-Olá, Ann.-Ouviu uma voz perigosamente suave dizer ao pé de seu ouvido.

Mary não conseguia mexer o seu corpo. Parecia drogada. Porém via, ouvia e sentia tudo.

Não sou Ann...

Pensou, antes de deixar umas lágrimas escorrerem.

Sentiu as mãos odiosas dele limpando-as, delicadamente. Como se efetivamente a amasse e se importasse com ela.

-Pena que você não pode reagir, Ann...Adoraria ouvi-la murmurando aquelas palavras tão doces que só você sabe como dizer...-Disse, acariciando a pele sedosa da menina.

Voldemort recolheu a mão como se houvesse levado um choque. O espírito de Mary podia não estar controlando o corpo, mas este reagia ao ódio intenso que a garota sentia por ele.

Esquecendo da varinha e de toda a magia utilizável, deu um tapa no rosto dela.

-Isso, me rejeite. Mas daqui a algum tempo, você estará implorando para que eu a livre do seu tormento, como da outra vez.

NÃO SOU ANN!

Pensou com mais intensidade do que nunca e um tinteiro explodiu.

Voldemort decidiu se retirar do cômodo antes que ela arrancasse sua cabeça fora.

Minutos depois, que pareceram horas para Mary, Bellatrix a levou para o quarto de hóspedes que um dia abrigara a ex-mulher de Voldemort, Ann. Bella começou a despir Mary, achando que a situação era para lá de estranha.

A garota parecia uma boneca como as que Andrômeda tinha, só que de tamanho muito maior. Toda mole, não tinha sequer expressão.

Apenas as lágrimas que escorriam constantes do rosto da menina indicavam que ela estava viva.

Vestiu-a com um vestido negro, lindíssimo, ornado de pérolas e pequenas florzinhas de ouro branco no decote, que brilhavam singularmente num interessante efeito-furta-cor. Arrumou seus cabelos branco-prateados em um coque justo no alto da cabeça. Corou-a com flores negras e pintou-lhe como se fosse para um funeral e não...

-...Um casamento.-Disse Voldemort aos seus Comensais.

Todos o olharam, sem compreender muito bem. Lucius tomou a palavra.

-Milord, meu pai me falou, há anos o Senhor se casou com uma moça. Porém, por que essa menina?

-Essa menina, Malfoy, é a mesma de anos atrás.-Respondeu-lhe Voldemort, irritado.

Os Comensais não entenderam nada. Porém decidiram se calar antes de serem torturados, o estado de espírito do Lord indicava algo do gênero.

Descendo as escadas, estavam Bella e Mary, sendo arrastada pela morena, pois não caminhava.

Lucius tomou a palavra, como se fosse efetivamente o Juiz da cerimônia. Fez um discurso curtíssimo e passou para as perguntas cruciais:

-Você, Lord Voldemort¹, aceita se casar com Mary Jane Black?

Voldemort aceitou.

-Mary Jane Black, aceita se casar com Lord Voldemort?

Quando Rodolphus e Bella desaparataram com Mary, todos os outros Comensais se foram também. Deixando mortos, feridos e desolados. Diana estava caída no chão, de joelhos, com o olhar fixo no ponto exato onde sua irmã estava antes de partir.

Remus viu Diana e ficou preocupado, ela não era menina de ficar tão desamparada.

-Diana, o que houve?-Perguntou-lhe, indo por a mão em seu ombro.

Em vez de ela desviar e o olhar com nojo, como era de costume, a menina ficou parada no mesmo lugar. Sem responder ou se mexer.

-Diana?-Chamou novamente.

Ele deu a volta até ficar de frente para o rosto dela. Seu rosto estava banhado em lágrimas silenciosas.

-Sozinha...-Foi o único som emitido de sua boca.

-O que houve? Cadê a sua irmã?-Remus sentiu os dedos gelados do medo apertando seu coração.

-Eles...levaram...Mary...morta...estará morta muito em breve...Ele a levou...-Murmurou ela, se balançando, solitária.

-Eles quem? Ele quem? Diga Diana! Eu preciso salvar a sua irmã!-Remus sacudia a menina de tão nervoso que estava.

A essas alturas, Tonks já havia chegado.

-O Pássaro da Morte a levou².-Disse ela, soturna.

Remus entendeu. Tonks também.

-Diana, acorde logo, precisaremos de você para resgatá-la de si própria. E preciso de um grupo de busca, não podemos levar nem uma hora agindo.-Não parecia o doce Remus Lupin falando.

Parecia um verdadeiro guerreiro.

Tonks amoleceu ao constatar isso e agarrou o seu braço com força.

-Não! Não vá! Eu tenho medo que morra! Eu tenho medo de perdê-lo.

Remus a olhou, melancólico.

-Não me peça isso, Dora³, eu fiz uma promessa...-Murmurou ele.

-Não! Não vou deixar você morrer! Não posso!-Gritava ela, chorando.

Remus olhou nos olhos dela.

-Se você for...

Ele estava com um olhar ferido, magoado.

-...estará tudo acabado entre nós.

Sinto muito.

Pensou ele, antes de virar o rosto.

Sinto muito, eu sei que prometi...Mas não posso...Sinto muito.

E saiu.

Mary não respondeu, estava toda mole, apoiada no corpo de Voldemort, novamente, só se percebia que estava viva pelas lágrimas que molhavam o rosto e os olhos e virava-os para todos os lados, como se buscasse ajuda. Bella apontou a varinha para Mary e ela começou a falar.

-De todo o meu coração, aceito.-Sua voz soou em falsete.

Voldemort olhou para Bella, como se fossem cúmplices. Mais cúmplices que os outros. Lucius pigarreou e encerrou a cerimônia.

O "noivo" foi arrastando a pequena loura até o quarto dele. Jogou-a na cama e começou o processo lentamente. Passava as mãos pelo seu corpo, tocava-a, beijava-a. Chamava-lhe de Ann, na esperança de reavivar uma centelha da moça que ele expulsara de casa há mais de 30 anos atrás. Na esperança de ser escolhido novamente.

Abriu suas pernas.

-Diga que é minha.-Ordenou-lhe, como da primeira vez.

Ela começou a tremer. Corpo e alma lutando contra o feitiço. Tremia tanto que parecia possuída por algo.

E alguma coisa tinha que vencer a batalha.

Uma voz fraca e conhecida ressoou em ofidioglossia pelo cômodo.

-Meu...Príncipe...

Murmurou a garota, tentando estender os braços para Voldemort.

-Tom...eu...te amo.

Ele recomeçou do começo. Deixou-a pegando fogo, antes de...

Um barulho alto feito um trovão se faz ouvir no andar de baixo.

-Mary!-Gritou Diana, antes de pular por cima do corpo desacordado e amarrado de Bellatrix Lestrange.

-Mary!-Repetiram outras vozes.

O corpo da garota estremeceu.

Não, não...Não posso me entregar...

Pensava uma parte Mary.

Se entregue... É mais fácil...Menos doloroso...Se entregue...

Respondia outra parte dela.

Não...SIM! Não...não...SIM! SIM!

-NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO!-Gritou ela.

E começou a se debater, como se estivesse tendo um ataque epilético. Voldemort tentava prendê-la, tentava continuar o ritual, antes que os outros chegassem.

Mary soltou um grito agudo como o de uma harpia antes de se atirar sobre a vítima. O grito não parava. Feria os ouvidos... Ele a arremessou para o outro lado da cama.

Vestiu-se apressadamente e tentou calar-lhe com um "Silencio", mas não funcionava. Nenhum feitiço funcionava. Meteu-lhe um murro no rosto.

A menina caiu no chão do quarto, meio desmaiada.

Porém, era tarde demais, os gritos haviam atraído a atenção da Ordem da Fênix para aquele cômodo. Remus entrou, junto com Harry, Diana e a elite da Ordem. Harry deu um passo na direção de Voldemort.

Contudo, Diana foi mais rápida e sacou a varinha antes que ele tivesse tempo de alcançar a dele, que estava largada na cama, por conta do soco.

-Você não quer fazer isso.-Disse Voldemort, com um sorriso perigoso.

Diana abriu um sorriso tão cruel quanto o dele.

-Não, eu quero sim.-Respondeu.

Na mão direita de Voldemort estava um colar de ouro branco com um pingente de diamante, manchado de sangue, no formato de um coração. Diana comprimiu a varinha com mais força.

-Onde você a escondeu?-Perguntou, nervosa.

Voldemort apontou a varinha para onde Mary estava e esta veio a si, como se fosse um objeto chamado pelo feitiço convocatório. Estava nua, com um grande roxo na face esquerda, toda mole, como uma boneca de carne. Ele pegou a mão esquerda dela e mostrou aos outros.

-Minha esposa, você quer saber?-Perguntou, com um sorriso mau.

Mary chorava, olhou para os outros e ouviu-se um único soluço sair de sua boca antes de desmaiar.

-Você não...Você não...-Harry não articulava as palavras direito.

Estava em choque, Mary era quase como uma irmã para si. Voldemort beijou sua mão pequena e branca. A apertou contra si com mais força.

-Abaixem as varinhas.-Ordenou uma voz segura de si atrás deles.

Remus estava com um nó na garganta. Não podiam deixar Voldemort escapar. Porém, mesmo se vencessem a guerra, de que adiantaria se Mary estivesse morta?

Todos hesitaram perante a ordem absurda de Lupin.

-Abaixem as varinhas, pelo amor de Merlin!-Gritou Mione.

Voldemort pegou a sua e apontou para o pescoço alvo de Mary.

-Abaixem as varinhas.-Disse Harry, pausadamente.

Era uma dura decisão. Mas não podiam sacrificar mais ninguém.

Dessa vez obedeceram à ordem e abaixaram-nas lentamente.

Voldemort jogou Mary para eles de forma brusca e desaparatou.

Boa parte das pessoas se dirigiu ao primeiro andar, para ajudar a terminar de prender os Comensais.

Harry saiu também, tinha muito que fazer.

Diana, muito pálida, se aproximou de Remus com o passo vacilante que utilizara em toda a missão.

-Pode ir, eu cuido da minha irmã...-Falou, se apoiando na parede e respirando com dificuldade.

Remus se virou para ela, sério.

-Não. Você tem que ir para casa. Já fez muito. Vá, Diana.-Respondeu como um pai preocupado com a filha.

Diana, pela primeira vez em relação a Lupin, assentiu com a cabeça sem mais contestar e foi procurar alguém para fazer uma aparatação conjunta.

Remus se aproximou devagar de Mary, tirou a capa e a enrolou (corando) no corpo esguio da menina.

Suas pálpebras estremeceram e, ao abrir os olhos, sorriu fracamente para o homem de cabelos claros à sua frente.

-Remus...-Ela chamou seu nome.

De um jeito tão pouco usual, sem o tom infantil que usava para se referir a ele. Sem o "Tio" acompanhando a abreviatura do sobrenome dele. Remus se sentiu satisfeito ao ouvir seu nome ser pronunciado pelos lábios dela.

Ela havia falado em língua de cobras, mas Remus convivera com Corine. Remus já havia aprendido a decodificar o seu nome pronunciado daquele jeito estranho, de tanto Corine chamá-lo daquele jeito quando estava zangada.

-Remus...-Chamou novamente, tirando-o do transe.

Ele sorriu e passou a mão pelo rosto dela, de forma amável e delicada. Ela começou a chorar e murmurou em inglês, com grande esforço.

-...Eu sabia...que você...vinha...Remus.-E desmaiou.

Mary acordou em sua cama, no Largo Grimmauld. Sentiu uma pontada no lado esquerdo do rosto e levou a mão ao local dolorido. Estava inchado.

As lembranças daquele dia vieram novamente de forma tão brusca, tão invasiva que ela começou a chorar convulsivamente. Nada dava certo para si.

-Mary...?-Chamou uma voz doce e conhecida.

Ela virou na direção da porta e encontrou os fofos cabelos castanhos de sua melhor amiga.

-Mione...-Respondeu, com a voz pastosa de choro.

A amiga correu até ela e lhe abraçou de forma maternal.

-Shh, shh... isso, ponha para fora...Chore bastante...Chore e depois se reerga das cinzas como a linda Mary que eu conheço.-Dizia, enquanto fazia cafuné no topo de sua cabeça.

O choro era alto e incontido.Depois de quase meia hora de lágrimas, Mary começou a relaxar e adormeceu novamente.

Estava naquela depressão fazia duas semanas. Havia tentado se matar mais de uma vez e só comia por insistência, ainda assim, muito pouco. Diana ainda estava no Saint Mungus.

Para localizarem Mary, tiveram de utilizar o laço mágico que se constitui nas relações profundas. Diana jogou um pouco de seu próprio sangue na lareira e entrou em transe, vendo assim, onde a irmã estava. Ficou muito fraca com o ritual.

Na primeira vez, ela usou o clássico método de cortar os pulsos. Teria conseguido, se Ginny não estivesse passando pelo porta e pisado na poça de sangue que escorria pelo vão. Foi um alvoroço.

Da segunda vez tentou abstinência de comida, também não deu certo.

A terceira foi mais drástica. Roubava, durante a noite, um pouquinho de cada ingrediente que precisava para fazer uma poção do Morto-Vivo. Era brilhante em Poções, acrescentou o tanto a mais na poção do ingrediente necessário para matá-la devagar, parecendo que estava dormindo.

O problema foi que as janelas do quarto estavam pregadas, então o cheiro de fumaça permaneceu no ar e Mione detectou-o. Descobriram a concha e uns resquícios da poção na lixeira do banheiro, soterrados por papel higiênico limpo. Tiveram de fazer uma contra poção rapidamente e enfiá-la goela a baixo, salvando-a de si mesma.

Agora, sempre havia alguém com ela, vigiando-a. De preferência, mulheres. Ela não suportava mais uma presença masculina, chorava e agarrava as cobertas, numa tentativa inconsciente de proteção.

Remus não vinha mais visitá-la. Estava muito envolto com missões e arrasado com o término do relacionamento com Tonks.

Mary tentou várias vezes tirar a aliança do dedo, mas esta estava presa por um feitiço forte. Soluçava com as lembranças.

Junho. Ventava muito para aquela época do ano. Também estava muito frio para um verão normal. Remus Lupin só desejava permanecer trancado em casa, como fazia havia dias. Mas, infelizmente para ele, o destino não queria o mesmo. Uma pessoa bateu na porta de sua casa e ele foi obrigado a atender.

-O que está fazendo aqui?-Perguntou ele ao encarar a figura encapuzada do outro lado da soleira da porta.

-Perdeu a educação, foi? Não vai me convidar para entrar não, Remus John Lupin?-Perguntou a voz grave da figura sarcástica.

Remus saiu da frente e permitiu a passagem para o interior da pequena casa bruxa.

Passando um dedo de leve por um móvel e retirando a camada de poeira que cobria este, a figura sorriu.

-Não foi só a educação, pelo visto perdeu o senso de higiene também.

Remus bufou, os dois não se davam. O que estava fazendo ali, então?

-Vim te perguntar por que se acovardou e parou de visitá-la.-Comentou, calmamente.-Não me olhe com essa cara indignada. Não invadi sua mente, se quer saber. Você deixa tudo transparecer na expressão facial, Lupin. Por isso não é um bom espião.

-Você é que me conhece bem demais.-Respondeu-lhe, a contragosto.

Uma risada sem emoção ecoou pelo ambiente.

-Por que ainda jogamos esse joguinho de cordialidade...?-Perguntou mais para si do que para o outro.

-Porque somos dois cabeças-duras.-Retrucou ele.

Diana Black jogou o capuz para trás e deixou a loura cabeleira descoberta. No rosto, ostentava uma expressão de desdém.

-Você não gosta de mim e eu não gosto do jeito que me trata. Não vou prolongar essa visita oferecendo chá. Diga logo o que quer.-Remus fechou a porta com delicadeza enquanto falava.

-Mas eu já disse. Quero saber por que você não termina logo a relação com a minha irmã, mas também não vai visitá-la. Por que você não f nem sai de cima.-Disse pausadamente, como quem fala com um retardado.

Remus corou com o ditado vulgar e o ultraje.

-Você está bem atrevida para quem acabou de sair do hospital.-Retrucou, com a voz ofendida.

Diana deu um risinho de escárnio e ficou admirando uma foto da família dela que Remus conservava no hall de entrada.

-A Dora não devia gostar muito disso aqui, não é?-Perguntou, apontando para o retrato.

Ele se irritou.

-Você me surpreende, sabia? Odeia toda e qualquer pessoa que se aproxime de você e não tenha nenhuma conotação sexual, porém devota à Mary uma devoção canina. Criticava tanto a sua mãe e Peter por superprotegerem-na e faz a mesma coisa!

-Não estamos falando de mim, Remus.-Sentenciou a menina, trincando os dentes.

-Por favor, vamos evitar falar da minha família se quisermos prosseguir essa conversa de forma civilizada.-Foi mais uma ordem que um pedido.

Diana nunca pedia nada.

-Por que você precisa tanto de duplos sentidos? Por que você se fecha tanto?-Indagou ele, curioso.

-Se você vai fugir do assunto, eu não tenho mais nada a fazer aqui.-Disse, indo embora.

-Você não pode fugir do seu passado, Diana!-Gritou ele da porta, enquanto via a garota sair correndo.

Diana tentava limpar as lágrimas e afogar as lembranças. Ambos sem sucesso.

-Peter, fala de novo do papai?-Pergunta uma pequena Mary.

-Ele era forte, bonito, legal...Contava histórias para nós toda noite...-Respondeu Peter, rindo.

-Ele é um monstro assassino que largou a família. Não sei por que tanto interesse.-Resmungou uma emburrada Diana.

Os olhos de Mary se encheram de lágrimas.

-Por que você é tão má, Diana?!-Gritou a irmã mais velha, avançando para a caçula.-Por que você odeia tanto o papai?!

-Deixa, Mary. É inveja. Inveja porque ela nunca conheceu o papai. Aposto que nem é filha dele. Nem parece com a gente.-Sentenciou Peter, segurando Mary pelos ombros.-Vamos embora.

A pequena menina agarrou a bonequinha com força e ficou soluçando, sozinha.

-Mamãe, mamãe eu tive um pesadelo.-Murmurou Diana, soluçando certa noite.

-Foi só um pesadelo Diana, vá dormir.-Comentou Corine, impaciente.

-Mas mamãe, eu tenho medo...-Tentou argumentar ainda, a criança.

-Vá dormir, Diana. Você já tem oito anos, não deveria ser tão fraca a ponto de precisar da sua mãe para isso.-Corine elevou um pouco o tom de voz.

-Mas...

-Vá!

Antes de sair do quarto, Diana reconheceu no colo da mãe, cartas escritas pelo pai.

Ela só pensa nele...Podre a família é uma coisa podre

podre

podre

podre

Notas da Autora:

¹-Lembrem-se que a geração do Malfoy não tem a menor idéia de qual é o verdadeiro nome do Voldemort.

²-Voldemort, significa vôo da morte em francês. Corine, mãe de Diana, era fascinada por línguas latinas, lembram? Então, a associação da Diana faz mais do que sentido.

³-NinphaDORA. Acho que agora o apelido já fez sentido, né?