~Feliz dia das crianças~
Entregue com pontualidade... O.O
Finalmente!!! conseguimos! Bom esperamos continuar assim... E gostaríamos muito de agradecer ao pela review enviada no último capítulo... Arigatou *--*
Bom esse capítulo está sendo dedicado a uma amiga (da Tuka-chan) que começou a ler a fic recentemente... (e gostou!)
Arigatou pela preferência Mari-chan~
Enfim... Vamos ao que interessa... Tennki no Hana!
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1 – " " – Aspas e itálico: Pensamento.
2 – * * - Asterisco e Negrito: Carinha que eles tão fazendo.
3 – N/A: Nota das autoras
4 – Não copie nada deste fanfiction, seja original, crie tudo! Garantimos que vão adorar.
5 – Kissu, boa leitura.
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~Tennki no Hana~
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Cap. 4 – A imprevisível decisão de Rin.
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InuYasha, Miroku e Bankotsu passaram a noite em casa, enquanto os visitantes ficavam na Academia de Artes Marciais e Mágicas. Os três encontraram-se bem cedo pela manhã, mal podiam esperar pela jornada... Há muito tempo eles esperam por isso, a Kaede sempre falou para eles das Ninfas e de sua missão e por conta disso mal podiam conter a ansiedade, mesmo de sabendo que o mundo agora estaria em suas mãos.
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Bankotsu:- Finalmente um pouquinho de diversão! *^.^* - ela saltitava enquanto caminhava com os amigos na rua principal da Youkai no Mura.
Miroku:- É... E o melhor de tudo: Acompanhados por belas garotas. – ele sorria maliciosamente.
InuYasha:- Vocês só pensam nisso... Mas eu não posso negar que estou bem ansioso...
Bankotsu:- Nossa vida estava realmente monótona. Ainda não entendo porque você não me considera como uma bela garota. – disse uma Bankotsu emburrada.
Miroku:- Talvez pelo fato de você não ser bem o que podemos chamar de garota. – ele tentou tomar cuidado com as palavras, já sofrera demais na noite anterior, não queria apanhar ainda mais.
InuYasha:- Enfim. Um traveco não conta como mulher! – disse de modo que pareceu óbvio.
Bankotsu:- É isso que vocês pensam de mim? *ó.ò* - choramingou chateada.
Miroku:- Calminha aí Ban... Você sabe que nós te amamos... Mas somos todos amigos, não podemos olhar você como uma garota qualquer. – ele tranqüilizou a amiga do modo mais gay possível. "Mir:- Heey, o que é isso? Você 'tá me ofendendo!", pensou. Nada disso, você disse que amava ela. "Mir:- Mas todos os amigos se amam, ne InuYasha?", apelou para o amigo. "Inu:- Você sabe que eu não compatibilizo com essa sua viadagem, me inclua fora dessa.", retrucou. InuYasha concordou comigo, e ele é um dos protagonistas, portanto estou certa e voltemos a história. "Mir:- Kuso...", lamentou-se.
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._.--._.--._.--Academia de Artes Marciais e Mágicas--._.--._--._.
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Kagome, Rin e Sango conversavam animadamente nos fundos da academia, enquanto Kaede explicava a Kikyou detalhes sobre a missão em sua sala.
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Sango:- Mal posso acreditar que exista algo assim no mundo de vocês. – ela disse abismada. – e nessa tal de internet você pode descobrir tudo mesmo?
Kagome:- Claaaaro Sango-chan! Nós somos ligados com o mundo todo e as pessoas põem todo tipo de informação. É raro não encontrar o que quer.
Rin:- É... E o melhor é que é um ótimo entretenimento... Você ouve músicas, vê vídeos, lê livros, joga... Tudo isso em uma coisa só. – ela dizia animadamente.
Kagome:- A Rin-chan é viciada em internet... *=.=* Não sei como ela ainda não está em abstinência. – comentou com uma sinceridade indiscutível.
Rin:- Deixa de ser exagerada! – ela retrucou unindo o cenho.
Sango:- O que é vídeo? – a morena perguntou intrigada.
Rin:- Simples: É uma seqüência de imagens, que chamamos de frames atreladas a um som específico, que serve tanto para promoção de bandas como entretenimento. Muitas vezes relatando histórias animadas ou como seres humanos... Também serve para gravar coisas que você... – ela iniciou o monólogo animadamente.
Sango:- fra-oque? – ela simplesmente não entendeu nada.
Kagome:- Vá com calma Rin, ela não é da Terra, estamos em Kaze no Hana, lembra? – ela suspirou. – É meio que... – ela pensou. – Digamos que é um... – ela não encontrava as palavras.
Rin:- A minha explicação estava muito boa... – proferiu ligeiramente irritada. – Não sei como explicar também... Ah... Aqui tem aquelas coisas de bola de cristal que alguém vê seu futuro e seu passado... Qualquer coisa assim?
Kagome:- De onde você tirou essa idéia ridícula? – ela perguntou.
Rin:- Sei lá... Aqui não tem bruxa? Pode muito bem ter vidente! – ela disse sorrindo com sua própria esperteza, e Kagome olhava desacreditada. Como a amiga podia ser tão ingênua?
Sango:- Na verdade tem sim... – ela disse desanimada, ao lembrar-se de algo, mas as garotas não repararam. Kagome ficou boquiaberta... A Rin tinha razão?
Rin:- Eu disse o que? – ela sorriu triunfantemente. – é quase a mesma coisa. Só que não dá para ver o futuro.
Kagome:- Eu não acredito. Você 'tá com uma sorte para adivinhar as coisas. Antes de chegarmos aqui eu que era assim. – comentou, ainda abismada.
Rin:- É... As coisas mudam. – ela comentou. – Sango-chan, isso que você 'tava falando do Iruga-san, sobre ele ser um elfo e nós sermos Ninfas... Tem muitos tipos de seres desse tipo?
Sango:- Na verdade sim... Prestem atenção no que eu vou dizer agora, isso vai ser útil na nossa jornada. – ela acomodou-se onde estava. – "Há milhões de anos atrás existiam 5 reinos/Impérios: O dos Humanos, Elfos, Youkais, Ninfas e dos Orcs. Os Humanos e Youkais nunca se relacionaram muito bem e os Orcs eram aliados dos Youkais. Elfos e Ninfas sempre foram os mais poderosos. Um antigo governante dos humanos resolveu quebrar este tabu e ofereceu um tratado de aliança para os Youkais. O comandante do exército élfico se sentiu ameaçado pelo poder que os dois grupos teriam juntos, mas o Imperador apoiava a união.– ela suspirou. – Ele atacou as Terras do Orcs e eliminou-os em nome dos humanos. Eles não tinham defesa nenhuma, por isso foram instintos rapidamente. O Imperador dos Youkais ficou indignado e logo desfez o tratado e começou a atacar os humanos com tudo o que tinham. Para defender-se os humanos fizeram o mesmo, eles não tiveram alternativa. A população de humanos caiu 2/3 e a de Youkais 1/3. A maioria dos Youkais sobreviventes eram do clã dos lobos e já que o seu imperador, pertenciam ao mesmo clã, mudaram o nome do lugar para Terras do Lobos do Sul."– ela parou ao ver Iruga chegar ele mostrou interesse na história e Sango fez um movimento indicando que ele continuasse.
Iruga:- "Depois dessa batalha o Imperador Elfo percebeu que tudo fora armação do comandante, e o expulsou juntamente com os guerreiros infratores de suas terras e ordenou ao seu mago, que todos os elfos descendentes dos exilados, tivessem cabelos cor de fogo. Indignado, ele dominou as terras que antes pertenciam aos Orcs, e boa parte das terras dos Humanos. Daí, os Youkais que não concordaram com a mudança de vida pela dominação do clã dos lobos, fugiram para o que restou das Terras dos Humanos, resultando em um lugar de Humanos e Youkais e um só de Youkais. - ele respirou. - Eles foram obrigados a viver juntos. A priori, ocorriam muitas batalhas por terra, mas depois isso acabou e eles passaram a viver em paz. As Ninfas foram se extinguindo sozinhas aos poucos, por que praticamente só nasciam mulheres, e suas terras estão abandonadas atualmente por serem mágicas, todo aquele poder tornou o local praticamente inóspito." – as duas Ninfas se olhavam, sérias.
Kagome:- É muito difícil pensar que algo assim seja real. – ela admitiu.
Rin:- É... Se não estivéssemos vivendo isso, nunca acreditaríamos.
Sango:- Assim como sua internet. – ela riu tranqüilamente. – É impossível para nós acreditarmos enquanto não vermos.
Kagome:- Tem razão. – as três começaram a rir e Iruga não entendeu, mas ficou feliz de ver que estavam se dando bem.
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Uma pessoa chegou e desaprovou a cena que viu. Duas Ninfas, uma humana e um elfo rindo juntos; Inaceitável.
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Nobunaga:- Francamente, vocês não estão entendendo a situação, não é? – ele olhava com um desprezo evidente. – Taijia, elas são as Ninfas lembra? Não pode conversar com elas assim. Você está aqui só para protegê-las, não misture as coisas. E o pior, rindo tão tranqüilamente com esse Orelhudo! Ele é um inimigo!
Sango:- Ah, Você tem razão Nobunaga-san... Eu não deveria... – ela encolheu-se nervosa.
Kagome:- Isso é um absurdo! – ela pôs-se de pé. – Nós vamos começar uma aventura juntos, claro que podemos ser amigos! – falou exaltada.
Rin:- Exatamente, e o Iruga-san está do nosso lado. Ele não é inimigo coisa nenhuma. – ela semi-cerrou os olhos na tentativa de intimidá-lo.
Nobunaga:- Ora vejam só, temos duas protetoras de elfos indefesos aqui. Vocês não sabem do que eles são capazes mocinhas! – ele disse com um tom de voz alterado.
Iruga:- Não fale assim com elas Nobunaga-san. Elas são Ninfas, lembra-se? – ele entrou na frente das garotas. – É como elas disseram. Eu sou amigo. Irei ajudá-los sempre que precisarem. Você tem que confiar em mim!
Nobunaga:- Olha como você fala comigo moleque... – ele fez pôs a mão na espada, mas foi impedido pela chegada de Kaede e Kikyou.
Kaede:- Matte*! – ela ordenou furiosa. – Nobunaga, você não acha que está velho demais para procurar brigas desnecessárias? Para ao dojo* e prepare o treinamento para dois hoje. À Tarde eles vão sair, só terão este horário.
Nobunaga:- Hai, Kaede-sama. – disse sem tirar seus olhos ferventes de Iruga. Saiu da sala para obedecer à velha. Kaede suspirou pesarosamente.
Kaede:- Sentem-se aqui crianças, vou explicar algo a vocês. – ela se aproximou com passos cansados. – Iruga-san, perdoe-o pelo acontecido. Ele não tem culpa total disso. – ela suspirou de novo. – No Festival da Colheita de um ano e meio atrás, Nobunaga apaixonou-se por uma jovem aqui da vila chamada Tsuyo. Ela era linda e bondosa, pura como a água. Eles se apaixonaram perdidamente, mas os pais dela não aprovaram esse amor, e nem deram uma razão para isso. Então eles planejaram fugir. No mesmo dia da fuga ela foi seqüestrada por um jovem com cabelos cinza-prateado e olhos lilases. – todas se voltaram para o Iruga com certa indiscrição. – Pois é, depois eu expliquei a ele que a Tsuyo era a Ninfa da água, e supus que o Sesshoumaru mandou alguém capturá-la. Entendem agora? Por isso todo esse rancor... Por acaso, a Tsuyo tem um irmão pouco mais velho que ela e este... – ela parou ao ver InuYasha, Bankotsu e Miroku chegarem.
Bankotsu:- E este sou eu. – ela não usou o seu tom agudo de sempre. – Me desculpem por enganá-las garotas, não sou uma mulher. – disse tristemente. - Não exatamente, pelo menos eu me sinto como uma! – ela retomou a voz afeminada e o tom alegre na última frase. As garotas ficaram boquiabertas.
Rin:- Não acredito que a mulher mais linda que já vi na vida NEM AO MENOS É UMA MULHER! – ela disse desesperadamente seus olhos arregalados mostrava isso com clareza.
Kagome:- Esse mundo está perdido, até aqui tem traveco! – falou usando o mesmo tom de desespero da amiga. Bankotsu riu totalmente sem graça.
InuYasha:- Ela tem agido assim desde a desaparição da irmã mais nova... – ele disse desinteressado.
Miroku:- Não se preocupem com isso garotas Pensem nela como uma mulher, não é muito difícil. – ele falou certa descontração.
Sango:- Para vocês é fácil, já estão acostumados! Até dirigem-se a ele no feminino. – comentou ainda surpresa.
Bankotsu:- Não use 'ele' quando falar de mim. – ela pôs as mãos na cintura e disse irritada.
Miroku:- É porque ela fica muito irritada e... Será já comentamos que ela é extremamente forte?
Kaede:- Deixem essa discussão para depois. Sango-san e InuYasha, vão ao dojo treinar. Bankotsu, Iruga-san e Miroku, venham comigo. – ela começou a andar.
Kikyou:- Pawaa-san... E quanto a nós?
Kaede:- Chamem-me de Kaede, onegai. Dêem uma andada na cidade, mas vão com cuidado. Vocês não terão outro momento assim para descansar, aproveitem.
Kagome e Rin:- Haaai! – disseram alegremente e dirigiram-se a saída do recinto. Kikyou as seguiu.
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_.--._.--._.--Terras do Elfos do Oeste, palácio Taisho--._.--._--._
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Tenshi andava de um lado para o outro no saguão, aparentemente preocupado com alguma coisa. Seus cabelos louros esvoaçavam incansavelmente em sua testa frisada.
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Tenshi:- "Mas que droga!" – ele pensava desesperado. – "Como eu vou capturar as Ninfas deste jeito? Sesshoumaru-sama vai levar Hakudoushi na sua busca por Konan, Ele é um dos melhores, só perde para mim, claro." – até em seus pensamente ele era convencido. – "A minha equipe tem seis pessoas: Eu, quatro soldados e um comandante! O que eu vou dizer para pedir reforços? A minha vida depende disso!".
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Da escadaria principal do salão de entra, desceu Sesshoumaru acompanhado de seu primo e dois elfos, um jovem e bem mais velho. Tenshi observava nervoso enquanto seu mestre deslizava escada abaixo em silêncio.
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Tenshi:- Er... Sesshoumaru-sama. – ele não ousou enfrentar os olhos cor de topázio de um Imperador das Terras do Oeste que acordou cedo, por esperar no mínimo mal humor. – Meu grupo partirá em meia hora e...
Hakudoushi:- Apresse-se Tenshi, não temos tempo para embromação. – disse sem nem olhar nos olhos do servo da família.
Tenshi:- Acho que minha equipe não está boa o suficiente... Mi Lorde. – ele queria fuzilar Hakudoushi com os olhos, mas sabia que seria repreendido pelo Imperador, e tudo de que não precisava no momento era uma bronca.
Sesshoumaru:- Leve quantos quiser. Mas se algum morrer, seu castigo será ainda pior. – ele olhou para um Tenshi encolhido e seguiu em direção a saída do palácio. – Não quero saber de fracasso Tenshi. Voltarei em três dias e três noites. É bom estar aqui antes disso.
Hakudoushi:- Pegue isto. – Tenshi estendeu a mão e Hakudoushi pôs uma pequena rocha marrom nela. – Quando esta pedra estiver próxima a uma Ninfa, vai ficar amarela. – O servo assentiu.
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Tenshi achava aquilo tudo inconcebível. Sesshoumaru não sabia onde era Konan, por sinal NINGUÉM SABIA! Sesshoumaru não sabia que riscos iria
encontrar, Sesshoumaru estava indo com três pessoas... – enquanto Tenshi pretendia levar um exército – Mas já tinha data de retorno, e o pior, a garantia da execução da missão com êxito! Como podia existir alguém com essa capacidade?
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O elfo com olhos cor de esmeralda foi ao quartel general de suas terras. Chegando lá encontrou algo que não lhe agradou nenhum pouco...
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Tenshi:- O QUE ESTÁ HAVENDO AQUI? – ele berrou absorto. – alguém me responda agora! – ele dizia enquanto observava vários elfos com armaduras, largados no chão, completamente embriagados. – Naze*? Por que isso só acontece comigo? – ele estava prestes a cair em lágrimas até que um soldado, aparentemente sóbrio, veio até ele.
Soldado:- Maa, maa* Yabou-san... Ontem nós tivemos uma celebração que ocorre a cada cinco anos, sete meses e vinte e três dias! – ele disse contente. – a comemoração por nossa primeira vitória contra os Elfos Vermelhos do Norte! Na época do bisavô do Sesshoumaru-sama.
Tenshi:- Mas vocês nem eram vivos, baka! – ele disse com uma visível incredulidade.
Soldado:- Eu sei, mas essa comemoração foi passada de pai para filho. – ele falou. – E como vê, estão todos impossibilitados para qualquer tipo de missão, eu só estou de pé porque álcool não me afeta.
Tenshi:- Demo... O Sesshoumaru-sama sabe disso? – ele arquejou.
Soldado:- Claro que sim, ele até deu uma passadinha rápida aqui ontem! – ele disse alegremente.
Tenshi:- Kuso! Ele sabia desde o começo. *=.=* Você vai vir comigo para as Terras dos Humanos e Youkais. É melhor do que nada. O Navio sai em trinta minutos, esteja pronto em quinze, na saída da cidade. – o soldado ficou boquiaberto, mas não podia fazer nada. Tenshi era seu superior.
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_.--._.--._.—Em Youkai no Mura--._.--._--._
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Três garotas caminhavam ansiosas na avenida principal da vila, e para quem visse de longe, pareciam discutir algo de extrema importância.
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Kagome:- Eu não me conformo com isso! - disse enquanto olhava o kimono branco e com sakuras salmon-rosadas que vestia – porque até em eu dimensão a gente tem que usar kimono?
Rin:- Mo você pode não gostar? – ela dizia rodopiando na tentativa de ver a parte traseira de sua yukata laranja e amarela.
Kikyou:- Higurashi deve ter ficado traumatizada por morar num templo. Provavelmente foi obrigada a vestir kimono até quando a ocasião não pedia. – falou ajeitando a barra de seu kimono vermelho e branco. Rin olhou para ela com desprezo.
Rin:- Que seja. – deu de ombros. Só porque estavam presas na mesma dimensão não quer dizer que ela precisasse aturar aquela branquela, não é?– vamos provar as comidas daqui Ka-chan? – ela olhava para a amiga suplicantemente.
Kagome:- Mas com que grana?
Kikyou:- A Paw... Digo, a Kaede-sama me deu dinheiro. – ela estendeu as meninas um pequeno saco com as moedas locais. Rin pegou abruptamente.
Rin:- Já temos o que precisamos. Vamos comer! – ela puxou a amiga pelo braço esquerdo enquanto a Kagome lançava um olhar que, aparentemente, pedia desculpas a Kikyou. A garota as seguiu.
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Olhares estranhos pairavam sobre as garotas, e os youkais mais próximos cochichavam alguma coisa. Já não era nada normal as meninas terem que conviver com monstros de repente. Ainda tinham que aturar os comentários inúteis deles? Tinha algo errado aí.
As três sentaram-se em uma da muitas mesas de um estabelecimento do local. Kagome pegou o dinheiro e foi pedir a comida. E a Jovem Youkai-aranha olha atentamente para a garota. Alguém grita "Yura-san", mas a Youkai não responde.
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Kagome:- O melhor da casa, por favor. – ela põe o saco de moedas sobre a mesa. – Três pratos.
Yura:- Hai. Ahn... Pensando bem. Vocês não precisam pagar. São novas aqui, não é mesmo? Esse fica por minha conta. – ela sorriu simpaticamente. Kagome não entendeu, mas não reclamou. Tirou o saco do balcão e sentou-se com as amigas, dizendo que o lanche saiu de graça.
Rin:- Sério? – ela sorriu. – Acho que vou me acostumar com isso aqui logo!
Kikyou:- Eu acho que tem algo de errado por aqui... – ela olhou ao redor. – Todos nos olham estranho.
Rin:- Lá vem a estraga prazeres... Curta a vida pelo menos uma vez garota.
Kagome:- Também não é assim Rin-chan...
Rin:- Você realmente vai defender essa garota do vento? – ela perguntou absorta.
Kagome:- É ar, não vento. - ao pronunciar aquela palavra ela percebeu que todos os olhares recaíram sobre ela. – Rin-chan... Isso já 'tá ficando assustador. Vamos voltar à Academia. Onegai!!
Rin:- Er... Acho que vocês têm razão mesmo. Preparem para correr na contagem... – ela disse enquanto se levantava cautelosamente. – 3... 2...
Youkai:- A Ninfa do ar está ali! Peguem-na! – todos os youkais, inclusive a dona do estabelecimento, começaram a correr.
Rin:- Agora!!! – as três Ninfas deram tudo de si na corrida, atropelaram velhinhas youkais, bateram em crianças, entraram em becos... Até que Kagome se deu conta de algo.
Kagome:- Eles pararam de nos seguir. – arquejou aliviada. – Finalmente, pensei que não ia acabar nunca.
Rin:- É... – ela respirou fundo. – Hey, onde está aquela magricela? – Kagome e Rin olhavam ao redor. A Kikyou havia sumido. O sol estava a pico, provavelmente eram três da tarde. O que as fez lembrar que precisavam de um relógio. – Temos que voltar à academia para pedir socorro. Nem a Kikyou merece ser perseguida por esse loucos. – admitiu Rin.
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._.--._.--._.-- Academia de Artes Marciais e Mágicas--._.--._--._.
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InuYasha e Sango treinavam arduamente com Nobunaga. Ele estava impressionado com a força de Sango, para uma mulher humana comum. Ele mostrou técnicas novas para InuYasha, que antes ele não havia mostrado. Depois de um longo e treinamento intensivo, eles resolveram dar uma parada para o almoço. Chegaram à sala e viram que Rin e Kagome contaram algo, exasperadas, para o restante do grupo.
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InuYasha:- O que houve? – perguntou agitado.
Bankotsu:- A Kikyou-chan está sendo perseguida por youkais malucos. – disse preocupada.
Nobunaga:- Mas como isso foi acontecer?
Kaede:- Algum baka resolveu contar para a cidade toda que a estava protegendo a Ninfas, inclusive a do ar. – ela, Bankotsu e InuYasha lançara um olhar mortal ao Miroku.
Miroku:- Gomen nasai! – ele se encolheu. – eu não sabia que a cidade ficaria agitada.
Sango:- Mas é uma anta mesmo. Todos sabemos que Fye-sama, o Deus do ar é o protetor dessas terras. Por isso a Kikyou-san é vista como algum tipo de salvadora. Mattaku*!
Kagome:- Vamos ajudá-la! – disse uma Kagome determinada.
Rin:- Poderíamos nos dividir em grupos. – ela deu a idéia.
Miroku:- Boa Rin-chan! Eu vou ficar no seu grupo! – ele aproximou-se da garota.
Sango:- Nada disso! – ela o puxou pela orelha e ele se contorceu com a dor. – Você vai ficar no meu grupo, vou ficar de olho párea que não faça mais nenhuma burrada.
Kaede:- Bankotsu, vá com eles. Nobunaga vá com o Iruga-san. – ela olhou para o restante. – você três vão juntos. Rin não conseguiu conter o sorriso, e a Kagome ficou feliz por sua amiga.
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_.--._.--._.--Terras do Elfos do Oeste, Akari no Umi--._.--._--._
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Dois elfos estavam à frente de um Navio. O mais magro, com cabelos branco-azulados parecia muito enjoado, enquanto o outro, louro com olhos cor de esmeralda estava completamente decepcionado. O grupo de Tenshi resumia-se a apenas este dois seres. Um elfo fraco e inútil e um elfo forte e burro.
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Tenshi:- Francamente, como o Sesshoumaru-sama espera que eu consiga alguma coisa desse jeito? – ele suspirou. – Espero que aconteça algum acidente e eu morra afogado antes de chegar lá.
Soldado:- Não fique tão preocupado, Tenshi-san! – ele tentou encorajá-lo. – Nós pegaremos as Ninfas, a aposto como ainda seremos promovidos. – ele sorria, mesmo com a cara enjoada que tinha, pareceu surtir algum efeito.
Tenshi:- Como se chama soldado? – ele perguntou olhando o fundo do mar.
Soldado:- Meu nome é Kaketsu Igen.
Tenshi:- Hai. Igen, ne? Bom saber o nome de quem vai morrer ao meu lado. – o elfo magricela engoliu em seco. – Um elfo marinheiro aproximou-se dos dois avisando que faltavam 15 minutos para chegarmos ao destino.
Igen:- Que bom que eu não tenho mulher e filhos. *-.-* – ele suspirou. – É isso que acontece por termos a frota mais rápida de Kaze no Hana.
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_.--._.--._.—Em Youkai no Mura--._.--._--._
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InuYasha, Kagome e Rin, caminhavam atentos. InuYasha procurava a Kikyou, Rin observava cada expressão do rapaz, enquanto Kagome procurava a Kikyou e vez ou outra olhava sua amiga. Sabia como ela se sentia, era muito bom ver que a Rin finalmente tinha interesse em alguém realmente. Em todos esses anos de amizade, nunca vira a Rin gostar de alguém de verdade. Só apaixonites passageiras ou usar os homens para tirar o tédio. Falando desse jeito até parecia cruel, mas a verdade era que: Apesar de toda sorte que Rin tinha no amor, ela nunca teve o relacionamento sério de verdade. E muitas vezes ela preferia a amiga ao namorado. Então Kagome decidiu da uma forcinha:
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Kagome:- Eu acho que vi uma agitação ali. – ela saiu correndo. – Continuem sem mim! – ela gritou se distanciando.
InuYasha:- Espere! Nós vamos com você... – Já era tarde. Kagome sumiu da vista dos dois e a Rin agradeceu mentalmente a oportunidade.
Rin:- Não se preocupe. As nossas chances de achá-la aumentaram. A Ka-chan sabe se cuidar.
InuYasha:- Você 'tá certa. – ele continuou a andar. – Vai viçar parada ai mesmo? Não temos muito tempo.
Rin:- C-certo. – ela apressou-se. – Er... Seu não é InuYasha, não é mesmo?
InuYasha:- É... – respondeu desatento.
Rin:- Você está saindo com alguém? – ela tentou perguntar de modo natural, não teve muito sucesso, mas como InuYasha não estava olhando para ela não reparou em nada.
InuYasha:- Não... Sabe como é, essa história de treinamento. Não temos tempo 'pra mais nada. – Rin conseguiu reprimir a satisfação que sentia no momento, desde então ficou mais confiante. – Mas porque a pergunta?
Rin:- Nada em especial... Só achei que seria uma boa situação 'pra você deixar uma namorada aqui correndo risco sozinha... – pela primeira vez em muito tempo, ele olhou nos olhos da Ninfa. – Seria melhor se ela pudesse ir a jornada também sabe? Alguém em que você pudesse ficar de olho.
InuYasha:- Faz sentido, mas... Onde você está querendo chegar? – ele perguntou desconfiado.
Rin:- E-em canto nenhum! – ela virou a cara. Como os rapazes desse mundo poderiam ser mais lentos que os da Terra?
InuYasha:- Não sei se seria uma boa idéia... Misturar amor e trabalho. Mas do que é que eu estou falando? Eu nunca precisei de mulher nenhuma além da minha mãe. Não é agora que isso vai acontecer, não é? – disse um InuYasha confiante.
Rin:- Pois é... – ela desistiu, era melhor tentar outra hora e de preferência ser bem direta.
- AhhhhHHH! Saiam da frente!! – Uma desvairada gritou atrás do casal. Por pouco a Rin não foi atropelada por Kikyou e Kagome e o bando de Youkais insanos atrás delas. Por que InuYasha puxou ela para cima de si e os dois caíram no chão.
InuYasha:- Você está bem? – perguntou sacudindo a cabeça por ter batido no chão.
Rin:- Hai... Arigatou. – ela levantou-se rapidamente e InuYasha foi correndo atrás dos Youkais.
InuYasha:- Não se mova, eu volto logo. – ela partiu, deixando uma Rin confusa e suja de terra para trás. Não sabia ela que estava sendo observada.
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_.--._.--._.--Terras do Elfos Vermelhos do Norte--._.--._--._
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Sesshoumaru e seus três seguidores caminhavam cautelosamente nas terras Inimigas. Há mais ou menos dois anos atrás, o Imperador dos Elfos vermelhos do Norte, Hanryuu, Seqüestrou e assassinou InuTaisho, o Líder do antigo Império dos Elfos do Oeste. Foi este fato que deu inicio a essa história, e tudo que o Sesshoumaru não queria era acabar com ela agora. A Vingança ficaria para depois, as Ninfas tinham maior importância no momento. Quando descobriu que a Ninfa das trevas estava lá, não se espantou. Sabia que uma hora ou outra este encontro teria de acontecer.
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Os quatro elfos seguiam em silêncio pela praia, o elfo mais velho, um ancião, havia localizado a Ninfa em seus sonhos depois da ajuda da Tsubaki, mas viu muito pouco e dizia que tudo de que lembrava era a praia.
_.--._.--._.—Youkai no Mura--._.--._--._
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Uma jovem garota com cabelos castanhos estava sentada em um banco de madeira. Seu olhar era de tédio absoluto e ela brincava com uma mecha de seu cabelo na tentativa de se distrair. Dois elfos olhavam atentamente cada movimento dela de uma árvore. Tenshi tinha uma pedra em suas mão com um brilho amarelo, isso significava que a garota que eles observavam era uma Ninfa.
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Igen:- Com vamos Capturá-la, Tenshi-san? – o elfo com armadura perguntou ao superior.
Tenshi:- Tome. – ele deu uma corda ao rapaz de cabelos azulados. – Eu vou distraí-la, então você aparece por trás dela e amarra.
Igen:- Não é nenhum plano sensacional, mas deve servir. – ele disse despreocupadamente.
Tenshi:- Me respeite baka! – falou um Tenshi irritado. Ande logo com isso! – O elfo com cabelos louros de um tom quase dourado saiu detrás da árvore e aproximou-se de Rin. – Com licença moça... Você sabe me dizer onde fica a casa de... A casa de... Sebastiano Vieira*? – ele não sabia de onde vinha aquele nome, mas veio a calhar.
Rin:- Sinto muito senhor, sou nova aqui. – ela respondeu indiferente. – o elfo sorriu ao ver o soldado aproximar-se com cautela.
Tenshi:- Ah... Que coincidência. Eu também, esse cara é meu primo, estou de mudança hoje. – Rin nada falou. – Bom... – ele não sabia mais o que fazer. – Oh... Isso aqui no chão é seu? – a garota olhou para baixou e nada viu. Igen a pegou de surpresa a amarrou a garota.
Tenshi:- A-há! Peguei uma Ninfa! – ele mal conseguia conter a felicidade. E Rin o olhava incrédula. – O Sesshoumaru-sama vai adorar saber disso.
Rin:- Mas são dois patetas mesmo... – ela revirou os olhos.
Igen:- O que quer dizer com isso? – Rin levantou-se e a corda caiu no chão, ela socou o Igen e o pobre elfo desmaiou.
Rin:- Quero dizer que você deve amarrar a corda quando capturar alguém. –Tenshi olhou abismado para a garota. – nem olhe para mim assim, você sabe que com um grito apenas, todos os fortíssimos protetores das Ninfas. – ela disse com veemência.
Tenshi:- Kuso!! *¬.¬* – pegou o colega e sai correndo. A garota riu satisfeita.
Rin:- São muito burros mesmo! Fala sério, até parece que meu grito vai alcançar a vila inteira. – ela suspirou. – Sabe de uma coisa? Vou ver o que aconteceu com a galera.
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_.--._.--._.—Do outro lado da vila--._.--._--._
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Bankotsu, Sango e Miroku andavam atentos a cada movimento dos youkais, ou pelo menos o Miroku fazia isso. As hanyou* que passavam por lá não eram de se jogar fora. Quando Sango reparou nisso não deu outra.
- TOC!
Ela deu um cascudo e tanto na cabeça do rapaz, e entendendo o pequeno recado Miroku voltou a sua concentração para a missão. Bankotsu sorriu maliciosamente. Ela sabia no que aquilo ia dar.
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Bankotsu:- Hey, vocês estão ouvindo isso? – os três pararam ao ouvir um "dum, dum, dum" bem baixo e sentir a terra tremer.
Miroku:- Ai, ai... Aposto com achamos a Kikyou-chan...
Sango:- ... E provavelmente vamos preferir não tê-la encontrado. – a morena completou a frase desanimadamente. Pois é, pouco depois a Kagome e a Kikyou vieram correndo na direção deles gritando algo como "Se tem amor as suas vidas, saiam daí imediatamente.".
Bankotsu:- 'Cê tá brincando? Estávamos esperando por isso! – ela correu animada. E começou a derrubar os youkais com tanta facilidade que parecia uma dança... Dava até para imaginar Debussy como fundo musical. Ela levantava um e atirava longe, ela abaixava-se para desviar de um golpe, ela girava para pegar o inimigo de surpresa... Era simplesmente admirável.
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Depois de muitas horas de corrida Kikyou finalmente teve um descanso, e ofegante, escondeu-se atrás de Miroku e Sango, juntamente com Kagome. InuYasha, que chegou pouco depois, resolveu ajudar sua amiga na luta. Miroku achou desnecessário juntar-se a eles. Mas Sango resolveu partir para a briga também. De longe Rin observava a cena. Ela chegou bem depois, mas pelo menos a tempo de ver o resto da luta.
Um youkai escapou dos três lutadores, e foi na direção de Kikyou. Miroku apontou seu cajado para o monstro. Pele menos uma coisa útil ele tinha que fazer.
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Miroku:- Nem pense nisso! – ele olhou seriamente para o youkai – e começou a lutar contra ele com seu cajado.
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Distraído, Miroku não reparou na presença de outro monstro ali. Por sorte, o InuYasha viu que ele ia atrás da Kagome e foi socorrê-la as pressas. Com apenas um chute ele caiu, e assustada Kagome desmaiou caindo por cima de InuYasha. Esse, por sua vez, pôs a mão delicadamente na face da garota em busca de algum arranhão, certificando-se de que estava bem. Seu rosto ficou cada vez mais perto do dela, e Rin não agüentou a cena e resolveu voltar à Academia. InuYasha identificou e retirou a folha que estava na franja da garota, deixou-a sob os cuidados de Kikyou para que pudesse voltar à luta. Mas Bankotsu e Sango não deixaram nenhum de pé.
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InuYasha:- Kuso! Vocês não deixaram nenhum 'pra mim! – reclamou um InuYasha emburrado.
Sango:- Aff... Isso não deu nem para diversão. – ela falou tentando parecer decepcionada. – Vamos voltar à AAMM. Em breve nossa busca começa InuYasha-san, não vão faltar inimigos.
InuYasha:- '-san'? Me chame de InuYasha, onegai.
Bankotsu:- E pode me chamar de Ban. – disse simpaticamente.
Sango:- Wakatta. Vamos logo. – ela foi ajudar a Kikyou a carregar a Kagome.
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._.--._.--._.--Academia de Artes Marciais e Mágicas--._.--._--._.
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Rin entrou no local apressada. Estava completamente confusa. Como a amiga dela podia se jogar sem cima dele desse jeito? Mesmo sabendo dos sentimentos de Rin... O que fez a Rin lembrar de um determinado beijo na piscina antes de serem trazidas a este mundo. Por acaso foi algum tipo de vingança? Porque uma amiga de verdade faria isso? A Kagome nunca foi atrás dele, ele estava livre. O caso de Rin era diferente, pois ela estava lutando.
Rin foi ao quarto em que estava hospedada e pegou seu vestido. Só lhe restava uma alternativa. Se a Kagome queria guerra, então teria. Por mais doloroso que fosse para a Rin ficar longe de sua amiga, e ainda pior ter que machucá-la. Ela havia tomado uma decisão e não voltaria atrás. Mesmo amando muito a Kagome, desta vez não largaria o amor por ela. Dessa vez o amor era verdadeiro. Rin chegou à sala principal e assustou-se ao topar com a Kaede.
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Kaede:- Não vou deixar você fugir. – ela olhou diretamente nos olhos da Ninfa. – Não vê a besteira que está prestes a fazer? Você vai estragar sua amizade, por o mundo em risco por causa de uma briga?
Rin:- Não se intrometa na minha vida. – ela falou firme mente.
Kaede:- É a vida de todos que está em risco, Rin-san. – não pode ser tão egoísta. – Rin riu tristemente.
Rin:- Se ela pode, então eu posso. Essa é minha decisão e você não vai interferir. – ela deu um passo na direção da porta. E Kaede pôs-se diante dela. – Sabe aquela história dos meus poderes não terem se manifestado? Eu menti. – Numa fração de segundos, Rin sumiu da visão da velha. Ela suspirou.
Kaede:- Vejo que já domina a velocidade da luz. Pobre criança, não sabe o quanto vai sofres de agora em diante. Espero que ela perceba antes que seja tarde demais.
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_.--._.--._.—Em Youkai no Mura, nas proximidades da floresta.--._.--._--._
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O Sol já se punha e Tenshi e Igen ainda não haviam pensado em um plano para capturar as Ninfas. Um grupo se aproximava, e Igen viu a pedra que Tenshi recebeu de Hakudoushi ficar amarela, mas só tinha um problema: Tinham quatro garotas e só duas podiam ser Ninfas, já que o total era três e eles já conheceram uma. Fora um detalhe, Dois rapazes fortes estavam bem ali. Provavelmente os protetores a que Rin se referia.
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Tenshi:- Como descobriremos? – ele pensava, mas como esperado, nenhuma idéia veio a sua mente.
Igen:- Bom, que tal se raptássemos aquela ali? – o elfo apontou para Kagome, que estava desmaiada. – depois poderíamos perguntar a ela, e caso na fosse poderíamos pedir uma troca ou algo assim. – ele sugeriu.
Tenshi:- Já sei. Vamos seqüestrar a desmaiada! – ele sorriu convencido. – que bom que eu tive essa idéia genial...
Igen:- Demo...
Tenshi:- Sem mais! Temos que aproveitar que eles estão distraídos comprando suco, e aquela mulher fraca está tomando conta da garota. – ele referia-se a Kikyou.
Igen:- 'Tá, tá! – concordou emburrado.
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Tenshi tapou suas orelhas com o cabelo, aconselhado por Igen, e foi na direção do grupo. Kikyou percebeu a aproximação e olhou confusa. Os outros conversavam e não repararam no estranho jovem de cabelos louros.
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Tenshi:- Konninchi wa... Parece que essa moça está desacordada... Eu sou o médico daqui, me chamo Sebastiano Vieira, muito prazer. – ele curvou-se para cumprimentá-la.
Kikyou:- Kikyou, prazer. – ela disse desconfiada.
Suposto Sebastiano Vieira:- Você quer uma ajuda, ela não me parece nada bem. – ele pôs o rosto da Kagome entre suas mãos e fingiu examinar.
Kikyou:- É ela desmaiou de susto.
Suposto Sebastiano Viera:- Eu posso resolver isso. – ele sorriu simpaticamente, ou pelo menos tentou. – Posso? – ele pegou a Kagome pela cintura.
Kikyou:- Cuidado com minha amiga. – o resto do grupo olhou para o estranho que segurava a Kagome no colo.
Tenshi:- Esta é minha deixa. – ele jogou algo no chão que fez surgir uma fumaça verde.
Sango:- Kagome-san! – ela gritou.
InuYasha:- Como isso aconteceu tão de repente? Deveríamos protegê-la... Droga! – ele cerrou os punhos.
Bankotsu:- Não estávamos alerta. – ela fechou os olhos decepcionada consigo mesma.
Miroku:- Vamos à Academia enquanto ele está próximo, a velha saberá o que fazer. – todos saíram correndo dali, sem pagar os sucos (N/A:- Bando de caloteiros!).
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_.--._.--._.—Youkai no Mori.--._.--._--._
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Rin andava confiante na floresta. Ela estava certa de sua decisão, esse era o único modo de viver nesse mundo, seguindo as regras dele. Se você não se adequar de um lado, tem que ir para o outro. Ela suspirou, sentiria muitas saudades da Kagome apesar de tudo, mas não deixaria que esse sentimento a dominasse. O que ela fez não tinha perdão.
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Rin:- Elfos idiotas! – ela gritou a plenos pulmões. Em poucos segundos eles surgiram com uma Kagome desmaiada e amordaçada. A garota teve um sobressalto. – Vocês mataram minha melhor amiga! – ela sussurrou perturbada.
Tenshi:- Ela só está desmaiada. Precisamos de vocês vivas. – ele disse despreocupadamente.
Rin:- Que seja. Eu não preciso mais dela mesmo. – comentou uma Rin séria. – Tenho uma proposta a fazer. Vocês sabem que não conseguiram me pegar tão facilmente. E agora que pegaram essazinha – ela tentou usar o maior desprezo possível em seu tom. –, Os protetores ficarão mais alarmados, e vocês não pegaram a outra.
Tenshi:- Prossiga. – ele pareceu interessado.
Rin:- Eu acompanho vocês as Terras dos Elfos do Oeste se deixarem ela aqui. – Kagome acordou a tempo de ouvir a frase inteira e ficou estática.
Igen:- Demo, o que a gente vai ganhar com isso? Uma Ninfa pela outra?
Tenshi:- Calado! – ele limpou a garganta. – O que a gente vai ganhar com isso? – Rin percebeu que ele era mais imbecil do que ela esperava.
Rin:- Ela é a Ninfa da Terra, e eu sou a da Luz. Obviamente, meu elemento é muito mais importante. – explicou. Kagome mexeu-se sem parar até folgar as cordas. Em seguida tirou a mordaça.
Kagome:- Rin-chan, você não pode fazer isso. Venha, vamos fugir. – ela tentou correr na direção da Rin, ma Tenshi a segurou pelo braço.
Rin:- Tsc. Não estou fazendo isso por você Kagome. – Kagome estranhou, onde foi parar o 'Ka-chan' de sempre.
Kagome:- Você não pode ir com eles Rin. Eles são servos daquele tal elfo do mal! – ela olhava incrédula para a frieza da amiga.
Rin:- Kagome, você não está entendendo. Nesse mundo, nós não podemos ser amigas. Nós somos rivais de hoje em diante. – ela olhou firmemente. – Sabe aquele lance de eu ter sorte no amor e você nos jogos? Eu descobri que neste mundo é exatamente o oposto.
Kagome:- Do que você está falando Rin-chan? – ela puxou o braço preso para si e rasgou o kimono que ganhou da velha Kaede.
Rin:- Não se faça de boba Kagome! Você sabia que eu estava apaixonada pelo InuYasha... não, mais do que isso. Eu amo o InuYasha. – disse a plenos pulmões.
Kagome:- Rin-chan... Eu não entendo. Eu sei que você gosta dele. – aquela frase foi como uma facada para a Rin, o que a deixou ainda mais irritada.
Rin:- Kagome... Eu não pensei que você pudesse ser assim. Mesmo sabendo disso ainda aproximou-se dele como se eu não existisse, como se meus sentimentos não importassem. – ela gritava e a lágrimas fluíam descontroladamente de seus olhos. – Eu te invejo, Higurashi Kagome. Mas escute-me. – ela não desviou o olhar da amiga. – Eu não vou desistir dele. Nunca. – disse impetuosamente.
Kagome:- Eu não tentei me aproximar dele coisa nenhuma... – ela também chorava. – Rin, não vá... Onegai, onegai... – ela caiu de joelhos no chão e desabou em lágrimas. Seu rosto já estava vermelho. – Rin, eu não posso viver sem você, você é minha melhor amiga, a pessoa mais importante para mim. Fique.
Tenshi:- Chega de drama, vamos Rin-san.
Kagome:- Rin, pelo menos me deixe ir com você. – os olhos dos elfos faiscaram.
Rin:- Há... hahaha... Isso só pode ser piada. Não vê que eu não quero ficar perto de você? Esqueça que um dia fomos amigas Kagome. Você realmente não entende o que eu estou sentindo. Desde que eu vi aquilo. É como se tivesse um vazio no meu coração. – ela respirou fundo e enxugou as lágrimas. – Sayonara, Ninfa da Terra.
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Quando Kagome olhou para cima, nem Rin nem os seus raptores estavam no local. Ela chorava descontroladamente, pensando no que ia dizer para seus novos amigos.
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Kagome:- Rin... Definitivamente vou te trazer de volta. – ela falou de modo decidido. – e vai tudo voltar ao normal. Como sempre foi... Só nós duas. – ela respirou fundo e se levantou. Viu as luzes da vila acesas, guiando-se por ela para ir até a academia.
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._.--._.--._.--Academia de Artes Marciais e Mágicas--._.--._--._.
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Todos pareciam preocupados. Uma jovem de cabelos castanho-escuro andava de um lado para o outro. Sango ainda não acreditava que ela havia sumido praticamente diante de seus olhos. Kikyou chorava no canto da sala resmungando algo como "a culpa é toda minha" e Bankotsu tentava consolá-la inutilmente.
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InuYasha estava enfurecido, sentando no chão de modo rude e se sentindo um completo idiota. Como poderia ter deixado algo assim acontecer? Se ele mal conseguia protegê-las em seu próprio território, que dirá depois que eles saíssem em busca da Ninfa das trevas? Miroku explicava a Iruga e Nobunaga o que aconteceu, os dois já não brigavam tanto, mas seus companheiros estavam ocupados demais com suas mágoas para reparar nisso.
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Iruga:- Vamos atrás dela, imediatamente! – ele disse obstinado. – E onde está a Rin-san? – Kaede, que chegava à sala naquele mesmo instante anunciou a grande notícia.
Kaede:- Ela nos largou. A Rin-san está a caminho das Terras dos Elfos do Oeste neste exato momento. – disse inexpressiva e todos os ouvintes, sem exceção, estavam perplexos e decepcionados ao mesmo tempo. O mesmo sentimento que um irmão mais velho sente quando pede por um presente o ano inteiro e vê seu pai dando-o ao irmão mais novo e ainda por cima é obrigado a vê-lo quebrando no dia seguinte. Pois é, muito doloroso. Eles já eram quase uma família, ou seja aquilo era quase com traição.
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Kagome adentra o recinto, e ao reparar nas expressões dos colegas percebe que eles já tomaram conhecimento das boas novas.
Kagome:- Vamos trazê-la de volta. Não importa que meios tenhamos que usar, a Rin vai voltar para nós. – Sango, Miroku e Bankotsu assentirão, recebendo a confiança que pairava nas palavras de Kagome. Kikyou cruzou a sala junto – literalmente – com uma ventania de raiva, frustração, felicidade, alívio e medo abraçando a Kagome em seguida. Iruga sorriu tranqüilamente mostrando seu apoio a Ninfa da Terra. Kaede e Nobunaga eram os únicos ainda sérios ali.
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InuYasha parecia confuso. Nunca havia conhecido uma mulher com tanta fibra. Ele sabia que ela eram melhores amigas, desde o começo eram inseparáveis... Se o Miroku ou a Bankotsu fizessem isso ele estaria decepcionado até agora. Ela era forte, ou ela estava forte daquela maneira? Ele descobriria isso depois, assim como os outros ele sorriu como apoio a garota. Mas tudo que recebeu dela foi um olhar vazio e temeroso.
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_.--._.--._.--Terras do Elfos Vermelhos do Norte--._.--._--._
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Já era noite e passara quase um dia inteiro desde o início da jornada, e os quatro elfos não haviam encontrado nada. Sesshoumaru ainda caminhava tranqüilamente pela praia.
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Hakudoushi:- Sesshoumaru-sama... – ele proferiu o nome de seu primo calmamente.
Sesshoumaru:- Diga. – ele falou secamente.
Hakudoushi:- Não acha que deveríamos ir mais rápido? – ele perguntou com um tom ligeiramente aflito, mas o Sesshoumaru, como sempre, não demonstrou expressão alguma.
Sesshoumaru:- Não precisamos de tanta pressa. Nem os próprios elfos Vermelhos sabem da existência desse lugar, e este país é muito mal vigiado. – ela respondeu. – já cobrimos quase um quarto da costa.
Hakudoushi:- Hai, mi Lorde. Nós corremos o dia inteiro, um descanso agora não faz mal. – ele disse olhando para os dois elfos ofegantes atrás deles.
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Sesshoumaru não disse nada. Ele sabia que em pouco tempo encontraria a Ninfa, e estava com um bom pressentimento em relação à missão imposta ao seu vassalo, Tenshi. Tudo ocorreria como previsto, do jeito que ele gostava.
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_.--._.--._.—Nas proximidades de Youkai no Mori.--._.--._--._
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Seis humanos, duas Ninfas e um elfo estavam na beira de um píer diante de um navio Com detalhes e vermelho e azul marinho, e em sua bandeira havia um desenho do rosto um homem jovem com cabelos em louro-claro soprando, com se aquilo fosse dar movimento ás velas.
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Kaede:- Agora começa a verdadeira aventura, crianças. Antes de chegarem ao Castelo Ashura, passem em Yama no Mura. Três jovens os esperam lá. – ela olhou firmemente nos olhos de cada um. – façam isso o mais rápido possível. Uma amiga minha do castelo irá encaminhá-los a Konan no Shima, local onde está a Ninfa das Trevas.
Iruga:- Provavelmente o Sesshoumaru já está procurando. – disse em um tom ligeiramente preocupado.
Nobunaga:- Por isso não podemos perder mais tempo. Subam no navio.
Kagome:- O que significa aquele desenho na bandeira? – perguntou curiosa.
Bankotsu:- É para nos ajudar na viagem. Aquela imagem é do deus Fye-sama, dominador dos ventos... O deus do ar. – ela sorriu.
Miroku:- E pai da Kikyou-chan. – ele completou enquanto subia uma pequena rampa que ligava o navio à terra firme. Todos, menos Kaede, fizeram o mesmo. A embarcação só chegaria a terra novamente quando amanhecesse. Então a noite foi dividida em quatro turnos – InuYasha, Miroku, Nobunaga e Iruga –, e as garotas dormiriam tranquilamente até que os raios do sol da manhã as forçassem a abrir os olhos.
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- No dia seguinte... -
Bankotsu:- OHAYOU! – ela gritou animadamente, acordando os que ainda dormiam. – O dia hoje será cheio. Não temos tempo a perder.
Miroku:- Ahh, me deixa dormir mais um pouquinho... – ele escondeu o rosto em baixo do lençol.
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Miroku estava na parte de baixo e um beliche enquanto InuYasha resmungava na parte de cima do objeto. O quarto em que estavam era muito pequeno. Tinha apenas dois beliches com lençóis brancos simples e uma como no final de um corredor muito curto.
No quarto ao lado, Kagome, Sango e Kikyou trocavam-se. Sango pôs um kimono muito simples, rosa claro e verde, não era muito fã de roupas tradicionais, as usava apenas em datas comemorativas e festivais. No caso da Kagome ela não tinha muita escolha, ou usava o kimono ou o vestido branco de sua festa de aniversário. Claro que ela preferia o vertido, mas ele chamava muita atenção. Kikyou não se importava muito com essas coisas, gostava de kimono, o que importava para ela era a descrição (N/A: Ahh... Com certeza, um cabelo negro abaixo da bunda não chama atenção alguma. =.=).
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Depois que todos estavam de pé, após o café matinal, subiram ao saguão para ver onde estava.
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Kagome:- Ah, que ótimo! Minha primeira ver de navio e eu dormi o cominho inteiro! – disse irritada.
Sango:- Quer dizer que já chegamos a Yama no Mura?
Nobunaga:- Iie. Estão vendo aquelas montanhas ali? – ele apontou para um local não muito longe.
Miroku:- Grande originalidade, Yama no mura fica nas montanhas. – comentou.
Iruga:- Vamos logo. Não podemos mais perder tempo. - ele posicionou sua bolsa de pano para que ficasse mais confortável, e desceu do navio, seguido por Kikyou e Bankotsu.
Kagome:- Esperem por mim!! – ela foi correndo, mas antes que alcançasse seu destino, tropeçou. Por pouco não se estatela no chão. Ela sentiu mãos fortes segurando-a pela cintura firmemente. – Ah, arigatou gosai... – ela parou de falar ao cruzar os olhos com os de InuYasha e si recompôs imediatamente.
InuYasha:- Você deveria olhar por onde anda. – disse tranqüilo.
Kagome:- Quem você acha que é 'pra falar desse jeito comigo? – ela perguntou irritada.
InuYasha:- Eu sou o cara que acabou se salvar sua vida. – retrucou no mesmo tom.
Kagome:- Ahá. Como se um tombo pudesse tirar a vida de alguém! – a Ninfa já estava furiosa com a grosseria do rapaz.
InuYasha:- Féh! Eu tenho certeza que você não queria ter caído!
Kagome:- A ser tocada por um completo idiota como você, preferia com certeza. – seus olhos estavam em chama.
InuYasha:- Que saco, hoje em dia nem se pode mais ser gentil sem levar uma patada. – ele virou a cara e desceu do navio. Kagome pensava se havia sido muito injusta com o InuYasha. Tudo que ela não desejava era se aproximar dele, para o seu bem, o dele e o de sua melhor amiga.
Kikyou:- Higurashi, pretende ficar até quando?
Kagome:- Já estou indo e... Me chame de Kagome. – ela gritou em resposta. Ela acenou para os marinheiros e eles sorriram. – até mais rapazes.
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O grupo andou pouco mais de um quilômetro e meio até chegarem a montanhas. Quando se aproximaram mais um pouco foram recebidos por três lobos ferozes. Recebidos não é o melhor termo a ser aplicado... Ameaçados de ataque cairia bem melhor. Sango e Bankotsu deram um passo a trás para proteger as Ninfas enquanto Miroku, InuYasha e Iruga posicionavam-se em modo de ataque também. Calmamente Nobunaga disse: "Daitsuchi* no Ashura-sama" e os lobos se foram tão rapidamente quanto surgiram. Todos olharam abismados para o sensei.
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Nobunaga:- Estamos próximos de uma guerra, certas precauções tem de ser tomadas. – ele comentou despreocupadamente. Miroku, InuYasha e Bankotsu arregalaram os olhos. – Eu sei o que estão pensando. "Por que não tem esse tipo de coisa onde moramos?", estou certo? – eles assentiram. – O líder das Terras dos Humanos e Youkais é péssimo. Ele não entende nada sobre como governar e só fica com as mordomias de ser Imperador. – ele suspirou. – Vamos continuar.
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Eles subiram uma grande escadaria por cerca de quarenta e cinco minutos, só o Iruga e a Kagome não estava cansado.
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InuYasha:- Hey elfo, você não respira, não é? – ele bradou enquanto subia as escadas literalmente se arrastando.
Bankotsu:- Pare de reclamar InuYasha! – ela carregava Kikyou nas costas, que havia desistido antes da metade do caminho.
Iruga:- Eu já tive árduos treinamentos. Isso não é nada para mim. – ele olhava discretamente para a Ninfa da Terra. – e você Kagome-san.
Kagome:- Me chame de Kagome, não vou pedir de novo. – fingiu-se ofendida. – as escadas da minha casa são um pouco menores que essas. Não é problema para mim também. – Todos olhavam pasmos, menos Kikyou, não conseguiu se imaginar subindo e descendo aquilo todo ia para ir ao trabalho, escola eu qualquer coisa do tipo.
Nobunaga:- Crianças... Nós chegamos. Sejam bem vindos as Terras dos Lobos do Sul, protegidos por Ashura-sama, o deus da Terra. – Kagome sentiu um frio na barriga, seu pai que era responsável por aquele lugar... Por um segundo sentiu vontade de conhecê-lo.
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Kikyou e Kagome olhavam o vale, maravilhadas. Nunca haviam visto nada igual, desconsiderando a internet, elementar. O sol da manhã encandeada seus olhos, mas puderam per umas poucas vilas dali. A maior delas estava bem próxima, era Yama no Mura. Elas não sabiam o esperar daquele local, o que acontecesse dali em diante, mas estavam com uma ótima impressão sobre o lugar...
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Fim do capítulo 4.
Bom... Esperamos que tenham gostado...
Como prometido, aqui está a Settings da fic: (obviamente sem spoiler...)
Personagens do mês:
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|~Higurashi Kagome ~| Mora em Tokyo (Terra), tem 15 anos. Ela é a Ninfa da Terra e tem como melhor amiga e pior inimiga a Rin. Ela é a protegida de InuYasha, Miroku, Kouga, Bankotsu, Shippou e Sango, assim como a Rin e a Kikyou. A
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Aparência: Possui cabelos negros e longos que quase batem na cintura. Olhos cor de amêndoa. Físico de modelo, que aqui significa que ela está com tudo no lugar. É relativamente alta, magra e possui pernas bonitas, cintura bem definida, seios e bunda fartos (pelo menos comparados ao padrão japonês, o que não é grande coisa).
O nome Higurashi Kagome foi tirado originalmente do anime/mangá Inu-Yasha (por sinal, a nova temporada do anime iniciou ontem~ s2) e Sinseramente laão lembramos do significado. =.=
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|~Yakusoku Rin ~| Mora em Tokyo (Terra), tem 15 anos. Ela é a Ninfa da Luz e tem como melhor amiga e pior inimiga a Kagome. Ela possui os mesmos protetores que a Kagome e a Kikyou e é apaixonada pelo InuYasha.
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Aparência: Possui cabelos castanho-escuros mais longos que o da amiga. Grandes olhos castanho-escuros. Possui um físico comum. É magra, baixa, possui cintura definida, seios e bunda não muito fartos.
O nome Yakusoku Rin foi inventado, apenas o Rin é mostrado do anime/manga Inu-Yasha. Yakusoku, do Japonês, é promessa. Rin possui diversos significados, alguns um tanto estranhos, se compararmos a nossa amada heroína... Então, se alguém quiser saber procure na internet ou pessa através de Reveiws.
Obrigada pela paciência,
voltaremos mês que vem~
Ja matta nee~
Vocabulário:
*Matte: Pare.
*Dojo: Local/Sala de treinamento de artes marciais em geral.
*Naze: Por quê?
*Maa, maa: Calma, calma...
*Mattaku: Puxa vida... / Pelo amor de Deus!
*Hanyou: (Caso alguém não lembre) Equivale ao Meio-youkai da dublagem do anime. No sentido original, meio-demônio.
*Wakatta: Entendi/Entendido.
*Sebastiano Vieira: É um regente de Orquestra do anime Nodame Cantibile, o mestre do Chiaki, vale muito a pena ver o anime.
*Daitsuchi: "Dai" é grande, "Tsuchi" Terra (chão, solo) Então supomos que Daitsuchi seja Grande Terra. (não temos certeza, mas para efeito de fic, é isso. ;P)
