Mais um plano perfeito.

Mais uma fuga bem sucedida.

Claro que tive que pagar um preço de uma dor imensa. Mais que chute que recebi no rosto! Senti os meus ossos de todo o meu corpo quase se quebrando. Mas valeu a pena, a física cuidou para o meu corpo seja impulsionado para cima e para longe de meus perseguidores.

Nossa como foi engraçado de ver a cara de todos quando estava escapando sem mover nenhum músculo, principalmente ver a cara dela. A mulher sem expressão que me usou como uma peça de xadrez, mas fui eu que dei xeque-mate.

Cada vez pego atitude ficando longe de foco dela. Desfaço-me com certa dificuldade dos nós que estavam em mim graças a uma tesoura que peguei lá na pensão (sabia que serviria para alguma coisa) e suspiro aliviado por ter escapado mais uma vez de um lugar perigoso (que alias a pensão Hinata foi o local mais difícil que encontrei). Um dia quem sabe eu volto. Um sorriso nasce em minha face. Primeiro preciso me preocupar com a minha queda (que alias aterrissagem precisa ser suave). Uso o meu sobretudo como pára-quedas assim aterrisso suavemente na entrada da cidade assim escapando do tributo da gravidade. Agora vou ter que me preocupar com outra coisa lá pra frente. Aqueles olhos daquela mulher (mais que olhos) têm o brilho de vingança por eu ter estragado os planos dela. Kanako Urashima, nome bem interessante. Que mais um homem como eu vai querer uma ninja atrás tentando arrancar minha pele? Eu, Shujinko Sohma, preciso aprender a ter gosto menos perigosos.

Capítulo XX: Quando a caça se torna o caçador

- Isso é aprender a não se meter comigo! – disse Anne ainda com a perna levantada depois de realizar o movimento de chute que mandou Shujinko para os ares.

- Meus parabéns Anne. Acaba de ajudar o ladrão a fugir! – disse o brasileiro, Guilherme Mishima.

- Meu Deus! Que foi que eu fiz? – disse Anne colocando as mãos na cabeça em sinal de desespero – isso é tudo é por sua culpa! – aponta o dedo para Motoko.

- EI! O que eu tenho haver com isso? = pergunta a samurai shimmei indignada.

- Você usou seus poderes vampiresticos para me controlar.

- Sua lesada. Sua mentalidade infantil foi a verdadeira causa que causou a fuga do ladrão.

- Quem ta chamando de criança sua despeitada! – encara os olhos da samurai.

- Pelo menos eu tenho peito. Não sou magra como uma tabua de passar.

- Ora sua...

- JÁ CHEGA!!!!!!!!!!! – gritou a Kanako com raiva que assusta boa parte que está naquele local inclusive Motoko e Anne.

- Motoko. Anne. Não culpem uma a outra. Se Shujinko não provocasse Anne iria provocar outra pessoa que tivesse força suficiente para manda-lo para os ares. Se não tivesse sucesso com isso iria usar outra tática – disse o brasileiro consolando Anne e Motoko – alem disso de certa forma foi meio divertido – disse indo para saída – thau a todos – sorri e começa a se mover para saída.

- Ei! – disse Anne chamando – hoje fui atrás do ladrão, mas na próxima vez vou concentrar todas minhas forças para derrotá-lo.

Mishima não diz nada apenas sorri e vira para continuar o seu trajeto.

Motoko sente algo diferente. No seu exterior está tudo o normal, aquele que conhece a samurai diria que está no seu habitual jeito serio quase inexpressível como sempre foi. Mas o seu interior, parte onde quase ninguém conhece, está meio que inquieto como se fosse alguma coisa faltasse a fazer. Ela não sabe explicar, mas tem alguma coisa haver com Guilherme Mishima. Então ela sai discretamente das fontes de águas termais e sai da pensão onde ver o brasileiro já se dirigir pelas escadas.

- Guilherme – Motoko chama.

O brasileiro para e vira com pouco de lentidão para direção da samurai que está com a expressão habitual de sempre. Ele pode observar um certo brilho nos olhos da sucessora Shimmei. Um tempo de silencio predomina no meio dos dois guerreiros sendo que nenhum ousa a quebrar o silencio.

- O que deseja. Motoko –san – diz o brasileiro para quebrar o silencio.

Motoko não diz nada apenas vai correndo para a direção dele e da um soco que é defendido pelo mesmo. Mishima não entende muito esse ataque repentino da samurai. Ele observa o rosto da mesma e percebe que está sorrindo como uma menina travessa.

- Ainda não vou abrir mão de derrota-lo – diz a samurai.

- Aguardo ansioso nossa próxima luta.

- Obrigada por te nos ajudado a deter o ladrão.

- De nada – sorri gentilmente – só quero uma coisa em troca.

- O que? – cada de duvida.

- Que você fique forte!

- Eu ficarei – retorna seu sorriso – eu quebrarei a sua invencibilidade.

- Isso eu pagarei pra ver. Até mais.

- Até.

Os dois se afastam e cada um começa pegar o seu rumo.

Enquanto isso o restante se encontra parado sem pronunciar nenhuma palavra.

- Bom pessoal vou me retirar – disse Kouta – preciso estudar para a prova de amanhã – sai.

- Preciso fazer meus afazeres – disse Keitarô saindo.

- Preciso cuidar do almoço – disse Shinobu timidamente saindo rápida.

- Preciso treinar – disse Yusuke saindo.

- Agente Sara precisamos fazer novas defesas para a nossa base – disse Su para Sara.

- Vamos nessa – disse e logo as duas loiras saem depressa.

- Preciso de roupas novas – disse Anne sendo a ultima a sair.

Assim todos foram para suas respectivas atividades assim retornando para suas atividades cotidianas, mas alguém ainda permanece parada como uma estatua. Sua expressão facial reflete seu conflito interno (diferente de sua expressão habitual inexpressiva).

Seu plano era perfeito. Tudo estava ao seu favor. Não existia nada que podia dar errado. Mas infelizmente tudo deu errado. Parece que foi construída uma casa e depois ela caiu. Isso angustia a ninja. Um forte desejo vingativo nasce no coração da Urashima.

Aquele ladrão não vai escapar de suas garras. Ele vai pagar cada centavo com a moeda do sofrimento. Oh Shujinko Sohma, não queria está na sua pele para encarar a fúria de Kanako Urashima.

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

A universidade de Tóquio - umas das melhores universidades do Japão, sonho de todo estudante que almeja uma vida de sucesso, local de estudos dos melhores universitários do Japão – está em mais um dia de esplendor de suas diversas atividades cotidianas. Entre uma delas em especial é a seção de arqueologia especificamente em uma sala onde está um arqueólogo solitário, Seta Noriyaru, sentado na cadeira esperando uma pessoa chegar com uma encomenda muito em especial.

Até que sua encomenda chega com alguém carregando um tipo de cilindro de alumínio. Esse alguém está vestindo um tipo de capa com capuz negro, calça, bota, luvas, camisa de manga longa sendo tudo preto. Esse individuo aproxima de Seta e entrega nas mãos do arqueólogo.

- Teve dificuldade de conseguir os pergaminhos antigos? – disse Seta perguntando para o ser misterioso.

- Não muito. Só tive trabalho de achar esse lugar. Não alguém que ache a organização secreta 'Nesses Taumaturgica Negra'. Sorte que tenho alguns contatos para conseguir localiza a sede desse estabelecimento. Dentro de lá o resto foi fácil, só foi agir como um espião e ladrão – respondeu o ser.

- E por que sua capa está furada?

- Quando descobriram que roubei esse documento fui perseguido. E muitos deles utilizaram armas de fogo.

- Incrível que você não tenha nem recebido um tiro de raspão.

- Já tenho pratica nessas situações. Tenho uma pergunta.

- E qual seria?

- Por que tive que usar essa capa afinal? – disse tirando a capa assim revelando um jovem aproximadamente de 17, pele branca, olhos de cor semelhante a perolas, cabelos lisos tendo tonalidades ruivas com pouco de branco que lembra bastante à pelugem de uma raposa que está penteado pelo lado direito assim deixando uma franja. Esse ser é Shujinko Sohma.

- Para preservar a sua identidade. Assim você não corre risco de se perseguido pela essa seita.

- E por que não? Seria divertido. Debaixo da sombra do onipotente não tenho nada a me preocupar.

Seta não entende muito que Shujinko quer dizer com sua ultima afirmação.

- Fico te devendo uma mais uma vez.

- Gosto de aventuras. Se tiver alguma coisa semelhante pode me chamar – disse sorrindo com os olhos fechados semelhante à expressão da Kitsune.

De repente a porta se abre revelando Keitarô que está de calça jeans, tênis e camisa preta.

- Ah Keitarô –san – disse Seta – venha conhecer um conhecido meu. Esse aqui é Shujinko Sohma.

- Ah prazer! – disse Keitarô se aproximando com um sorriso.

- Prazer é meu! – estende a mão para um aperto firme de mão. Keitarô aperta bem forte a mão de Shujinko tendo a intenção de intimidar com a força. Por que será que Keitarô esta sendo muito hostil? Será que foi por aquele golpe que o ladrão deu no Keitarô no dia anterior? Mas essa ação revela muita coisa para Sohma... principalmente a textura da pele.

- Keitarô –san – disse Seta – vou dar uma saidinha para catalogar os documentos adquiridos. Adianta o trabalho sobre o reino da tartaruga para mim.

- Hai. Senhor Noriyasu – responde virando para direção do professor de arqueologia deixando uma áurea de duvida. Keitarô nunca chamou Seta pelo seu sobrenome.

Shujinko ver aos poucos Seta saindo da sala deixando ele e Keitarô sozinhos. Sohma imagina que o discípulo do arqueólogo está querendo um tipo de vingança já que dava para reparar nisso através do aperto de mão. Mas parece que tem um segredo por de trás de tudo. Então uma idéia vem na sua cabeça. Uma idéia interessante para chegar a fundo de seu alvo. Claro que precisa primeiro passar da casca. Um certo nojo vem logo de primeira, mas bem rápido perde o nojo. Tudo depende do seu ponto de vista e agora precisa utilizar um outro tipo de vista.

Shujinko da uma analisada no Keitarô. Admira sua expressão suave, tranqüila cujo rosto não é nem masculinizado demais e nem afeminado. Um tom simples capaz de despertar um lado maternal de uma mulher. Diferente de muitos homens tradicionais Shujinko sabe apreciar na hora certa a beleza de um homem, claro que com esse gosto não o faz homossexual, mas sua ação que ira realizar vai quebrar aparentemente os paradigmas de seu caráter. Precisa fazer essa ação para conseguir saborear o recheio e Shujinko sabe muito bem que está se escondendo.

- Que cômodo! Né? – diz Shujinko de um jeito maroto.

- O que tem de cômodo? – é emitido um tom de duvida.

- Nos dois sozinhos nessa sala! – começa se aproximar lentamente de Urashima.

- Como assim? Não estou entendendo?

- Não precisa entender agora. Apenas aproveita o momento – da um sorriso onde Keitarô não consegue decifrar – gracinha!

- O que?!?!? – Urashima fica bastante vermelho.

- Será que não fui claro ainda – aproxima e coloca uma mão na nuca de Urashima e outra na face – ou preciso falar de um outro jeito.

Urashima tenta empurrar, mas o mesmo sente as unhas do ladrão passando delicadamente em sua nuca causando um arrepio no corpo que tira qualquer concentração e força. Parece que caiu nas garras de um predador, mas mal sabe que o caçador só está começando. Como uma fera pronta para o bote Shujinko avança mais ainda na sua presa e beija o pescoço de seu paciente. Urashima sente um choque em seu corpo como se cada partícula tivesse paralisado e ainda soma um calor cada vez ficando mais intenso todo seu corpo somando todos os pelos ficando arrepiados.

- Que cherinho gostoso! – Shujinko fala de uma voz meio pastosa e sussurrando no ouvido de Urashima.

Claro que Urashima iria tentar responder, mas os beijos no seu pescoço impedem qualquer ação. Se antes tinha duvida de como alguém é atacado por um vampiro agora tem uma noção (Anne estava errada quem é o vampiro é Shujinko e não Motoko). Em sua cintura sente as mãos de Shujinko os laçar. Os lábios de Shujinko percorrem todo pescoço de Urashima tendo o acompanho de algumas mordidas de leve. Depois os lábios de Sohma deslizam na bochecha esquerda de sua presa até chegar nos lábios onde começa as lambe-los em volta para depois sela-los num profundo e molhado beijo.

Urashima sente a sua boca sendo invadido pelo jovem em um beijo quente e molhado. Um beijo cheio de desejo e luxuria. Um beijo onde Urashima não consegue escapar. O movimento dos lábios e a intensidade das línguas faz que sua racionalidade desligar e sua carne querer apenas saciar a vontade da carne. Seus olhos fecham para intensificar o beijo recebido, para sentir cada momento.

Claro que os dois estavam sozinhos o tempo todo, mas eles não esperavam que alguém silenciosamente entrasse na porta. Esse alguém é Kouta Urashima que arregala os olhos de uma forma sobrenatural ao presenciar a cena que está acontecendo. No silencio ele entrou e no mesmo ele sai totalmente traumatizado.

-------------------------------------------------------------------------------------------

Kouta anda meio zonzo nos corredores de Toudai ainda em choque da cena que presenciou. Seu primo, seu amigo está aos beijos de um... não! Será que tem alguma coisa errada na sua visão? Será que não está em efeito de uma droga? Como se utilizasse drogas. Será que não confundiu as coisas? Teve certeza que viu. Será que...

- Kouta -chan! - disse uma voz feminina o chamando, mas o mesmo ainda não presta atenção.

- Kouta-san! - disse outra voz feminina também o chamando, mas teve o mesmo efeito.

- Kouta-san! - disse uma voz masculina com o mesmo fim das outras duas, porem teve o mesmo efeito das outras duas vozes anteriores.

Kouta ainda anda desnorteado sem prestar atenção em sua volta.

KOUTA! - disse as três vozes ao mesmo tempo assim conseguindo chamar atenção do primo de Urashima.

Kouta ver os donos das vozes que eram Narusegawa, Mutsumi e Keitarô... espera aí Keitarô? Será que Kouta está tendo um sonho sub-real? Primeiro ver o Keitarô dentro da sala de arqueologia e depois ver o Keitarô junto com Mutsumi e Narusegawa. Claro que estava andando desnorteado dês quando viu o Keitarô na sala de arqueologia, mas a sua lógica ainda estava funcionando perfeitamente. Sabia que quando saiu de lar ele caminhou em linha reta e no caminho não tinha nenhum outro alem daquele que foi percorrido por ele que seria ilógico. Só que existe um outro fator que deixa a situação mais sub-real. O Keitarô que viu estava usando camisa preta, calça jeans e tênis. Agora o Keitarô que está perto de Narusegawa e Mutsumi está usando uma camisa social de manga curta branca, uma calça preta e sapato social. Mas o que está acontecendo aqui?

------------------------------------------------------------------------------------------------

Shujinko separa lentamente dos lábios de Urashima sendo que também aos poucos se afasta deixando sua presa ainda em estado de choque. Os lábios de Urashima estão meio vermelhos e misteriosamente estão se... descascando? E não só nos lábios, mas parte do rosto do lado esquerdo.

Shujinko mantém um sorriso travesso nos lábios ver o estado paralisia de sua presa. Seu plano foi perfeito, tudo aconteceu do jeito que previu, mas o melhor ainda estava por vir. Ele vai colocar o próximo passo de seu plano que: revelação. Então vai em direção da porta e com grande triunfo fala tranquilamente:

- Foi bom pra você? Para mim foi! Te encontro outro dia Kanako.

- O que? - disse Urashima.

- Bem tenho duas coisas a te dizer primeiro isso te pertence - disse jogando em cima de uma mesa de madeira um tipo de adaga ninja - e segundo a sua mascara está meio que saindo no lado esquerdo e dos lábios. Por que será? - sorri ao ver o suposto Keitarô tentando arrumar o rosto. Depois disso Shujinko resolveu ir embora com um andar lento.

Não teve jeito de continuar o disfarce. Já tinha sido descoberta então Kanako puxa a sua mascara assim tirando o material de sua cara. Mas como Shujinko a descobriu? Como ele soube de antemão que ela não era Keitarô? Sua memória trata logo de responder essa questão lembrando de alguns detalhes:

"Shujinko ajoelhado e perto de Kanako começa a alisar com o rosto a perna da ninja. Isso deixa Kanako com o rosto levemente corado".

"- Sua textura da pele, tão macia e tão suave – diz isso com os olhos fechados – seu cheiro tão suave e fresco parecendo jasmim no campo de verão - da uma profunda cheirada – eu não vou esquecer isso tão cedo – sorri confiante".

Então ele conseguiu reconhecer pelo cheiro? Mas por que aquela encenação toda de sedução? Ele poderia muito bem ter feito uma outra ação que a desmascarasse, mas por que o beijo?

Então a ficha cai logo como um raio. Como ela não pensou isso logo. Está na cara que isso foi uma vingança por ter sido usado no episodio passado. Ele queria seu pagamento. E conseguiu com todo sucesso sem que Kanako soubesse da verdadeira intenção de Shujinko. O ladrão conseguiu seu pagamento através do roubo. E que roubo. Ele roubou a coisa que Kanako estava mais guardando alem de sua virgindade: seu primeiro beijo.

Como ela queria que esse beijo fosse com o seu irmão de criação, Keitarô Urashima. Mas infelizmente Sohma tirou a pureza de seus lábios em um beijo cheio de luxuria. Um beijo que a deixou toda desnorteada. Incrível que ela não teve forças para resistir. Como se seu próprio corpo não quisesse resistir antes mesmo que o beijo acontecesse. O ladrão perfeitamente utilizou de todos os recursos de sedução. Dês de seu andar, suas caricias e movimentos corporais. Ela como Kanako sempre sonhou que seu irmão fizesse. De como queria ser seduzida pelo primogênito da família Urashima. De como se beijada com a mesma intensidade que aconteceu. De ser desejada e possuída...

Espere um pouco... uma coisa está se encaixando agora. Kanako gostou do beijo? Não tem outra explicação de ela está tão pensativa pelo beijo que foi roubado. E o pior se perceber seu próprio rosto pode notar que tem um pequeno sorriso nos lábios. Não um sorriso habitual quando ver alguma coisa engraçada (que alias isso é muito raro). Não um sorriso perverso que ela da quando vai aprontar. E também não é aquele sorriso maligno que expressa vingança. Mas um sorriso que expressa... desejo.

Alguém vai ter que pagar por isso! Alguém vai ter que sofrer para que Kanako esteja satisfeito. Então mais um item acrescentar na listra: um é claro que é conquistar o Keitarô e agora o mais recente é acabar com Shujinko Sohma.

-------------------------------------------------------------------------------------------

Mais um plano que deu sucesso. Mais um elegante roubo. O que é melhor do que roubar um beijo de mulher? Isso alegra Shujinko Sohma que está saindo de Toudai andando tranquilamente pensando na ação que fez com a Kanako.

Sabia que cedo ou tarde a Urashima tentaria arma para cima de Sohma. Isso já o deixou alerta já que Kanako foi das poucas pessoas que conseguiu captura-lo então teve que ficar atento. Shujinko tem um faro apurado e uma excelente memória. Consegue sentir o cheiro de uma pessoa e ainda lembrar. Foi exatamente que deu a vantagem para descobrir a Kanako. Claro que Kanako já usou o truque de fantasiar que facilitou ainda mais.

Claro que poderia ter revelado Kanako mais cedo, mas resolveu fingir que não sabia para colocar um plano que elaborou na hora. Então criou toda aquela encenação para deixar mais convincente. Usou uma lógica que para alguns é meio que absurdo: qualquer pessoa que goste se fantasiar de outros personagens (fictícios ou não) mesmo sendo ninja ou não com certeza é um otako (fã de anime). Se é otako especialmente feminino então boa possibilidade de a mesma gostar de romances de todos os tipos como os estilos shounen-ais e shoujos-ais. Então basta só fazer uma atuação para engana-la. E funcionou direitinho.

Mas será que pode comemorar? Claro que se antes a mulher ninja já estava doida para ter a cabeça dele por causar te ter arruinado. Agora praticamente vai querer que a sua pessoa seja riscado do mapa (isso se não dizer no mínimo).

Como serão os dias futuros? Talvez bem divertidos.

[CONTINUA]

------------------------------------------------------------------------------------------

Extras:

Kouta anda meio zonzo nos corredores de Toudai ainda em choque da cena que presenciou. Seu primo, seu amigo está aos beijos de um... não! Será que tem alguma coisa errada na sua visão? Será que não está em efeito de uma droga? Como se utilizasse drogas. Será que não confundiu as coisas? Teve certeza que viu. Será que...

Não enganos acontecem. Deve ser nada. Kouta lembra do dia que saiu junto com Keitarô e Mishima para beberem após resolverem o caso do seqüestro. Foi uma noite onde ele tomou todas. O resto não lembra de nada, só lembra que no dia seguinte ter acordado nu e deitado no seu quarto. Perguntou para Keitarô como ele foi parar ali. Seu primo respondeu que na noite passada Kouta tinha caído na lama e desmaiado, então Keitarô o levou para casa e tirou a roupa de Kouta para não gripar. E Keitarô ainda afirmou – para estranheza de Kouta - que não aconteceu nada. Essa não entendeu. Mas o que pode ter acontecido? A única coisa que teve alem de uma dor de cabeça foi uma dor estranha no seu... traseiro. Mas isso não significa nada. Não é?


Bem mais outro capítulo terminado, vejo que foi um capítulo curto. Mas por que a demora e termina-lo? Bem estava em viagem e fiquei um bom tempo sem acerçar um pc. Esse foi até um desafio de escrever esse capítulo (afinal no meio do capítulo pode se interpretar um sentido não muito comum de Love Hina). E ai aproveitei para fazer um extra.

Bem no proximo capítulo terá um lemon. Aguardem!!!!!!!!