É, o amor está no ar, Krika! Realmente, depois desse capítulo, isso não vai prestar!

Yago: É que a Tenshi adora colocar empecilhos e mais empecilhos pros casais principais de uma fic.. ¬¬''''

Tenshi: Cala a boca, seu filho burro do Hokage! ò.ó

Agora, vamos à fic! n.n

Disclaimer: Saint Seiya não me pertence, caso contrário, os Guerreiros Deuses, Dourados, Generais Marinas e Espectros lindos e Maravilhosos não teriam morrido! Fora um romance báscio, uns hentais... u.u

Yago: Aff... Ainda tô pra descobrir por que eu ainda te aturo, Tenshi... ¬¬'''

A Flautista de Gaia

Capítulo 4:

A Reunião

Putifar, Nefertite e Detrich tinha acabado de amarrar firmemente Husam com Gleipnir e falado com as cozinheiras, que estranharam. Era a primeira vez que aquele Santuário via Lohoama realmente cumprir as promessas dos castigos que dizia que daria, mas apenas seguiram as ordens.

Por haver uma pausa até o treino, depois do almoço ainda tinham tempo livre. Por saberem que treinar depois do almoço não é lá uma boa pedida, resolveram apenas ficar de olho em Husam e garantir que, caso o garoto acordasse e tentasse livrar-se da "corrente", não morresse enforcado!

Enquanto Lohoama fazia, ou pelo menos tentava fazer o almoço, Fenrir a observava. Percebia-se claramente que estava tensa, provavelmente devido ao fato do aluno Husam ter desobedecido-a. Cortava os tomates do molho de carne que fazia de má vontade, e Fenrir ainda não entendia como ela ainda não tinha cortado um dedo.

Despejou os tomates cortados na panela quente que borbulhava. Começou a cortar algumas cebolas. Fenrir apenas observava. Até que um leve grito de dor o fez acordar.

Lohoama: AI! Cortei meu dedo! – meio que gritou, levando o dedo cortado que sangrava imediatamente a boca.

Fenrir levantou-se de súbito e foi até ela e pediu para ver o corte. A Flautista hesitou um pouco, mas afinal o deixou ver o corte. Fenrir pegou a mão dela delicadamente (N/A: Queria tá no lugar da Lô i.i (já deu pra notar que eu sou apaixonada pelo Fenrir, né? u.u Aliás, isso tá declarado no meu perfil! I LOVE FENRIR!)) e observou um pouco o corte. Arrancou um pedaço de esparadrapo do curativo da mão e enrolou no dedo da jovem.

Fenrir: Missão cumprida! – falou com um sorriso maroto, voltando a sentar-se numa das cadeiras.

Lohoama virou-se novamente para a pia, mas estava estática. Por que raios sempre ficava daquele jeito quando ele a tocava?! Quando ele a abraçou na noite anterior, ficou do mesmo jeito. Mais cedo, quando impedira a bandeja de cair, acidentalmente relou em sua mão, e essa reação vinha piorando. Estava cada vez mais sensível à ele. Se não tomasse cuidado, era capaz de desmaiar nos braços dele ou então, simplesmente deixá-lo contra a parede!

Fenrir observava Lohoama lentamente recomeçar a tarefa de cozinhar. Parecia bem mais calma, enquanto ele simplesmente tentava fazer seus pensamentos controlarem-se. Ao sentir a mão de Lohoama entre as suas e a pele tão macia dela, seu coração acelerara e sua mente também. Praticamente perdeu o controle sobre seus pensamentos e estava a pensar se a pele do corpo da jovem seria tão macia.

Fenrir: (pensando) Malditos pensamentos, por que não param?! – praguejava-se mentalmente e repreendia-se por não conseguir deter tais pensamentos. Ele não se considerava merecedor de tê-la ao seu lado, sempre odiara os humanos, e ela estava fazendo-o despertar novamente o seu lado tão humano que há muito havia se perdido.

Lohoama continuava sua tarefa de cozinhar em silêncio. O toque de Fenrir a acalmara. Não sabia direito, mas o toque das mãos calejadas devido à intensos treinos, além de acalmarem-na, a agradavam. Quando constatou que a única coisa que ela podia fazer pela comida no fogo agora, era apenas garantir que não queimasse, sentou-se à mesa ao lado de Fenrir, apoiou os cotovelos na madeira e apoiou a cabeça nas mãos. Fenrir a fitou, mas ela desviou o olhar. Não conseguia sustentar o olhar tão penetrante e com certa melancolia do rapaz.

Fenrir queria conversar com ela, mas o quê? Não tinha idéia do que falar. Todas as vezes que conversavam, era ela quem puxava assunto. E no momento ela não parecia disposta a isso... Correu o olhar pelo rosto da jovem. Deteve-se nos cabelos presos numa trança. Imaginou-os como ficariam se soltos.

Fenrir: Por que você não solta o cabelo, Lô? – perguntou tomando uma boa dose de coragem. Lohoama o olhou um pouco surpresa. Com certeza ela não esperava por àquela pergunta.

A Flautista hesitou um pouco, mas soltou o cabelo da longa trança. Uma brisa leve e suave entrou pela janela e balançou os longos cabelos. Os fios caíam sobre os ombros e sobre as costas de forma encantadora, Fenrir não entendia como Lohoama conseguia ser tão encantadora! Ao fitá-la com o cabelo solto, sentiu um torpor e embriagou-se com a beleza dela. Provavelmente, se não tivessem batido à porta da Flautista, teria beijado-a com desejo e paixão (N/A: Eu amo atrasar tudo XD Yago: Não sei como as OCC do Baile na Mansão Heinstein vão resistir à você e suas histórias! Não sei como Cho e Gaara resistem na Kunoichi Cega! (fic minha de Naruto) Tenshi: Não se mete e continua cuidando do cenário! ò.ó). Lohoama levantou-se e abriu a porta.

Uma mulher de cabelos longos e prateado-lua, olhos azul-noite claro, pele morena de sol, usava um tipo de elmo na cabeça com uma lua minguante atrás e uma lança cruzando a lua com a ponta até o joelho, negro, seios fartos, usando um longo vestido branco, com um cinturão negro com caveiras penduradas e uma caveira um pouco grande no centro com olhos de ônix, uma um colar de duas voltas, um cheio de mini caveiras e outro com estrelas de quatro pontas. Nos braços e no pescoço, uma longa faixa enrolada, com as pontas caindo nas costas e arrastando no chão. Uma sandália de trançar negra e várias pulseiras de ouro e prata. Os lábios estavam pintados de negros e os olhos, delineados por lápis egípcio negro e com sombra prateada.

Lohoama: Ne... Neftis?! – falou um pouco assustada. A deusa só devia vim na próxima semana. – O... O que aconteceu que sua visita foi adiantada?! – perguntou tentando parecer calma.

Neftis: Não aconteceu nada, só me deu vontade de vir mais cedo! Skadi e Hera já chegaram?! – perguntou animada, mas desinteressada.

Lohoama: Só falta Hera... Mas não tenho idéia de quando ela chega! – disse ficando na frente da deusa, meio que tentando impedi-la de ver Fenrir.

Neftis: O que está escondendo de mim, Lô? Sempre fomos amigas, você sempre me contou tudo! Por que mudaria agora? – perguntou, tentando olhar por cima dos ombros e cabeça de Lohoama. Cansada de Lohoama se colocar na sua frente, empurrou-a e entrou. Ao deparar com Fenrir, sentiu uma forte atração pelo rapaz (N/A: Yago: AH, fala sério, Tenshi! Você gosta de complicar a vida desse povo, não é mesmo?! Já não bastasse Gaia e suas traquinagens e Ísis num chove-não-molha, agora vem a Neftis pra atrapalhar?! Tenshi: Não se mete que a fanfic é minha... (cara filosófica) û.û).

A deusa, ao empurrar Lohoama, a fez cair no chão com tudo. O Guerreiro Deus levantou-se logo depois e foi ver como Lohoama estava, ajudando-a se levantar. Neftis deu um sorriso. Iria ajudar a Gaia à não perder sua Flautista, afinal, Lohoama ainda não tinha perdido a imortalidade, mas tinha momentos em que sua imortalidade vacilava. Ia usar isso contra ela.

Neftis: Ah, então é isso, sua malandrinha! Arranjou um namorado e tava com medo do meu veredicto em relação ao rapaz! – falou descaradamente, disfarçando suas intenções.

Fenrir e Lohoama coraram e logo se separaram.

Fenrir: Eu não sou namorado da Lohoama, sou um Guerreiro Deus de Hilda de Polaris, representante de Odin em Asgard! – falou apressadamente.

Neftis: Ah, ouvi rumores sobre a Guerra Santa de Hilda contra Athena... Pensei que todos os Guerreiros Deuses estivessem mortos, mas vejo que estou enganada! Bom, Lô, acho que vou indo para o templo de Gaia, me encontrar logo com ela, minha irmã e Skadi! Tchau! – dizendo isso, saiu da casa de Lohoama fechando a porta.

Fenrir voltou sua atenção para Lohoama, que ainda estava meio chocada pela presença repentina da deusa.

Fenrir: Tudo bem, Lô? Você parece tensa... – falou colocando a mão sobre o ombro da jovem.

Lohoama: Sim eu tô bem... – sentiu seu corpo arrepiar-se quando o rapaz colocou a mão em seu ombro. – É que... Neftis não devia vir para o Santuário hoje, fiquei surpresa. – falou já mais calma, lembrando-se do almoço no fogo em seguida. – Sente-se que vou servir o almoço! – falou sorridente ao rapaz, que sorriu em resposta e sentou-se a mesa.

Uma moça de cabelos longos e vermelhos presos num rabo de cavalo alto, olhos verde-folha, nova, usando um vestido verde-musgo até os joelhos. Estava acompanhada de um rapaz de olhos marrom-mel, cabelos verde-folha claro até o meio das costas, usando uma camiseta branca e calça negra. Os dois andavam pela floresta conversando animadamente, sem rumo definido. De repente, o tom alegre da moça se tornou sério.

Moça: Shido, você realmente tem que voltar para Asgard? – falou meio tristemente, parando de andar.

Shido: Infelizmente sim, Hana. Quando Fenrir puder ir embora, eu, ele e Bado vamos voltar para Asgard. – disse parando de andar também, olhando nos olhos verde-folha na moça. Pegou na mão de Hana, a jovem levantou o rosto para ele e sorriu tristemente. Ela era uma moça que parecia inocente, que não conhecia o mundo. Nascera e crescera no Santuário, diferente da irmã mais velha, Reira. Mas nem por isso não sabia nada do mundo.

Ao olhar para trás percebeu que estavam sozinhos. Chamou a atenção de Hana.

Hana: A Reira e o Bado devem ter ficado pra trás... Nem imagino o porque... – falou sorrindo marota.

Shido: Vamos voltar pra casa de vocês duas, quem sabe, eles voltaram pra lá graças a uma de suas discussões... – falou fingindo não reparar no sorriso de Hana.

Hana: Ai ai... Tá, tá, vamos voltar... – falou cruzando os braços, sorrindo para o Guerreiro Deus. Shido ofereceu o braço para a jovem e Hana aceitou, segurando firmemente o braço do rapaz.

A mulher de cabelos curtos e cor-de-vinho, com a franja pro lado cobrindo o olho direito. Olhos num lilás profundo e brilhante, uma charmosa pintinha logo abaixo do olho esquerdo, usando uma mini saia preta pregada com um top vermelho e coturnos pretos, com um cigarro aceso pendendo no lado esquerdo da boca. Estava apoiada no peito do rapaz de olhos marrom-mel, cabelos verde-folha claro até o meio das costas e corpo forte que a abraçava pela cintura.

Mulher: Bado, a gente fez bem em deixar os dois irem andando sozinhos? – pegou o cigarro entre os dedos, soltou a fumaça pelo nariz e levantou o rosto para olhar o rapaz.

Bado: Com certeza, Reira! Quem sabe assim os dois param de se comportarem feito santos e assumem que se amam... – falou e deu um beijo nos lábios da mulher. – E você, quando vai decidir parar de ser anônima e assumirmos o nosso namoro pros dois? – perguntou olhando-a desconfiado.

Reira: Assim que aqueles dois começarem a namorar! – falou sorrindo e, dando uma tragada no cigarro e se soltando do abraço. – Vamos voltar, cansei de namorar aqui por hoje... – falou já indo andando na frente.

Bado deu um sorriso e balançou a cabeça negativamente. Ela era incorrigível e era isso que o encantava, sendo tão independente. Correu e parou ao lado da mulher, passando o braço em volta do pescoço de Reira e trazendo-a para mais perto. Ela passou um braço pela cintura dele, enquanto com a mão livre segurava o cigarro.

Os quatro chegaram na casa ao mesmo tempo, e as duas irmãs sentiram o cosmo de Gaia chamando-as.

Reira: Ah, droga... – falou desanimadamente. – Bado, a gente se fala depois! – disse elevando seu cosmo e chamando sua armadura. Era a armadura de um tigre-branco, animal representando a Ásia. O elmo parecia a cabeça do tigre na cor branca e detalhes em negro, com os caninos superiores azuis e duplos, sendo que os segundos entravam pelo cabelo e ligavam à proteção do queixo. Ombreiras duplas somente no ombro esquerdo. O que seria o rabo do tigre com a armadura montada, prendia no lado direito do peitoral e enrolava no pescoço, prendendo um lado da cada. A proteção dos braços tinha detalhes em negro e dois espinhos curvados para cima no lado de dentro. As luvas com garras entre os dedos com cerca de dez centímetros. Na cintura, um cinto comum. A proteção das coxas duplas e detalhes em negro. Joelheiras sobrepostas, sendo a de baixo com espinhos. Nas pernas, cinco "placas" sobrepostas. O peitoral dividido em dois (N/A: Lembrando a armadura de Camaleão) e uma placa seguindo. Toda branca com detalhes em negro. O báculo era um círculo como se fosse uma lua minguante fechada e prateada, com uma "lua cheia" no centro e um detalhe em negro.

Hana fez o mesmo. Sua armadura de puma, ou leão das montanhas, representando a América, apareceu. Na cabeça, algo parecido com uma coroa de louros, todo dourado e com furos. Ombreiras simples, amarelo-areia. No pescoço, um "anel", com duas placas até a proteção dos seios (N/A: Mesmo "sistema" da armadura de Camaleão), depois seis placas até o final do corpo, tudo em laranja-areia, mas amarelo areia nos seios. Na quinta placa, segue um cinto amarelo-areia. A proteção dos braços simples, cor-de-ferrugem. A proteção das coxas laranja-areia, joelheiras amarelo-areia e o resto laranja-areia. Um báculo com o final curvo e amarelo areia, como se fosse o rabo do animal, e a ponta, a "cabeça" do animal com a boca aberta, na qual um rubi vermelho-sangue brilhava.

As duas saíram pela porta e correram na direção do palácio-templo de Gaia. As Esfinges não as barraram, pelo fato de as duas estarem usando suas armaduras e com os cosmos ativos. Andaram à passos rápidos pelos corredores longos e sinuosos até de depararem com as portas da sala de reuniões. Entraram e viram todos os Flautistas presentes. Seus olhares se fixaram em Lohoama, ela parecia nervosa. O capacete vermelho com a cabeça de um pássaro na frente, com o bico protegendo entre os olhos, atrás como se fossem penas desde a cabeça do pássaro. A proteção do pescoço em ponta e amarelo-areia. Ombreiras duplas e douradas. O peitoral simples, protegendo até as costelas, todo dourado. Na cintura, a "saia" amarelo-areia com a "placa" do meio mais longa com uma jóia laranja. A proteção dos braços e as joelheiras vermelhas. O resto, dourado. Asas longas amarelo-areia. Carregava um báculo com um círculo dourado na ponta e aberto dentro, com uma "folha" atravessava no meio.

As duas tomaram seus lugares. Hana à esquerda de Lohoama e Reira a direita. (N/A: São sete Flautistas na elite de Gaia. Cada um representa um continente. Quando estão na presença de Gaia, se organizam de acordo com a disposição dos continentes no mundo. Lohoama representa a Europa, assim atrás dela ficaria a África, Paole, atrás de Paole o Pólo Sul, na frente de Lohoama o Pólo Norte, e à esquerda de Hana, na linha de Paole, a Oceania) Os demais Flautistas, espalhados pela sala, na frente da estátua do animal ou planta de sua armadura. Vários lugares estavam desocupados, sinal de que havia vagas para os aspirantes à Flautistas.

Gaia estava na frente de todos, num trono com uma árvore com a copa florida como encosto. Galhos fortes formavam o apoio dos braços. Tinha seus longos cabelos negros caindo sobre os ombros, os braços e os galhos. Usava um longo vestido regata verde claro de cetim egípcio, que arrastava o chão, com dois broches de rosas, um de cada lado, prendendo um xale de seda quase transparente verde-escuro. Na cabeça, uma coroa de rosas com várias folhas em dourado. Na cintura, um espartilho de ouro com desenhos de flores e um cinto de rosas e folhas dourado. Segurava numa das mãos um báculo com uma esmeralda do tamanho da palma duma mão, cuidadosamente talhada para ter doze lados. A deusa levantou-se.

Gaia: Tenho orgulho de dizer que todas as minhas amigas, Ísis, Skadi, Neftis e Hera já chegaram. Gostaria que todos tratassem-na com o respeito de deusas que elas merecem, e também, gostaria de dizer que está noite darei uma festa para comemorar a chegada delas! Todos no Santuário estão convidados, inclusive os aspirantes! – Fez um sinal com as mãos, e as quatro deusas, antes atrás do trono da deusa, se colocaram ao lado da deusa da Terra. Skadi, com seus longos cabelos prateados e olhos claros parecendo duas luas, usando um vestido de cetim egípcio cinza-lunar, com um leve casaco de seda azul-gelo com penugens brancas na gola, na barra e na manga. Na cabeça, uma tiara prateada com uvas e uma longa folha de pinheiro. Na cintura, um cinturão prateado com detalhes em dourado. Ísis, sem o véu de quando encontrara Lohoama e Fenrir no dia anterior, com seus cabelos longos e cacheados num negro profundo e seus olhos azuis, com um longo vestido de cetim egípcio branco de manga três quartos, com anéis, colares e pulseiras de ouro. Na cabeça, vários enfeites dourados em forma de flores. Neftis, usando a mesma roupa de quando tinha ido mais cedo na casa de Lohoama. Hera, com seus olhos lilases e profundos, cabelos longos azul-índigo claro, usando um longo vestido de cetim egípcio rosa escuro, usando um xale preso nas mangas de seda rosa claro cortado como se fossem penas do rabo de um pavão, com os desenhos em azul. No pescoço, um colar como se fosse o rabo de um pavão de ouro e prata. Um cinturão rosa escuro com desenhos em azul escuro e luvas de seda rosa claro.

Todos os Flautistas presentes fizeram uma reverência e se retiraram quando Gaia fez um sinal de que podiam ir.