N/T: Desculpe pela demora, probleminhas técnicos já solucionados (Thank, God!!). Uma semana e meia sem PC é realmente enlouquecedor...

Queria agradecer a todos que deixam reviews, vocês não tem idéia de como isso me deixa feliz  !! Esse capítulo é um dos mais fofos, um dos meus favoritos!!! Espero que vocês também curtam.

Até semana que vem!

Capítulo 6

As mentes dos adolescentes estavam cheias de informações sem graça e imprestáveis. Tinha vontade de sair correndo e gritando do edifício. Hoje não era nenhuma exceção, sabendo que o baile anual de primavera se aproximava, criando todo tipo de fantasias e de sonhos. Todos os humanos do edifício que tinham menos de dezoito anos pensavam em quem convidariam para ir com eles, ou quem levariam, ou quais músicas dançariam. Não era nenhuma surpresa que a maioria dos pensamentos, eventualmente, entrasse em território luxurioso. Havia alguns poucos estudantes com os quais honestamente me preocupava, já que seus pensamentos eram claramente imundos. E naturalmente, estavam aqueles que contavam a seus amigos que este acontecimento era trivial e infantil, quando, desesperadamente em suas mentes desejavam que lhes convidassem.

Toda essa comoção por um estúpido e insignificante baile era absurda, de verdade. Por que era tão importante? Os humanos gastavam uma fortuna em roupas que nunca mais usariam, sem mencionar nas flores e nas limusines alugadas, tudo por umas poucas horas de corpos se balançando ao som de música alta. De verdade, não entendia porque era tão importante.

Mas, conforme ia se aproximando a data do baile, não pude evitar perguntar a mim mesmo quem iria com Bella. Havia uma extensa lista de possibilidades, não que algum deles merecesse passar dez minutos em sua presença, muito menos uma tarde inteira. Mas havia uma coisa que sabia claramente sobre o par de Bella. Não iria ser eu.

Depois de minha conversa com Esme, estava mais obstinado em não mudar de opinião a respeito de minha promessa de permanecer longe de Bella. Nem mesmo Esme havia tentado me persuadir a desistir e tentar, mas a conversa que escutei entre ela e Carlisle me convenceu que não poderia voltar atrás. Sabia que eles achavam que eu estava apaixonado por ela, apesar de meus protestos, mas agora acreditavam que iria trazer Bella para nossa família. Isso era algo que não podia deixar acontecer. Por isso, mais uma vez, me resignei a me manter a uma certa distância dela e rezar todos os dias por força. Força para não sucumbir ante meus desejos.

Já era rotina ter minha mente dentro da mente da amiga de Bella, a de cabelo extremamente cacheado, sem me importar como eram simples seus pensamentos. Ao menos, não era tão vaidosa e odiosa quanto muitas garotas que haviam por aqui. Jessica era, com toda honestidade, uma pessoa agradável e estava contente por Bella ter encontrado uma amiga que parecia genuína.

Foi por isso que me pegou totalmente de surpresa escutar, nesta manhã, os pensamentos rancorosos e depreciativos de sua mente. Mal tinha trocado uma palavra com Bella, o que considerei uma boa decisão, considerando o estado de sua mente, já que parecia não ter nada de bom para dizer.

Não vou suportar ficar com ela hoje. Porque ele está interessado nela. Só porque é bonita e nova e diferente... Eu posso ser diferente.

Eu gosto dele desde o primeiro ano *. Ela não tem o direito de vir aqui e me roubar a atenção dessa maneira. Além disso, ela disse que não queria ir com ele. Assim... não tem problema se eu convidá-lo?

Mike Newton. Tinha que ser ele. Havia escutado Jessica pensar algumas coisas escandalosas sobre o rapaz, então devia ser ele a causa de sua dor. Mas porque tinha que culpar Bella? Não era culpa dela que fosse tão atraente. Era lógico que Mike se sentisse atraído por ela. Era eu quem não tinha o direito de me concentrar de forma tão direta nela, não Mike.

Na hora do almoço, os pensamentos de Jessica tinham se suavizado ligeiramente enquanto dedicava todos seus esforços para provocar ciúmes em Mike. Flertou abertamente com o adolescente número dois enquanto Mike se sentava no lado oposto da mesa, perdido em seus próprios pensamentos. Não lhe prestou nenhuma atenção. A situação inteira, até agora, era muito infantil para explicar com palavras, e ainda assim, percebi que meu interesse em ver como se desenrolaria esta situação era cada vez maior, especialmente uma vez que descobri exatamente o que se passava no cérebro de Mike.

Deveria lhe perguntar e acabar logo com isto. O que de pior poderia dizer?

Poderia dizer que não. Isso seria horrível.

Me pergunto porque ainda não me convidou.

Talvez ela já vai com... mas se fosse assim, já saberia.

E se ela já convidou alguém? Cullen... seu salvador? Ela não tem sido a mesma desde o acidente. E se ela gosta do Cullen?

Deveria lhe convidar antes que seja tarde demais.

Assim, isso confirmava o problema, mas isso só aumentava minha ansiedade.Mike queria ir a este estúpido baile com Bella. O fato não me caiu bem considerando que me via como uma ameaça em potencial. Uma imagem se introduziu na mente de Mike, de Bella vestida com um traje muito pequeno e apertado, mostrando mais pele do que o apropriado, seus braços ao redor da cintura de Mike enquanto seus corpos de sacudiam de lá para cá. Meu peito ficou tenso durante algum tempo e senti como se não pudesse respirar. Fechei meus olhos e me obriguei a permanecer quieto e não pular do lugar onde estava e atacar o rapaz por pensar esse tipo de coisa.

Tive que colocar alguma distância entre o rapaz e eu, e isso sem dar nenhuma explicação a minha família. Sai do refeitório e fiquei sozinho, fora das frias paredes do colégio. Tomei várias golfadas de ar, extensas, e reprimi a raiva que estava sentindo, disse a minha mente que não tinha nenhum direito de ter esse tipo de sentimentos. Acreditando que havia controlado minhas emoções, entrei na sala de aula e esperei que a aula começasse.

Mas, uma vez mais, o destino não ia me deixar escapar de enfrentar a meus próprios demônios tão facilmente. Estava preparado para que Bella tomasse seu habitual assento a meu lado. Contudo, minha mente não estava preparada para ver Mike vindo com ela, e conhecendo suas intenções, fui capaz de escutar cada palavra da conversa.

"Mas aí, Jessica me convidou para ir com ela ao baile de primavera", disse, inclinando-se contra a carteira de Bella.

"Isso é ótimo". Sua doce voz soou entusiasmada e aguda. "Você vai se divertir muito com a Jessica".

"Bom..." Desejaria que não ficasse tão feliz com isso. Deveria estar preocupada de que não seja capaz de ir comigo. "Eu disse a ela que ia pensar no assunto".

"Porque fez isso?"

Por que não gosto tanto da Jessica como gosto de você. "Estava me perguntando... " não estrague isso "bom, se não planejava me convidar?"

Pessoalmente, estava me perguntando o mesmo. Se pudesse escutar seus pensamentos! Isso era uma tortura!

"Mike, acho que deveria dizer sim a ela", recomendou-lhe ela dando-me uma grata surpresa.

Cullen... ela...? "Já convidou alguém?"

Me controlei totalmente para não me virar e concentrar toda minha atenção neles.

"Não, não vou ao baile"

Sim... claro... "Porque não?"

Bella se calou por um momento. Não foi suficientemente longo para que um humano normal desse a sua pausa muito o que pensar, mas para mim, era como um enorme vazio de silêncio, lembrando-me da minha incapacidade de escutar seus pensamentos.

"Vou a Seattle no sábado"

Era desculpa patética como nunca a ouvira dizer, e pela primeira vez não tinha idéia do porquê estaria mentindo. Tinha que ser uma mentira. O calor que emanava de seu corpo me dizia isso.

Seattle? Droga... "Não pode ir em outro fim de semana?", Mike disse com uma óbvia irritação.

"Não, desculpe. Então você não devia fazer a Jess esperar mais tempo. É grosseria".

"Sim, tem razão". Muita. Parece que vou ter que ir com Jess.

Mike se foi, e pela primeira vez em muito tempo permiti a meus olhos que se pousassem na tentadora humana que tinha a meu lado. Bella estava sentada com os olhos fechados, apertando sua têmpora com os dedos. Já havia visto muitos humanos fazer algo assim quando tinham dor de cabeça ou não se sentiam bem. A conversa que havia tido com Mike tinha sido dolorosa? Parecia que estava com dor, mas em um sentido emocional.

Que raios acontecia em sua adorável cabeça? Queria ir com Mike, mas disse que não porque sabia que sua amiga estava interessada nele? Ou podia ser possível que achasse Mike tão irritante como eu o achava e estava tão irritada com sua atenção constante? Sem ter certeza de conhecer a verdade através de sua mente, eu simplesmente desejei que ela sinceramente não estivesse interessada nele.

O professor começou a falar e Bella abriu os olhos, imediatamente centrando sua atenção em mim. Olhei esses olhos profundos e castanhos, e busquei o significado oculto de suas ações. Meio que esperei que ela desviasse o olhar e que se escondesse atrás da cortina de cabelo como normalmente fazia para nos separar, mas para meu deleite, não o fez. Era como se o tempo tivesse parado e me permiti beber de sua beleza como um homem que morria de sede. A vermelhidão em suas bochechas era intoxicante.

Em algum lugar da minha mente percebi que o professor estava explicando algo sobre o ciclo dos ácidos tricarboxílicos.

"Qual é o outro nome dado, um mais simples?", escutei-o dizer. "Sr. Cullen?"

Relutantemente, desviei os olhos do formoso rosto de Bella e respondi.

"O ciclo de Krebs"

A magia do momento se quebrou e Bella colocou o cabelo por cima de seu ombro para me bloquear a visão. Olhei para ela durante o resto da aula enquanto ela mudava de posição, incomodada, tentando não olhar para mim. Cada movimento que fazia me lembrava a conversa que tive com Esme sobre a forma humana de paquerar das garotas. Cada suspiro que escapava de seus lábios intensificava o desejo que sentia de falar com ela, para lhe dizer que não era a única que estava sofrendo.

Tocou o sinal e me deu as costas. Começou a recolher suas coisas, seu cabelo caiu pelas costas lentamente. Queria sentir a suavidade de tocá-lo com meus dedos enquanto a abraçava. Tudo o que tinha a ver com ela me fazia sentir suave e cálido. Suspirou uma vez mais e então, eu soube que não podia deixá-la assim. Tinha que por um fim nisso, tanto por ela quanto por mim.

"Bella?", tentei soar o mais amável possível, mas não havia dúvida que estava hesitante. Supus pelo tempo que levou para se virar para mim e me encarar. A expressão dura de seu rosto me fez me preocupar se havia interpretado mal suas reações, e ainda assim, permaneci quieto e não disse nenhuma outra palavra por medo de que pensasse que estava sendo mais cretino do que já havia sido com ela.

"O que?", disse irritada depois de um momento. "Voltou a falar comigo?"

Eu estava falando? Nem sequer sabia o que estava fazendo ao me aproximar dela. Prometi a minha família – prometi a mim mesmo – que não me aproximaria dela, mas não tinha planejado o que fazer se ela mostrasse interesse em mim. Não confiando em mim mesmo diante de seu intenso olhar, disse:

"Na verdade, não".

Fechou os olhos e respirou profundamente, transformando cada traço de seu rosto perfeito e inconscientemente atraindo-me até ela. Sua mandíbula ficou tensa, teria dado todo o dinheiro que possuía para saber o que estava pensando. Tive minha resposta imediatamente.

"Então o que você quer, Edward?", me perguntou enquanto mantinha os olhos fechados.

Queria que abrisse os olhos assim poderia ter mais oportunidade para saber o que estava pensando. Queria lhe dizer com veemência que cada vez que se movia – cada olhar que me dava – fazia minha cabeça acelerar. Queria estreitá-la em meus braços e levá-la a um lugar secreto onde pudesse desfrutar de sua risada... seu sorriso... sua essência. Um lugar onde pessoas como Mike ou Tyler ou qualquer outro rapaz nunca pudessem tocá-la. Mas não podia fazer nenhuma dessas coisas, não importava o quanto quisesse.

"Desculpe", disse totalmente sincero. "Estou sendo muito grosseiro, eu sei. Mas é melhor assim, de verdade".

Seus olhos se abriram tentando buscar o significado por trás de minhas palavras. Queria que entendesse que para mim, ela era especial – que não a estava evitando porque não estava interessado, mas porque era única e muito tentadora para que ficasse perto de mim.

"Não sei o que quer dizer".

Outra vez, meus poderes de coerção não pareciam funcionar em Bella.

"É melhor não sermos amigos. Confie em mim"

Algo cruzou seus olhos. Raiva?

"Pena que você não tenha chegado a essa conclusão antes", sussurrou entre os dentes. "Podia ter se poupado de todo esse arrependimento"

Fiquei pasmo.

"Arrependimento?"

Não me arrependia de nada além do fato de que não podia lhe dar uma explicação melhor. Que droga não poder escutar sua mente!

"Arrependimento do quê?"

"De não deixar simplesmente que aquela van me esmagasse".

Foi como se tivesse me dado um soco com suas palavras. Depois de tudo que havia feito, realmente pensava que a queria morta? Se apenas soubesse o que tive que enfrentar para me assegurar de sua segurança, ela não estaria fazendo afirmações tão levianas. Era inimaginável, até mesmo irônico, que depois de ter lutado desesperadamente para manter minha ânsia de beber dela controlada, conter minha família de atacá-la, que acredite que a queira morta. Perfeito. Simplesmente perfeito.

"Acha que me arrependo de ter salvado sua vida?"

"Sei que sim", disparou.

A raiva me consumia.

"Você não sabe de nada".

Levantou a cabeça e se virou bruscamente para a porta. Queria chamá-la de volta, mas antes que tivesse a oportunidade de fazê-lo, ela tropeçou no batente da porta e seus livros se esparramaram pelo chão. Instantaneamente, sem pensar, estava a seu lado, recolhendo seus livros. Minha reação natural e protetora me deixou aturdido, mas não pensei nisso e me concentrei em lhe dar suas coisas. Entreguei a ela, me certificando de que não a tocava.

A única resposta para minha ação foi um frio,

"Obrigada"

"De nada", repliquei sabendo que tinha muito mais a dizer, mas optei em não falar nada.

Ela foi embora e eu não a segui. Mesmo assim, ela esteve em meus pensamentos pelo resto do dia. Contudo não conseguia entender a razão de Bella de recusar o convite de Mike. Tinha planos para esse fim de semana ou havia inventado sobre seu compromisso? E porque ela achava que eu lamentava a decisão de lhe salvar a vida? Tinha tratado-a tão mal este último mês?

Sim, tinha.

Quando as aulas terminaram, esperei que Bella saísse. Queria falar com ela outra vez e lhe pedir perdão por minha rispidez. Era vital que entendesse que não tinha nenhum pensamento doentio por ela. Mas enquanto me aproximava de seu carro, encontrei com o adolescente número dois – Eric – de quem não prestava tanta atenção para saber qual era seu sobrenome. Seus pensamentos eram como um livro aberto.

Seja simplesmente casual e natural. Bella gostaria de ir ao baile comigo? Fácil. Tranqüilo.

Não se emocione muito. Esse foi provavelmente o motivo pelo qual recusou Mike

Me surpreendeu saber que as notícias da recusa de Bella a Mike haviam se espalhado, mas de novo, meu peito ficou tenso somente com a idéia dela passar um tempo sozinha com alguém com tão pouca imaginação como parecia ser este rapaz. Franzi o cenho olhando-o e pensei por um momento como seria fácil me livrar dele.

Busquei a essência de Bella e voltei a ser uma criatura racional.

"Hey, Eric"

Soou aliviada por alguma razão.

"Oi, Bella". Tranqüilo... Calma... se concentre.

"O que foi?". Fechou a porta completamente alheia de quão nervoso o rapaz se encontrava.

"Hum... estava me perguntando... se... você iria ao baile de primavera comigo?"

Quase ri ao escutar o som de sua voz falhando na última palavra.

Bella, contudo, franziu o cenho.

"Pensei que as meninas é que deviam convidar"

"Bom, e é". Mas como você não convidou ninguém... Oh, Vamos. Diz que sim. Diz que sim!

Podia dizer que o sorriso que ela lhe dava era forçado.

"Obrigada por me convidar, mas vou a Seattle nesse dia"

A mesma desculpa que tinha dado a Mike, mas desta vez, saiu de seus lábios com facilidade, como se houvesse praticado. Pessoalmente, estava contente de que mais uma vez, Bella havia recusado ir ao baile. Dizia muito de seu caráter.

Por fim, ele se deu por vencido, baixou os ombros como se se tratasse de um menininho e foi embora deprimido por não ter conseguido o que queria. Não pude conter meu riso por mais tempo, mas me contive para mantê-lo baixo para não chamar muita atenção e passei do seu lado com meu carro. Podia sentir o calor de seu corpo assim como seu olhar penetrante. Tão forte quanto pode, abriu a porta, entrou em sua pick-up e fechou a porta com força.

Para deixar o momento mais hilariante, percebi que Tyler Crowley estava se dirigindo para o carro de Bella, seus pensamentos me chegaram altos e claros.

Não vai ainda, Bella. Espera um pouco para que possa te convidar... Porque se não convido agora, pode ser que não consiga reunir coragem para te convidar depois. Especialmente agora que sei que não gosta do Mike.

Tinha que ver isso. Ela tinha dispensado Mike e Eric. Como reagiria a outro convite para o baile? Tão rápido quanto pude, deslizei meu carro bloqueando-lhe o caminho. Ela agora entre mim e os hormônios de um feliz rapaz atrás dela. Ah, isso ia ser bom!

Pelo espelho retrovisor de meu carro, vi a reação de Bella. Estava em apuros. Não parecia feliz, e quando Tyler desceu de seu carro para se colocar ao lado de seu assento, ela estava completamente irritada com a situação. Tenho certeza de que se pudesse ouvir seus pensamentos não gostaria de algumas poucas frases sobre o fato de ter bloqueado sua saída. Em vez disso, tive que confiar na mente de Tyler para conhecer as palavras de Bella.

Fique frio.

Graças a Deus! Cullen bloqueou a sua saída!

Só a convide e fique frio. Quer vir ao baile comigo?

Não vai estar na cidade – o mesmo que disse a Mike.

Percebi que não quer ir com Mike.

Mas fique frio. Podemos ir ainda na formatura.

Incapaz de me conter por mais tempo cai na gargalhada ao mesmo tempo que minha família entrava no carro.

"O que é tão engraçado?", perguntou Jasper.

"Nada", ri.

Mas Rosalie me olhou com suspeita e percebeu que estava olhando pelo espelho retrovisor com interesse. Se virou para olhar para Bella, que nessa hora estava visivelmente irritada.

"O que você fez, Edward?", ela me perguntou.

"Não fiz nada. Só... escutei"

O olhar trocado entre Rosalie e Emmett não me passou despercebido, mas não me incomodou. Acelerei o carro e voei para casa, sentindo-me surpreendentemente mais feliz do que o costume nestes últimos dias.

Fim do capítulo 6

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N/T: * ninth grade corresponde ao primeiro ano do colegial no Brasil, lembrando que nos EUA são quatro anos de colegial (high school)