Keitarô esta dando uma limpada na sala da pensão exercendo a função de gerente. De repente o telefone toca e imediatamente vai atender.

- Alo. Pensão Hinata – diz Keitarô após pegar o gancho do telefone.

- Alo. Posso falar com o dono ou gerente da pensão? – diz uma voz do outro lado da linha, uma voz feminina.

- Está falando com o gerente da pensão – diz Keitarô.

- Mas espera aí. Aí não é uma pensão feminina? – diz a voz do outro lado da linha com duvidas.

- Hai. É sim.

- E por que justamente um homem é o gerente da pensão?

- Eu sou neto da proprietária do estabelecimento.

- Hum ok então – disse com um tom de ter aceitado o argumento – mas voltando ao assunto eu vi o anuncio no jornal sobre a disponibilidade de um quarto para alugar. Esse quarto está disponível?

- Está sim – confirmando a informação, mas não lembra quando anunciou o quarto no jornal. Mais provável que sua irmã ou Haruka, sua tia, tenham feito isso.

- Quanto que é a mensalidade?

- A mensalidade inclui refeição, conta de luz, conta de água, telefone e usando um banheiro coletivo que tem uma fonte termal. Tudo isso por $ XX (se alguém souber o valor da mensalidade da pensão, me fale).

- Deixa eu ver se entendi. Tenho um canto pra dormi, um lugar pra tomar banho, comida feita e ainda todas as despeças inclui nesse valor, isso?

- Hum hai.

- ISSO TA MUITO BARATO!!!!!!!!!!!!! – deu um grito que Keitarô teve de afastar o fone dos ouvidos para não estourar os tímpanos – quando já posso ir pra ir?

- Na hora que você quiser. Qual o seu nome?

- Anne, Anne Yori.

- Ok então – disse anotando em um papel – já vou preparar o seu quarto.

- Muito obrigada. Mas já vou avisando uma coisa: se você vier com taradez pra cima do meu lado vai apanhar tanto que vai virar outra pessoa.

- Não tem problemas, não desse tipo de pessoa – falou sem muita convicção já que 99 das moradoras confirmam o seu jeito tarado.

- Então até.

- Até – Keitarô desliga o telefone. Parece que essa nova moradora vai da muito que falar. Ele já sente as dores por antecedência das novas pancadas que vai receber.

Capítulo XVII – Confusão ao quadrado

Keitarô estava andando nos corredores da pensão perto das fontes termais quando de repente escuta um grito, mais precisamente da Shinobu. Por instinto imediatamente entra no local esquecendo de um detalhe que só vai perceber depois.

Logo quando entra ver justamente a Shinobu nua, tendo só a toalha em volta do corpo. Quando a pequena vê o gerente da um grito mais forte. Como a lei de Ken Akamatsu é perversa logo vem à resposta 'sensível' contra esses acidentes, ou seja, veio Motoko que rapidamente ver mais um acidente não proposital de Keitarô.

- Começando logo cedo – pegando a sua espada de bambu – Raimeiken – manda literalmente Keitarô para os ares se não fosse o teto da pensão a qual ele bate no teto e retorna no chão como se fosse uma bola humana.

- Ano.,, Motoko –senpai, a culpa foi minha – disse Shinobu meio timidamente – eu gritei quando Urashima –senpai estava passando por perto, isso fez ele entrar aqui por acidente. Só que me assustei quando ele entrou aqui de repente – respira fundo já que falou tudo isso de uma vez.

Motoko fica surpresa pelo fato de finalmente a Shinobu tenha defendido Keitarô pela primeira vez. O problema que a samurai já o atacou, ou seja, não tem mais nada a fazer.

- Mas o que aconteceu para você gritar? – pergunta Motoko.

- Também quero saber disso também – disse Keitarô se levantando já sacudindo a poeira da roupa como se nada tivesse acontecido.

- Eu vi um tubarão na fonte – respondeu Shinobu.

- Tubarão? – respondeu os dois em sincronia.

- Shinobu –san, isso é praticamente impossível – disse Motoko ainda com a espada de bambu na mão (ela esta com uma roupa comum, calça e camisa, em vez do seu quimono).

- Deve ser Tama brincando de tubarão usando a nadadeira para assustar – pensou Keitarô.

- Deve ser isso mesmo. Nada demais. Então vai na frente, é o seu trabalho como gerente – disse Motoko já com medo e empurrando o gerente.

- Ta bem – respondeu Keitarô meio que confiante já que não tem nenhuma possibilidade aparente de acabar com uma confusão e também entendendo o medo da sua inquilina.

Keitarô aproxima da borda e tenta ver o que tem no fundo da água, mas a visibilidade é muito baixa. De repente ver um tipo de barbatana pequena de tubarão de cor amarela. Pelo jeito é o Tama, pensa Keitarô.

- Tama –chan – Keitarô chama e a barbatana vai a direção dele, quando aproxima muito perto o ser sai da água revelando um grande tubarão mecânico de cor amarela com uma bocada engole o Keitarô. Shinobu quase desmaia de susto quando ver isso. Motoko consegue aparentemente não se assustar exceto pelo pequeno pulo discreto para trás.

- Alvo capturado – disse uma voz robótica dentro do robô. Logo assumi uma forma de um foguete e rapidamente decola passando até as nuvens chegando até o espaço sideral (ficando até no meio de alguns satélites lanchadas pelo homem). Depois desce para o planeta Terra chegando ao conhecido espaço geográfico, ou seja, pensão Hinata. Aterrissa suavemente no terraço da pensão já se transmutando novamente agora fazendo uma típica churrasqueira com um espeto onde Keitarô se encontra amarrado entre os membros e pendurado no espeto.

- HAHAHAHAHAHAHA Nyah – disse Kaolla já no terraço – finalmente te peguei sua tartaruga mutante. Agora vou fazer churrasco de você HAHAHAHAHAHAHA... Keitarô? – disse já reparando que a sua vitima não era bem o que pensava.

-Kaolla, pode me tirar daqui, por favor – pede Keitarô meio com duvida se vai ser atendido ou não.

- O meu plano era comer Tama – faz uma pausa refletindo no assunto – só resta uma coisa – disse tirando de suas costas misteriosamente um gafo e uma faca – vou comer o Keitarô! – disse na maior simplicidade com o seu sorriso carismático de sempre.

- Kaolla você tem noção do que está falando? – tenta se soltar.

- Hai! A menos se você queria me comer primeiro – respondeu na maior simplicidade.

Como a frase tem um duplo sentido Keitarô tem um ataque de hemorragia nasal. Keitarô tenta pensa que aquilo foi só um acidente do tipo 'proposital' falado pela Su. É claro que o sentido é no sentido de se alimentar, não é?

Narusegawa sobe para o terraço justamente fraga a cena onde Keitarô está amarrado como um churrasco humano e Kaolla dançando feito canibal com garfo e faca nas mãos. Por instintos queria logo da o seu 'Naru punch' no Keitarô, mas se controla. Não é assim que vai reconquistar a simpatia do Keitarô. Precisa ser mais simpática e mais compreensiva com Keitarô. Foi justamente a ausência dessas duas coisas que perdeu o amor dele. Então vai da ao Keitarô o beneficio da duvida.

Então se aproxima tranquilamente nos dois e pergunta para Su:

- O que está acontecendo?

- Tou fazendo churrasco de Keitarô – disse Kaolla sem perder o sorriso.

- Kaolla não faz isso, desamarre ele, por favor.

- Ta bom – disse apertando um botão que faz que os nós desfaçam.

Keitarô fica sensibilizado pela ação da Naru de defendê-lo. Antigamente era um 'Naru punch' garantido independendo se ser culpado ou não. Agora pelo menos pensa antes de bater. E deixou de xingá-lo.

- Já disse que não é pra comer porcarias na rua – disse Naru.

- Hai!

Keitarô abaixa a cabeça com o ego meio abatido (como sempre) corrigindo os seus pensamentos, pelo menos o ultimo.

- Parece que tem alguém subindo as escadas da pensão – disse Kaolla com binóculos que ela puxou do nada.

- Quem será? – perguntou a Narusegawa.

- É uma mulher, nunca vi.

- Deve ser a nova moradora chegando – respondeu Keitarô (um detalhe nada importante ele tenta ajeitar os óculos, mas logo percebe que não está mais usando eles).

- Nova moradora? – pergunta Naru.

- Hai. Ela reservou um quatro pela manha – respondeu Keitarô se lembrando.

- Boa! Que legal! Alguém a mais pra brincar – disse Kaolla pulando de alegria.

- Como será ela? – perguntou Narusegawa tentando imaginar.

- Veremos – respondeu Keitarô.

- Parece que tem um panda no lado dela – respondeu Kaolla vendo mais uma vez nos binóculos.

- Panda? – disseram em sincronia Keitarô e Naru.

- Hai. Que legal! Ela tem um panda de estimação.

Keitarô sua frio por lembrar de uma garota que tinha um panda de estimação. Justamente a mesma que tem um chute poderoso. Já sente as dores de antecipação só de imaginar se for àquela mesma mulher que já encontrou.

Para a infelicidade de Keitarô (e para a felicidade dos autores que gostam de ver Keitarô voando) é Anne Yori que está chegando para pensão Hinata a fim de ter uma moradia. Casa - se gasta muito dinheiro. Apartamento - muito limitado de fazer barulho. Então nada melhor que pensão. O único obstáculo foi ter que arrumar algum lugar barato. Quando viu no jornal que tinha uma com custo baixo que oferecia casa, comida e roupa lavada, sem contar que sua é mais próximo de Tóquio e ainda tem uma fonte termal disponível. Melhor do que isso só a mansão do Mishima, só que ultimamente está meio que duro para chutá-lo.

Anne já encontra uma de suas futuras amigas de pensão justamente na entrada varrendo um pouco. A pequena Shinobu.

- Bom dia! Aqui é a pensão Hinata? – pergunta Anne.

- Hai é aqui... ai Kami-sama! – Shinobu se assusta com a panda.

- Calma eu não mordo – disse Anne fazendo Shinobu ter uma gota atrás da nuca.

- Ano... o que deseja?

- Vim alugar um quarto.

- Veja bem vinda para pensão. Sou Shinobu Maehara – faz a tradicional curvatura japonesa.

- Sou Anne Yori. Prazer – diz sorrindo inclinando, olhos fechados, a cabeça para o lado e com as mãos atrás da costa.

- Já falou com Urashima –sempai?

- Quem? – fazendo uma cara de 100 de duvida.

- Ah é o gerente da pensão.

- Ah só! Já falei com ele no telefone acertando todos os detalhes.

- Falta algum detalhe ainda pra resolver.

- Hai.

- Qual?

- Sabe que é! – diz olhando para Shinobu – você é muito kawaii – olhos brilhando como estrelas.

Logicamente Shinobu fica com uma gota atrás da cabeça.

As duas ouvem passos apressados descendo as escadas da pensão. Eram Keitarô e Naru descendo rapidamente para ver a nova moradora. Logo os dois ficam de frente da misteriosa moradora que tem um panda como bicho de estimação.

- Quem são esses dois? – perguntou Anne achando ambos muito suspeitos.

- Eles são: Urashima –senpai, o gerente, e a Narusegawa -senpai, outra moradora da pensão – disse Shinobu.

- Hum... – Anne dando uma olhada em Narusegawa – parece que saiu do RBD.

- O que! – Naru já ia pra cima, mas é segurado pelo Keitarô.

- Naru –san, se acalme, por favor! – diz Keitarô.

- Ta bem, mas... – repara com a face meio ruborizada aonde Keitarô segurou, exatamente em uma das regiões sensíveis das mulheres (mais precisamente os seios). Claro que Keitarô não fez de propósito, mas como segurar bem uma que tem o soco mais forte do mundo?

- Naru, perdão. Não foi por querer – disse recuando alguns passos para trás.

- Sem perdão – Keitarô vai para os ares com o famoso Naru Punch.

- Nossa! Isso que chamo um digno Shoryuken (Dragon Punch) de Ken Masters – disse Anne animada. Ela aproxima de Naru dando um leve tapinha nas costas – você é muito divertida!

- Obrigada – diz Naru se recuperando da raiva e sorrindo para Anne. Será que o começo de uma bela amizade?

Keitarô tem pouso 'suave' no chão ao lado de Naru e Anne. A dona da panda da uma olhada no Keitarô espatifado e entra em uma reflexão.

- Hum... eu já o vi em algum lugar... onde será que foi...?

Para felicidade de Keitarô ela não lembra quando a encontrou no capitulo passado. Como seria a reação dela se lembrasse? Sorte que ela tem uma péssima memória.

- Vamos entrando, aposto que está cansada de ficar aí segurando as malas – disse Naru convidando Anne entrar.

- Isso mesmo! To cansada de carregar essas malas – Anne diz entrando logo de uma vez junto com Shinobu e Naru. Detalhe importante: todas esqueceram que o Keitarô estava jogado no chão depois de sofrer o Naru Punch e ainda por cima a panda mais uma vez o pisa (parece que os animais de grande porte de uma fixação por pisar em corpos semi-vivos no chão).

Anne já senta no sofá se espreguiçando um pouco.

- Nossa! Foi uma longa viagem para chegar aqui – disse a estrangeira meio que boquejando.

- Onde vejo veio? – perguntou Naru.

- Vim de Tóquio logo após de ter retornado de viagem da Inglaterra.

- Nossa! Que legal! Conte um pouco sobre você.

- Bem eu nasci na rua, mas com o tempo subir na causada com medo de ser atropelado – disse na maior simplicidade que resultou gota em Shinobu, Naru e da panda – agora falando sério... – teve uma interrupção de um robô com formado de tartaruga que aparece de repente e fica parado de frente da Anne.

- Scaniando o alvo – disse a imitação de tartaruga com uma voz robótica – alvo analisado. Um ser humano de sexo feminino – após isso voa em uma outra direção para procurar o seu verdadeiro alvo (com certeza deve ser Tama, já que é uma criação de Kaolla).

E logo a mestra daquele robô aparece. Kaolla Su está vestida com seu tradicional uniforme da escola onde estuda. Desce as escadas, ou melhor, corrimão.

- MXYZ 014. Localizou o alvo? – disse parando na frente de Anne onde ela a olha.

Anne olha para Kaolla. Kaolla olha para Anne. E as duas ficam nessa troca de olhares praticamente estudando a outra.

- Quem é ela? – perguntou as duas ao mesmo tempo.

- Essa é a Kaolla Su, outra moradora – disse Shinobu para Anne após Keitarô entrar na pensão já recuperado dos ferimentos – essa é Anne Yori, nossa nova companheira da pensão.

- Que legal! – Kaolla foi abraçar Anne – vamos ser amigas.

- Hai – respondeu Anne correspondendo o abraço. Naru, Shinobu e Keitarô podem ver que detrás daquela mulher corajosa se esconde uma mulher carinhosa – você parece ser uma pessoa extremamente sensata – disse fazendo todos que estavam de pé caírem no chão. Parece que ela tem uma estranha visão de que é um ser sensato.

Em essa meia cena aparece Mutsumi entrando de repente da pensão com uma cesta de roupa. Como sempre ela está de ótimo humor sempre meio sorridente assemelhando com a Kaolla. A diferença do sorriso entre Su e Otohime que uma tem um sorriso estilo infantil e a outra um sorriso mais maduro.

- Boa tarde – disse cumprimentando todo mundo após entrar.

Anne da uma olhada na Mutsumi e depois para o Keitarô. Olha pra Mutsumi e depois Keitarô. Keitarô e Mutsumi. Mutsumi e Keitarô. E segue essa confusão de olhares e comparação. Leva um certo tempo (uns dois minutos só disso) até que finalmente Anne faz uma ação.

- AAAHHH – se levanta e aponta o dedo para Mutsumi – um clone – aponta ao mesmo tempo para Keitarô e Mutsumi.

- Ela não é um clone do Keitarô – disse Shinobu.

- Apesar de parecer demais – sussurra para si mesma Narusegawa.

- Então quem é você? – disse Anne apontando o dedo para Mutsumi.

- Sou Mutsumi Otohime, muito prazer – respondeu se curvando um pouco para cumprimentar Anne.

- Prazer. Sou Anne Yori, a nova moradora da pensão – faz o sinal de 'Ok' com o polegar (estilo que Rock Lee e Gai Sensei fazem no anime\manga Naruto).

- Muito prazer Anne Yori. Agora com licença que vou estender a roupa no Terraço – disse sorrindo. Mal anda três passos e cai no chão.

- Mutsumi –san – Keitarô a ajuda levantar e Naru ajuda a pegar o cesto de roupa.

- Nossa! Ela também aprova de impacto também – diz Anne fazendo um comentário.

- São dez horas da manha. Tem pessoa que está querendo dormi nessa hora, sabiam? – chega de repente Kitsune toda sonolenta. Com o aparecimento repetindo da mulher raposa Anne vira para ela e diz:

- Quem é essa? – Anne aponta o dedo (isso é praticamente uma mania dela apontar o dedo nos outros).

- Hum... – disse Kitsune tentando recuperar no sono – sou Mitsume Konno, minhas amigas me chamam de Kitsune... e quem é você?

- Sou Anne Yori, a nova moradora da pensão – diz Anne ao mesmo tempo pensando que um gravador seria ideal para ela naquele momento.

- Ora ora parece que as coisas vão ficar agitar mais aqui em Hinata.

- Ta me chamando de bagunceira? – perguntou Anne indignada.

- Não. Justamente... esquece você vai ver com o passar do tempo – após disser isso alonga um pouco – as vezes isso incomoda para dormi depois de ter planejado as apost... digo alguns projetos as noite passadas.

Todos exceto Anne tiveram uma gota atrás da cabeça. Anne olha para Kitsune e depois olha Mutsumi e tem uma idéia.

- Ei Kitsune. Que tal a gente fazer uma aposta? – pergunta Anne.

- Por acaso eu tenho cara de uma mulher compulsiva de aposta? – diz tentando manter uma posição seria – cuja pessoa que cai toda vez em tentação para arriscar nos mais diverso tipos de apostas?

"Parece que Kitsune finalmente ganhou juízo" pensa Naru.

- E então o que vamos apostar? – disse Kitsune perdendo a pose seria que tinha momentos atrás. Isso faz todos exceto Kaolla, que está sentada no sofá, e Anne caírem no chão.

- Vamos apostar o seguinte: aposto hoje mesmo a tal Mutsumi cai da varanda ainda hoje.

- Isso é muito cruel em apostar no azar de uma amiga – respondeu Kitsune.

- Aposto vinte conto.

- Feito – disse Kitsune deixando todos exceto Kaolla com uma gota.


Motoko estuda tranquilamente em seu quarto.

Ela está vestindo um sorte curto (tipo de educação física), camisa branca, meio folgada e meias brancas. Claro que ela não gostaria que o Keitarô entrasse no seu quarto de repente. Por isso que deixou um aviso dizendo "Não entre se bater na porta primeiro. Se violar esse aviso pagará as conseqüências". Pode ser meio dramático, mas precação nunca é demais. Se bem que tem algumas pessoas que podem entrar facilmente. Kaolla por simples fato de que ela nunca levantaria a espada para atacar a menina. Kanako pelas suas habilidades ninjas. Sua irmã, Mishima e Haruka pela força, ainda bem que a segunda não é a gerente da pensão (felizmente ou infelizmente?). E Tama pelo simples fato de ter medo da tartaruga.

Os seus estudos estão progredindo, graças por separar parte do seu tempo para escrever, treinar sua arte marcial e também de ser cuidar. Por mais estranho que possa parecer Motoko antes nunca foi de muita questão de se cuidar. Não que ela só viria desarrumada, mas só fazia o básico como tomar banho (também se não tivesse isso se mata) e passar o creme no corpo. A única coisa de vaidade que tinha era cuida do cabelo, uma parte dela sagrada do corpo dela (assim como a maior parte das mulheres). Atualmente ela tem diversos atos de vaidade como usar uma maquiagem leve, usa roupas mais femininas (dando um destaque nas variações de roupas intimas).

Sem conta que ela agora passa mais tempo no banho tendo todo o cuidado em cada parte. Um dia o seu corpo teve uma estranha reação quando ela estava tomando banho. Literalmente ficou arrepiada, os mamilos ficaram mais duros e sentia um certo calor embaixo.

Talvez foi uma excitação pelo toque sensível da refrescante massagem que ela faz. Só que Motoko não chega ao ponto de... digamos descobrir os prazeres do corpo sozinha. E também não pensa nessas coisas toda hora (pelo menos até onde ela admite). Motoko não se considera pervertida. Esse adjetivo tem que pertencer a uma certa meia irmã de um certo gerente.

Um dia Motoko ia ao quarto da Kanako para acerta o pagamento do mês de sua estadia. Chegou de frente da porta do quarto onde qual se encontrava fechada. Tinha a idéia de bater na porta antes de entrar, mas resolveu primeiramente aguçar os seus sentidos para saber se realmente a Urashima poderia se encontrar (bem provável que ela fingiria que não está no quarto para Motoko entrar e cair em uma armadilha).

Primeiro localizou se tinha pessoa lá dentro através da sensibilidade de detectar o Ki. Localizou uma pessoa com Ki conhecido a qual justamente estava procurando. Pode verificar também que estava sozinha. Depois aguçou os ouvidos aproximando na porta para ouvir que Kanako estava fazendo.

Motoko ficou surpresa em descobrir que sons a Kanako estava fazendo. Alguns pequenos gemidos estavam sendo emitidos. Não gemidos de dor, mas sim de prazer. Parece que nem precisa imaginar que Kanako estava fazendo. Não é da parte dela saber disso, então discretamente sai em silencio para que a mulher ninja não descubra a sua presença.

Não é um fato a pensar agora, afinal mesmo se pensasse não adiantaria de nada. Qual é a graça de pegar uma mulher se auto –erotisando em fraga? Ou melhor, o que faria se pegasse em fraga? Nada. Só iria sair dali. Acho se Motoko fosse a Kitsune chantagearia Kanako para ficar alguns meses sem pagar, ou se fosse Kaolla perguntaria 'o que estava fazendo?'. Esse último pensamento a faz ri.

Seria mais interessante... a esquece, é melhor se concentrar nos estudos. Tudo estava indo bom até que sua lapiseira quebra. Mas como isso é possível, pensa Motoko. Parece que é um sinal de má sorte. Para completar ela não tem nenhuma lapiseira reserva e nenhum lápis sobrando. O jeito é mesmo sair para comprar alguns lápis e lapiseira.

Então ela tira a sua roupa que estava usando e coloca uma nova. Uma calça azul, uma camisa preta que mostra a barriga e uma blusa rosa com branca que tem uma toca com mangas curtas.

Como é que as coisas podem piorar? Só falta ela encontrar aquela mulher daquele dia onde não foi com a cara dela.


Enquanto isso na sala principal de Hinata. Está Anne e Kitsune estão jogando conversa fiada ainda discutindo quem vai ganhar aposta. Shinobu está na cozinha preparando o almoço. Keitarô está no seu quarto organizando as contas da pensão. Naru está perto de Anne e Kitsune sentada em um outro sofá lendo uma revista. Kaolla foi para um outro lugar para procurar Tama. E Mutsumi está na varanda.

De repente um corpo cai no chão da entrada. Não seria problema se não tivesse vindo do ultimo andar da pensão. Para ser mais preciso foi Mutsumi que caiu na varanda. Esse fato aconteceu uma felicidade de uma e uma infelicidade de outra.

- EU GANHEI!!!! PASSA A GRANA – disse Anne para Kitsune.

- Ah não – disse Kitsune para passando a grana.

Naru passa o olhar sendo testemunha que Kitsune perdeu uma aposta novamente.

"Poxa! Ela não perde essa mania de apostar" pensa Naru.

"Perdi meu dinheiro novamente" pensa Kitsune meio que chorando no interior.

"Alguém para eu ganhar as apostas. Vou lucrar" pensa Anne rindo por dentro.

O socorro vem logo para Mutsumi. Kouta Urashima chega e ajuda levantar a garota tartaruga. Por sorte não nada grave, a Otohime está bem graças a uma grande resistência que ela possui. Tanto tudo certo Kouta resolve bater na porta antes de entrar na pensão mesmo ela estando aberta (como é uma pensão feminina Kouta precisa de uma autorização para entrar, segundo a mente dele).

- Bom dia – disse Kouta ficando na porta – o Keitarô se encontra?

- Bom dia – Naru se levanta e vai cumprimenta o recente amigo – sim ele está. Pode entrar.

Anne olha para Kouta reparando a sua aparência exótica que segundo ela é uma mulher vestida de homem.

- Quem é el... – Kitsune tampa a boca de Anne antes de terminar a frase.

- Ah – disse Naru – quero que você conheça a mais nova moradora da pensão – disse meio que puxando o jovem – essa é Anne Yori – disse apontando para Anne.

- Prazer sou Kouta Urashima – disse se curvando formalmente – prazer em conhecê-la.

- Ele é um homem – Kitsune sussurra nos ouvidos de Anne.

- O QUE ELE É... – agora foram Naru e Kitsune que tampam a boca de Anne juntas.

- Algum problema? – pergunta Kouta.

- Nada não – responde Naru para Anne – você não ia ver o Keitarô?

- Ah sim. Com licença – Kouta despede das três com um tímido sorriso e vai para o quarto do gerente.

Kitsune e Naru gritam de dor juntas porque Anne morde a mão das duas.

- Por que vocês duas fizeram isso comigo? Não ver que tava quase sem respirar? – pergunta Anne indignada.

- Fizemos isso para o seu próprio bem – responde Kitsune assoprando a sua mão que foi mordida.

- O Kouta é muito sensível pela sua aparência e digamos que tem uma reação agressiva a isso – responde Naru.

- Grande coisa! Quero ver se ele é tão perigoso assim – responde Anne.

- Ele praticamente é a Naru de calças – responde Kitsune.

- Ei! – indigna Naru.

- Eita! Então ele é perigoso – responde Anne com um certo medo.

- Ei! – indigna mais uma vez Naru.

- Mas mesmo assim pra mim ele é uma mulher até que prove o contrario – Anne falou convicta e rindo – mas não deixa ele saber não – diz fazendo que as duas ficam com uma gota atrás da cabeça.

Nas escadas da pensão desce uma pessoa que até agora não estava ciente da nova moradora da pensão a fim de comprar alguns materiais para estudar novamente. Quando finalmente a sucessora do estilo Shimmei desce repara que tem uma pessoa nova na pensão a qual justamente nunca esperava revê-la. E logo essa mesma pessoa percebe a presença da samurai.

Anne e Motoko se encaram por um bom tempo até que as duas tiveram uma reação.

- AAAAAAAAHHHHHHHHHH – foi o grito sincronizado das duas.

- O que essa escandalosa está fazendo aqui? – pergunta Motoko indignada.

- Eu devia pergunta à mesma coisa sua big vampira – respondeu Anne encarando Motoko – e ainda mais me segue pra cá.

- Você que está me seguindo sua abusada. Eu moro aqui.

- E também moro aqui. Uma de nós vai ter que sair.

- Concordo. Então saia.

- Saia você.

Naru e Kitsune olham as duas sem saber o que fazer. Como vai acalmar as duas? Parecem que são gato e rato. Até a panda que estava no lado de fora veio para ver a discussão, acho que tentando ver como vai separar a discussão de sua mestra. Imagine se as duas começarem a brigarem fisicamente? Naru e Kitsune sabem que Motoko consegue fazer, afinal quem vai separar uma das mais fortes samurais do estilo Shimmei. A panda sabe que sua mestra é capaz, afinal quem seguraria uma mulher cujos chutes são tão poderosos ou mais do que o Naru Punch.

- Eu que não vou morar no mesmo lugar que você – disse Motoko cruzando os braços.

- Prefiro morar debaixo da ponte a ter que morar junto com você – disse Anne também cruzando os braços.

- A vocês vão morar juntas assim – disse a voz do ser que apareceu no meio das duas briguentas com uma gata roxa voadora no lado.

- AAAHHH! – as duas pulam de susto pelo aparecimento de uma certa conhecida.

- Está no parágrafo X que nenhuma moradora poderá se mudar por causa da outra – disse a voz com sem mostrar nenhuma emoção.

- Kanako, quero saber que historia é essa – disse Motoko com uma certa raiva – como você vai chamar justamente essa aí para morar aqui.

- Ei – questionou Anne.

- Primeiramente ela viu o anuncio no jornal, ou seja, podia ser qualquer pessoa. Não tenho culpa de você já a conhece. E segundo lugar mesmo se soubesse desse fato não é problema seu.

- Ora sua...

- Ou você quer pagar dobrado a sua mensalidade.

- Bem não... – Motoko fica sem jeito.

- A pensão precisa de hospedes e nada vai atrapalhar isso – responde Kanako sem expressa nenhum alteração de humor ou de voz.

- Bem eu não vou ficar mais aqui – disse Anne – não quero ficar no mesmo teto da Big Vampira.

- Ora sua... – Motoko ia à direção de Anne, mas Kanako coloca o braço no meio para impedir a aproximação. Em vez disso calmamente Kanako chega perto de Anne.

- Você quer discutir isso? – Kanako está com uma áurea assustadora.

- Não – Anne coloca as mãos para frente meio com medo.

- Ótimo – Kanako vira as costas e caminha – bem vinda à pensão Hinata, espero que você goste – disse Kanako virando para da um sorriso forçado e depois retorna o seu caminho.

"Alguém que é melhor ter com amiga, não inimiga" pensa Anne com um certo medo de Kanako.

- Agora que a irmã da Keitarô disse – fala Kitsune que assim como a Naru e a panda estava só olhando – como é que vocês duas se conheceram?

- Kitsune –san, não quero entrar em detalhes. E ainda mais preciso comprar algumas coisas – responde Motoko.

- Aposto que a briga envolve um certo estrangeiro bastante sarado.

- Cala a boca – disse Motoko e Anne juntas.


- Agente Su quanto tempo vai demorar para essa invenção está pronta?

- Só mais um pouquinho Agente Sara. – disse Kaolla dando os últimos retoques na sua ultima invenção.

- E o que essa arma vai fazer exatamente, Agente Su?

- Vai distorcer a realidade de qualquer material que não seja carne.

- Poxa que massa! E o que falta pra terminar?

- Só colocar a função de MP4 – responde fazendo que Sara tenha uma gota atrás na cabeça.

Após a confusão que teve com a chegada da Anne todos tomaram os seus respectivos caminhos. Shinobu continua fazendo a faxina na pensão. Kitsune... bem isso é um mistério. Mutsumi na casa de chá junto com Haruka, que está trabalhando no seu comercio, e Kouta, está estudando. Motoko está fazendo algumas compras. Naru saiu para o cinema com Keitarô como amigo. Kanako saiu para resolver algumas burocracias da propriedade Hinata. E Anne ficou no seu quarto arrumando suas coisas.

Enquanto Sara e Kaolla estavam no quarto da Su aprontando como sempre em mais uma invenção diabólica... digo invenção maluca. Suas intenções eram bem distintas. Kaolla queria usar contra Tama e Sara queria a arma para acertar o Keitarô mesmo.

- Pronto terminei – disse Kaolla limpando a testa que estava suada.

- Que beleza! – disse Sara animada, deu um tapa na própria coxa direita de empolgação – agora vamos testa esse brinquedinho.

As duas saíram do quarto levando o estranho objeto que parece um canhão laser. No caminho elas encontram Anne que está andando com um biscoito na boca. Refletindo sobre a sua vida.

Finalmente esta de volta no Japão. Está de volta de seus amigos e do seu ex-namorado. Não que ainda nutra um sentimento por ele, mas existe uma coisa que a estar incomodando. Isso começou justamente quando enfrentou o Mishima e perdeu a luta.

Sabia que ele era muito forte, mesmo quando o conheceu, mas mesmo sendo forte antes a garota panda conseguia manda ele pelos ares com os seus chutes. Parecia que era a Naru mandando o Keitarô pelos ares. E olha que não praticava nenhum estilo de arte marcial antes e conseguia manda o brasileiro para os ares. Mas agora tudo mudou.

Primeiramente ela aprendeu artes marciais para melhorar o desempenho de seus chutes para superar o seu ex naquilo que ele é profissional, lutar. Mas as coisas não saíram como estava planejou. Primeiro não conseguiu vencer o brasileiro em um combate. Segundo não conseguiu nem o abalar com os seus chutes que aumentaram de força. Terceiro ela tem uma panda (mas o que isso tem haver?). Tudo isso chega a uma conclusão que ela nunca admitia até hoje na sua vida... MISHIMA É FORTE PRA CACETA!!!!!!!

Mais tem outra coisa que também martela a sua cabeça. A sua nova arqui-inimiga Motoko Aoyama. Nunca ela chegou a ficar com tanta raiva de alguém. Por que será isso? Por causa de ver com o seu Ex? Não muito pouco improvável. Mas espera aí?

Motoko e Mishima sozinhos em um lugar –um fato. A samurai com saia – outro fato. Mishima cora quando supôs que a 'vampira' (segundo Anne) era a nova namorada dele – outro fato. E os dois estavam fazendo algo muito suspeito antes de ela chegar no dojo daquele dia – um fato meio sem provas já que Anne não viu nada comprometedor naquele dia. Isso só leva uma conclusão racional:

QUE A BIG VAMPIRA É MESMO UMA VAMPIRA VERDADEIRA E QUE FEZ GUILHERME SE TRANSFORMAR NO SEU ESCRAVO ZUMBI. TUDO ISSO FAZ PARTE DO SEU PLANO DE DOMINAR O MUNDO DAS TREVAS ADQUIRINDO O MÁXIMO DE ESCRAVO, PODER E SANGUE POSSÍVEL. ELA TAMBÉM QUE ESCRAVIZAR TODOS OS SERES HUMANOS OBRIGANDO A FAZER BRINQUEDOS CONFUSOS COM TECNOLOGIA MACABRA COM FORMATO ESTRANHO CONHECIDO COMO: TREM A FIM DE MONOPOLIZAR O MERCADO PARA ABRIR A SUA PRÓPRIA EMPRESA DE JOGO TIRANDO O SUCESSO DOS JOGOS DA NINTENDO DA SONY E DA MICROSOFT.

Isso tudo faz sentido, pelo menos na mente de Anne.

- Olha é a garota Inglesa – Kaolla aponta para Anne.

- Quem?

- É a nova moradora da pensão. Ela é muito massa.

- Hum! Pela cara parece uma leitora fanática dos livros de Harry Potter – diz Sara com a mão no queixo.

- Então vamos chamá-la – diz Kaolla com um sorriso travesso no rosto – Oh garota panda – chama Anne.

- Mas quem? – disse olhando para os lados saindo de sua imaginação.

- Aqui – diz Kaolla acenando com uma mão.

- Olha só se não é a garota cientista e... quem é ela mesmo? – Anne fazendo cara de duvida.

- Essa morena é agente Sara MacDougal – disse Su.

- Ei Agente Su, eu sou loira – disse Sara.

- Nyah como nunca reparei isso – disse sem perder o sorriso no rosto.

- Hum Sara – diz Anne cruzando o braço.

"Ela me lembra alguém, onde será que já vi?" pensa Anne com a cara meio confusa.

- O que vocês estão fazendo? – perguntou Anne.

- Vamos testar a nossa arma secreta – respondeu Kaolla.

- Ela distorce a realidade – respondeu Sara.

- Distorcer a realidade – repetiu Anne com um grande interesse.


Imaginação de Anne

Em um campo aberto estão Anne e Mishima frente a frente se encarando para lutar.

- Agora você vai experimentar a minha arma secreta – disse fazendo que um gigante canhão laser. A comparação do tamanho faz parecer o brasileiro a ter tamanho pocket – agora sinta o meu terrível poder – diz dando uma risada maligna.


- Que massa – diz Anne após contemplar a sua imaginação.

- Vamos testar agora, que ir com a gente – pergunta Kaolla.

- Tudo bem – respondeu Anne.

- Vamos ao terraço – disse Sara.

- Yo – responderam as três em sincronia.

As três chegaram ao terraço da pensão, claro que as duas estavam carregando a arma de porte médio e Anne estava apenas seguindo. Parece que ela vai se da bem com quase todos na pensão sendo que esse quase se refere à Motoko.

- Vamos colocar um alvo – Kaolla pegou um balde e colocou na frente da mira da arma enquanto Sara prepara a arma em um suporte.

- Agente Kaolla não seria melhor um alvo vivo? – pergunta Sara.

- A arma não altera a forma viva.

- Não altera... que pena... – disse Anne para si mesma.

- Pronto na mira – diz Kaolla.

- FOGO – diz Sara e Kaolla apertando o botão de disparar da arma. Uma energia azul acumula na ponta do canhão laser criando uma esfera meio deformada com um raio de 15 centímetros que saia alguns raios finos.

De repente a arma da um sinal como se fosse um alarme para alerta.

- Agente Su, o que é isso? – pergunta Sara.

- Parece que o nível de energia está fora de controle – disse Kaolla olhando para o monitor.

- Não tem como controlar? – perguntou Sara.

- Não tem como, parece que alguém tirou o demulador da caption, justamente a peça mais importante da arma.

- Quem faria isso?


Momentos antes de testar a arma – construção

- É! Nós tamos tendo muitos progressos – disse Sara.

- É verdade – disse Kaolla limpando o suor da testa – logo logo aquela tartaruga vai ser derrotada. Finalmente vou eliminar o único obstáculo para a dominação do mundo – Kaolla da uma risada tentando ser malvada.

- Isso mesmo. E a primeira coisa que vamos fazer é destruir todos os Emos – disse Sara esfregando as mãos.

- Bem, mas vamos deixar disso de lado por enquanto, porque to com uma fome – disse Kaolla – vamos ver se Shinobu –chan prepara alguma coisa – saindo do quarto.

- Isso aí. Espero que tenha soverte hoje – disse Sara acompanhando Kaolla.

Quando as duas saíram um elemento pequeno de cor amarela e verde sabota a arma. Depois de pegar uma peça a criatura fala o New e sai voando do quarto da sua caçadora.


- Não sei – diz Kaolla para Sara e para Anne – mas imagino quem seja – disse para si mesma.

"Isso que da em confiar em produtos Tabajaras" pensa Anne.

- E o que a gente vai fazer agora? – pergunta Sara.

- Bem vamos correr – respondeu Kaolla se afastando.

- Isso também eu pensaria – indo logo atrás de Kaolla.

Anne olha na maquina que pouco a pouco acumula mais energia.

- Isso não me assusta – diz dando um chute que leva a arma para cima.

- Viu só que aconteceu? – perguntou Sara para Kaolla perto da escada de saída do terraço junto com Su.

- Hai. Lá se foi um bom aparelho de MP4.

- Não agente Su. A garota inglesa nos salvou.

- É mesmo – correu em direção da Anne e se jogou assim abraçando-a – você é minha heroína.

- Obrigada – Anne toda cheia de si com a bajulação de Kaolla.

- Você é tão boa como a Motoko –chan – acrescentou Su.

- O QUE!?!?!?!? EU NÃO SOU IGUAL A BIG VAMPIRA – berrou Anne, mas isso não espantou Kaolla.

Sara ver a arma que Anne chutou subir muito alto. Quando chega ao limite máximo de altura, chega uns vintes metros acima do terraço, ela explode liberando uma quantidade de energia que escorre para frente da pensão criando um portal dimensional. Nesse portal saem um bando de gárgulas sem asa cercando um ser estranho de um tipo de armadura futurístico de cor predominante amarelo queimado que parece que está bastante danificada segurando uma espada laser estilo Star War. Parece que os monstros estão com todo vigor enquanto o ser de armadura está no limite das forças.

Kaolla, Sara e Anne apenas vêem isso acontecendo diante dos seus olhos que parece presenciar uma gravação de um filme de ficção ou de um seriado Tokutatsu, mas aparentemente é tudo real.

Os monstros rugiam como bestas sedentas de sangues, todas prontas para avançarem em cima da vitima como se fosse um pedaço de carne enlatada. Todos estão com intenção estraçalhar o ser solitário. Então todos avançam de uma vez para o ser de armadura.

Parecia que seria um massacre que muitos iriam fazer em um só, mas foi o inverso. Quando todos avançaram para cima do lobo solitário o mesmo revidou usando uma velocidade muito alta para fatiar todos. Foi parecendo um raio que fatiou todos os monstros deixando só as cinzas (porque após eles morrerem entraram em combustão).

Após essa grande vitória o ser de armadura destruída desmaiou.

- O que aconteceu? – aparece na entrada Shinobu espantada pelo misterioso barulho.

- Shinobu – disse Kaolla pulando do terraço junto com Sara ficando do lado da Shinobu – você tinha que ver o que aconteceu?

- Kaolla –san, o que aconteceu? Ouvi explosão. Ouvi rugidos. Ouvir vozes estranhas. Mas que está acontecendo afinal? Foi uma de suas experiências? – perguntou Shinobu meio abalada pelos misteriosos barulhos.

- Calma. Apenas foi nada de mais. Chegou um herói de anime e derrotou alguns monstros facilmente.

- Você só pode está brincando.

- Então olha naquele canto – disse Sara apontando para a direção onde o misterioso ser está deitado.

Shinobu até pula de susto.

- Mas como isso é possível? – perguntou Shinobu.

- Parece que um das minhas 'inversões falhou' – Shinobu percebe que Kaolla mesmo não tirando o sorriso dela as duas palavrinhas teve um tom de diferença – abriu um portal que trouxe esse ser e mais alguns monstros...

- MONSTROS – Shinobu se assusta.

- Monstros que foram eliminados pelo esse herói – completou Su.

- Bem isso é meio lógico, eu acho – disse Shinobu meio com duvida – mas então quem é ele?

- Isso é uma boa pergunta – respondeu Sara.

- Existe um jeito de saber – disse Anne aparecendo. Diferente de Kaolla e Sara, ela desceu as escadas.

Ela vai à direção do ser de armadura caído se abaixando para tirar com facilidade o capacete dele. E logo o seu rosto é revelado. Um rosto inconfundível. A palidez. A expressão suave que parece uma transição do puro para maduro que se pode descrever como belo. Os cabelos longos presos, mas ainda pode notar que eles são totalmente negros e lisos. Talvez esse rosto familiar só se diferencie por ser mais novo, mas sem duvida a semelhança é perfeita.

As reações são diversas. Shinobu se espanta pela semelhança. Kaolla sorri mais ainda. Sara ri de surpresa. E Anne... faz uma cara de completa duvida, não reconhecendo o rosto. Sem duvida aquele rosto era de...

- Motoko –san – respondeu as três ao mesmo tempo.

- Espera ai ta dizendo que isso aí é a big vampira? Vocês estão cegos! Olha o tamanho disso – Anne referiu do tamanho do ser que se parece com Motoko, mesmo as semelhanças serem idênticas à feição facial é mais nova e a altura é menor do que a original. Mais precisamente alguns centímetros maiores que a Shinobu – ou então a big vampira tem uma forma vampira pequena? – falou agora assumindo uma grande duvida.

- Bem de qualquer jeito não podemos deixá-la largada no chão. Precisamos cuidar dela – pronunciou Shinobu

- Hai – responderam Sara e Kaolla juntas.

Anne com muito mau gosto pega a pequena Motoko no colo e leva junto com Kaolla, Sara e Shinobu para o quarto da samurai.

- Pronto aqui chegamos! Agora onde está o caixão? – perguntou Anne fazendo que as três tivessem com gotas atrás da nuca.

Shinobu pega um futon e estende no chão e diz:

- Pode coloca-la aqui – disse Shinobu.

- Hai – disse Anne colocando a pequena Motoko sobre o futon.

- Bem agora como vamos tirar a armadura? – pergunta Shinobu.

- Isso não é problema – disse Kaolla aparecendo com uma caixa de ferramenta – certo agente Sara?

- Certo Agente Su – disse pegando as ferramentas.

Shinobu se espanta pelo trabalho das duas onde martelavam, cerravam, desparafusavam a armadura da pequena Motoko com diversas ferramentas como martelo, chave de fenda, alicate, serra elétrica, difusor de particular atômica, tudo essencial. O mais incrível que a pequena Motoko não acorda com o barulho excessivo. Anne ver e pensa que falta uma ferramenta essencial que Kaolla e Sara não estão usando, o abridor de lata.

- Pronto – disse Sara e Kaolla juntas deixando à pequena Motoko vestido com uma roupa que parece um macacão do pescoço para baixo meio rasgado de cor azul (típica a roupa dos pilotos do Eva do anime manga do Evangelion)

- Já peguei o que falta – disse Anne vindo com uma bacia de água, um pano, uma espoja e uma tesoura.

- Pronto agora vamos comer – disse Kaolla.

- Verdade – disse Sara.

- Concordo – disse Anne.

Então as três saíram deixando Shinobu sozinha com a pequena Motoko. Shinobu fica por um momento com uma gota atrás na nuca pelo fato de das três a deixarem sozinha ainda com um trabalho incompleto.

Só resta terminar de cuida da pequena Motoko. O que ela vai fazer especificamente vai tirar a roupa da Motoko para banhará. A Anne foi esperta por trazer uma tesoura para tirar a estranha roupa. Já que para tirá-la seria pelo menos umas três pessoas. Depois de banhará vai deixar em repouso.

Então mãos a obra. Shinobu pega a tesoura e recorta a roupa aos poucos primeiramente retira a parte de cima do revelando o tronco frontal. Uma coisa intriga Shinobu. Onde estão os seios? Parecem que é um peitoral masculino e jovem. Será que essa Motoko é muito nova para ter o corpo amadurecido como a sua versão original? Talvez por ainda ter pouca idade que causa essa impressão. Engraçado que mesmo assim a sua altura já ultrapassa Shinobu por alguns centímetros. Incrível que pode ver que os músculos são bastante treinados. Engraçado a Motoko original não demonstra nenhum traço rústico de músculo.

Será que a Motoko era assim mais jovem? Ora, os seios da Motoko original são grandes, ela mau consegue esconde-los quando usava enfaixava. Será que ela mesma vai ficar com seios maiores quando crescer um pouco mais? Pensa Shinobu.

Então Shinobu tira a parte que cobre as pernas. Nada anormal. Então tira a parte que falta, a parte do ventre. Descobre um pano que cobre o sexo da Motoko. Depois Shinobu tira o pano que cobre.

Shinobu quase se explode de vermelho por ver a nudez da pequena Motoko. Claro o que tem demais em uma mulher heterossexual ver outra nua? Dês quando se descobre que a outra não é outra, mas sim um outro. Uma conclusão: a pequena Motoko é um homem.

Shinobu está em choque não sabendo o que fazer. Será que grita? Será que vai correndo de lá? Será que faz os dois? Será que chama as outras? Será que continua olhando? Espera aí... dês quando apareceu essa ultima opção? Se alguém lesse a mente dela pensaria besteiras na sua reputação. Ta certo que um dia expiou em segredo o Keitarô tomando banho, mas isso só foi uma vez.

Shinobu tem coisas mais importantes para se preocupar. Como que o ser parecido com a Motoko começa abrir os olhos. E outra coisa a se preocupar. Os olhos são... verdes? Que tipo de Motoko é essa?

O misterioso jovem que se parece com a Motoko olha para Shinobu. Shinobu olha para o jovem com uma coloração totalmente vermelha. Os dois se olham por um bom um certo tempo. Até que o jovem sente um friozinho estranho no ar. Então o mesmo se olha para baixo e descobre que está do jeito que vejo para o mundo.

- ONDE É QUE TO!?!?!?!?!?!?!?!? – disse de levantando de uma vez.

Shinobu grita.

- O que aconteceu? – chega de repente Sara e ver a cena uma Shinobu bastante vermelha e um moleque com cara de Motoko – um invasor – começa lança um conjunto de artefatos arqueológicos.

O jovem ver os objetos vindo e estende para frente. A sua espada laser vai para a sua mão. Ativa a lamina da mesma que é de cor verde saindo um feche de luz maior que a base e se afina chegando até a ponta assim formando um triangulo de base pequena e de grande altura.

- Técnica Shimmei Samidarekiri – com grande velocidade cortas todos os artefatos jogados pela Sara.

- Eita! Agora lascou! – disse Sara ao ver que seu ataque foi praticamente anulado.

O jovem não diz nada e tenta procurar ainda no quarto da Motoko alguma coisa que cubra a sua nudez. Por fim achou um pano para cobrir o seu ventre.

- Agente Kaolla tem um invasor aqui – disse Sara chamando Kaolla.

- Deixa comigo – aparece logo em seguida já com um tipo de rifle laser.

- Tia? – falou o jovem quando viu Kaolla.

- Fogo – diz Kaolla nem prestando a atenção do que o jovem faltou.

O tiro iria acerta, mas que o jovem manipula a espada ativando outra função dela, escudo de plasma assim defende por inteiro.

- Que massa! Quero uma espada Jedi também – disse Kaolla com a animação de ver o jovem manipular a espada.

- Preciso sair daqui – diz o jovem para si mesmo. Então toma atitude de pular a janela para escapar assim deixando Shinobu, Sara e Kaolla.

- Quem era aquele? – perguntou Sara para alguém.

- Não sei – respondeu Sara – só que o cara é muito doido. Tem uma espada Jedi e tem a mesma face da Motoko.

- Isso é verdade! E o que você acha Shinobu – vira para Shinobu – ué Shinobu?

Kaolla e Sara ver Shinobu em choque praticamente caída no chão.

- Shinobu! – disse Kaolla mexendo nela.

Shinobu está em choque. Nunca sonhava que aquele que parece com Motoko era um homem. Pior de tudo foi que ela mesma tirou a roupa dele, deixando nu. Nem mesmo com o Keitarô isso já aconteceu tão perto. Só isso na pensão Hinata para acontecer uma negocio desse.

O jovem tenta se localizar inutilmente. O que será que aconteceu? A ultima coisa que estava fazendo foi...

Mal teve tempo de raciocinar já que um panda veio na direção do rapaz. Claro que não foi para atacar, mas para da um famoso abraço de panda carinhoso. Só que o jovem não interpreta isso e foge. E o panda vai atrás. Para despistar ele entra novamente na pensão na entrada principal encontrando Kouta preste a sair.

- Mais outra mulher – diz o rapaz.

Claro que isso irritou um certo primo Urashima.

- Primeiro eu sou um homem – diz Kouta – segundo que falta de educação é essa para vi aqui só de toalha e terceiro você vai aprender uma lição – disse Kouta já partindo para cima do jovem, já que detesta ser confundido como uma mulher.

O Jovem para evitar uma luta começa a fugir subindo as escadas sendo perseguido pelo Kouta. Subindo no primeiro anda Kaolla e Sara vêem o jovem correndo e resolve perseguir também. Subindo no segundo andar onde Kitsune estava andando tranquilamente até quando ver um jovem com a cara da Motoko sendo e logo atrás um Kouta bravo, uma Sara com cara de assassina e uma Kaolla com cara alegre e uma arma na mão.

- É impressão minha ou aquele jovem parece com a Motoko? – diz Kitsune para si mesma – parece que tem uns quatorze anos pela aparência e ta na mesma situação que o Keitarô esteve quando esteve aqui pela primeira vez – diz meio pensativa – só chego a uma conclusão: aquele jovem já ta bem desenvolvido – diz com um sorriso malicioso lembrando quando viu uma parte dele mal escondida.

- O que está acontecendo? – Anne chegando logo atrás.

- Ah! Anne –san, é que veio um invasor do nada.

- Ué? Isso é comum aqui? – com uma cara de duvida.

- Não muito. E ainda por cima só ta de toalha que mal esconde seu...

- Ta bom eu já entendi – diz Anne interrompendo Kitsune – bem só resta uma coisa a fazer.

- O que?

- Vamos capa o infeliz – diz já indo para escadas para o anda de baixo.

- Ei Anne! Ele foi para o andar de cima.

- Ah é! Então valeu! – diz seguindo a direção certa.

O jovem chega à cima do terraço da pensão praticamente entrando um beco sem saída. E logo os seus perseguidores estão sobem também fazendo que fique totalmente enrascado (só a ultima que chegou foi Anne já que estava logo atrás).

- Cercamos – diz Sara estalando as mãos – vamos pegar o infeliz – diz Sara meio com a cara maligna.

- Ele vai me pagar! – diz Kouta já se preparando para o ataque.

- Ele vai ver quantos paus se faz uma canoa – disse Kaolla.

- Alias quantos paus mesmo se faz uma canoa? – pergunta Anne fazendo que todos, exceto Kaolla, fiquem com uma gota atrás da cabeça.

Nunca iria imaginar que estaria em uma situação dessas, pensa o jovem. Está sem roupas em um local estranho onde a maior parte das pessoas são mulheres perigosas (ou homens que se parece com mulheres também perigosos). Já passou por muitas situações, como enfrentar exércitos de abominações, enfrentar seres gigantes, enfrentar robôs assassinos, espionar lugares perigosos, invadir lugares de riscos, lutar com sua mãe, a pessoa que ensinou a técnica Shimmei e entre outros perigos. Mas nunca uma situação que fosse perigosa e constrangedora ao mesmo tempo.

Bem não resta a pensa agora e sim sai dessa situação na marra, pensa ao acionar novamente a sua espada laser.


Motoko volta de sua saída há pouco. Fica meio incomodado por ter a sua recente rival morando no mesmo teto que ela. Isso é mais incomodo que suporta a idéia da permanência do Keitarô na pensão tempo atrás.

Ao se aproxima na entrada da pensão ela sente um Ki estranho em cima do terraço. Esse Ki está em lutando com Kis conhecido como do primo do Keitarô e da sua rival. Também pode escuta barulhos de laser disparados.

Então Motoko rapidamente vai para o seu quarto para pegar a espada Hina. Chegando lá encontra a Shinobu parada lá.

- Shinobu –san, o que aconteceu com você?

- Eu vi alguém que tem o seu rosto.

- Como?

- Alguém que se parece contigo.

- Então por que está assim?

- Porque essa pessoa é um homem.

- O que? Não existe nenhum homem que tenha a minha cara, pelo menos um que eu conheça.

- Mas eu vi aqui quando eu estava – Shinobu fica vermelha só de lembra o que aconteceu.

Motoko e Shinobu escutam uma explosão vinda lá do terraço.

- Droga! Eu preciso ir lá – disse Motoko pegando a espada Hina e indo direto para o terraço.


Kaolla dispara um disparo onde o jovem misterioso esquiva para o lado e depois avança com a espada em direção de Kouta onde o mesmo esquiva e contra ataca. Daí começa um jogo de ataque e esquiva dos dois, o jovem com a espada laser e Kouta com os punhos. Anne também entra onde está os dois e começa ajudar Kouta dificultando o lado do jovem.

Sara aproveita o vacilo do jovem para atacar arremessando um artefato. Quando o objeto arremessado estava perto do jovem ele esquiva fazendo que seu alvo seja Kouta. Tarde demais para o primo do Urashima esquivar. Ele é acertado na cabeça e cai no chão meio zonzo.

Kaolla tenta acerta o jovem, mas ele da um outro jeito para que esse laser acerta Anne. O impacto pega a garota panda de surpresa que a leva para o chão. Meio atordoada tenta se orienta, quando se deu por si viu o jovem avançando em um ataque com a espada laser, não tem jeito de preparar um contra-ataque ou esquiva, só resta contar com a sorte.

A sorte está no lado de Anne. Motoko aparece de repente e defende o ataque do jovem usando a sua espada amaldiçoada que se choca com a espada laser. Os dois samurais se encaram, Motoko ver que o jovem é a sua cara, mas com os olhos verdes, olhos que lembram alguém, mas não sabe quem. O jovem ver a face inconfundível de uma pessoa importante de sua vida. Ele espanta-se, começa a afrouxar a sua força na espada e diz:

- Mãe? – diz o jovem.

Isso poderia passar batido na Motoko, mas essa palavra que o jovem falou não se pode ser ignorada. Palavras que todos os presentes escutaram. Palavras que Motoko não sonhava tão cedo escutar quando alguém se refere "mãe" na sua pessoa. Motoko também afrouxa a força na espada e assim como os outros diz:

- O QUE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! – diz todos juntos

[CONTINUA


Mais um capitulo postado. Agradecimento especial para o Lord Zero que novamente Betou a fic. Também reservo agradecimentos para todos que leram a fic "Espada da coragem e Espada da Esperança", até hoje não sei se essa fic foi bem ou ruim porque ninguém comentou comigo ou me enviou um Reviews.

Bem de qualquer jeito isso já fazia um projeto de Dimension, achei meio ilógico se colocasse tudo junto então separei. Bem pode ver que o mesmo personagem original que apareceu nesse capitulo é o mesmo de um dos personagens de Espadas.

Tou iniciando um projeto de uma fic original. Essa não terá nenhuma ligação com Dimension Hina. Se tiver essa historia vai ser um manga\anime de lá heheheheheheeh para quem se interessa de que eu escrevo (independente da fic é lógico) essa nova fic vai ser baseado em um RPG conhecido.

Bem até a próxima!!!!!!!!!!