Alcanzando Una Estrella

Autora: AngieShields (id: 1694089)

Tradutora: Bea Mendes

Shipper: Hermione Granger x Draco Malfoy

Genre: Romance/ General

Rated: T

Summary: Há uma nova geração na escola de artes "Hogwarts SM"... Danças, romance, brigas, ciúmes, amizade, música, ódio, preconceitos, inveja, competência e muito, mas muito talento é o que você vai encontrar... Você se atreve a entrar?

Disclaimer: Harry Potter não é meu, nem da Angie, é da J.. Então não nos processe! A trama é única e exclusivamente da Angie ok? E eu tenho permissão para traduzir esta história.


N/A: Queria agradecer infinitamente a quem deixou reviews

Bom, aqui estão as músicas desse capítulo. Que eu gosto muito... Espero que vocês gostem também...

1. Sola - Vanessa Colaiuta

2. Arabesque Nº1 - Claude Debusy

3. La frase tonta de la semana - La 5ta Estacion


Os personagens são da J.K Rowling


"ALCANZANDO UNA ESTRELLA"

"Amanhã as onze em ponto, enquanto todos estão dormindo... Te espero na velha sala de música. Pergunta por ela, é muito conhecida."

Malfoy

Hermione não sabia o que pensar, Malfoy quería vê-la... Para que? Tudo era muito extranho e sabia que nada bom podia sair desse encontro durante a noite, mas sem dúvida iria, e averiguaría que carta aquele loiro tinha nas mangas, mas se encarregaría dele no dia seguinte. Hoje ela só queria dormir, dormir e descansar já que teria um longo dia pela frente, um no qual começariam suas aulas e se encontraria com Malfoy clandestinamente... Por mais absurdo que aquilo soasse definitivamente ela tinha a frente um dia cheio de surpresas e muita, muita música.

3. Draco é meu .-

::book::

'Alcanzando una estrella'

Por: Tom Riddle

Capitulo III

Hermione Granger estava dormindo calmamente no seu novo quarto, mas os intrusos raios de sol que anunciavam um novo dia invadiram sem permissão suas cortinas conseguindo que a tranqüila e pacífica castanha acordasse de mal humor.

- Diabos! - Exclamou muito irritada por ser acordada do seu sonho tão bonito.

- O que aconteceu? - Perguntou Ginny entrando no quarto da castanha. - O que te fizeram para que você levantasse de tão mal humor?

- Bom dia Ginny – disse a castanha efusivamente. - Você podia bater na porta, não?

- Calma, calma, eu só vim te dizer que nós vamos descer para tomar café-da-manhã... Por que você ainda está de pijama? - Interrogou confusa.

- Acho que é porque eu acabei de levantar – respondeu irônica enquanto se levantava. - Espera dez minutos e nós descemos, ok?

- Tudo bem... Mas vou dizer para os meninos, Ron está muito desesperado para comer – disse enquanto saia com um grande sorriso.

- Por que eu não posso sorrir assim? - Se perguntou a castanha. - Oh! Claro! Porque tenho milhares de coisas na cabeça que posso resumir perfeitamente à um nome, Draco Malfoy...

E assim pensando sem querer naquele bonito loiro, Hermione terminou de se vestir e desceu para o café junto a seus amigos, na espera do início daquele dia que sem dúvidas seria muito longo.

- O que nós temos primeiro? - Perguntou Ginny enquanto levava a boca uma torrada.

- Acho que "música moderna" com a Slytherin – respondeu Ron depois de engolir tudo que tinha na boca. - E depois "dança contemporânea" com Ravenclaw.

- Música moderna com Snape? - Perguntou Harry alarmado, ele sabia melhor que ninguém que aquele professor era o Diabo na Terra.

- Exato – respondeu Ginny um pouco nervosa. - E será melhor nós irmos de uma vez se quisermos chegar tarde e dar a Snape mais um motivo para nos odiar.

Mas uma castanha sentada junto deles conitnuava quieta pensando que veria o loiro na sua primeira classe e sinceramente não se sentia preparada para isso, como ele lhe trataria depois daquele bilhete, e pior, por que havia mandado tal bilhete?

- Hermione, aconteceu alguma coisa?

- Não Ron, só estou nervosa por... este dia – respondeu

- Entendo, temos que dar o melhor de nós mesmos para que os professores não fiquem com uma má impressão – adicionou convencido de suas palavras.

- Sim, e o melhor será começando a chegar cedo, não acham?

E Harry tinha muita razão já que quase a maioria dos alunos que se encontravam tomando café foram às suas respectivas aulas e só restavam poucos, entre os quais se encontravam o nosso grupo preferido de Gryffindors.

Quando os pequenos leões que recém começavam a dar os primeiros passos em direção à sua carreira como estrelas famosas chegaram na sua primeira classe dada pelo mais terrpivel e rigoroso professor de Hogwarts SM tomaram o maior susto de suas vidas ao ver que todos os alunos já estavam nos seus respectivos lugares e escutando algumas pautas que o professor estava dando nesse momento.

- E agora? - Perguntou Ginny muito nervosa enquanto parava junto de seus amigos na porta daquela sala.

- Vamos esperar pelo pior – sussurou quase imperceptivelmente o famoso filho de James Potter enquanto muito suavemente batia na porta da sala.

- Entrem e fiquem em pé na frente dos seus companheiros – disse uma voz grossa e ao mesmo tempo melodiosa sem sequer olhar para os que chegaram tarde na sua primeira aula.

Os garotos ao escutar aquela voz fizeram o maior som de desdém de suas vidas e Hermione pela primeira vez desde que entrou em Hogwarts SM desejou escutar alguém cantar, morreria para poder escutar seu professor de Música Moderna cantar, com aquela voz tão firme e melodiosa, somente sua voz fez com que ela sentisse um novo respeito por seu novo professor, imaginava o que lhe causaria escutar-lo cantar apenas uma vez na sua vida, mas tinha certeza que seria muito mais bonito do que escutar um coro de anjos.

- São bons demais para chegar cedo, não é verdade? - Repreendeu. - Tanto que não precisam das minhas aulas... Bem isso veremos.

Os quatros Gryffindor não falatam nada e Hermione pôde ver entre os alunos um loiro que não dissimulava o sorriso de satisfação ao escutar como eram repreendidos, só deixou de vê-lo quando escutou a seu professor.

- Ah, jovem Potter... Posso saber como você convenceu seu pai a te inscrever em Hogwarts? Ou simplesmente não o convenceu de nada, claro isso seria impossível já que ao ser menor de idade você precisa da permissão dos seus pais ou responsáveis – sibilou Snape venenosamente ganhando assim um sorriso malicioso de alguns alunos.

- Não senhor, não tentei convencer meu pai, mas sim... A minha mãe – disse o último como se tentasse fazer com que Snape lembrasse de algo, coisa que o professor pareceu entender já que sua atitude mudou de imediato.

- Os demais se apresentem imediatamente – ordenou o professor batendo nas costas dos quatro alunos que ainda estavam de pé na frente da sala.

- Ginny Weasley professor, e ele é Ronald Weasley... Meu irmão, somos gêmeos – explicou a nervosa ruiva ao ver que seu irmão não podia articular nenhuma palavra por medo.

- Senhorita Weasley creio que todos já nos demos conta da evidente semelhança entre vocês e esse seu irmão, mas não sabia que ele era mudo – a voz de Snape estava obviamente mais elevada para amedrontar todos os presentes.

- E não é senhor – voltou a responder Ginny em nome de seu irmão.

- Podia deixar de responder por seu irmão de uma vez por todas – sentenciou o homem mais que furioso – e o que você está esperando para se apresentar jovem, um convite?

- So... So... Sou Ro... Ro... Ronald We... Weasley – cuspiu Ron entre seu gaguejar provocado pelo evidente medo que causava seu professor de Música Moderna.

- E digame senhor Weasley, como diabos você entrou em Hogwarts se nem sequer é capaz de falar corretanente sem gaguejar? - Perguntou em um forte grito o professor.
- É óbvio que se ele está gaguejando é porque você o assusta com seus gritos... Professor – reclamou uma confiante Hermione em um tom que surpreendeu a mais de um, inclusive ao terrível Snape.

- E posso saber quem diabos você é? - O sorriso de zombaria no rosto do professor era o que Hermione não esperava ver, ele estava zombando dela, era o que o grande imbecil estava fazendo.

- Claro, meu nome é Hermione Jean Granger – respondeu muito brava a castanha já que seu professor não tirava aquele sorriso zombeteiro do rosto.

- Granger, Granger... Parente de Alexandra talvez? - Interrogou muito curioso.

- Não – respondeu muito segura e convencida, mas ainda assim algo dentro dela lhe dizia que já havia escutado aquele nome.

- Então... De onde já escutei esse sobrenome? - Se perguntou o homem de cabelos negros. - Granger... Granger...

Todos olhavam assustados como seu professor repetia muito concentrado aquele sobrenome e mais ainda a castanha que não tinha a mínima idéia de onde ele conhecia seu nome, então este voltou a falar, deixando a todos sem respirar por suas cruéis palavras.

- Claro! - Exclamou alegre. - Você é a bolsista sem talento por quem Albus teve compaixão.

- Sim, eu sou bolsista – afirmou com muita tristeza em seu olhos por suas frias palavras – mas posso lhe assegurar que o que mais me sobra é talento.

- Isso é verdade – assentiu Harry defendendo sua amiga. - Ou por acaso não escutou como ela cantou na seleção?

- Não pedi sua opnião Potter – repreendeu – aprenda a manter-se calado. Só tenho três paavras para descrever aquela apresentação da senhorita Granger, "sorte de principiante".

- Não foi sorte... Professor – Hermione estava brava de verdade, não entendia porque Snape estava pegando no seu pé. - E posso demonstrar quando você quiser.

- Muito valente, não? - O veneno em sua voz era muito evidente, mas nem isso acabava com o som melodioso e hipnotizante. - Demonstre agora.

Aquilo sem dúvida havia sido uma ordem, e Hermione tremeu levemente ao escutá-la.

- Agora? - Perguntou vendo de soslaio um Draco que não parava de sorrir.

- Por acaso não me escutou? Disse agora – voltou a ordenar. – E para que você veja como sou generoso, pode pedir ajuda a seus amigos... Mas quero que você cante.

Hermione olhou para Ron, Harry e Ginny e estes entenderam de imediato assentindo levemente e dirigindo-se ao pequeno estrado dentro da sala onde se encontravam alguns instrumentos.

Harry sentou na bateria, Ron ficou com sua inseparável guitarra e Ginny ficou com o teclado, a espera que Hermione lhes desse a ordem, óbvio que antes haviam decidido que canção iriam tocar, só esperavam que Hermione cantasse tão bem quanto no dia da seleção e não ficasse tão nervosa.

A castanha voltou a observar o loiro e para sua surpresa este também estava lhe olhando, assim como toda a sala, para logo revirar os olhos. Deixando-a ainda mais nervosa.

- Vejo que já não é mais tão valente – e a única coisa que Hermione pôde pensar era que daria tudo para ver aquele professor cantando, apesar de tudo que ele estava fazendo, queria ouvi-lo cantar.

Hermione fez o sinal e logo a sala se encheu de música que saia dos instrumentos tocados pelos três Gryffindors.

1.

A garota de olhos cor de mel só pôde pegar fortemente o microfone e respirar muito fundo para cantar com sua alma e coração.

Yo seré la calma luego de la tempestad – eu serei a calma depois da tempestade

de ayer en medio de la noche – de ontem no meio da noite

tu te vas de repente – você vai de repente

yo tentando a la suerte sin ti – eu tentando a sorte sem você

yo veré tu mundo entero en una taza de café – eu verei seu mundo inteiro em uma xícara de café

un negro terciopelo en medio del silencio – um negro veludo no meio do silêncio

ya no lloro ni pienso – já não choro nem penso

solo me quedo de pie – só fico em pé

y aquí me tienes sola de nuevo otra vez – e aqui você me tem sozinha de novo outra vez

aquí me tienes sola de nuevo ya ves – aqui você me tem sozinha de novo já vê

en mis ojos que miran sin ver – nos meus olhos que olham sem ver

en mis manos desatándome – em minhas mãos me desatando

Y aquí me tienes sola de nuevo otra vez – e aqui me tem sozinha de novo outra vez

y aquí me tienes sola de nuevo ya ves – e aqui me tem sozinha de novo já vê

sin moverme comencé a correr – sem me mover comecei a correr

con un par de alas en los pies – com um par de asas nos pés

Hermione estava muito concentrada na sua canção, mas quando viu os olhos de seu professor só conseguiu ver um sorriso sincero e soube que estava indo muito bem.

Y tu veras la línea que se duerme entre bien y el mal – e você vai ver a linha que dorme entre o bem e o mal

y con la vida a cuestas – e com a vida nas costas

no me pongo a llorar la vida es tan personal así – não fico chorando a vida é tão pessoal assim

y yo veré tu mundo entero en una taza de café – e eu verei seu mundo inteiro em uma xícara de café

un negro terciopelo en medio del silencio – um negro veludo no meio do silêncio

ya no lloro ni pienso – já não choro nem penso

solo me quedo de pie – só fico em pé

y aquí me tienes sola de nuevo otra vez – e aqui você me tem sozinha de novo outra vez

aquí me tienes sola de nuevo ya ves – aqui você me tem sozinha de novo já vê

en mis ojos que miran sin ver – nos meus olhos que olham sem ver

en mis manos desatándome – em minhas mãos me desatando

Y aquí me tienes sola de nuevo otra vez – e aqui me tem sozinha de novo outra vez

y aquí me tienes sola de nuevo ya ves – e aqui me tem sozinha de novo já vê

sin moverme comencé a correr – sem me mover comecei a correr

con un par de alas en los pies – com um par de asas nos pés

Aquilo era mais do que ela podia suportar, sobretudo porque sentia o penetrante olhar de seu professor sobre ela, e porque podia sentir o olhar de Draco, somente com o olhar ele podia fazer com que ela perdesse por completo o controle, somente com o olhar conseguia a confundir, e nesse momento pensou que Draco a havia hipnotizado com aquele bonito olhar porque não podia desgrudar os seus olhos daqueles cinzas.

y aquí me tienes sola de nuevo otra vez – e aqui você me tem sozinha de novo outra vez

aquí me tienes sola de nuevo ya ves – aqui você me tem sozinha de novo já vê

en mis ojos que miran sin ver – nos meus olhos que olham sem ver

en mis manos desatándome – em minhas mãos me desatando

Y aquí me tienes sola de nuevo otra vez – e aqui me tem sozinha de novo outra vez

y aquí me tienes sola de nuevo ya ves – e aqui me tem sozinha de novo já vê

sin moverme comencé a correr – sem me mover comecei a correr

con un par de alas en los pies – com um par de asas nos pés

Y yo ya estaré bien – e eu estarei bem

Todos na sala estavam em silêncio, na espera do veredicto do professor.

- Você desafinou tantas vezes que me cansei de contar – disse muito sério e com simplicidade. - Sua vocalização é péssima, não entendi quase nada do que você disse e suas cordas vocais precisam de muito trabalho para que pelo menos se assemelhem as de um verdadeiro artista.

Todos estavam boquiabertos, para a maioria a apresentação de Hermione havia sido perfeita, mas mesmo assim depois de tudo era o professor o único que poderia jugar.

A castanha se sentia muito humilhada, ela pensava que sua apresentação havia sido perfeita, mas tudo indicava que havia errado, ela não tinha chances de ser uma grande estrela.

- Duvido muito que chegue a ser uma verdadeira estrela – comentou Snape distruindo por completo as esperanças da garota. - Mas mesmo assim... Você tem algo que a maioria dos alunos comuns de Hogwarts não tem.

Hermione observou os olhos de seu professor com esperança e ao vê-los entendeu do que ele estava falando, e só pôde mostrar um grande sorriso de agradecimento.

Todos os demais alunos observavam a aluna e o professor comunicando-se com o olhar como se fizessem isso por toda a vida, como se pudessem se entender... Causando uma certa furia em um loiro com bonitos olhos acinzentados.

- Bem, um aplauso para senhora Granger e podem voltar a seu assentos – ordenou e os quatro Gryffindors obedeceram muito contentes entre muitos aplausos e cumprimentos.

- Professor – chamou Seamus Finnigan enquanto levantava uma mão.

- Sim, senhor Finnigan – respondeu educadamente.

- Desculpa, mas... Podia nos dizer o que é isso que Hermione possui e a maioria dos alunos não?

- Sentimento – respondeu enquanto se sentava na sua própria mesa causando certos suspiros entra as jovens.

- Deculpa professor, mas isso é absurdo... Todos nós temos sentimentos – disse Dean Thomas.

- Todos nó temos, mas nem todos tem a felicidade de interpretá-los por meio de uma canção – explicou sabiamente. - Isso... Somente os grande artistas são capazes de fazer.

- Nem foi grande coisa – Pansy murmurou invejosa sentada ao lado de Draco que estava silencioso.

A sala continuou com a apresentação quase de todos os alunos, as indicações de Snape sobre o que seria ensinado aquele ano, as regras que tinha para sua classe, os castigos para quem não cumprisse as regras e etc.

Hermione não pôde deixar de olhar de soslaio para o loiro que permaneceu quase toda aula indiferente.

Não sabia porque, mas algo dentro dela a fazia ficar com dúvidas a respeito do bilhete que Malfoy havia dado, se quisesse falar com ela por que agora a tratava com tanta indiferença?

Mas seja o que seja o mesmo havia entregue o bilhete e ela iria à velha sala de música para averigüar que é que Malfoy queria.

Ao mesmo tempo Draco pensava que teria que sair tudo perfeito, não podia errar nada, tinha que ser uma noite que Hermione nunca esqueceria.

A maioria dos alunos não prestaram atenção durante quase toda aula, mas faltando quinze minutos para acabasse, o professor Snape disse algo que evidentemente chamou a atenção de todos alunos.

- Talvez esteja me adiantando ao lhes dizer isso, mas prefiro que todos estejam preparados – começou causando muita incerteza. - Eu tenho uma forma muito distinta de avaliar meus alunos.

Todos estavam prestando muita atenção, Hermione logo entrou em pânico, pressentia que algo não iria acabar bem.

- Como? - Se atreveu perguntar um Slytherin.

- Sim, a diferença dos demais professores e sobretudo daquele que por desgraça vai ser seu professor de canto, eu tenho uma forma muito pessoal de avaliar – o único que notaram e entenderam nessas palavra foi que Snape não gostava do professor de canto, que ainda não conheciam.

- E, como nos avalia? - Perguntou Ginny.

- Senhorita Weasley, será muito simples – seu sarcasmo foi mais que óbvio, - eu lhes ensinarei o que puder este ano, e faltando alguns meses para acabar... Vocês deverão apresentar uma canção individualmente.

- Cantar uma canção? - Perguntou Ron aliviado. - É só isso.

- Mas você não é professor de canto... Não pode nos avaliar por isso – reclamou a castanha.

- Sou professor de música Senhorita Granger... Música Moderna – adicionou.

- Sim, mas... - Quis conitnuar Hermione.

- Mas por favor me deixe terminar – disse irritado por tanta interrupção. - Não é só cantar... Vocês tem que cantar perfeitamente uma canção composta por vocês mesmo, letra, música, voz. Será sua canção, sua primeira canção... Isso que vou avaliar.

- Isso vai ser fácil – disse Harry muito confiante.

- Você diz isso porque já tem mil músicas próprias Harry – disse Ginny alto, o suficiente para chegar aos ouvidos do professor.

- Não se preocupe Senhorita Weasley, que com as músicas que o Senhor Potter tem ele jamais passaria na minha aula.

- Por que? - Pergunto Harry irritado e contrariado. - São muito boas professor, além disso você não as ouviu.

- Claro que já as ouvi, e se nota como são de principiantes... NÃO de verdadeiros alunos de Hogwarts.

- Como vão ter que ser nossas músicas? - Perguntou agora Hermione. - Quero dizer... O que tem que ter para que a gente aprove na aula?

- Tem que ser especiais... Muito especiais – respondeu.

- Como diabos vamos fazer isso? - Se ouviu pela primeira vez a voz de Draco Malfoy.

Hermione estava boquiaberta, por um momento pensou que Draco não se interessava pela aula, assim como todos pensou que ele não estava prestando a mínima atenção... Mas estava errada.

- Cuidado com a linguagem jovem Malfoy – repreendeu Snape. - E para que uma música seja especial deve conter sua essência, seus sentimentos, deve ser vocês, devem compor letra e música refletindo através dela quem vocês são... Devem cantá-la mostrando que o sentem e sobretudo devem compartilhá-la com o mais precioso para qualquer artista.
Severus Snape sabia de verdade o que fazia, falava com sentimento, com emoção, estava claro que ele era um homem muito apaixonado por sua carreira e pela música.

- Q-que coisa Senhor? - Conseguiu perguntar Ron surpreendido e bobo pelas palavras de seu professor.

- O público Senhor Weasley... O público é o mais importante para todo artista – respondeu Snape voltando a sua atitude normal. - A aula está terminada por hoje, e já sabem vão criando sua música... Isso é tudo por hoje.

E assim finalizou Snape a primeira aula dos nossos protagonistas, que logo foram para suas demais aulas, onde não houve nada interessante segundo eles... Somente conheceran o professor de canto que se chamava Sirius Black e era nada mais nada menos que o padrinho de Harry; lógico que isso surpreendeu a maioria, mas apesar disso Sirius o tratou como a um simples aluno e foi muito agradável com todos.

Assim seguiram em práticas, exercícios e muitos trabalhos até a hora do jantar que era precisamente onde se encontravam agora, jantando todos no grande salão.

- Estou morto – disse Ron. - Essa de dançar não é comigo.

- Esteve grandioso – reprovou Ginny. - Foi a melhor aula da minha vida.

Hermione só ouvia como os gêmeos Weasley brigavam com coisas muito insignificantes até que se lembrou de aldgo que tinha esquecido pela emoção das primeiras aulas.

- Garotos – interrompeu nervosa, - vocês sabem onde fica a velha sala de música?

- Dizem que é no quarto andar – respondeu a ruiva. - Não me diz que já te contaram as velhas histórias de fantasmas.

- O quê? Não, só estava curiosa – respondeu. - Mas tem certeza que fica lá?

- Claro – respondeu agora Harry. - É a primeira sala a esquerda.

- Você não está pensando em ir, não é? - Perguntou Ron muito assustado.

- Vamos Ron, não me diga que você acredita nessas histórias. - Falou supresa sua irmã. - Por Deus! A mamãe só falva aquilo pra nos assustar!

- Sua mãe também estudou aqui? - Perguntou Harry.

- Sim – responderam ao mesmo tempo. - Foi uma grande bailarina quando era jovem, mas conheceu meu pai, se casaram, ficou grávida e adeus carreira.

- Sim, minha mãe fez a mesma coisa, se casou com o grande James Potter e abandonou sua carreira por ele – explicou o garoto de olhos verdes.

- Sua mãe também estudou em Hogwarts – Hermione estava muito surpresa. - Não sabia.

- Sim, ela estudou aqui e isso influenciou muito na decisão de eu virar músico, ela amava cantar... Sempre me contava histórias de seus dias em Hogwarts e acho que ficou muito emocionafa quando eu disse que queria estudar aqui, quando eu lhe disse que queria ser músico... Diferente do meu pai ela sempre me apoiou – todos estavam muito surpresos, a tristeza no rosto de Harry ao mencionar seu pai era óbvia.

- Nossa mãe também nos contava muito sobre Hogwarts – disse Ginny mudando de tema e tentando acabar com a tristeza do primogênito dos Potter.

- Sim, ela sempre nos assustava com a história do "fantasma do piano" - comentou nervoso. - De verdade eu me assustava com essa história.
- Agora que você disse... Acho que minha mãe também me contou em alguma ocasião – disse Harry inquieto. - Segundo ela todas as noites de Lua cheia se escutavam bonitas melodias que saiam do velho salão de música.

- Dizem que é a alma de um jovem que estudou aqui, segundo as lendas todas as noites de Lua cheia ele ia com a sua amada no salão de música e compunham músicas juntos, ele tocava a melodia no piano enquanto ela o cativava com sua bonita voz, dizem que, eles iam debutar juntos, mas parece que ela no último momento desapareceu e ele desde então a espera. Todas as noites de Lua cheia ele toca o piano, esperando que ela volte a cativá-lo com sua bonita voz e terminar de compor aquela música que eles não terminaram.

- Ron, não sabia que era tão bom para contar histórias – disse Harry divertid. - Olha como você deixou Hermione, agora a coitada nunca vai querer ir na vela sala de música.

- Não é nada – disse Hermione porque apesar de tudp ela tinha que ir no seu encontro com Draco, um momento... Não era nem um encontro. - E por que está fechada?

- A sala – respondeu Ginny adivinhando a que se referia a pergunta de sua amiga. - Alguns dizem que os alunos eram tão curiosos que acampavam na velha sala de música para ver dito fantasma.

- Outros dizem que o diretor o viu – disse Ron com a voz falhando. - E que decidiu lhe dar... Espaço, já sabe. Ficou com pena de sua alma.

- Isso é muito irracional – e Harry tinha muita razão. - Eu acredito na terceira opção.

- Qual? - Perguntou Hermione muito interessada.

- A sala de música estava no quarto piso, e casualmente o quarto piso ficou danificado depois daquele terremoto de 18 anos atrás, assim que o mais lógico é que essa é a causa para o terem fechado, porque simplesmente já não servia.

- Tem lógica – disse Ginny analizando as palavras de Harry. - Mas prefiro acreditar que lá tem um fantasma na espera de sua amada.

Todos levantaram a cabeça para onde Ginny estava apontando, o quarto andar... E Hermione tremeu imperceptivelmente, já que dentro de poucas horas ela subiria a esse piso, e não só isso, entraria na mesmíssima velha sala de música e o último que queria encontrar era a alma penada de um eterno apaixonado.

- Hoje não é noite de Lua cheia, não é? - Perguntou nervosa.

- Não, acho que é daqui a quatro dias – respondeu a ruiva. - Garotos, o que acham de irmos fazer uma visita para o fantasma do piano?

- Não contem comigo – respondeu um medroso Ron.

- Medroso – reprovou sua irmã.

- E muito – respondeu fazendo com que todos rissem.

Então Hermione se deu conta que já era cerca das nove e quis ir se preparar tanto física como mentalmente para seu encontro com o loiro.

- Pessoal, já vou dormir – disse fingindo um magnífico bocejo. - Estou morta de sono.

- Não me respondeu – reprovou Ginny. - Vamos ver o fantasma do piano esta quinta-feira?

- Se a maioria vai conte comigo – disse para se livrar da incansável ruiva.

- Ótimo! - Exclamou. - Boa noite Mione.

- Descansa – disse Ron.

- Até amanhã! - Ela se despidiu.

Já se encontrava subindo as escadas até o dormitório feminino quando inevitavelmente começou a pensar no loiro, estava morrendo de curiosidade para saber o que ele iria dizer, não que quisesse vê-lo, não! Não era nada, só não podia evitar contar as horas para saber o porque do bilhete.
Finalmente chegou em seu quarto e muito desesperada se dirigiu a seu armario e tirou uma calça que ficava bem ajustada nos quadris com uma blusa de alças que era muito pequena para ela.

Foi nesse momento que a castanha se deu conta do que estava fazendo, e de como estava sendo estúpida ao escolher uma roupa para ir se encontrar com Draco Malfoy que seguramente só havia marcado com ela para poder irritá-la.

Reclamou mentalmetne por arrumar-se tanto para o loiro e dicidiu ir a sua "reunião" como estava, com o uniforme de Hogwarts SM.

Já havia chegado a hora, enquanto esperava a castanha havia decidido começar a escrever a letra da música que teria que apresentar para passar em Música Moderna com o misterioso Severus Snape, e por certo o achou muito intrigante, sem dúvida esse seria seu professor favorito e o mais respeitado é claro. Mesmo assim a tentativa foi em vão, não consegui nem uma só palavra devido aos nervos.

Imaginando como seria bonito escutar seu professor cantar, Hermione começou a andar na direção do quarto piso.

2.

Já alo se deu conta que o silêncio da noite havia desaparecido, sendo substituido por um som melodioso, o som de um piano.

- Não pode ser! - Foi o que Hermione disse ao escutar aquela melodia. - Calma, calma... Fantasmas não existem, os fantasmas não existem.

Repetiu isso enquanto cautelosamente caminhava até o velho salão, viu a porta da sala fechada e com uma mão girou a maçaneta tremendo.

Quando a porta esteve aberta por completo a castanha ficou muda, em completo choque... O que via era pior do que encontrar-se com o mesmo fantasma do piano.

Ali sentado no velho piano se encontrava Draco Malfoy completamente despenteado devido a efusividade e sentimento que colocava ao tocar aquela música.
Tocava com tanta habilidade e delicadeza as velhas teclas daquele piano que parecia que seus dedos não fazim contato com elas, era simplesmente mágico, e Hermione Jean Granger sabia, por isso não podia se mexer frente a aquilo.

Foi então que Draco a viu e a música parou para a infelicidade da castanha que se sentia nas nuvens ao vê-lo tocar aquele instrumento.

- Olá – comprimentou o loiro.

- Olá – ela respondeu.

Draco mostrou um sorriso radiante que deixou a castanha nervosa e logo se pôs de pé com a intenção de chegar mais perto de Hermione, ela sabia e só tremeu em seu lugar a espera do que aconteceria.

Draco a viu e se perdeu em seus lindos olhos, tinha que aceitar... Ela era muito bonita, demais, deixaria qualquer homem louco... Inclusive ele.

- Vem – disse enquanto pegava sua mão, notando então o quão nervosa ela estava ao sentir como tremia a mão embaixo da sua.

Ele a guiou de novo até o velho piano e voltou a se posicionar em frente deste, disposto a voltar a tocar.

Hermione estava muito confusa, ele a tinha chamado para que ela o escutasse tocando piano? Ainda que pudesse escutá-lo por toda vida, isso a confundia muito.

O loiro começou a "acariciar" - como dizia Hermione – as teclas do piano e uma bonita melodia começou.

- Canta – ordenou o loiro.

- Q-que? - Perguntou Hermione confusa e nervosa – M-mas eu não sei a letra... Não posso.

- Sinta e canta – voltou a ordenar.

Estava muito louco se achava que Hermione faria isso. O que ele supunha que ela tinha que sentir? Foi então que se deu conta das coisas ao seu redor, aquele ambiente... Aquela sala, havia algo ali, algo que aparentemente o loiro tinha descuberto e ela apenas estava começando a descobrir.

- Fecha os olhos, respira, sinta, canta! - Seguiu ordenando com aquele ar de autoridade que só ele possuia.

Surpreendentemente Hermione desta vez fez isso, fechou os olhos e respirou profundamente... Sentindo, sim! Podia sentir, definitivamente ali tinha algo, sintiu dor, tristeza, desolação, alegria, desespero... Amor.

Teve vontade de rir e chorar, era algo completamente estranho mais ainda assim bonito.

3.

Então curiosamente começou a cantar, não sabia de onde saia a letra, mas simplesmente cantava, cantava expressando tudo o que sentia naquele lugar, só cantava por ele, só para ele.

No seré yo quien te despierte cada mañana – não serei eu que irei te acordar toda manhã
Como un chiquillo pegando gritos frente a tu casa
– como um pássaro piando na frente da sua casa
Ya no estaré detrás de ti cuando te caigas
– já não estarei atrás de você quando você cair

Pero no creo sinceramente que te haga falta – mas sinceramente não acho que faço falta a você

No seré yo quien guíe tus pasos cuando te pierdas – não serei eu que guiarei teus passos quando você se perder
No seguiré quemando noches frente a tu puerta
– não passarei noites em claro na frente da sua porta
Ya no estaré para cargarte sobre mi espalda
– já não estarei para te carregar nas minhas costas
Pero no creo sinceramente que te haga falta
– mas sinceramente não acho que faço falta a você

Hermione cantava com muita dor, era algo muito estranho mas podia sentir aquela canção, sentia a dor que sentiu a pessoa quando a escreveu, o que não entendia era como era possível que ela sem conhecer a letra a estivesse cantando, era algo incrível, nem ela mesma podia acreditar.

O que podia jurar era que nesse preciso instante enquanto ela cantava, seu pequeno coração se comprimia de dor, de uma dor que lhe transmitia aquela velha sala de música.


Y se que vas a estar mejor cuando me vaya
– e sei que você vai ficar melhor quando eu for embora
Y se que todo va a seguir como si nada
– e sei que tudo vai continuar como se nada tivesse acontecido
Yo seguiré perdido entre aviones
– eu seguirei perdida entre aviões
Entre canciones y carreteras
– entra canções e estradas
En la distancia no seré mas tú parte incompleta
– na distância não serei mais sua parte incompleta

Y se que vas a estar mejor cuando me vaya – e sei que você vai ficar melhor quando eu for embora
Y se que todo va a seguir como si nada
– e sei que tudo vai continuar como se nada tivesse acontecido
Mientras escribo sobre la arena
– enquanto escrevo na areia
La frase tonta de la semana
– a frase tonta da semana
Aunque no estés para leerla
– mesmo que você não esteja para lê-la
En esta playa
– nessa praia

No es que yo quiera convertirme en un recuerdo – não que eu queira me convertir numa lembrança
Pero no es fácil sobrevivir a base de sueños
– mas não é fácil sobreviver a base de sonhos
No es que no quiera estar contigo en todo momento
– não é que eu não queria estar contigo todo momento
Pero esta vez no puedo darte lo que no tengo
– mas desta vez não posso dar o que eu não tenho

Y se que vas a estar mejor cuando me vaya – e sei que você vai ficar melhor quando eu for embora
Y se que todo va a seguir como si nada
– e sei que tudo vai continuar como se nada tivesse acontecido
Yo seguiré perdido entre aviones
– eu seguirei perdida entre aviões
Entre canciones y carreteras
– entra canções e estradas
En la distancia no seré mas tú parte incompleta
– na distância não serei mais sua parte incompleta

Então ela incoscientemente fechou os olhos, e ali os viu, um garodo de cabelos negros tocando o piano não tão velho, e aquela garota, de cabelos ruivos que cantava a mesma música que ela, com muita tristeza, com muita dor, com lágrimas caindo por seu rosto... Mas com um grande sorriso, um verdaderiro sorriso de felicidade, "algo muito contraditório", pensou a castanha para logo voltar a velha sala junto a Draco e continuar cantando.

Y se que vas a estar mejor cuando me vaya – e sei que você vai ficar melhor quando eu for embora
Y se que todo va a seguir como si nada
– e sei que tudo vai continuar como se nada tivesse acontecido
Mientras escribo sobre la arena
– enquanto escrevo na areia
La frase tonta de la semana
– a frase tonta da semana
Aunque no estés para leerla
– mesmo que você não esteja para lê-la
En esta playa
– nessa praia

En esta playa – nessa praia

Y se que vas a estar mejor cuando me vaya – e sei que você vai ficar melhor quando eu for embora
Y se que todo va a seguir como si nada
– e sei que tudo vai continuar como se nada tivesse acontecido
Mientras escribo sobre la arena
– enquanto escrevo na areia
La frase tonta de la semana
– a frase tonta da semana
Aunque no estés para leerla
– mesmo que você não esteja para lê-la
En esta playa
– nessa praia

Ao terminar de cantar Hermione começpu a tremer e Draco se preocupou ao vê-la assim, mas a castanha só pôde cair de joelhos e começar a chorar, em frente de um confuso Draco.

- Hermione, o que foi? - Perguntou nervoso.

- Não sei – respondeu entre lágrimas. - Não sei, me ajuda, por favor.

Draco a olhou e voltou a se perder em seus bonitos olhos mel, só pôde pegar delicadamente seu queixo entre seu pálidos e delicados dedos para logo levantá-la docemente e olhá-la mais profundamente.

Hermione tremeu ante o contato dos frios dedos dele e de sua pele, ela sabia o que ia acontecer... Ela sabia o que ele faria e não o impediu.

Foram somente por alguns segundos em que seus lábios estiveram unidos, somente por alguns segundos compartilharam aquele bonito gesto, somente por alguns segundos que voaram livres; sengundos que foram interrompidos por um forte e ruidoso grito.

- SOLTA ELE SUA IMUNDA! - Gritou Pansy histérica.

Draco e Hermione estavam muito supresos, estavam em choque... Mas ela não entendia bem o que estava acontecendo.
- Que diabos você está fazendo aqui Pansy?! - Draco foi o primeiro a reagir e portanto o primeiro a exigir explicações.

- Ainda pergunta! - Perguntou fora de si. - Bom, eu te segui querido, te segui pra encontrar você com... Ela!

- Vai embora agora mesmo! - Gritou o loiro muito irritado.

- Não Draco, jamais pensei que cairia tão baixo... Se vai me enganar pelo menos faça com alguém que vale a pena – sentenciou.

- O que está acontecendo? - Interrompeu umatímida Hermione que não entendia o que estava acontecendo.

- Acontece que você estava beijando meu namorado, mosca morta! - E aquilo foi pior do que receber um balde de água fria para Hermione. - Não sabia? Agora já te informei... DRACO É MEU!

A castanha não pôde agüentar mais... Se sentia humilhada, muito humilhada.

Com todas suas forças saiu correndo daquela sala, disposta a nunca mais voltar ali, disposta a esquecer o que tinha acontecido ali, disposta a esquecer certo loiro.
Enquanto isso Draco estava verdadeiramente furioso, Pansy havia arruinado tudo, a estúpida havia jogado no lixo todo o seu esforço.

Com muita fúria contida a puxou bruscamente pelo antebraço e saiu rumo a sua sala comunal.

- Draco me solta, me solta agora – gritava histérica enquanto era conduzida pelo loiuro.

Os gritos de Pansy não eram escutados pelo loiro que se encontrava vermelho pela ravia que sentia nesse instante.

Ao regressar a sala comunal se encontrou com Blaise Zabini que se encontrava lendo comodamente em uma poltrona, na mesma poltrona onde Draco lançou rudemente a garota de cabelos negros.

- O que aconteceu? - Perguntou Blaise divertido pela situação. - O que você fez agora, hein Pansy?

- A estúpida fez uma cena na frente da Granger – respondeu Draco por ela causando o riso do moreno.

- Te... Disse... Que... Se... Tivesse... Falado... Antes – conseguiu dizer entre gargalhadas.

- Dizer o que? - Perguntou Pansy confusa.

- Que Granger é só uma aposta que eu fiz com Blaise! - Respondeu com raiva o loiro.

- Uma... Uma aposta. - Mas por que demonios você não falou nada antes? Se perguntava Pansy brava.

- É assim, apostamos $500 que ele não conseguiria conquistá-la – explicou Blaise.

- E por que demonios não me disse! - Reclamoui

- Não é a minha mãe, não tenho que te dizer tudo – pespondeu.

- Mas sou sua namorada! - Seguiu gritando a garota.

Draco revirou os olhos, como odiava essa atitude de Pansy... Como odiava esse empenho que tinha para controlá-lo, mas o que ia fazer ela era tão igual a ele que já havia se acostumado com isso.

- Isso querido Draco significa que eu ganhei? - Perguntou Blaise contente... Mesmo que já imaginasse a resposta.

- Lógico que não! - Gritou secamente. - Isso significa que as coisas estão mais difíceis, só isso.

- Claro que não – disse Parkinson. - Acabou a aposta, dá o dinheiro pro Blaise de uma vez por todas.

- Você está louca, eu nunca perco uma aposta – disse Draco sorridente. - E ordeno que você não se meta nos meus assuntos

Logo depois disso deixou Pansy com a palavra na boca e se dirigiu ao seu quarto, onde não pôde deixar de imaginar os lábios de certa castanha sobre os seus, e também não pôde deixar de sentir um friozinho na barriga ao se lembrar daquilo.

Enquanto isso em outro quarto bem longe dali aquela castanha que não desaparecia da mente do loiro dormia pacificamente depois de ter chorado durante muito tempo.

Hermione estava tendo um sonho muito estranho, com um bonito garoto de cabelos negros, aquele que havia visto tocar piano enquanto cantava a estranha canção que a encheu de sentimento. Mas o estranho era que sentia que conhecia aquele garoto, ela já havia visto aqueles olhos negros, ela já havia sentido aquele olhar penetrando cada poro de sua pele... Mas não se lembrava onde.

Continua...


N/A:

O que vocês acharam? Já tem idéia de quem pode ser o "fantasma do piano"? Vamos ver quem acerta...

Outra coisa, se quiserem que eu coloque ou escutaram alguma música que seja relacionada com algo da história me avisem, ok?

E se quiserem me deixar feliz me deixem reviews...

Beijos... AngieShields


N/T:

Olá, olá! Terceiro capítulo =D. Bom, mal posso esperar para traduzir o quarto, é o meu preferido até agora... Vou tentar traduzir o mais rápido possível porque segunda vai começar minhas aulas na facul, então eu não tenho muita certeza de quanto tempo eu vou ter...

Deixem reviews! Elas me deixam feliz também LOL

Bea~!

PS: Eu não tenho muita certeza quanto a data que o fantasma viveu... Porque na original está escrito: 12intió12s. Eu entendi isso como 1212 LOL, mas eu já mandei um e-mail para a autora perguntando quando é isso... Assim que eu souber eu mudo! Só não fiquei esperando para não deixar vocês esperando. Eu não sou muito legal? ;)

PS: 12intió12s é um erro do FF... falei com a Angie, e eu já consertei a parte que estava errada =D