Saint Seiya não me pertence... Mas se pertencesse, Seiya ia sofrer tanto...u.u Créditos ao tio Kurumada...
E aqui está o segundo capítulo! Créditos à Dark Ookami Mika pela história da Suzuran com o Subaru e no encontro da Suzuran com a Tsubaki, ela é quem tinha escrito e eu apenas escrevi usando minhas palavras xDDDDD
Agradeço as reviews!
Dark Ookami- Mikaaaaa! Arigatou a review! Sabe que devo muito à Mika por essa fic né?
Metal Ikarus Sama- Thnxs a review! Sim, essa Suzu foi criada antes da sua Suzu, por isso gostei tanto quando li uma personagem com o mesmo nome da minha! E sou muito fã de vampiros... Apesar de não ter lido muitas coisas sobre Vampiro, A Máscara e tals, por isso apenas usei os nomes dos clãs por cima xDDD E Um dia consigo escrever um Dite tão cruelmente Diva como a Laurinha escreve u.u
Human Being- Thnxs a review! Como disse pelo PM e para o Ikarus Sama acima, sei muito pouco mesmo sobre o mundo dos vampiros... Mas fico muito feliz que esteja gostando! E quando tem atualização de Sui Generis? Estou apaixonada pela fic *0* E ainda tenho que ler a filhotinha dela xDDDD
OoooOoooO
Enfim, vamos logo a fic! Mandem reviews people! Não machuca e eu adoro *0*
OoooOoooO
Suzuran dormia profundamente, não tinha sonhos, não sentia nada, ficava em torpor até o anoitecer, era o momento que esquecia toda a dor...
Camus estava sentado no sofá do hotel, tomava um chá bem quente, apesar de não sentir necessidade, gostava de se sentir humano às vezes, e tomar um bom chá o fazia se sentir assim, ele tinha um livro nas pernas cruzadas, seus olhos estavam nele, mas nada via, pensava em seu reencontro com Suzu, desde que havia fugido da mansão na França, não a havia visto, desconfiava que tivesse voltado para o Japão, uma vez que ela queria encontrar seu irmão mesmo Camus afirmando que ele havia morrido.
Era mais uma viagem de negócios, Camus andava pelas ruas frias de Tokyo quando um garoto passou correndo por ele, carregava uma grande mochila que parecia pesada, poderia ser uma cena comum, mas algo naquele garoto chamou a atenção do francês, logo atrás dele, três garotos mais velhos, tomado pela curiosidade em cima daquele garoto, Camus o seguiu até um parque e ficou à espreita atrás de uma árvore. O garoto estava cercado pelos três garotos visivelmente maiores que ele, parecia ser uma briga injusta, se o garoto menor não saísse vencedor, ele tinha determinação no olhar, uma fúria e uma força que fazia anos que o francês não via, isso encantou Camus.
Os três garotos mais velhos apanharam e fugiram jurando vingança, assim que eles se foram, o garoto que não parecia ter mais que 10 anos e estava sujo e com as roupas rasgadas, pega uma grande mochila atrás de uma moita e correndo em seguida, chegou à um beco e verificando que ninguém o havia seguido, retirou alguns sacos de lixo e uma grande lata, atrás havia um pequeno buraco, o garoto entrou como um gato e tampou o buraco por dentro com pesados sacos de areia, era uma antiga fábrica fora de uso, Camus encontrou uma janela aberta e entrou no local.
Atrás de várias caixas havia um cantinho que parecia ser uma casa, com um pequeno lampião, várias cobertas, livros e bichinhos de pelúcia embolorados e sujos, no meio das cobertas havia uma pequena garota de no máximo 8 anos, era magrinha e tinha os cabelos negros e os olhos violetas, ela tinha um caderno nas mãos e alguns lápis de cor.
- Cheguei Suzu!- Diz o garoto colocando mochila no chão.- Olhe! Trouxe comida para umas 2 semanas!- Diz tirando enlatados, pão, alguns salgadinhos e chocolate, provavelmente havia roubado.- Trouxe também isso pra você, sei que será uma ótima estilista!- Diz entregando um caderno novo e mais lápis de cor.
-Obrigada Subaru-niichan!- A garota abraça seu irmão.- Mas e seus livros? Pensei que compraria dessa vez...- Pergunta a garota olhando tristemente para os materiais.
- Ganhei muito pouco esse mês... Quem Sabe no próximo.- Subaru bagunça os cabelos da irmã e se senta em um canto, puxando livros velhos e com a capa rasgada, eram livros de matemática, kanjis e francês, o que fez Camus ficar mais interessado ainda no garoto.
Camus decidiu alimentar a sabedoria do garoto, fazê-lo um perfeito Ventrue, por noites e noites levou livros e comida para os órfãos, por serem pobres, sempre aceitavam os presentes. Já havia se passado alguns anos, os irmãos sempre deixavam um bilhete, perguntando quem era e porque fazia aquilo, mas Camus nunca os respondeu, até ser pego uma noite enquanto deixava livros.
- Quem é você? Porque nos deixa presentes? O que quer?- Pergunta Subaru, segurando um pedaço de madeira, atrás dele Suzuran olhava curiosa.
- Subaru não? Vejo que se tornou um homenzinho.- Camus observa o rapazinho de 15 anos, o corpo ainda se formando, a voz dele ainda era rouca.- Me chamo Camus Montblanc. O que eu quero? Por enquanto nada... Mas um dia, quando estiver pronto, virei buscá-lo, por isso, aproveite os livros e se torne um homem inteligente, e quanto à sua irmã, não tenho interesse nela, mas quero que ela se torne independente o suficiente para não sofrer com sua partida, irei me responsabilizar pelo futuro dela, não se preocupe.
- E se eu disser que não quero ir com você! Não posso deixar Suzu sozinha!
- Seu destino está traçado, não tente fugir dele...- Camus dá as costas e parte.
Os anos foram se passando desde o último encontro, Subaru tinha 22 anos e depois de muito estudar estava na faculdade de medicina, tinha um emprego temporário, o que fizeram com que os irmãos pudessem morar em um pequeno kitnet, Suzuran também estudava moda, mas em uma escola especializada, já que não havia faculdade do ramo ainda, ela sonhava em ir para o exterior aprimorar. Todos os dias eram apreensivos, eles sabiam que o misterioso ruivo viria buscar Subaru, a garota havia formado uma personalidade forte e independente, estava preparada para uma certa separação... Subaru era inteligente e culto, tinha um porte elegante, nem parecia ter sido criado nas ruas, havia se tornado aquilo que Camus queria.
Mas ele não era desejado apenas por Camus, lobisomens estavam interessados na inteligência do rapaz.
Um dia quando os irmãos voltavam das compras, foram surpreendidos por um grupo de homens fortes e de aparência agressiva, eram quatro e cercaram a dupla.
- Seja um bom garotinho e se entregue, prometemos que mataremos a garota rapidamente...- Um deles sorri sadicamente.
- O que querem comigo?- Pergunta Subaru.
- Apenas que seja um de nós?
- Um de vocês...?
Camus estava no quarto de hotel se preparando para sair, quando sente a presença de seus maiores inimigos, atento, ele se aproxima da janela, o perigo rondava a região, ele sente uma estranha palpitação, Subaru e Suzuran corriam perigo, ele pula a janela.
A lua cheia aparece por detrás das nuvem iluminando o quarteto, ele uivam antes de ter as roupas rasgadas e o corpo coberto por pelos, visão é horrível e dolorosa, os rapazes gritam enquanto sentem os ossos serem transmutados, garras afiadas, o corpo duplicado, um focinho longo, dentes afiados e olhos caninos. Subaru e Suzuran se afastam assustados, nunca haviam visto nada igual.
- Corre Suzu!- Subaru pega uma barra de metal que estava ali perto e empurra a irmã que cai de joelhos um pouco à frente.
- Não deixe ela escapar! – Grita um deles, provavelmente o líder ou lago parecido, pois era maior que os outros.
Dois dos monstros correm em direção de Suzuran que ao invés de fugir, pega a tampa da lata de lixo que se encontrava ali perto e taca sobre um deles, o derrubando, ela fica em posição de combate, uma vez que treinava lutas com seu irmão. Assim que o lobisomem se aproximou, ela salta por cima dele e chuta as costas, o fazendo cair. Enquanto isso, Subaru se defendia dos ataques dos outros dois, eles pareciam apenas querer derrubar o rapaz e não matá-lo.
- Parem de brincar e matem logo essa garota!- Grita o líder.
- Suzu!- Subaru se distrai vendo os lupinos avançarem com violência para cima de sua irmã, e acaba sendo derrubado.
- NIICHAN!- Suzuran tenta correr em direção ao irmão, mas leva uma patada, sendo lançada contra a parede, ela sente os ossos do seu corpo serem quebrados, ela cai de cara no chão cuspindo sangue, tenta se levantar, mas não consegue, um dos lupinos pisa na cabeça da garota, sua visão estava embaçada, ela vê apenas o lobisomem maior pegar seu irmão pelo pescoço e lhe morder, Subaru grita, seu sangue jorrando.- Ni...i...chan...- A garota sussurra antes de sua visão ficar totalmente turva.
Camus vê o momento em que Suzuran é jogada na parede e Subaru é mordido, tudo passa em câmera lenta em sua mente, desesperado e com muita raiva, a bengala que trazia nas mãos se transforma em uma espada de prata, com uma velocidade sobrehumana ele corta a cabeça do ser que pisava em Suzuran e enfia no peito do outro, o que mordia Subaru, surpreso solta o rapaz que cai ensangüentado, rosnando para que o outro atacasse, mesmo temeroso, obedece e com a boca aberta pula sobre o vampiro que enfia a espada na boca, sendo coberto pelo sangue deste.
- Você perdeu sangue suga!- O último e líder, pega Subaru nos braços e foge rosnando.
Camus pensa em ir atrás, mas ouve Suzuran gemendo, ainda estava viva, ele se aproxima e pega a garota no colo, a aconchegando em seu colo.
- U..m... an..jo?
- Já me chamaram de muitas coisas, mas de anjo é a primeira vez...- Diz o ruivo.
- Nii..chan...- Ela cospe sangue.
- Shhhh... Fique quietinha... Irei salvar seu irmão... Prometo...- Ele diz retirando algumas mechas sujas de sangue e terra do rosto da garota.- Primeiro temos que cuidar de você... Não é digna de ser uma Ventrue... Mas prometi à seu irmão que garantiria seu futuro... Mas preciso saber... Aceita essa vida?
- Pode...rei...vin..n..gar...m..meu...niicha..n?
- Sim...
- Ent..ão..e..e..eu..acei..to...
- Irá doer um pouco, tenha calma.- Camus levanta a cabeça de Suzuran, deixando o pescoço à mostra, ele fecha os olhos por um momento, ao abri-los, caninos pontiagudos, ele morde o pescoço da garota, deixando uma lágrima escorrer de seu olho, assim que suga o suficiente, ele lhe oferece seu pulso, Suzuran agarra-se a ele como um bezerro e suga com força, até ser afastada.
A garota se contorce, sentia o sangue de Camus correr em suas veias, ela sente o ar sumindo de seus pulmões, após um grito abafado, seu corpo fica imóvel, os olhos abertos fitavam o céu estrelado, ela levanta um dos braços tentando alcançá-las.
- Vamos embora antes que alguém nos veja.- Camus pega a garota no colo e sai do beco, onde havia corpos humanos degolados e ensangüentados.- Precisa se alimentar, irei lhe ensinar...
Camus levou Suzuran para a França, onde moraram por quase 30 anos, mas a jovem era impetuosa e teimosa, vista com maus olhos por outros Ventrues que a consideravam indigna, tinha constantes brigas com Camus que tentava endireitá-la, em vão, ela queria apenas procurar por Subaru.
Um dia, quando Camus havia viajado ao Japão, foi procurado por Subaru, se encontraram em um parque, o rapaz estava exatamente da mesma maneira à 30 anos, apesar das roupas mais despojadas e estilo agressivo, havia perdido todo o ar Ventrue que Camus havia visto nele.
- Soube que cuida de Suzu...- Diz Subaru dando uma tragada no cigarro.- Eu lhe agradeço. E peço desculpas pelo gênio forte dela.
Camus nada diz, apenas observa a areia.
- Deve saber que somos inimigos agora. Eu, você e Suzu.- O rapaz joga o cigarro no chão e pisa em cima.- Não vivo entre os que criaram, faço parte de um grupo rebelde, vivemos escondidos em becos, não mudou muito de quando era pequeno...- Ele ri amargamente.
- Subaru eu...
- Não Camus, a culpa não é sua. Ninguém tem culpa, você me disse uma vez pra não fugir do meu destino. Esse é meu destino, por mais cruel e amargo que seja.- O rapaz olha para o vampiro.- Diga a Suzu que morri, ela irá me procurar e irá se decepcionar quando me encontrar, não quero que ela sofra. Talvez um dia ela entenda, e quando for preciso, irei procurá-la, mas por enquanto quero que ela viva a vida dela, ou a morte, como todos nós dizemos...
Subaru entrega uma corrente de ouro velha com a metade de um coração e após dar uma leve aperto no ombro de Camus, ele parte calado.
Ao voltar para a França, Camus entregou a corrente à Suzuran, dizendo que Subaru estava morto e que haviam lhe entregado aquela corrente como prova.
- Mentira! Você está mentindo! Disse que me ajudaria a procurar por ele! A me vingar!- Suzuran grita com o rosto sujo de lágrimas de sangue.
- Ele morreu! Entenda isso! Queira você ou não, não há nada que se possa fazer!- Diz Camus mantendo o semblante sério, apesar de estar sofrendo com o sofrimento da garota.- Agora haja como uma Ventrue e pare de fazer baderna! Não faz bem à imagem do clã.
- Que se foda esse clã! Que se foda você!- Batendo os pés ela sobe para seu quarto, se trancando no quarto.
Nessa noite Suzuran fugiu, sumiu do mapa.
- Mestre Camus?- Um rapaz estava parado à porta.- Não irá dormir, está quase amanhecendo...
- Já estou indo Neo.- Camus fecha o livro e coloca na mesa, fechando as grossas cortinas e se preparando para entrar em torpor.
Neo era outra cria de Camus, era um jovem francês de cabelos castanhos e curto, a franja um pouco longa era jogada em um leve topete, seus olhos eram levemente caídos e cor de mel, seus traços eram delicados e gentis.
Suzuran acorda ainda no meio do dia, ela olha em volta tentando se lembrar de onde estava, aquele cheiro... Estava na casa de Tsubaki, a única pessoa no mundo no qual ela confiava, a única que ela podia chamar de amiga, ela tenta relembrar em como a conheceu...
Suzuran rodou o mundo, estudou na Inglaterra, Estados Unidos, até retornar ao Japão, onde abriu uma loja de roupas desenhadas por ela mesmo, ela quase não se encontrava na loja, à não ser a noite, onde ela ia dar os últimos retoques. Ninguém imaginava que era uma Ventrue, tinha um ar Brujah e tinha muitos amigos Brujah. Nunca esqueceu seu irmão, sentia que ele estava vivo, em algum lugar, mas vivo...
Todas as noites ela ia à um parque e ficava observando um pé de sakura, em uma dessas noites conheceu Tsubaki.
Suzuran estava sentada em um balanço observando as pétalas cor de rosa se desprendendo dos galhos, se sentia como aquela árvore, seca, que ia perdendo partes de si com um simples toque e no final ficava totalmente careca, Suzuran era uma árvore de sakura quando perdia as pétalas.
- Mas ela se regenera, brota novas folhas, se torna mais forte.- Uma voz suave atrás de si, parecia ler os sentimentos de Suzuran.
A garota fica apreensiva, sabia que era como ela, mas não levanta a guarda ou foge, como faz normalmente, apenas observa a bela garota se aproximar, os longos cabelos negros balançando suavemente com seu andar, parecia flutuar, tinha um porte elegante como os Ventrues, mas com delicadeza, parecia uma fada, um anjo negro se aproximando com seu vestido fluído de cetim, ela se senta no balanço ao lado e vira seus olhos carmins para o sakura, não tinha o cheiro enjoativo de sangue como a maioria, ela lhe trazia paz.
- Sempre a vejo aqui... Gosta de cerejeiras?- A garota olha para Suzuran.
- Sim.
- Venha, irei te mostrar algo especial.- Suzuran foi puxada pelas mãos.
Chegaram à um amplo jardim, havia várias flores e um enorme pé de sakura com longos galhos caídos e totalmente floridos, era algo lindo que preencheu o coração de Suzuran com uma paz que a muito não sentia...
- Gosto muito dela. É muito mais velha que eu, deve ter mais de mil anos. Nasci e cresci nesse terreno. Mas o destino me afastou daqui, mesmo depois de anos, ao voltar, essa árvore estava aqui, da mesma maneira que eu me lembrava.- A garota tinha um brilho nos olhos.- Sabe o que significa "sakura"?
Suzuran nega com a cabeça.
- Vem dos kanjis antigos "sa", que significa Deuses e "kura", que significa lugar para se sentar, resumindo seria "lugar onde os Deuses se sentam". Acho que faz sentido não? Sentimos uma enorme paz apenas de olhar para elas.
Suzuran que olhava para a garota, volta seu olhar para a árvore, ela realmente sentia uma enorme paz ao olhar para a árvore.
- Ela é linda durante a noite, principalmente nas noites de lua cheia. Fico feliz de poder vê-la sempre que posso.- Ela abaixa a cabeça um pouco triste.- Mas queria no fundo, poder, nem que fosse ao menos uma vez, um segundo sequer... Vê-la durante o dia, as lembranças do sol me são distantes...- Ela vira para Suzuran sorrindo.
- Porque fala comigo dessa maneira? Nem ao menos nos conhecemos...
- Não seja por isso, me chamo Tsubaki, como aquelas flores.- Diz apontando para um majestoso arbusto cheio de camélias rubras.
- Suzuran. Porque me trouxe aqui?- Suzuran estava desconfiada de tanta gentileza.
- Vi em seus olhos...
Era novamente a mesma história, todos aqueles carniceiros queriam apenas poder e sangue, quanto mais vampiros do seu lado, melhor... Suzuran não consegue disfarçar a decepção e Tsubaki percebe.
- Você não é como eles... Sinto tristeza vindo de você.
- Do que está falando?- Suzuran diz grossa.
- Tenho muito mais anos que você, apesar disso sei muito pouco ainda... Conheci muitos vampiros nesses anos em que rodei o mundo junto ao meu Mestre, mas senti que você é diferente de todos eles... Quer saber porque comecei a falar sobre as cerejeiras? Queria apenas a sua confiança... Queria saber o porque de sua tristeza, sinto que perdeu algo muito importante, mais importante que sua própria vida, e ainda não se recuperou, suas feridas, apesar de não serem recentes, ainda estão em carne viva...
Suzuran abaixa o rosto tentado esconder os sentimentos, estava confusa, como ela poderia saber o que se passava consigo.
- Não sei o que aconteceu, mas posso lhe afirmar uma coisa, muitos de nós se apegam apenas à beleza, força, poder, crueldade, mas você, como poucos, ainda se apega à sentimentos e emoções humanas.- Tsubaki se aproxima de Suzuran e segura seu rosto delicadamente.- E com minha experiência posso lhe dizer uma coisa... Por mais doloroso que seja, você deve se agarrar à esses sentimentos com tudo o que restou de sua humanidade, isso lhe servirá como um gancho, para que não se perca como a maioria de nós...
Era estranho, aquilo que Tsubaki lhe disse era o que realmente via nesses anos em que foi criada, todos à sua volta eram um bando de idiotas querendo ser mais forte, preocupados apenas em parecer poderoso e em inflar o próprio ego, seguindo uma regra idiota apenas para ser aceito, Suzuran não era assim, e sentia que Tsubaki também não... Sentiu quando a outra lhe abraçou, um abraço gentil, caloroso, um abraço de irmã... E então se deixou desabar, chorou, chorou como nunca havia chorado, chorou por Subaru e soube nesse momento que não deveria desistir de encontrar seu irmão e era isso que faria...
OoooOoooO
be Continued...
E então, gostaram? Achei meio emo a galera só chora xDDDD Mas não se pode esperar muito de uma fic com um título tão emo como esse xDDDD (se joga da ponte)
Mas se preparem que ainda verão mais emices por aí!
Mas sobre o capítulo, adorei a explicação para "sakura", créditos à Dark-Ookami como disse acima, foi ela quem escreveu essa parte!
Enfim, quem leu e gostou, mandem uma review e deixem uma gata de rua feliz =^w^=v
bjnhos x3333
