Atenção: esse capítulo contém lemon (sexo)
Finalmente revelado a surpresa do triângulo Milo x Camus x Surpresa XD
Dois lemons, pra me desculpar pela demora e pela ausência do cap. 3 .
Terminei com ele porque te amo
Quando Saga e Mu chegaram à cozinha, Máscara da Morte reclamava com Shaka, que começava a cozinhar, dizendo-lhe a comida ruim. Gêmeos ouviu e interferiu:
- Posso cozinhar, se esse é o problema.
-Até que enfim! – fez Câncer. – Teremos comida boa!
Virgem fez uma careta, Mu riu e Saga agradeceu, começando a cozinhar:
-Fico feliz que goste da minha comida.
Shaka convidou Mu para conversarem em outro lugar, pois não suportava mais o Cavaleiro de Câncer.
-Sim, vamos. Saga, nos vemos depois.
-Tudo bem – e beijou a boca do ariano, que saiu, acompanhado de Virgem.
-Você tem coragem de deixar Saga sozinho com o Máscara da Morte?
-Sim, por quê?
-Pra mim, o Alexandre tá adulando ele demais. Aí tem coisa.
-Bobagem. Saga me ama.
-Mas o Alex...
-Por favor, Shaka. Eu confio nele.
-Você que sabe.
-x-x-x-
Depois de elogiar a comida do Saga por uns dez minutos, Câncer saiu da cozinha, voltando em seguida:
- Saga, você deixa o Mu andar sozinho com o Shaka por aí?
-Por quê?
-Os dois estavam tão próximos... Respirando o mesmo ar... Parecia que se iam beijar... Isso é, se já não o tinham feito.
-Bobagem. Está vendo coisas.
-Mas...
-Não se preocupe, está bem?
-SE eu fosse você, ia falar com ele.
-Não posso sair daqui, por mais que eu queira.
-Eu vou chamá-lo – saindo.
-Espere! – correndo pra ele. – Droga, já foi. Ô, criatura teimosa!
x-x-x
As bolhinhas de ar subiam à superfície, onde estouravam.
-Vai matá-lo! – berrava o Shun, desesperado.
Aiolia puxou a cabeça do Fênix que mantinha debaixo d'água:
-Eu vou te afogar - disse próximo dos lábios do Cavaleiro de Bronze – pra você aprender a ser menos metido.
Ikki soltou um palavrão e o leonino mergulhou-o novamente, mantendo-o preso pela nuca.
Shun segurou o braço do Leão com as pontas dos dedos brancos, os olhos, grandes olhos verdes, súplices fixos na face bronzeada e pediu:
-Por favor, não o mate.
Aioria, hipnotizado pela face dócil, soltou o Fênix. Assim que viu o irmão livre, Andrômeda o abraçou, aliviado.
Ikki saiu, desvencilhando-se do abraço doce e retornando para a areia, onde se sentou. Shun correu em sua direção, aninhando a cabeça no peito moreno, os cabelos molhados aqueciam ao sol.
-x-x-x-
Máscara da Morte apareceu na sala onde Mu e Shaka conversavam sobre um assunto banal:
-Saga quer falar com você, Mu.
Os dois se levantaram: iriam juntos.
-Em particular – finalizou Câncer.
Áries, intrigado, despediu-se de Virgem e saiu. Ao passar pelo cavaleiro da quarta casa, ouviu:
-Se eu fosse você, ficaria mais de olho no Saga.
-Sei cuidar do que é meu – retrucou, sério, como se o geminiano lhe pertencesse.
Ao se ver sozinho com Shaka, o canceriano aproximou-se do outro devagar.
-Por favor, Máscara da Morte, você já me está irritando. Parece até que me está perseguindo.
-Estou nada. Saga mandou chamar Mu e sua comida é horrível mesmo – disse orgulhoso.
Virgem retirou-se, enquanto Câncer sentia uma raiva violenta crescer dentro de si.
-x-x-x-
Aioros cochilava estirado ao sol como um lagarto. Kanon sentou-se ao seu lado:
- Está dormindo?
-Nham... Não. O que foi?
-Queria conversar com você. E se fizéssemos as pazes?
-Por quê?
-Não nos acertávamos por causa do Saga. E agora ele está com Mu. Não há mais razão para brigarmos.
Aioros baixou os óculos de Sol, deslizando-os pelo nariz:
-O quê?
-É verdade. Lembra daquele dia que ficamos juntos porque você pensou que eu fosse o Saga?
-E daí?
-Foi o pior erro da minha vida.
Sagitário levantou-se de súbito:
-Olha, não pedi pra você me acordar pra ficar falando essas bobagens. Passar bem - e saiu.
Kanon suspirou.
-x-x-x-
-Alguém viu Afrodite por aí?
-Não, Shura – Hyoga respondeu, analisando as cartas que tinha na mão.
-Você viu, Seiya?
-Não. Mas, Hyoga, cai de uma vez, que eu já tou me irritando.
Continuou a procura, passou pela cozinha, onde Saga preparava algo de cheiro delicioso.
-Viu Afrodite?
-Um monte de vezes. Eu o conheço há anos.
-Agora. Hoje.
-A última vez foi no café da manhã.
-Ah, obrigado.
Procurou por tudo, sem sucesso. Desolado, resolveu nadar. Mergulhou.
A água fria desviou seus pensamentos para outras coisas, até que ouviu uns gemidos. Escondeu-se em uma pedra grande para observar. Encostado à mesma rocha, Afrodite gemia enlouquecidamente de prazer. Sozinho.
Intrigado com a cena, aproximou-se. Algo... Alguém se movia sob a água. Um movimento de vai-e-vem constante.
Depois de algum tempo, a pessoa submersa parou o que fazia e emergiu beijando o corpo do pisciano.
-Por que parou? – Peixes protestou.
Ele afastou o cabelo negro, que teimava em lhe cair sobre os olhos:
-Mmm. Queria que eu me sufocasse? – E atacou o pescoço do Afrodite, que não conseguia conter os gritos de prazer.
Shura observava a tudo, estupefato.
Logo depois, Peixes pediu, ofegante:
-Me come.... Shiryu... Por... Aaaaah!
O Dragão,sem parar de beijá-lo, foi para trás do outro – que arfava -, lambeu-lhe a nuca e lhe desceu a mão pela espinha até encontrar a bunda carnuda. Apertou uma nádega. Afrodite só fez gritar e rebolar, ansioso por ser possuído.
Enfiou um dedo lá, sentindo todo o corpo do outro tremer com a invasão. Da outra mão, enfiou dois dedos na boca do pisciano, que começou a chupá-los com força.
Entrava e saía, sentindo o outro morder seus dedos. Logo depois enfiou o segundo, o terceiro....
-Me come! – gritou Afrodite, que não conseguia controlar os sintomas de prazer.
Shiryu tirou os dedos de dentro do amante, ouvindo um gemido longo e dolorido. Enlaçou-lhe a cintura, pousando firmemente cada uma das mãos nas coxas de Peixes, encaixando-o perfeitamente. Ouviu um grito de dor e prazer.
Começou a se mover, afastando-o e o aproximando, saindo e entrando. O cavaleiro dourado gemia descontrolada e loucamente, implorando por mais, mais!
Ao mesmo tempo em que aumentava o ritmo, segurou o sexo do amante, esfregando-o entre as mãos. Sentia os espasmos subirem até a cabeça, a mente turvar.
Batiam um contra o outro, gritavam sem parar.
Shura, com lágrimas nos olhos observava o amado ser possuído pelo seu melhor amigo. Pensou em armar um escândalo, em matar Shiryu. Mas acabou por dar meia volta, ao som do prazer dos dois amantes.
Entrou em casa correndo, pingando água, chorando. Chegou à cozinha, jogou Saga numa cadeira e aninhou-se em seu colo, soluçando.
-Shura? O que foi?
-.... (soluço)
-Você está todo molhado!
-... (chorando)
-Shura – disse com ternura – não quer me contar o que houve?
Capricórnio, ao ouvir aquela voz doce, desatou a chorar alto, como uma criança. Saga, sem outra opção, abraçou-o contra o próprio peito:
-Ssshh... Já passou.... Pronto, pronto.
Depois de um tempo, Shura contou:
-Saga...
-Hum?
-Ele me traiu...
-Quem?
-Afrodite... Ele não podia ter feito isso comigo... – escondendo o rosto no peito do Saga.
-Calma, Shura, calma.
Capricórnio abraçou Gêmeos com força, sem parar de chorar.
Foi quando Mu entrou na cozinha:
-Saga, você mandou-me chamar...
E viu os dois ali, juntos, abraçados. Estacou, chocado. Shura voltou o rosto de olhos vermelhos:
-Mu?
O cavaleiro de Áries não conseguia reagir. Saga também não soube o que fazer. Ficaram um tempão olhando um pra cara do outro, até que o irmão do Kanon levantou-se apressado pra desligar uma panela.
-Saga... – começou o ariano. – O que vocês estavam fazendo?
-Eu...
-Desculpe, Mu - era a voz do capricorniano, firme. – É tudo minha culpa. Afrodite me traiu e a primeira coisa que lembrei foi vir falar com Saga. Eu gostava de quando ele cuidava da gente. Você não?
-Eu...
-Desculpe – pediu o Cavaleiro de Gêmeos. – Eu não queria que você sofresse.
Mu abraçou Saga:
-Eu fiquei com tanto medo de te perder!
Gêmeos beijou-lhe os cabelos delicadamente, devagar.
-Eu te amo.
Mu ergueu o rosto, fitando a bela face clara do amante, para depois lhe beijar os lábios, suavemente:
-Eu também.
Shura estava deslocado:
-Eu... Eu vou tomar um banho, eu... Eu estou todo molhado e...
Saga sorriu, o mesmo sorriso de anos atrás, sorriso do qual sentira tanta falta. Sorriu também e se retirou, deixando os dois ali, imersos no doce calor de seus abraços.
Seguiu para o banheiro e topou com Camus no corredor:
-O... Olá.
Aquário sorriu:
- Oi.
Capricórnio começou a se afastar lentamente e o mestre do Hyoga o parou:
-Você está com uma cara péssima. O que houve?
-Desculpe, eu sou feio assim mesmo.
-Shura, é sério. O que houve?
O interpelado sentiu medo de contar tudo. Eram amigos, mas... O que o impedia?
Abriu a boca, mas não conseguiu falar. Por quê? Camus era tão seu amigo quanto Saga – só não o tinha carregado no colo, mas tudo bem.
-Afrodite... – gemeu.
-Vocês são amantes, não são?
-Não mais – balbuciou com dor. – Eu o vi com Shiryu.
-Afrodite e Shiryu?
-É. Estavam fazendo amor lá na praia.
-Mas você viu mesmo?
-Vi. Tudo.
Camus baixou a cabeça. Shura retirou-se e começou a tomar um banho quente, era disso que precisava: calor. Por um instante desejou estar no lugar do Mu, recebendo aquele amor, aqueles beijos doces. Afastou esses pensamentos e se lembrou do Camus: por que se interessaria pelo fim do romance com Afrodite?
Capricórnio sabia que o amigo separara-se de Milo havia pouco, não houvera briga: acabou, apenas. Shaka e Aioria que romperam dolorosamente.
Afastou os pensamentos quando alguém surgiu no banheiro: Aquário. Cobriu o corpo, envergonhado.
-Shura...
-O que foi? (vermelho)
-Sinto muito por você e Afrodite.
-Ah. Tudo bem.
-Não!
-Ahhn?
-Er... Não era isso que eu queria dizer, eu queria dizer que... Eu...
-O quê? Fala logo, homem!
Camus pulou sobre o cavaleiro da décima casa, roubando-lhe um beijo faminto. Shura não resistiu. Retribuiu na mesma intensidade, começando a puxar a camisa molhada do outro para cima.
-Eu te amo – sussurrou Aquário, parando o beijo. – E foi por isso que terminei com Milo: não suportava viver com ele pensando em você.
Capricórnio arregalou os olhos:
-Verdade?
-É – a água quente caía sobre as costas de Camus e escorria devagar para a barriga desnuda do outro.
-Então me beija agora.
O mestre de Hyoga obedeceu, colando os lábios novamente, buscando com sua língua a do outro, querendo mergulhar inteiro naquela boca quente.
Afastou-se de repente.
-O que foi? – perguntou o mais fiel dos Cavaleiros, arfante e corado.
-Shura... Você ama Afrodite, não é?
-O quê?!
-Ama! Senão não teria sofrido tanto ao vê-lo com Shiryu
O detentor de excalibur ficou verde. Estava louco de excitado e Camus o lembrava da prostituta do Afrodite? Tenha paciência!
Atirou o cavaleiro que tinha sobre si no chão e declarou, numa voz rouca, furiosa e sedutora, sentando-lhe nas coxas torneadas:
-Que se fodam os dois – disse, colocando as mãos na cintura do Cavaleiro de Aquário, puxando-lhe a camisa, tirando-a. – Eu quero saber o que você tem que chamou a atenção do Milo.
Camus abriu a boca para protestar, mas Shura debruçara-se sobre ele e começara a degustar-lhe os mamilos enrijecidos. Apenas soltou um gemido. Os lábios molhados deslizavam na pele morena cada vez com mais avidez
-Hum, Shura.... Ah... Ma... Mais...
Capricórnio despiu-lhe da parte de baixo da veste, expondo-lhe o sexo teso.
-Nossa, Camus...
-Po... Por que parou? – disse vacilante pela respiração pesada. Ouviu uma risada sonora:
-Calma - e voltou a ser acariciado no tórax encharcado, sentindo o par de lábios descer em direção à barriga e duas mãos fortes lhe acariciarem a virilha. Sequioso, dirigiu as palmas ao abdômen do outro, fazendo movimentos vigorosos e ritmados.
A boca de Shura parou o "trabalho" para gemer, voltando a realizá-lo em seguida.
-Por... ah.... Favor... Põe a boca...
Capricórnio subiu os beijos até o pescoço, lambendo e chupando no caminho.
-Pôr a boca onde? Aqui? – chupão no pescoço. Gemido em resposta. – Aqui? – lambida na nuca. "Ahn". – Aqui? – beijão na boca. – Ou aqui? – no ombro. "Ah...." – Ou aqui? – roçou os dentes num mamilo. – Ou... Aaaaah!
-Aqui – disse Camus com malícia, segurando o sexo do parceiro. Começou a descer a mão por ele firmemente.
-Hum... Ah... Mais, gostoso – fazendo movimentos de sobe e desce com o quadril. Gemia loucamente quando Aquário o soltou. – O quê...?
-Eu quero – disse, apontando para o próprio membro.
-Vai ter – respondeu pervertido, saindo de cima do guardião da décima primeira casa e o colocando de quatro.
-Não!
-Foi você quem começou – mordendo e chupando a bundinha macia até encontrar o orifício desejado, molhá-lo rapidamente com beijos e lambidas e principiar a invadi-lo, ouvindo os gritos de dor do possuído. – Minha nossa... Mmmm.... Tão apertado, tão...
Camus gritava, sentindo-se rasgar. Shura parou, esperando-o se acostumar. Ouviu um suspiro alto. Empurrou o quadril para frente, com tudo. Aquário berrou, mas logo começou a rebolar: queria mais.
Capricórnio principiou a mover-se no lugarzinho justo conforme os gemidos que saíam da boca do outro.
-Shuu... Ammm.... Shuraaaa...!
Apoiou o peito nas costas do francês, tomando-lhe os lábios, arremetendo-se mais, a bunda do aquariano tocava já o seu baixo-ventre, enquanto ele atingia o ponto mais profundo do canal.
Deu um chupão forte nos lábios do mestre do Hyoga e gozou, sua semente inundou o interior do Camus e desceu-lhe pelas pernas.
Ficou ali, deitado, ou melhor, largado sobre o parceiro.
Aquário gemeu, seu sexo doía: que saudades do Milo, que sempre o fazia gozar primeiro.
-Por favor...
-Calminha – saindo de onde estava, enfiando a cabeça entre as pernas,sugando o sexo ansioso.
-Ahn... – fazendo movimentos de vai-e-vem, querendo enfiar o sexo até o fim do outro.
Shura chupava,lambia,mordia: tudo o que queria era sentir o gosto de Camus. E ele veio, em jatos fortes que inundaram sua boca deliciosamente.
O aquariano desabou no chão, trêmulo e exausto.
Capricórnio, cansado, lavou-se e ao Camus, levando-o ao quarto, acomodando-o na macia cama de casal, deitando pesadamente ao lado, dormindo num instante, sonhando com Afrodite trajado de dama medieval, um vestido vermelho, ele ao lado, o príncipe. No final, Shiryu aparecia para roubar a "moça" com dois corações, o de Shura e o "dela" própria.
Bastidores
Saga – Dois lemons? Você endoidou?!
Eli – Eu sou doida, meu bem.
Mu - Eeeei! O Saga é meu!
Milo – Mas você podia ter reformulado isso. Esse rascunho já tem um ano!
Eli – Concordo. Mas eu fiquei com preguiça. XD
Aioros – E quando sai o próximo com MEU lemon?
Eli - Sei lá. Depende dos reviews.
Camus - O vestibular detonou a cabeça dela. Foi isso.
Shura – Que sonho ridículo!
Eli – Aaaai, chega! Vão dormir!
