Torneio Tribruxo 1977-78
Capítulo 8 – Premiação
Lily POV
-Lene! Lá está ele! James! – eu gritei batendo no braço de Marlene
James tinha a recém aparatado em frente ao diretor Dumbledore. Me levantei enquanto o chamava e corria ao seu encontro, pedindo desculpas e licenças para as pessoas em minha frente. Mas então todos se calam e eu vejo James caído no chão, a Taça ainda em suas mãos:
-James! – eu gritei e corri ainda mais rápido
-Por que ele sempre desmaia? – ouço Sirius gemer atrás de mim
Nós dois alcançamos James, este ainda caído no chão. Me ajoelhei ao seu lado, enquanto Sirius derrapava perto da cabeça de James:
-Pode deixar, professor – ele disse a Dumbledore enquanto se levantava com James no colo – Eu consigo levá-lo até a Ala Hospitalar. Lily, pegue a taça.
Fiz o que ele pedia enquanto andava ao seu lado impressionada. Tudo bem que Sirius é forte e tal, mas James não é nenhuma pluma! Ele tem um metro e oitenta e cinco, é cheio de músculo e é um cara bem saudável! Tem o peso ideal para a sua altura. Então Sirius deve ser mais forte do que eu pensava!
Fomos para o castelo com Remus, Doe, Lene e Peter atrás. Eu olhava ansiosa para o rosto de James (o que não era fácil, porque Sirius tem praticamente a altura de Potter e carregava este na altura de seus ombros). Ele estava todo suado, a testa ainda franzida e a boca meio aberta. Não sei o que acontecerá naqueles labirintos. Será que tinha algum dementador?
Madame Pomfrey nos esperava perto de uma maca. Sirius deitou James devagar nela e se afastou para deixar a enfermeira trabalhar. Ela media a pressão de Potter, assim como sua febre e seus batimentos. Eu segurava sua mão, pela primeira vez apreensiva com a saúde de Potter:
-Ele está bem, querida – Madame Pomfrey disse vendo meu olhar apreensivo – Está muito estressado e precisa de repouso. Assim que ele acordar eu darei uma poção para ele. Mas agora, vocês precisam sair. Só um por vez para ele poder descansar.
-Fica aí, Lils – Remus disse colocando uma cadeira perto da cama de James e me fazendo sentar nela – Mais tarde nós viemos trocar de lugar
-Se quiser, te trago uma coisa para comer. É só mandar um patrono – Doe disse logo beijando minha testa
Peter afagou meu ombro e seguiu Doe e Remus, que estavam de mãos dadas, para fora da Ala Hospitalar. Lene afagou meus cabelos e estendeu a mão para Sirius, que a dispensou e pediu para ela aguardar lá fora. Lene concordou e foi embora, fechando a porta atrás de si.
Olhei Sirius tirar os óculos de James e pô-los na mesa de cabeceira, junto com sua varinha e a taça. Então ele deu mais uma última olhada em James e se virou para mim:
-Você vai me contar ou vou ter que jogar em sua cara que eu sei que vocês dois ficaram antes da tarefa? – ele me disse cruzando os braços
-Como... – eu perguntei com os olhos arregalados
-Lily, eu conheço James desde nossa primeira viagem pelo Expresso de Hogwarts – ele disse depois de uma risadinha – E estou morando com ele agora. Você acha que eu não saberia assim que visse a cara de imbecil que ele fez quando entrou no estádio te procurando?
Senti meu rosto esquentar. Tudo bem que eu não sou a melhor pessoa em esconder as coisas, e eu também não iria esconder nada de meus amigos, mas... sei lá. Eu meio que sabia que Sirius sabia, afinal ele é especialista nesse assunto, só... Não pensei que ele ia jogar na minha cara. Mas ele é Sirius, então é obvio que ele ia fazer isso:
-Eu sabia – ele disse vendo meu rosto vermelho – Vocês só podiam estar fazendo isso, afinal tu demorou uns três anos para voltar! E seus cabelos estavam muito descabelados só de um lado, o que mostra que Prongs te segurou naquele lugar, e a sua roupa também estava amassada nas costas...
-Você conseguiu ver tudo isso? – eu exclamei espantada
-Nah! – ele disse dando um aceno de descaso – Só a parte do cabelo. É que eu já conheci meninas depois de elas ficarem com James, ele sempre pega do mesmo jeito.
Encarei-o com a cara fechada. O Potter sempre pega do mesmo jeito? Ele só pode estar tirando com a minha cara:
-É mesmo, Black? – eu perguntei agora sentindo meu rosto esquentar de raiva, não mais de vergonha
-Tchau Lils – ele disse rindo e me deixando sem resposta. Me deu um beijo na testa e foi embora, falando alto, é claro – Depois eu venho aqui!
E a porta se fecha atrás de mim. Olhei irritada para Potter, ainda com o que Sirius me disse na cabeça. Mas relaxei, ficando ainda mais preocupada pelo rosto de James que ainda estava tenso. O que essa prova tinha de tão estressante?
...
Eu já estava a um bom tempo ali ao lado de James quando este deu um sinal de vida. Ele começou a gemer e fazer uns sons meio sufocados. Me alarmei, pensando que ele devia estar engasgando, então estava me preparando para gritar por Madame Pomfrey quando ele abre os olhos amendoados:
-James! – eu exclamei me aproximando dele
Ele olhou em minha direção com os olhos semi cerrados tentando decifrar quem o chamara. Quando me viu, seus olhos se arregalaram de terror, e talvez dor também, e ele tentou ficar longe de mim:
-Ah não! Você de novo não! – ele berrou enquanto eu o olhava paralisada – Para de me seguir! Por favor! Eu não aguento mais! Estupefy! Merda! Onde está minha varinha?
Olho sem acreditar enquanto ele se esticava para pegar sua varinha. Madame Pomfrey, vendo a agitação, veio correndo com um copo fumegante de alguma poção calmante. Meus olhos se enchiam de lágrimas. Eu não conseguia acreditar. Aquilo não fazia sentindo! Era tudo muito irônico. Quando eu me entrego para ele, ele consegue destruir meu coração em caquinhos do jeito que eu estava evitando:
-Não me precisa se dar ao trabalho – eu disse tentando soar o mais fria por de trás de minhas lágrimas – Eu já estou indo
E saio correndo da Ala Hospitalar. Nem consegui me lembrar de fechar assim que passei. Não pense que eu ainda conseguia controlar minhas lágrimas de caírem, elas caíram sem a minha permissão, mas fez bem, pois eu não estava conseguindo enxergar nada em minha frente. Até que, é obvio com a minha visão limitada, eu esbarro em alguém. Bem, na real, me choco com alguém:
-Lils?
Ah ótimo! Eu esbarrei em Remus. Em Remus? Ele anda malhando? Ah, cala a boca Lily! Olhei para cima e vejo Remus me encarando com as sobrancelhas levantadas. Logo vi Doe. Ela parecia me olhar preocupada:
-O que foi, Lils? – ela disse em um tom urgente segurando meus ombros – O Jay está bem? Aconteceu alguma coisa?
-O James está bem – eu disse fungando – Ele até...
Mas não consegui terminar. As lágrimas vieram mais forte dessa vez. Nem conseguia pensar no por que desse meu choro tão forte. Ta bem, é claro que eu sei. É que ainda é nova a minha sensação por James. Desde que eu decidi me entregar pelo o que eu realmente sentia pelo Potter, as coisas tem estado bem estranhas. Eu ando meio emocional demais:
-Ele até o que, Lily? – Doe me pergunta colocando uma mecha de meus cabelos atrás de minha orelha
-Ele até quis me estuporar! – eu exclamei me desmanchando em lágrimas
-Quem foi o filho da puta que quis te estuporar, Lils? Se foi o Snivellus de novo... – Sirius disse chegando com Lene
-Não foi o Snape. Pelo jeito foi o James, Six, mas ainda não entendi direito a história – Doe disse olhando para Sirius e depois de volta para mim
-O Prongs quis te estuporar? – Sirius exclamou indignado – Isso é brincadeira, não é?
-Não é não!– eu disse – eu não sei o que eu fiz...
Então eu parei. Como assim eu não sabia o que eu tinha feito? Eu havia massacrado James durante anos. Humilhado ele, assim como, certamente, ferindo seus sentimentos e sua auto estima. Ele tinha todo o direito de querer me estuporar! Eu fui uma pessoa horrível:
-Ah meu Merlin! – eu exclamei logo correndo para longe de meus amigos. Precisava de um tempo para ver se conseguia me afogar
...
James POV
Começava a voltar a mim novamente. Eu tinha um gosto doce na boca, mas não sabia do que. E eu tinha uma sensação de que eu havia visto Lily, e ela havia chorado... Talvez um sonho. Ouço vozes ao meu redor, talvez discutindo, não entendi-as direito.
Abro meus olhos e vejo Lene sentada em uma cadeira ao meu lado. Ao seu lado está Sirius, que olha confuso para frente. Ao meu outro lado está Doe, Remus e Peter:
-James! Como você está? – Doe pergunta assim que me vê de olhos abertos. Todos se voltam para mim
-Bem... Não sei, estou com um gosto doce na boca e não sei do que é – eu respondo tentando me lembrar de algo
-Provavelmente é a poção de Madame Pomfrey – Sirius deu ombros – Ela te deu uma quando você tentou atacar a Lily
-Eu tentei o que? – eu exclamei me sentando de um pulo na cama. Sirius estava maluco?
-Estuporar a Lily – Lene disse impaciente – mas me diz James, o que tinha naquela tarefa?
Suspirei e contei para eles sobre o labirinto de espelhos e depois sobre o labirinto de máscaras. Eu ainda não conseguia acreditar que eu havia tentado estuporar Lily. Quando cheguei a parte do labirinto, vi que todos ficaram tensos. Assim que acabei, os Marauders e as meninas ficaram em silêncio:
-Então está tudo explicado – Doe falou. Então se virou para mim com um olhar de pena – Ela estava chorando mesmo, James. Ela não sabia da parte do labirinto
-E vocês sabem onde ela está? – eu perguntei já colocando meus óculos, nem percebi que a taça estava ao meu lado
-Não. Ela não disse...
-Ela está na Torre da Astronomia – Remus disse. Vi que ele guardava um pergaminho no bolso interno de sua capa. O Mapa. Esse é o Moony que eu gosto
-Ah, Sr Potter! – ouvi Madame Pomfrey, mas eu já estava me levantando – Você acordou... Sr. Potter! O que o senhor está fazendo?
-Indo consertar a imbecilidade que eu fiz – e sai correndo em direção à Torre
Corri até lá o mais rápido possível. Nem me dei conta do que as pessoas me diziam enquanto passava por elas. Quem disse que me importava? Não conseguia me dar conta de que havia ganhado o Torneio Tribruxo, e não aquele búlgaro imbecil. Abri a porta que dava para a Torre e vejo Lily virar para mim. Os cabelos voando por causa do vento, e os olhos vermelhos de tanto chorar:
-O que foi Potter? – ela disse fungando e soando fria – veio tentar me estuporar de novo? Ou vai tentar algo mais radical, tipo uma maldição imperdoável? Cruciatus ou Avada Kedavra?
-Nenhum dos dois! Lily, a única maneira de eu me envolver com um desses feitiços, seria me colocando em sua frente para você não recebê-los! – eu disse fechando a porta e praticamente implorando para ela parar de me olhar daquele jeito – Lírio, eu juro que hoje mais cedo eu não te ameacei por querer! Eu estava inconsciente e...
-Você estava bem consciente pelo meu ponto de vista – ela me interrompeu fria
-Lily! Por favor! Me escuta uma vez na vida? – eu implorei exasperado
-Já te escutei muitas vezes na minha vida, Potter! – ela berrou. Vi novamente mais lágrimas rolarem em seu rosto – E olha no que deu te escutar?
-Olha no que deu? – eu disse exasperado. Como ela conseguia me tirar tão fácil de sério? – Lily, se você me escutar só mais um pouquinho, vai ver no que vai dar
-Mas quem disse que eu quero te ouvir? – ela exclamou abrindo os braços exasperada
Trinquei os dentes, dei três passos longos e parei em sua frente. Seus olhos seguiram meu rosto, algumas lágrimas caindo, acho que agora de raiva. Segurei seus ombros para ela não conseguir se distanciar, e olhei diretamente em seus olhos:
-Lily me escuta. Não Lily! Sério! Me escuta – eu disse segurando seu queixo para não deixá-la virar o rosto
E comecei a falar antes que ela me desse um chute no meio das pernas e fugisse. Não sei qual dor seria maior, a física ou a de ver ela ir embora. Contei de como me senti em relação ao beijo, de como não queria que aquilo tivesse acabado. Contei sobre a tarefa, sobre o labirinto de máscaras e o de espelhos. Assim que terminei, ela me beijou. Sim, estou mais surpreso que você:
-Desculpa – ela disse mordendo seu lábio inferior depois de se separar de mim – É que eu me senti muito culpada. Por causa da máscara e...
Agora foi a minha vez de interrompê-la com um beijo. Pressionei minha boca na sua e passei minhas mãos para o seu cabelo. As mãos de Lily agarravam novamente a frente de minha camiseta, me trazendo mais perto dela, como se isso ainda fosse possível.
...
Lily POV
-Mais um baile! Eles acham que o que? Que nossos pais cagam dinheiro?
-Lene, na real seus pais cagam dinheiro
-Os seus também, James. Mas nem por isso eles precisam te comprar uma roupa de gala nova!
-Correção. Os meus cagavam.
-Certo, agora quem caga é você!
-Ai! Deu vocês dois! – Doe exclamou irritada fazendo James e Lene pararem com toda aquela conversa
Nós estávamos todos na Sala Comunal de Gryffindor, um dia depois da tarefa de James e de nós dois nos acertarmos. Lene sentada em uma das poltronas com Sirius encostado em suas pernas, Doe sentada no colo de Remus, este também na poltrona, eu encostada no peito de James no sofá e Peter perto de meus pés:
-Mesmo assim – Lene continuou passando as mãos pelo cabelo depois de suspirar. Essa mania ela pegou de tanto passar o verão perto de James – Quando iremos até Hogsmeade? O Baile da Premiação é hoje à noite.
-Esqueceu que você e suas amiguinhas estão saindo com Marauders? – Sirius disse olhando para cima, em direção à Lene
-Pois é, Sirius, mas podemos ir da maneira correta hoje – eu disse olhando para Sirius e depois de volta para Lene – O sétimo ano tem saída liberada a qualquer momento hoje, já do sexto ano para baixo, só poderá sair às quatro horas.
-Vamos todos à Hogsmeade agora! – Doe disse se levantando – Vou pegar minha sacola de dinheiro
-Doe! Pega a minha também! – eu berro para ela, assim que ela alcança a escada
-E a minha! – Lene também berra
-Moony, pega as nossas também – James disse quando viu Remus se levantar
-Por que vocês não vão lá e pegam? – Remus olhou por cima do ombro
-Porque está muito confortável aqui – James disse me aninhando em seu peito
-E porque não convocam? – Remus disse com a testa enrugada
-Porque é mais divertido te encher o saco! – Sirius exclamou como se aqui fosse óbvio
...
-Então... Você e James parecem ter se acertado
Olhei para Lene sentindo meu rosto esquentar um pouco. Estávamos voltando da loja de roupas e indo em direção ao Três Vassouras nos encontrarmos com os meninos. Nós três com sacolas nas mãos, cada uma com um novo vestido. O meu era um tomara que caia verde água, a saia caindo em delicadas camadas até o chão. O de Lene era um azul noite, longo também, com brilho. E o de Doe era um longo vermelho simples, mas que ficou adorável em seu corpo:
-Parece que sim – eu respondi arrancando sorrisos enormes de minhas duas amigas
-Graças a Merlin! – Doe disse rindo – E como está indo?
-Não podia estar melhor! – eu exclamei enquanto abria a porta do bar
-Ei! Meninas! Aqui!
Vimos Sirius abanar de uma mesa no fundo do bar. Assim que chegamos, vimos que os quatro já tinham Cervejas Amanteigadas em suas frentes. Lene se sentou ao lado de Sirius, este tentando ver o vestido dentro da sacola, mas minha amiga deu um tapa em sua mão, o que o fez não querer tocar mais na embalagem. Doe se sentou ao lado de Remus, dando um rápido beijo nele, ficando toda vermelha. Eles são muito fofos juntos. E eu, claro, me sentei ao lado de James:
-O que não podia estar melhor? – ele me perguntou depois de beijar a ponta de meu nariz
-O físico de Terver – eu disse com simplicidade – finalmente consegui ver por baixo daqueles casacos todos.
-Conseguiu onde? – ele disse olhando em volta do bar e depois voltando para os Marauders – Eu disse para vocês que nós devíamos ter ido com elas.
-Ai James! Para de bobagem! – eu disse batendo em seu braço enquanto todos riam de sua cara de ciúmes. Ele fica muito fofinho quando ta com ciúmes – Nós estávamos falando sobre nós dois!
Ele continuou me olhando desconfiado e em volta também. Revirei os olhos enquanto suspirava e o beijei, fazendo-o tirar aquela cara de ciúmes fofinho.
...
-Meus parabéns Sr. Potter – Dumbledore disse entregando um saco cheio de galeões para James – Você foi um belo exemplo de coragem e sabedoria sobre a magia. Sinto muito, mas você não poderá levar a Taça, ela ficará em Hogwarts com seu nome no pedestal. Os mil galeões ficarão com você, não se preocupe. Já sabe o que vai fazer com ele?
Um silêncio baixou no Salão Principal. James morde o lábio inferior e passa uma mão em seus cabelos. Mania irritante, que estou começando a achar muito fofa de uns tempos para cá. E então, seus olhos amendoados me encontraram e pela primeira vez, vejo James Potter corar. Tudo bem que não foi o mesmo vermelho que eu fico, mas mesmo assim tinha um tom rosado em suas bochechas. Dumbledore não deixou de perceber isso:
-Ah... Entendo – ele disse depois dando um risinho – Estou surpreso com o tempo de que a Srta. Evans resistiu a você. Mas não estou tão surpreso assim com sua rapidez em se apaixonar por ela, afinal, ela é, sem sombra de duvida, uma linda jovem, além de muito inteligente.
Ai ótimo. Agora estou extremamente corada na frente do corpo docente, de várias pessoas de outros países e de meus colegas. E para piorar fui elogiada pelo meu próprio diretor. Meu rosto estava quase explodindo:
-Acho que esse é o momento de você vir aqui e dar um beijo nele, Srta. Evans – Dumbledore disse, logo me fazendo corar ainda mais – Não vou me importar de não ganhar um. Acho que nenhum de vocês dois iria gostar
Uma explosão de risos explodiu no Salão Principal enquanto eu ia até o palco toda vermelha. Sorri envergonhada para Dumbledore, ele pegou minha mão e a beijou delicadamente, e me virei para James. Não pensei. Se pensasse não iria ter funcionado. Fechei meus olhos e joguei meus braços em volta de seu pescoço e minha boca encontrou a sua. Comecei a ouvir gritos e risos, mas me desliguei. Quando fico com James, tudo se apaga. Tudo parece estar perfeito. Por que será?
...
Oi! Saudades? Chegou uma hora que não tive muitas idéias, então, por isso talvez tenha acabado meio estranho.
Ninha Souma: Que bom que tu gostou! Não sei se não posso prometer não acabar agora. Mas... ainda tem o prólogo. Espero que tenha gostado desse aqui também.
Jussara Soares: Sou tão previsível assim? Hahaahaha. Também pensei a mesma coisa quando estava fazendo o capítulo sete. Que bom que tu gostou
Alh Vez: Brigada linda! Espero que tenha gostado desse último
Bem... mandem Rewiews, prometo um prólogo legal
Beijos
Victoria Black Herondale
