As Notícias:

TRANSMISSÃO DE RÁDIO VINDA DE RACCOON CITY FALA SOBRE ESTRANHA CRIATURA.

Por Leonel Hoswald, repórter NBC, 28 de setembro de 1998, 18:32.

Há pouco mais de uma hora, um policial identificado como Derek Collins conseguiu contatar o centro de comando da Operação Raccoon nas proximidades da cidade, dentro do condado de Cider. O aparelho utilizado foi, por ironia, o localizado na sala do comando S.T.A.R.S., que em agosto envolveu-se num misterioso incidente que levou à sua dissolução e até agora é repleto de mistérios. Collins aparentava fadiga e afirmou ter sido quase mordido por um zumbi na entrada do R.P.D., sendo que por pouco não se iguala aos demais habitantes, que transformaram-se em ferozes seres canibais ao serem infectados por uma estranha doença. O general Robert Connery, que falou com Collins pelo rádio, perguntou qual era a situação da cidade. O policial respondeu que Raccoon City não tem mais salvação, pois é quase impossível encontrar algum ser humano consciente na cidade. Collins participou da operação organizada pelo R.P.D. em conjunto com o U.B.C.S., composto por mercenários da Umbrella Corporation, para limpar as ruas de Raccoon e, após o fracasso desta, vagara pelas ruas da amedrontadora cidade com uma espingarda calibre 12 com apenas quatro balas até tentar entrar em contato com o comando usando o rádio do S.T.A.R.S. na delegacia, segundo ele. O que mais despertou curiosidade e temor no relato de Collins foi uma menção sobre uma criatura pitoresca, que vagava pelos bloqueios e becos semeando o terror. "Ele era alto, tinha um olho costurado e cara horrenda, além de andar sempre armado com um lança-foguetes", afirmou Collins. A conversa durou cerca de dez minutos, quando o policial, após ouvir um barulho estranho, disse que precisava desligar. As conclusões do comando da operação devem ter sido as mesmas de Washington: como Collins disse que Raccoon City está perdida, não há razão para continuar perdendo vidas humanas na cidade, apesar da insistência da Umbrella Corporation. Crê-se que, até o início do próximo mês, algum meio seja usado para varrer Raccoon City do mapa, evitando assim, uma epidemia nacional e talvez até global.

OBS: Derek Collins permaneceu mais de vinte e quatro horas no R.P.D., cuidando de um companheiro ferido chamado Marvin Branagh. Conseguiu contatar um helicóptero de resgate pelo rádio do S.T.A.R.S., mas quando este se aproximava do heliporto da delegacia, Collins foi atacado pelas costas por zumbis e, em meio ao tiroteio que se seguiu, o piloto da aeronave foi atingido, fazendo com que esta colidisse contra o prédio.

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MOSCOU EXIGE QUE A UMBRELLA DÊ PRIORIDADE AOS MERCENÁRIOS RUSSOS NA EVACUAÇÃO DE RACCOON CITY.

Por Monica Parker, repórter do New York Times, 27 de setembro de 1998.

Em meio à crise em Raccoon City, uma outra crise, agora diplomática, entre nosso país e a Federação Russa parece ter emergido. Ontem às nove e meia da noite, horário de Moscou, o presidente russo fez um pronunciamento nacional para dar condolências aos civis mortos em Raccoon como fizeram outros líderes mundiais e no final exigiu que a Umbrella Corporation, que possui vários mercenários operando em Raccoon, dê prioridade aos combatentes russos, que não são poucos, na evacuação. A resposta da Casa Branca foi imediata. O porta-voz do presidente, Antony Harper, disse que o que os habitantes de Raccoon estão vivendo é algo que ninguém no mundo jamais passou e o líder de alguma nação pedir para as forças de resgate evacuarem primeiro aqueles de sua nacionalidade é egoísta e mesquinho. A Umbrella também se manifestou, dizendo que dará prioridade aos civis de Raccoon e que os mercenários sabiam que corriam risco de vida ao aceitarem a missão, devendo arcar com as conseqüências.

O fato do número de mercenários russos entre as forças da Umbrella ser grande é de fácil entendimento. Com o término da Guerra Fria e o fim da União Soviética, vários soldados do Exército Vermelho e principalmente agentes da antiga KGB ficaram sem emprego. Passaram então a vender suas habilidades, tornando-se seguranças pessoais ou compondo exércitos particulares. Os componentes russos do exército da Umbrella são apenas mais alguns exemplos disso, e, dada a situação em que se encontra Raccoon, infelizmente eles têm grandes chances de não retornarem para casa.

Logo após o pronunciamento, o governo russo emitiu uma lista com alguns nomes de mercenários cuja extração deve ser prioritária. Entre eles está Mikhail Viktor, herói no Afeganistão durante a década de 80. Quanto a esse fato, nem Washington nem a Umbrella se manifestaram por enquanto.

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ENTREVISTA COM MICHAEL WARREN:

Entrevista com Michael Warren, prefeito de Raccoon City, cedida ao repórter Tony Patton, do Raccoon Times, no dia 21 de setembro de 1998.

PATTON: Primeiramente, obrigado por nos conceder esta entrevista, senhor prefeito.

WARREN: É sempre um prazer falar aos eleitores desta bela cidade!

PATTON: Primeiramente, os hospitais estão ficando cheios de pessoas infectadas por uma estranha doença, que está se alastrando rapidamente. O que o senhor tem a dizer sobre isso?

WARREN: Oh sim, é terrível. Visitei o hospital há dois dias e vi o sofrimento daquelas pessoas. Sei que o atendimento é precário, mas nós lutaremos para atender todos os doentes, nem se tivermos que mandá-los para outras cidades ou até para a capital.

PATTON: Mas essa doença nunca foi vista antes. O senhor acha mesmo que os hospitais das cidades vizinhas aceitarão os doentes daqui?

WARREN: Claro que sim, se ainda existir compaixão e calor humano!

PATTON: Vejo que o senhor é bem otimista.

WARREN: Mas é claro! Como prefeito, tenho o dever de cuidar dos civis de Raccoon como filhos. Nós em pouco tempo liquidaremos essa epidemia e nossa cidade voltará a ser um lugar calmo e alegre, cheio de turistas!

PATTON: Há rumores que o senhor planeja tirar sua filha da cidade. Isso é verdade?

WARREN: Não, é mentira! Minha filha cursa a universidade daqui e seus estudos não podem ser interrompidos. Além disso, não há motivo para deixar a cidade.

PATTON: Mesmo com uma epidemia inédita nas ruas?

WARREN (após uma breve risada): Já disse. Não há com o que se preocupar.

PATTON: OK. Agora, mudando de assunto, sobre o incidente ocorrido em julho na região de Arklay envolvendo os S.T.A.R.S., o senhor acredita que as acusações contra a Umbrella têm fundamento?

WARREN (um tanto nervoso): De maneira alguma. A Umbrella fez muito bem a esta cidade, e é algo totalmente sem sentido acusá-la de qualquer coisa. Os médicos da corporação estão nos hospitais cuidando dos doentes dia e noite. E os S.T.A.R.S.? Onde estão agora? Em quem você confia mais vista essa situação?

PATTON: Bem, mais uma vez, obrigado, senhor prefeito.

WARREN: Foi um prazer.

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ENTREVISTA COM BRIAN IRONS:

Entrevista com Brian Irons, chefe do R.P.D., cedida ao repórter Scott Ashcroft, do Cityside, no dia 24 de setembro de 1998.

ASHCROFT: Boa tarde, chefe Irons.

IRONS: Agradeço seu cumprimento, Scott, mas a situação aqui em Raccoon não é boa para ninguém. Estou tendo uma péssima tarde.

ASHCROFT: Alguma razão em particular?

IRONS: Visitei o hospital mais uma vez e tudo está um caos. O número de mortos está aumentando muito. Essa epidemia é assustadora. Infelizmente não houve alternativa a não ser colocar Raccoon sob Lei Marcial. Nossa prioridade agora é salvar esta bela cidade injustamente condenada.

ASHCROFT: Junto com a notícia sobre a Lei Marcial, a imprensa está divulgando informações sobre uma operação do R.P.D. em conjunto com as forças da Umbrella para conter a epidemia e salvar os civis não-infectados, que terá início amanhã. O senhor poderia nos dar mais detalhes?

IRONS: A Operação Raccoon consistirá numa ação organizada realizada pelos bravos homens do R.P.D. e os mercenários da Umbrella. Visto que os infectados por essa estranha doença, em estado avançado, apresentam comportamento praticamente animal, ameaçando os demais habitantes, não há razão para manter os civis não-infectados em perigo. Nossa missão será resgatá-los e levá-los até os limites da cidade em segurança através de furgões e helicópteros. Organizaremos dois eixos principais de ação, nas ruas Ash e Oak, onde montaremos barricadas. É importante avisar os civis que se eles tentarem deixar a cidade por conta própria, poderão ser eliminados pelos soldados nos bloqueios para que a epidemia não se espalhe. Todos deverão aguardar em suas casas até que nosso pessoal chegue e, após a checagem para detectar a possível presença do vírus, serão retirados de Raccoon em segurança.

ASHCROFT: Várias pessoas, inclusive policiais, já travaram combate contra os infectados e afirmaram que eles possuem resistência incomum. O senhor não teme que a Operação Raccoon possa se complicar devido a esse e outros fatos?

IRONS: Eu já vi esses infectados e nosso pessoal está autorizado a atirar neles em caso de comportamento agressivo. Mas não há com o que se preocupar. A probabilidade de sucesso da operação é bem alta e, se Deus quiser, conseguiremos aniquilar essa maldita doença.

ASHCROFT: Muito obrigado, chefe Irons.

IRONS: Eu é que agradeço.

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INCIDENTE EM RACCOON: A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.

Por Monica Parker, repórter do New York Times, 7/10/98.

Há uma semana a América e o mundo despertaram com uma triste notícia e uma terrível explosão em suas mentes e corações. Raccoon City, foco de uma misteriosa epidemia que fazia as vítimas perderem toda e qualquer humanidade, fora varrida do mapa por um míssil nuclear com o fim de evitar mais casos. Uma atitude difícil, mas que poupou milhões de vidas em todo o planeta. Mas há uma pergunta ainda não respondida, que não quer calar na mente de ninguém no planeta, pulsando em seus corações a cada instante: de quem foi a culpa?

Pouco antes da conclusão dos fatos, pesquisadores da Flórida afirmaram que o vírus de Raccoon foi criado pelo homem. Especulou-se muito, falou-se até numa peste negra ainda mais devastadora e numa arma russa que caiu em mãos erradas, mas é preciso raciocinar sobre os fatos. A epidemia alastrou-se principalmente através da água consumida pelos habitantes e por mordidas de ratos que serviram como hospedeiros, como indicam muitos relatos e teorias. "Estamos trabalhando com a teoria que algum vírus característico dos ratos sofreu algum tipo de mutação e tornou-se extremamente nocivo aos humanos", diz Martin Winckston, da

Universidade de Manchester, Grã-Bretanha. "Essa teoria, porém, está sendo bem contestada, devido ao poder extraordinário do vírus de Raccoon, que provavelmente não poderia ter se desenvolvido tanto no metabolismo de um rato".

Mas ninguém conseguiu esquecer das suspeitas que recaem sobre a Umbrella. Suas instalações em Raccoon eram o único lugar onde um vírus como esse poderia ter sido criado. A empresa se manifestou antes da destruição da cidade, afirmando que nunca criou armas biológicas e que uma investigação está sendo realizada dentro da corporação para tentar encontrar alguém que possa ter criado o vírus com fins terroristas. Em julho, a unidade S.T.A.R.S. de Raccoon City acusou a Umbrella de

realizar atividades ilícitas numa mansão na região de Arklay, limites da cidade, que explodiu por razões até hoje desconhecidas. Mesmo se a Umbrella for inocente, as suspeitas a prejudicaram seriamente. Além da perda das importantes instalações em Raccoon City, como uma fábrica de produtos químicos, suas ações em Wall Street desvalorizaram seriamente.

A verdade é que mais de 100.000 pessoas morreram. Na nossa busca desesperada por respostas, não podemos nos esquecer dos pobres moradores de Raccoon, vítimas da assassina ciência dos seres humanos.

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VÍTIMA DA EPIDEMIA EM RACCOON CITY LEVANTA DEPOIS DE MORTA DO CAIXÃO DURANTE FUNERAL.

Por Leonel Hoswald, repórter NBC, 21 de setembro de 1998, 16:27.

John Krammer, motorista de ônibus vítima da misteriosa epidemia que atinge Raccoon City, levantou depois de morto de dentro do caixão durante seu funeral no cemitério localizado dentro do Raccoon Park, no início da tarde de hoje. Por volta das 13:30, os familiares e amigos de Krammer estavam reunidos no cemitério esperando que o reverendo chegasse para o sepultamento, quando Sophia Krammer, esposa do falecido, que chorava sobre o caixão, desesperou-se quando o marido abriu os olhos. Imediatamente a viúva soltou um grito que chamou a atenção de todos os presentes, quando John sentou dentro do caixão, e, após olhar alguns instantes para a desesperada mulher, saltou sobre ela, mordendo seu pescoço. Krammer foi contido quando uma bala disparada pelo policial Derek Collins, amigo do motorista, atingiu sua nuca. Sophia foi socorrida no local, mas morreu a caminho do hospital.

Não é a primeira vez que um incidente como esse ocorre em Raccoon desde o início da epidemia. Há notícias que falam de mortos voltando à vida durante as autópsias e cirurgias. Mas este incidente pitoresco chamou a atenção das autoridades por ter ocorrido durante um funeral, sendo que seria responsabilidade dos legistas ter barrado a liberação do cadáver.

Segundo Kate Fernman, porta-voz do Raccoon Hospital, a esposa Sophia teria insistido para que o corpo fosse entregue aos parentes para o funeral. Enquanto um lado joga a culpa no outro, a epidemia em Raccoon continua fazendo um grande número de vítimas a cada dia.

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POLÍCIA DE RACCOON CITY APREENDE SUSPEITO NOS ESGOTOS DA CIDADE CARREGANDO EXPLOSIVOS.

Por Tony Patton, repórter Raccoon Times, 26/8/98.

Por volta das 3:45 da madrugada de hoje, dois oficiais do R.P.D. (Raccoon Police Department) apreenderam um indivíduo suspeito carregando uma mochila com quatro explosivos C-4, enquanto tentava penetrar nos esgotos da cidade pela estação de tratamento. Junto com os explosivos também foram encontrados uma pistola Colt calibre 45, dois pentes de munição, uma corda com um gancho e uma faca de combate. A polícia foi avisada sobre o suspeito por um cidadão que não quis se identificar. O chefe Brian Irons disse que não é a primeira vez que um flagrante como esse ocorre. Neste mês outros dois indivíduos já foram detidos em circunstâncias semelhantes. O suspeito já está sendo interrogado, mas suspeita-se que tudo não passe de vandalismo, ainda que perigoso. O R.P.D. acredita que exista alguma relação entre essas prisões e a explosão da propriedade da Umbrella na região de Arklay, em julho. De qualquer maneira, a pacata Raccoon City não é mais a cidade calma que costumava ser, primeiro com os assassinatos canibais, e agora com essas prováveis tentativas de atos terroristas. Será que a Umbrella trouxe consigo a violência das cidades grandes?

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ALBERT WESKER É NOMEADO LÍDER DO S.T.A.R.S. EM RACCOON CITY.

Por Tony Patton, repórter Raccoon Times, 5/2/98.

Ontem, uma pequena festa particular foi feita no R.P.D. para comemorar a nomeação de Albert Wesker como novo líder do esquadrão S.T.A.R.S. em Raccoon City. O chefe Irons disse que Wesker é um oficial muito capaz e que agora a equipe especial terá maior capacidade de ação em Raccoon. O novo capitão nos informou que está muito satisfeito com o novo cargo, e que trabalhará para que o S.T.A.R.S. possa ser o mais útil possível.

O S.T.A.R.S. (Special Tatics And Rescue Service) surgiu em Nova York na década de 60 e está há um bom tempo em Raccoon. Desde sua chegada, a equipe realizou diversas operações no combate a traficantes de drogas e resgates nas montanhas. Atualmente o S.T.A.R.S. está dividido em duas equipes: a Alpha, formada por Albert Wesker, Jill Valentine, Chris Redfield, Barry Burton, Joseph Frost e Brad Vickers; e a Bravo, composta por Enrico Marini, Forest Speyer, Kenneth J. Sullivan, Richard Aiken e Edward Dewey. Além disso, a equipe está pensando em recrutar Rebecca Chambers, especialista em bioquímica, para reforçar o time. Na nossa pacífica Raccoon City, podemos dormir tranqüilos, sabendo que um pessoal responsável e bem-treinado zela pela lei e pela ordem.

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ESPECIALISTAS ACREDITAM QUE A EPIDEMIA EM RACCOON CITY CONTAMINOU O ABASTECIMENTO DE ÁGUA DA CIDADE.

Por Leonel Hoswald, repórter NBC, 25 de setembro de 1998, 19:30.

Há cerca de trinta minutos, especialistas da Universidade de Idaho divulgaram um relatório à imprensa sobre a estranha epidemia viral em Raccoon City. Segundo eles, a doença contaminou o abastecimento de água da cidade, e por isso está se alastrando tão rapidamente. A equipe chegou a essa conclusão devido ao fato dos funcionários do serviço de tratamento de água e esgotos terem apresentado os sintomas antes do resto da população. Com isso, as autoridades concluíram que provavelmente a epidemia foi um ato terrorista, pois alguém deve ter contaminado o sistema de abastecimento propositalmente. As ordens agora são que ninguém na cidade consuma água vinda do sistema de abastecimento, e caminhões já estão vindo das cidades vizinhas com galões para a distribuição entre os moradores. Enquanto isso os hospitais não param de receber mais pessoas vítimas da doença, e logo será preciso transferir os doentes para as cidades vizinhas.

TRÊS JOVENS SÃO PRESOS POR VANDALISMO DENTRO DO R.P.D.

Por Tony Patton, repórter Raccoon Times, 23/9/98.

Ontem à noite, três jovens identificados como P. J. Barkley, D. Kreston e E. C. Smith foram presos em flagrante enquanto realizavam atos de vandalismo dentro do prédio do R.P.D., que foi ocupado por civis nos últimos dias. Segundo testemunhas, os jovens quebraram dois telefones, uma máquina de refrigerante, um fax e destruíram uma porta localizada no segundo andar do prédio. De acordo com o chefe Brian Irons, o fato de um grande número de civis ter procurado o R.P.D. na última semana devido à estranha epidemia viral faz com que os oficiais não consigam manter a ordem no prédio, já que saem a toda hora para atender ocorrências nos mais variados pontos de Raccoon City. Após a prisão, nenhum responsável pelos vândalos, todos menores, procurou a polícia. Segundo os jovens, seus pais estão à beira da morte no hospital, e por isso eles resolveram "agitar" um pouco. O oficial David Ford disse que o fato não é desculpa para vandalismo, e que a partir de agora o R.P.D. tentará evitar novas pilhagens e prejuízos.

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Luiz Fabrício de Oliveira Mendes – "Goldfield".