N/T: Muito obrigada a todos que deixaram reviews. Desculpem-me pela demora para postar o segundo capítulo, mas estava totalmente concentrada nas provas do vestibular.
N/A: Obrigadaa todos que me deixaram review. Espero que continuem lendo e mandando reviews assim poderei saber o que vocês pensam a respeito de como estou me saindo nesta história. Me colocar no papel de Edward me diverte muito, e não posso esperar, tenho alguns momentos que escrevi que estou louca para publicar. Mas preciso que vocês entendam o pensamento de Edward, pois mais para adiante se tornaram mais obscuros (ele quase mata os homens que estavam atrás de Bella. Duvido que seus pensamentos sejam bonitos quando chegarmos nesse ponto.)
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Capítulo 2
Enquanto a hora do almoço se aproximava, esperei que Bella saísse primeiro de propósito. Rosalie e Alice estavam muito ocupadas ajeitando os cabelos de Jasper e de Emmett devido a luta de bolas de neve – que haviam perdido – para perceber que eu não estava caminhando com eles. Vi que Bella entrou na sala de aula e se sentou na mesa que havia sido uma vez minha e só minha. Da porta, a vi pegando a caneta e começar a rabiscar seu caderno, como qualquer outro adolescente. Durante um breve momento, considerei-a apenas como outro ser humano normal e comum. Mas qualquer tipo de ânimo que pudesse sentir sobre isso, rapidamente se perdeu quando tentei me concentrar em sua mente. Estava vazia, é claro. Não importava o que estivesse pensando, seus pensamentos estavam fechados para mim.
Mas ainda podia sentir seu cheiro.
O senhor Banner, o professor de Biologia, já estava passando as ferramentas que usaríamos na aula. O sinal soaria a qualquer momento. Era agora ou nunca. Se fosse participar da aula teria que me sentar ao seu lado. Mantendo meu sentido de olfato controlado. Deixando mais lenta minha respiração, me aventurei até meu assento e me reuni a ela, sentando-me em minha mesa, certificando-me de que estava tão perto dela quanto me fosse possível.
"Olá", falei, deixando claro que não estava bravo com ela e que não a odiava. O mais importante, porém, queria fazê-la esquecer a sua primeira impressão sobre mim. Por razões desconhecidas, não queria que pensasse mal de mim.
Seu corpo inteiro ficou tenso enquanto se virava para me olhar. Sua respiração se descompassou e senti sua essência em minhas fossas nasais. Meu Deus! Sua essência era deliciosa. Tão doce. Tão tentadora. Seus olhos estavam cheios de emoção. Me senti como se pudesse me perder na profundidade desses olhos. A única palavra que me vinha à mente era... bela.
"Meu nome é Edward Cullen", comecei uma vez que pude recuperar minha voz. "Não tive oportunidade de me apresentar na semana passada. Você dever ser Bella Swan."
Me repreendi internamente pela apresentação. Os humanos normalmente se davam as mãos quando se apresentavam formalmente, e a última coisa que precisava justamente agora era um convite aberto para tocá-la, apesar da inocência do gesto. Para minha sorte, ela me olhava vagamente como se não tivesse me escutado corretamente. Sem ser capaz de ler seus pensamentos, não estava certo se estava confusa ou somente chateada comigo.
"Co... como sabe meu nome?", perguntou.
Ri. De todas as coisas que poderia perguntar, isso não era o que esperava. Esperei, em expectativa. Depois de todos os pensamentos de luxúria de todos os rapazes deste prédio que invadiram minha mente a semana passada, como não poderia saber seu nome?
"Oh. Acho que todo mundo sabe seu nome. A cidade inteira tem esperado sua chegada".
Fez uma careta, o que me deixou pasmo, mas de novo não pude ler o significado. Já se passou muito tempo desde que tinha que me concentrar somente nas expressões faciais para poder entender o significado por trás de certas reações que me pareciam impossíveis de entender claramente.
"Não", ela disse. "Quis dizer por que me chamou de Bella".
De novo me pegou com a guarda baixa. Só a idéia de não saber que pergunta iria vir depois era realmente horrível.
"Prefere Isabella?", perguntei, certo de que havia escutado seus amigos chamando-a com a versão curta de seu nome.
"Não, prefiro Bella", confirmou. "Mas acho que Charlie, quer dizer, meu pai, deve me chamar de Isabella pelas costas, é assim que todo mundo parece me conhecer por aqui".
Não tinha certeza sobre o que estava falando por que sacudia a mão diante de mim, e perdi toda a capacidade de prestar atenção a qualquer outra coisa que não fosse sua gloriosa fragrância. Desviei a vista, tentando bloquear meus sentidos de assustá-la por sua provocação. Isso era algo que desconhecia.
Salvando-me de meu vergonhoso pensamento, o professor começou a explicar-nos a tarefa do dia: identificar as células da raiz de cebola nas diferentes fases da mitose. Poderia fazer esta tarefa com os olhos fechados já que havia feito em muitas ocasiões, mas tinha que seguir a correnteza. Sempre era a mesma história em todas as minhas aulas. Biologia e História eram as duas aulas que encontrava mais dificuldade em fingir que estava aprendendo algo de novo. Jasper havia compartilhado muito comigo, havia me contado suas lembranças sobre a Guerra Civil, tão vividamente que me fazia sentir como se tivesse estado ali, e Carlisle havia me contado mais histórias.
Pelo mesmo motivo era impossível não saber o básico sobre Biologia. Havia vivido quase cem anos com Carlisle e isso ajudava. Sabia inclusive mais sobre essa matéria, tendo ajudado duas vezes a Carlisle com técnicas que se utilizavam na atualidade e informando-me corretamente. Esta vez, sem dúvida, fingia ser um estudante normal e comum na aula de Biologia. Isso significava que tinha que trabalhar muito perto de uma humana cuja essência me cativava mais do que toda razão. Me forcei a sorrir e perguntei,
"Damas primeiro, companheira?"
O olhar que me deu era tão pensativo que não sabia o que fazer. Talvez a incomodasse ser a primeira? Talvez ciências fosse uma matéria que não entendesse.
"Ou eu poderia começar, se quiser", ofereci quando ela permaneceu calada.
"Não", disse ruborizando tão profundamente que fiquei totalmente paralisado, meus olhos observando seu rosto. "Eu começo".
Observei-a enquanto colocava o dispositivo no microscópio. Suas mãos eram tão delicadas. Sua pele tão pálida – salvo pelo ligeiro toque rosado que ainda resplandecia em suas bochechas. Era assombroso ver como a cor de sua pele se desvanecia enquanto relaxava. Cada movimento que fazia me atraía mais e mais até ela. Era fascinante e cativante observá-la, e por vezes, desesperador.
Disse que o dispositivo colocado era a prófase e começou a tirá-la do microscópio.
"Se importa se eu olhar?", perguntei, sem nem sequer me dar conta do que estava fazendo, toquei sua mão com a minha.
Quente. Tão cálida. Tão tentadora.
Gloriosa.
Rapidamente afastei minha mão da dela, e sofrendo de forma imediata com a perda da sensação. Não queria nada mais que tocá-la de novo e não deixá-la ir jamais. Queimaria sobre seu toque se ela assim permitisse. Não, tinha que manter minhas mãos perto de mim. Não podia me permitir tocá-la de novo, não importava quão pequeno fosse o contato.
Tentando agir de forma casual, olhei o dispositivo e vi que tinha razão. Troquei-o pelo segundo sabendo que era a anáfase. Ela quis checar, o que me fez sentir desafiado, pois duvidava de minha habilidade. Não era comum que um humano me desafiasse de forma tão direta, e estava surpreso de encontrar um. Gostava da idéia de que Bella me estivesse colocando à prova.
Quando perguntou pelo terceiro dispositivo, coloquei-o cuidadosamente na palma de sua mão, evitando qualquer oportunidade de contato com o calor de sua pele. Trabalhamos desta maneira, revezando-nos, com cada um dos cinco dispositivos e acabando bem antes de qualquer das outras mesas. Dei uma olhada no relógio, preocupado sobre o que faríamos durante o resto da aula.
Meus olhos se desviaram outra vez até ela, tomando nota sobre quão incomoda ela se sentia olhando para mim em silêncio no seu lugar. Me senti agradavelmente surpreso por sua atitude. Não havia errado uma resposta sequer, e tampouco lhe havia tomado muito tempo considerar suas respostas. Tinha que ser mais inteligente que os outros humanos com que se relacionava. Só se sua mente estivesse aberta para mim, poderia ver quão inteligente era. Escutaria o que pensava sobre mim e saberia o que dizer para fazê-la sentir mais confortável.
Mas ela não deveria se sentir mais confortável perto de mim! Até mesmo esse insignificante ato seria perigoso para ela.
Seus cativantes olhos se encontraram com os meus com curiosidade.
"Você usa lentes de contato?"
A aleatoridade de sua pergunta me deixou aturdido.
"Não".
"Oh, achei que havia algo diferente em seus olhos".
Instantaneamente desviei a vista. Como havia percebido algo assim? E como se atrevia a me perguntar sobre isso? Nenhum humano havia se dado conta de detalhes como esse e havia sobrevivido para comentá-lo, principalmente um humano pelo qual desesperadamente desejava beber. Não estava com sede e ainda assim, sabia que poderia beber todo o sangue que a formava, até consumi-la. Poderia ser possível que tivesse percebido os meus inexplicáveis desejos, fosse o nível que fosse? Por isso fora tão observadora sobre a cor de meus olhos?
O professor veio a nossa mesa e revisou nosso trabalho. Podia escutar seus pensamentos com total clareza e sabia que, na verdade, ele presumia que havia completado o exercício sem a necessidade da ajuda de Bella. Querendo dar-lhe crédito, expliquei-lhe que ela havia feito mais do que eu. Para minha surpresa, Bella admitiu que já havia feito o exercício antes, mas com outro tipo de dispositivo. Em uma época onde a maioria dos humanos atribuía a si próprios a realização dos feitos devido a seu brilhantismo pessoal, sua honestidade me deixou sem palavras.
Quando o professor se foi, Bella voltou a rabiscar seu caderno. Não sabia o que fazer para passar mais cinco minutos em silêncio sentado ao seu lado sem minha habilidade para escutar seus pensamentos. As únicas mentes que escutava eram as dos outros estudantes tentando conferir as fases dos dispositivos. Aborrecimento. Lerdeza. Precisava de uma distração do tédio da sala – e do poder de sua essência.
"É uma lástima o que aconteceu com a neve, não?", perguntei o mais natural e amável que pude.
Me deu uma olhada de rabo de olho.
"Na verdade, não!"
É claro que ela não estava decepcionada pela neve derretida.
"Você não gosta do frio", afirmei, lembrando claramente como havia evitado se juntar a conversa desta manhã, no almoço, sobre a luta de bolas de neve.
"Ou a umidade", adicionou.
"Para você, deve ser difícil viver em um lugar como Forks".
"Você não tem idéia".
Olhava-me fascinada enquanto falava. Era tão estranho escutar suas palavras saindo de sua boca quando não tinha a mínima idéia de como funcionava sua mente...
Fascinante.
"Então por que veio para cá?"
"É... complicado"
"Acho que consigo acompanhar", disse desejando que fosse verdade. Não conseguia me lembrar da última conversa que tive com alguém sem a ajuda de escutar sua mente enquanto falava. Os humanos dificilmente diziam o que pensavam. Censuravam tantos pensamentos que o resultado era patético.
Contou-me sobre sua mãe, que havia voltado a se casar em setembro passado.
"E você não gosta dele", conclui pela tristeza que escutei em sua voz. Mas quando respondeu que seu padrasto era jovem, mas era bom, me deixou totalmente confuso. "Por que não ficou com eles?", perguntei, curioso por resolver este pequeno quebra-cabeças que havia me apresentado.
"Phill viaja muito. É jogador de baseball."
Baseball. A informação me fez sorrir.
"Já ouvi falar dele?"
"Provavelmente não. Não joga bem. Só joga na segunda divisão. E passa muito tempo fora."
Isso explicava tudo.
"E sua mãe te mandou para cá para poder viajar com ele". Os humanos podiam ser criaturas realmente insensíveis.
Franziu o cenho e levantou o queixo, olhando-me desafiadoramente.
"Não, ela não me mandou para cá. Eu quis vir."
Agora havia me perdido totalmente. Por que ela viria para cá, por vontade própria, se odiava o frio e a umidade quando tal mudança não era necessária?
"Não entendo"
Suspirou e a essência de sua doce respiração confundiu a minha cabeça.
"Ficava comigo, no início, mas sentia falta dele. Deixa-a infeliz... assim decidi que já era hora de passar algum tempo com Charlie"
"Mas agora você está infeliz", disse notando a infalível tristeza que emanava de sua voz, que cada vez era mais baixa enquanto ia explicando a situação. Seus ombros se levantaram.
"E"
Estava me desafiando de novo.
"Não parece justo"
Sorriu friamente. Não a compreendia. Outra vez sua essência me cortou a respiração.
"Ninguém te disse que a vida não é justa?"
"Acho que escutei isso antes, em algum lugar"
"Pois isso é tudo", terminou.
Mas isso não era tudo. Havia mais nela... muitíssimo mais que desejava conhecer, porque a curiosidade me consumia. Precisava saber mais sobre essa incrível humana. Precisava entrar em sua mente e examinar como funcionava. Era quase tão poderoso como minha ânsia de beber seu sangue. Claramente, ela era infeliz aqui. Meus olhos me contavam isso. E ainda assim, havia tomado a decisão de considerar seus sentimentos como pouco importantes e insignificantes.
"Está fazendo um belo papel", disse lentamente. "Mas apostaria qualquer coisa como você está sofrendo mais do que deixa transparecer."
Franziu o cenho outra vez. Estava chateada comigo ou havia acertado em cheio?
"Estou errado?", perguntei depois de um momento.
Se afastou de mim, ignorando-me. Não queria falar, me contradizer. Não havia ficado quieta sobre qualquer outra coisa que havíamos conversado anteriormente, dizendo-me que me enganara... até agora. O que confirmava que tinha razão.
"Acho que não", disse, sentindo-me certo da minha conclusão.
"Por que isso importa para você?", disparou sem nem sequer me olhar nos olhos.
"É uma boa pergunta", disse suavemente, admitindo que estava me perguntando o mesmo. Não tinha nenhuma resposta para lhe dar do porquê estava tão interessado nela. Por que me fascinavam tanto as expressões em seu rosto? Por que continuava incitando-a a falar, para que pudesse escutar seu tom de voz? Desejar seu sangue era uma coisa, mas na verdade, não tinha nenhuma explicação a dar que encontrasse meus motivos em qualquer outra qualidade que possuísse.
A escutei suspirar e sua quente respiração me tirou de meus devaneios. Olhei para ela levemente e pude observar que havia franzido o cenho. Estava perplexa. Meu Deus, seu rosto era a face mais expressiva que jamais havia visto em minha vida.
"Estou te aborrecendo?"
"Não exatamente", disse, desviando seus brilhantes olhos da lousa para me olhar. "Eu estou aborrecida comigo mesma. É fácil ver o que penso... minha mãe sempre diz que sou como um livro aberto".
Durante um momento, fiquei sem palavras outra vez.
"Ao contrário, é difícil ler seu pensamento".
"Deve ser um bom leitor de mentes".
"Normalmente sim", disse sorrindo. Não me escapou que seus olhos viram meus dentes. Teria que prestar mais atenção a isso no futuro quando estivesse perto dela. Aqueles que caçamos, nossas presas, normalmente se sentiam muito atraídos por nossas bocas. Desta forma nos facilita as coisas, se desejamos beber deles. Ainda assim, minhas intenções foram me reprimir e esconder minhas ânsias de beber seu sangue. Bella não deveria ser consciente disso. Todavia era considerada minha presa. Nesse instante, tinha certeza que se tivesse pedido que saísse comigo da aula, ela teria feito sem pestanejar.
O professor chamou a atenção da classe e começou, como sempre, a explicar. Já conhecia tudo aquilo que estava explicando e tampouco havia forma possível de que pudesse manter minha mente na do senhor Banner com Bella sentada ao meu lado. Era um erro deixar que minha mente considerasse Bella minha presa. Meus pensamentos viajavam em um caminho que era traiçoeiro, ao mesmo tempo contemplava várias formas que poderia usar para convencê-la a sair comigo, quase sem esforço, e obter assim o que desejava.
Sacudiu o cabelo e sua fragrância me invadiu por completo, como uma droga, e tentando-me a me deixar levar e cumprir meu desejo. Me afastei o quanto pude dela durante o resto da aula.
Foram vinte minutos que para mim foram agonizantes. Me levantei apressadamente de meu assento sem prestar muita atenção. Uma vez que estivesse a uma distância segura dela, deixaria que meus olhos a buscassem, curioso por ver seu rosto mais uma vez e tentar medir sua reação pelo tempo que havíamos passado juntos.
O garoto – Mike – estava com ela outra vez. Que simples. Poderia escutar quão estúpido era insultando a inteligência de Bella com sua suposição de que ela havia achado o exercício tão complicado como ele. Escutei meu nome em sua mente.
"Pelo que vi, Cullen parecia à vontade com você. Porque será que estava tão estranho segunda-feira passada? Se eu fosse seu companheiro no exercício... todo tempo falando... só você e eu. Não teria me sentado na ponta da mesa, mais afastado de você... não posso dizer isso! Terei minha oportunidade. Sim, um dia."
Um sentimento desconhecido invadiu meu peito. Não podia identificá-lo, mas tudo o que sabia era que só a idéia de Bella passar o mínimo de tempo com esse garoto não me agradava em absoluto. As verdadeiras intenções de Mike me enfureciam. Me consumia a necessidade de escondê-la deste mundo para que ninguém pudesse pensar nela dessa forma. Não outra vez.
Ninguém, a não ser eu.
Me forcei a assistir a minha próxima aula, mas só as estrelas sabiam do que se tratava. Minha mente havia se refugiado, pensando só na possibilidade de que Bella estivesse sozinha com outro homem. Não um homem, outro homem. Um homem que não fosse eu. Um homem que não tivesse boas intenções, na verdade. Não podia dizer, exatamente, que minhas intenções para com ela fossem dignas de me sentir orgulhoso, mas ao menos estava fazendo tudo o que estava ao meu poder para me comportar de maneira civilizada. Os desejos de Mike eram muito menos honráveis e sabendo dessas intenções lascivas que havia escutado em sua mente, deveria esforçar-se para que seu desejo se chegasse a cumprir. Não me agradava. Não me agradava nada.
Mas por que me importava? Isso era o que me deixava tão perplexo. Eu tampouco poderia tê-la. Ela era humana... mortal... e eu... só lhe faria mal. Ainda assim, não podia negar que nunca antes havia me sentido tão atraído por outro ser – vampiro ou humano. Bella era incrível, simples assim.
Quando soou o sinal, me dirigi até meu carro para esperar minha família. Fiquei fora do veículo, apesar de estar chovendo. Não me importava em me molhar. Era refrescante. Naturalmente, meus olhos captaram a presença de Bella quando ela saía do edifício. Não podia ver seu rosto, já que estava coberto com o capuz do agasalho, protegendo-o da chuva. Caminhou até uma velha pickup vermelha que nunca havia identificado como sua. Já dentro do carro, vi seu úmido cabelo e me imaginei como seria cheirá-lo se estivesse ao seu lado. Percebi que seus olhos brilharam quando me olhou durante um momento.
O motor da pickup grunhiu e, sem querer, engatou a marcha ré. Os freios chiaram e quase se chocou com o Toyota que estava atrás de seu carro. A expressão de choque que apareceu em seu rosto não tinha preço. Olhos enormes. Boquiaberta. E a vermelhidão em suas bochechas era intoxicante. A escutei trocando de marcha, e a pickup passou velozmente diante de mim.
Oh, sim, Bella Swan era incrível. Total e incontestavelmente incrível.
FIM CAPITULO 2
N/T: Fim de mais um capítulo. E aí, estão gostando? Adoraria saber a sua opinião (reviews!!)
