A famosa tartaruga da pensão Hinata voa tranquilamente nos céus da própria pensão. Praticamente um dia tranqüilo tanto que Tama pode concorda em seus pensamentos. Porem para infelicidade dela o seu sossego está prestes a acabar já que vem uma miniatura de um jato de guerra que logicamente é uma criação da princesa do reino de Mori Moru.
Seguindo a famosa frase popular: Pernas pra que te quero, ou melhor, pra Tama são patas ou asas (alguém que estive lendo pode me responder a tão enigmática pergunta por e mail, msn, orkut ou reviews), começa a voar mais rápido numa velocidade surpreendente escapando do jato. Começa a perseguição aérea diga de rato e gato (para ser especifico é de Tom e Jerry).
Enquanto isso em um quarto numa tela grande está Kaolla Su segurando um controle de playstantion e justamente na tela está aparecendo à visão do jato.
- Você não me escapará – disse Kaolla dando uma risada de tipo de cientista louco – hoje você estará para o meu jantar – da outra risada.
Voltando no seu Tama faz de tudo para despistar o caça voando de diversas maneiras, como zigue zague, lupis, indo pra dentro das nuvens e entre outros, mas tudo era em vão já que o caça parecia que era grupado que nem cola (para ser mais preciso praticamente a distancia é de meio metro). A perseguição chega rapidamente em Tóquio graças à locomoção de ambos que chegam 242 KM/H (isso que é rapidez).
A tartaruga para despista começa a voar baixo se dirigindo para o centro da cidade. O jato faz o mesmo. A perseguição começa a ficar mais cerrada, agora alem de se preocupar um com outro agora tem que se preocupar dos obstáculos de suas frentes. O caos toma conta na cidade. Pessoas se assustam vendo uma estranha tartaruga voadora que está em uma velocidade surpreendente que está sendo perseguida por um tipo de caça pequeno.
Enquanto isso no quarto de Kaolla a princesa do reino estranho está controlando a sua inversão através do controle remoto e vendo pelo monitor tudo. Ela está adorando participar dessa perseguição que segundo ela é para demonstrar 'a superioridade dos humanos contra os animais rebeldes' (coisa de Su mesmo).
Para piorar o mini caça dispara dois pequenos mísseis que facilmente é desviado facilmente.
Enquanto isso de frente da loja de doces tem um conhecido personagem, Shirai para ser preciso, que está varrendo a frente de seu comercio.
- Ótimo, hoje vai ser um bom dia e nada pode dar errado – disse nunca maior empolgação.
Mas para a sua infelicidade os dois mísseis justamente disparados do mini-caça vêm para a sua direção que o acerta levando para os ares e depois cai no chão todo chamuscado. A sua sorte que ele tem a mesma vantagem de seu amigo universitário, Keitarô Urashima, a 'imortalidade'.
Tama mais uma vez levanta voou para enviar perigos na cidade e o mini-caça vem junto. Se tivesse uma oportunidade de contra-atacar, seria bem vinda, pensa a tartaruga voadora.
Mas oportunidade chega como uma dádiva no seu, porque praticamente do nada aparece no lado de Tama um outro animal alado bastante exótico, que é uma... raposa? E ainda com uma gravata borboleta de cor vermelha no pescoço. E por mais incrível que pareça esse estranho ser está usando a própria calda como método para voar (parecendo uma hélice de um transporte aéreo). Tama e a raposa misteriosa se olham e com um olhar (o código secreto de comunicação dos mistérios pets meio pokemons) combinam uma tática para eliminar o mal metálico.
A raposa voadora fica atrás da Tama ficando no foco do mini-caça. Kaolla que estava olhando no televisor do seu quarto fica interessado em pegar a raposa alada. Aproveitando essa mudança de alvo Tama fica atrás do caça e ataca com sua pata um golpe digno de Karater.
O caça é destruído e a perseguição acaba. Tama agradece com um sorriso de tartaruga que é devolvido pelo seu mais novo amigo com um sorriso de raposa. Ambos os animais pegam o seu rumo. Tama desce do céu e ver que está longe de casa, mais precisamente está em Toudai e ver justamente uma conhecida samurai entrando na faculdade. Com sua curiosidade ela vai de longe a segue para saber o que vai acontecer.
Capítulo XV: Um é tranqüilidade, Dois é rivalidade e Três é muita confusão
Ambos vão correndo para direção para o primeiro golpe: Motoko com ataque com a espada e Mishima com ataque com punho esquerdo. Os dois ataques não chegam nem acertar, já que os dois tiveram a mesma intenção de dar golpes falsos para abri uma brexa no oponente.
Antes de partir para o ataque mais uma vez olha para a samurai. Ela ficou mais forte, isso não tem duvida, mas não ainda o suficiente para obrigá-lo a suar toda a sua força já que são poucos que já conseguiram atualmente. Vai ser uma luta boa, mesmo sabendo que se usasse mais força poderia derrotar facilmente Motoko, mas se vacilar totalmente é capaz de ser derrotado.
Motoko parte mais uma vez para cima de Mishima agora atacando em um golpe que acerta com o cabo da espada na barriga do brasileiro. Ela tem sucesso já que pegou quando estava fazendo a analise dela. Mishima da alguns passos pra trás por causa do impacto recebido. Motoko prepara para atacar com a espada logo em seguida, não dando espaço para o seu adversário. Porem o brasileiro tem uma reação boa, esquiva rodando o seu corpo pra direita para acompanhar um chute que acerta que leva para as cordas do ringue.
Ela se apóia nelas e entra no ringue. Mishima sorrir, o melhor lugar para travar uma luta em cima de um ringue. Ele entra no ringue também e fica na base de luta de sua família, o estilo Elevação das setes Direções, que parece uma mistura de um estilo de Karater misturado com Tachi.
- Messatsu Zankū Zanmasen ¹ – motoko aplica uma grande onda de Ki praticamente gigante.
- Bako Bako Punch² – aplica o seu golpe que similar a uma bola com uma boca que cresce ficando maior que a técnica de Motoko e come.
- Raimeiken³ – Motoko aplica um golpe na trás dela para pegar impulso com o golpe para ir logo pra trás do Guilherme. Tática de utiliza do próprio golpe como método de locomoção.
Parece que Motoko aprendeu novas táticas, pensa Mishima. Isso está ficando muito interessante.
- Ryūhazan – ataca com mais outro golpe.
- Gedulah Sali - cria uma onda de Ki em volta dos seus braços que os utiliza para acertar a lamina da espada.
Não foi só conhecimento de que a espada estava sem afiação, mas é a sua própria técnica garante tem um tipo de uma camada protetora capaz de usar o próprio braço nu para defender até de uma lâmina afiada, isso é uma prova de que sua dependência a armas brancas é praticamente nula. Claro que essa técnica não é perfeita que faz suportar qualquer tipo de ataque com uma arma, mas serve justamente para enfrentar por algum tempo alguém tenha uma capacidade de Negi e Ki mais baixo, o que mesmo assim pode ser meio que arriscado. Isso foi suficiente para bater na lamina de Motoko para justamente impedir a execução do golpe dela.
Com três desferida de golpes Mishima joga a espada de Aoyama para o outro lado do ringue.
- O que vai fazer agora, já que sua espada está fora de suas mãos? – disse Guilherme sorrindo.
- Vou continuar lutando – disse Motoko com um sorriso travesso respondendo com o mesmo sorriso.
Motoko parte pra cima de Guilherme agora com as mãos limpas o pressionando com múltiplos golpes. Mishima fica mais uma vez espantado e admirado, não sabia que essa mulher também luta muito bem com as mãos limpas. Daí começa uma seção de golpes e contra golpes de ambos, praticamente a luta está bem equilibrada.
- Um – disse Guilherme dando um chute que Motoko defende usando os dois braços – dois – da outro chute para levar Motoko para trás – três – da um terceiro chute que tira a defesa dela - Shark Com... – ia utilizar a sua técnica Shark Combo, mas Motoko segura a sua perna e o arremessa para direção para fora do ringue.
O brasileiro segura nas cordas do ringue quando estava sendo arremessado e as usa para retorna para dentro do ringue. Claro que com esse tempo Motoko pega a sua espada novamente ficando novamente armada. Ela parte para cima novamente enquanto Mishima espera aproximação.
- Técnica
secreta Shimmei: Zanganken
– disse soltando o golpe enquanto parte pra cima do adversário.
- Técnica secreta Mishima-ryu: Código 1: Circulle Virte – wind
– e uma onda de ar não só inibi o golpe de Motoko, mas como também a ataca arremessando ela para as cortas que após chegar cai no chão meio que sentada.
Mais uma vez Motoko perde para Guilherme, não que tenha capacidade de levantar novamente, mas ela estava com esperanças de aqueles golpes surdisse efeito para o seu adversário.
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Vanessa Mishima, mãe de Guilherme, está na mansão de sua família desfrutando os poucos momentos de tranqüilidade, mais precisamente está de frente da piscina de sua casa com um biquíni tipo fio dental que destaca muito as suas curvas. Esta deitada em um tipo de cadeira. Ainda Vanessa utiliza um Laptop para ver o rendimento de sua empresa, escutando musicas (Jpop), baixando animes e lendo fanfics de animes (da pra ver que ela é uma Otaku brasileira).
Não só ela vive pelo dinheiro do seu marido, mas como também ela vive pelo seu próprio dinheiro de uma franquia multinacional que ela e seu irmão montaram anos atrás, a famosa lanchonete "Pao Café" que atualmente está em 55 paises. Claro que nunca foi assim rica de uma hora para outra, a sua franquia só estendia para Brasil e E.U.A. O grande salto de sua vida financeira foi casar com o principal dono de uma pequena empresa na época e herdeiro de um estilo de arte marcial, o senhor Mishima (nome dele será revelado futuramente). O casamento deu certo e ambos ajuntaram forças para desenvolver as ambas às empresas. Conclusão da historia: Vanessa é a mulher mais rica do Brasil e Japão, dona de uma multi-franquia e mãe de dois filhos (um homem de 26 anos e uma mulher de 14 respectivamente idades dos seus filhos).
De repente o telefone toca. Vanessa desesfere a ligação do telefone dentro de casa para um celular que está no lado dela em cima de uma mesinha que contem também um suco de limão e um óculos escuro.
- Alo – atende ao telefone após colocar o Laptop na mesa.
- Alo Vanessa –san, a quanto tempo – diz uma voz feminina do outro lado da linha.
- Ah Anne –san, a quanto tempo. Quando chegou ao Japão?
- Há pouco tempo. Ah. A propósito sabe onde esta o Guilherme agora?
- Ele está na Toudai agora.
- Toudai? Pensava que ele tava fazendo faculdade no Brasil.
- Ele pediu transferência para estudar na Toudai.
- Nossa parece que não vai ser o único.
- Também ele é presidente do clube de artes marciais. Boa possibilidade de encontrá-lo lá.
- É tipo dele. Bem já vou desligando os meus créditos do cartão tão acabando. Qualquer dia passo aí para te visitar. Thau Vanessa.
- Thau Anne
Ambas desligam o telefone ao mesmo tempo. Vanessa joga o braço para trás pensando naquela mulher que acabou de ligar. Uma mulher que foi muito importante para o seu filho que novamente está de volta para o Japão, mas o que seria o objetivo do seu retorno? Quer resgatar um passado? Não. Não faz estilo daquela mulher. De qualquer jeito o retorno dela vai ter muitas surpresas principalmente para o seu filho mais velho.
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Guilherme está parado após aplicar uma técnica que leva Motoko para o chão. Claro que o golpe não foi muito forte para machucar ou para deixar inconsciente, mas apenas está recuperando o fôlego do combate. Com certeza a Motoko que enfrentou hoje é bem mais forte que aquela que enfrentou pela primeira vez. O seu golpe não conseguiu inibir totalmente o golpe de Motoko, teve um preço a pagou que foi justamente as suas duas vestisse do braço foram cortaras ao meio. Isso é meio de se espantar já que mesmo Motoko não ganhando consegue surpreender com um dano no seu adversário.
Um sorriso é formado na face do brasileiro e com passos firmes vai onde sua adversária está caída e estende a mão.
- Meus parabéns por ter me dado uma luta tão boa – disse Guilherme com um olhar firme onde demonstra confiança.
Motoko pega a mão dele meio receosa e com a face corada, aquele olhar transmitia segurança e renovamento de força. Era um olhar que já encontrou parecido com o Keitarô. Claro que tem que destacar a palavra 'parecido' e não 'igual', mesmo Motoko não sabe como descrever essa diferença, só tem a impressão dessa diferença. Mas o que seria? A cor esmeralda dos olhos? As feições latinas? A força física que possui? Belo porte atlético?
Não. Tinha uma coisa diferente naquele olhar alguma coisa que faz Guilherme Mishima ser único.
Ela pega a mão do brasileiro e delicadamente é puxada assim ficando de pé. Claro que foi mais uma vez derrotada, mas por algum motivo ela não sente como se fosse o fim do mundo, parece pela primeira vez na vida achou alguém que a derrote e ela não fica mal com isso. Justamente porque sempre aprende uma coisa nova sobre combate. Como se fosse um professor particular de artes marciais. Um professor muito especial.
- Espero que você esteja bem – disse Guilherme.
- Precisa mais do que isso para me machucar – disse Motoko encarando aqueles olhos de esmeraldas bastante vivos.
- Se eu quisesse te machucar não pouparia esforço – diz sorrindo.
- Então bateria em uma mulher?
- Se for em uma luta seria não mediria esforço.
- Então você é covarde?
- Se fosse covarde já teria te derrubado com um só dedo rapidamente.
- Exibido.
- Invejosa.
Parece que o casal entrou em uma discussão meio infantil. Parece que aqueles dois rivais não se limitam apenas em lutar fisicamente entre si para competirem. Um detalhe muito importante: os dois ainda estão segurando um à mão do outro.
- Invejosa eu? Me diga de onde sou invejosa?
- Quando tirei a sua espada de suas mãos você copiou alguns movimentos de luta do meu estilo.
- Ah é! Acha que aqueles movimentos são exclusivos seus? Você que praticamente é uma salada ambulante de movimentos e técnicas.
- Melhor do que se limitar em uma espadinha.
- O meu estilo é passado de geração a geração.
- O meu alem disso também cada geração aprimora a técnica.
- Como se todo mundo não fizesse isso.
- Engraçadinha.
- Exibido.
- Está me devendo dois pares de luvas.
- Assim como está me devendo um Kimono completo.
- Tenho uma duvida – diz o brasileiro reparando uma coisa.
- Eu também tenho a mesma duvida – diz Motoko reparando a mesma coisa.
- Por que estou segurando a sua mão? – diz os dois sincronizados.
Os dois rapidamente largam e se viram de costas um com outro, ambos com as faces coradas pela situação de intimidade que estavam. Fora que a conversa que estavam agora a pouco parece que são amigos de muito tempo. Motoko não compreende como pegou com rapidez intimidade com esse homem, já que até pra pegar intimidade com Keitarô demorou e muito. Tenta imaginar como essa aproximação. Vendo o brasileiro pode ver muitas qualidades bastante agradáveis. Força é um elemento que não tem como fugir de falar, de saber principalmente que esse homem é capaz de derrotar a sua irmã, coisa que seus olhos ainda não viram. Honra é uma característica bem visível dele, já que mesmo Motoko não tendo força suficiente para enfrentá-lo nunca chegou menosprezando a sua pessoa como sua irmã faz. Auto-controle outro fator positivo dele, mesmo em situações embaraçosas ele mantém muito a razão.
É melhor parar com esses pensamentos, pensa Motoko. Se alguém conseguisse ler a sua mente diria que ela está apaixonada por Mishima.
Guilherme tenta imaginar como se deu bem tão rápido com essa mulher. Claro que ele gosta de mulheres que lutam - isso não pode negar. Também adora determinação em uma pessoa – isso da muito valor em uma pessoa. Também sem contar que...
O que está pensando? É melhor parar por aí. Se alguém lesse a sua mente diria que esta apaixonado pela Motoko. A melhor coisa a fazer é inventar um assunto para esquecer esses pensamentos embaraçosos.
- A propósito você já conseguiu dominar aquela técnica que eu ensinei?
- Qual? – Motoko vira em direção dele.
- Aquela técnica com a espada.
Motoko busca da sua memória uma lembrança onde com uma espada de madeira o Mishima consegue cortar o próprio reflexo (leia capítulo IX).
- Lembrei.
- Então vamos para o seu treinamento – disse saindo do ringue.
- Hã?
- Não quer aprender a técnica não? Vou te ajudar.
- Hai – disse descendo também do ringue.
- Então o segredo da técnica é canalizar a força na lamina tente criar uma camada de Ki nela.
- H-hai – disse deixando a sua espada de frente, a típica posição do Kendô, e fechando os olhos para concentrar o seu Ki, controlando para ficar em torno da lâmina, o que é meio difícil já que é mais fácil solta-lo de uma vez do que controla-lo para sair aos poucos. Com certa dificuldade consegue criar uma fina camada de Ki em volta na lâmina.
- Ta bom agora – disse Guilherme passando as mãos nos ombros – agora se movimente a espada. Não precisa fazer movimentos ofensivos e defensivos.
- Hai – Motoko faz o que foi ordenado movimentando a espada lentamente para tentar manter a camada de Ki criada. De primeira não conseguia fica com muito tempo com o Ki em volta na espada porque facilmente se desmanchava, fazendo que ela concentrasse de novo para criar a camada novamente. Aos poucos ela consegue mover com mais praticidade mesmo sendo lentamente, mas tem mais praticidade. Poderia está movendo com mais precisão se não fosse por certo barulho vindo perto dela.
Guilherme está com uma irritação nos ombros, não por causa do combate que teve a pouco, mas por te tido a infelicidade de dormi de mau jeito de noite. Então o seu corpo cobra o tributo por isso. Ele está inquieto mexendo os ombros, massageando-os, mas em vão. Alguns resmungos muito baixo são emitidos na boca do ocidental.
Motoko para o treinamento e guarda a espada. Primeira olha firmemente para aquele homem para repensar justamente o que vai fazer. De certa forma o que pretende fazer é muita ousadia e tem um risco de ele pensar besteira, então tem que arrumar um bom argumento para fazer a sua ação sem que ache um tipo de macia. Então lembrou daquela conversa que teve momentos atrás, um argumento perfeito para ser utilizado.
- Você quer que eu pague agora pelas aquelas luvas? – pergunta Motoko com um tom de voz firme.
- Hum? O que? – disse Guilherme tirando atenção pela maldita dor que está sentindo nos ombros – ah sim, para mim tanto faz.
- Então sente em uma cadeira que darei o jeito nos seus ombros.
- Hum... hai – disse sem pensar duas vezes por aquela proposta.
Tinha uma cadeira comum próxima onde Mishima obedece assim sentando. Motoko vai atrás dele e começa fazer uma massagem nos ombros dele. O toque é bem vindo e bem aceito, fazendo que aos poucos relaxe o seu corpo e sinta sua dor sendo inibido.
Foi mais fácil que imaginava, pensava Motoko. E suavemente desliza os seus dedos nos ombros definidos daquele homem sentindo cada partícula daquela região daquele homem. Um gemido de alivio é deixado de escapar pela boca do brasileiro. Motoko não sabe o porquê, mas gostou de escuta aquele som. Como ela queria fazer aquele homem gemer e muito. Tipo... espancá-lo tanto até pedir clemência, assim finalmente derrotando-o (romântico, né?). Ou então...
Ei o que está pensando, ou melhor, o que ia pensar. Dês de quando que ela está ficando tão... Esquece. Uma coisa que vem na sua cabeça é que está escrevendo romances demais.
Guilherme relaxa mais e mais daquela bendita massagem. Era tudo que estava precisando. Daquele toque de mãos de anjo. Daquelas mãos suaves femininas. Daquelas pressões suáveis dado pelas aquelas mãos. Mãos que são bastante macias. Mãos sensíveis. Mãos...
Espera aí, por que está elogiando tanto as mãos de Motoko? Ou melhor, só agora a sua mente se liga em uma coisa. Uma mulher, que por sinal é muito linda, está oferecendo para dar uma massagem mais o fato que estarem sozinhos naquele local aparentemente (claro que nem ele e nem ela viram um pequeno ser entrando no dojo) faz com que a mente masculina pense algumas coisas maliciosas. É melhor colocar um freio nos seus pensamentos, pensa o brasileiro, dês de quando está ficando tão pervertido?
De repente a lâmpada que está acessa localizada em cima do ringue apaga, Guilherme olha pra cima justamente onde queimou.
- Putz – diz.
- O que foi? – pergunta a samurai.
- Uma lâmpada queimou, tenho que trocar.
- Então faça isso.
- É muito alto pra isso e também não tenho altura suficiente.
- E o que vai fazer agora?
Mishima fica pensativo tentando achar uma solução. Descobriu uma solução perfeita, usar a sua altura e a altura da cadeira para justamente Motoko trocar a lâmpada.
- Tenho uma idéia.
- Qual?
- Vou subir na cadeira e você sobe em cima dos meus ombros para a gente trocar a lâmpada.
- Até que é uma boa idéia, mas você agüenta o meu peso?
Guilherme a olha como se falasse 'o que você acha que sou'.
- Bem sei que você agüenta, mas quem garante que você não vai olhar debaixo da minha saia.
- E eu tenho cara de ser pervertido?
Motoko o olha torto. Guilherme fica com uma gota atrás da cabeça.
- Vamos encara o seguinte – diz Guilherme – se eu olhar para debaixo da sua saia logicamente vamos cair no chão. Isso é uma prova que não tenho interesse de olhar enquanto você estiver nos meus ombros.
- Por que tenho a impressão que não confio nisso.
- Olha façamos o seguinte: coloca uma venda nos meus olhos e pronto. Daí as minhas mãos vão está segurando a sua canela garantindo que não vou tirar a venda.
- Ta bom me convenceu, vamos trocar essa lâmpada agora.
- Ok – disse – dando um pequeno tapa nas mãos de Motoko – vou pegar as coisas – se levanta e vai para dispensa busca uma lâmpada e um pano para vendar o seus olhos. Depois vai para a caixa de força elétrica e desliga a força para evitar acidente – pronto – disse pegando a cadeira e levando para o ringue – aqui estão as duas coisas que a gente precisa, toma a venda e me amarre para você ter certeza que não tou afrouxando pra ter uma pequena visão.
- Hum – disse pegando a o pano e amarrando bem firme e tampando totalmente a visão – pronto.
- Ótimo. Agora pegue a lâmpada e suba nos meus ombros – agacha para facilitar a subida de Motoko
- Hai – disse subindo nos ombros de Guilherme.
Graças pela massagem Mishima não sente mais aquele incomodo que estava sentindo nos ombros, graças as mãos mágicas da samurai. Bem ele segura firme na canela dela e a ergue. Como a cadeira está à frente, não tem muita dificuldade se subir. Com trabalho de equipe a dupla de guerreiros consegue realizar o objetivo.
Claro que tudo estaria bem se não fosse um pequeno ser alado que entrou momentos antes disso aparecesse de repente de frente da Motoko. Bem o justo não seria muito forte para a samurai se não fosse nada mais e nada menos do que Tama. Motoko da um grito e se move. Guilherme como está embaixo e firme começa a sentir os movimentos da mulher que o faz perder o equilíbrio, poderia tentar manter, mas está em cima de uma cadeira.
[CONTINUA
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Dicionário:
1- Messatsu Zankū Zanmasen: melodia da aniquilação e flash cortadora do mal;
2- Bako Bako Punch: se traduzisse seria sons de mastigação acompanhado com a palavra soco (bako bako é abrir e
fechar a boca no Japão, som onomatopéia);
3- Raimeiken: golpe da espada relampago;
4- Ryūhazan: Corte da fenda do dragão;
5- Gedulah Sali: Magnitude de minha rocha;
6- Zanganken: Espada destruídora de rocha;
7- Circulle Virte - wind: circulo virtal - vento.
Bem mais uma vez posto a continuação dessa série. Os nomes dos golpes de Motoko eu mesmo traduzir, alguns golpes achei um nome melhor pra ficar legal em portugues. Os golpes de Mishima tem mistura de palavras japonesas, inglesas e hebraícos.
No caso tou ainda escrevendo esse capítulo e como está saíndo muito grande estou dividindo, logo logo posto a parte dois.
Se alguem se interessar ser o beta-reader da fic é so me manda um reviews ou e mail.
Até a proxima!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
