Depois das devidas apresentações, o que será que vem por aí... Meninas, algum palpite? Não?
Então vamos ao capítulo!
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Capítulo III - O que será, que será?
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I - Que vive nas idéias desses amantes?
O museu de Atenas podia não ser grande como o Louvre, mas certamente era tão diversificado quanto o francês. O destaque, como não poderia deixar de ser, ficava por conta das salas dedicadas à arte grega.
No segundo andar do museu, ficavam a sede administrativa e as salas de aula. O cheiro de tinta das aulas de pintura misturava-se ao do verniz usado na marchetaria, e tudo era embalado pelo som de flautas, violinos e o piano da sala de música.
Compenetrada, Jéssica ouvia atenta a apresentação do professor e suas instruções, mas estava louca para começar a pintar. Na sala de música, Silvana testava a afinação de seu violino e ensaiava um mini dueto com um flautista. E Samara, na aula de marchetaria, tratava de expandir seu círculo de amizades.
No salão principal do museu, onde estava sendo montada uma nova exposição, Sheila andava de um lado para outro feito doida. Peças e mais peças chegavam de coleções vindas no mundo inteiro, funcionários trabalhavam sem cessar na montagem de cenários e a jovem, coordenava a todos, com uma energia típica de quem nasceu nos trópicos, gesticulando nervosamente e dando ordens.
Aquela exposição sobre as lendas e mitos gregos prometia ser um grande sucesso.
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"Bem, ainda temos algum tempo antes de sairmos em missão. Acho que não vai ter problemas eu sair para me distrair um pouco...", pensou Saga, saindo do Santuário com um livro debaixo do braço.
Deixando o lugar, o cavaleiro decidiu que o melhor local para sua leitura e descanso certamente seriam as ruínas do cabo Sunion.
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II - Que cantam os poetas mais delirantes?
Era uma enorme mansão em uma região rural da Grécia, tão grande que faria inveja à tradicional família Solo. Seus portões eram fortemente guardados por seguranças vestidos de preto e cães raivosos. Mas que conhecesse bem seus moradores saberia que nada daquilo era necessário e sim tudo fachada.
Em um escritório forrado de livros, um rapaz de cabelos vermelhos e curtos, arrepiados para cima, lia um jornal ateniense. Seus olhos verdes intensos percorriam cada linha escrita com destreza, um sorriso emoldurava seus lábios.
-O que tem de tão interessante aí para te fazer rir, Vincent? – perguntou um outro rapaz, de pele muito branca e cabelos azuis bem claros, os olhos cinza brilhando divertidos.
Entrando pela sala, sentou-se sobre a mesa e pegou o jornal que o outro lhe estendia.
-Estava lendo a manchete do dia, Lars... O Museu de Atenas vai mesmo inaugurar aquela exposição.
-Sério? Então teremos trabalho pela frente, não é mesmo?
-Sim... O mestre já mandou mensageiros atrás de Heitor e Aquiles, é uma questão de poucos dias até que cheguem de viagem.
Os dois rapazes continuaram conversando calmamente até que o telefone tocou. Vincent atendeu-o prontamente.
-Pois não, mestre?
-Quero que venha até minha sala, você e Lars.
Em pouco tempo, estavam os dois em um outro escritório, onde um homem de meia idade e cabelos grisalhos os esperava. Indicou aos subordinados duas cadeiras e os encarou, com seus olhos violeta.
-Serei breve para que não percamos tempo... Quero que arrumem suas malas e preparem tudo para uma viagem. Partiremos para Atenas ainda esta noite, Heitor e Aquiles estarão nos esperando em um hotel da cidade.
-E quanto ao esquema para a exposição, mestre?
-Não se preocupe, Lars, está tudo acertado. Quando chegarmos em Atenas, eu lhes direi o que e como faremos. Agora podem ir.
Despedindo-se com um breve aceno, os dois rapazes saíram da sala. Voltando-se para a janela, o homem sorriu para si mesmo. Estava tudo certo e cuidadosamente planejado. Nem mesmo os cavaleiros de Atena seriam capazes de impedí-lo em seus planos.
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III - Que juram os profetas embriagados?
Quando as aulas acabaram, as três brasileiras encontraram-se no corredor e desceram juntas ao salão principal, trocando impressões sobre os colegas e professores. Ao descerem as escadas, encontraram Sheila conversando com um homem baixinho, que falava de maneira enérgica e meio desesperada, a jovem rolava os olhos impaciente e irônica.
-Você entendeu, não é querida? Eu não quero ninguém perto daquela redoma, ninguém!
-Eu já sei, senhor Constantinos.
-E também sabe que somente convidados devidamente listados e revistados poderão entrar?
-Claro que sim... Dá um tempo, senhor Constantinos, eu não vou permitir que ninguém se aproxime do velocino!
Gesticulando, o senhor Constantinos saiu para falar com outros funcionários. Sheila estalou o pescoço e suspirou, cansada. E bem nessa hora escutou vozes atrás de si.
-Velocino? O Velocino de Ouro, da lenda de Jasão e os Argonautas?
-Ele mesmo, Sah... Vai ser a principal peça da exposição que começa no sábado.
-A réplica dele, você quer dizer, Sheila.
-É o que eu acho, mas vai dizer isso para esses gregos malucos... Eles te trucidam viva, Jéssy!
As três garotas não entenderam a colocação. Sheila, então, deixou um pouco de lado seu trabalho para dar uma explicação a elas.
-Esses doidos acreditam que as tais lendas gregas sejam verdadeiras. O senhor Constantinos, por exemplo, jura de pés juntos que o Velocino da exposição é autêntico!
-Cê tá brincando!
-Antes fosse, Sil... O povo daqui acredita em cada história absurda, vocês nem imaginam.
-Quais, por exemplo?- Samara questionou, muito curiosa. Sheila arqueou uma sobrancelha e resolveu contar, gostava de ter alguém para ouví-la.
-Bom, a mais absurda, na minha opinião, é sobre a deusa Atena... Os gregos acreditam que a cada duzentos anos, a deusa reencarna sobre a Terra para lutar contra o mal e que, para isso, conta com a ajuda de seus 88 cavaleiros.
-Cavaleiros?
-Homens e mulheres que se dedicam a lutar pela bem da humanidade. Dizem que os mais poderosos entre eles são os de ouro, representantes dos doze signos do zodíaco do sol.
Suspirando, Sheila desatou a rir da história, acompanhada pelas garotas. Realmente, nunca tinham ouvido uma história tão louca e absurda como aquela!
-E aí, o que acham de almoçarmos no restaurante do museu? A comida é deliciosa!
-Vamos nessa, meu estômago está colado nas costas de tanta fome! – comentou Silvana, a barriga roncando para provar que falava a verdade.
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IV - Que está na romaria dos mutilados?
Depois do almoço, nada melhor que um passeio para fazer a digestão. Decidida a conhecer as ruínas que tanto a fascinaram, Jéssy rumou para o Cabo com seus pincéis, tela e tintas, disposta a retratar aquela bela visão.
Com cuidado para não se machucar nas pedras do lugar, ela se sentou sobre uma coluna em decomposição e aprumou-se, pensando por onde começaria a pintar. Rolou os olhos pelo lugar e prendeu a respiração ao perceber que não estava sozinha no local.
Um homem de longos e revoltos cabelos azuis estava sentando debaixo da sombra de uma coluna, lendo um livro. A pele morena de sol parecia brilhar, a camisa branca marcava seus músculos. "Pelo jeito ao menos os deuses gregos existem de verdade!", ela pensou, de posse de um pincel.
Compenetrada, Jéssy começou a desenhar o esboço do retrato, prestando atenção em cada detalhe da paisagem e do deus grego inserido nela. Ágeis, seus traços ganhavam formas e contornos coloridos e o melhor de tudo, o "modelo" permanecia quieto, sem se mover.
Passou algum tempo até que os sentidos de Saga começassem a alertá-lo de que havia algo errado à sua volta. Era como se estivesse sendo insistentemente observado! Sem levantar a cabeça, o cavaleiro rolou os olhos para os lados e se deparou com a brasileira concentrada em sua pintura.
Os cabelos ruivos estavam presos em um coque com alguns fios soltos, o que lhe dava um jeito de moça séria. Os olhos castanhos apertavam-se, atentos na tela e nos movimentos ágeis das mãos que trabalhavam.
Só podia ser uma aluna do curso de artes do museu, Saga pensou, sorrindo. Uma bela aluna, por sinal!
A curiosidade acabou tomando conta do cavaleiro e ele aproveitou o momento de concentração da moça para fazer algo. Quando Jéssy levantou os olhos para voltar a estudar os traços de seu modelo, ele havia sumido! Onde estaria? Procurou por ele com o olhar, até ouvir uma voz rouca atrás de si.
-Belo desenho, senhorita.
Assustada, virou-se para trás e deu de cara com os olhos azuis intensos a lhe fitar e um sorriso limpo.
-O-obrigada... – foi tudo o que conseguiu dizer, sentindo o rosto corar com aquele olhar sobre si.
Saga achou graça na reação da jovem e ia fazer um comentário quando seu cosmo o alertou que era preciso voltar ao Santuário, sua deusa o chamava.
Despedindo-se com um sorriso, sem dizer uma única palavra, o cavaleiro foi se afastando. Jéssy ficou observando-o, vermelha e curiosa.
-Nossa! Esse deus existe de verdade? – perguntou a si mesma, voltando sua atenção ao desenho.
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Já que Saga havia saído do Santuário e ninguém sabia onde encontrar o danado, os outros três cavaleiros tiveram que, sozinhos, cuidar das primeiras ações de sua missão. Trajando um terno grafite, Kamus ajeitou sua gravata antes de adentrar o museu, junto de um abatido Aioria. Shura, vestido de uma maneira mais esportiva, os primeiros botões da camisa abertos por conta do calor, ficou do lado de fora, estudando o entorno.
-Eu vou procurar a responsável pela organização e você faz um reconhecimento de campo, Aioria.
-Tá certo...
Kamus dirigiu-se ao salão principal, enquanto Aioria resolveu subir as escadas para o segundo andar. Com seu característico ar de seriedade, o cavaleiro de Aquário entrou pelo salão e deu de cara com um monte de funcionários que carregavam caixas e mais caixas, gente que montava peças e afins.
Um rapazinho passou por ele carregando uma bandeja e Kamus chamou sua atenção.
-Por favor, poderia me dizer onde encontro a senhorita Sheila Tamasauskas?
-É aquela moça ali, senhor.
Kamus olhou na direção que o rapazinho lhe apontava e viu a jovem falando ao celular, usando um rádio de comunicação, carregando uma agenda onde anotava alguma coisa e dando ordens. Tudo ao mesmo tempo.
Ficou alguns minutos estudando a fisionomia dela. Os cabelos castanhos estavam se soltando do rabo de cavalo e ela assoprava para cima sua franja, que caía a todo momento sobre seu rosto. Os olhos também castanhos percorriam todo o lugar com agilidade e atenção, nenhum detalhe escapava ao seu crivo. Era pequena, porém, enérgica e se fazia ouvir e se impor.
Kamus agradeceu ao rapazinho e foi até a jovem.
-Senhorita Sheila Tamasauskas?
-Sim? – ela disse, sem dar muita atenção ao cavaleiro – Alô? Ah, sim, pode continuar... – ela voltou ao celular, fazendo um gesto para que o rapaz esperasse.
O aquariano suspirou, pelo jeito seria difícil ganhar a atenção da assessora.
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Ao contrário de Jéssy, que tinha decidido dar um passeio após o almoço, Samara voltou para o museu. Estava na sala de aula, ajeitando a bancada que havia escolhido, guardando as ferramentas e utensílios nas gavetas.
Sobre a bancada, alguns de seus trabalhos, que tinha levado para mostrar ao professor e pedir uma opinião a respeito. Eram três caixas de tamanhos, cores e texturas diferentes. Estavam empilhadas uma sobre a outra e a garota resolveu aproveitar para dar um acabamento com a lixa.
Enquanto isso, Aioria caminhava pelo corredor, cabisbaixo. Vez ou outra, lançava olhares para as salas de aula ou peças que adornavam os ambientes, achando tudo aquilo enfadonho demais.
Aliás, a sua vida é que estava assim, considerou tristemente. Encostando-se em uma coluna, fechou os olhos, lutando para que as lágrimas que os enchiam não caíssem. Foi então que ouviu um espirro alto, vindo de uma das salas, seguido de uma praga dita em voz alta.
Curioso, resolveu dar uma espiada.
-Aaaatchimmm! – Samara espirrou novamente – Droga de alergia!
Pobre garota, tinha se esquecido de colocar a máscara de proteção e agora espirrava horrores por conta da alergia à poeira. Sentindo o nariz coçar novamente, ela se virou para trás para espirrar e...
-AAATCHIIMM!!!
O espirrou foi tão forte que ela quase caiu da cadeira! O mico só não aconteceu porque acabou batendo em algo que impediu a sua queda. E esse "algo" parecia ser um peitoral bem malhado.
Arqueando uma sobrancelha, ela rolou os olhos para o alto e deu de cara com duas íris azuis a encarando.
-Ai, desculpa moço! – ela disse, afastando-se de um rapaz, totalmente sem graça. Encolhendo-se na cadeira, ela não sabia nem o que dizer.
-Não foi nada... – Aioria respondeu no automático, fitando os olhos castanhos escuros que brilhavam.
O silêncio tomou conta do lugar, Samara achou melhor voltar sua atenção para suas caixas, antes que derretesse com aquele olhar. "De onde esse deus surgiu?", questionou em pensamentos, sentindo a face começar a ficar quente e vermelha.
Aioria deu a volta na bancada e ficou de frente para a garota, de repente curioso em saber mais sobre ela ou o trabalho que fazia.
-Essas caixas... Foi você quem fez?
-Foi... Eu... Eu trabalho com marchetaria e estou começando um curso aqui no museu.
-Bacana... São bonitas.
Sorrindo, Samara acabou deixando a vergonha um pouco de lado e engatou uma conversa com o cavaleiro. Boba ela...
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Pela centésima vez Kamus olhava no relógio, quanto tempo ainda ficaria ali parado, esperando a boa vontade daquela moça? Aparentemente sem se importar, Sheila continuava a falar no celular e dar ordens.
Bem, na verdade há muito que não sabia do que se tratava a conversa que travava ao telefone. Seus sentidos estavam todos naquele homem maravilhoso que aguardava sua atenção, que cara de sério meu Deus! E que olhos azuis intensos, os cabelos azuis petróleo caindo sobre os ombros e costas e um jeito de quem não era muito dado a conversas banais e brincadeiras.
Desligou o celular minutos depois e voltou-se para ele, sorrindo.
-Então, em que posso ajudar, senhor...
-Kamus Pontmercy, curador de arte grega do Museu do Louvre, senhorita Tamasauskas.
-Ah, sim, curador do Louvre... – Sheila disse, sorrindo meio de lado. "Conversinha para boi dormir, meu caro..." – A que devo a sua visita, Monsieur Pontmercy?
-É sobre a exposição das lendas gregas, sen...
O rádio apitando cortou a fala e o raciocínio de Kamus. Rápida, Sheila o atendeu e voltou a ignorar o cavaleiro, que já começava a se irritar com aquilo.
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Meio esbaforida, Silvana andava pela calçada de pedras, voltando ao museu. Tinha se despedido das amigas após o almoço com o intuito de voltar para casa, mas, no meio do caminho, sua intuição a avisava de que havia algo errado.
Parou em uma praça e abriu a caixa de seu violino. E tomou um susto ao ver que o arco não estava ali! Apoiando os braços nos joelhos, ela fechou os olhos tentando se lembrar onde ele poderia estar... "Claro! Eu tirei da caixa para acomodar melhor o violino e me distraí com a conversa do professor... Ele deve estar sobre o piano da sala de aula!"
Correndo, a garota atravessou a rua e não percebeu que um táxi vinha com tudo pela ladeira, feito um maluco desgovernado.
-Cuidado, moça!
Ouviu alguém gritar e olhou para sua direita, o carro vinha com tudo e tentava frear. Por instinto ou choque, não sabia, Silvana abraçou a caixa do violino e fechou os olhos. E bem nessa hora sentiu uma lufada de vento no rosto e o chão lhe faltar aos pés.
Quando novamente percebeu o calçamento, ela abriu um olho, depois o outro. E se viu sendo abraçada pela cintura por um homem de cabelos e olhos negros, que a encarava com ar de preocupação.
-A senhorita está bem?
-Es-esto-ou...
Meio receoso, sentindo o corpo da garota todo trêmulo, Shura a soltou. Silvana chegou a cambalear um pouco, mas conseguiu se manter firme. Difícil com aquele homem maravilhoso ali, bem do seu lado!
-Quer que eu busque uma água, um café?
-N-não, obrigada... Eu vou... Vou entrar, procurar por uma amiga... – Silvana disse, apontando para o museu. Shura sorriu.
-Eu a acompanho.
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-Eu já falei que não quero canapés de atum! O cheiro é insuportável, impregna em tudo! – Sheila gritava ao rádio, muito nervosa.
"E essa agora! Além de tudo, é escandalosa...", Kamus pensou, impaciente e morrendo de vontade de sair logo dali. Maldita hora que aceitou aquela missão!
-E então? Onde estávamos? – a assessora se voltou para o cavaleiro, desligando o rádio sem se importar com a pessoa do outro lado da linha.
-Como estava dizendo, eu gostaria de saber como posso fazer para retirar os convites para a exposição de lendas gregas. São quatro, para mim e meus...
-Monsieur Pontmercy, não precisa me dizer as quantidades... – Sheila o cortou e recebeu um olhar extremamente frio de volta – O senhor e sua equipe não serão convidados para a abertura da exposição.
-Como?
-O senhor não é surdo, muito menos burro. Essa historinha de que é curador do Louvre não colou comigo, muito menos essas sua cara de paisagem. Então, se não quer ter problemas, é melhor sair daqui agora ou serei obrigada a chamar a segurança.
Kamus abriu a boca para falar algo, mas calou-se. Estava irritado com aquela jovenzinha petulante e que, literalmente, se achava.
Bem nessa hora em que a tensão tomava conta de tudo, Aioria descia as escadas com Samara e Shura entrava pelo salão com Silvana.
-Kamus? Aconteceu alguma coisa? – o capricorniano perguntou, notando a tensão entre o amigo e a moça.
-Não é nada, vamos embora.
-Passar bem, Monsieur Pontmercy... - Sheila falou, dando um sorrisinho irônico para o cavaleiro - E, para sua informação, a equipe do Louvre já fez a retirada dos convites a cerca de uma semana!
Kamus lançou-lhe um olhar sério, o ar pareceu até ficar mais gelado à sua volta. Depressa, Aioria despediu-se de Samara e se juntou aos amigos, Shura acenou para Silvana e foi até o aquariano, que já estava quase fora do museu.
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Terceiro capítulo!!! Meninas, finalmente os encontros tão esperados... E a partir daqui, preparem-se para a ação!
Beijos!
