Termos de Sedução
No capítulo anterior:
"– Você não finge ser difícil. Eu gosto disso.
– Eu não sou muito boa em jogar.
- Eu não acredito. – A piscadela maliciosa em seus olhos claros fez com que ela soubesse exatamente ao que ele se referia e que isso nada tinha a ver com jogos psicológicos.
– Você tem razão. Eu sei jogar algumas coisas. – Sorriu maliciosamente enquanto os olhos dourados de InuYasha se aqueciam de desejo.
–
-Capítulo II: Feitos um para o outro.
Ela sorriu e bateu as pálpebras em uma paródia óbvia de uma vampira.
– Na realidade, me disseram que sou muito boa com minha boca.
O queixo dele caiu com o choque, enquanto ela precisou reprimir uma gargalhada alta, inclinando-se para frente e dizendo em tom conspirador:
– Eu toco flauta.
O riso dele chamou a atenção de outros hóspedes e um olhar de censura do maître. Ele balançou a cabeça, os olhos ainda brilhando com humor.
– Flauta???
– Eu precisei fazer aulas de canto para ficar em forma com a voz e poder participar de uma orquestra, mas eu tinha uma grande vantagem quando o tempo estava frio. Meu instrumento funciona como um quebra vento.
– Você ainda faz aulas de canto?
– Na realidade, sim. Aulas de canto e musculação. Eu gosto disso. Quer ver? – Ela levantou o braço e contraiu os músculos. Não era como as levantadoras de peso profissionais, mas estava tonificada.
Ele levantou a mão e passou vagarosamente o dedo ao longo de seu ante-braço.
– Eu estou vendo e é encantador.
Ela suspirou enquanto sensações passavam rápidas por ela, fazendo com que seus músculos tonificados se transformassem em geléia.
A sobrancelha dele se ergueu, inquiridora.
– Eu não consigo acreditar no modo como reajo ao seu simples toque – ela admitiu.
Sorrindo preguiçosamente, o dedo de InuYasha passeou até o seu ombro e deslizou por sob a tira do vestido, enquanto ela deixava o braço cair.
– Nenhum toque entre um homem e uma mulher que se atraem é simples.
Ela gostou da parte:
- "que se atraem".- pensou ele repetindo no seu ouvido. Correu um leve arrepio na sua espinha.
– Eu acho que sim, mas isso é um pouco demais para mim. Todo o meu corpo está reagindo ao que seria uma carícia casual, pelo amor de Kami-sama...
– Eu notei – seu olhar denso de desejo se abaixou para os seios dela, onde ela sabia que saliências se formavam sob o material colante de seu vestido – e estou adorando isso.
A auto-satisfação em sua voz, combinada com sua expressão de conhecimento, fez com que ela se sentisse vulnerável, o que por sua vez a zangou. Não fizera essa viajem para se tornar receptiva a outro homem sexy e experiente.
Estava em uma missão que reforçaria sua sensação de poder feminino.
Era muito bom dizer que ambos se sentiam atraídos, mas era ela aquela cujo desejo estava sendo mostrado a todo mundo.
Afastando-se de seu toque, cruzou os braços protetoramente por sobre o peito e tentou erigir defesas ao seu redor.
O sorriso escapou do rosto de InuYasha e foi substituído por uma expressão quase feroz.
– Você acha que essa reação poderosa é unilateral? Eu não poderia ficar de pé agora, nem para salvar a minha vida.
O olhar dela passou, inquisidor, pelo local onde a mesa escondia a parte de baixo de seu corpo.
– Exatamente – disse ele, incisivo – se seu corpo é suscetível a isso que existe entre nós, o meu também. Eu não sou mais um adolescente cheio de hormônios para ficar excitado com o mero roçar de meu dedo na pele nua de uma mulher.
Mas assim mesmo ele ficara.
– Isso não é algo que você deva temer, minha Kagome, pois eu também estou à mercê disso.
– Disso?
– Esse desejo sexual tão forte que afasta toda lógica e razão. Você acha que é um hábito meu pegar mulheres desconhecidas e passar o dia com elas, não importa o quão belas sejam?
– Eu não sei. Você mesmo o disse. Nós somos desconhecidos um para o outro.
– Eu lhe asseguro, eu não faço isso. Assim como você não teria jantado com um homem que nunca tivesse encontrado antes.
– Como você sabe?
Ele a fitou, os olhos castanhos vendo demais.
– Eu sei.
A mente dela deu voltas ao pensar que um homem tão incrível quanto esse que se sentava à sua frente na mesa pudesse ser tão afetado por ela quanto InuYasha dizia estar, mas seu coração bateu com a necessidade dessas palavras serem verdadeiras.
– Esse tipo de coisa é impossível. Eu não acredito em amor à primeira vista. –Especialmente após seu casamento desastroso, que fora o resultado de um
namoro ultra-rápido.
– O amor profundo e duradouro entre duas pessoas deve crescer. – As palavras concordavam com ela,mas o tom e a expressão dele questionavam as afirmações dos dois.
– Sim – ela enfatizou –, como uma planta. É preciso muita água, sol e solo saudável para que uma flor floresça. O amor verdadeiro não pode acontecer em um instante.
– Mas há plantas que crescem em um dia. Elas são únicas, extremamente raras, mas não menos reais que suas semelhantes mais convencionais.
– O que você está dizendo?
– Eu não sei, mas isso entre nós não podemos deixar de lado como se nada fosse.
– Não, não podemos fazer isso – a voz dela estava rouca por causa das emoções que passavam através de sua garganta tensa e dificultavam a sua respiração.
Ele se inclinou para frente de novo, dessa vez tomando os punhos dela nas mãos e puxando-a com força.
– Não se esconda de mim.
Ela resistiu, a mente em guerra contra o coração e o corpo, até ver em seu rosto o reflexo do desejo e dos sentimentos conflitantes que se revolviam em seu próprio interior. Ela o deixou puxar suas mãos para si por cima da pequena mesa.
Seus dedos acariciavam o interior de seus pulsos enquanto seus olhos permaneciam fixados em seu rosto.
– É físico, Kagome, mas não é somente isso.
E ela acreditou nele porque também o sentia.
– Eu sei.
Eles dançaram após o jantar, o corpo dela colado ao de InuYasha. Ela podia sentir o efeito de sua proximidade nele, mas ele não fez nada para levá-la a algum lugar mais privado.
Eles conversavam sussurrando baixinho. Ela lhe disse por que viera à Tókio, falou-lhe sobre seu curto, mas terrível casamento e seu divórcio subseqüente.
Ele lhe contou sobre seu irmão mais velho e uma mulher que o amava. Falou-lhe com tanto entusiasmo sobre essa tal de Rin que Kagome começou a enrijecer-se em seus braços.
Ele passou a mão por suas costas de maneira relaxante, enquanto a segurava com bastante força contra si.
– Eu não desejo Rin. Ela é como uma irmã para mim, eu penso que para Sesshoumaru também, mas ela se sente de maneira diferente.
– Você queria que ele também pensasse assim?
– Ele está noivo de uma louca mercenária com quem toda a família espera que ele tenha suficiente bom senso de não se casar Kagura é insuportável e deplorável. Muito bela, mas tão quanto é sem coração. Rin seria uma grande melhoria.
– Mercenária? Insuportável? Deplorável? Bela e sem coração?
– Ela só o quer pelo que o dinheiro dele pode lhe comprar e o que o status dele pode lhe dar. Ela não tem amor no coração.
– Seu irmão deve estar bem de vida.
– Meu pai entrou em uma semi-aposentadoria. Sesshoumaru é o presidente da companhia de Bancos Taisho.
Havia bancos Taisho em toda a Itália.
– Você quer dizer que ele é o gerente de uma das filiais?
– A minha família é dona dos bancos.
Dessa vez ela deu um jeito de sair de seus braços.
– Você é dono de um banco?
– Eu tenho ações do banco, assim como meu pai e meu irmão e vários de meus primos. -Ele a segurou e a puxou de volta para seus braços. – Relaxe, Kagome. Não é nada demais.
– Você não dirige o banco?
– Não.
Ela suspirou aliviada e relaxou, encostando-se nele.
– Eu sou membro da diretoria. Meu irmão e eu dirigimos o Banco, juntos. Bem quase juntos... se ele não fosse um completo estúpido e idiota...
Antes que ela pudesse ficar tensa novamente, os lábios dele pousaram na base de seu pescoço e começaram a fazer coisas incríveis com seu equilíbrio.
– O que eu sou não importa muito, não é?
– Seu estilo de vida deve ser muito diferente do meu, nós devemos até mesmo viver em planetas diferentes. Eu aposto que você come em lugares como esse o tempo todo. Eu não. Na verdade, nunca fiz um pedido de um cardápio sem ver os preços antes. Eu
dirijo um Carro compacto e vou para uma lanchonete quando quero festejar. Você provavelmente mantém uma garrafa gelada de champanhe caro em seu escritório para esse tipo de coisa.
Ele parou de tentar dançar e olhou pra ela, com a expressão tão séria que ela não conseguiu desviar o olhar.
– Sim, eu cresci na abundância e vi o que isso faz com as pessoas. A noiva de meu irmão é típica em nosso meio, e esse não é o tipo de mulher com o qual eu quero passar a minha vida.
– Há mulheres ricas e boas.
– Sim, minha mãe é uma delas, mas eu nunca encontrei uma mulher como você, Kagome, e não me importo se você dançar de topless para ganhar dinheiro. Eu quero estar com você.
– Eu trabalho em uma companhia de seguros.
– Bom. Minha mãe poderia ter alguns problemas com a parte de dançar de topless.
Ele lhe contou muitas coisas sobre seus pais e ela se conscientizou de que não eram tão diferentes dos dela. Preocupavam-se com seus filhos e, pelo que ele lhe dissera, ela podia ver a mãe dele fazendo o mesmo tipo de coisas loucas que a sua própria mãe para tornar seus filhos felizes.
– Sua família me parece maravilhosa.
– É sim. – O amor que ele sentia pela família enriqueceu sua voz com sentimento, e outro grande pedaço caiu do muro defensivo que ela construíra à volta de seu coração.
Eles dançaram até a música mudar para algo com um ritmo mais rápido e depois InuYasha pagou o jantar e a levou para caminhar um pouco.
Não se podiam ver muitas estrelas no céu da noite. As luzes fortes de Tókio ofuscavam seu brilho, mas era incrivelmente romântico assim mesmo, ou talvez fosse seu companheiro que era tão romântico.
– Então, você veio para Tókio com a intenção de ter um caso tórrido?
A mão dela girou, nervosa, dentro da dele.
– Parece terrível quando você diz isso em voz alta.
– Não, somente interessante.
Ela não perguntou o que ele queria dizer com isso.
Ele passara o dia e a noite inteira mostrando-lhe que a queria e o quanto a queria. A única pergunta era se ela poderia ir até o fim. Não esperara se envolver
emocionalmente, não em tão pouco tempo, e o risco de intensificar essa emoção fazendo amor com ele a atemorizava.
– Eu não tenho certeza se estava pensando direito quando disse à minha mãe que tentaria.
– Mas você está pensando direito agora, e me quer, Kagome.
Ela não respondeu, sendo o silêncio sua única defesa contra a verdade.
Ele parou e a voltou para fitá-lo. Olhando em seus olhos, perguntou:
– Você me quer?
– Sim.
– Você quer esperar? – InuYasha perguntou, inseguro quanto ao que faria se ela dissesse que sim.
– Você nem mesmo me beijou ainda. – Seus olhos doces e cinzentos refletiam espanto.
Será que ela pensava que precisava beijá-la para saber que a queria?
– Se eu começar, pode ser que não consiga parar.
– Verdade?
– Verdade.
– Você normalmente é tão incapaz de se controlar?
– Você sabe que não.
– É verdade. Você me disse.
E ela acreditara nele. Ele gostou de saber disso.
Ela lambeu os lábios, o peito subindo e descendo com a respiração curta e superficial.
– Eu quero que você me beije.
InuYasha não conseguia acreditar que Kagome havia concordado com o beijo mesmo após ele ter afirmado claramente que ele poderia levar a algo mais.
– Deixe-me levá-la de volta ao seu hotel.
– Está bem.
– Você sabe o que está propondo?
Será que ele sabia? Ele nunca fazia loucuras como essa, mas soube que ela falava a verdade. Sobre tudo. Ela só estivera com um homem, seu ex-marido – o bastardo que fora suficientemente estúpido para traí-la e depois deixá-la ir embora.
O único risco que correriam ao fazer amor seria a gravidez e ele pretendia
usar camisinhas.
– Eu sei – ela sussurrou.
– Então vamos.
O quarto de hotel de Kagome não era tão luxuoso quanto os que ele estava acostumado, ela tinha certeza, mas ele não disse nada e entrou atrás dela, a intensidade de seu desejo a envolvendo.
A cama de casal dominava o cômodo bastante pequeno, ou talvez só parecesse assim, pois o que ela pensava fazer ali consumia seus pensamentos.
Ela deixou cair a bolsa na penteadeira e voltou-se para ele, um desejo que era mais que simplesmente físico batendo um ritmo acelerado em seu peito.
– Você quer alguma coisa?
Ele fechou as mãos em sua cintura e puxou o corpo dela, incapaz de resistir, de encontro ao seu.
– Somente você, Minha Kagome...
Depois ele abaixou a cabeça até que suas bocas se encontrassem. Fogos de artifício estouraram ao primeiro toque de seus lábios nos dela. Ela pressionou as mãos contra a parede rochosa de seu peito, embriagada pelo calor que emanava através da camisa dele e que a atraía em um nível totalmente elementar.
Seu cheiro, seu gosto, sua própria essência cativava seus sentidos, dizendo ao seu subconsciente que ele lhe pertencia e que sempre lhe pertencera, muito antes
que o conhecesse.
Nenhuma hesitação tinha lugar nesse encontro e seu corpo parecia sabê-lo desde o alto da cabeça, que parecia pronto a explodir com desejo, passando por seus dedos, ocupados em abrir os botões da camisa dele, até os dedos do pé, curvados em seus saltos altos.
Tudo nele era perfeito para ela. Tudo nela era perfeito para ele. Como ela sabia disso, não podia entender, mas o sabia. Não era um romance de uma só noite, nem o começo de um curto caso que terminaria com sua volta para Nagasaki. Era muito mais.
A língua dele pressionou os lábios de Kagome e ela os abriu sem hesitar. Ele possuía sua boca com uma sensualidade que a deixou tonta e trêmula quando se
encostou nele, incapaz de ficar de pé sozinha. Perfeito.
Ela nunca vivenciara nada tão perfeito. Suas mãos se moveram da cintura dela para suas nádegas e ele a tocou, apertando-a, acariciando-a, fazendo-a enlouquecer de desejo antes de se mover mais para baixo.
Dedos habilidosos encontraram seu caminho sob a blusa para a carne altamente sensível ao longo da parte de trás de suas coxas e nádegas.
Era bom, era incrível.
Ela gemeu, finalmente conseguindo colocar as próprias mãos dentro da blusa dele. O peito lisinho lhe encantava com os músculos definidos. Seu peito era algo desconhecido para ela.
Kouga, o depilava, mas ela amava as texturas ricas da pele e barriguinha tanquinho sarada de InuYasha, sua masculinidade ao toque dela. Kagome poderia tocá-lo assim para sempre.
Como se fosse possível, ele aprofundou seu beijo, enquanto pressionava com as mãos as nádegas dela contra seu calor, tornando-a supremamente consciente de sua excitação.
O modo como ele movia o corpo contra o dela, os gemidos másculos que vinham do fundo se seu peito, a força de seus dedos contra as nádegas de Kagome– tudo falava de um tênue controle que ela queria fazê-lo perder.
A consciência de que podia excitá-lo assim a estimulou como nada mais o poderia ter feito. Ela não era uma puritana fria com esse homem.
Ele puxou suas nádegas um pouco mais para cima e inconscientemente ela separou as pernas para envolver sua cintura com elas. Ele comunicou a aprovação de seu movimento flexionando o quadril e emitindo sons guturais de prazer.
A sua boca se afastou da dela, e ele disse várias palavras em japonês, cuja
maioria ela não compreendeu, mas as palavras bela e perfeito estavam lá.
– Eu quero você, InuYasha .
– Hai. Você me terá.
As roupas dele desapareceram de seus corpos, enquanto movimentos frenéticos acompanhavam palavras apaixonadas de ambos. Quando caíram juntos e nus na cama, ela estava a ponto de se derreter por causa do desejo quase doloroso que dominava seu corpo.
Ela arqueou os quadris.
– Eu quero você agora, InuYasha. Agora.
Ele se atrapalhou com a camisinha e logo estava fazendo o que ela pedira, enchendo seu corpo com uma estocada ágil e poderosa. Os tecidos sedosos se esticaram ao seu limite e ela tentou acomodar um amante como nenhum outro.
Seus músculos se enrijeceram com a tensão do esforço.
– Você pode perceber, minha linda... Nós fomos feitos um para o outro.
–Hai.– ela sibilou enquanto sua carne feminina relaxou e se contraiu em torno dele, puxando-o mais para dentro, até tocar seu ventre.
Fizeram amor, rápida e furiosamente, gozando juntos com tanta intensidade que ela perdeu o contato com a realidade por vários segundos. Quando se tornou mais senhora de si, ele a estava beijando por todo o rosto, sussurrando palavras de aprovação e admiração contra sua pele.
Ela tomou seus lábios nos dela e começaram tudo de novo, o toque e o prazer, mas desta vez ele manteve o ritmo lento, levando-a mais uma vez ao clímax antes
de a levar novamente com ele a uma viagem às estrelas.
Eles dormiram muito pouco naquela noite, e passaram o dia seguinte juntos, na cama e fora dela.
Dois dias gloriosos se passaram, durante os quais eles foram inseparáveis. Ele trouxe suas coisas para o quarto de hotel de Kagome e depois continuou a lhe mostrar Tókio, exatamente como ela apenas sonhara vê-la.
No terceiro dia, ele tinha uma reunião no banco, que deveria ser seguida por um jantar e uns drinques.
– Eu não posso me livrar disso, Kagome, mas enviarei um carro para buscá-la, para que você me acompanhe no jantar.
Após dois dias fazendo amor com ele, que lhe dizia constantemente que era a mulher mais bonita do mundo, havia pouco espaço para ansiedade em relação a se encontrar com seus associados.
– Estarei pronta.
– Vista o vestido cor de rosa. Ele fica perfeito em você.
Ele a levara para fazer compras na véspera e insistira em comprar-lhe tudo o que lhe atraía a atenção. Ela hesitara no começo, mas ele insistira muito, dizendo-lhe que isso lhe dava muito mais prazer que a ela.
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– Eu sinto muito, Senhor Taisho, mas há uma chamada urgente para o senhor. É de Hamasaki. Assunto de família…
Inuyasha olhou para o jovem cuja voz apressada interrompera a conversa em torno da mesa de conferência. O único membro da família em Hamasaki agora era seu irmão mais velho.
– Eu atenderei no escritório do gerente.
Dez minutos mais tarde ele pousou o fone.
Sesshoumaru estava em coma no hospital de Hamasaki. Inuyasha deu algumas instruções rápidas a seu assistente. Ele precisaria de uma autorização de decolagem do aeroporto, seu jato já abastecido e algumas roupas do quarto de Kagome no hotel.
Ele tentou ligar para ela, mas ela ainda estava fazendo turismo.
Ele bateu o telefone antes de se conscientizar de que deveria ter deixado uma mensagem. Poderia ser sua última chance de falar com ela por muitas horas. Queria muito levá-la consigo, mas ela não estava com um celular e ele não poderia esperar que voltasse ao hotel.
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Nhá!
Olá meus anjinhos???
Demorei dessa vez neh?
Mas eh q eu tava em época d provas, resolvendo problemas pessoais, minha mãe me pos de castigo, e por cima d tudo, eu não sabia onde tava a xerox do livro q eu me baseio pra fazer a fic...
ME falaram q o nome do livro eh adorável sedutor(disso não tenho certeza, mas vou procurar sabr, e axei um nome tosquinho e mudei.) mas a autora eh a Lucy Moore(disso eu tenho certeza eh a única coisa q aparece nakela xerox.)
Mil perdões... eu disse q naum ia demorar, mas nunca dêem atenção pro q eu prometo...
Estou perdoada?
E para recompensar... eu JURO q Convite para o paraíso já está para sair. Dessa vez eh sério! O capítulo já está pronto. Vou mandar pra revisadora e faço a nota e depois eu posto. Então nessa semana eu estarei aparecendo d novu por aki.
E eu descobri a mágica do Replay. Realmente eu não sabia q tinha como a gent fazer isso... Eu sou meu desinformada sab... TT e Então, dessa vez eu vou responder por lá, se aprovarem eu continuo, se não gostarem eu faço da maneira como vcs mais gostarem.
Ok? agora eu vou responder as reviews de quem naum tem conta no ff.
Neiva: Brigadão por sempre me acompanhar em todas as minhas fics! Sério mesmo! Vc eh um amor!!! Será q prometeu?
Agome chan: eu postei, mas demorei um bocadinho neh? Estou perdoada? Huhuhu bjukinhas. Espero t ver d novu viu?
Cris: Vc jah deve querer me matar! Me estrangular! Me esfaquear! E depois me passar numa turbina d avião! Mas aki tah a continuação
Belinha chan: K-chan ousada neh? Eu tbm axei! E gosto disso!!! Qm naum gosta neh? E convite para o parai so jah vai sair!!! Dessa vez eu naum demoro! Bjukitas!
Isadora: well, eu poste, eu vou lhe enviar um e-mail avisando ok? E eu juro q vou tentar não esqcr!
Polly: Nhá!!!! Eu tbm detesto a kikyou!!! O vaca barrosa! E o capítulo acabou mt rápido e demorou mt neh? Mas valeu a pena... neh? Xauzin! Bjokas
Yuki no Rui: Bligada por querer q eu continuasse! E tah qui o capítulo 2! Divirta-se!!
Bjukona!!!!
Xauzin pra todu mundu!!! Eu vou mimi pra poder ter algum espírito pra aula amanhã! q tortura! FÍSICA! O professor de biologia tah internado e naquele horário, soh tem vago o professor d física!!! Isso é uma tortura!
Me desejem sorte!!
