos os restantes dos ninjas.

O ultimo Ninja e Kanako estão em uma luta cerrada. Isso porque o ninja que ela está enfrentando é dos bons. Praticamente estão num ataques e defesas serrados, uma hora Kanako fica na ofensiva e outra na defensiva.

Ambos pegam espaço para concentrarem mais Ki para usarem a verdadeira força. Motoko se espanta ao ver o Ninja manifestando a força que ela até hoje só viu em um lutador, o Negi. Mais ela se espanta com a Kanako que manifesta também o Negi. O ninja faz alguns símbolos com as mãos para soltar um golpe ninja.

- Shuriken Kage Bunshin no Jutsu – solta diversas shurikens pratimante uma chuva.

Kanako faz uma seqüência de simbolos com as mãos para aplicar um golpe seu.

- Técnica secreta Urashima: Rairyuu no Tatsumaki (tornado Relâmpago do Dragão) – uma onda elétrica que assumi a forma de um grande dragão sai da mão da Kanako que neutraliza todas as shurikens lançadas e eletrifica o ninja.

Para sua surpresa o ninja era um tronco de madeira que ficou praticamente tostada.

- Puts, minha avó tinha que manda ninjas falsos para me enfrentar – disse Kanako calmamente enquanto guarda as suas espadas na bainha – vamos para dentro – passa pela Motoko que até agora estava de olhos regalados.

- Quando você aprendeu a utilizar o Negi? – pergunta Motoko sem olhar para Kanako ainda mantendo o estado de choque.

- Aprendi a muito tempo, antes mesmo de vim para cá – disse sem olhar para Motoko – boa sorte em aprender a usar essa força - disse dando um sorriso e voltando para o seu quarto.

Motoko cai de joelhos por saber da misteriosa irmã de Keitarô saber a manipular o Negi. Como ninja ela escondeu muito bem. Agora resta Motoko intensificar o treinamento para não ficar para trás, assim ela terá a honra de ser chamada verdadeiramente como samurai do estilo Shimmei.

[CONTINUA


Mais um capitulo terminado, fico orgulhoso por mim mesmo em termina-lo em pouco tempo. O motivo da demora era porque tava concentrado as forças na minha segunda saga que alias está acabando. Que pena que os reviews não estão como antigamente, isso me ajudava muito a escrever.

Bem não importa muito, vou continuar escrevendo até terminar a saga. Bem até a próxima.