Disclaimer: Não sou dona do House, mas queria ser dona do Chase. Nem sei por onde eu iria começar a brincar com aquela montanha-russa.

A APOSTA

By QueenBrooke

Tranlated by Ligya Ford

CAPITULO 4

- Diagnósticos diferenciais para um tumor cerebral. Prontos? Vão!

- É câncer. – Foreman disse de uma vez. – Paciente terminal. É perda de tempo.

- Não necessariamente. – discordou House, em pé ao lado do quadro branco, e marcador em mãos. – Vão!

- House, câncer se encaixa. – disse Cameron. – Foreman está certo. Não há argumento pra isto.

- Isto não é bem um diagnostico diferenciado. – disse House, mais pra si mesmo. – Como vou caçoar suas idéia se vocês não me dão nenhuma?

- Nós dizemos câncer. – Foreman apontou. House assentiu.

- Verdade. – ele escreveu câncer no quadro, então o riscou. Foreman rolou os olhos, ao mesmo tempo em que Cameron suspirou alto.

- Qual é a próxima? – ele perguntou, sorrindo sarcasticamente pra eles.

- Quais são os sintomas? – perguntou Chase. Ele estava tão cético quanto os outros, mas quem sabe? Talvez Cameron pudesse pensar ele estava sendo mais sensível.

Ela o olhou. Tanto pra nada. House, contudo, sorriu radiante.

- Dr. Foreman, – disse ele. – quais são os sintomas dele?

- Dela. – Cameron estalou, antes que Foreman respondesse.

- Por que, Dr. Foreman, você mudou sua cor de pele? E gênero? – House fez graça. Então seu olhos estreitaram. – O que você dizia?

- Os sintomas dela. – Cameron repetiu. – A paciente é uma mulher.

- Bem, isto é interessante. – disse House, agarrando sua pasta.

- O que é interessante? – Chase perguntou.

- Por que não é? – perguntou House, levantando as sobrancelhas da pasta por um segundo.

- Ela tem dores de cabeça, House. – Foreman adicionou. – É isto.

- Interessante... – murmurou House, mais pra si mesmo do que para seus ducklings. Ele fechou a pasta com barulho e jogou em cima da mesa. Depois ele escreveu "dores de cabeça" logo abaixo do "câncer" rabiscado, e colocou a caneta de volta no lugar. Olhou para eles esperançoso.

- Foreman, vá fazer uma ressonância. – ordenou. – Vou encontrar exatamente quais peças desse quebra- cabeça estão faltando.

- Você vai falar com a paciente antes de nós? – perguntou Cameron incrédula. House riu pra ela.

- Não morra de choque ou eu terei uma teoria a menos pra rir daqui a dez minutos. – ele ironizou. – Você e Chase fiquem aqui. Você pode ter... uma tempestade de idéias. – ele adicionou, com uma piscada para Chase, que rolou os olhos.

- Bem confiante. – murmurou pra si mesmo. Cameron suspirou, então se levantou, e foi na direção da porta.

- Onde você vai? – ele perguntou. Confiante ou não, House tinha lhe dado uma grande oportunidade para começar a ganhar a aposta.

- Até o Wilson. – ela lhe disse. – Ou Cuddy. Eles são os únicos que chegam perto de controlá-lo.

- Você acha que ele precisa ser controlado? – perguntou Chase, interessado. Ela riu.

- Eu acho que ele está tratando a paciente como uma espécie de jogo. – ela lhe disse. – Ele está entediado.

- Bem, e se ele estiver certo? – Chase sugeriu. – E se nós encontrarmos algo e salvarmos ela?

Cameron o olhou, intrigada.

- Você acha que ele está certo? – ela perguntou, o fazendo rir.

- Não tenho certeza. Eu acho que ele ficará furioso se voltar aqui e não te encontrar.

Ela assentiu, e sem uma palavra, se deixou cair numa cadeira a frente dele. Chase sorriu.

- Cameron? – ele perguntou. Ela olhou pra cima. Ela examinava suas unhas.

- Diz.

- A gente pode conversar? Por um minuto? – ela lhe deu um olhar estranho.

- Nós podemos conversar até House voltar. – ela lhe lembrou.

- Nós dormimos juntos. – ele mencionou. Não era bem o que ele queria dizer.

Ela o olhou, divertida.

- Dormimos, sim. – ela concordou. Se forçando a continuar, ele disse:

- Não acha que deveríamos conversar sobre isto?

- Chase, eu estava chapada. – ela o lembrou. – Eu... sinto muito. Okay?

- Você sente muito. – ele repetiu com uma voz leve. Ela o olhou com um tipo de pena. Se ele olhasse mais de perto, ele teria visto um arrependimento. Ela não sentia muito, mas ela não podia perder a aposta com Cuddy.

- Tirei vantagem de você. – ela continuou.

- Não. – ele disse forçosamente. Ela olhou das suas unhas para ele. – Você não tirou vantagem de mim, Cameron. Era isso o que eu queria dizer. Eu quis isso. Eu... quero.

Merda. Honestamente, o que ela deveria fazer? Ele era o homem dos seus sonhos. E aqui estava ele, confessando... bem, algo. E ela seriamente tinha que fingir que estava dormindo com outra pessoa? Merda.

- Vou ver o que House está fazendo. – ela lhe disse, se levantando, correndo pra porta sem olhar pra ele.

- Cameron, espere! – ele implorou, mas ela já tinha ido.

XxLFxX

Erica, Poli e Isabela – Valeu pelas rewiews! Estou preocupada a autora parou de postar. Vou mandar uma mp pra ela e implorar.