Saint Seiya não me pertence, pertence à Masami Kurumada e à Bandai, uso seus personagens com carinho 8DDD
Vida e morte
Camus se impressionou com o carisma de Milo, qualquer um caia em sua lábia e ele seduzia os nobres franceses com facilidade. Pouco a pouco os dois fizeram fortuna e agora moravam no antigo castelo de Camus, que fora saqueado e dominado, mas com a ajuda dos nobres, fora devidamente restaurado e posto em ordem.
Haviam inúmeros servos, e Camus e Milo frequentavam os mais belos bailes do reino. Camus levava o nome de sua família Verseau com orgulho, jamais achou que se recuperaria de tudo o que passara durante sua vida. Com Milo ao seu lado, encontrou uma felicidade que não acreditou que pudesse existir.
Eram príncipes em suas terras, Milo era agora completamente diferente, alegre, dançava e seduzia meninas e meninos por todo o reino, mas seu coração, todos sabiam, pertencia apenas a Camus.
E seus dias radiantes eram banhados por noites quentes de amor febril sem testemunhas. Deitados em sua cama de palha coberta pelos mais finos lençóis de seda com muito vinho e comida farta, Camus e Milo se tornavam apenas um. As noites quentes eram delirantes e os invernos eram como um sonho lânguido, lento e prazeiroso. Era o centro de sua vida.
Milo contara a Camus cada detalhe do qual conseguia se recordar durante os seus dias na casa de banhos.
Quanta dor sofreu enquanto crescia? Camus não soube dizer, Milo apenas contou uma ou outra punição enquanto aprendiam a lidar com os clientes. Era uma verdadeira lavagem cerebral para se tornarem obedientes e temer seus mestres acima de tudo. Muitas vezes Camus o via apertar os olhos e os lábios tentando em vão lembrar dos detalhes mas sempre terminava as conversas sorrindo e dizendo "não me lembro, mas talvez fosse melhor que não lembrasse"
Naquela época, os escravos com bons mestres eram comuns, e tratamentos como os que Milo teve era raro ou esquecido.
Ele contou a Camus que ele era obrigado a comer sal puro de vez em quando, ou ficar a noite toda em pé, sem dormir, imóvel, suas pernas doíam e sua coluna também. Além dos constantes abusos, para se acostumarem a possíveis maus-tratos de clientes. Todas as noites suas cabeças doíam-lhes de tanto chorar.
Os traidores eram punidos com uma morte cruel, viram uma garota ter um pedaço do couro cabeludo ser arrancado quando tentou fugir e depois chicoteada e espancada até a morte e um rapaz que foi forçado a beber água suja até cair morto no chão, afogado em suas células por se apaixonar e fugir com um cliente pobre. Ninguém fugia ileso, os donos da casa de banho mandavam em boa parte da cidade, não importa para onde fosse, seriam pegos.
Muitas vezes as torturas eram feitas de modo em que não se deixavam marcas como agulhas dentro de suas unhas. Nos dias em que não haviam clientes, apanhavam em seus estômagos até vomitarem sua comida e desmaiarem.
Mas isso tudo havia passado. Milo tinha pesadelos de vez em quando e Camus acordava com ele suando e gritando, e dormiam abraçados até que ele se acalmasse e lembrasse que ficaria bem agora.
Ah se o mundo fosse justo, permitiria que ambos continuassem assim pela eternidade, deveriam envelhecer juntos, e morrer ao mesmo tempo.
Mas não, a vida jamais fora justa com alguém, e após cinco anos, quando o paraíso parecia não ter mais fim, Milo adoeceu terrivelmente.
Milo vinha sentindo dores no corpo, mas jamais dera atenção. Quando Camus notou que ele parecia mais pálido, era tarde.
Devagar, Camus viu seu amado Milo definhar, em alguns meses ele passou a sentir dores que o impediam de sair do castelo. Camus entrou em desespero, passou a viajar pelo país procurando um médico que impedisse a doença de progredir, mas sua busca era sempre em vão. Milo mal andava agora e dependia dos empregados para tudo.
...oooOOOooo...
Camus empurrou a porta com cuidado, a luz fraca da única vela dava um ar ainda mais sombrio. Andou calmamente em direção à cama, Milo estava sentado, as servas haviam deixado um balde de água ao seu lado com um pano para se estivesse com febre e Camus pediu para que se retirassem.
-Olá-disse com um pouco de dificuldade- como foi de viagem, Camus?
Milo gemeu baixinho e forçou um sorriso, estava pálido, muito magro e tremia um pouco. O camisolão branco de algodão estava largo, seu rosto fundo e os olhos tinham olheira escuras.
-Odeio ter que deixá-lo, não queria ter saído para começo de conversa.
-Estou bem, Camus, olhe, não vou morrer ainda. Será em breve, mas não hoje.
Camus se aproximou sentando na beirada da cama, tocou os cabelos embaraçados de Milo e baixou o rosto para beijá-lo em seus lábios com carinho. Milo levantou a mão para tocar-lhe a face.
-Meu amor, meu amado Camus.-sussurrou em seu ouvido- o que seria de mim sem você?
-Você vai ficar bem, Milo, mandarei chamar os melhores médicos e..
Milo chacoalhou a cabeça fazendo Camus se calar.
-Esqueça isso tudo, Camus preciso falar com você.
-O que foi? O que aconteceu?
-Entre meus delírios de febre, ultimamente, acho que escuto a Morte vindo falar comigo.
Camus engoliu a seco, seu rosto indicava que estava furioso.
-Não diga isso, não diga essas bobagens, você não vai morrer.
Sua mão desceu para seu ombro.
-Camus você precisa aceitar a ordem das coisas, acho que eu deveria ter morrido aquele dia, no dia em que você veio me buscar. Você me salvou de um suicídio, não se engane, mas acho que eu já estava condenado.
-Cale-se não quero ouvir isso.
-Escute-me, eu tive anos maravilhosos com você, pela minha Deusa, eu fui feliz como jamais fui em toda minha vida, mas eu aceito a minha hora, e essa voz, ela vem me dizer todas as noites que está chegando a minha hora, e que ele virá me buscar.
-É a febre e os remédios, Milo, não se deixe levar.
Milo chacoalhou a cabeça novamente.
-Não não, estou em delírios mas sei o que eu ouço, oras se não é o próprio Hades vindo ou Cerberus, ou um barqueiro ou seus anjos católicos da morte, sejam lá quem seja. Mas sei que o escuto, ele fala comigo, fala de tudo que tive, do meu sofrimento da minha época em minhas terras, ele diz que sabe que eu vim de onde cultuavam a deusa Ártemis e do meu amor por você.
Camus estava profundamente magoado, não aceitaria a morte de Milo tão facilmente. Trabalhava dia e noite procurando um médico que conseguisse resolver seu caso.
-Eu o amo, Camus.
Camus baixou o rosto e acenou suavemente como um não.
-Você precisa entender que o que tivemos foi bom, foi muito mais o que desejei durante a minha vida toda. Desde que fui vendido, desde que me vi naquele bordel completamente sozinho, desde que acordei naquela manhã e decidi que tudo chegaria ao fim, você foi tudo para mim.
-Não diga essas coisas, por favor.-Seus olhos marejaram, Camus não tentou disfarçar suas lágrimas que refletiam com a vela- você não pode me deixar...
Milo sorriu, levantou os braços puxando Camus para perto de si.
-Não chore, meu amor, eu agradeço os anos que tivemos juntos, todos eles.
Ele tremia de leve e soluçava como uma criança.
-Agora escute o que eu lhe direi. Essa Morte a que me refiro, ele vem com frequência , me diz que preciso aproveitar o tempo que tenho com você, e sempre diz que algo melhor está me esperando.
-Você está é louco, ouvindo a morte, era só o que me faltava, você perder a sanidade de vez, já não basta estar doente, precisa enlouquecer também?
-Não quero morrer, Camus, mas aceitei ela assim que senti que não poderia mais melhorar. Sou realista, enxergo que meu corpo está pendendo- Milo respirou fundo sentindo seu pulmão doer para voltar a falar.
-Deixe-me explicar, no começo pensei que estava louco, mas essa voz, ele me disse tudo da minha vida, me deixou furioso, não queria que me dissesse nada. Mas ele me disse que ele viria me buscar, não importa o quão furioso eu ficasse.
-Quando começou a ouvi-la?
-De uns dias para cá. Quando você esteve viajando. No começo achei que estivesse ficando louco pois só a ouço quando estou com febre, mas percebi que quando acordo ainda consigo lembrar-me dela claramente, conversando comigo assim como você está agora. Ele vem à noite, quando mal consigo abrir os olhos pela dor, mas eu abri uma vez e não vi ninguém aqui.
-Como assim?
-Eu falei, não pode ser nenhuma outra pessoa, só a morte em si, e, Camus, não estou louco, sei que ele veio falar comigo, eu lembro perfeitamente, estava em delírios, mas eu me lembro.
-Sua voz é como a de um homem comum, grossa e baixa, um pouco mais grave que a minha, mas tem um sotaque realmente estranho, como se pertencesse a outras eras, como se viesse do passado. Estou dizendo a verdade, Camus é ele, não pode ser outro, tem que ser a morte. Se não o que queria comigo? Entende, não pode ser ninguém humano.
-Podem ser bruxos ou bruxas.
Milo sorriu e fez que não com a cabeça.
-Para que bruxas perderiam tempo comigo, Camus, bruxas são humanas, e eu lhe digo, não era humano.
Camus o abraçou e beijou sua face, não queria mais conversar, a morte iminente de Milo o perturbava. Camus sabia, quando acontecesse ele mesmo se mataria ao certo, não iria sobrevier sem Milo, não queria, não tinha nenhuma intenção. Mas também não contou isso a Milo ou ele ficaria furioso consigo.
Algumas noites depois Milo estava mal, tossia muito e a cada tosse espirrava sangue. Seu corpo inteiro queimava de dor, até mesmo o tecido de sua roupa lhe feria. Mal conseguia abrir os olhos.
As servas de cor dançavam e cantavam do lado de fora da mansão dizendo à Camus que, assim como Milo, sabiam que haviam maus espíritos rodeando o senhor, e que eles estavam tomando-lhe a vida aos poucos.
Naquela noite, os tambores batiam com força embaixo da janela do terceiro andar.
Camus tinha Milo em seus braços, chorava baixinho aos soluços enquanto acareciava-lhe o rosto e limpava seu suor. Milo não conseguia responder, estava delirando demais.
De repente ouviu os servos gritarem e muitas coisas se quebrando, alguma coisa havia invadido a casa. Camus soltou Milo e foi espiar na janela. Haviam alguns servos caídos no chão, mortos, com os olhos arregalados.
Uma das moças entrou correndo no quarto mandando seu mestre se esconder com Milo, trancou a porta pelo lado de fora. Camus ouviu seu grito e um barulho terrível de ossos se quebrando.
Camus agarrou Milo e se esconderam sob a cama e fez algo que não fazia a muito. Rezava.
A porta voou longe e Camus olhou aterrorizado para as duas figuras que entravam gargalhando alto.
Um homem alto com os olhos e cabelos azuis escuros cacheados entrava pela porta seguido por um outro de cabelos verdes.
O de cabelos cacheados arrancou Milo dos braços de Camus com uma facilidade sem igual e o jogou contra a parede.
Camus gritou, tentou acertá-lo mais foi segurado pelo outro, sua pele era dura e macia ao mesmo tempo, fria como a gritava e se debatia em vão, era como se pilastras de mármore o prendiam.
Mais um golpe em Milo.
-Kardia, pare de brincar com ele e faça seu trabalho logo.- o rapaz levou um chute que ecoou pelos corredores.
-Ai, idiota, me deixe em paz, será minha última diversão mesmo.
-Já não basta os dias de tortura psicológica que você o fez passar?
Camus foi agarrado pelo pescoço enquanto via Milo no chão, jogado e sangrando, tinha os olhos semi-cerrados, provavelmente morreria logo.
-Dégel você é um chato. Logo logo partiremos mesmo, que diferença vai fazer?
Camus e Milo estavam agora em algum outro lugar, quando haviam deixados seu castelo? Havia uma banheira grande, estava nú? Alguém lhe raspava o rosto tirando a barba que crescera na noite anterior, Camus tinha alguns ossos quebrados e pôde ver que o outro homem fazia o mesmo com Milo jogado no chão inconsciente.
Logo foi retirado da água e vestido com uma manta de linho. Sentia dor, muita dor, sabia que vários ossos de seu corpo estavam quebrados, mas pensava em Milo, tentou lutar novamente, mas não conseguia ao menos ficar em pé e de repente sentiu o rapaz ruivo em seu pescoço.
Sua artéria foi cortada e seu sangue jorrava para dentro daquele monstro que o atacara, sentiu sua vida ir embora, sentiu muito frio e cansaço, de repente uma onda de choque percorreu seu corpo, visões formavam em sua mente. Sentiu Dégel em si e ele em Dégel. Uma sensação de paz e êxtase tomou conta de si, uma alegria sem igual e um desespero, estava morrendo?
Sentiu seu corpo leve, lembrou-se de Milo, sorrindo para ele enquanto o ensinava cavalgar. Juntos cantavam e dançavam a noite com os escravos e servos, eram amados por todos. Milo era encantador apesar de jamais mostrar afinidade a mais ninguém, galante e educado. Seria para sempre um cortesão.
Camus tentou gemer, mas não de dor. Não conseguiu ouvir nenhum som além do barulho de tambores de seus corações.
Atena, a Deusa grega, vestida como uma, era como todos a chamavam. Mas ela não era uma Deusa, era um monstro, bebia da vida dos seus sacerdotes, era poderosa, mais forte que um humano comum.
Ela criou 13 filhos, esses vivem com ela até hoje, milênios mais tarde os 13 decidiram que era a hora de criar seus próprios filhos. Discutiram entre si e chegaram a conclusão de que seriam um e a penas um para cada. Seus filhos deveriam ser à sua imagem, humanos com personalidades parecidas e assim partiriam os 13 com a Deusa para o esquecimento, deixando as terras como herança aos seus.
E ele, Dégel escolhera Camus, eram parecidos, e ambos amavam pessoas parecidas. Havia muito de Milo em Kardia, eram perfeitos, Milo e Camus para Kardia e Dégel. E assim foram escolhidos, por anos observaram os dois, assistiram sua infância separadamente e depois juntos, assistiram Camus salvar Milo e Milo confiar e amar em uma única pessoa em sua vida inteira. Iriam ter mais tempo mas Milo adoecera, e se ele partisse sem Camus, eles sabiam, Camus enlouqueceria, não serviriam mais para isso, provavelmente se mataria também.
Dégel e Kardia queriam partir logo, não esperariam mais para procurar outros parecidos, eram eles os escolhidos.
Camus sentiu sua boca se inundar de algum líquido expesso, tinha um sabor de ferro, seu corpo se contraiu involuntariamente procurando a fonte do sangue que sorvia. Dégel havia feito um corte em seu próprio pescoço e agora trazia a cabeleira vermelha de Camus para perto de si. Camus colou seu corpo no de Dégel e bebeu com força.
Ambos gemeram de prazer com a ligação.
-Sim, meu filho, beba, beba com sua força, agarre a vida que você tanto ama, a vida com Milo. Ah, sim.
E novamente sua visão foi preenchida, agora no frio do extremo norte, Dégel e Kardia abraçados, morrendo devagar no meio da neve. Seu amor era condenado pela sua religião e seu povo, dois homens. Kardia tinha a obrigação de se casar com Éfeme, a filha do líder, mas ele se recusou sendo condenado por traição, e foram pegos, os amantes, juntos sob os cobertores de pele de lobos e ursos e fugiram sem mais do que a roupa do corpo. Para o horror de suas famílias. Prefeririam morrer a viverem longes um do outro. Então a Deusa apareceu, perguntou se queriam uma chance para serem amantes pela eternidade. Ambos aceitaram sem ao menos pensar.
Dégel discutia com Kanon, ele não iria participar disso, não deixaria suas terras, queria ficar ali, entre os humanos com seu irmão e todos estavam furiosos. Ele queria que seu irmão fosse um novo Deus, Kanon amava e idolatrava Saga a tal ponto que o cegava.
-Chega!-gritou-Chega! Camus, me solte!
Camus foi afastado com força, ofegante e Dégel o agarrou novamente, por trás, mordeu-lhe o pescoço novamente e sugou com força e rapidamente deixando Camus desnorteado e fraco, no chão.
Agora ele mordeu a própria língua e cobriu a boca de Camus com a sua. Camus gemeu quando sentiu o sangue entrar em seu corpo e aquecer-lhe a alma, agora via jardins de Éden, a mais pura felicidade o amor que deveria ser eterno.
Esse ritual continuou até que ambos estivessem exaustos. Dégel se levantou cambaleante atrás de Kardia, que fizera o mesmo com Milo e estava agora caído no chão com seu novo filhote nos braços.
Camus olhou estonteado, Milo não era mais o rapaz magro e doente, voltara a ser forte, seus músculos estavam de volta como se todo o sangue sobrenatural tivesse o inflado por dentro, seus olhos não estavam mais fundos e sim com um brilho como os vidros, seus cabelos que antes estavam quebrados adquiriam cor e seus cachos lindamente definidos como Camus vira à alguns anos na casa de banhos.
Era fascinante. Camus olhou em sua própria volta, suas roupas rasgadas jogadas no chão e as inúmeras toalhas felpudas feitas de algodão. Podia-se ver cada fibra, cores que não imaginaria que conseguisse ver tudo era incrível, tudo lhe chamava a atenção, Milo estava igualmente pasmo,hipnotizado com a vela bruxuelante e a cera pingando na mesa.
-Vocês dois, vamos, temos muito o que fazer.-Dégel levantou Camus pela mão e encarou seu amante- vamos, vocês dois precisam entrar na água novamente para se banhar, não será nada agradável sentir seus corpos rendendo ao nosso sangue.
-Terão a eternidade para ficarem encantados-Kardia puxou Milo para se colar a ele- lavem-se sozinhos, há roupas limpas ali no canto e toalhas.
Pelo resto da noite aprenderam a caçar, se mover se esconder, para enfim serem os mais perfeitos vampiros que poderiam ser.
Ah se essa sensação de que suas almas estão completas e perfeitas durasse toda a eternidade. Mas por fim, há um pesar muito maior na vida eterna. Ferimentos que nem o forte sangue dos imortais podem fechar. A vida na sociedade vampírica era completamente diferente do que Camus e Milo esperavam. E o pesar da imortalidade não era para qualquer um, definitivamente.
...oooOOOooo...
Olá leitora queridas, como vão?
Finalmente cheguei à parte dos vampiros, não? XD estava demorando mesmo, adoro vampiros (menos os purpurinados) agora botei fogo no circo 8DD.
Fiz baseado em muitas cenas de Anne Rice dos meus livros favoritos xD. Adoro essa mulher, estou muito triste por ela estar no Rio e eu não poder vê-la de pertinho U-u.
A partir de agora, creio eu, que vou levar mais tempo para atualizar a fict, acontece que não há mais capítulos prontos e estou com menos tempo para escrever X_X
PandoraL.C, querida, obrigada pela review e pelo apoio SEMPRE, não estou conseguindo dar reply na sua review X_X
nechan arigato pelo apoio *-*
Agradeço muitíssima quem teve paciência para ler até aqui xD
até a próxima
