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PRISÃO DO DESEJO"(...) Nós não podemos ser
O que você espera que sejamos
Nós não podemos ver através
das janelas do desespero.
Começa o legado de fogo..."
(Tradução do 3º verso da canção "Fire Legacy",
banda After Forever.)
.:: Capítulo IV – Legado de Fogo ::.
- E por que é que eu nunca deveria ter visto?!?!... – Pergunta Roy com um semblante totalmente confuso, querendo uma explicação.
- E-Eu... Não posso falar... – Ela responde olhando para baixo, enquanto puxa um lençol para cobrir a sua nudez perfeita, segurando com os braços o tecido à frente dos seios.
Os cabelos louros recaem sober os olhos, formando uma sombra, que logo é desfeita quando Roy puxa com uma violenta delicadeza o queixo dela com a ponta dos dedos para olhá-la nos olhos. Quando os olhos negros encontram os olhos ígneos dela, ele volta a falar, em tom de ordem.
- Tem que me dizer o que é!! Eu conheço esse símbolo!! É um círc...
- É um círculo de transmutação do fogo... O mesmo das suas luvas... – Ela corta-o. E continua... – Roy... Agora que você viu... Não posso mais guardar esse segredo...
Ao ouvir as palavras dela, o alquimista se acalma, passa as mãos nos cabelos molhados de suor pelo recente esforço que fazia ao investir contra o corpo dela. Depois de recuperar totalmente seu fôlego, ele pergunta mais uma vez, mas agora bem mais tênue do que antes:
- Então fale-me agor... Por favor, Riza... O que é isso?... Me fale e... Me deixe ver outra vez...
Riza fica um pouco pensativa, mas, àquela altura, já não tinha mesmo como esconder mais nada. Ela, então, põe-se ajoelhada na cama, com o lençól a lhe cobrir, porém deixa que as costas fiquem expostas e se vira para que ele pudesse ver a tatuagem. A bela não pôde conter um arrepio que lhe correu como um choque por todo o corpo quando ele encostou as mãos onde o desenho estava em sua pele delicada.
É incrível, pensa Roy naquele momento, que tal imagem pudesse estar ali, nas costas dela, e mais incrível ainda que a pele dela fosse tão macia se ela era uma mulher que não se dedicava muito às vaidades, concentrando seu tempo quase que integral às obrigações militares... Riza era mesmo perfeita, e ele adorava ter de admitir isto, contrarindo a sua teoria de que "não existe nada perfeito"... Ela era!!
Depois de devanear um pouco na maciês da pele dela, ele volta a atenção para o desenho, para a tatuagem. Antes que ele começasse a mencionar para ela contar detalhes, ela começa ininterruptamente...
- O meu pai foi um grande alquimista manipulador do oxigênio e das chamas, e ele foi seu mestre, Roy... Disso você já sabe e eu sei... Porém, há uma parte da história dele que você não conhece... – Ela começa a contar o que ele queria saber com a voz mais firme... – Quando eu ainda era pequena, devia ter uns nove anos, não mais que isso, meu pai sumiu por um longo período de nossa casa, logo depois que ele fêz de você um alquimista completo e você foi para a escola militar... ... Minha mãe ficou muito preocupada, porque eles se amavam muito e ela achou que ele poderia ter morrido, não sei bem... Mas, depois de alguns meses, ela começou a achar que ele tinha nos abandonado mesmo e começou a adoeçer de tristeza... Foi então que, sem mais nem menos, ele voltou... Estava bastante diferente, mais magro, tossia muito, mas parecia muito feliz e falava que tinha conseguido o seu grande feito na alquimia: criar um tipo de fogo que jamais apagava... Nem com água, nem com terra, nem com vento...
- Uma vez ele falou sobre isso comigo... Que criaria um fogo assim... Porém eu... Nunca acreditei... – Ele fala, relembrando dos tempos passados. Riza continua:
- ...Pois ele conseguiu!... E nos mostrou, para mim e para a minha mãe que era verdade. A mamãe perguntou onde ele esteve e também se ele ia procurar por você no exército para te ensinar isto, mas meu pai responder apenas a segunda pergunta, falou que não faria isto... Que você tinha se corrompido por ter se tornado mais um "cão do exército" e não ia ensinar a você uma coisa tão poderosa... ... Mas aí... A tosse dele começou a piorar e, um dia, ele falou durante o jantar que não tinha muito tempo de vida. Então ele explicou o que aconteceu...
Riza vai narrando a história de seu pai com os olhos fechados, enquanto Roy, atento, passava a mão pela tatuagem dela, percorrendo com a ponta dos dedos o traçado daquele confuso círculo de transmutação. Ela continua:
- ...Na tentativa de criar o fogo que não apagava, ele acabou indo além do que poderia fazer e... Cometeu um Tabu... Você é um alquimista, sabe bem o que é um Tabu... É algo que um alquimista nunca deve fazer... Como transformar chumbo em ouro ou a transmutação humana... E ele tentou criar algo que não existia... Como acontece com todos os que cometem um Tabu, ele foi enviado para o Outro Lado da Porta...
- R-Riza... O seu pai viu a porta?!?!... E-Ele esteve dentro dela?!?!... – Ele pergunta com um tom de total perplexidade em sua voz. Jamais imaginaria que aquele que foi seu mestre, um homem sempre tão pacato, cometeria um ato desses.
- Não somente viu e esteve dentro dela como também atravessou-a!!... Ele esteve naquele mundo onde o Edward, o Alphonse e o pai deles estiveram uma vez... Lá, meu pai viu muitas coisas, conheceu muitos lugares e aprendeu novos idiomas... Lá ele conheceu técnicas novas de como usar o fogo e conseguiu criar o fogo-que-não-apaga... Depois, ele quis voltar para o nosso mundo... E por mais uma vez ele cometeu outro Tabu, abriu a porta novamente e, de alguma forma, conseguiu voltar... Porém, como punição por ter criado algo que apenas os Deuses poderiam criar, ele ficou muito, muito doente... E seu tempo estava no fim. Foi quando ele me chamou um dia e lembro-me com precisão do que ele falou : "Filha, eu tenho certeza de que vou morrer, e, por isso, vou deixar com você a responsabilidade de guardar o segredo do fogo que não apaga... Eu o chamo de Legado de Fogo... Nunca deixe cair nas mãos de ninguém, muito menos dos cães do exército ..." ... ...Então, eu me lembro de ter visto a mão dele brilhar com uma chama muito forte... E eu desmaiei... ... Quando acordei, a casa estava lotada de gente que eu não conhecia, vestidos de preto... A mamãe chorava muito... Meu pai tinha morrido... E eu vi essa imagem nas minhas costas... Está vendo essas palavras escritas na imagem?... São de um idioma chamado Latim... Está escrito "Libera me" e "Domine"... Segundo o meu pai, quando ele ficava falando em Latim comigo, estas palavras significam "Livre-me" e "Senhor"... ... Não sei porquê ele escreveu isso... ...Mas eu já não posso mais perguntar a ele...
À esta altura, Riza já estava chorando com os olhos fechados, é quando sente os braços de Roy abraçando-a por trás, encostando sua cabeça no peito dele, enquanto ele acariciava os cabelos dela... Tão diferente do que fazia com ela há pouco mais de déz minutos atrás...
- E quando você deu por conta, era o segredo do seu pai...O "Legado de Fogo" que estava gravado nas suas costas para sempre... – Conclui Roy, acariciando os cabelos dela... - ... Aquele velho era um gênio!! – Solta uma risada debochada... – Só mesmo alguém com a competência dele para pensar em esconder o segredo da mais forte dentre as alquimias do fogo no corpo da própria filha!!...
- E depois que eu mesma entrei para o exército, fui sua subordinada e não podia ser totalmente leal... Porque guardava este segredo comigo e não podia contar por causa do que meu pai me pediu... Agora, acho que o mínimo que posso fazer é deixar que... ... Você obtenha esse conhecimento... ... Esse... Legado de Fogo...
- O que está dizendo?!? – Ele fala, virando-a para ele, sorrindo agora de uma maneira apaixonada... – Você sempre foi e sempre vai ser a subordinada mais fiél que eu já tive!! Eu não quero parecer interesseiro!! Não vou mais pedir para ver a imagem... Além disso, ter guardado o segrdo do seu pai foi a maior prova de que não existe ninguém mais confiável do que você, meu amor...
Riza fica um longo tempo olhando para ele e resolve perguntar, sem nenhum medo agora:
- Por que me chama de "meu amor" toda hora?...
- Porque eu te amo... – Ele responde com um tom de que aquela frase fosse algo aboslutamente natural, como se tivesse falado uma coisa óbvia... E era, para ele. – E... Também peço perdão... Por ter feito... O que eu fiz com você... Meu amor...
- Por que eu deveria acreditar e aceitar seu perdão?... – Ela sussurra. A frase dela provoca um suspiro de decepção em Roy, e ele sacode a cabeça negativamente.
- Não era bem isso que eu queria escutar...
Ficam, então, ambos em silêncio por uns minutos que, para eles, parecia que duraria a toda a eternidade. Escutavam apenas o som do tic-tac do relógio que ficava sobre a penteadeira do quarto. Naquele momento, qualquer palavra que fosse dita ou sequer mencionada estragaria por completo o quadro perfeito que se formava entre os dois. Os olhos já diziam tudo que precisava ser dito.
Estavam tão perto um do outro que as suas respirações inebriavam um ao outro. Estavam como sempre queriam estar... Abraçados, próximos... Mas, mesmo que não fosse necessário, ele ainda queria escutá-la dizer, dizer as três palavras que ele já disse à ela... A voz dela soa tão tênue, baixa, porém límpida, que poderia ser comparada a um canto lírico, não estaga o momento...
- Roy... Eu... ... t...
Antes que ela pudesse terminar de falar a crucial frase, o estouro de fogos de artifício é escutado por eles. O brilho que começava a se formar nos olhos de Roy é interrompido e substituído por um olhar surpreso e um tanto furioso... Por que bem naquele momento?.
Uma carreira de fogos de artifício, depois outra e mais outra... E logo vêm de longe as vozes gritantes das pessoas pelas ruas, que estavam a festejar enquanto o céu era iluminado pelo brilho colorido dos fogos.
A atenção dos dois no quarto se volta inteiramente para a janela. Ambos levantam-se da cama e correm para a janela. Lá, percebendo que a noite já se ia alta, pois já se viam estrelas e a lua, majestosa no céu, Roy pragueja:
- Droga!!... Por que justo agora?!?!?!?
- Não diga isso, Roy... – Diz Riza sorrindo, ainda segurando o lençol enrolado no corpo... – As pessoas estão festejando com razão... Esqueceu que é hoje que se completa um ano que não acontecem mais guerras?... Esta data vai ser para sempre importante prá eles... E... Prá nós também...
- "Prá nós também"?... – Roy pergunta, retomando o seu brilho no olhar... – Então quer dizer que você...
Como se ignorasse o que ele tentava lhe dizer, Riza corre até o armário, abre a prte e começa a escolher entre as roupas dela que ele havia trazido algo que fosse bem bonito. Sorrindo de uma maneira extremamente graciosa, ela fala, animada como Roy nunca viu:
- É uma comemoração nacional!! Roy, eu quero ir lá também!! Vai ser como os antigos festivais!! Vamos?...
É claro que, no fundo, o que ele mais queria era poder escutá-la dizer que o amava com a mesma franqueza com que ele falava para ela, porém, ignorar aquele olhar brilhante e o pedido que ela lhe fizera era demais para ele. Claro que não podia recusar, no entanto, tinha de ser prudente.
- Eu até queria ir com você, mas... Se lembra do que eu falei?... Eu disse ao Armstrong, ao Havoc e aos nossos amigos que falassem para a mídia e a quem mais perguntasse que nós estaríamos de férias em uma cidade longe daqui... O que aconteceria se, derepente, o Marechal e sua acompanhante de viajem aparecessem no meio do festival de comemoração?...
- Roy, não está vendo como as pessoas estão passando vestidas?!... É como naqueles bailes de máscaras!! Ninguém vai nos reconhecer se estivermos usando máscaras...
- Mas eu nem tenho uma máscara, tampouco uma fantasia!!
- Tudo bem... Isso a gente consegue lá mesmo... – Ela arremata, pegando um vestido longo, de tecido brilhante, com um grande decote, por sinal, a única roupa "extravagante" que ela possuía, comprada para um baile militar e que ela só usou uma única vez.
Para o coração apaixonado dele não era mais possível recusar o pedido dela. Num instante, ela encontrou no armário dele uma roupa cujo tom de cor combinasse com o da roupa dela e mandou-o se torcar no banheiro enquanto ela se trocava no quarto.
Depois de ambos estarem vestidos, Riza o puxava pela mão para irem logo às ruas comemorar como se nada de ruim entre eles houvesse acontecido... Ele sabia que, de alguma maneira, ela havia gostado, nem que fosse um ínfimo, daquele ataque que ele fêz... Ela o amava e ele já sabia disso, ela só não havia falado... No fundo, ela ainda guardava um pouco de sua inocência, como se fosse ainda uma adolescente conhecendo o mundo, apesar de já ter estado em várias guerras. E Roy adorava ver isso... Vê-la perder a formalidade e a seriedade, para se deixar divertir.
Depois de recusar a escolta dos guardas que faziam a guarda da mansão, pois queria sair como se fosse uma pessoa comum, Roy foi com Riza para a rua, que estava lotada e colorida. A música alta das várias bandas que tocavam uma em cada ponto da Cidade Central animava aquela população já tão sofrida pelas guerras, e que agora comemoravam um ano de paz.
No meio de tanta comemoração, ninguém reparou, de fato, quem eles eram... Quem ele era!! Como Riza havia falado, logo conseguiram um par de máscaras, e, assim como todos ali, eles também estavam "protegidos" pela máscara nos rostos, que lhes cobriam só até a altura dos olhos, enfeitadas, permitindo a boca ficar livre, e podiam se divertir, afinal, desde que a comemoração mascarada surgiu era esta mesmo a função do apetrecho no rosto: esconder a identidade de quem o usa afim de que pudessem se divertir sem ter que prestar contas a ninguém, afinal, de máscara e no meio de uma festa, todos são iguais.
A música alta, as batidas do compasso... As pessoas que dançavam em volta deles... Num instante, estavam dançando também, de mãos dadas, abraçados... Estavam tão compenetrados que não perceberam que estavam bem no meio de uma roda e, derepente, uma jovem que estava vestida com uma fantasia de colombina, se aproxima deles, despertando os dois.
- Vocês são casados, não são?... Nós somos ciganos recém-chegados à Cidade Central... Aqui na nossa roda de comemoração todos somos casais, e nenhum casal pode ficar destacado!! Venham, ajudem a aumentar nossa roda!! – Diz, voltando para a roda e pegando na mão de um rapaz que estava fantasiado de pierrô, o eterno par da colombina.
Riza fica imediatamente corada. Roy sorri. Não, não eram casados, mas, se pareciam ser a ponto da moça fantasiada ter-lhes perguntado isto, é porque eles, de fato, pareciam ficar bem juntos...
A noite foi longa... Se divertiram muito numa comemoração merecida, pois, se havia paz agora, foi porque, antes, eles mesmos – e ele principalmente – deram literalmente o seu sangue para a nação ser outra vez um local tranqüilo e bom para se viver.
A manhã já começava a despontar no horizonte, bem ao longe, com os primeiros raios de sol começando tímidos no céu, e ainda havia um ou outro pequeno grupo de pessoas comemorando nas ruas. A música já era mais baixa e, nos canteiros e bancos das praças, pessoas que beberam demais estavam dormindo, alguns ainda com os copos nas mãos, enquanto alguns casais trocavam beijos... Um típico amanhecer depois de uma noite de comemoração na cidade.
De volta à mansão, Roy e Riza estavam sentados lado a lado na mureta do terraço, olhando para o que ainda restava da comemoração. De fato, ninguém os havia descoberto durante a festa e, quando as ruas estavam menos lotadas, o que facilitaria que eles fossem reconhecidos, foram embora.
O engraçado é que, desde que saíram à rua e foram festejar, não trocaram uma só palavra, exceto pelo momento em que a moça fantasiada de colombina lhes perguntou se eram casados. Já na roda dos ciganos, Riza apenas comentou com Roy "Eles realmente acham que nós somos casados...", ele nada respondeu, apenas sorriu, e nada mais falaram... Até aquele momento...
O frio que todas as manhãs se fazia presente antes do sol nascer completamente vem como de costume, e Riza abraça os próprios ombros com frio. Àquela hora, com a luz do dia chegando, seu vestido brilhoso não parecia condizer, porém, assim como todas as pessoas que saem de uma lomga comemorção noturna, ela pouco se importava se sua roupa combinava com a hora presente ou não.
Ao vê-la abraçar os próprios ombros, Roy imediatamente passa o braço sobre os ombros dela e a aconchega perto dele. Era aquele mais um momento que palavras eram dispensáveis, porém, meio que do nada, Riza se lembra de uma história que seu pai costumava contar e que, naquele momento, seria perfeita para ser contada.
- Uma vez meu pai me contou uma história que contavam naquele mundo que ele conheceu atrás da Porta... – Diz a voz melodiosa dela... – ...Dizia a lenda que há muitos, muitos milênios atrás, quando Deuses e homens andavam juntos pelo mundo, as pessoas nasciam com duas cabeças: uma masculina, e uma feminina. Esses seres que tinham duas cabeças eram felizes assim, porque, desde que nasceram, já estavam junto da pessoa que eram para ficar com eles para sempre... Contudo, um dia, uma Deusa que era muito malvada e invejosa da felicidade dos outros, quis acabar com aquela alegria, e lançou um raio sobre aqueles seres... E eles se separaram, e tiveram que começar a procurar pelo mundo as suas metades... Não estavam mais colados às pessoas que amavam e nem nasciam mais juntos... E, por causa disto é que, até hoje, e sempre será assim, as pessoas estão eternamente fadadas a procurar aquela que vai lhe completar...
- Eu não preciso mais procurar... – Roy responde depois de um tempo, achando muito bonita a história que Riza escutou de seu pai.
- Nem eu...
Roy, que estava com o olhar longe enquanto escutava a história contada por Riza, vira-se para ele com um olhar espantado... O que ela queria dizer com aquelas palavras?, ele pensa. Uma brisa fraca, porém que trazia o frio da manhã passa por entre eles e ela se afasta um pouco do abraço dele para olhá-lo nos olhos. E então, depois de um momento de silêncio, a voz suave, porém firme dela diz...
- Roy... Eu te amo!...
(Continua...)
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Olá!! Puxa, não esperava tanta receptividade à minha história!! Obrigada mesmooooo!!!
Bem, como puderam notar, na parte em que Riza conta sobre o passado de seu pai, para quem lê o mangá, vai perceber que eu apenas me baseei na história original do mangá e adaptei para que ficasse mais "a cara" desta fic. Tomara que não desagrade a quem conhece a original... É apenas um dos devaneios da autora...
E, para quem é româtico, este capítulo foi um prato cheio, contudo, para quem está acompanhando mas não curte muito romantismo, peço desculpas se ficou "meloso" em algumas partes... Afinal, eles se amam, e quem ama é "meloso"!!
Para quem achar que a história "desandou" porque o capítulo anterior da fic foi mais agitado e este não, a seqüência da história trará mais capítulos quentes e com bastante ação, já que este ficou mais parado... Isto foi premeditado!!
Bom, é isso... Obrigada e até o próximo capítulo o/ ... Reviews são bem-vindos!!! Obrigada!! Danke Shön!!
(OBS.: devido à semana de provas e entrega de trabalhos na faculdade, o capítulo V da fanfic será atualizado na próxima semana.)
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PARA: "Harumi"; "Integra Hellsing Tepes" (Tepes?...É da família do meu amigo Vlad xD); "ZEZIN"; "Mael Asakura" (meine Liebe); "P. Wings"; "naomi"; "Shinku Mitsuki"; "Mystical Higurashi" ... MUITO OBRIGADA PELOS REVIEWS!!!!! DANKE SHÖN!!!!!!!!!!
E. V. Bathory.
