Olá meninas!!

Me desculpem por passar tanto tempo sem atualizar!!

A faculdade tá me enlouquecendoooo e fiquei um tempão sem escrever, mas p/ compensar vou postar dois capitulos ^^

Agora, final de ano, a coisa vai apertar um pouco, mas assim q entrarem as ferias c/ certeza vou escrever mto!!

Espero q gostem do próximos capitulo...e obrigada pelas reviews!! =D


Capitulo 6 – Ciúmes e brigas

-Remus! – gritava Sirius subindo as escadas atrás do amigo – eu não acredito que você vai deixar tudo por isso mesmo!

-É cara! Vai lá e da umas bofetadas na cara daquele ranhoso! Eu ajudo com todo prazer!

-James para! Não queremos ver vocês se matando! Acho que já foi emoção de mais para um dia só! E brigar não vai adiantar nada. – dizia Lily correndo atrás dos garotos

-Ai se a gente estivesse em Hogwarts...aquele seboso vai ver o que é bom quando as férias acabarem!

-Chega Sirius! Deixem que a Lucy e o Remus se resolvam sozinhos, ta bem? O Severus é um idiota e acho q não vale a pena vocês correrem o risco de serem expulsos só por causa dele!!

-Mas Lily...- disseram Sirius e James em coro.

-Chega!!

Durante varias semanas de férias as mesmas situações se repetiam, Lucy deprimida, Remus idem, os dois sem se falar. Depois daquele dia Remus preferiu voltar para casa enquanto Lucy, para fugir de Severus, tentava passar a maior parte do tempo na casa de Lily ou das primas, Emily e Emma, que também não moravam muito longe dali.

Aquela altura todos estavam quase tendo trecos de preocupação com o casal. Lily e James haviam combinado de se encontrar para pensar em algum jeito de tentar unir os amigos novamente.

-Eu já conversei com o Remus varias vezes, mas ele está irredutível. Pelo menos consegui convence-lo a ir para minha casa de novo, assim talvez seja mais fácil fazermos alguma coisa. Quem sabe marcar deles se encontrarem sem saber ou sei lá.

-Até que não é má idéia James. Quando ele chega?

-Hoje de tarde.

-Então... – Lily fez uma pausa e começou a pensar – você pode combinar com ele de se encontrarem no parque? Eu me encarrego de ir até a casa da Lucy e tirar ela de lá, a Rose pode me ajudar também.

-Pode deixar comigo.

-Sabe James...agora vendo você assim, tentando ajudar seus amigos, você não parece mais tão ruim quanto eu pensava.

-Que bom que eu consegui mudar sua impressão – os dois sorriram corados – bom, agora é melhor colocarmos o plano em pratica, vou mandar uma coruja para o Remus, vou marcar no parque as 3h, ok?

-Certo.

James despediu-se da ruiva com um beijo na bochecha e seguiu para casa. Lily ficou ali por mais alguns minutos, observando-o sair e depois seguiu para sua casa também. Chegando lá enviou uma coruja para Rose explicando tudo e marcando de se encontrarem na casa de Lucy às 3h.

*Mais tarde, naquele mesmo dia*

Lucy estava no quarto, ainda de pijamas, não sentia vontade alguma se sair dali, até ouvir alguém bater na porta.

-Quem é? – respondeu ela num pulo.

-Somos nós Lucy, Lily e Rose.

-Podem entrar.

Ela voltou a jogar-se na cama enquanto as duas amigas entravam, a situação parecia pior do que elas pensavam.

-Se anime amiga! Trouxemos filmes para a gente assistir...só está faltando a pipoca.

-Você bem que podia levantar daí e ir comprar, não é?

-Por que você mesma não compra Rose? Não sou eu que quero ver filmes...

-E não sou eu que estou deprimida há tempos por causa de um seboso magrelo! Levanta logo dai vai!

As amigas, pro fim, acabaram forçando Lucy a se trocar e sair para comprar pipocas, ela foi e, enquanto isso, as duas esperavam ansiosas no quarto da amiga. Ela obrigatoriamente teria que passar pelo parque para chegar ao mercado e, se tudo desse certo, ela e Remus se encontrariam e poderiam se resolver.

-Ahhh eles estão demorando tanto!

-Fica calma Rose, se tudo tiver dado certo eles devem ter se encontrado e estão se resolvendo.

-Por que...por que de repente eu senti uma energia negativa?

Rose fez uma pausa e olhou para o lado, novamente Severus entrava em um cômodo sem ser percebido, ou quase. Ele tinha um pote de biscoitos na mão e encarava as garotas com seu típico olhar frio e ameaçador.

-Já entendi...é porque tem uma pessoa muito problemática aqui!

-O que você estava dizendo?

*Enquanto isso no parque...*

Lucy praticamente se arrastava em direção ao mercado, comprar pipocas, como isso poderia animá-la? E se elas queriam tanto ver filmes por que não levaram as pipocas de uma vez? Ela estava tão distraída que acabou por se esbarrar num garoto que, apenas alguns segundos depois, ela chegou a perceber que era Remus.

-Remus...

Ele não disse ou fez nada, apenas a encarava. O olhar dele estava diferente, muito diferente do normal, lembrava um pouco o olhar de Severus, mas um pouco menos assustador.

-Tem...algo errado?

"Como se não tivesse...pergunta idiota" – pensava ela.

-O que eu deveria fazer para melhorar isso? Mesmo que não tenha chegado nas minhas mãos, quando eu vi a carta, eu soube que a garota por quem eu sou apaixonado também gostava de mim, sabe o quanto eu fiquei feliz?

Lucy respirou fundo, houve um silencio cortante entre os dois. Remus realmente não estava normal, parecia tão agressivo comparado ao garoto que ela conhecia, ou pelo menos achava que conhecia.

-Mas, mas...eu apenas vejo a garota que eu gosto beijando outro cara.

-Severus me beijou de repente.

-Na festa os seus olhos só viam ele. – Remus andava lentamente na direção de Lucy – foi como se eu não existisse.

-Isso não é verdade! E se eu fiz não...não foi intencional. Eu só queria ter certeza que ele não ia arrancar a cabeça de nenhum de vocês!

-Por que você não considera meus sentimentos? – dizia Remus chateado, enquanto aproximava-se ainda mais. Lucy apenas tentava recuar. – eu estou furioso, com ciúmes e magoado, isso me faz sentir...estranho.

Lucy tremia, sua respiração estava ofegante. Parecia que ele poderia a qualquer momento sacar a varinha e ataca-la ali mesmo.

-Garotos bonzinhos...também ficam de saco cheio.

Lucy pensou em correr, mas não conseguiu, por trás daqueles olhos que lmebravam os de um lobo ela ainda via aquele garoto gentil que gostava de ajudar as pessoas, apesar de, naquele momento, aquele garoto parecer ter sumido parecia ter sumido.

-Você deveria gostar de mim, certo?

-Por favor, não me olhe assim. Você é muito assustador assim, não é o Remus que eu conheço, você não era do tipo...

-Não use o que você imagina para colocar contra mim. Eu não sei...não sei se vou saber como esquecer o que aconteceu, mas acho que preciso tentar...

A essa altura Remus segurava os dois braços de Lucy e, lentamente aproximou o rosto dela, tentando beija-la. Ela, sem nem mesmo entender o por que, tentava recuar, aquele clima entre os dois parecia tão estranho que ela não sentia vontade de beija-lo. Estava assustada e, naquele momento não sentia vontade de fazer as pazes.

-Remus Lupin – uma voz masculina veio do nada, eles viraram-se, era Severus, sendo seguido pelas meninas que estavam um pouco mais longe.

-Severus...

-Se quer fazer algo escondido, pelo menos encontre um lugar mais reservado para fazer isso. Mas mesmo assim, pessoas que discordam irão atrapalhar, certo?

-Por favor, vocês podem relaxar um pouco? – disse Rose que acabara de chegar correndo acompanhada de Lily.

-Eles vão brigar!

Remus foi aproximando-se de Severus lentamente, fechando o punho na mão direita. Toda a cena seguinte passou em câmera lenta para as meninas, ele simplesmente passou reto por Severus, não fez nada, mas seus olhos, que sempre tiveram um brilho, pareciam apagados e tristes.

Lucy e Rose ficaram um tanto confusas, mas Lily imaginava que Remus deveria estar sentindo. Aquilo tudo e também com sua doença deveriam estar deixando-o estressado e confuso, afinal a época de lua cheia havia acabado de passar.

-Vem Remus, é melhor a gente ir para a casa do James.

Ele encarou Severus por mais alguns segundos, mas em seguida saiu andando, acompanhado da ruiva. Severus, Lucy e Rose permaneceram lá, estáticos.

-Minha mãe fez biscoitos para você, deixei no seu quarto. – Lucy não respondeu – está me escutando?

A garota simplesmente saiu correndo, com os olhos cheios de lagrimas, e sendo seguida por Rose. Severus mais uma vez permaneceu ali, apenas observando e pensando que, mesmo que tivesse feito algo errado, não teria mais volta ou arrependimento.